Em sexo terapia para quem gosta de falar quem gosta de fazer e até pra quem você tem entre as suas pernas um instrumento poderoso de prazer de alívio da dor de relaxamento de poder de autoestima de saúde de estímulo de fantasias de autoconhecimento é grátis é portátil é relativamente fácil de usar e ainda assim 40% das mulheres nunca experimentaram de acordo com a pesquisa mosaico brasil feita pelo programa de Estudos em sexualidade do hospital das clínicas de são paulo por que que a masturbação em pleno século 21 ainda é tabu para tantas de nós porque
deveria deixar de ser o que é normal quando se fala em explorar o próprio corpo esse é o tema da nossa conversa de hoje no sexo terapia esse podcast criado por um universo ao uol pra falar de sexo e relacionamento eu sou marina bessa editora-chefe do Universo e ao meu lado sempre ela a sexóloga mais cool da podosfera ana canosa a adorei olá queridos e queridas estamos aqui para sitema masturbação prática inconfessável e pra completar a nossa mesa nec excitante mariana estoque psicanalista dólar terapeuta orgástica e fundadora do prazer ela é bem-vinda mariana um prazer
estar aqui afinal se não tiver prazer nem dentro nem eu bem aí mariana conta pouco pra gente que o Prazer ela há prazer é uma iniciativa um núcleo né de sexualidade positiva que apoia as mulheres nesse ano nessa trajetória né de autonomia de busca de liberdade de autoconhecimento e muito através do corpo né a gente sabe que esse é um tema muito tabu nem as mulheres se apropriarem de algo que é que é belas mas que historicamente vem sendo usurpado reprimido submetido então a procurar um espaço seguro feito por mulheres E para mulheres então dá
prazer ela só tem mulheres é justamente a gente refletir sobre esses temas pretende dialogar sobre sistemas e pra gente também praticar então a gente oferece um espaço seguro para as mulheres experimentarem essa potência orgástica através do corpo e eu só quero completar que eu conhecia o marido da mariana o cloud serpa num podcast também ele tem o prazer ele é mariana que também é um lugar para discutir masculinidades Homens discutindo masculinidades né eu acho muito legal também um trabalho essencial que o incrível e mariana me corrige se eu estiver errada mas a casa para fazer
ela também tem um ótimo dados sobre masturbação é que que mostra na teoria o que na prática todo mundo já sabe que é muito mais fácil ter um orgasmo clitoriano por meio da masturbação do que com penetração sim a gente fez uma pesquisa e eu na verdade nem dava muito foi foi via meus Histórias ali dos instantes do instagram e aí a gente teve quase duas mil respostas né e aí esse foi um dado que só corroborou que a gente já sabe né que as mulheres quando se masturbam né eu fiz a pergunta é você
tem orgasmos quando se masturbam e aí 74% disse que sim sempre têm orgasmos quando se masturbar e aí eu fiz a mesma pergunta você tem orgasmos nas relações sexuais e é esse dado cai para 36% de 72 Exatamente a metade 36 por cento diz que sempre têm orgasmos e 50% diz que eventualmente tem então é isso né a prática da masturbação da utilização em geral é muito mais prazerosa e eficaz em termos de descargas sexuais do que a relação sexual é porque eu acho assim é que é a questão da relação sexual envolve outros tipos
de prazeres né outra subjetividade como a gente vem discutindo muito seu desejado e tal e aí vai depender muito de cada mulher tem Mulher que não consegue se sentir autônoma diante de um parceiro homem principalmente então assim se autoestimular durante a penetração que é uma coisa que eu falo muito se você gosta se masturba é muito frequente as mulheres reclamarem que têm orgasmo na masturbação não tem como ser e não tem parceiro porque denunciou de estímulo porque a relação não é interessante porque a relação é muito baseada na penetração e aquela mulher Especificamente não tem
tanto prazer um prazer suficiente de excitação para disparar o orgasmo no só com a penetração porque é isso né fisiologia feminina é muito complexa então a gente tem uma rede neural que vai né abastecendo o nervo pélvico que vai subir pela medula e vai mandar a mensagem do sistema nervoso autônomo que ela vai passar pelo território vai passar pelo canal da vagina vai ter ali um ponto dessa rede no colo do útero e No períneo anos então tem mulher isso faz com que algumas mulheres por exemplo tenham uma relação anal e ea cheguei a gozar
e outra vai ter dor flamengo nada a ver comigo não tem o prazer isso faz com que algumas mulheres consigam ter orgasmo na penetração e outras não então é só que assim a maioria das mulheres de fato ela chega mais facilmente se tiver o estímulo vitoriano porque atendem a rede neural ela sai direto do território também Então fica mais fácil ea gente só vai conseguir fazer isso se a gente se conhecer se a gente tiver um parceiro na relação heterossexual que seja muito delicado que seja assim que queira explorar que queira ter curiosidade ou mesmo
a relação homoafetiva têm mulheres também que gostam da penetração é quando uma mulher vai lá e penetra a outra com um dedo onde o do enfim como assim tal então é eu acho que as mulheres estão neste momento também né e acho que essa Iniciativa é muito legal nesse sentido de descobrir o poder que a mariana estava falando no início do episódio a gente tem uma vagina poderosa entre as pernas têm que usar e eu costumo dizer que é isso as mulheres têm muito mais dificuldade de ter orgasmos nas relações sexuais porque a gente pulou
capítulo 1 dessa história né então a gente desde muito cedo aprendi sobre sexo mas a gente nunca aprendi sobre sexualidade e Sexualidade ao capítulo 11 é sobre ser uma é subsede habitar um corpo sobre entender limites entender desejo entender o que gosta eo que não gosta e sexo é uma relação com pelo menos duas pessoas é mas é muito difícil a gente tinha uma relação a dois a três ou a quatro esta gente não tem a noção do 1 a gente não tem noção de limites a gente não sabe que a gente gosta ou não
gosta então é é ainda grande maioria das Mulheres têm muita dificuldade em se masturbar né é porque a gente isso não é essa a esse universo não tem palavras para nós mulheres então eu costumo dizer como psicanalista que o universo em que a gente não consegue simbolizar que a gente não consegue ter palavra a gente não consegue experimentar você não consigo nomear né então eu sinto que a questão da Masturbação para as mulheres têm uma gestão anterior que a possibilidade de entender de poder falar sobre isso né e quando falou o masturbação eu inclusive eu
não gosto dessa palavra masturbação não gosto muito mais de auto estimulação porque quando você fala masturbação já vem um referencial que é uma comparação que o homem é verdade e uma coisa meio é negativa né que que historicamente socialmente negativa de uma coisa que é adam e que foi muito Combatido nessa gente pegar por exemplo a palavra masturbação vem do latim manus tudo pra tony o bom gente eu falando vocês sabem que eu sou péssima nelson as minhas as minhas pronúncias mas os ouvintes já está acostumado que que é de manos uma junção de manos
que a mão isto prático que é de estuprar violar macular então a própria palavra origem da palavra já traz uma coisa pesada ea masturbação foi extremamente condenada durante o século 18 e 19 Inclusive pela medicina né quando se achava que você teria uma série de sintomas e de doenças por conta da masturbação e aí foi a masturbação tanto masculina quanto feminina feminina então nem se fala a feminina foi combatida com outras mil coisas né então a gente carrega esse e se esse peso dessa palavra ainda é muito por uma questão social mesmo de história da
civilização e não é à toa né que a gente tem esse peso essa essa dificuldade de se Masturbar porque as mulheres submissas com seus corpos subjugados e controlados são um recurso de controle social né a mulher que não gosta que não se apropria da sua potencialidade que é uma mulher que silencia que se submete muito mais facilmente para a mulher faixas já dizia isso né vamos ver os casos porque hoje nós trouxemos três casos super legais que enfim vai inspirar ainda mais a conversa Vamos lá manda casos a conversa aqui no sexo terapia é sempre
guiada por casos reais hoje três mulheres falam sobre sexo ea relação delas com a masturbação a primeira história é da emi de 52 anos consultora de rh do pará estou casada há 15 anos e esse é o meu segundo casamento eu nunca fui a louca da libido isso foi um problema no meu primeiro casamento por isso eu entrei cheia de regras no Meu segundo casamento meu marido topo todas as minhas condições só que a nossa freqüência sexual piorou ainda mais há dois anos quando eu tive que tirar o útero e os ovários e as trompas
então agora os hormônios diminuíram ainda mais a minha vontade de fazer sexo eu não suporto penetração eu e meu marido desenvolvemos uma dinâmica na relação na qual os dois sites fazem sozinhos Ele se masturba e eu também mas não juntos a gente até usa isso para dar uma esquentada relação manda nos vídeos e fotos um pro outro meu desejo é muito raro e quando ele vem meu marido não está aqui porque eu nunca tenho desejo à noite esse é um momento muito meu eu curto eu gozo recomendo para todas as minhas amigas e eu me
satisfaço assim cheguei a um ponto de perguntar para o meu marido se ele não queria dar um tempo mas ele Topou manter a relação dessa forma mas será que essa dinâmica não vai acabar com nosso casamento sexo eu acho que casamento é muito mais do que essa dinâmica primeira coisa que eu diria né eu acho que a preocupação dela é legítima porque ela está de alguma maneira olhando para a sexualidade do parceiro ou talvez não é o que se o que esse homem espera como é que ele como é que ele está mas é mais
o casamento não se ele não se restringe à sexualidade e Acho que eles enquanto é uma maneira saudável de eles terem relação sexual então olha que bonito acho isso bonito perco não haja um problema acho bonito quer dizer como é que um casal que passa por diversas fases do ciclo de vida e ela está passando por uma fase que vai afetar especificamente a sexualidade no sentido em que ela teve que retirar órgãos internos né ela tá com a questão dos hormônios e que óbvio isso não Significa não ter mais nenhum tipo de excitação ou desejos
e veja a ser cita lagoas etc mas que pode de fato fisicamente atrapalhando o desejo dela e ela não suporta a penetração pode ser por dor por uma série de outras coisas por falta de lubrificação enfim por uma condição física eles encontraram uma saída eu achei sensacional eu acho que não tem que se preocupar eu acho que isso é mais uma vez uma forma de disse fortalecer um vínculo afetivo de amor Inclusive é eu acho que existe um problema na relação quando alguém acha de fato que tem um desequilíbrio nessa eles encontraram uma forma de
se encontrar nesse lugar na agenda do desejo ea satisfação sexual fora das regras porque acho que esse é um problema a gente está acostumado a ter regras cercadinho passo a passo para tudo e isso a gente não cumpre com aquela escala de marstrand johns de árvores até desejo depois ela se ela se Acha problemática mas o que é de fato um problema né ela estava usando ele estava usando e né cada um das suas práticas mas eventualmente se encontrando e ela ela que ela nessa preocupação sugerindo a gente dá um tempo que não tomasse pra
ele está bom também né acho que assim é a gente está muito condicionada a buscar referenciais externos para legitimar a nossa relação é ai só é bom se eu transar uma vez por semana só é bom se tiver esse aquilo esses referenciais Externos em geral só complica a nossa vida né é e tem um deles que eu acho que é assim que a masturbação é uma coisa que você faz quando você está sozinha ou solteira ou sem uma pessoa para se relacionar então quer dizer eu e mas tudo se eu não tenho ninguém se eu
tô casadas eu tenho um relacionamento e aí você vai se masturbar exatamente tem várias pesquisas que já vão mostrando isso por exemplo Que há essa ideia da masturbação como alguma coisa de substituição então eu me masturbo porque eu não tenho parceiro o meu parceiro está longe de ser tetra ela não é é real na verdade a masturbação é complementar então eu posso muito bem está transando com meu parceiro a minha parceira gozando ser feliz e ainda assim usufruir da masturbação como alguma coisa que minha pra mim eu com meu corpo porque é uma situação a
prática da masturbação é Diferente da relação sexual é bem diferente de outra pessoa ali né os a todas as descobertas são diferentes as sensações de tcheco e você pode muito bem tá querendo simplesmente está com você temos carga de tensão e ser feliz levantado o pa - citocina vambora trabalhar tem que se preocupar tanto com o outro né porque assim o outro uma preocupação a preocupação importante é legítima mas que demanda uma energia né aquela coisa que a masturbação alta Inflação deve captar 1 com cuidar do meu corpo e da dos meus meio das minhas
necessidades e sexo tem a ver com um contra o outro tudo mas eu antes de vir para cá pela super cansada assim o cláudio olhou pra mim fossem que foi o primeiro do pulsada lip com um vibrador gigante você dá uma bolsa já a noiva vai ali e isso é muito louco né porque tem homens que não conseguem lidar com isso então nós estamos falando das mulheres mas assim tem homens que não conseguem Lidar com a prática da masturbação das suas parceiras porque a masturbação feminina ela foi muito mais reprimida historicamente do que a masculina
então se lá no século 18 e 19 era uma prática horrorosa inclusive para a medicina a prática da masturbação para homens e mulheres de foi uma caça na tributação mesmo tiveram livros médicos que eram pra falar sobre os males a cura menina tem tem um mas só para masturbação feminina não masturbação Feminina ea masculina eu vou até lê uma um problema proposta de cura de um médico do século 19 não se deve hesitar em recorrer ao ferro vermelho numa fase precoce como cura para o clitóris ou para masturbação vaginal e meninas eles aplicavam ferro a
carvão no clinton alô isso então tiveram várias outras dicas horrorosa mas isso não aconteceu só com as mulheres e os homens então tinha quando se vai estudar a história De uma situação interessante eles inventaram vários dispositivos então tinha anéis penianos que se o menino tivesse uma direção noturna apitava tocava alarme tinha um que tinha uns ganchinhos que colocava no pênis flácido principalmente nos internatos que os meninos dormiam e a obra tivesse mereçam aquilo apertava o pênis aplicava se imagina então foi um horror só que depois do século 19 quando essas coisas né pro meio pra
pra caminho do século 20 Então começou a se entender que a masturbação não provocava doença que né que nunca que era natural mas aí a gente já tinha instaurado uma outra questão social que era a questão dos papéis sexuais e da dupla moral sexual então no final do século 19 meio final as mulheres já estavam restritas ao espaço privado então as mulheres já não podiam já tinha servido para casa já tinham que tem um status passivo e elas não eram donas da sua sexualidade o sexo Por prazer era alguma coisa do homem a mulher estava
ali para procriar e amar o seu parceiro então aí a masturbação feminina passou a ser vista como uma coisa muito esquisita porque a mulher não tinha desejo mulher para o criava e até hoje isso acontece então eu por exemplo tive uma vez uma uma paciente que me falava isso que quando ela contou que o namorado que ela se masturbava todo dia à noite pra relaxar e dormir era um hábito tipo escovar o dente passa O creme tovy deitava na cama se masturbar rosado dormia o cara ficou passado engomado acumula assim mas desde que está comigo
também porque é ciúme se umidade eu acho que eu ainda acho que a masturbação aí é ciúme acho que sim acho que tem a ver com o masculinidade e frágil porque essa masculinidade viril ela tem guarda dentro de si uma fragilidade absurdo né porque os homens são muito vulneráveis é muito frágeis Com esse com essa variação a marcha que eles acham que sexo sobre essa varinha mágica ficar dura e ejacular e aí hora que as mulheres começam a ganhar um repertório maior sobre as possibilidades de ter prazer e tudo mais isso pega nessa nossa fragilidade
né então mas acho que acho que olha que os homens se derem conta que cara todo mundo pode gozar mais e melhor nem que ballett vibrador é masturbação alto estimulação só fazem né Essa esse encontro fica mais potente aí acho que não poder se fortalecer um pouco mais nesse lugar ficou sem ar dá pra ser feliz sem o tempo todo ficar e eu não preciso me preocupar com esse ser desejante da minha companheira né porque afinal de contas se uma mulher tá ali se masturbando ela está dizendo eu sou uma pessoa que tem um desejo
sexual e se eu tenho um desejo sexual está fantasiando fantasiando com que então também tem esse lugar que a marina está Falando da virilidade masculina da posse só pode ser comigo a gente não funciona assim nas mulheres são super criativas nas suas fantasias sexuais e os homens ainda ficam eles tomam um susto tipo nossa essa mulher se masturba nossa mulher tem desejo nossa mulher não quer relação monogâmica já transou com mulher nossa hoje tem um pouco de pavor eu me lembro de um outro casal foi tão interessante que ele chegou eles Chegaram no consultório ela
me olhando assim como a cara sem de tipo socorro me tira daqui é o que vocês vieram fazer como é que eu posso ajudar e ele falou eu vim aqui porque eu quero que ela tem orgasmo com penetração da ela já me olhou com aquela ou aquele olhar assim sabe do tipo ai meu deus que sabe que esse cara eu fui e tal e aí fui perguntando ela falou olha eu tenho orgasmos temos a estimulação clitoriana estou feliz da vida Mas isso é um problema para ele enfim e ela tinha orgasmo durante a relação sexual
tinha orgasmo com estimulação clitoriana né e aí é e beleza estava bem feliz tal e aí mas ela falou não mas eu quero tentar era também um desejo dela enfim e a gente tem uma técnica de uma manobra da ponte que você que a mulher se estimula né ali ela vai estimulando rola uma penetração ea mulher continua estimulando o próprio clitóris e quando Ela está sentindo aquela fase pré orgasmo ela para de estimular pra ver se só penetração disparo e depois eles vendas semana seguinte eles com uma cara super horroroso e eu fui mas que
como é que foi que aconteceu foi não foi assim eu comecei a me estimular daí ele tirava minha mão e ele mesmo queria me estimular eu tirava a mão dele porque ele põe muita pressão dele estava obrigando assim ali naquela penetração Porque ela queria se estimular e isso também é uma coisa que eu falo muito para os nomes amigo olha só fazer três coisas ao mesmo tempo é difícil você tá ali penetrando daí você tá tá gostosinho beleza gostosinho aí você ainda aí você tem que né aí você vai lá e controla ejaculação e ainda
você está colocando a mão no território da da moça ela não dá homem não sabe fazer outras coisas é difícil as coisas ao mesmo tempo e Anatomicamente também é complicado às vezes dá conta de tanta coisa não é que ele não é ab é que às vezes dependendo da posição esse tipo de de movimentação pode doer pode ser com muita pressão pode ser de um jeito que a mulher não está acomodada porque a própria mulher não pode se estimular é eu acho que tem uma coisa de uma hora de rever essa escala de prioridade é
porque a penetração é tão prioritária costumo dizer que uma vez Que a gente descobre os nossos outros potenciais heróis e tudo mais penetração é quase ato de compaixão com parceiros tipo jogos e já tive muito prazer do mais aí se os homens caírem nessa real que dá pra fazer muita coisa antes de pensar em penetrar em forma de agora de relações heterossexuais que acho que onde é mais problemático essa questão as mulheres que se relacionou com mulheres já tenso muito mais bem resolvido esse lugar do prazer todo mundo merece gozar Né mas entre homens e
mulheres eu acho que essa ânsia da penetração atrapalha muito se o homem se dedicar um pouco mais havia a fazer essa mulher atingiu a mulher é muito ordaz tica então assim deixa usar algumas vezes porque daí coisa na penetração é fácil agora o cara já quer já tem essa pressão por gozar a isso acusar na penetração e ele sabe usar um zoom conjunto em simultâneo na iss gente é isso aí o Homem sempre se colocando o a função de dar prazer pra mulher é minha não vou dividir isso com ela porque vai que ele perde
toda a função que tem nem mais uma face do machismo landu com dos nossos corpos neles se achando responsáveis por saber mais do que a gente sobre a gente sexo terapia volta já o podcast do uol estão disponíveis em todas as plataformas você pode ver a lista desses programas Em uol.com ponto br barra podcast recebe salário faz transferência pagamento recarga de celular e até empréstimo tudo sem taxa vai de beck a sua conta graça do páis flash java web a sua conta em três minutos gente vamos ver o nosso segundo caso também excelente hora lá
manda casos a segunda história é da mariana 28 anos engenheiro de são paulo solteira tem uma vida sexual ativa inclusive gosto bastante de sexo e faz Com freqüência não tem nenhum problema em fazer sexo casual e nenhum tipo de tabu em relação à masturbação mas eu simplesmente não sinto desejo a ponto de me masturbar quando eu estou sozinha sem um contexto sem alguém sei lá prefiro ver netflix e por barcos meus amigos ou fazer qualquer outra coisa no meu tempo livre eu preciso de um estímulo para pensar em sexo e esse estímulo vem do parceiro
com quem estou já conversei com os meus amigos sobre Isso e confesso que eu acho meio estranho que se masturbam não consigo entender de onde vem tanta vontade enfim talvez seja um tabu meu mesmo será que eu não me masturbo o que eu não sou a fim ou será que tem alguma coisa mais complexa por trás então eu penso em algumas possibilidades então a gente pode pensar nessa coisa dela fazer uma ligação direta do prazer com a relação com o parceiro então isso só ter significado porque tem a ver com Um parceiro né pode ser
mas também pode ser que ela seja dessas mulheres cuja as terminações nervosas estejam mais vinculadas no canal da vagina e portanto a masturbação não seja alguma coisa tão interessante e citável jacko já vi isso acontecer algumas vezes com algumas pacientes minhas inclusive que não tem tabu para se masturbar em não tem não acham um problema que citam inclusive assim que o estímulo vitoriano não é Aquilo mega para aquela mulher né é para ela a penetração funciona melhor como uma coisa de excitação sem contar também que tem a ver com o meu meu o meu erotismo
é como é que eu entendo o estímulo pra mim então talvez essa não sei se ela tem mais dificuldade de acessar a fantasia sexual por exemplo pode ser que ela não veja ela tenha mais pode ser uma pessoa muito prática nessas mulheres muito práticas às vezes não conseguem a fantasiar então pode ser que O prazer dela tem outras coisas e o sistema nervoso autônomo dela seja que é aqui que é esse responsável por mandar as mensagens do corpo então batimento cardíaco neco é essa coisa de conhecimento dos genitais e tudo e todas as reações de
licitação pode ser que o sistema nervoso autônomo dela seja muito mais estimulado quando ela tem alguém e tudo bem também também não vejo problema eu acho que pode ser um problema quando essa mulher não se masturba por tabu Então ela não se dá o direito de descobrir um prazer agora se é alguma coisa que ela não vê tanta graça tá tudo bem merece ela vai um pouco de preguiça assim mariana que você tem para dizer para chegar aqui eu acho que para além das questões fisiológicas acho que ele quis entender o ser humano como um
ser cultural né a gente atravessar desde muito cedo pela moral pelas questões de do convívio em sociedade do que quer ser mulher na nossa sociedade né E desde muito sempre a gente está aprendendo que se a mulher não tem nada a ver com se autoestimular de prazer né que ter prazer é só lá entre quatro paredes junto com o homem dando então ainda que isso não apareça como tabu e faz parte de uma construção social é inevitável a gente não é ainda assim eu digo que a gente está influenciado pelo velho testamento independente se você
acredita não acredita em adão e eva essa história é Uma história que é pilar social dos papéis que quer ser homem que quer ser mulher então quando a gente pensa nesse lugar da gente cuidar do nosso corpo da gente cuidar do nosso prazer isso é muito recente que a gente tá entendendo que a gente pode então tem quase uma coisa no nosso dna cultural dizendo não a prioridade vai assistir netflix vai fazer outra coisa senão gosta mesmo Mas acho que assim a gente também gosta do que a gente aprende a gostar e daí a gente
conhece e reconhece a gente nunca aprendeu a gostar gente nunca conheceu sobre isso nunca foi uma prioridade e aí chego lá os meus 28 anos e vem me dizer que eu preciso me masturbar isso nunca foi pauta pra mim e agora todas as minhas amigas estão se descobrindo eu acho que assim cada ser humano cada mulher é atravessada de uma forma por essa cultura é isso depende Muito de questões familiares questões nacionais de convívio e tudo mais mas acho que é isso a gente a gente gosta do que a gente aprende a gostar e acho
que é isso em dúvida também tem um fator cultural mas aí a gente vamos um bê-á-bá a mariana talvez seja esse o caso nunca experimentou pelo que ela conta que ela nunca se masturbou né só zinho talvez nem pensei durante a relação sexual talvez ela nem saiba e que isso também Pode ser um auto estimulação corintiano mas aí foi como como ela faz para começar a perder essa preguiça de sair do sofá do netflix experimentar uma coisa nova eu adoro isso porque eu acho assim para essa mulher do curso para ginecologistas né pra falar sobre
sexualidade positiva como criar uma abordagem mais positiva para as mulheres que estão chegando e aí é é a questão não é falar para os recordistas pergunta se ela está se Masturbando porque é a gente não fala mulher não sabe se masturbar sempre se dá o caminho das drogas é da prática que eu digo que não é masturbação é práticas de sensibilização do corpo então antes de pensar na questão utilitária do prazer e do genital eu acho que a gente começar a instaurar rituais de auto cuidado né então a poder fechar a porta do banheiro tem
um banho em que você se conecta com todas as sensações com o toque no seu na tua Cabeça lavando com o cheiro do chão puchero do sabonete com a textura da água com o calor eu acho que a gente fazendo um ritual de despertar dos sentidos é muito legal pra gente e se é desaparecendo dessas questões morais nem entendendo o nosso corpo como um ser como um um organismo completo sistêmico é o genital é só uma manifestação na hora que eu consigo pensar né em alto estilo mostrando mais masturbação o toque Genital vira uma conseqüência
é tão verdade isso vou contar uma experiência pessoal uma vez eu estava num motel com meu marido e agente estava numa área do hotel que é uma banheira de hidromassagem que mas não era assim sobra é particular naquelas banheira jonas assim o pessoal tem sauna pessoa ficava espreguiçando ea gente estava dentro da banheira de biquíni normal não tava pegando nada nada nada era um Ambiente público não rodava rolando nenhum tipo de nepotismo mas eu estava relaxado e de repente o jato da banheira foi de encontro a minha genitália e ali eu senti uma coisa simples
de gente um jato eo tipo exato gente que coisa deliciosa e aí eu fui estava super relaxado gente eu tive um orgasmo silencioso que ninguém nem percebeu nem o meu marido e eu não tinha e eu não estava ligada ao erótico eu estava simplesmente comer anda falando Eu estava ali relaxando comigo no meu corpo e de repente wii nossa que gosto e aliou minha filha aliás vou falar o pessoal dos chuveirinhos e sabe o que é o já ator de drama e acho que tem tudo a ver com isso com essa permissão de você né
então do quanto que você está conectada mesmo sensorialmente mesmo né já tinha ontem uma norte americana chamada belle dombele do dotson que já na década de 60 ela dava o workshop de Masturbação nos estados unidos e para o horror da época né e ela até pouco tempo atrás da noite workshop para ensinar mesmo as mulheres entrarem em contato é com este momento de internalização gostou se o ataque você precisa querer fazer isso né eu acho que é eu acho que é um momento muito seu é mais a minha dúvida assim para quem não pré é
aí ela não não que nunca acha que não quer porque não conhece né então tem que ser uma coisa Racional do tipo se ela quiser bom mariana vem casa não está sabendo de nada vamos experimentar racionalmente tire 5 mil outros do seu dia para prestar atenção no seu corpo é por aí acho que é isso para se conectar com as suas acções para pegar um espelho é preciso genital para descobrir partes do seu corpo você nem conhecia antes acho que é um pouco isso né saído do Lugar de usar esse corpo só pra performar uma
relação para usar pra esse corpo para se deleitar neto para o sublime e acho que pegando um pouco do que ela estava contando né a gente tem um referencial de que a gente está gente só usa do erótico e isso às vezes joga contra a grande maioria das mulheres porque a gente vive numa sociedade que divide mulheres entre [ __ ] e santa assim ea [ __ ] é essa que sente prazer a santa é que vai pelo Caminho da dor né que ele precisa sofrer para ganhar o reino dos céus e tudo mais quando
o erotismo em geral a minha a minha nessa minha fantasia vai para o lugar de imaginar que eu sou uma [ __ ] não é porque eu só me autoriza a gozar se eu vou pra fantasia eu me conecto completamente desse corpo que esse corpo é santo neste corpo que é ser aceito nesta sociedade como uma mulher digna então na minha fantasia eu posso usar com uma [ __ ] imaginando isso e aquilo Só que às vezes é muito muito difícil porque é ficam ranço né eu por muito tempo na minha vida até o estudo
da sexualidade tal meu único recurso de excitação era fantasia mas daí até tinham orgasmos mas depois ficava uma sanção tipo ai atravessada pelo moralismo também tipo ai um gostinho estranho e eu percebi como a gente está carente de aprender sobre as nossas sensações sobre as nossas emoções sobre o que quer e aonde está surgindo então Estou fazendo uma explosão no meu escritório sá onde está começando a surgir aquela tensão é na ponta do dedo do pé na cabeça olha tá vendo um arrepio aqui a gente conseguir não sair da experiência do corpo para a fantasia
esse é um desafio legal para se fazer porque às vezes a gente impede de se masturbar porque ela tem esse ranço de onde acontecer me leva então uma dica pra essa mulher que não tem é deixa fazer uma experiência um laboratório Sensorial um amigo deixa eu ver o que eu sinto quando faço isso deixa viver o que eu vejo a hora que eu ponho um espelho aqui no meu anos deixa eu ver o que acontece' seu né é é cheiro alguma coisa e faço um gemido a gente também não escuta a nova janela então aproveitar
para fazer do nosso corpo que é um génio sensorial um laboratório eu acho que essa é uma forma de não ir pra praia o erotismo que às vezes vai pra essa pressa moral é eu Acho que a masturbação ela tem isso também é a gente a gente não tem a mesma coisa que os homens por exemplo detêm genital para fora com banheiro exposto nem que os meninos aprendem sobre a sexualidade olhando pro pênis do outro fazem masturbação coletiva ver quem já acumula mais longe as mulheres não banheiro nosso é fechado você não fica olhando a
viúva das suas amigas nem isso o próprio nem a sua própria - ainda não é e aí então essa Por exemplo essa troca de experiência sobre a masturbação ela é quase nula né a gente não sei embora as mulheres fazem mais de sexualidade que os homens na mesa do bar essas técnicas de masturbação por exemplo quanto que eu consigo retardar mais meu orgasmo como é que é o ritmo porque você tem técnicas para se masturbar também assim você pode fazer é o que movimenta o que pra você mais gostoso o quanto que eu Consigo prolongar
ou não prolongar a gente não dividir isso e nesse sentido já vou já vou dar o espólio da dica tem o site oh my god é maravilhoso que é maravilhoso que eles colocam lá tem vários vídeos mostrando práticas e técnicas diferentes de mulheres nerd um vídeo de uma mulher não é um site noticioso aliais tutoriais olha eu fui a mulher vai falar olha eu faço assim os dois dedos passou assim é muito incrível é muito incrível né gente precisa disso Ana eu fico com uma dúvida que a gente falando sobre o órgão é masculino que
é mais exposto ea e das meninas que que enfim que a gente se não procurava não vai ver nunca é é fico pensando na infância é que a gente também tem essa sempre a ideia de que é um menino se masturba mesmo sem o erotismo mais fisicamente ele estimula e tem as direções noturnas e tal mas as meninas também total e é tão engraçado que quando as minhas amigas Me ligou falando aí ana você não sabe a fulana assim tá lá se esfregando no sofá ou descobriu clitóris na área adeus à amiga que maravilhoso para
neutra eu só fico cara foi um dia de comemoração da amiga não vai sacanear menina e aí como começa eu tenho duas meninas o que a gente faz qual é o que tipo o que a gente faz pra naum eh eh não reprimir reprimir essas meninas e e dali um limite dada a privacidade enfim dodô eu sempre vou dar medo de perguntar Né esse tá coçando porque às vezes aquilo que essa você está interpretando você mãe está interpretando como uma masturbação não alterou o otimismo além dessa menina às vezes não as pode ser uma coceira
mesmo né mas a gente meio que sabe qual é a diferença mas enfim é eu acho que tem que dizer olha é tão gostoso legal e seu encontro com o seu corpo mas isso a gente costuma fazer em um ambiente de intimidade então no seu quarto no Banheiro nesta é uma prática sua o seu corpo não tem problema nenhum e as crianças entendem o que vai acontecer que crianças pequenas você tem que repetir isso algumas vezes a mesma coisa que a gente faz com os meninos que têm uma época que ele se apaixonou pelo pênis
e ficou segurando apenas o tempo inter tá tudo bem se eu pintei lindo maravilhoso beleza mas olha percebe que tem uma questão social aqui que as pessoas não ficam segurando o pênis é Uma questão social então tem que dar uma controlada então é só você falar e você vai ter que falar uma vez duas vezes com carinho sabe com candura você pode aproveitar depois que você fala que a menina está entendendo você fala também sobre prevenção de abuso olha ninguém tem que tocar nos seus genitais ele só seu se tocarem você tem que dizer que
não pode porque é da sua intimidade à sua privacidade As crianças vão entender tranquilamente fiquem tranquilos de seus chegamos eu gosto de pensar isso é quando a gente fala com crianças de associar esse prazer né do hospital do território da glande tal como outras necessidades fisiológicas então você faz xixi sozinho no banheiro se faz com uma agulha de chi chi chi chi a gente que se desconecta na vida adulta desses prazeres escatológicas é uma delícia fazer cocô é uma delícia esses rituais da Intimidade e da privacidade então o tôca o território é uma coisa que
não existe fazer cocô tomar banho é algo só teu que é prazeroso que é normal mas eu não faz com mais ninguém junto é viva e viva descoberta do vitória viva eu vou pegar o gancho para contar a terceira história de hoje e último infelizmente que é a história da rita 70 anos aposentada do rio de janeiro manda caso eu tive uma juventude muito reprimida sexo era tema proibido em casa Eu acabei me casando muito cedo aos 20 anos com meu primeiro namorado perdi minha virgindade depois do casamento e honestamente o sexo não era lá
essas coisas eu nunca tive orgasmo durante o sexo mas também não me incomodava muito depois de ter filhos o sexo que já era pouco sem graça praticamente desapareceu eu também deixei essa parte da minha vida de lado por 30 anos me divorciei aos 50 anos ea partir daí foi uma Segunda descoberta da vida dessa vez incluindo sexo por indicação das minhas amigas solteiras ou viúvas eu comprei um vibrador foi amor é o primeiro uso com o meu vibrador descobriu que era um orgasmo ea partir daí comecei a me masturbar com freqüência e me conhecer melhor
e isso melhorou inclusive a minha vida sexual com os parceiros quem diria que aos 70 anos eu estaria no meu auge sexual sexo a esperança sociedade gente que fofura Eu quero contar partilhar com vocês uma coisa eu há 20 anos eu dou aula para terceira idade que é uma atividade uma das minhas atividades profissionais e há 20 anos atrás eu já falava de sexualidade na maturidade e comecei a dar aulas na puc eu tinha 20 e poucos anos é uma pirralha foi acho que a faculdade cidade há três anos e eu comecei com o tema
da sexualidade e era um horror no começo tinha alunos que saíam da sala Hoje completamente diferente então hoje as mulheres na maturidade de hoje ela já são bem diferentes se permitem eu fui levei várias fazer excursão em sex shop mas muito divertido e teve uma vez que eu estava assistindo um filme que é maravilhoso inclusive que é o filme irina palm que é um filme de uma mulher é um filme em inglês é uma co produção belga é inglesa que é uma mulher que ela se trata para conseguir dinheiro pra a cirurgia do Neto ela
vira masturbador era de homens num mesmo um filme incrível ea gente estava discutindo a uma senhora e um focinho aí olha tenho muita vontade de comprar um vibrador de sua viúva mas eu não vou fazer isso e sabe porquê porque imaginava que eu morrer meu filho tirando as coisas da minha casa e descobrir que eu tinha um vibrador haja a decepção dele ele vai ficar feliz então veja é tem essa então é uma geração que traz todo este peso que a Mulher é não tem a sua autonomia que não pode demonstrar o desejo que não
tem interesse sexual então ainda a gente acha que mudou bastante né acho que as mulheres na terceira idade de edição como essa nossa ouvinte elas estão é elas discutem um a segunda o renascimento é tão legal e parte de uma geração que não pôde vivenciar a sexualidade no que a gente diria que é o auge da sexualidade mas que ainda pega um um momento rápido aí é de poder de Entender que isso é importante tentar e de uma geração que associava o orgasmo quando tinha apenas tração e por isso não tinha que não era bem
essa geração que achava que o prazer sexual feminino estava na penetração e boa parte dessas mulheres nunca teve orgasmo nunca foi estimulada e algumas tiveram a sorte de ter parceiros interessantes interessados e aí descobriram esse prazer né que é também muito comum a mulher descobriu o prazer da estimulação clitoriana a Partir do parceiro então não é que ela se descobriu de repente quando era criança ela até se esfregou mas essa coisa de eu tocar o meu clitóris para ter prazer muitas vezes vem da relação com o parceiro e aí foi nossa que é gostoso e
aí vai praticar na casa brasília a gente tem recebido cada vez mais mulheres de 60 70 anos e tal e aí queria compartilhar também uma história de uma senhora de 70 anos que chegou Muito nervosa lá chegou super curiosa para saber o que era tal terapia orgástica mas ela estava muito nervosa ela conversou comigo tem pra falar eu acho que não é pra mim não vou e tal free vai-vai isso aqui você define o limite até onde vai ou não vai então corta para duas horas depois ao fim da sessão com uma terapeuta e tal
saiu assim chorando emocionada e me abraçou muito forte assim aos prantos e foi obrigada por me deixar morrer sem viveis A r eu tô com dificuldade de dizer o que é isso mas me vem uma imagem assim de que hoje eu não briguei por mares dentro de mim que eu nem sabia que existiam há racha de março e ashley young mãe que a gente está falando de paula mostra tem mares aqui hoje eu acho que a gente pode essa gente isso a gente tem que dar muito muito valor porque existe uma correlação de uma consciência
biológica existe um feedback entre o que você sente nos genitais e todos os hormônios Gypsy substâncias produzidas por um orgasmo que vão te dar um humor diferente e há possibilidade até você de você entrar quando se tem orgasmos muito intensos que você está completamente absorvida pela excitação você você entra em transe mesmo não tem dor não tem nada você entra numa percepção sua de extrema criativa que se sai dali criativa confiante então assim a gente tem essa relação muito e pra isso você precisa tá super conectando né ea possibilidade da Masturbação e uma delas é
não me vou falar isso nana de na vagina uma biografia que essa possibilidade a gente ter orgasmos nos conecta com o sublime da vida isso não é só sobre uma descarga prazerosa não é sobre um ritual hedonista mas é sobre como que isso perpassa todas as esferas da minha vida e eu vejo muito isso nas mulheres que vão vivenciar as vezes pela primeira vez um orgasmo atp orgástica que elas falam com a gente Isso mudou minha vida radicalmente teve uma médica ginecologista que foi lá depois de dois filhos e tudo mais comum a sessão sei
que assim ela emagreceu 20 quilos depois de fazer cinco sessões abril a relação tá assim é outro a afluência prazer a lei exclui a jogar sujo eu gente que aconteceu com você uma transformação por que isso a sexualidade com no chão nessa iniciativa de trazer ela é só uma se fala de sexualidade porque seu elo perdido do prazer da Mulher é a gente aprendeu dentro dessa sociedade é capitalista que a gente só pode ter prazer ao consumi lá então isso que rais dizia que as mulheres que a gente se desconectou disso pra ser massa de
manobra é isso agora que reconecta com esse prazer de adaptar um corpo sensorial isso muda radicalmente em relação com a vida com todas as esferas né eu é pensando nisso né eu estava ali olhando essa coisa dos dos sinônimos que a gente tem quando a gente fala de Masturbação feminina e masculina você vê a diferença estava eu coletei aqui uns sinônimos então a gente tem masculino acender a vela alimentar os patos arregaçar o bozó bater uma [ __ ] 5 contra 1 descascar a banana justiça contra as próprias mãos bater uma bolinha tocar uma fazer
sozinho depenar o sabiá e de 67 feminino bateu uma siderúrgica dedilhar o violão ponto você conhece outra autoestimular igual ao de estimular é a coisa mais em neca então Veja que o próprio se você vai para a questão social né a masturbação feminina é ainda muito pouco explorar a carência de vocábulo carência de vocabulário eu achei legal que na suécia eles fizeram uma uma associação de educação sexual olha que país né gente vamos que país é o nosso né eles fizeram associação de educação sexual percebendo que a masturbação feminina ainda tinha um pouco de preconceito
eles fizeram uma campanha Pra encontrar outro outro a nominação para a masturbação feminina que não fosse essas poucas nomeações que nós temos eles receberam 200 sugestões e chegaram a este e que agora quer ver sueco em letra aí ferrou né gente igreja é o espanhol em letra que seria a fusão de clitóris com glitter o olha aí ela mas olha que eles acionam gente é uma questão do de estado a má situação feminina virou questão de Estado de saúde eu costumo dizer que a minha principal dificuldade de nomear as coisas que eu faço de de
comunicar de compartilhar é a carência da linguagem a gente não tem nomes legais que que furem as barreiras porque olha que eu falo masturbação orgasmo gozar o ouvido da grande maioria das mulheres já fechou tipo no mundo não é pra mim então um incrível essa história que ana tais como é que a gente começa a criar palavras novas para poder falar sobre esse Direito que é agente desfrutar de um corpo mente e é possível fazer isso então em qualquer idade quer dizer fisiologicamente a mulher pode sentir orgasmo em todas as épocas da vida acho que
o orgasmo aaa a reação fisiológica de um orgasmo acontece quando a gente já amadureceu em vários aspectos neurológicos nem a criança sente prazer mas ela não necessariamente têm essa descarga porque isso prevê um amadurecimento do neocórtex mas acho que A partir de dados da essência tudo mais de começa poder acessar isso e isso é bom isso a qantas em presentes inclusive em relação os homens inclusive a rede neural que a gente tem é bem ramificada e que vai subir para o cérebro tudo nota a nossa é muito mais complexa porque envolve outros órgãos do corpo
né como canal vaginal colo do útero ea dos homens é muito mais focado na glande do pênis então por isso também que eles embora é porque eles não ativam também Outras sensações mas por isso que eles são tão penetração também eles vão muito diretamente a nossa é muito mais amplificado então a chance que a gente tem de descobrir centros de prazer nos nossos genitais internos e externos é muito grande mas é muito interessante como o feminine o feminismo reposicionou é redefiniu né o prazer o orgasmo feminino como uma coisa de poder totalmente totalmente e tem
uma resposta fisiológica pra isso mesmo enquanto que A gente se sente mais criativa quanto a gente fica feliz né tem aquela aquele banho de dopamina no corpo piores e tem gente né enfim autônomos que a luta do feminismo é uma luta por eqüidade e acho que quando a gente percebe que a gente tem um aparato uma disponibilidade pra sentir ea gente pode nem passar paz tipo é direito eu vou desfrutar né então maravilhoso que a gente já esteja chegando nesse momento que a gente possa falar mais abertamente Sobre esses temas todos muito bem lima ana
o que a gente pode aprender com tudo isso que a nossa o nosso genitais interno e externo são muito maravilhosos né nos fornece não só a capacidade de nos dá prazer mas a gente entrar em contato com a gente e guardando memórias muito positivas sobre a nossa resposta e estar no mundo né a vagina tem uma ligação direta com o cérebro então é não é que Nós somos a gente precisa linkar corpo e mente na mesma pessoa nós não somos separados né e encontrar o prazer na masturbação é eu acho que também uma forma de
auto conhecimento que nos em poderá então eu acho que a gente precisa combater essa idéia de que a mulher é não pode se masturbar ou ela não tem desejo acho que as mulheres têm que estar livre para encontrar esse tipo de satisfação se quiserem no próprio corpo foi bom pra você dicas pv sobre sexo Ainda melhor mariana com essa dica para deixar o sexo cada vez melhor acho que investir em sexualidade que acho que é investir no capítulo não é cuidar da gente cuidar do nosso corpo nosso desejo nosso prazer e aí não tem como
não falar da minha iniciativa prazer ela a gente oferece terapia orgástica que é um super uma super possibilidade de a gente mergulhar nesses mares orgástico um ambiente Seguro em que a gente precisa se preocupar com nada então terá que largar a faca ea gente está tendo um disponibiliza um outro serviço que eu acho sensacional que é a aula de alta estimulação porque isso é como é que faço onde o toco onde está o meu clitóris onde é o nono ponto g como é que eu faço é uma terapeuta sexual ele explicando a faz assim toca
aqui traz livro de anatomia faz a relação da venda do corpo prático Com o corpo teórico então pra quem está com muita dificuldade de saber como iniciar essa prática é procurar trazer ela foi muito bem eu super índico e você não tenho várias indicações várias então eu já falei é do mag é um site neowin o mg e sp pontocom é que eu acho que é muito legal já falamos aqui da vagina da não me wolf né base numa autobiografia que é um livro interessantíssimo acho muito importante Falamos é eu queria também fala de um
filme que é o filme histeria que é muito legal que fala sobre é esse momento é da sociedade que as mulheres eram entendidas quando a mulher tinha um desejo e elas ficavam cenas entendido mil como informou a nhk os como histéricas e um jeito de curar é ser o jeito bom de curar não era o fel vapor ferro ferro a carvão que era masturbar as mulheres então os médicos às vezes mas a chuva pode carregar tensão e aí Conta um pouco dessa dessa descoberta do vibrador é um filme incrível também que eu acho que vale
a pena a gente conhecer assistir conhecer um pouco mais sobre essa história inclusive a criação do vibrador foi justamente para essas práticas né de de descarregar atenção uma questão médica mesmo depois que foi é difundida para outros outras funções exatamente eu também queria indicar um documentário um documentário francês que chama arte do prazer feminino foi Veiculado na gnt deve estar disponível ainda em fim de set a mente no youtube e que é super super legal porque é fala sobre o prazer feminino do ponto de vista super feminista que tem tudo a ver com isso que
a gente comentou aqui inclusive citando várias das coisas que vocês duas citaram é que mostra que coloca o orgasmo ea masturbação é feminina como realmente uma fonte de vida né de energia de enfim essa de alegria de felicidade né é mudou muito Pra mim depois que eu assisti esse documentário mudou muito a visão que eu tinha sobre a masturbação feminina e conhecessem conheci hoje antes de vir para esse podcast um documentário me toque francês que chama o clitóris é le cri torre que ganhou é conquistou já vários prémios ao redor do mundo pelo que eu
estava vendo incluindo de melhor documentário no chicago feminist film festival que é uma animação super lúdica e bonitinha assim fim nada erótica mas Que mostra que descreve o clitóris a história do clitóris é algo muito legal que é muito legal assim enfim a gente nem falou sobre ele aqui direito né mas que ninguém pouca gente sabe que é um órgão enorme de 10 centímetros totalmente enervado determinações que enfim será o dobro triplo das subidas das terminações nervosas de uma grande por exemplo que a gente só vê é o capuz do criatório vezes ela parece muito
legal abril que lhe torna desnecessária Essa animação é uma figura é uma uma figura assim cumprir dinho com duas partes e vai percorrer vai mostrando enfim como ele já foi subjugado oponham herói da história inteira atrás dele é muito lúdico é incrível muito legal o diretório em [ __ ] deic torre é isso aí tudo bem olha adorei a conversa de hoje eu também mariana muito obrigada pela famosa e foi duplamente prazer foi legal e vocês que estão aí continuem Acompanhando o sexo terapia cada semana um novo episódio é isso aí obrigada nutrigás amiga próxima
beijo sigam diversa ou nas redes sociais e compartilhe com a gente a sua história quem sabe o seu dilema não é o próximo a ser tratado por aqui você pode ouvir este e outros podcasts do uol eo ao ponto com ponto br barra podcast sexo terapia tem apresentação de ana karla rosa e marina bessa a reportagem de fernanda colavitti edição de áudio de Jeferson barbosa e coordenação de juliana carpanez [Música]