E me apresentando com esse slide aqui que eu coloco para mim meu marido tem um tempo que eu adoro ele fala tá se me tirando para ficar metida eu precisar de para eu ficar metida daí vocês vão acreditar vocês não falou assim nossa tem um monte de prêmio né Deixa eu acreditar no que ela fala e eu tenho na verdade são 30 anos de experiência em design tá eu sou formado em arquitetura sou graduado em Arquitetura depois disso eu fiz especialização em design gráfico mestrado em design e tô fazendo doutorado em Design na fau-usp São
Paulo Trabalho com design desde a minha formação Na verdade eu fui fazer arquitetura porque eu queria desenhar cadeiras eu queria ser designer de cadeiras coisa de arquiteto do século 20 todo o grande arquiteto do século 20 e desenha uma cadeira então a gente ia para faculdade de arquitetura e tinha Aquele sonho de desenhar cabeça né acabei caindo na indústria de eletroeletrônicos o designer de produtos na IBM ainda nos anos 90 do século passado depois saí fui autônoma tive uma loja de objetos e móveis voltei a trabalhar na indústria de eletroeletrônicos É da Motorola e já
no século 21 é na Grande Virada do mercado de mobile quando a Motorola era Líder disputava a liderança com a Nokia no mundo e foi lá Foi deixada para trás assim de rasteira pela pelo Iphone né Ela é pouco lançamento do iPhone então vi essa mudança acontecer nesse segmento de mercado tem o patentes de design de produto tenho premiação em tem um prêmio em premiação importante nos quais eu me orgulho muito alguns prêmios em design de produto outros em produção mais teórica que é o que eu venho me dedicando nos últimos anos quando eu passei
a dar aula né Há 11 anos atrás eu Entrei para docência comecei a dar aula em Universidade parei universidade particular parei de fazer projeto as piadinhas professora hoje eu não trabalho mais eu só dou aula hoje eu dou aula Na graduação da puc-campinas e em um programa chamado Apple developer Academy que é de formação para desenvolvedores em parceria com a Apple fica no Instituto Eldorado em Campinas e do alguns módulos em pós-graduação na PUC na especialização da Unicamp no Senac e me dedico hoje praticamente ao ensino apenas tá e como é que entra o design
tem que ir na minha vida porque eu sou o design e porque eu aprendi a Thinking as a designer e eu gosto da abordagem de design Thinking cara design tem que em como um tanque e não como quando encara como um do indesign do indesign porque foi pensado com esse termo com esse nome design Thinking para ser um modo de pensar uma abordagem mental e que modo De pensar é esse o modo dos designers pensaram com essa abordagem para mim ela é mais holística mais Ampla mais generalista e combina mais com a minha maneira de
vir o design do que a abordagem mais instrumental ou processual que alguns autores vão dar para design tem a mas a gente tem muita variação ele tem que ter 20 anos então hoje tem decorrências e decorrências disso com aplicações diferentes críticas já tem uma história Consolidada né e essa ideia do Design Thinking ela surge quando o sentido migra do fazer design para o pensar design e aí a gente tem eu sou professora de história do Islã na pós-graduação da extecamp aqui na Unicamp então e no cenário é quando a gente pega a História do Design
desde a formação da profissão do designer passando pela rápido e dos realização século 20 chegando no avanço das telecomunicações internet final do Século 20 começo do século 21 a gente entende como que esse campo do Design que era material tangível associado a fazer design de coisas físicas lá no século 18 para 19 vai assumir uma outra é a postura no meio do século 20 quando em função de um contexto histórico internacional pós-guerra o design acaba em algumas correntes de design né se manifestando através da cosmética dos produtos e aí a gente vai ter uma Mudança
do paradigma o design vai começar a ser pensado como uma camada de maquiagem que se aplica a um produto que enfeita alguma coisa e esse paradigma do designer é aquele que deixa as coisas bonitas a gente carrega até hoje né 70 80 anos depois desse movimento do stylist que vem no pós-guerra Principalmente nos Estados Unidos oi oi Cassio Estou vendo um alô do Cássio aqui grande abraço eu comecei falando da PUC mas antes da PUC e eu fiz Colegial no Pio 12 holocausto lembrando e esse paradigma do Design como pensamento e o design como alguma
coisa que não entrega produto mas entrega o serviço é um pensamento recente de 50 anos para CAD 40 anos para cá para ser mais precisa quando a gente começa a discutir design como serviço design como sinônimo de alguma coisa que traz inovação que traz benefícios que não são tangíveis na forma de um material ou de um produto E que são tangibilizados nas Coisas tá Esse é o pena de lubac é um autor do Design esse design de produto design Industrial Professor alemão que publicar esse livro A Primeira Vez design Industrial as bases para usarem de
produtos que 1990 não tem certeza ele tem uma definição para processos de design que eu acho que é bem interessante porque ele fala que todo o processo de design é tanto um processo criativo quanto um processo de solução De problemas e aí por quê que é legal porque que eu gosto dessa situação e eu coloco isso até em forma gráfica tá o gráfico é meu não é do Lobo aqui não quando a gente fala em por exemplo o livro mais popular né que a gente tem design Thinking é traduzido no Brasil é é do timbau
nós vamos falar dele já já que é um dos diretores fundadores da agência aí de ou do escritório ai de ou norte-americano de design é o Tim Brown na produção do livro dele Para português o subtítulo virou uma mesmo poderosa metodologia começa aqui no livro original não existe esse termo metodologia no título e nem ele aborda como uma metodologia no sentido Lato Sensu de striptease na verdade de metodologia eu gosto aqui do Lobo aqui porque quando ele fala que o processo de design é tanto um processo criativo quanto um processo de resolução de problemas o
que ele está fazendo é buscar os autores da criatividade e aí a Gente tem várias autores da Psicologia muito bacanas para ler pesquisar e Todd lubart é um autor muito fácil de ler um estudioso que compila muito psicólogos cognitivos então é um autor bacana de ler e o que que o Todd lubart por exemplo vai falar processo criativo não é um processo algorítmico não é um processo que tem uma lógica cadenciada no que a gente até poderia imaginar como matemática tá mas não sentido de uma Formulação e mais formulação de um pensamento em cadeado isso
é um processo de resolução de problemas é o que normalmente a gente faz quando a gente tem um problema para resolver né então preciso resolver um problema como gelar a água é do umidificador de ambientes bom raciocínio lógico-dedutivo eu aquilo que gela a água e gelo põe o gelo na água do umidificador de ambiente pronto Esse é uma um processo de resolução de problemas E o pensamento criativo ele não segue uma lógica dedutiva quando a gente sai dos dados para uma conclusão Certeira é o processo criativo muitas vezes ele segue uma lógica indutiva ou como
diria Charles Pires abdutivo é mais ou menos um palpite tem muita de inscrição na abdução e na indução a indução ela não me dá uma certeza ela me dá uma direção então o processo de design que a gente vai tratar como um design Thinking ele não é um processo puro de resolução de Problemas ele é também um processo de resolução de problemas porém ele é um processo não-linear não algorítmico e muitas vezes complexos e o cinco vai dizer no livro dele né o livro ortho-tec o livro aqui eu tava revisando tá design tem que tem
depois no 31 biografia tá bom gente o subtítulo horroroso uma metodologia poderosa para decretar o fim das Velhas ideias o título original que eu acho que é mais adequado Quem é The Sims by the rain gosto mais né do que a sua história de metodologia poderosa mas o último Vai dizer que design tem que é um conjunto de princípios que podem ser aplicados por diversas pessoas a uma ampla variedade de problemas então duas coisas legais dessa situação primeiro Dani tem que em São princípios não são técnicas e Papas fases procedimentos como uma abordagem metodológica tá
são princípios Por isso Que eu gosto dessa ideia de é um modelo Mental é uma em sete é um pin quem o que podem ser aplicados por diversas pessoas porque por diversas pessoas porque não é uma faculdade de designer pensar como designers pensam a gente no design foi treinado a pensar assim por exercício da profissão então de tanto pensar assim por exercício da profissão de designer nós desenvolvemos essa habilidade e habilidade desenvolve-se e qual é a missão segundo timbral do Design Thinking é traduzir observações em sites em facadas né em site esses em sites em
produtos e serviços para melhorar a vida das pessoas estão aqui ele entrega também duas coisas importantes do pensamento como um todo do Design Thinking primeiro é a gente começa pelas observações parte desse olhar treinado é um olhar que observa e um olhar que observa Às vezes as coisas que os outros não estão observando-o hoje eu vou contar uma uma coisa muito Engraçada para vocês eu tava usando atrás de um congresso de design Belo Horizonte a gente saiu para almoçar eu acho que era 156 colegas designer daqui da USP de São Carlos a gente não conhece
outros conhece outro que dá aula junto com o outro não sei onde em Limeira papá junta todo mundo então almoçava tentamos num restaurante num lugar ali perto da Universidade onde a gente tava no restaurante do museu E aí começou né uma virou e falou assim nossa Gente que coisa horrorosa esse cardápio aí o outro virou e falou assim é eu não consigo ler porque tem uma luz aqui tem uma coisa se está me incomodando bom eram seis pessoas reclamento as numa mesa porque reclamento né porque todo mundo tava ali com um olhar aguçado para aquilo
que a gente costuma fazer numa prática comum de design que é o que problematiza ar111 tava todo mundo ali problematizando a brincadeira na boa mas aí eu comecei a Dar risada é feliz gente nós somos chatos tudo é problema então o fluxograma das pessoas tava lotado o restaurante porque o congresso inteiro tava almoçando ali e o fluxo das pessoas pelo Buffet né pelo self-service tava completamente errado então tava a ótico e nós na mesa como bons designers está problematizando a gente problematizou identificou problemas Hum que os problemas critter isolado tava no fim do almoço a
gente já tava dando solução né Que o restaurante Então essas observações elas são o insumo para os insights que vão ser o insumo para os Novos Produtos e novos serviços o porquê que a gente agora tá falando tanta inovação né E porque o design Thinking tá na moda e tá na moda ra faz 10 anos que eu dou palestra design Thinking e tem hora que eu falo gente que coisa maluca né que Hi piso as pessoas não param de se interessar por design Thinking vem outras metodologias Outros procedimentos outros uma insetos abordagem estava lá e
o design tem quem ficou eu acredito isso a essa Associação que foi feita entre design Thinking e inovação se a gente pegar o desenvolvimento do Capital Industrial do século 20 e 21 a gente vai ver a 100 Anos Atrás as mentes é e direcionadas para o capital produtivo estavam pensando em produtividade né então a gente vai ter uma série de métodos e autores estudiosos e práticos Né de Taylor a Ford falando em produtividade como a melhorar a produtividade e ergonomia na área do Design vai surgir como um requisito para melhorar a produtividade tão era o
foco dessa indústria neste momento a gente passa para metade do século 20 x segunda metade do século 20 é produzir alta produtividade e já é um domínio comum então surge principalmente no Japão pelo viés aí a gente vai fazer gente tem forte e depois Toyota né o outro Paradigma qualidade é e Eu quando trabalhava na IBM fiz curso depois da Motorola também né então era bebê que ainda qualidade virou ISO Black Belt Green Belt sempre fiz curso de gestão da qualidade porque quero um monte há pelo menos oito 70 80 90 ainda todo mundo falava
em qualidade de repente surge um paradigma novo inovação porque todo mundo já produz muito e com qualidade aonde que a gente disputa mercado os autores do Design que focam é Os seus estudos o seu a sua e o seu viés o seu enfoque em mercado creditam a Inovação é a um dispositivo de mercado de competição de mercado os autores do Design aqui focam numa abordagem mais social acreditam para a necessidade de dar resposta a problemas sociais novos emergentes importantes que vão desde grandes imigrações inchaço das Mega própolis na mega cidades no mundo epidemias aquecimento global
e outros problemas contemporâneos que vão Demandar Inovação de qualquer maneira é o que a gente sabe a gente chega nas primeiras décadas do Século 21 com essa palavra bombando o tempo inteiro nas nossas mentes né que próxima Até no mercado uma empresa precisa Inovar que para não perder o pecado para sempre renovando inovação inovação incremental inovação disruptiva então assim tem um bombardeamento muito bem nada melhor do que designs né em teoria designer são pessoas criativas em Teoria na prática a Design São aqueles profissionais estão sempre criando coisas novas Opa caso mas quem teve essa sacada
foi aí Dil hai Dil na década de 90 é e aqui a gente tem a foto do David Kelly que é um dos fundadores e o TIM vão que atualmente se ou e o autor do livro que eu tô citando aí para vocês aí de ou vai sacar o que né que é abordagem de design Thinking para negócios é um altíssimo Bom Negócio e ela vai transformar aquilo Que ela já fazia porque no escritório de design conceituado antigo que fez projetos para muitas indústrias grandes e e marcas de presença né os Estados Unidos entendeu vai
sacar aqui o método a metodologia eo procedimento modelo que eles trabalham em si é um valor e que pode ser transformado em um produto E vão começar uma estratégia para transformar design Thinking tira uma teoria em alguma coisa que pode ser aplicada de semana O último grau vai falar que design Thinking então é uma abordagem centrada nas pessoas no ser humano a gente usa o termo uma Center design é que é um trem esquisito né como se houvesse design que não seja centrado no humano a princípio até existe né Eu tenho uma colega na doutorado
que está estudando designer para animais tão desde produtos Pet até produtos para ordenha mecânica Então não é o design centrado no ano mas indiretamente é né mas essa esse título Esse termo design e uma certa design É para reforçar a ideia do Design que está centrado nos requisitos humanos das pessoas e não um design que está centrado nos requisitos da indústria da produtividade do capital Ah tá bom então design assim que uma abordagem centrada no mano para atingir inovação que surge das Ferramentas do Design e integra as necessidades das pessoas as possibilidades da tecnologia e
os requisitos de mercado e aí que vai Residir a Inovação na interseção entre essas três Campos e isso é representado pela ide ou por esse gráfico e ele é e ele chama isso de espaços da Inovação tá eu gosto de chamar isso de critérios da Inovação porque porque se a gente tem uma abordagem design Thinking a gente tem que fazer sempre as perguntas pelo viés dessas três áreas ou espaços o que então primeiro pelo viés das pessoas do ser humano tá que é o viés do desabilite Aquilo que é de usar a Bow desejável né
não desejava no sentido literal da palavra desejo né aí o lobo aqui é outro que vai falar né sobre necessidades desejos aspirações ele vai até diferenciar O que é uma necessidade do que é uma inspiração tem um capítulo do livro dele ele fala bastante sobre isso aqui no design Thinking quem o termo desabilite tem a ver com essa pergunta o que faz sentido para as pessoas e quando a gente pega por exemplo Lins Startup que o baccarelli tá trabalhando com vocês em Startup a gente vai ter procedimentos metodológicos precisos para identificar o que faz sentido
para as pessoas os autores de língua Startup vão até categorizar em vez de como loba que desejos e aspirações eles vão usar outras categorias para gente aqui no design Thinking a pergunta é mais abrangente tá o que faz sentido para as pessoas para quem eu tô trabalhando a minha inovação Essa é a outra área é a área do negócio da viabilidade do negócio e aí eu tenho que perguntar o que se tornar na parte de um modelo de negócio sustentável e o modelo de negócio sustentável modelo de negócio que se sustente cumprindo esse requisito de
desabilite e que ele permaneça de pé e saudável e o terceiro espaço da Inovação é o espaço da tecnologia ou aquilo que fisivo que é factível é o que do ponto de vista de tecnologia é funcional Num futuro Próximo né a gente não consegue mais fazer previsão e tenho de tecnologia Eu trabalho no Instituto de Pesquisa em tecnologia que o Eldorado e a gente assistir às apresentações do grupo de tendência de estudo de tendência no máximo três anos normalmente as tendências estão direcionadas para um ano com certeza dois anos com incerteza três anos é muito
de um prospecção bom então Num futuro próximo o quê que é funcional o que existe tecnologia que dê Conta para implementar essa inovação que eu estou propondo que atende o modelo de negócio sustentável e que faça sentido para as pessoas para quem essa inovação se destina esse lugar de intercessão é o espaço do Design Thinking o espaço da Inovação o que que o design Thinking a prega como os pilares e o que seria a estrutura dessa abordagem segundo o modelo mãe sempre na em 7 de um design ou de um designer né empatia colaboração e
experimentação A empatia é um termo muito polêmico mas muito a e o que quer dizer empatia empatia tentativa de ver o mundo através dos olhos dos outros compreender o mundo por meio das emoções e experiências alheias e a palavra em Patos O que significa nó Patos alheio patos no sentido de dor sofrimento sentido Então sou eu em Patos no pathos de alguém tá que é diferente de sim Patos ou simpatia simpatia é o lado do pathos alheio né ao Lado do pathos impactos em Patos é nó Patos bom então quando eu sou simpática eu estou
me pondo ao lado de alguém quando eu estou sendo empáticos estou me colocando no lugar desse alguém é e eu tenho lido muita crítica com relação a esse termo a inclusive crítica de psicólogos de teóricos dos processos cognitivos dizendo que empatia é um conceito teórico o que não existe realmente na prática a Empatia né que você não consegue se colocar no lugar do outro porque o sujeito está sempre presente seja eu estou sempre aqui eu não consigo me pôr no seu lugar os cientistas sociais também falam muito disso tá mas vamos lá qual é a
ideia aqui a ideia é traduzir em uma palavra aquilo que design esse costumam fazer eu vou dar um exemplo para vocês eu fiz projetos de caixa eletrônico vários caixas eletrônicos vários quem é usuário de um caixa Eletrônico a toda e qualquer pessoa que tenha uma conta em banco o que inclui um Ranger de usuários sobre citou aparecendo aqui gigantesca Então na hora que eu tô programando projetando um caixa eletrônico eu preciso me programar para pensar assim porque a minha mãe usaria um caixa eletrônico né uma senhora que tinha oitenta e pouquinhas faleceu ano passado mas
que até os 80 anos tinha conta em banco e ao banco odiava Tecnologia odiava botões ficava nervosa diante de uma situação onde ela tinha que e principalmente por Gente esperando na fila e eu não sou essas pessoas eu tenho familiaridade com tecnologia eu trabalho quanto é que tá o meu dia 30 anos eu projetei o caixa eletrônico para mim não tem problema nenhum usar um caixa eletrônico mas eu como designer tente me colocar no lugar dessa senhora ao mesmo tempo que eu tenho que me colocar Colocar no lugar do meu sobrinho nativo digital para ele
nada é problema e ele também não tá muito preocupado tem uma pessoa esperando na fila que ele vive em outra Vibe como eu consigo projetar um produto que tenha que atender esses dois os olhos tão distintos porque eu faço um exercício de empatia de compreender o mundo por meio do que eles são do que eles vivem do que eles sentem que eles pensam E para isso a gente resume essa habilidade na palavra empatia tá O segundo Pilar colaboração é porque isso é tão precioso para os designers porque eu além de projetar a caixa eletrônico projetei
carrinho de sorvete e projetei também porta toalha porta papel higiênico para banheiro e projetei também tio falando coisas aí que eu fiz aparelho de celular projetei cadeira realmente o projetei cadeira né o que eu queria desenhar como é que eu Bia posso entender de cadeira de celular de porta toalha e de caixa eletrônico impossível Então a actividade do designer pressupõe trabalhar em colaboração com pessoas com expertise em áreas diferentes essa colaboração é parte do trabalho do é porque senão ele não dá conta de passear por áreas diferentes e temas tão diferentes Então essa habilidade da
colaboração Ela traz um benefício que é o que time saudáveis com diferentes imputes né diferentes visões a respeito das coisas que colaboraram e que com isso criam juntos juntas A colaboração Apple criação de soluções em equipes interdisciplinares compostas por pessoas de informações diversas e agora vem uma coisa legal aqui com disposição para colaborar em diferentes disciplinas eu já Participei de um workshop de cocriação aonde um diretor um gerente colocou oito pessoas com formações diversas em 3 dias de workshop essas oito pessoas estavam ali a contra-gosto tinham deixado tudo que elas tinham pendurado para fazer com
Prazos aqui arrebentando todo mundo se segurando para não ficar toda hora olhando nos e-mail sem nos celulares ai participando do Shopping de criação com aquela maior disposição do mundo só que não então não basta você colocar a pessoas com em diferentes numa o shopping bacana numa sala cheia de post-it bingo você vai ter colaboração né Precisa ter à disposição para colaborar em diferentes disciplinas E aí precisa todo um Contexto tá funcionando para isso acontecer com a colaboração promove o sentimento de propriedade nos participantes isso é fundamental quando a gente envolve o cliente bom eu já
entendi na minha vida pessoal porque eu já tive o meu negócio né uma loja if uma pequena fábrica de objetos e móveis mas já trabalhei em grandes empresas em Pequenas Empresas e já foi autônomo e tenho comigo aí a spea Expectativa não experiência a experiência de 500 es que se puseram no papel de Juízes gosto não gosto é bom não tá bom assim eu quero assim eu não quero esse papel do cliente que julga e aceita ou não aceita ele é o pior papel para quem tá trabalhando com criação o primeiro critério de escolha acaba
muitas vezes ficando é desconectado da equipe que está trabalhando na criação acaba ficando sujeito a um sujeito o critério e muito Subjetivo e a gente fica numa posição de tentativa e erro tentar te ver então quando a gente faz com criação envolvendo o cliente a gente promove o sentimento de propriedade no cliente em vez de ele ser um juiz ele é coautor da solução então é muito bacana aí e resulta na multiplicidade e complementaridade de ideias que pressupõe que a minha ideia é foi em cima da sua e nós pegamos um pouco da ideia do
outro e todo mundo faltou Então Tira aquela noção do Design autoral ou do designer é né eu esta grande a minha ideia porque trabalho colaborativo não tem a minha ideia tem a nossa ideia não dá nem mais para saber de quem foi a ideia é porque não deu o outro deu em cima então é portanto colaboração é o segundo e importante Pilar e o terceiro Pilar do Design tem quem é a experimentação e a experimentação ela parte de ela na verdade ela é abrangente tá esse termo é Bem anto um ocorre com dois sentidos o
primeiro sentido é no sentido de tangibilizar as coisas e o outro sentido é de experimentar validar testar E qual é o primeiro sentido de tornar uma ideia tangível quando a gente está trabalhando em conjunto colaborativamente um grupo numa equipe de trabalho mesmo quando é professor o aluno tá eu dou muito Assessoria né de trabalho de disciplinas práticas na faculdade e aí aquele grupo Bia nossa Ideia é E aí eu falo ir parar eu não quero ideia contada ideia traduzido em linguagem verbal e vamos tangibilizar essa ideia então essa a experimentação ela ajuda a gente sair
da ideia disforme conceitual que tá nas nossas cabeças e transformarem-se em alguma coisa que é visível que é palpável que é materializada faz parte da cultura de projeto todo mundo que trabalha com projeto num determinado momento tangibilize uma ideia seja não Coloquei no rabisco não desenho técnico uma maquete no modelinho Em algum momento em projeto a gente vai materializar a ideia e experimentar as soluções o mais cedo possível para ajustá-las aí é o outro viés do termo experimentação que é o que validar então eu experimento uma solução de maneira rápida às vezes de maneira muito
elaborada por quê e para que eu possa testá-la eu vou definir qual é o nível de materialidade Que eu preciso nessa experimentação ou protótipo 1 e desenvolve-se melhor essa etapa essa ação da experimentação em espaços dedicados o que que você quer dizer é nós estamos trabalhando em equipe para desenvolver uma ideia de um negócio Ok esse negócio é na área de atendimento bancário e enche uma sala de bugigangas do universo bancário a segunda físicas coisas físicas para Que a gente possa simular sentir olhar lembrar não só fotos imagens como coisas objetos tangíveis para que a
gente não perca referência material do Universo para o qual gente está trabalhando E aí tá bom Olá tudo bem por aqui gente eu tô achando vocês estão quietos Ah então tá bom sim sim tudo certo então vamos vir e Se alguém quiser palpitar perguntar Qualquer coisa agora que eu vi que tenho que que o Enem Boa noite professora interessa para projetos na área de reciclagem de plásticos tá já vou lá tá Sérgio segura aí que eu vou voltar aqui na sua pergunta Tá bom assim que eu desci geral Zinho aqui no summit com relação à
ao que eu tô falando se alguém tiver uma pergunta específica tá do tipo via Não entendi tal coisa ou não concordo o li alguma coisa diferente estará ou perguntar depois com a Grazi Ela falou aqui é como um design pensa né já que nós estamos falando que design tem quem é um Pink Esse é um fim que tem como Pilares empatizar se por no lugar do outro que ele outro para quem eu vou fazer ou criar com pessoas com diferentes expertises e experimentar prototipar a e o que é isso Tank como pensa um design é
e o Neil Cross é um autor é minha Orientadora falou que não era o prosa o autor mais citado no design eu não nem sei como é que ele descobriu isso Tá Mas ele é um clássico do Design EA gente ele tem muitos livros que levante está e o livro design Thinking e homônimo né do da técnica é um clássico para gente e abordagem dele é muito mais para entender como é realmente que funciona o processo de pensamento não só de pensamento que depois ele vai para prática também do Design tá no livro mas Ele
faz esse frame do pensamento do Design baseado em estudos da psicologia tá a Aline já tá perguntando como adaptar esse terremoto né Ninja tá um pepino viu tá um pepino para você ter uma ideia é eu tenho aqui na minha casa muitas coisas erradas tá porque eu gosto de fazer coisas manuais eu sempre trabalhei com isso então eu tenho desde amostra de plástico de metais tubo colas caixas e Caixas de coisa saradas e mesmo assim Quando eu vou fazer por exemplo uma mentoria de um grupo eu tenho que apelar para minha amiga tem hora que
eu não consigo ter alguma coisa rapidamente aqui para fazer um totó é mais assim de modo geral Eu trabalho com sangue de produto físico objeto e design de interface hoje em dia tá design de produto é eu tenho muito papelão rolinho de papel higiênico papel cartão embalagem poeira e fitas crepe fitas adesivas coisa assim para Rapidamente fazer alguma montar alguma coisa física para design de interface e é bem mais fácil porque a gente tem várias ferramentas de prototipagem rápida inclusive aplicativo mobile eu faço um rabisco numa folha de papel fotografo as diversas propostas da interface
habilita até navegação de uma Interface para outra aplica quem vai para lá então para design de interface tem mais ferramentinha no digital Tá mas para designer de produto realmente a Chatinho é para aluno por exemplo que a gente caminha com eles por um processo até chegar em prototipação no primeiro dia de aula eu falo comecem agora pegue uma caixa de papelão começa em aguardar coisas que você jogaram no lixo embalagem usada embalagem de PVC de pet de papelão que depois a gente vai cortar colar com quem tá quieto e o fig mal pessoal ali já
falou do filme aqui no chat né migue eu sei que você é um software de design de Interface gratuito não sofre que muito fácil de usar que tem umas habilidade ó Então você faz o design da identidade do Design da interface né De acordo com a identidade que você vai trabalhar com as funcionalidades mas de acordo com aí a gente design mesmo né gente aí não é design Thinking design de interface e mais o filho não sofre aqui permite a gente fazer isso e a Carla perguntou e o que tá na boa noite como seria
experimentação no caso de um serviço Para alimentação que Visa aproximar produtores e consumidores Então segura um pouquinho que eu vou falar de novo de experimentação Tá porque eu vou falar da etapa de prototipação Agora não só como a experimentação como um pilar mas como uma etapa mesmo processual tá segura aí que eu volto tão rapidamente é só para eu citar o Largo Cross eu não vou entrar a fundo nesse gráfico dele não porque é um capítulo 9 do livro tá gente mas o que que eu gosto nesse capítulo dele é o Legal Cross ele fala
que existe um conflito entre no modo de pensar design entre o é o objetivo do problema e o critério de solução que a gente tá sempre está virando a cabeça entre ideia e solução ideias solução Desculpa tu não baixo problema e solução problema e solução eu tenho um problema aí já sei tem uma ideia para solução não era lá não mas o meu problema é só que não vai dar não e a nossa cabeça quando tá resolvendo de Maneira criativa um problema a gente fica chaveando essas retas que o Largo pros coloca para lá e
para cá no gráfico dele então para indicar esse conflito que fica chaveando essa tensão entre problema e solução entre o problema frame o enquadramento do problema que aquilo que a gente chama o termo enquadramento mesmo do tipo conheço meu problema eu em é um o conceito da solução já tem um conceito para isso em tem uma solução Boa para isso a gente é consegue isso atingir isso usando princípios relevantes prioritários primeiros Ou seja a gente hierarquiza princípios em design né ou seja Tem que atender usuários tem que atender requisitos de ergonomia Tem que atender o
mercado tal tem que ser tem que utilizar sei lá a base de dados apelido não sei o que a gente sempre tem princípios né que orientam a gente então é a gente às vezes eu tenho eu às vezes ouço pessoas Falando assim não não não se prende na ideia você não pode pensar agora na ideia você tem que pensar no problema mesmo desculpa nossa cabeça não tem chave Filó desl se desliga do da ideia eu tive uma ideia eu tive uma ideia que que eu faço com ela calma não faz nada você vai ficar chaveando
mesmo deixa ela aqui ela tá te incomodando escreve tira da sua cabeça escreve a nota põe ali ó nos desktop no quadro na parede tira ela se ela tiver Te incomodando tirou da frente porque porque de acordo com o Sarney tem a primeira etapa é problematiza E aí que a gente vai mais para o abordagem previsão do Design Thinking comou um processo Tá além disso Tim Brown vai falar que o designer tem por definição e ele tem que ter um pensamento integrador e o que seria um pensamento integrador sabendo que é o escopo das questões
relevantes ao problema O que é o contrário do que a gente Costuma fazer né do tipo não tá bom tá bom tando quero esse cara puxar né porque senão minha ideia não vai caber nesse problema tipo ideia tão boa né então não a sua ideia é boa mas deixa ali nós vamos ter que ficar na funchá e entre ao escopo das questões relevantes ao problema não a ideia da solução E aí já sei vou desenvolver melhor a minha ideia não calma também não teria algum problema se vê na com tradução como uma fonte de Inspiração
e não como alguma coisa que me deixa perdida aflita ansiosa não é ampliação de escopo né pensar em usuários contraditórios em mercados contraditório sim funcionalidades que não são complementares como é que é o mesmo tempo eu faço estanqueidade de água da chuva e proteção do sol mas faço esse objeto ter reparabilidade no campo São requisitos funcionais contraditórios a entender a complexidade como fonte de oportunidades criativas né Ou seja eu Gosto de problema isso complexidade um problema complexo para mim é o Né para usar minha criatividade e traduzir observações em ideia E além disso desenvolveu o
pensamento integrador significa treinar a capacidade de identificar padrões na desordem das informações complexas Isso é uma capacidade das Ciências Sociais na verdade né quem faz o Face de pesquisa em Ciências Sociais e conhece metodologia de pesquisa científica em Ciências Sociais sabe que é a maneira como a gente faz para tirar conclusões de dados coletados então eu identifico padrões no meio daquele causa de relato de entrevistas e também é a capacidade de sintetizar novas ideias a partir de fragmentos isso é na verdade a definição de criatividade tá é combinar conceitos todo mundo tem criatividade é uma
capacidade cognitiva assim como pensar relembrar na memória e a capacidade de sentir empatia em Relação a pessoas diferentes de nós mesmos que é o primeiro Pilar e aqui tem uma um destaque Zinho que eu coloquei ele gente que tem padrão de pensamento integrador é questão de treino foi aquilo que eu falei no começo né e a gente treina esse padrão de pensamento Tá bom eu gosto acabei de falar aqui agora que eu vi a pergunta do Tiago Oi Tiago nem sei se eu falei antes ou depois não Tiago criatividade não está Mais para Dom não
está para habilidade desenvolvida tá e não sou eu que acho não eu acho na verdade que eu fiz uma disciplina inteira agora na USP o ano retrasado chamada Criação em design tá e eu estudei um monte de autores da psicologia cognitiva que publicaram sobre criatividade externa Berg Todd lubart Amarilis uma turma aí genial Tá o que que eles falam né eles falam que a capacidade criativa é inerente de ser humano e que na verdade ela Depende de Alguns fatores tá o nosso fator cognitivo e eu seja meu minha maneira de né pensar fatores com nativos
que é meio que o traço da personalidade da pessoa fatores motivacionais tanto interno do tipo eu me motivo cada vez que eu tenho uma ideia nova e quando fatores externos do tipo vou receber um aumento um elogio tá que o ambiente onde a gente está inserido também influencia a criatividade Amabilis é uma autora que Vai exatamente estudar isso como a gente promove um ambiente favorável à criatividade é bom voltando para o meu slime é eu gosto dessa abordagem do Design tem como um modelo mental entretanto esses autores principalmente usando a ide ou como fonte vão
defender que esse modelo mental ele é melhor praticado operado a partir do uso de ferramentas que fazem parte dessa caixa de ferramentas ou um kit oriundo do Design esse tom kit a Gente vai passar rapidinho aqui daqui a pouco tá por alguns para vocês terem uma ideia deixou controlar aqui nosso horário para eu não avançar e o design Pinto ele segue uma certa dinâmica que eu acho muito bacana e é alternância entre o pensamento divergente ou seja o ampli you sobre alguma coisa eu vou divergir naquele assunto e o pensamento convergente eu vou restringir filtrar
agrupar selecionar e convergir tão esse essa Alternância pensamento divergente pensamento convergente deu origem a essa representação gráfica chamada duplo diamante que caracteriza as principais os principais momentos de um desenvolvimento e de acordo com design think Então a primeira etapa tive uma ideia Tive um problema tive uma consulta de um cliente de uma oportunidade de negócio em um concurso Qualquer que seja a motivação A primeira é o Primeiro Momento seria um Momento divergente de descoberta inclusive na literatura tem muitos autores que chamam de discovery Aonde eu tô descobrindo sobre o tema sobre a área sobre o
problema sobre os atores envolvidos e a partir de um determinado momento e a Isis tem vários critérios para definir o momento pode ser um momento do cronograma pode ser um momento que ela algum em algumas técnica de seleção de amostra Por exemplo estou falando de pesquisa vamos supor pesquisa para o instrumento de pesquisa ser a entrevista e aí eu vou Efetuar uma fase de descoberta entrevistando pessoas envolvidas futuros clientes ou usuários eu vou no primeiro me basear em atores autores da área que vão tentar me ajudar a definir essa mostragem esse tamanho de amostra quantas
pessoas eu vou entrevistar e que tipo de pessoa eu vou entrevistar Então essa fase de entrevistas ela vai Divergir segundo aquela amostragem até a hora em que eu Ok recolhe os dados suficientes agora eu começo a definir fazer convergente O que é definir definir as fronteiras do problema definir o frame da prova então o meu problema tem essa configuração as pessoas que eu entrevistei me deram esses insumos que eu transformei insights que vão me ajudar a primeira prova aí eu chego no meio desses dois losangos com o problema definido ou o Problema enquadrado começa novamente
uma fase de ver gente agora é no desenvolvimento de ideias soluções possíveis Soluções é abro denovo um Range Grande eu e a nossa equipe de ideias até um determinado momento que também vai seguir alguns critérios pré-definidos Neo até onde a gente vai ficar e de ando não é tendo sessões de criação de ideias Livres etc da gente antes tem que definir Quais são esses critérios e Colocar isso num cronograma quando eu atingir esse nível de de ação de desenvolvimento de ideias amplo eu faço o que novamente vou convergir aí eu vou entregar o que depende
de te fazer eu tô eu tô numa fase preliminar eu entrego proposta eu entrego protótipo se eu tô em fase já avançada eu entrego produto versão de produto a versão preliminar Então essa configuração dos dois diamantes ela tá genérica para eu poder aplicar isso a Qualquer etapa do meu desenvolvimento do que eu tiver fazendo em relação às uma crê tampas do Design Thinking a gente basicamente resumi o design Thinking em três etapas imersão ideação e prototipação Entretanto é as aplicações de design e ciência em por exemplo pela design School de Stanford pela própria de ou
pelo design cálcio na Inglaterra acaba associando a essas três fases que estão em Magenta nem enfermeiro em É é a cor-de-rosa imersão ideação e prototipação eles associam análise-síntese como se fosse uma etapa e implementação eu gosto de deixar fora por isso até que eu gravei de cor diferente tá esse desenho irregular de linhas é uma tentativa de colocar numa representação 2D bidimensional numa tela de PowerPoint uma coisa que é simultânea é indicada a um Peça interativa reiterada a retirada retirada repetitiva Então é muito difícil representar um gráfico bidimensional um pensamento porque o pensamento na gente
complexe Ah e ainda coloquei ali ó lembre-se não é linear nem sequencial porque eu posso estar fazendo imersão bom e ao mesmo tempo você é um problema novo eu tô começando uma inversão mas se eu já tive uma ideia e Eu até já pronto eu te dei eu tô voltando a fazer uma imersão e na própria inversão eu vou fazer prototipação e eu vou explicar um Pouquinho melhor vocês vão entender bom é a imersão eu acho eu faço mais importante de todas Porque para mim é como ela é o ponto de partida De Onde Eu
Vou extrair os insights se eu fizer uma imersão em visada ou não abrangente eu vou ter uma solução em visada e não abrangente então a fase de Missão eu considero absolutamente disparadamente é mais importante ela é dividida normalmente em dois tipos a imersão preliminar e ainda estão em profundidade A imersão preliminar e é olhar o problema sobre outras perspectivas e definir as fronteiras do projeto Então vamos lá vou pegar um exemplo aqui ó a a Carla tá falando sobre serviço para alimentação que Visa aproximar produtores e consumidores então eu vou olhar para esse problema se
eu sou a Carole a equipe dela sob outras perspectivas né O que alimentação O que é boa alimentação Quais são os hábitos alimentares nos dias de hoje como que a Gente se alimenta é nas grandes cidades nas pequenas cidades tem diferença diferença se eu sou uma pessoa que tem um ritmo de vida muito corrido se eu moro longe do trabalho se eu moro perto do trabalho seu almoço em casa seu Trabalho meio período se eu sou outono você não tem horário fixo ah pelo amor de Deus a quantidade de pergunta que vem na minha cabeça
quando eu penso em alimentação o Sesi tinha falado aqui né projetos na área de Reciclagem de plástico objetivo redução da poluição ambiental aumento de valor socioambiental e econômico na cadeia da produção uso redução e reciclagem de plástico Oi de novo Quem são os perfis de usuário só vou perdendo alguns exemplos aqui só para rodar o bate-papo em cima do slide tá a identificar na imersão preliminar ainda tá bom identificar os perfis de usuários e outros atores chamados a Serem abordados e quem são os usuários envolvidos ou atores Chaves envolvidos nessa cadeia do plástico reciclável é
é é e onde está essa cadeia quem tá no mundo tá encher redução de poluição ambiental tá no planeta Terra é oi não mas vamos recortar e vou me identificar quem são os envolvidos usuário direto do que eu vou propor como solução serviço a é indústria de insumos Que vai utilizar plástico reciclado não indústria de embalagem que vai realizar que vai utilizar Possivelmente em insumos e eu começo né versão preliminar é como voo panorâmico tá aonde eu identifico eu olho para o tema eu olho para o problema por outros olhares defina a fronteira onde que
eu quero trabalhar eu quero trabalhar para Público Consumidor eu quero trabalhar diretamente para business-to-business né O bitchubi que a Gente chama a minha meu cliente são possíveis indústrias recicladoras eu começo identificar quem são os usuários que são os meus clientes quem vai se beneficiar com isso quais são as áreas de interesse que eu quero explorar Quem são os meus parceiros de negócio Como se dá essa cadeia e a e nesse momento de versão preliminar eu vou elaborando perguntas guias ou questões guias por quê porque alguma coisa eu sei mas tem e as coisas que eu
não sei e eu elaboro Muitas perguntas via normalmente essa imersão preliminar gente ela é feita por meio de pesquisa 10 que eu seja eu sento desktop e Faça um levantamento de material já publicado em artigos científicos depende do tema que eu tô trabalhando em artigo científico normatizações catálogos associações de classe em institutos jornais revistas sites é uma pesquisa muito ampla a mais que tem que ter um recorte definido e um prazo definido porque Senão eu entro Numa pesquisa dessa nunca mais sai sério e a partir do momento em que eu fiz a imersão preliminar e
eu consegui ter uma visão panorâmica e o definir Quem são os atores eu fiz aquelas perguntas guias eu me enchi de dados e materiais eu respondia pelo as perguntas guia eu EA minha equipe a gente divergiu né agora a gente começa com verde e fala assim tá ok então agora a gente precisa se aprofundar no look e não recorte bem Menor e tem início no desenvolvimento dos Protocolos de pesquisa então agora eu vou pesquisar eu vou definir Quais são os meus protocolos o que que eu vou usar para pesquisar então eu vou fazer vim visitar
indústria eu vou entrevistar o diretor da Associação Brasileira de eu vou marcar uma visita técnica junto à associação de insumos parar eu vou a gente vai vou mostrar alguns protocolos de pesquisa já já E eu vou mergulhar no contexto de vida dos atores e desse assunto aí trabalhado Então quem são as pessoas que estão envolvidas nessa área de negócio nesse tema nesse objeto que eu vou trabalhar Oi e a partir daí eu vou identificar necessidades e oportunidades e eu vou levantando e falou onde a gente que incrível né Tem uma carência muito grande desse tipo
de coisa no mercado ou sul Fulano relatou em entrevista que existe grande necessidade ou que existe Uma eu enxergo aqui uma oportunidade e eu vou destacando isso em pesquisa que é o que a gente chama de Insight de pesquisa Olha só em profundidade ela é possível né Ela é formada por diferentes técnicas e principalmente do campo antropológico das ciências sociais O que são utilizadas para coletar informações e entender os diferentes contextos dos problemas sob a ótica das pessoas envolvidas bom então o que que difere a imersão do Design Thinking de uma pesquisa de negócio e
a ótica das pessoas envolvidas e o designer é o advogado do usuário e é ele quem advoga em nome de uma dor de uma necessidade de um Anseio de uma aspiração de um grupo de pessoas Então essa função do designer nenhum outro profissional no desenvolvimento de um negócio de um produto de um serviço vai fazer o designer não vai advogar primeiramente prioritariamente em nome Do negócio e ele também não vai advogar prioritariamente em nome da tecnologia a isso é mais fácil implementar isso aqui é mais rápido isso aqui a gente conhece em tecnologia Não essa
é a função dos técnicos e quem advoga em prol do negócio são as pessoas do negócio do Bis os administradores os economistas financeiros é o drive dado pela tabela no Excel é a conta de um empréstimo quem é que vai advogar em nome do usuário sou Designer Então o que diferencia a imersão em design Thinking de outras pesquisas é o viés a ótica que a gente deve adotar é da empatia como se eu fosse a pessoa ou usuário é não existe uma a montanha de técnicas para a gente fazer emissão muitas técnicas muitas técnicas tá
é a tal da turma da caixa de ferramentas as mais utilizadas eu coloco aqui seis tá bom que eu conheço eu gosto e são muito faladas por algumas Temperaturas que estão aqui na bibliografia deste slide no final tá entrevista é a melhor a mais rica mais Ampla e a mais indicada por quê Porque a entrevista permite que a gente não só ouça do entrevistado aquilo que ele pensa como a permite leitura de linguagem não verbal e eu sempre brinco com aluno falou assim pergunta para mim num formulário tipo Google forms você gosta de chocolate e
se você me der Campo fechado É sim não outro eu vou responder sim se você me der um campo aberto para eu responder você gosta de chocolate eu vou responder gosta e se você me entrevistar e Pergunta a Bia você gosta de chocolate Oi eu vou responder gosto e esse meu gosto não te deixou curioso Curiosa e você não ficou com vontade de perguntar o meu não apareceu que você gosta muito não E não te deixa com vontade de estender a conversa tipo fale mais sobre isso o que realmente eu gosto de chocolate mas aqui
em casa por exemplo eu tenho que esconder o chocolate porque eu não ovo de Páscoa meu dura eu não gosto de chocolate eu amo chocolate como é que alguém consegue capturar isso de mim não formulário Google forms outra ferramenta dessas difícil né gente então entrevista é o máximo em termos de captura de Insights de dados subjacente tá cadernos de sensibilização São muito legais você entrega pra pessoa um caderninho e pede para ela toda hora que ela se sensibilizar com aquele assunto então estamos falando sobre os equipamentos bancários transações bancárias eu vou pedir para pessoa durante
x tempo vou estipular ó vou te deixar um mês pipo bancário não é todo dia que a gente usa né então eu vou te deixar 1 mês com notebook pode ser Digital logicamente né e vou pedir toda hora que você fizer alguma coisa relacionada com o banco atividade bancária transação bancária eu queria que você anotasse para mim Suas Emoções tá E aí a gente não pensa em emoção quando está pensando em atividade bancária Lopes que não né não é uma coisa emotiva e motivar o sentido positivo porque aí motivo não sentia do melhor chega um
saco ou Alguém achou legal entrar no Aplicativo de banco leu que é o código de barras não funciona essa carinha de novo código de barra vou ter que ir ao banco o meu cunhado por exemplo tem 70 e poucos anos de idade e ele precisava mandar New reais para o meu marido rolo deles de dinheiro o que que ele fez ele foi ao banco e tirou meu reais em dinheiro entregou na mão do meu enteado que trouxe de São Paulo para Campinas meu reagem segundo mundo pai falei Gente do céu mais um ser humano é
Ímpar né Lógico que é ímpar dele aposentado e mora sozinho ele é sozinho mora sozinho no centro de São Paulo ele adora ter que sair de casa ele dá-se no prédio ele conversa com o porteiro ele conversa com o cara da banca da esquina ele bate papo com todo mundo ele entra no banco ele fala que o porteiro do bom que ele fala com a caixa ele não vai no caixa eletrônico tirar dinheiro é um evento no dia dele para meu reais e não pensa se a gente não tem que se Sensibilizar e empatizar com
esse sujeito que não vai usar o aplicativo mobile para fazer uma transferência instantânea sessões generativas é o nome que a gente dá para amplos workshops de geração de ideias aí tem diferentes tipos de sessão degenerativas tem cara de sorte que a gente vai associando cartões na biografia desses slides aí tem um livro que chama 101 nessa dos em design vocês terem ideia do que tem de ferramenta boa para gente tá bom É um dia na vida um dia na vida eu passo um dia na vida dessa pessoa então eu tenho uma colega que fez Trabalhou
muito tempo com design de óculos né e ela tava estudando óculos para público infantil então o que que ela fazia ela ficava trabalhando como vendedora de ótica para ver como é o processo de escolha de óculos por crianças até que ponto a interferência do pai da mãe né de quem tá ali o adulto acompanhando Quais são os critérios da criança na hora da Escolha como é esse processo de biscoito então um dia na vida sombra a sombra parece um dia na vida mas você não participa é as pessoas não te vem e você ta observando
as pessoas sem elas te ver então por exemplo tem um caso curioso do redesign da embalagem do Shampoo Seda seu o que a equipe de design observou o que as pessoas pegavam o shampoo da prateleira no varejo para ler rótulo e quando devolviam shampoo na prateleira o Shampoo ficava todo desordenado né na exposição na gôndola principalmente porque o formato do da embalagem de Shampoo era convexo Eles mudaram para um formato côncavo que além de melhorar a pega com a mão molhada de Shampoo dentro do banho e tal permitirá que você tirasse e voltasse a embalagem
na gôndola de uma maneira mais organizada é isso eles descobriram com técnica de sonda e netnografia netnografia nada mais é do que a gente fazia at Monografia estudo etnográfico de grupo de pessoas por meio de grupos da internet né então você entra para o grupo você faz parte do grupo e você por essa informações aquele grupo fazendo parte do grupo tá são os estudos etnográficos no caso netnográfico e quando a gente faz imersão e a gente sai com muitos dados E aí eu preciso fazer uma análise se esses dados que eu trouxe né imersão são
dados de problema são dados sobre o problema é Que eu tô trabalhando e problema que não é problema no sentido ruim de um problema é uma oportunidade o espaço de atuação e é essa fase ela organiza os insights para obter padrões e criar informações que auxiliem a compreensão do problema que faça o problema frame né enquadramento do problema É nessa fase se introduz os achados de pesquisa para referência da equipe na fase de ação porque o que que acontece Uma equipe trabalhando em imersão eu fui entrevistar Achei as pessoas o meu colega de trabalho de
equipe de criação foi fazer uma observação em campo um dia na vida quando a gente volta da semana de imersão cada um tem uma série de insights e de dados coletados e a gente tem que compartilhar então nessa fase de análise simples eu preciso compartilhar isso porque eu tive um Insight por uma entrevista que talvez ele tenha um site contrário por uma outra técnica de Imersão A análise simples e também existem diferentes ferramentas cartões de insights Ou seja eu vou resumir em cartões e em fichas porque cartões porque obriga a ser sucinto né Ai vou
escrever páginas de Word o meu colega não vai mesmo gente gosta que não vai então capacidade de simples num cartãozinho aquilo que eu coletei de Insight das minhas pesquisas e cada uma equipe e a gente faz uma sessão generate Vale onde todo mundo é rapidamente conta os seus insights diagrama de afinidades a gente coloca isso numa matriz e aproxima coisas normalmente a gente põe distribuir eixos ou e o em quadrantes ou em eixos ou em grupos Tá mas o que é importante Tenta colocar isso de forma visual um diagrama e agrupar por afinidades porque como
os dados são muitos para que o sintetiza eu a grupo o a literatura chama isso de que os utilizar é mapas conceituais mapas Conceituais são ferramentas que tanto servem para a criação é quanto para a organização de dados por quê Porque me obriga a ligar coisas com coisas a gente pode fazer por exemplo cartões de Insight em vez de cartões eu posso escrever isso em Post diz porque que designer tem quem adora post-it porque posto de ser Cola e descola né gente então é uma invenção Fabulosa para esse tipo de atividade você escreve os seus
insights em vários postites E eu também coloca tudo numa parede e aí a gente vai tirando e colando e agrupando e fazendo o o diagrama de afinidades ou um mapa conceitual mapa conceitual eu tenho que sempre linkar um outro então é só uma representação espacial diferente a definição de critérios norteadores para que eu possa partir do que eu fiz de imersão ir para aí de ação eu preciso nortear eu preciso definir Quais são os critérios que irão nortear a nossa e de Ação então por exemplo Gente nós vamos ter que trabalhar dentro da base de
dados que a gente consegue porque foi feita uma pesquisa técnica enquanto eu tava fazendo imersão com usuários entendendo as dores deles os problemas é meu colega desenvolvedor foi fazer uma pesquisa na base de dados na P está disponível não tá não integram a base com a outra Então qual é o critério norteador e às vezes é um critério técnico às Vezes é um critério de comportamento de consumidor é uma equipe tem que se reunir e definir Quais são os critérios e a gente quando volta de pesquisa com usuários a gente costuma criar personas personas ganhou
tanta popularidade é tem muitos outros métodos que criticam a criação de personas eu acho um instrumento muito bacana O que que significa né de ar personas a gente pega nesse Ranger vamos pegar o caso do caixa eletrônico né então como é um Ranger de Usuários muito grande seu pensar no caixa eletrônico para todo mundo eu acabo não pensando em ninguém então o que a gente faz é criar pessoas fictícias ar que típicas que a gente vai chamar de personas eu vou criar uma ficha para cada uma eu vou achar uma foto para ela uma foto
na internet de pessoa desconhecida Tá eu vou dar um bom então eu tô pensando nas velhinhas como a minha mãe tá eu vou chamar vou pegar uma foto de uma senhora aqui eu Vou chamar de Odete vou falar Dona Odete tem 70 anos é aposentada tô pensando na minha mãe mas tô pensando meu cunhado também ó os dois um gosta de ir no banco outra tem medo de caixa eletrônico vou por esses dois numa figura só Odete gosta de o banco de teste eletrônico Celi eu crio uma pessoa fictícia com muitas características baseada no meu
filho no meu conhecimento de mundo mas na minha observação é com muito cuidado para não criar uma Pessoa mentirosa a tentar criar pessoas verdadeiras e a gente criando essas narrativas storytelling eu consigo mais ou menos eu vou me eu vou empatizar vou imaginar Quais são as coisas importantes para ela o que ela gosta que ela faz hoje em dia se digitarem Persona no Google tem template disponíveis a porta direita ferramentas digitais para fazer as fichinhas tá é e o que que é importante de Persona A tentar caracterizar os extremos dos usuários é normalmente a gente
faz por exemplo 5 personas a caixa eletrônico eu vou pegar desde o mais digital habituado a tecnologia familiarizado que a gente chama de heavy user até o menos digital o mais analógico eu vou pegar estou falando de objeto físico e digital né porque o cacho é um objeto físico eu vou pegar um cadeirante em uma pessoa muito alta E eu vou pegar um morador de grande cidade e vou pegar um morador de uma cidade muito pequena que têm pouco acesso a esse tipo de recurso tecnológico então eu vou abrindo Range com isso eu corro menos
chance de esquecer se alguém quando eu tiver fazendo design o mapa de empatia a gente usa junto com personas porque mapa de empatia ele me obriga a pensar o que que a pessoa gosta o que ela disse que ela gosta o que ela Faz o que ela sente é pensa diz mais recente acho que é isso tá porque eu tomo gosto que eu fui dei um exemplo de chocolate eu digo que eu gosto mas se você perceber que eu não gosto tanto assim então é aquilo que ela diz aquilo que ela faz é porque aí
na hora que eu falo gosto podia você come chocolate com frequência é muito não eu sobremesa O que que você come eu sempre ia olhar e aí a gente começa a preencher esse mapa de empatia Com informações a respeito daquele assunto daquela pessoa jornada do usuário é um instrumento também usado para caracterizar o usuário em um período de tempo bom então desde o momento em que o meu cunhado desce de casa olha como é relevante só a jornada do usuário preciso mandar dinheiro para o meu cunhado em Campinas e esse é o job o que
ele precisa fazer Olha a jornada dele ele desse conversa Com o porteiro do prédio passa pela banca de jornal bate-papo com o jornaleiro entra no banco conversa com o guarda do banco vai ao caixa conversa com a caixa do Banco Então essa jornada não é só retirar o dinheiro e tem muitos outros aspectos aí do âmbito das emoções envolvidas envolvidos nessa jornada a blueprint é um correlato da jornada do usuário mais voltada a praia de serviços do Kid produtos arma uma variação na Verdade a mediação Ok tenho muitos dados já tem um problema frame ali
já fiz em versão preliminar começando profundidade vamos que tomar as ideias preliminares vamos desenvolver né e a intenção é a fase que tem como objetivo gerar ideias inovadoras para o tema do projeto ocorre com a formação das equipes interdisciplinares e a participação de usuários E também temos várias ferramentas eu Ponho aqui as três que eu mais uso mas passo e mais recomendo sessões de cocriação e são aquilo que eu falei no começo né sessões de pessoas dispostas a criarem contento e alocação de recursos para isso né e não fazendo a contragosto porque o nosso diretor
mandou ou com correria porque eu tinha 30 outras coisas para fazer hoje tá a bem Store me emprestar uma técnica da década de 70 do século passado né que acho que todos vocês já devem ter visto falar porque é Muito popular além de ser antiga o Brainstorm tem duas características que são muito bacanas primeiro é uma técnica organizada de geração de ideias que tem um tempo determinado uma pessoa que faz a mediação e uma regra objetiva não se pode criticar nenhuma ideia e não haja um bule tem público ou para que não haja é uma
pessoas não fiquem constrangida se né de participarem de opinar Oi e a característica legal do Brainstorm a complete a ideia do outro use a ideia do outro você não tem que ser no Brainstorm você não tem que ser ai como é que esse termo essa palavra tá me fugindo inédito Esse é o contrário disso a ideia do outro é o seu a sua matéria-prima então bem Storm para mim tem gente falar eu gosto de Green bright bright em vez da gente falar numa reunião todo mundo junto a gente escreve no documento Compartilhado ó não me
lembro quem tinha me perguntado sobre fazer no ambiente remoto né e Breaking é uma técnica que a gente está fazendo muito em um ambiente remoto por quê Porque não dá para dispor pessoas no período numa sala trabalhando estará então o que que você faz você faz uma seção curta de uma hora no meu vídeo conferência E depois Deixa aberto um documento compartilhado que vai sendo alimentado depois com ideias sequenciais E aproveitadas numa continuidade do Brainstorm que seria o Green rhin Oi e a dinâmica Como podemos é saber struttura di nha e até o nome é
engraçadinho Mas ela é legal e por que que ele é legal porque a maneira como você formula questão Como podemos o tio briga a friend da prova então eu sou obrigado a hora que eu faço a pergunta Tá então vamos lá temos que fazer uma nova experiência de interação de equipamentos bancários diferente do Que existe hoje no mercado é porque a gente tem o caixa eletrônico tradicional a gente tem as aplicações digitais mobile e web e os bancos querem uma nova experiência Inês Iva memorável voador de sistemas em cada loucura né você fala OK então
vamos tentar enquadrar o nosso desafio nosso objetivo uma pergunta que começa Como podemos e a maneira da gente formular essa pergunta ajuda a gente a pensar na fronteira do problema como podemos promover E como podemos tirar dinheiro no caixa eletrônico que não seja do caixa Como podemos tirar dinheiro do banco sem ser no caixa ou caixa eletrônico e não foi muito no detalhe como podemos utilizar um banco acessar um banco sem ser na própria agência no caixa eletrônico ou nos dispositivos eletrônicos web-mobile melhorou entre um pouco como podemos pensar uma nova experiência bancária para as
pessoas não abrir demais Vixe perdi perdi perdi o Rumo se eu pusesse numa dinâmica nós vamos ficar aqui três meses Então o jeito de formular a pergunta como podemos ajuda a gente é dimensionar o espaço do problema E aí vem aí de ação a gente gera muitos a Há muitas ideias muitos insights de ideia que que vem depois análise Sim nós de São análise se A Essência aplica-se em relação as ideias geradas na sessão de ação depende Da definição dos critérios norteadores do projeto já falei e baseia-se nas pessoas que a gente fez anteriormente ou
seja impossíveis usuários típicos e para análise sim é normal dos processos de Deus são normalmente a gente ao final faz um cardápio de duas ideias né então por que que um cardápio com o candidato organizado em categorias né então a gente no organiza cardápio assim ó carnes massas molhos então gente organiza as boas ideias num cardápio tá Em categorias e a gente faz uma matriz de posicionamento essa Matriz de posicionamento eu tenho que ter as ideias por exemplo aqui cada coluna e nas linhas eu coloco os critérios ou vice-versa tá é a planta melhores critérios
na coluna as ideias nas linhas e aí todo mundo na equipe volta e falou essa ideia ela chefe com esse critério um esse critério que não atende muito não tá mais ou menos vai vou por uma nota 5 O remédio para esse critério a gente pode fazer uma máquina de posicionamento dando nota numérico ou com cor verde amarela vermelha e aí a hora que a gente olha sem falar gente essas três ideias aqui ó elas atingem ela tá sinal verde para todos os critérios que a gente listou vamos seguir com essas três vamos seguir com
essas três aí a gente vai para etapa de prototipação e na para todos passam ou para o teu tipagem é É importante dizer que ela é Um instrumento flexível e que ocorre ao longo de todo o projeto porque eu posso prototipa enquanto eu tô tendo uma ideia no workshop de ideação eu falo gente se a gente fizesse um serviço Aonde a pessoa tem ai já sei Tive uma ideia é um bot por voz aonde ela faz todas as transações bancárias como se ela tivesse trocando mensagem pelo WhatsApp é a minha ideia tá em tangível o
que que eu faço eu vou para o teu te pa Então na hora que eu vou produto E para isso eu Tenho lá alguns instrumentos já falando um pouquinho né o Sigma um caderninho papel um rabisco sketch para eu tangibilizar essa minha ideia que serve para validar e verificar a efetividade das ideias geradas consiste numa atividade que eu tô sempre refazendo e normalmente a gente divide em tipos de protótipo tá média baixa média ou alta fidelidade E por quê porque depende o que eu quero testar eu quero testar uma ideia não Preciso de um protótipo
de alta-fidelidade Oi e aí vem ferramentas eu falei que a gente ia falar disso chegou ó vem ferramentas e técnicas muito diferentes então eu posso criar um storyboard storyboard é uma representação visual como uma história em quadrinhos tá dos principais pontos da narrativa só pensa em um filme ou no desenho animado tá eu desenho quadrinhos um dos principais pontos daquela Narrativa eu não preciso saber desenhar eu posso inclusive pegar fotos eu posso fazer homem palito sabe homenzinho palito o importante é o marcar o ponto da narrativa então se eu quiser representar a jornada do meu
cunhado Window banco storyboard Seria uma boa técnica para eu representar ele parado conversando com o porteiro ele parado conversando com o jornalista cumprimentando pessoas na rua assim então storyboard é bom para isso para Representar uma narrativa roleplay é é uma encenação cada um adota um papel e a gente vai jogar então ali ó eu sou a gerente do banco não você vai ser o gerente do banco e eu vou fazer a usuária Dona Odete tá bom na reunião aqui nossa e aqui então vou ali depois não oi Dona Maria Beatriz como vai ficar o do
Nordeste então a gente joga os papéis numa simulação para prototipa situação modelos de todos os tipos modelinhos de Baixa fidelidade de papel papelão com fita crepe até modelos tridimensionais em ferramentas gráficas para quem tem esse essa expertise né um e-book que são modelinhos de baixa resolução que a gente faz no design a gente faz isso o tempo todo e no dia a dia nós o que se usa muito nas equipes de criação É lego porque fique com LEGO você consegue fazer coisas rapidamente ninguém tem muita vergonha né de pegar e montar coisa com LEGO Não
tem aquela Coisa ao meu ficou feio às vezes quando você pede para uma pessoa desenhar numa sessão de Brainstorm aí eu não sei desenhar e aí você joga uma caixa de Bugiganga aí leva em cima da mesa ela faz alguma coisa que materializa a ideia Que bom Cheguei ao final dos meus slides aqui eu tenho essa deixa eu ver o horário ou ia 2391 eu tenho essas referências o livro do Tim Brown esse livro aqui do escritório mjv do Rio de Janeiro do Viana e mais uma turma ele tá Disponível no site da mjv innovation
e ele é um livro excelente um escritório muito bacana do Rio ele é um livro ótimo porque eles têm casos no escritório ilustrando técnicas processos é muito bom muito recomendo aqui tem as cartinhas da ide ou que são eu falei no começo né que aí de ou transformou o design tem que ir no negócio e no método que é um bom negócio né que eles vendem as cartas presentes são bem carinhos não me lembro agora quanto é que tá custando E são cartinhas das fases né de imersão e de ação e prototipação validação e as
cartinhas cada uma tem uma técnica e aqui o livro que eu falei para vocês sem sem Ah não eu achei que era 101 métodos não são sem métodos eu tenho outro que são 101 métodos tá esse aqui são sem métodos sem maneiras de pesquisar problemas complexos desenvolver ideias inovadoras e fazer o design de soluções efetivas Oi e aí Tem sim neto para quem gosta de Ferramentas o livro do Bernard Lobo aqui e do nylon Cross aqui mais teórico do Design e aqui umas outras referências que são vegetais tá então antes de eu ir para o
último último slide mesmo que eu queria propor uma atividade para semana que vem então antes de eu ir para aquele último slide eu quero voltar aqui para as perguntas e para o nosso bate-papo e a primeira pergunta que ela que não quer calar né Vamos ficou muito cansativo me ouvir falar tudo duas horas sem parar Oi bom dia apareceu uma pergunta sobre design Sprint Tô ligado ele já e eu toda vez que eu vou preparar uma aula assim que é muito curta né que não é um semestre inteiro dando aula fico pensando assim a gente
eu que tava fazendo uma coisa menos dispositivo mas introdução ao design tem que comer que não vai ser né Mas vamos lá a professora professora pode comentar um pouco sobre design Sprint posso te amo eu não gosto Muito de design Sprint tá E por que que eu não gosto que eu não gosto de vida correndo e eu vivo correto na verdade é design Sprint é uma adaptação de design Thinking na verdade de vários procedimentos de design é é feito por um ex-funcionário da Google um ex-integrante da Google que também transformou em um bom negócio que
foi um livro de muito sucesso de mercado uma prática do Design o design Sprint pressupõe que é pessoas dedicadas dry Vazadas por um tempo muito corrido e dedicadas Full Time tempo integral numa imersão profunda de um problema saem com soluções inovadoras num Tempo muito curto e é e realmente eu vou contar para você Thiago para vocês eu já saí de workshops assim por exemplo eu participei de um workshop quando eu trabalhava na motorola e a 16 pessoas em quatro capitais brasileiras 16 pessoas de vários lugares Do mundo tá Veio pessoal de Motorola norte-americano trollagem Motorola
não sei o que mais motorola brasil eram 16 pessoas em quatro capitais São Paulo Recife o Rio o e guarda mostrar a Porto Alegre e Curitiba tá a 16 pessoas quatro capitais quatro pessoas por Capital em uma semana e aí a gente tinha três temas segurança compartilhamento O entretenimento e o que foi aquilo nem nem tinha o livro já existentes tô falando em 2003 sei lá foi uns Print então foi uma coisa muito rápido e muito focada em mês Iva para dar certo um Sprint você tem que ter uma disciplina corporativa das pessoas que vão
estar disponíveis para aquela inversão naquela semana eu acho que independe de um nível de engajamento do time que na prática eu acho muito difícil de acontecer eu acho que assim Uma vez acontece Sabe numa prática de equipe de criação de escritório ou de quem tá sempre trabalhando com isso que é o meu caso eu sou um designer né Eu não estou recorrendo a esse método porque eu estou empreendendo mas a não Bia a gente gostaria de tentar fazer um Spring o Sprint agora no Case nosso da da nossa empresa do nosso empreendimento acho bacana acho
bem bacana porque ele é muito objetivo rápido e ele é gravadas Em um processinho bem direcionado mas no dia a dia eu não acredito nos anos 20 como um algo que fomenta a Inovação e a Daniela passando ali tem o pênis tem esse verde é você quem tava colocando sem sou eu uma coisa linda eu tô aqui pensando em fazer o fogo e a o professor a Persona necessariamente precisa ser o indivíduo considerando por exemplo resíduos de construção a solução e seriam para o setor então usuários Seriam construtoras município fabricante etc Daniela pessoa não necessariamente
é uma pessoa porque quando eu penso nos nas construtoras quem é que toma decisão das construtoras pela por exemplo destinação dos resíduos da construção e pelo reuso de alguma coisa proveniente de reuso de resíduos né porque eu penso em uma cadeia que é o mesmo tempo Ok sou engenheiro civil trabalha numa Construtora e destino resido é uma função sou uma engenheira civil numa Construtora e eu consumo resíduos ou produtos elaborados os resíduos então eu essa engenheira ela é a decidiu Maker ela é a tomadora de decisão da construtora ou é o departamento de compra Então
eu tenho a engenheira civil da obra eu tenho a engenheira do escritório que é responsável pela compra se por acaso por ser arquiteta mais ou menos eu posso dizer que eu tenho uma leve ideia de que existam materiais Feitos a partir de resíduos reaproveitado Portanto tem alguém que toma uma decisão de compra por comprar um material a partir de resíduos da própria condição civil esses resíduos Eles voltam só para o setor da construção civil não eles são aproveitados por exemplo para fabricação de sei lá pavimentação de rua então e no município quem é o decisor
Esse é o gestor é que nível de gestor por quê Porque quando eu penso assentar O resíduo da construção vai ser aproveitado para a construção civil eu não tenho como perguntar uma pergunta Bia pergunta guia o que que a construção civil acha disso e eu tenho que perguntar o que que é engenheira que toca a obra na construtora acham disso O que que o engenheiro que escolhe o material que compra material que seleciona que define o edital de licitação pública para compra de materiais para as obras Públicas pensa bom então eu tenho que personalizar tá
o walle Smith Silva além de não saber desenha como escolher o que será colocado no chat na arte Porque pelo que conheça tudo extremamente sintético e só pega alguns momentos da narrativa o o desenho é uma representação de pensamento e eu não estou falando do desenho como ilustração do desenho como manifestação artística esse desenho nosso aqui em Design Thinking nada mais é do que a tangibilização de um pensamento se eu tô falando de desenhar momentos importantes de uma narrativa teria um histórico eu faço a minha um palito sabe a minha palito que quer aumentar hálito
eu não consegui passar a minha ideia porque o meu desenho mesmo a mim um palito Não tá passando a ideia eu posso fazer um balãozinho eu posso puxar um balão com uma flechinha o que que é importante na hora em que eu estou representando uma Ideia que o outro na minha equipe aquele de criação Entenda minha ideia então esses desenhos ele não tem nada a ver com o design ilustração o design gráfico a beleza do traço nada filho mas nada e ele é um rabisco para que o outro entendo que eu tô querendo dizer se
eu preferi pegar um bonequinho aqui da mesa do Lego e ou a caixa de brinquedo do meu filho do meu neto e fala assim Vou levar para o escritório vou trazer para cá para poder vou montar o que eu tô Pensando tirar uma foto e jogar no Google Drive nós estamos trabalhando remoto agora vou poder levar para o escritório então a ideia aqui não é desenhar tá é e sim é tudo extremamente sintético e sintetizar é habilidade que a gente tem que ter e o difícil não é desenhar o difícil é sintetizar porque é bom
pensar o seguinte eu tô no pensamento divergente Eu estou divergindo um sobre um problema ou sobre minhas ideias EA coisa tá desse Tamanho nós temos uma equipe de cinco pessoas trabalhando na criação e cada um tem um monte de coisas e a gente não vai conseguir nunca chegar numa convergência em um ponto ali foco do nosso trabalho se a gente não tivesse habilidade sintética então é por isso que essas ferramentas clusterizar agrupar achar padrões então eu falei tão coisa também falei grifo as palavras chaves e a gente fez um monte de post digitais Né Tem
ferramentas digitais de postites a gente usa muito um Miro em aula é mas tem várias tá o milho é o Miro é gratuito também o que a gente faz fez um grande Storm tem um monte de post-it Ok então agora intervalo meia hora volta vamos agrupar Vamos ó aqui tudo que tem a ver com a experiência são coisas aqui ó vamos por um grupo assim a gente vai agrupando e em filosofia que o estudo assim que sindicante tem sentido totalmente Diferente William a a Warner é eu vou falar uma coisa para você tá na minha
lista voltar a estudar eu já estudei a estética eo juízo estético juízo analítico e sintético de Kant Tá mas faz tanto tempo que agora não vou nem me aventurar a falar disso porque eu vou pagar mico aqui na sua frente os cachos como você é verdade a criação de empreendimentos civis sustentáveis vai passar tarefa ainda vou olha assim Sem carta ela fala logo porque tá para a gente ir sensor pessoal E aí depois a gente eu vou pergunta do Cássio né Eu acho que tem uma pergunta da Disney também então ok que que eu vou
então é sugerir para vocês como prática que vocês exercitem uma diferente técnica de imersão que não seja entrevista por quê Porque o professor vaccarelli vai trabalhar com vocês entrevista Oi Má e enquanto que linha Startup defende a Entrevista como o recurso chave o design Thinking defende outros recursos como complementares a entrevista Então eu queria propor que cada equipe de projeto se vocês já tem equipe que faça uma equipe quem não tem equipe que queira se juntar aí o Ali vai tentar gerenciar nessas formações de equipe aí durante a semana se não conseguir fazer o que
eu tô preparando para o encontro da semana que vem é a discussão dessa atividade tão mesmo que não tenha feito E a discussão em cima de quem fez vai ser rica porque vai ser em cima de alguma coisa concreta tá então qualquer ideia que a equipe de projeto deverá pesquisar diferentes técnicas e instrumentos de pesquisa utilizados na fase de imersão e seus respectivos modelos de roteiro e quando a gente entra nesse sites mjv Eyed owl design Câncio muitos outros a gente vê lá em instrumento de pesquisa sombra Como elaborar o roteiro ao modelo de sombra
Então normalmente tem o tipo a técnica e um modelo um passo a passo um videozinho algum material auxiliar então vocês vão pesquisar diferentes técnicas instrumentos e os modelos de roteiro complementares a técnica de entrevista e não vale entrevista tá e pode ser alguma que eu sinto aqui nesse slide pode ser uma que eu não tenho citado em a propor alterações ao roteiro modelo selecionado Se necessário de modo a Adequá-lo às necessidades do seu projeto Então vamos dizer que vocês entraram no livro da mjv acharam roteiros sobre um dia na vida e é um caso do
sistema de bilhete único do Rio de Janeiro vocês vão pegar aquele modelo e vão adaptar para reuso de resíduos da construção civil i e para compartilhar nova que vem argumentando a sua escolha veja bem a ideia não é que vocês compartilhem o resultado já aplicado desse instrumento De pesquisa a ideia que vocês compartilhem o instrumento Por que que você Grupo 5 escolheu fazer um dia na vida de do ator tal e tal Porque vocês escolheram Esse instrumento com essas pessoas e por que vocês mudaram porque vocês eliminaram essa etapa e Para quê Para gente abrir
um pouco a discussão de que um instrumento bem feito pilotado vocês vão fazer um piloto antes para depois eu ia campo ou seja um trabalho anterior bem feito economizar Da gente fazer uma pesquisa enviesada e chegar com dados errados depois Ah tá bom então vou voltar aqui no que o Enem é um e o questionário vai ser encaminhada por e-mail depois na verdade que vai ser vai ser encaminhado slide o pdf inteirinho tá que eu vou passar por ali e esse é o último slide do PDF A para Graziela que tô respondendo aqui no chat
Deixa eu voltar então do Cássio Como você gostaria criação de emprego de mento Civis sustentáveis com relação às grandes quantidades de especificações de desempenho além da Visão arquitetônica é um grupo multidisciplinar E como você mudaria criação de empreendimentos e serviços tentável com relação à grande quantidade de especificações de desempenho além da Visão arquitetônica com a primeira coisa que eu faria Cássia é assim é o tema Empreendimentos civis sustentáveis tão grande ter OK As mães é eu tô falando de para quem não tem nem na pergunta é sempre para quem que eu vou trabalhar eu tô
trabalhando com Empreendimentos civis sustentáveis para o mercado consumidor de imóveis para o mercado das grandes construtoras para o mercado nessa cadeia da construção civil dos Negócios Imobiliários eu tô trabalhando para que eu tô trabalhando para o mercado financeiro na área da construção civil Então a primeira coisa que eu minha Cabeça pede assim é um frame do para quem que eu quero trabalhar e eu me coloco ali é é é e em um grupo multidisciplinar o grupo multidisciplinar e eu sempre defendo ele na discussão da ideia então por exemplo Bia a gente não tem nem nem
ter nesse dado ainda a gente só tem um tema na cabeça empreendimento civil sustentável pronto só esse tema tão completamente abertas tá tudo bem Então nós estamos no nível bem alto quem que a gente chamaria para um grupo multidisciplinar para uma rodada de discussão sobre esse tema eu vou dar um exemplo para você Cássia eu participei de uma dinâmica de design Thinking aos 2 anos atrás apuque tava sendo estava investigando encampar uma faculdade de agronomia aqui no interior do Estado de São Paulo e para para definir se ela ia encampar E qual seria o rumo
que ela daria para essa essa Faculdade Esse é o caráter dessa faculdade o diretor de inovação da PUC convido para uma sessão de de ação o diretor o rei toro daquela Universidade o diretor da faculdade de agronomia de lá vários professores da PUC da área de sustentabilidade veterinária engenharia Design em dois eu e mais um aí tinha o presidente da associação de insumos agrícolas do Estado de São Paulo presidente da associação de implementos Agrícolas do norte nordeste o Fulano engenheiro da Embrapa o ciclano cientista do Instituto agronômico era um grupo eram três meses de oito
pessoas cada uma eram 24 pessoas na verdade os designer e é de Arão como designer pinchers detesto esse termo eles fizeram mediação design tem que então eram os três designer mediando as três meses e cada mesa tinha oito participantes por quê Porque não tema gigantesco O agronegócio no Brasil Era o ensino Olha o tema do workshop um dia inteiro de workshop o tema era o ensino universitário e O agronegócio no Brasil bom então a gente precisava sair dali com um Panorama de como era a demanda para o ensino universitário a partir do agronegócio pedir a
carência na área técnica carência na área veterinária carência não sei o que uma distribuição dos recursos que o centro-oeste tem isso que isso deve tem muito curso mas não Tem que ser o quê que Center Ah tá então quando a gente não tem muita informação ou o problema tá muito sem o freio mim o quanto mais multidisciplinar melhor eu não sei se era isso tá Emanuel Se você permitir gostaria de saber se ele nem para perguntar sobre assuntos referente da carreira de designer aqui no assim no fim do slide tá aqui Manoel e se tá
fácil tá esse slide ó Eu já mostrei cinco minutos para variar Né ali se vocês não tiverem mais perguntas Esse é mesmo meu último slide tá bom gente e vou passar deixa eu terminar o o chão eu não sei se eu parei de compartilhar parei eu paro tá bom então é isso gente agora em seguida Eu salvei se PDF e mando para ele ele encaminha para vocês e aí semana que vem a gente se encontra de novo para Compartilhar essa atividade de definição de instrumentos de medição ok aqui ó One eu perguntei sobre como fazer
filmes eu não entendi quando você tava falando sobre não saber desenhar e fazer os pontos da narrativa era isso a resposta da mala inteira realmente ó não é muito da minha área não tá pode ser bem honesto Apesar de eu ver o dar aula em design digital é eu não sei muito sobre produção audivisual mas eu sei que storyboard é um instrumento Usado também por quem faz filmes e e animações e o ok gente e puxou Então até semana que vem viu brigada viu pessoal Obrigada pela paciência nos vemos exatamente Daqui uma semana boa noite
boa noite pessoal bom feriado amanhã para quem tiver e até semana que vem tchau tchau tchau tchau