compartilhar minha tela agora. Então vamos lá. Aline tá gravando.
Vamos. Qualquer dúvida que você tenha, você fala na hora, tá bom? Saber qual é o seu curso, Aline?
Eh, RH. RH, isso. Gestão de recursos humanos.
Olha, a Kiliana também é do RH. Aqueliana? Acho que sim, né?
Bom, daqui a pouco ela responde a gente. Então, vamos lá. Hoje nós vamos falar sobre comunicação.
Joia. comunicação nas organizações, em especial quando a gente tiver falando sobre o quê? Sobre processos de mudança, tá?
Então, pessoal, vocês já devem ter passado por várias mudanças na vida de vocês, tá? Em que vocês ou estavam com as rédias dessa mudança, tá bom, Kiliana? Tá.
Qual é o seu curso que ele é? Ótimo. Então, as duas do RH, tá?
Então, veja, em algumas mudanças, né? A, vocês tinham aí essas, entre aspas rédias. Em outras, elas simplesmente aconteceram sua vontade ou não.
Tá joia? Então, tem mudanças que nós conseguimos controlar, outras simplesmente vão acontecer. Quando a gente tá nessa situação, tá?
Naquelas mudanças que estão ocorrendo, nós precisamos saber o quê? Para onde nós vamos? Nós precisamos ter o quê?
Informações. Tá joia? Ah, professor, então lá na minha organização, eu peguei os funcionários todos, coloquei no auditório ou fiz uma palestra online e disse sobre a mudança, tá?
Primeira pergunta que me vem à cabeça é o seguinte: eles entenderam o que foi falado, tá? Por pessoal, uma coisa é falar, outra coisa é escutar, joia? Então, hoje a gente vai falar um pouquinho, né?
Vamos falar sobre a comunicação nas organizações em dos seus diversos contextos em que essa comunicação precisa ser clara. Clara significa deve trazer o significado de uma forma quê? Imediata, joia?
Coisa que não é muito fácil, pelo menos na nossa língua. Joia? Eh, então vamos lá.
Bom, a linguagem, tá certo? Ela sempre tem a sua ou a ideia, né, de uma produção e compreensão. Nós emitimos, tá certo, informações, tá joia?
comunicação com o intuito de que eh seja feito alguma coisa com essa informação para o quem? O receptor, tá joia? Então, se você tá numa organização, você pede determinada coisa, né, ou, né, solicita, faz lá um pedido, você espera o quê?
que você receba, né, o que foi pedido ou se você, desculpa, pessoal, acabou saindo aqui. Ou se você quer que a pessoa desempenhe um determinado comportamento, você vai o quê? Explicar, né?
Comunicar usando o quê? Uma mensagem, pessoal. Uma mensagem nesse contexto, pode ser uma imagem, pode ser eh uma mensagem escrita, pode ser uma mensagem eh falada, tá certo?
Então não importa qual delas, mas elas o quê? Existem, estão aí e precisam ser o quê? Colocadas em prática, tá?
Então vamos lá, né? Eu fiz a mensagem, aí a minha pergunta que vem logo na sequência é qual? Será que a pessoa para quem eu fiz a transmissão entendeu o que eu tô eh pedindo?
Tá? Então, por exemplo, tá? você quer fazer, tá, um pedido de casamento, tá certo?
E aí, pessoal, o que que passa pela sua cabeça, tá? um conjunto de representações mentais sobre o que que é um casamento. Casamento envolve finanças, envolve amor, envolve sorte.
Tem ali o trevo, né? Eh, uma casa geralmente compartilhada. Então, tudo isso se junta para quê?
para que seja feito um pedido de casamento, tá? Então, todas essas representações mentais, elas entram em uma eh linguagem, em uma mensagem, tá? Nós sintetizamos o quê?
Essa representação mental, tá joia? Do nosso pensamento e traduzimos ela em quê? Palavras, tá?
Joia. Veja, a representação mental também entende conceitos, tá? Não é só imagens estáticas, mas conceitos e tudo mais.
E aí eu vou falar com quem? Com a outra pessoa. Para isso, opa, desculpa, eu tenho que fazer o quê?
Uma codificação, tá certo? Então você vai codificar tudo aquilo que você imagina que é um casamento, né? Na vontade de estar com aquela outra pessoa, você vai codificar, tá certo?
Vai ter um código, tá certo? E você vai utilizar, no caso aí casa comigo, tá? Então, foi utilizado esse código.
Esse receptor pessoal, ele vai o quê? Ele vai pegar essa mensagem e vai decodificar, tá certo? Então, ele fez o quê?
Uma decodificação, tá? O que se espera, tá certo? é que exista uma pare, né, uma semelhança entre o conteúdo que se desejava transmitir e o conteúdo que foi o quê?
Transmitido, tá? Se eu falasse para vocês, vamos pegar uma palavra. Eh, não gostei da sua manga.
Tá bom. Pode ser que não tenha gostado da manga que você levou para ela comer ou pode não ter gostado da manga da roupa que você tá usando. Joia?
As duas eh informações, né, elas podem gerar o quê? Conflito de significado. Manga pode ser uma fruta e manga pode ser a manga da camisa.
E a nossa língua é cheia disso, né? a gente vê acontecendo aí em muitos momentos essa eh utilização de uma palavra para mais de um significado, tá? Deixa eu ver aqui o que que vem.
Então, pessoal, a ideia é que a gente faça o quê? Faça essa representação mental nossa chegar até o quê? o nosso receptor, pessoal, quando vocês estão eh em um momento que às vezes não estão se sentindo bem, né, alguma um aperto no coração, é fácil colocar isso em palavras?
Não, né? Não, né, Aline? A gente sabe o que tá sentindo, a gente percebe tudo bonitinho, mas não consegue falar, não consegue colocar em palavras.
Joia? Eh, porque pra gente nem existe essa representação mental do que estamos sentindo, tá? Eh, com certeza nesses casos o outro não vai entender, tá joia?
E na verdade, né Line, muitas vezes a gente não é nem preciso que o outro entenda, é preciso que o outro esteja apenas do quê? Do nosso lado, tá? Porque eu não vou conseguir fazer a tradução disso em palavras para serem o quê?
Decodificadas por uma outra pessoa, né? Vocês devem ter ouvido falar a modem, né? Acho que até hoje todos os computadores t modem.
Tá? Que que é modem? Modulação e desmodulação, tá?
Ele faz uma modulação de dados, organiza os dados, envia, né? Antigamente a gente tinha por telefone linha fixa, joia? E aí chegava no meu computador, na placa de modem e fazia a decodificação desse pulso, desse sinal, tá?
Então, eh, são coisas, né, que são importantes, né, que é o pronome, né, de modulação e desmodulação, [Música] tá? Vamos voltar aqui, tá? Na compreensão da linguagem como aí, né, como é que nós começamos a falar, pessoal, tá joia?
Começamos ouvindo sons. Acrescentamos significados aos sons em forma de fal palavras e acrescentamos significados à combinação de palavras em forma de períodos. Então essa é um nível mais o quê?
mais complexo, tá joia? Em que nós vamos ter sentido, ideias e precisamos fazer o quê? Transmitir essa informação, tá?
Veja, em algum momento você já sentou para conversar com alguma pessoa que falou um monte de coisa e você não entendeu nada? Sim. Sim, porque a pessoa não sabia falar, ela até sabia, mas nós não tivemos como fazer o quê?
Criar uma representação mental. Joia? Eh, compreender os significados, né?
O significado daquilo que ela estava que trazendo. Joia? E no, né?
Eh, alguns alunos falam: "Ah, o professor falou e eu não entendi nada". Tá? Isso.
Por isso que a gente sempre pensa em uma boa comunicação para que vocês entendam melhor. Eh, veja, alguém já, não sei se, né, paraa Line ou paraa Kiliana, eh, uma pessoa explica alguma coisa. Como fazer um pão?
Você vai pegar a massa, amassar, trigo, ovo, água, não. Massa, massa, massa, coloca no forno. Aí você pergunta: "Você entendeu?
" A pessoa responde: "Sim". Então agora me diga que que é isso, pessoal? É o feedback, tá certo?
Por que que é importante, né, Aline? Porque você quer saber se aquela pessoa compreendeu o que você tava falando, tá? Então ela vai fazer o quê?
Ela vai te explicar, tá? Eh, e isso aí depende da idade. Isso talvez seja mais comum com as crianças, né?
Não sei se vocês, né, t filhos ou não. Aí você fala pro seu filho, paraa sua filha e pergunta assim: "O que que eu falei? O que que eu pedi?
" E aí você vai ver, pessoal, o quanto pode surgir de diferença nessa comunicação, tá? O quanto pode ser diferente a aquilo que você quis, né, comunicar daquilo que você o quê? Efetivamente comunicou, tá?
Deixa eu passar aqui, tá? Tá bom? Agora a gente vai falar sobre a escuta ativa nas organizações, tá?
Então o que a gente falou até agora foi sobre o processo de comunicação, tá certo? Eu falo, vocês eh entendem, tá joia? Eu falo codificando e vocês na mente de vocês se decodificam.
Se a gente conseguir compartilhar da mesma representação mental, OK, a gente conseguiu estabelecer uma comunicação. Caso contrário, não será efetiva essa comunicação, tá? Então aí existem várias possibilidades de interpretação diferente daquelas que a gente imagina, tá joia?
E nas organizações, pessoal, isso precisa ser cuidado de uma forma com muita atenção. Joia? Digamos assim, eu acho que em todos os aspectos da vida isso precisa ser cuidado.
Joia? Porque é por meio da comunicação que nós interagimos, tá certo? Comunicação verbal, comunicação não verbal e por aí vai.
Joia? Eh, então o que que nós precisamos fazer? Ter um mecanismo, ter uma forma de comunicação que seja o quê?
Efetiva, tá certo? Que a pessoa entenda o que foi falado. Então, eh, diagnósticos, eh, e mudanças organizacionais só funcionam quando há uma escuta, tá bem?
De quem? Da organização, pessoal. Veja, então eu posso comunicar para todos os meus trabalhadores o que que vai ser feito de mudança.
Tá joia? Mas eles também precisam falar sim. Tá joia?
E eu preciso escutar sim, pessoal. Por que isso? Porque é a partir dessa escuta que nós teremos compreensão daquilo que se entende com relação à mudança, tá?
Então veja, eu preciso escutar, eu preciso criar canais de comunicação para que seja o quê? Efetiva a nossa comunicação, tá? A escuta ativa melhora o clima, fortalece relações e evito o quê?
Conflitos. Porque eu sei o que você está sentindo e eu posso quê? Intervir.
Tá. Alguém já escutou da mãe na volta a gente compra? Sim, né?
Você entendi muito bem o que ela tava falando para você, né? A gente não vai comprar nada. Sim.
Certo? Ou seja, nós éramos capazes, né, de decodificar aquilo que a mãe o quê estava falando, mesmo que de uma forma torta, né, Kiliana, né? Ela tava dizendo na volta a gente compra e a gente entendia que não ia ganhar, tá certo?
Então, eh, essa comunicação é, né, compreender que essa comunicação dentro de uma organização é fundamental, tá joia? Então, a escuta ativa melhora o clima, fortalece as relações, evita os conflitos e, pessoal, por incrível que pareça, é uma habilidade essencial para líderes e equipes, tá? Então, se você pensa em um líder, esse líder deve ter condições de fazer o quê?
Comunicar, tá? transmitir a informação e escutar aquilo que foi o quê? Que foi entendido, incorporado pelas pessoas.
Joia? Ah, professor, mas eu conheço líderes que não comunicam. Bom, se eles não comunicam, como que eles conseguem ser líder líderes e darem as orientações?
Tá joia? Então, é uma característica essencial da comunicação, do envio e do recebimento, né, dessas informações, tá, pessoal? Uma coisa que eu não sei se vocês já perceberam, eh, não sei se vocês já trabalharam em organizações em que haviam regras que não tinham a menor adaptação ao contexto que vocês trabalhavam.
Não sei se vocês já passaram por isso, tá? Que que acontece, pessoal? Quem faz a regra não escutou as pessoas que fazem a operação, tá?
Eh, como se eu desse um monte de instrução, tá certo? Vamos supor, né? Tem lá algumas mulheres que vão fazer o parto e eu vou dar eh vou transmitir para ela o que elas vão sentir durante o parto.
Pessoal, eh, um pouco difícil, né? Tá? é mais provável que uma pessoa que tenha sentido isso seja melhor na comunicação.
Eu não tô dizendo das etapas de um parto, tá joia? Eh, eu tô falando, né, dos sentimentos aliados a essa maternidade. Joia?
Então, precisamos, né, que ela seja o quê? Efetiva, pessoal. Escutativa é prestar atenção com interesse real.
Pessoal, uma coisa que acontece muito, tá joia? Nos dias de hoje é você comunicar e a pessoa tá com quê na mão? Com o aparelho celular, né, pessoal?
Aquela pessoa tá prestando atenção no que você tá falando? Finge que tá, né? Finge.
Alguns fing muito bem isso. Outros impossível, tá certo? De não compreendem, tá certo?
E aí você fala, fala, fala, fala. A pessoa diz que tá te escutando, mas ela simplesmente ela tá o quê? Te ignorando, tá?
Eh, nosso cérebro, pessoal, foi projetado, é projetado, né, para assimilar um conteúdo de cada vez. Então veja, ah, professor, como é que eu faço falar com as coisas ao mesmo tempo? Você vai picando as atividades, joia?
Eh, algumas pessoas têm mais habilidade com isso, outras têm menos habilidade, outras precisam estar focados efetivamente, tá joia? Eh, então, se você tá falando com uma, escutando uma pessoa e passeando pela internet, você não vai compreender o que ela tá falando, tá? pessoal envolve empatia, presença e a validação, aceitação.
Joia? Bom, vamos começar, né, por essa validação, aceitação. Nem tudo o que a pessoa tá te falando, você concorda, tá joia?
Ah, eu, né, me senti assim assado, joia? perante a uma determinada situação. Então, veja, eh, você não concorda com aquele com aquele contexto, mas é importante você compreender que a pessoa vive aquele contexto é muito importante, tá bom?
Eh, você saber entender, por exemplo, quem é que gosta de jujuba verde? Eu acho que ninguém, né? Aline, né, Kiliana?
Tá bom. Eu como todas. Aí vem a Aline, fala assim: "Eu como todas.
Eu vou pensar: "Poxa, Line, por que que você come as verdes? " Tá joia. Veja, eh, no na minha perspectiva, eu não gosto, mas eu preciso entender, aceitar.
E a Aline gosta de jujuba verde, da verde, da roxa, da laranja, né, Aline? sendo docinho, é o que importa, né? Isso, pessoal, a presença é efetivamente estar próximo daquela pessoa que vai o quê?
Eh, comunicar, vai nos comunicar. Joia? Então, eu posso tá, né?
Não sei se por por estar às vezes em sala de aula presencial, você vê que aquela pessoa tá ali, mas a cabeça dela tá onde? Em outro planeta, né, Aline? Isso.
A cabeça da lua. Aham. Então, o que eu estou falando para ela, ela tá escutando, ela pode até tá escutando no sentido fisiológico, tá certo?
mais eh a compreensão dificilmente vai ocorrer. Bom, e empatia, pessoal, é entender que nós eh as pessoas são diferentes de nós, joia? Não há pessoas que sejam quê?
Cópias uma das outras. Portanto, as pessoas precisam ser compreendidas na sua singularidade, tá joia? Não dá simplesmente para eh você achar que você sabe tudo, você compreende tudo.
Não. É preciso o quê? Escutar sabendo que aquela pessoa pensa diferente de mim.
Tá, pessoal? exige foco, paciência e disposição para entender, tá bom? Eh, desses aí eu chamo atenção para disposição para entender.
Por que isso, pessoal? Porque, eh, se a pessoa não estiver querendo entender, ela não vai entender nunca, tá certo? O fato de você receber uma informação, né, de você fazer uma escuta, pressupõe eh que você vai fazer um esforço para poder compreender aquilo que tá sendo o quê?
Que tá sendo dito, tá? Eh, isso é uma postura, né? Essa escuta ativa, né?
em que eu vou buscar ao máximo compreender o que está sendo dito, né? Vamos supor, pessoal, eh, eu trabalho numa linha de montagem e o meu colega trabalha em outra linha de montagem, certo? Eh, em outro país da mesma fábrica.
Em outro país, tá certo? Se eu quiser entender o que ele fala sobre a linha de montagem dele, eu preciso estar efetivamente o quê? Disponível e investir nessa compreensão.
Caso contrário, ela não será o quê? Não será possível, tá certo? Então, nós precisamos estar abertos a receber essas informações, né?
É horrível quando você vai falar com uma pessoa e essa pessoa te diz: "Eu já sei, eu já sabia tudo". Ela sabia, né? Só que eh aconteceu um problema que se efetivamente ela soubesse, não teria acontecido, né?
Vamos ver o que que tem mais aqui, pessoal. Eh, quando a gente escuta, né, dessa forma aberta, nós temos o quê? Diagnósticos mais precisos, tá bom?
Então, veja, você vai fazer um diagnóstico em que você precisa ouvir as pessoas. Se você for ouvir essas pessoas com base só nos seus padrões, você não vai conseguir entender, né? É importante que você o quê?
Se coloque no lugar daquela pessoa, joia, e busque fazer o quê? Essa compreensão, tá certo? Eh, muitas vezes eh o processo de diagnóstico, de intervenção nas organizações, ele é sustentado por ideias que sejam eh que antecedem, tá joia?
Então, existe ali uma ideia do que que tá acontecendo e quando eu vou fazer o diagnóstico, eu assumo que isso é verdade, pessoal. Isso é péssimo, tá? Eh, podem ocorrer gravíssimos em relação a diagnóstico, quando nós partimos dessa o quê?
Dessa perspectiva, tá? Então, vamos falar assim: "Ah, um programa de qualidade de vida, que que tá ruim, pessoal? O salário.
Pô, eu vou assumir que é o salário que tá ruim. Eu vou fazer isso de uma forma sem escutar os trabalhadores? Ah, vou, porque eu sei de tudo.
E pode não ser isso, pessoal, tá? Pode ser alguma outra coisa que esteja causando um desconforto, né? Veja, né?
Escutar ativamente também o quê? reduz conflitos e mal entendidos, tá bom? Mal entendidos fica claro, né?
Porque que é reduzido. E conflito, pessoal, porque às vezes as pessoas estão brigando, só que os dois, entre aspas, estão do mesmo lado de uma briga, tá certo? Só que eles não se entendem, tá certo?
Ou seja, ele tá eles estão discutindo eh umas questões e os dois se posicionam de forma semelhante, sendo que existe o quê? Uma linguagem diferente, tá, pessoal? Aumenta o engajamento e a confiança das pessoas, tá certo?
Então, eh, se você tem uma escuta ativa e você, né, de fato, escuta, você vai propiciar um aumento desse engajamento e confiança, porque eles vão saber que a Aline escuta, a queele an escuta, tá certo? E que elas vão fazer, né, o possível, o que elas se comprometeram. Bom, outra coisa, pessoal, facilita as mudanças, sim, a gente já falou, e reduz o quê?
As resistências. Por que reduz as resistências? Porque as pessoas vão parar de imaginar o que que é a mudança para se concentrar efetivamente naquilo que a mudança é, né?
Eh, deixa eu ver aqui. Opa. Bom, em reuniões e feedbacks, elas devem ser usadas, tá certo?
você deve escutar ativamente quando você está trabalhando com outra pessoa, pesquisas internas com espaço para fala aberta, eh, de, né, algumas organizações. Desculpa, pessoal, que falhou aqui a comunicação. algumas organizações eh permitem que você se posicione, né?
Você dê uma sugestão, dê uma indicação, isso pode ser de forma, né, uma fala aberta, mas também a gente considera que as participações por escrito têm a mesma relevância, tá? E você vai buscar a compreender o que tá escrito ali. Joia, pessoal?
em grupos focais e escutas coletivas, tá? Quando a gente faz um grupo focal, que, né, ocorre essa escuta coletiva, nós temos um conjunto de pessoas que estão falando sobre o mesmo assunto, tá? Então, vamos discutir o nosso tema é falar sobre treinamento já.
E todos vocês que estão aqui são gestores de treinamento e eu quero saber como é que funciona o treinamento para vocês. E aí veja, eh, eu tenho que ter paciência e foco para escutar todos. Sim, joia.
Eu tenho que buscar ter uma maior compreensão da situação do que, tá joia? Eh, entrar com um pressuposto definido, tá joia? Veja, se eu falo, se a gente acha que a cor verde é a mais bonita, nós, a nossa tendência é só escutar pessoas que vão falar bem da cor verde.
Tá joia? Mas ela é a única, não? Tá joia?
Existem várias outras, né? Bom, em conversas do dia a dia com colegas e líderes, tá joia? Para que as pessoas se sintam o quê?
Pertencentes àquele lugar. Isso a gente falou em cultura, tá bom? Quem escuta de verdade entende melhor e age melhor.
Isso aqui é verdade, tá joia? Se você dá uma orientação, essa orientação é recebida de forma adequada, haverá haverá uma melhor condição para vocês estarem compartilhando determinado espaço, tá bom? Veja, todo ato de escutar é uma forma de valorizar o outro, joia?
em que nós valorizamos, damos o nosso tempo para escutar outras pessoas. Então, e por fim, né, toda a mudança organizacional começa com escuta, pessoal. E aí eu preciso fazer uma observação que essa escuta não significa eh a eu vou tá eh no dia da dia da organização e o que escutar vai gerar mudança.
Não, mas uma escuta que tenha eh esse contexto de atenção, de reciprocidade, que possamos eh qualificar aquela informação e não desqualificar, tá certo? Veja, se eu sou um professor que tô numa sala de aula em que toda vez que alguns alunos vão falar: "Eu já corto", eh, possivelmente eu quero evitar o quê? Pessoas que discordam de mim, pessoas que vão falar coisas diferentes do que eu tô falando.
E isso pode ser extremamente o quê? Desagradável, tá certo? Porque você só quer lidar com uma determinada situação.
Então essa escuta ela precisa ser ampla, né, das pessoas que fazem parte da organização, né? Bom, aqui duas perguntinhas, tá? Você já viveu, né, uma situação em que foi ouvido de verdade no trabalho?
O que que isso mudou para vocês? Sim, eu já, professor. Ah, né?
Você se sente valorizada, você se sente ouvida, que as pessoas te escutou, né? Então, eu acho que isso faz toda a diferença. Faz porque você se sente parte da mudança, isso, né?
Se sente, como a falou assim pra gente, acolhida. as pessoas me escutaram, eu contribuí paraa mudança. Então, o sucesso dessa mudança está, né, porque eu contribuí.
Então, é bem interessante isso, pessoal, porque a há uma fluidez, né, nesse processo de mudança em que as pessoas estão o quê? interagindo e construindo um futuro melhor para aquela organização, tá? Não sei se vocês também sentiram isso, né?
Eh, de vocês serem seres participantes e não apenas eh descendo guela abaixo, né? Exatamente, né? Então, eh, não sei se vocês são casadas ou não, mas imagine que vocês sejam casadas.
Aí a pessoa que você ama chegou para você e falou que a família vai vir, né, a família dessa outra pessoa vai vir morar com vocês por três meses. Você vai se sentir confortável com isso? Pois é, Aline, eu não não.
Vamos supor que você tem uma biga, tá joia? Queana também uma casa enorme que dá para todo mundo. Mas poxa, por que que a pessoa não me comunicou, né?
Por que que a pessoa não me avisou? Por que que a minha eh opinião não era importante? Tá, na verdade, a gente sabe que é importante, tudo mais, tá certo?
Eh, ela apenas foi deixada de quê? de lado, né? Ou seja, não quero saber o que você pensa, tá?
Isso remete é o que a gente chama de um autoritarismo, né? Em que as pessoas sabem o que é bom para elas e sabem o que é bom para você, tá? Alguma pergunta?
Não, professor. Muito boa aula. Esclareceu muitas coisas.
Gostei bastante. Muito obrigada. Eu gosto sempre de estar com vocês.
Eh, sempre perguntem por as perguntas permitem novas reflexões, né? Então, veja, eu escuto as perguntas de vocês, né? E vou refletindo.
Ah, professor, mas você não tem resposta para tudo, tá? Não tem mesmo não. E nem quero ter.
Tá joia? Então, a gente sempre cresce mais um pouquinho, tá bom? Então tá joia, pessoal.
Ótimo. Muito obrigada. Boa noite, professor.
Bom descanso. Ah, bom descanso para vocês também que já tá tarde, pelo menos para mim, né? Sim.
Tá bom. Yeah.