Eu recebo hoje no Como você fez isso eles que são fundadores da Anjo Business e Eterno Club, criadores do movimento Estética Rica e Referência Nacional, esse casal é fera, em crescimento para clínicas de estética. Juntos já impactaram mais de 7.000 profissionais. O episódio tá maravilhoso, conduzindo negócios a novos patamares de posicionamento, lucro e mentalidade empresarial. Eles tm uma frase Maravilhosa que é muito provocadora. Vender caro é mais fácil. Quer entender? Eu recebo Everton e Bruna Pierre. [música] Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um Rico. Como você fez isso? Eu te explico isso porque
hoje o como é como vender mais caro. É, nós vamos mexer ponteiro hoje e vender mais caro significa você ter mais lucratividade naquilo que você vende. Obviamente entregando valor pro teu Cliente, fazendo a diferença na vida que das pessoas que estão conectadas com você. Então, logo de cara, vocês viram no trailer, eu estou com um casal que eu gosto muito, eu sou admirador do trabalho dos dois porque eles sabem muito do que que vão trazer aqui. Então, primeiro eu tenho uma plateia maravilhosa. Eu queria palmas pro e pra Bruna. Palmas para os dois. [aplausos] >>
Muito obrigado, cara. Que honra estar aqui. >> Primeiro, casal, acho muito legal os dois estarem aqui, porque vocês fazem um ping-pong muito bacana. Eu já quero começar com isso. Você, vocês têm uma frase muito contrainttuitiva. >> Uhum. >> Sim. >> Que é vender caro é mais fácil do que vender barato? >> Sim. >> Na cabeça de quem tá ouvindo agora, as Pessoas devem estar pulando assim. Como assim, cara? >> Como é mais fácil? >> Como esse casal todo bonitinho [risadas] tá falando que vender mais caro é melhor do que vender barato. É mais fácil do
que vender barato. >> Uhum. Só que antes de eu entrar nesse como, ah, eu queria uma rápida e introdução de como isso nasceu, >> tá? >> Tá. Como isso nasceu >> dentro da história de vocês, >> tá? Eh, a gente a gente já vendeu barato, a gente já usou essa droga um dia, sabe? Assim, a gente já consumiu isso, então a gente agora tá livre, a gente espalha a palavra de como é se libertar isso. Muito bom. >> Exato. >> A gente vem, eu venho, né? Já fui executivo comercial, já treinei times e na minha
carreira, na minha trajetória, Eu sempre vendi coisas de baratos a médio, assim, então eu já vendi bolo de pote na rua, colchão, já vendi Herbalife, já vendi eh remédio, então já fui balconista de farmácia. Então os tickets médios eram sempre muito baixos, vamos dizer assim, porque você pega um colchão, o colchão é 5, 6.000. Para algumas pessoas isso já é muito caro, né? Mas pegava o bolo de pote R$ 5. Então já transitei nesses itens ali. >> E conforme a gente foi, a gente se Conheceu, a gente se casou, eu trabalhava já dando ali algumas
consultorias para clínicas de estética, eu vendia super barato. Eu tinha um serviço que era R$ 350 por mês na época. >> Sim. Por mês. >> E eu entregava muito, cara. minhas clientes tinham muito resultado e eu percebia que não importasse o quanto eu entregava, elas continuavam querendo entrega mais. >> Uhum. >> E eu achava aquilo esquisito. E de um lado eu tinha essas que queriam mais e tinham muito resultado e cresciam, mas sempre queriam mais. E do outro eu tinha algumas clientes que não aplicavam nada. Porque R$ 350 por mês não quebra. Você quebra? >>
Não. >> Se não te quebra então é tipo aquele livro que você compra e não lê. Agora você pagaria, sei lá, 50.000 em algo para não fazer >> aí? Não, é o dinheiro do compromisso. >> Se você comprasse um livro de 50.000, você deixaria de lêlo linha por linha? >> Não, já é o dinheiro do compromisso. >> Exatamente. Então a gente, eu, eu vendi muito barato, muito tempo e ao longo do tempo a gente foi entendendo que um o compromisso das pessoas muda à medida que o preço muda. Então, a primeira coisa que a gente
fez quando a gente começou a subir preço foi defender a pessoa executar. foi pro bem dela. Foi pro bem dela, porque a gente entregava algo que dava muito resultado, mas as pessoas não executavam às vezes aquilo que a gente entregava, >> não valorizavam. >> E aí a gente começou a entender, pô, o adulto se compromete com o tamanho do Pix que ele faz. >> Muito bom. [risadas] A gente começou a entender isso por eu sou casado, eu amo a minha esposa, eu adoro estar com ela todo dia, de Preferência eu dou um xavecada nela, eu
mantenho isso aceso e toda vez que eu vou trabalhar eu fico longe dela. E isso me dói, me é ruim para mim ficar longe da minha esposa. Eu gosto de estar com ela. Você é casado com a Fabi, você adora também, você sabe como que é. Uhum. Então eu comecei a entender que toda vez que eu fico longe da minha esposa, eu também tô deixando de ganhar algo. Então, já que eu vou trabalhar para e Vou ficar longe dela, eu preciso também tirar uma boa recompensa disso. Então eu falei: "Pô, não dá para eu ficar
cobrando barato, porque toda vez que eu trabalho, eu fico longe da minha esposa, eu tô trocando tempo de vida com ela que não volta. Então, pensa, toda vez que a gente perde alguém, a gente sente que deveria ter vivido mais com essa pessoa, né?" Exato. >> Mas toda vez que a gente tá vivendo, a gente não percebe que poderia estar Vivendo mais com ela. E aumentar preço é isso, cara. É você ganhar tempo para viver com quem você ama também. >> Bruna, você acredita que quem vende serviço, ele é ele é mais ele erra com
mais frequência? Porque quando você vende serviço, você vende a si ou ao seu time. >> Uhum. >> Você não vende nada e físico, né? Tangível. >> Fí. E a maioria das pessoas têm Dificuldade de vender assim, né? >> Tem a crença no demérito, >> acredito que não são tão boas assim, né? Tem um pouco da síndrome do viralata. Maioria das pessoas tem um pouco, tem a supervalorização do outro e a depreciação de si. Você acredita que quem vende serviço eles caem mais nessa nessa armadilha de vender barato demais? >> Com certeza. Primeiro porque a precificação
de quem vende serviço, ela É baseada no concorrente, não no que ele faz e não no que ele entrega necessariamente. Então, a o a pessoa que vende serviço, ela vai buscar precificar o seu trabalho onde ela liga, ela vê o que o outro tá cobrando e passa a cobrar igual. >> Justamente que os caras faz errado também. >> Exato. Só que o mercado no geral é, a gente costuma dizer, né, que tudo que maioria faz é para onde você não deve Ir. Então, se a maioria tende a cobrar barato e e precificar de uma forma,
é como eu não devo fazer justamente. Então, esse é o primeiro ponto. Segundo ponto é que a maioria das pessoas não têm consciência real do que o serviço que ela presta faz na vida do outro. >> Uhum. >> Exemplo, ã, uma dona de clínica de estética, que é um pouco do nosso mundo, o trabalho que uma profissional da estética faz, seja facial ou corporal, Tem o poder de ressignificar uma autoimagem. tem o poder de curar feridas emocionais, de bullyings de infância, de coisas que aconteceram ao longo da vida, que fizeram com que aquela pessoa na
vida adulta colhesse, eh, por exemplo, baixa confiança, autoestima baixa, relacionamento abusivo. E ao fazer um um tratamento estético, ao passar por um serviço com uma profissional que parece esse serviço e se ela faz muito bem, ela ressignifica toda essa história. >> Uhum. Ela muda completamente a forma como aquele ser humano se enxerga. E por mudar a forma como aquele ser humano se enxerga visualmente, principalmente internamente, muda o tipo de relacionamento que aquela pessoa tem com ela e com os outros, o tipo de trabalho que ela aceita, remuneração, se ela passa inclusive a cobrar mais caro
também. Então eu acredito que tomar consciência real do efeito que o seu trabalho tem na vida do outro te faz Valorizar o seu trabalho ainda mais e precificar corretamente, que no caso seria cobrar mais caro. Só que a maioria dos profissionais, os prestadores de serviço no geral, eles tendem a precificar com base no curso que fizeram, na faculdade que fizeram, no que o outro tá fazendo. E ainda assim essa conta não é não é exata e real. Por quê? Se a gente fosse, por exemplo, perguntar para esses profissionais o quanto você já investiu na tua
carreira Agora. Vamos lá, junta a faculdade, pós-graduação, MBA, cursos livres e todas as coisas que você fez para saber dar o resultado que você dá com o teu serviço. Essa pessoa vai falar: "Investir 200, 300, 500, 1 milhão, 15 milhão e aí vai, né? Às vezes ela tem uma estrutura física, uma clínica, um consultório, um escritório e aí entra um custo ainda maior, ela fala: "Não, investi para caramba". Maravilha. Quanto você tem na conta agora? >> Hum, >> essa pergunta ela costuma quebrar, >> causar uma leve depressão. >> Causar uma leve depressão, quebrar a maioria
das pessoas. Por quê? Elas topam investir muito para aprender a fazer o que elas fazem, mas na hora de cobrar o que vale ou de ter o retorno sobre esse investimento que fizeram ao longo da vida, que é ali através do do serviço, elas não têm. E aí elas entram num looping onde continua investindo muito, Mas isso nunca retorna na mesma medida ou além da medida, porque eh você não acredita nisso. Você você investe num negócio para ele te retornar ao que você investiu além do que ele investiu. >> Uhum. Total. Você compra uma casa,
sei lá, de 2 milhões para ela valer 200 daqui 5 anos? >> Não, todo mundo. Obviamente a discussão de quando a gente tr vender mais caro, obviamente tudo é preço e valor. >> Uhum. >> Né? Preço é o que o cliente paga, valor é o que ele recebe. >> Exato. >> Vender mais caro, todo mundo quer. Todo mundo quer vender mais valor do que leve observação. >> Pode valor é o que ele sente. >> É verdade. >> Porque, por exemplo, eu lembro >> que às vezes ele ele recebe, mas não percebe, né? >> Então, às
vezes >> muito bom, muito bom. É uma briga, cara. Porque assim, ó, as pessoas falam: "Pô, como que as pessoas vão perceber o meu serviço?" Então, não é sozinha. E você tem que entender que é baseado no que ela sente e não no que você entrega. E aí é onde eu explico vendas de um jeito simples para vender caro, né? Então, primeira coisa, né? Toda decisão de venda é emocional. >> Uhum. >> Né? Você vai vender ali pro cliente, Principalmente algo muito caro ou algo caro, entenda que essa pessoa não vai comprar lógica. Por exemplo,
um um relógio caro, igual a gente costuma usar, você não paga para ver hora, que é a lógica de um relógio, não é? >> Você paga por quê? >> É, você tá marcando ali uma uma conquista, é uma medalha, um troféu, tem um significado. >> Exato. Sempre >> uma joia. Ex. Existe uma justificativa Não lógica para isso, né? Que é o que eu falo que são os ralocas. >> Ex. >> Raloca é uma razão lógica para comprar agora. E quando alguém vai vender, as pessoas tendem a vender baseado na lógica do produto. Ó, meu produto
é bom por isso, isso, isso. Ele tem isso, isso e isso. Só que a cabeça do cliente não funciona assim para comprar. >> Ele não quer saber muito bem o que é. Por exemplo, eh, a gente não tem a Tendência de saber qual é o tecido, quantos fios tem no tecido da roupa que a gente comprou. >> É verdade. >> A gente não tem a tendência de saber qual é exatamente o mecanismo por trás das tecnologias que a gente compra. a gente compra por algum motivo, mas não é o porquê é lógico aquilo, que aí
é o que eu chamo de rec, que são as razões emocionais para comprar agora. >> Muito bom. Fala de novo. Reca, >> tipo, reca. >> Ra, razões emocionais para comprar agora. >> Uhum. >> Raloca, que são as razões lógicas para comprar agora. >> Raloca >> e o radoveca. >> Ah, é verdade. >> Razões dominantes para evitar a compra. Sabe por quê? Porque vocês as pessoas Decoram quando >> decora. É, eu sempre falo assim, canta musiquinha, vai. Reca, raloca, radoveca. Reca, raloca e radoveca. >> Radoveca. É >> isso, >> cara. Eu nunca 20 [risadas] anos na
rua. Eu nunca tinha visto isso. Outro lado da rua. >> Muito bom. Radoveca, >> que são as razões dominantes para evitar a compra. >> Razões dominantes para evitar a compra. O cara tem que saber o rec, o raloco e o radoveca. Se ele dominar isso, ele vende mais, >> tá? Ele vende mais caro fácil. Porque pensa assim, ó. Quando alguém vai vender e a gente se depara com essa objeção de vender caro, a primeira coisa que a pessoa me fala é: "Ah, mas não é mais fácil". E eu falo: "Olha, a decisão de comprar caro,
ela é mais óbvia. Sempre faço exercício. Pensa Comigo, eu tenho duas coisas das minhas mãos. Uma custa R$ 500, a outra custa 5.000. Eu vou te dar uma delas. Qual você escolhe? >> Qual você escolhe? >> Que que você acha? Você não me [risadas] conhece. Uma chance. >> Você gosta de coisa boa, né? >> É lógico. >> Então é de 5.000. >> Sim. precisei te convencer que é melhor, não >> precisei te dar algum elemento de característica de produto, precisei fazer brand, precisei colocar tráfego pago em cima do produto? >> Não. Então, percebe que naturalmente
a gente escolhe o mais caro. >> É, eu sou o cara que eu gosto de fazer bom negócio, mas a precificação me induz a falar assim: "Cara, esse é o melhor, deixa entender melhor. >> Por que que esse custa mais caro?" É, eu quero entender >> isso que então já tá já tá meio que implícito na nossa cabeça essa curiosidade que o mais caro é mais interessante. E aí uma das coisas que eu sempre falo é eu coloco as minhas clientes sempre como a mais cara da região, porque quando ela é mais cara ela já
não precisa explicar que ela é melhor. >> Muito bom. Muito bom. >> Então já é um é um lance assim consciência coletiva. >> É. E aí às vezes as pessoas falam: "Pô, mas o meu produto ele é 10 centavos mais barato, aí não faz esse efeito". Então você precisa criar uma certa distância, porque se não tiver essa grande diferença aqui, 5 para 500, vai gerar aquela coisa de ah, é tudo meio parecido, vou pegar igual. >> Uhum. >> Agora, quando é muito mais caro, fica óbvio. A decisão é, por exemplo, você ir no cinema e
comprar pipoca. Você não Para lá e fala assim: "Ah, se eu comprar no mercado a pipoca, sai R$ 8 o saquinho, eu faço 10 balde desse?" Não, você olha mais cara normalmente, não é? >> Uhum. >> E fala: "Compensa, >> a diferença é pouca, né?" >> É. >> Aí você fala: "Putz, é pouca diferença." Então, a o preço aqui ele começa a ser um fator decisivo quando você vai vender Mais caro, quando ele é muito mais caro. Ele fica mais fácil de vender quando ele é muito mais caro. >> Contitivo de novo, né? Exato. Então
você por qu você descredibiliza o mais barato, >> você coloca ele em cheque, você coloca ele em dúvida >> e aí isso é muito bom porque você não precisa mais explicar um monte de coisa, sabe? Aquela aquela tem aquela tonelada de energia que a gente gasta em Marketing para mostrar que o nosso produto é muito bom. >> Quando eu sou muito mais caro, eu já não preciso gastar tanto issum >> porque já subentende. Eu já me coloco numa prateleira legal. Uhum. >> Captou? >> Uhum. E aí, beleza? Aí as pessoas falam assim para mim: "Pô,
mas aí as pessoas não têm dinheiro para pagar, né? As pessoas não têm dinheiro." Eu falo: "Olha, você já foi num shopping assim Final de semana para você olhar a vida real? É, tá meio lotado, não tá? As pessoas não estão gastando muito, tão?" Então, mas pensa comigo aqui. As pessoas precisam de dinheiro para comprar, né? >> Uhum. >> Tá. Você conhece gente que comprou casa e não tinha dinheiro? >> Uhum. >> Você conhece gente que comprou carro e não tinha dinheiro? >> Uhum. >> Pergunta. As pessoas precisam realmente de dinheiro para comprar. >> Não.
Quantas vezes que eu já vi o cara colocando o pitbull atrás, os boletão para motivar ele e vamos embora. >> Ele precisa do recto, ou seja, se ele tiver a razão emocional certa para comprar, ele compra. E aí, óbvio, eu não vou ficar vendendo para prejudicar as pessoas. Venda, venda boa é aquela que você vende pro teu perfil de cliente ideal que precisa do teu Produto e você entrega com excelência. Mas existe gente que vende produto ruim assim. Uhum. >> Então, vender é possível, mas, cara, é muito mais fácil quando é caro. Quer ver? Ó,
outro ponto interessante, eu sempre sempre pergunto pras minhas clientes, né? Fala assim: "Viu, eh, das 10 últimas compras que você fez, quantas delas foram a mais bar as mais baratas?" >> Muito boa pergunta, hein? Você já coloca a pessoa para pensarens >> que ela já ela já está jogando esse jogo, só tá inconsciente para ela. >> Aí que tá na hora de comprar, ela não leva em consideração que ela compra mais caro, porque ela compra, mas na hora de vender, ela acha que é o preço que impede ela de vender. >> Muito bom, Everton. Pergunta
realmente é >> muito bom. >> E aí ela fica assim, não, mas é mais difícil. E ela fica baixando o preço para vender. >> Como é que é quando elas respondem o quê? Não, elas elas travam, elas ficam assim, ah, não, dá aquele sorizinho, né? >> É real, porque maior parte das pessoas preço não é o critério principal de decisão. Eu concordo que se você utilizar o preço do jeito certo, ele interfere muito na decisão, mas ele não é o principal. Quer ver só? >> É, manda. >> Tem coisas que você já olhou assim, sei
Lá, por R$ 100 deixou de comprar. Por exemplo, a coisa custava R$ 100. Se eu olha falar: "Acho que não vou comprar." >> Já era barato, comprou. >> Já deixei comprar coisa de 100 por R$ 100. >> É, então era barato, tinha dinheiro, deixou de comprar por quê? >> Ah, não sei se vale a pena. Acho que >> é >> irrelevante. >> Não tinha o rec. >> Verdade. >> Agora quer ver um rec. Se se sua esposa quisesse aquilo, >> [ __ ] [risadas] Aí você usou o mal recorde, >> entendeu? Então eu tenho que
entender quando eu vou vender caro, >> eu falo que vender bem é perguntar bem e que vender caro é perguntar melhor ainda. Eu preciso saber qual é o rec daquela pessoa. A maior parte das Pessoas quando elas vão vender, elas não sabem qual é a razão emocional que faz o cliente comprar aquilo. E aí por isso, ela tem dificuldade de vender. Aí ela acha que é preço o problema, mas não é. Porque principalmente se você tem um serviço muito bom, por exemplo, o empreendedor brasileiro, ele é a característica do brasileiro é criar coisas muito boas
e colocar muita energia em produto. >> Uhum. >> Né? Tanto que a maior parte das pessoas tentam resolver venda melhorando produto, não é assim? Você já não vê isso muito totalmente. >> Então eles têm produtos e serviços muito bons, só que eles cobram barato demais. Muito bom e barato não conversam. É verdade. >> Por exemplo, você compraria um Rolex de R$ 50. >> É verdade. Você nem acredita que é verdadeiro. >> É, você pega lá, você compraria um Audi, por exemplo, de 30.000. >> Uhum. >> Gera desconfiança. Então, muitas vezes subir o preço já resolve
o problema de 90% do processo de venda da pessoa. >> E por que que as pessoas não conseguem? >> Aí entra o que a gente chama em Harvard de IC, né? >> É o índice de confiança em Harvard. É na rua. >> É o índice de cagaço. >> Índice do cagaço. >> A pessoa tem medo porque aí entra o que vocês estavam conversando ali, que você pontuou com a Bruna, que ela falou que é um pouco do que as pessoas têm medo, né? Então elas elas não se vem muitas vezes merecedoras. Ela fala: "Ah, poxa,
mas é como se eu tivesse lesando a pessoa". Ela esquece o quanto ela estudou, ela esquece o quanto ela investiu. Ela esquece quantas noites longe da família dela ela ficou para Saber o que ela sabe. Ela esquece que ela está deixando alguém que ela ama para exercer aquela função. E ela tira todo o valor pessoal para tentar fazer aquilo de uma forma que caiba no bolso do outro. Só que eu sempre falo pr as pessoas, para de diminuir teu preço para caber no bolso de gente barata. >> Muito bom. Às vezes você tá diminuindo todo
o teu tamanho para caber no bolso de gente baratinha. E aí a pessoa, por exemplo, ah, eu não consigo pagar. Ótimo, vai ter alguém no mercado que atenda ela, mas você tem que respeitar tua história. >> Bruno, qual você acha que é o maior medo das pessoas em subpreço? Qual que é o o sequestro emocional? É aonde? >> Rejeição. As pessoas em vendas têm grande dificuldade em lidar com não, porque não é desconfortável, você sabe, né? frustra até até porque o maior treinamento de um Vendedor, aquele que vai ficar bom, ele é ser se tornar
um bom, uma pessoa boa e resistente em receber não. como ela lida, como ela gere aquilo emocionalmente, se ela é capaz de receber um e sentir, vou lá, amor ao próximo, vou paraa próxima venda, vou e tá tudo bem, não é para ela agora ou aquilo não me afeta a ponto de achar que o problema tá em mim, o problema tá no que eu ofereço, o problema tá que o outro é melhor, que o concorrente é Melhor, que outra pessoa faz diferente. Então, na minha percepção, rejeição. E segunda coisa, as pessoas não aprenderam a vender.
As pessoas normalmente falam assim: "A faculdade não te ensinou a vender, né?" >> Uhum. >> E eu corrijo algumas vezes porque as pessoas tendem a culpar a faculdade como se ela tivesse que fazer isso. E na realidade a faculdade não te ensinou a vender porque ela nem te prometeu isso. >> Muito bom. >> O que a faculdade te prometeu foi um emprego. Eu vou te formar em uma profissão e essa profissão vai te ajudar a arrumar um emprego. A partir dali não é mais meu papel. Aí tem MBA, pós-graduação, outras formações acadêmicas que vão te
formar um profissional melhor, mas um profissional melhor não quer dizer um empresário melhor. >> Uhum. >> Então tem muita gente boa no mercado prestando um bom serviço, gerando um bom resultado, mas não é um bom empresário, é apenas um bom profissional técnico, porque não desenvolveu essas habilidades empresariais. Bruna, quais são essas habilidades que eu até hoje eu não aprendi ou tô ali patinando? vendas, marketing, gestão e liderança. Então, eu tenho um negócio, abri um CNPJ. E outra coisa que eu costumo dizer, a maioria das pessoas que vem dessa área mais Técnica, né, que prestam serviços,
eles nem se enxergam como empresários. >> Uhum. >> Só que eles não entendem que a partir do momento que abriram um CNPJ, eles têm uma empresa e a partir do momento que você tem uma empresa, você se torna um empresário. >> Talvez você não se considere um, você não se enxergue como um, você não viva como um, mas você é um. Porque você tem uma empresa, mesmo que você tenha apenas Um funcionário ou nenhum, no caso você mesmo, né? Então você tem que enxergar aquele negócio dentro das suas quatro áreas, que é vendas, marketing, operação,
administrativo e financeiro. Se eu tenho noção, primeiro que é necessário desenvolver essas habilidades, segundo eu quero desenvolvê-las, porque são duas coisas, né? Uma coisa eu saber que precisa, outra coisa eu fazer. É verdade. >> Outra coisa é eu topar o processo, outra coisa eu querer. Então essa coisa do vender mais caro vem também de se desenvolver para isso. Então se eu não sei vender, eu não aprendi a vender, eu nunca estudei sobre vendas, eu nunca me desenvolvi como empresário, eu vou ter que parar, estudar, aprender, ouvir sobre isso, praticar isso até que eu consiga. Então
para mim é isso. Você acredita que quando você ensina alguém a a vender para um preço maior, é Importante ela entender que o preço que ela cobra determina o cliente que ela tem. Total, >> que é o jeito de você escolher o seu, o único jeito de você escolher o seu cliente >> é >> é uma uma das maneiras é a precificação. >> Perfeito. É, e a maior tragédia do mundo é quando o cliente te escolhe, não você escolhe o cliente, porque quando o cliente te escolhe, ele quer os Critérios dele, quer do jeito dele,
quer ter o serviço do jeito dele. Agora, quando você escolhe o cliente, você determina as regras do jeito que vai ser aquele processo. Mas sim, cara, a melhor forma de você selecionar um cliente é pelo preço. Primeira coisa que o preço faz dentro de um serviço, dentro de um produto, é colocar o quanto o cliente vai usar aquilo. >> Uhum. >> Porque é aquilo, a gente não vai pagar Muito caro para deixar as coisas paradas, a não ser que for itens colecionáveis, né? >> Geralmente brinde a gente joga fora. >> Uhum. Exatamente. Então, se você
pega coisa muito barata, as pessoas não usam, deixa de canto, não tem orgulho de falar pros amigos que usa. >> É verdade. >> Não é uma conquista, uma grande conquista. >> Então assim, ó, o ticket tá relacionado Até ao quanto seu cliente indica. É verdade, >> por se você é mais caro, você tem um certo status. Você vai mudando o status ali do do processo. Falar que faz com você é bom. >> Uhum. >> Ninguém fala assim: "Ah, a maior parte dos clientes bons nunca vão falar: "Eu faço lá no mais barato". [risadas] Já reparou?
Isso >> é verdade, >> cara. Eu, ó, eu amo lá, ó. Meu lugarzinho que eu faço lá, o mais barato é o melhor. >> Até porque mais barato e melhor é difícil encontrar. Uhum. >> Tanto que a gente dá uma uma floreada no barato, que é assim, custo benefício, >> é verdade. >> A gente tenta deixar ele bonitinho, porque a gente sabe que ele não é tão bonitinho assim. Então, naturalmente, Cara, assim, eh, a Bruna tava falando disso do técnico, né? A maior parte das pessoas que erram nas vendas caras, elas erram porque elas tentam
vender pela lógica, que é o técnico. >> O técnico ele sabe tudo de técnica. >> Então, ele sabe lá todo o processo bonitinho, ele sabe as camaras. Vamos pegar uma menina que faz hof lá, né? uma médica que uma dermat. >> Ah, ela sabe todas as camadas da pele da derme, bonitinho. Só que eu nunca vi uma Pessoa acordando feia, querendo ficar bonita, olhando no espelho e falar: "Nossa, a minha camada terceira da derme tá com problema". >> Desculpa ignorância. Que que é? >> Rof é harmonização facial. >> Ah, tá. >> É, então é, ela
ela tá ali e ela ela acordou feia, por exemplo, ela tá mal, ela tá se sentindo mal com a aparência, ela não acorda, fala: "Hum, tô com problema na minha derme, queria tanto Tomar umas agulhadas". É verdade. >> E aí a do outro lado ela tá tentando vender. Meu produto é o melhor. Toma aqui essa agulha e mostra a agulha. E não é pela lógica. Se fosse pela lógica, por exemplo, vamos pensar numa faculdade, ó, você quer entrar na faculdade para ter 300.000 aulas, vários professores, fazer vários trabalhos, entregar TCC? Não, eu quero me formar.
Eu gosto da sensação. Eu compro a sensação que eu Vou sentir quando eu me formar. Esse é o meu rec, entendeu? Uhum. >> Mas a maior parte das pessoas ficam vendendo e aí começa o problema. >> Qual que era o raloca mesmo? >> É razões lógicas para comprar agora. >> E que que você acha? Qual é a parte mais difícil da pessoa implementar? Tá bom, vai, eu vou. 1 2 3 e já. >> Cara, a melhor técnica de vendas para vender caro, quer saber qual é? >> Qual? >> Oferecer. 90% das vendas que você não
fez, que são caras, é porque não ofereceu. A maior parte se surpreende quando começa a colocar um preço mais alto. >> Porque viu que não era um monstro assim? >> É, >> ela tem tanto medo da rejeição que ela nem oferece. >> Ela nem oferece. Então a melhor técnica é oferece. A tipo assim, ó, >> deixa o cliente decidir. >> Olha, seu serviço é bom mesmo. Ah, é porque todo mundo fala. É, >> deve ter gente ouvindo no podcast assim, será? [risadas] >> Testa. Será? >> Na dúvida eu quero que você prove que a gente
tá errado. Faz. >> É assim, só bota o dobro e oferece e vê o que dá. Deixa a tua barriga fal que dá aqueles negócios assim, né? Faz. Deu, fez para 10 pessoas, ninguém comprou, Ofereceu errado. Aí você só precisa colocar uma embalagem. Mas se oferecer para 10, do jeitinho que você oferece, dobro do preço, já vende. >> Aí tem dobro. É porque geralmente as pessoas erram muito para baixo, né? muito para baixo. >> Por isso que você fala com segurança o dobro. >> Não, tem vezes que eu falo aumenta cinco vezes e aí a
gente, qual que é o segundo Passo? Mexe na embalagem. Quer ver? Você consegue consumir o café antes de abri-lo? >> Não. >> Então, como é que as pessoas acham que o que vende é produto? >> Não é verdade? As pessoas compram uma embalagem, ou seja, a percepção que elas têm do que pode ser o produto ou não. >> Eu tô gostando dos seus exemplos. >> Você tá gostando? >> Muito. [risadas] Bom demais, né? É verdade. Eu cons primeiro. >> É, na lógica [risadas] você paga e depois você recebe. >> É verdade. >> Foi feito um
estudo com enólogos, assim, os caras que bebem vinho, sabe? Aquela gal, hum, >> ah, produz o vinho, tal. E aí fizeram um teste cego lá. Colocaram duas garrafas de vinho, rótulo de um vinho caro, Rótulo de um vinho barato. Dentro da garrafa, o mesmo vinho, vinho barato. Deram pros caras beber. Que que você acha que aconteceu? O rótulo do cara, as pessoas falam: "Nossa, que incrível, >> mais gostoso". Preferiram mais. >> E era a mesma coisa. Exato. Era o mesmo vinho. Só que o mais legal desse estudo foi que mediram a atividade cerebral dos caras
enquanto eles degustavam o vinho e o cérebro reagia com maior intensidade nas regiões de prazer no vinho com Rótulo mais caro. >> Cara, >> o mesmo vinho. >> Isso. Isso eu acho muito legal, cara. >> E aí, eu sempre falo pras pessoas, as pessoas não compram o produto, elas compram a expectativa emocional do produto. Por exemplo, você vai viajar com a tua esposa, beleza? Beleza. >> Não tem viagem que já foi tão legal Sonhar, >> mas não foi tão legal viajar. >> Uhum. >> A expectativa, você pagou por ela. >> Uhum. >> Você paga pela
expectativa da viagem e não pela viagem. >> Uhum. >> Pode ser que essa viagem te surpreenda, você queira voltar, seja incrível. >> Uhum. >> Mas você compra o quê? >> Tá comprando as experiências, as emoções de lá. >> Você compra o que você acha que você vai sentir quando você faz. Tem como você visitar o museu do Luvre antes de pagar? >> Ex. Então, como que você vende o Luvre dentro se você não entrou? É, >> você tá pagando para ver qual vai ser, cara. Deixa eu olhar Monalisa para ver que que eu acho. >>
É isso aí. Esse é o lance. É o que que Eu acho que é. >> Uhum. >> Então, a venda ela precisa ser muito mais sobre o que acha que é do que vender o que é. É, é isso que as pessoas compram. >> Só que na hora de vender, o que que o vendedor vende? O contrário, >> meu produto é o melhor, meu produto tem qualidade, meu produto tem os melhores materiais, meu produto. E o cliente Assim, ó, com problema, vamos, sei lá, ele quer comprar um, ele tá com, tá meio acima do peso,
ele quer comprar um emagrecimento, ele não quer muito saber o que que você usa, ele só quer olhar no espelho e falar: "Cara, tô magro, tô bem". Ele só quer às vezes vestir uma roupa e cair bem, ele só quer às vezes se sentir bem. Não tem nada a ver com o processo. Eu falo que estética é um dos melhores produtos do mundo para se vender. Quando eu falo para as clientes, Né? Eu eu sempre pergunto para elas assim ou quantas pessoas você conhece que quer acordar mais feio amanhã? >> Ninguém. [risadas] >> Então concorda
comigo até consegue, mas querendo não consegue. >> Concorda? Tem uns que se superam, né? Mas concorda comigo que é o melhor produto do mundo para se vender? Porque todo mundo quer. >> Sim. Uhum. >> Mas se todo mundo quer, por que nem todo Mundo tá comprando? Então é por necessidade que as pessoas compram? É quem mais precisa emagrecer, quem mais emagrece? >> Não. >> É quem mais precisa enriquecer, quem enriquece? Hum. >> Também não é necessidade. >> Olha que interessante. >> É >> esse esse esse é é a pessoa com desejo de experimentar O próximo
nível. >> Desejo. Essa é a palavra. Essa é a palavra. desejo. E a maior parte das pessoas não sabem o que é desejo. Então, Platão, quando ele ele faz lá o banquete, ele traz Sócrates para dizer mais ou menos o que que era amor na visão dele, ele explica: "Amor é desejo, que é eros." >> E os >> E o que que é desejo? Desejo é aquilo que te falta. Desejo é aquilo que faz Falta. Ou seja, você nunca vai desejar o que você tem até as tampas. >> Uhum. >> Então, quando a gente fala
desejo, é sempre pensar em algo que a pessoa ainda não tem. ou não vive, certo? >> Uhum. >> O que que faz a pessoa comprar assim na hora sem dar objeção? >> É o que a gente chama de nessejo. >> Uhum. >> É um desejo tão forte que na cabeça daquela pessoa virou uma necessidade. >> Por exemplo, quando a Fabi vira para você e fala assim: "Eu preciso daquela bolsa, amor." >> Uhum. >> Ela precisa mesmo. Ela vai morrer se não tiver? Não. Mas ela deseja tanto que aquilo na cabeça dela vira uma necessidade. >>
Uhum. E ela fica feliz com a ideia de ter e ela fica triste com a Possibilidade de não ter. >> Uhum. >> E aí isso faz com que, por exemplo, quando ela quando você vai na loja comprar, o vendedor venda fácil. >> Exato. >> Então se eu sou capaz de gerar nessejos na pessoa, pronto, eu derrubo a barreira de preço nessejo. >> Chama. Ah, [risadas] >> Bruno, explica nessejao dele, tá? Explica que >> é o que eu sinto por ela todos os dias. nessejo, tá? [risadas] >> É um desejo tão forte que virou uma necessidade.
Tipo quando ele quer trocar de carro, entendeu? Ele fala: "Eu preciso trocar de carro, já deu tempo, ó, seis meses trocar de carro". Quando ela precisa comprar uma bolsa nova, né? Ele fala: "Eu tô com nessejo". Fala isso. >> É, ele fala: "Eu tô com NJ". O bom é que A gente entende, né? Como isso acontece. Eh, isso também da da venda, que ela não acontece como ela deveria, mas da forma como eles aprenderam, os profissionais técnicos. Uma coisa muito simples, cara. Profissional técnico normalmente ele compra de quem? De outro profissional técnico. Então ele vai,
sei lá, uma dona de clínica de estética, ela vai fazer um curso com professor da estética. >> Uhum. >> E o professor que vende técnica, que Vende para ela, na hora de vender para ela, ele fala como técnico, porque ela é técnica, os dois são técnicos, então essa essa comunicação acontece muito bem. O que ela não entende que na hora que ela vai vender, ela não vende para um outro profissional técnico, ela está vendendo para um cliente final. Então, ela não pode se comunicar com o cliente final da mesma forma que ela se comunica com
o profissional técnico. >> Uhum. >> Então, comumente, o que que eles fazem? Numa consulta, na rede social, hora que vai falar com o paciente ou atrair um paciente, eles querem dar aulas. Você já conversou com um contador, sei lá, um contador vai falar com você? Porque às vezes eu não entendo que o contador fala, o jurídico, né, o advogado, ele fala juridiquez. Ah, o profissional que ele é técnico, ele costuma se comunicar da forma como ele consome, quando ele deveria se comunicar com o cliente Final. Muito bom. E ele ele vende aquilo que ele comprou.
>> Exato. >> Mas não necessariamente é isso que vai fazer a pessoa comprar. >> É, os clientes compram pelos motivos deles, não pelos nossos, né, >> Bruna? E depois Everton complete. Ah, já chegou algum cliente? principalmente o programa de vocês que vocês ajudam. >> Uhum. >> Empreendores, você faz diagnóstico, você ajuda o cara a fazer do jeito certo. >> Mas você tá tão dando muito conceito legal aqui a uma mágica na hora de você fazer um exercício para você ter um resultado >> Sim, >> exato. >> Mas só esses conceitos aqui, se um outro já
pega, já mexe ponteiro. >> Total. >> É raro aparecer alguém e você fala Assim: "Não, seu peto já tá ótimo, não precisa mexer". ou a maioria erra mesmo assim, >> maioria erra e sempre tem margem para subir preço porque tem sempre um próximo nível de clientes que poderia ser seu cliente, mas aí você ainda não alcança. >> Hum. Então, às vezes não é nem no produto A, é naquele próximo produto que você ainda nem tem >> ou no próximo produto ou no próximo Cliente, porque às vezes eu quero vender mais caro pro cliente antigo. E
uma das coisas que que a precificação faz, a precificação correta, ela te alinha com o cliente correto para aquela precificação. Então, as pessoas falam: "Eu vou subir preço e eu vou perder os meus clientes." Provavelmente aqueles sim, talvez aqueles que que você cobrava barato, eles vão deixar de ser seus clientes, porém os que vão pagar mais caro vão Chegar. Então, há sempre uma troca de base e a maioria das pessoas têm medo dessa troca de base. E aí a gente obviamente recomenda numa transição, tem toda uma estratégia para isso, mas a maioria das pessoas ela
se apega muito ao cliente barato a ponto de eu prefiro ter ele e às vezes não ter lucro do que topar essa mudança toda que é de público, que é de posicionamento, que é >> Mas a gente faz uma pergunta, você prefere 10 clientes que te pagam 10 ou 10 clientes que te pagam cinco? Ninguém vai querer a segunda opção. Pô, dá o mesmo trabalho, eu quero aquele que recompensa mais o meu o meu esforço. E por que que as pessoas têm desafio na transição? Se todo mundo, se você optar, ó, vamos fazer o trabalho,
porque >> se logicamente faz mais sentido você ter menos clientes e cobrar mais caro. A maioria das pessoas tem apego. O Ever tem uma frase que ele diz, eh, repete aquela frase, Não é porque você se levou tempo demais para cometer aquele erro que você tem que continuar apegado a ele? >> Às vezes você só se apegou um erro porque você demorou tempo demais para construí-lo. >> Calma aí. Essa é muito boa. >> Fala de novo. >> Às vezes você se apega a um erro só porque você demorou tempo demais para construí-lo. >> Ai ai.
[risadas] Você fica, entre aspas Ali algemado ao preço ruim porque demorou para você ter sucesso nele. Ex. Isso aí. >> E a pior coisa é você ter sucesso na coisa errada. >> Muito bom. Muito bom. Ah, eu demorei três anos para ter essa carteira carteira. É esses clientes que eu tanto quis. Porque pensa bem, essa pessoa desejou isso um dia. >> Isso foi o sonho dela um dia, >> o nível que ela tá. >> Só que o sonho, se ela não atualiza o son, se ela atualizou o sonho, mas não atualizou como ela consegue o
sonho, é natural. Isso acontece muito. A pessoa chega num ápice de clientes, ah, eu tenho uma carteira incrível que não remunera como ela gostaria. >> Uma um exemplo prático disso. Vamos lá. Vou pegar de novo o exemplo da harmonização facial, né, que é uma tá tá dentro da nossa realidade. Primeiro, ela deseja ser uma harmonizadora, uma Injetora. Ou seja, ela tem agenda vazia e ela quer vender, atrair pacientes para vender, para encher a agenda. A gente fala: "Eu não gosto de agenda cheia, eu gosto de agenda rica". O que que é agenda rica? Não necessariamente
é uma agenda cheia, mas uma agenda que te remunera bem. Então, ela trabalhou, ela saiu da faculdade, se formou, fez curso para encher a agenda. Ela achava que o o máximo de potencial que ela conseguiria chegar era esse. Só que ela alcança Isso. E ela desse momento que ela alcançou, que ela tá com agenda cheia, não tem tempo para nada, não fica com filho, fica com marido, nem ganha dinheiro direito, ela fala: "Hum, nossa, acho que isso não é mais tão legal". >> Famoso neném. Nem quebra nem cresce. >> Aí ela entra no que a
gente chama de neném. Nem quebra nem cresce. Aí ela fala: "Nossa, mas eu achei que fosse ser mais legal essa fase aqui". >> [risadas] >> que o neném não é do nem estuda nem trabalha, né? Da população não ativamente econômica, [risadas] mas adaptar. Eu tentei no rio, desculpa, você que eu nem cresce nem >> nem quebra nem cresce, >> cara. Porque frustra muito esse esse lugar, né? É um dos piores lugares para se estar, porque pensa, você quebra, você fica um tempo mal, mas você volta, você quer dar volta por cima. E se você Cresce,
você tá aproveitando. O neném te mantém por anos ali. Tem gente que fica 20 anos no neném. A maior parte das pessoas ficam no neném. >> É, às vezes ela fala: "Ah, eu tenho 20 anos de carreira". Tá, mas você ganha a mesma coisa. Você ganha há 10 anos atrás. Só que deixa eu te falar, você tá ficando mais pobre, inflação, tá tudo tudo ficando pior. Aí ela, não sabia disso. >> Teve uma frase que rolou no podcast Eh recentemente, tá até aqui da Érica. Muito esforço sem o resultado cansado é igual a competência. >>
Uhum. >> Igual a incompetência. Então você fazer força e não ter não ter o resultado desejado é igual a incompetência. Fim, não tem conversa. >> Exato. >> Aí a a e vale você descobrir a origem da Incompetência. >> Uhum. Se é falta de conhecimento, se é falta de >> que tá agenda lotada, mas não tá feliz com os resultados financeiros que tem. >> É isso aí. >> Exato. >> A já fica nítido. Quem trabalha muito isso, >> tem resultado baixo, que você preci fica errado. >> Uhum. É, mas eu sempre falo, pô, o Brasileiro em
si, a maior parte deles não são preguiçosos, a maior parte trabalha muito, >> principalmente no nosso nicho, né, que a gente tá. Então, a gente tem médicos, tem dentistas, tem fisioterapeutas, esteticistas, biomédicas. >> A galera sempre trabalha e estuda muito. O problema é a direção. Elas estão acelerando no caminho errado. E é outra tragédia, você acelerar no caminho errado. >> Exato. >> Por isso que a gente valoriza tanto mentoria, né? >> Então, a gente tá sempre com vocês, inclusive sempre lá na frente. >> Uhum. >> É. né? Então a gente sempre senta na frente, anota,
pega, porque a gente sabe que um erro economizado vale muito às vezes que três acertos. Muito mais que três acertos. Então a gente sempre tá errando para não errar, né? >> Ah, é. Tá fazendo >> tá fazendo para não errar, que isso evolui muito. É conceito matemático de investimento. Se você perde 50%, você tem que para recuperar 100% você tem que fazer. >> Uhum. >> Então evitar errar é muito bom, é muito positivo. >> É. Em negócios, não errar vale mais do que acertar, porque acertar te faz avançar uma casa, não errar te faz Voltar
três, quatro, cinco. >> Uhum. >> Então, a gente gosta dessa ideia do ter o direcionamento da mentoria. Nós consumimos mentoria para não errar, >> porque a gente sabe o caminho. Mas eu quero saber quais são os erros que eu devo evitar de cometer, porque se eu cometer isso vai me custar. Custar o quê? tempo, dinheiro e frustração. Eu falo que são três coisas, né, que nesse processo te ajuda, eh, o processo de ser Mentorado te ajuda a economizar. Tempo, dinheiro e frustração. Tempo porque não volta, dinheiro porque você pode errar muito e pagar caro por
isso. E se frustrar no caminho, porque você não precisaria passar por aquilo. Essa profissional que trabalhou 10 anos, 5 anos, 3 anos para lotar agenda, ela vai lotar a agenda, ela vai chegar numa ela vai chegar num ponto que ela vai dizer: "Essa não é a minha, a vida que me faz feliz. Eu tô passando 10, 12, 8, 14 Horas na clínica e eu não vejo meus filhos, eu não fico com meu marido, eu não viajo, não tô tirando uma boa recompensa. E aí ela neste momento ou ela se incomoda o suficiente para topar um
próximo processo ou ela fica como ela tá. >> Eu lembro que eu ontem eu eu conto história, eu tava num shopping e aí um nutricionista me parou. Uma nutricionista me parou. Ai cara, adoro, te acompanha, dar seus conteúdos e tal, Isso aquilo. E aí, mas pô, eu me sinto até seu amigo, te ouço todo dia. Por isso pode dar um desabafo nossa do nada, [risadas] deu um abraço. Eu também. E aí eu falei assim, fala: "Eu tô cansada, mas eu consegui sentir o cansado do jeito que ela falou. Eu tô cansada." Aí eu perguntei: "O
que aconteceu, >> Caião? Eu eu atendo de tal hora a tal hora isso, aquilo, tal, tal, mas cara, eu tô no meu limite. Aí uma pergunta. E Geralmente as pessoas ficam e eu vejo que tem gente que não fica tão confortável. Perguntei quanto custa a tua consulta? E aí muita gente já fica com a boca mole. Eu vejo que o erro de precificar é na confiança de quanto cobra >> de passar o preço. >> De passar o preço. >> Eu acho a parte mais maravilhosa. >> É onde vale tudo a pena, entendeu? Você ficou lá
uma hora na reunião, você teve O trabalho de gravar conteúdo, prospectar o lead, é aquele é o teu momento, entendeu? >> Exato. São >> 200.000, como você prefere. >> É a E assim, ó, o melhor é sempre a cara do cliente. >> Eu eu falo que o preço certo faz o cliente fazer assim, ó. >> Um olho seco. >> Exato. >> E no caso dela, ela falou um preço e eu Sou aquele cara que utilizo esse tipo de serviço. Sempre fui a um nutricionista. Achou baratíssimo. >> E cara, é assim, ela rapidamente falou dela, falou
onde é que ela atende, onde que é o consultório dela e aí ela mostrou rapidamente o meu Instagram para ela. Então, rapidamente eu vi alguns atributos de autoridade. >> Uhum. >> Rapidamente ali, atributos de autoridade e tudo mais, pá, pá, pá. E na hora que Ela falou o preço, eu tava inconsisente com com é inconsciente, pelo menos >> com a impressão de autoridade que ela tinha. >> E aí fiz uma suposição, cara, se você E aí foi 3x na hora. aumentei três vezes o valor dela. Se a sua consulta fosse tão >> nossa, aí eu
atenderia o dia inteiro. Então você não tá cansada, você tá cobrando pouco. Cobrando pouco. >> Aí ela Então, eh, mas sabe o que eu acho muito duro? A maioria dos empreendedores Nem sabe que existe alguém que ajuda para ele ficar melhor, para isso ficar certo. O marido da galera que tá aqui é que nem a gente vê na raça, pô. Isso aí >> a gente construiu em voo. Eu aprendi a a criar processo comercial queimando um monte de contato, >> né? O empreendedor é raça, ele é herói. >> É isso aí. >> Ele vai assim,
né? Ele vai porque muit a maioria dos empreendedores brasileiros são empreendedores por necessidade. El Não tinha outro caminho. >> Uhum. É isso aí, >> né? e outros é cara, [risadas] o cara não tem outro caminho dele chegar no objetivo dele. Ele ficara, cara, se eu não tiver, tô no meu próprio negócio, eu não consigo chegar onde eu quero. A maioria dos empreendedores estão dentro desses dois, dessas duas cestas, ou pela necessidade, >> ou porque o cara é extremamente ambicioso, >> amb >> pela ambição dele, né? >> Ah, mas a maioria assim é na raça, é
na raça. E na raça. E se você pergunta a arte de precificar, cara, como que você chegou a esse preço? Normalmente você vai ouvir algumas respostas similares. >> Você você pergunta tipo, ô ô ô Juliana, tá? Antes de conversar, [risadas] como é que tu chegou nesse preço? Qual que é o Báscara, o Pitágoras que você fez? Você chegam a perguntar isso pras Pessoas? >> Sim, sim. É, e normalmente >> qual que a ciência >> é sempre assim, ah, é a média de mercado. >> Na minha cidade o preço médio é esse. >> Às vezes fez
um cliente oculto e outro, sabe assim? E e aí eu sempre falo, olha, primeiro, quando você compara com a com a média, você se torna parte dela. Então você tem que entender que jogar na média é duro. >> É, a pessoa precificou comparado a alguém que ela não quer ser. >> Isso. Exato. É, é muito doido, cara, isso. >> E aí, cara, eu sempre falo assim, pô, a maioria das pessoas, elas estão ricas ou pobres? Ah, tão pobres. Elas estão bem no shape ou mal? Ah, mal. Elas estão felizes ou tristes? tá meio tristes. Então,
por que que você olha para elas como referência? >> Mas preço aumenta a expectativa do Cliente? Você vai ter uma contrapartida do outro lado de entregar mais, entregar melhor? >> Pelo contrário, >> quem mais cobra é quem mais paga barato. >> Calma aí de novo. >> Que o cliente que mais te cobra é o cliente que mais te paga barato. >> Ou seja, >> que mais [risadas] te cobra trabalha o restante. >> Ou seja, cobrar pouco são dois erros. Se Vai ganhar pouco ainda vai ter injeção de saente ruim. Exato, cara. Por exemplo, eu já
trabalhei no cartório eleitoral. >> Aí é libertador para quem tá ouvindo, né? >> É, eu já trabalhei no cartório eleitoral, ou seja, era um serviço público. É o pior tipo de cliente do mundo. Ele chega lá sem horário agendado, sem nada, e ele quer tudo. Ele acha que ele tem direito de tudo. Ele Nem pagou nada, percebe? Ele quer tudo. E a tendência é, cara, você nunca vai ver. É muito difícil você ver um barraco dentro de uma chanel. Você [risadas] já viu o barraco na mestre? >> Cara, eu só eu só tô fascinado o
jeito que a cabeça [risadas] do do Everton. >> É que você não viu ele ele dando aula com exemplo de pipoca, [risadas] >> de como faz bolo. Fala a verdade, eu nunca vi um barraquinho, hein, cara. >> Não tem, cara. >> Nunca vi um barraquinho. >> É muito difícil. Por quê? O tipo de cliente, cara, a pessoa que paga mais caro não é a que tem mais dinheiro, porque tem um monte de que tem dinheiro, mas não paga nem a pau. Tem, tem essas pessoas. E tem gente que não tem muito dinheiro, mas, cara, se
esforça e compra, que que é a base ali consumidora, inclusive eu chamo de classe de média alta devedora. Eles gastam até o último centavo assim. É impressionante. >> Então, eh, quando você vai pro perfil de público, essas pessoas elas são mais tranquilas, elas têm menos tempo para arrumar problema para você, porque elas estão trabalhando para ganhar dinheiro. Já o público que tem menos dinheiro, ele tem mais tempo desocupado, então ele te ocupa mais. E como ele tem menos dinheiro, cara, ele fala: "Cara, eu preciso isso aqui é meu único tiro. Eu preciso disso aqui. Você
precisa me entregar, você precisa fazer e tal, tal, tal". Então ele tem uma expectativa maior quando ele paga menos. >> Então fazer o cliente feliz assim na experiência do cliente se torna até mais difícil. >> Não, você não tem recurso para fazer. >> Ah, e é verdade. Por isso, por isso que a nossa percepção, ela vai automaticamente pro mais caro ser Melhor, porque o mais caro te dá recurso para você atender melhor, >> inclusive margem, >> entendeu? você, não >> tem como você gerar uma grande experiência cobrando muito barato. >> É, >> se você atende
menos clientes, você e e ganha mais dinheiro, tua margem maior, você consegue proporcionar uma experiência de atendimento e de resultado muito maior pro teu cliente. Você consegue dar mais tempo para ele. Exemplo, médicos em consulta, consultas de convênio, plano de saúde, enfim, costumam durar de 5 a 2 minutos. Uma consulta que lá custa R$ 1.00, R00, até R$ 3.000. O médico gasta tempo com o paciente. Ele tá lá para ouvir, para entender. O do convênio, coitado, ele nem consegue, não é porque ele não quer, porque o sistema é para ser barato, né? É para ele
ganhar pouco e o o paciente também paga menos. Agora, o a consulta Particular, que ela é um pouco mais cara, o médico gasta com você, olha teus exames, pergunta do teu filho, conta história, fala que viajou, isso e aquilo. A gente já teve essas nos dois mundos, né? a gente consome assim e também a gente vive assim de no sentido do da venda e da compra. >> E então você ao aumentar o teu preço, você ganha em margem e recurso para atender melhor o teu cliente. >> É. E a maior parte das pessoas, assim, Ó,
um erro clássico é tentar empurrar produto, cara. As pessoas tentam vender falando de produto, tentam querer, quer vender para você a todo custo. Ou é bom, vem, é bom, vem. Não, não é assim. Eu lembro que eu comecei vendendo bolo de pote na rua, né? >> Uhum. Assim, vender na rua não é uma coisa das coisas mais agradáveis do mundo. Tem sol, tem cansaço, tem um monte de coisa. Eu lembro o primeiro dia que eu fui, cara, morrendo de vergonha. >> Era novinho de tudo, >> novinho de tudo, tinha 18 anos e tal, morrendo de
vergonha. Peguei lá a sacolinha de bolo e fui. Entrei na primeira loja, cara. Na primeira a menina virou para, eu, eu nem entrei, sabe quando você pisa assim? >> Uhum. >> A menina já, eu não quero nada não, obrigado. >> Aí eu, opa, tá bom. E já fiquei, sabe aquela primeira experiência já Traumática?Um. Aí, só que eu eu não desisto das coisas fáceis, eu fui de novo, aí fui no outro e tal. Primeiro dia foi uma tragédia, eu não vendi nada. E aí era o mesmo roteiro, porque era cidade pequena, então eu passava sempre nas
mesmas lojas, era o mesmo roteiro diário que eu fazia. Eu coloquei lá uma logística, vou fazer ela no segundo dia, ela, cara, eu fui pisar assim, a menina não quero nada. Aí eu, caramba, né? Beleza, no segundo dia eu vendi nada. No Terceiro dia tava bravo. P da vida. Aí na hora que ela, na hora que eu pisei nessa loja, falou: "Eu não quero nada". Falei: "Eu não vim te vender nada, só vim te dar bom dia, bom dia." Aí ela molhou me assustada e eu saí. Aí no outro dia passei de novo, bom dia.
E aí ela já, "Bom dia." No terceiro dia, ela virou para mim e falou assim: "Que que você tem aí?" >> Hum. >> Aí eu virei para ela, para você nada. Tchau. Devolvendo a mesma moeda no quarto dia que eu voltei, ela: "Oi, que que você tem aí? Deixa eu ver". Eu falei: "Depende. Você vai começar a me dar bom dia. Aí ela: "Vou". Ótimo, então beleza, agora sim. E aí comecei e virou minha cliente. Eu só vendi para ela quando ela pediu. >> Uhum. Então eu entendi uma coisa sobre vender, eu não tenho o
que falar do produto, eu Tenho que fazer o cliente pedir. >> É verdade. >> As pessoas não gostam que vendas alguma coisa, mas eu vou comprar, né? >> Exatamente, cara. E aí quando eu fui entendendo isso, eu fui aprimorando isso, então ó, eu nunca ofereço nada antes da pessoa pedir. Tem reunião de vendas que a gente fica lá duas horas, o cliente não pediu, eu não falo de produto. Até o momento que o cliente fala: "Tá, gostei, entendi." Então, como Funciona? Agora sim. >> Obrigado por perguntar. >> Agora sim. Chegamos no meu momento. >> Caso
contrário, esquece. >> E e onde vocês percebem que é caiô? Isso aqui é o ponto de virada. Quando a pessoa faz isso, aí a cabeça dela >> Uhum. >> Eh, reprogramou a cabeça dela. Porque quando vocês ensinam, não deve ter uma resistência. Ai, não sei, isso, aquilo, tal. Aquele bank jump, né? Você amarrou O elástico no pé, vai, vai ser a melhor experiência. Pula, pula. Tem muita gente ali na plataforma. >> Não sei onde você viu que mud, onde que muda mesmo? >> Quer falar? Será que a gente vai falar a mesma coisa? Eu eu
acredito que na primeira venda, >> ou seja, depois que vê >> depois que vê não dá para dizer. Então existe um para algumas pessoas, né, não para todas, existe um entre ela saber Que tem que fazer e ela fazer, né? Existe uma distância >> para algumas pessoas um pouco menos. Quem é mais executor falar: "Entendi, vai lá, passa na esquina, já tá fazendo, né?" Mas eu acredito que a primeira venda é quando a pessoa fala: "Funciona, dá certo, entendi o jogo, agora eu vou fazer mais". E você? >> É, eu acredito que é a primeira
venda. Eu ia falar exatamente isso. Primeira Venda. Porque depois que, cara, é tipo assim, depois que eu bejei a Bruna primeira vez, falei: "Não quero outra boca". >> A cantada [risadas] veio ao vivo >> no podcast. [risadas] >> Ai, >> nunca mais eu quero outra boca, cara. Olha essa, pelo amor de Deus. >> Muito bom. [risadas] >> Foi a primeira venda, né? >> É. Ué, [ __ ] Tem um lance na primeira venda, né, cara? >> Tem. >> E e eu acho que é mais poderoso do que o primeiro cliente, porque o primeiro cliente tem
uma coisa muito, todo mundo que tá empreendendo lembra do primeiro cliente que teve. Às vezes foi um amigo, foi um familiar, foi um desconhecido. A primeira venda que fez, ele sentiu, Cara, agora eu sou imparável. É só fazer mais 1000 dessa. >> É só que quando você faz uma venda no na, né, nesse cenário que o cara vai lá, ele tá incomodado aí na hora que você faz uma venda no preço certo, né, com uma margem muito maior, é assim, meu, e descobrir não como ter um negócio, descobrir como ter um negócio muito bem sucedido,
cara. É isso. E >> porque quanto empreendedor que no meio do caminho fala assim: "Cara, eu achava Que empreender, cara, ia me libertar. Eu achava que empreender rezar meus objetivos, né?" Às vezes um amigo comentou com ele, falou assim: "Cara, fui enganado, minha vida piorou quando empreendedor que >> tem até piadinha, né? Queria voltar a CCLT [risadas] >> porque ele tá usando a ferramenta errada". >> Uhum. >> Né? Então eu concordo também. Eu acho que tem muito, muito valor. >> Exato. Você falou uma coisa do preço certo, né? Eh, eu acho que o o preço
certo só para só chega no dia que você para de melhorar. >> Calma aí, fala de novo. >> O preço certo só chega no dia que você para de melhorar. Caso contrário, sempre tem imagem para subir. >> É verdade. >> Olha que interessante. Quantas vezes Você melhora teu produto no ano? Quantas vezes você melhora no ano? >> Não tem preço certo. Preço certo. >> Versus. Quantas vezes você sobe o teu produto no ano? >> Exatamente. >> Quantas vezes você sobe seu serviço no ano? Eu é assim, cara. Eu eu eu vou cair nas minhas fichas
aos poucos, né? Uhum. >> E aí, beleza, eu faço lá uma venda, sei lá, 100.000, que é uma venda barata que eu faço hoje. Faz 100.000. O pessoal não deu nem muita objeção. Eu falo: "Hum, tá barato". >> É que sua cabeça já tá programada. É, eu já tô buscando todas as brechas possíveis para eu fechar para cobrar mais caro, porque cada real que eu subo no meu preço é de lucro a mais o meu bolso, >> entendeu? >> E aí isso te faz melhorar produto, isso te faz melhorar experiência, isso entrega, >> buscar o
cliente ideal. >> É, eu consigo melhorar tudo, cara, >> porque tal, talvez num papo quando, sei lá, vamos ver se alguém tivesse entrado agora, >> esquece tudo que a gente falou. >> Uhum. >> Pô, mas eles só ficam pensando na carteira deles, >> não? Quando você pensa em melhorar produto e você tem a mentalidade certa, você quer, você sabe que preço é como se Fosse um, um faz rodar todas as engrenagens. Empresa boa, ela empresa com lucratividade alta, cara. >> Os equipamentos são melhorados, a experiência melhorada, você tem uma recepção mais bonita, você tem produto
de melhor qualidade, você tem um atendimento com mais tempo. Então, parece que essa lucratividade que vem no preço certo é um adubo que melhora tudo, né, cara? Com certeza. >> Com certeza. É. E eu eu que eu comecei Falando, cara, cobrar caro é pensar no cliente. >> Olha como é contraintivo isso. >> É pensar num cliente. Por alguém quer, alguém acorda falando assim: "Hum, tô doido para comprar um negócio de má qualidade hoje". Você pensa isso? >> Não. >> Não. Mas você acaba comprando muitas vezes porque não existe recurso. Aquilo que você paga não paga
o recurso que Você espera. >> Ou tô ou ou alguém acorda pensando, tô louco para ferrar alguém. Só um cara do mal, pô. >> Exato. É. Não, isso aí é as pessoas são boas. Por isso que eu falo abertamente sobre subpreço, porque a maioria das pessoas são boas e só tem medo de cobrar. >> Boa. >> Ela só tem medo, cara. Ela só tem medo porque ela ela ela é boa, ela entrega Resultado, ela é séria e a maior parte das pessoas, quanto mais séria ela é, mais medo ela tem. >> Sim. >> Mais resistente
ela fica. Então, a gente tá aqui sempre encorajando essas pessoas. Eu eu não tô falando pra pessoa que ah, vai entregar grosélia, até porque já tá cobrando, cara, às vezes sem vergonha nenhuma, né? Então, a gente fala pras pessoas sérias, a gente fala pras pessoas que realmente vão entregar Algo bom, mas às vezes falta o incentivo e aí da mesma forma que normalmente elas estão cuidando das pessoas, a gente cuida delas. >> Cara, aula esse podcast tá >> é >> aula plateia, palmas que tá aula. Aula [aplausos] essa parte final. Ã, primeiro, antes de ir
paraa parte final, eu queria propor uma propor uma parada, >> tá? >> Ã, time, vamos colocar na descrição primeiro as redes sociais, >> beleza? >> Pode, >> pode. Claro, cara. >> As redes sociais do Bruno, da Bruna e e do Everton. >> Ah, e principalmente se você acredita que você, cara, você tá de alguma mane esse papo de incomodou, você putz, cara, eu acho que meu preço tá errado, cara. Eu acho que em algum momento se Identificou. Caixão os dois faz um diagnóstico com a galera do podcast. >> Sim, pode ser. >> Faz um diagnóstico
com a galera do podcast. Sempre faz, cara, assim, porque uma das preocupações de vender caro é vender pro cliente, certo? >> Então eu sou a primeira pessoa a dizer: "Olha, não é para você, >> boa. >> Não faz sentido ainda." Então a gente é Muito sincero. >> Faz um diagnóstico com a galera podcast, vê se faz sentido o serviço de vocês, porque vocês ajudam a galera a cobrar o preço certo. E eu sei que isso é sobrevida pro empreendedor e não é sobrevida, é o sonho do cara, pô. e da família, principalmente, senão, senão o
cara não vai chegar no sonho dele. Pô, >> a Bruna tem uma frase muito boa, >> ela fala assim e e força ele já tá fazendo >> ela fala assim, ó, o negócio não é o mais importante, >> ele serve ao que é mais importante. >> Olha que interessante isso, >> turma, você vai mandar mensagem pros dois, fala que você veio do podcast e ele vai colocar lá o time dele para fazer um diagnóstico para ver se você enquadra, hum, a gente consegue mexer no teu automóvel >> para ele andar mais rápido. Dá para colocar
um turbo e como eles são do bem E se não for o cara falou assim, você ainda não tá no no momento ideal, tá combinado? Na cabeça, tá? >> Combinadê perguntas agora da nossa plateia. Quem é primeira, produção? >> Marcele. >> Marcele, pergunta sua. [risadas] >> Vamos lá. Bom, primeiro tô super feliz, né, em estar aqui pelo convite de vocês. Tô de novo aqui, Caio. >> Que legal. Uma boa pergunta torna. Que legal. Pergunta sua. >> Segunda vez. Vamos lá. Eu quero falar sobre a questão de culpa eh com relação a vender, né? Eu sinto
uma culpa ou sinto que eu tô explorando alguém? Acho que isso é muito comum, é uma questão cultural que a gente tem >> e mexe muito com a mentalidade das pessoas. Então tem uma trava que é como se eu tivesse fazendo alguma coisa errada e que eu acho que conversa também com o tanto que a gente tem preconceito sobre ter muito dinheiro >> e às vezes como é que eu me apresento diante das pessoas com as quais eu convivo. Falei um monte de coisa junto, >> tá? Muito boa [risadas] essa pergunta, >> não? Muito boa
essa pergunta. Eh, vamos partir do princípio de que você entrega algo muito bom. Vamos partir do princípio de que você ajuda pessoas com o que você faz, correto? Se você ajuda muito as pessoas com o que você entrega, não seria o contrário não vender para elas não seria um Desperdício? >> Com certeza. Porque se eu tenho consciência que eu entrego ouro, >> Exato. >> Eu vou sentir muito para aquela pessoa que rejeitar. >> Agora eu vou eu vou usar. Eu não quero que você pare de sentir culpa. Eu quero que você sinta culpa por cada
pessoa que você não ajude deixando de vender. >> Uau! Porque você quando não vende, você abre a premissa, você é uma pessoa séria, não é? Quando você não vende o seu o seu serviço sério, vai ter alguém não sério vendendo pro teu cliente. >> Aí que você ferrou, >> eu tô curada disso. Não tenho esse produto. [risadas] >> Aí que você ferrou o cara quando você não vende. >> Exato. Exato. E é uma coisa que eu falo muito, os bons são tímidos e os maus são Muito ousados. Os bons às vezes estão lá sentindo culpa
de vender às vezes algo que vai transformar a vida da pessoa e os maus estão lá >> sem escrúpulo, >> vendendo coisa ruim. >> Então vendendo coisa ruim. >> E às vezes tem pessoas que talvez não estejam preparadas, >> seja um sinal não dela, ela não tá preparada para usufruir do que eu tenho para entregar, até por conta de uma Questão de evolução, de mentalidade, do ambiente onde ela tá, enfim. >> Uhum. É isso. É, é entender assim, nó por isso que existe funil de vendas, né? O funil de vendas já prevê, você não venderá
para todo mundo. Escolha os teus especiais que vão estar lá embaixo no fundinho, entendeu? Essa é a visão assim, mas sinta a culpa toda vez que não vende, porque aí você vai começar a levar com mais afim, cara, eu preciso vender melhor. E vender Melhor não é enfiar mais produto igual abaixo da pessoa, é perguntar mais, é perguntar melhor, é identificar qual é o rec dela e aí fazer uma oferta que de fato faça sentido pra cabeça dessa pessoa e pra realidade dela. Não é tirar o dinheiro dela. Até porque se você fizer algo bem
feito, melhorando a vida dessa pessoa, ela pode ganhar mais. Ela pode mudar a vida dela, ela pode fazer e ter muitos mais benefícios. >> E talvez acho que entender que é romper Uma grande barreira, né? Fazer esse primeiro movimento. >> O primeiro ele vira ali um vence isso. >> Isso. >> Mas precisa insistir, né? Obrigada, queridos. >> Palmas para pergunta maravilhosa. Produção, [aplausos] segunda pergunta. >> É o xará Caio. >> E aí, xará do Caio? >> Pergunta sua, Caião. >> Bom, vamos lá. Queria construir um pouco Da minha pergunta, né? É, >> vai no como?
Vai no como >> quando e como vocês tiveram o start que o Flávio Agusto fala que é o ponto de inflexão, aonde você fala agora eu vou cobrar mais caro e termin concluindo, eu entendo que para eu precificar um serviço e não me basear no meu colega, não me basear no meu concorrente, talvez eu tenha que olhar pro Roy. O Reca eu entendo, pelo menos eu entendo o que o Reca mora dentro do Roy. Queria a resposta de vocês. >> Boa, boa, >> boa observação dele. >> Boa observação. muito boa. Ah, primeira coisa foi um,
o Flávio foi um dos grandes e motivos da gente cobrar mais caro. Então, a gente convive com essa trinca maravilhosa, né, o Flávio Cajoel. E o Flávio ele provoca muito sobre isso, né, pô, cobra mais caro, eu não quero perder tempo e tudo mais, mas quando a gente pensa ali no Roy, eh, que é o Retorno, >> quem não sabe o que é Roy, explica para cá. É, o Roy é o retorno do investimento que você fez de alguma forma, né? Um termo financeiro, mas o Roy serve para tudo. Por exemplo, tem gente que tem
ROY no casamento, tem gente que não tem, por isso que para de investir, né? >> Enquanto você tá tendo R tá investindo. Enquanto você tá tendo ROY, tá investindo. >> O Roy e o Reca são coisas um pouco Diferentes. O Reca é o motivo pelo qual a pessoa compra. E nem sempre a pessoa compra por um retorno. Quer ver? Ó, já teve coisas que você comprou que não te trouxe retorno nenhum? >> Deixou de comprar por ter retorno, por não ter retorno? Não, até porque você só sabe depois. Então, a promessa do Roy, ela tem
que ser um rec e precisa ser instantânea se você quer usar ela para vender. Então, por exemplo, sei lá, igual eu falei pro Caio, né? O você vai comprar bolsa para Fabi, a Fabi vai ficar feliz naquele dia, vocês vão sair para jantar. Ela vai ficar feliz. Sua mulher feliz não é vida feliz. >> É roy para mim. >> É roy para ele. Tá vendo? Então deu roy >> não é tangível. A maior parte do Ri nunca é tangível. Porque se e se você associar isso a, por exemplo, um roy emocional, é o que as
Pessoas mais ficam felizes. É plenamente possível, por exemplo, você ter um retorno financeiro de algo e ficar infeliz com aquilo, entende? Então, é sempre assim, na venda, cara, na venda mais cara, sempre foca na emoção. O que aquele cliente quer sentir quando ele diz para você as dores dele? A gente fala do vendedor que vende dor, né? A palavrinha vendedor. Aí as pessoas falam: "Ou você vende uma dor ou um Sonho". É a mesma coisa, é tudo dor. Porque um sonho não realizado é um prazer, >> não >> é uma dor também. Um desejo não
cansado é é algo bom? Não, também é uma dor. Ou seja, o que que ela quer sentir com o teu produto? O que que ela quer sentir quando ela diz que ela tem aquele problema? Porque ela não quer ter mais. E aí a gente parte pros desejos universais, que é o que todo mundo quer. Tem alguém nessa sala que quer ficar mais pobre amanhã? Tem alguém? >> Não. >> Não. Então, todo mundo quer ficar mais rico? >> Sim. >> É um desejo universal ser rico. Alguém aqui quer mais problema, por exemplo, quer deixar de sentir
pais? Não. Pais também é um desejo universal. Se eu encontrar qual é o desejo universal que Aquela pessoa tem, golaço. Isso vai ser muito mais roy do que qualquer outra coisa tangível dentro da venda. >> E é por isso que no meu ato da venda, eu nunca posso, de certa forma focar no cliente, mas ter o foco do cliente. Então, >> exato. >> É. E o que você acredita às vezes que é o ROI do cliente, por exemplo, exemplo de dinheiro, retorno, né? Um ROI, ah, vai aumentar 50.000 No seu vezes aquele ro vale menos
do que ela atingir um ro intangível e emocional que ela tem de ficar mais tempo com os filhos. >> Então às vezes você vai tentar vender para ela em cima de um retorno que você acredita que ela quer muito, mas na realidade o retorno que ela mais quer não é esse. E aí não tem a conexão da venda. >> Para não ter erro sempre entrego Roy tangível. Tem que ser assim, as pessoas Falam: "Pô, meu trabalho é bom". O roy tangível é um mínimo, >> é obrigação. >> O que encanta é o rec. O que
encanta é a razão emocional dela sendo atingida. É assim que a gente se sente encantado ou desencantado com as coisas. >> Essa fórmula fica batata. >> Uhum. >> Porque quando a gente quanta a gente desiste de algo que tá tendo retorno. >> Sim. >> Se você pega pessoas desistindo, por exemplo, o cara desistiu da academia e tava emagrecendo, não faz sentido. >> É. É porque ele teve o Roy tangível, mas o intangível que vai segurar ele, ele ainda não percebeu. >> É, >> então quando você entrega os dois, essa dupla é bombástica, animal. >> E
até um início de venda, talvez começando pelo rec, né? >> Exato. Não pelo produto e serviço, mas sempre pelo rec. >> É a venda, quanto mais você evitar falar do produto, mais você vende. >> Sim. >> Show. >> Muito bom. >> Palmas, produção. [aplausos] Ah, esse episódio, hein? Estou >> amém. >> Animal. Animal. H aqui com você. Você sabe que o nosso primeiro episódio do Podcast nosso foi com você e foi aqui, né? >> Eu lembro, eu lembro. Sabe por que eu gostei desse podcast? >> Porque foi aula. >> É >> aula no sentido assim,
cara, esse podcast é pra galera que ouviu na academia, ouvi no trânsito, ouviu indo pro trabalho. É, você tem que ouvir de novo com papel e caneta. >> Exato. >> Volta o podcast, bota no 1 e meio dois. Pode ser até legal ver o Everton falando as frases dele no vezes do [risadas] e pegar papel e caneta, mandar para alguém do time, isso aí >> para sócio. >> A galera tá usando os podcasts que a gente faz às vezes como aula pro time comercial. >> Exato. >> E o mais legal é que qualquer pessoa que
colocar em prática vai ter RI, vai ter Retorno. >> Mensagem final de vocês dois para quem nesse episódio com a gente até o final. >> Posso começar? Vai lá. H, falamos muito de negócios, de vendas e foi uma aula de fato, mas eu gostaria de terminar com a frase que o Ever testou que para nós e para mim especialmente o negócio não é o mais importante. Ele serve é o que é mais importante. Então, se você vai sair de casa para trabalhar todos os dias, se Você tá empenhado no seu negócio, no seu empreendimento, e
você eh tá colocando energia nisso, que seja para tirar uma boa recompensa disso. E uma boa recompensa não é aquilo talvez que você tá se contentando. Uma boa recompensa são os sonhos realizados. é o tempo que você passa com quem você ama, é o que você faz a partir daquilo, porque hã negócios não foram feitos para dar errado. Aliás, ninguém começa um negócio para dar errado. Só que às vezes no meio Do caminho você não tá atingindo o objetivo que você tinha, que você queria e que, principalmente não vale todo esse esforço se for para
perder as coisas mais importantes da sua vida, que é o seu casamento, são seus filhos, as pessoas que você ama, os sonhos que você tem, as pessoas que você contribui e ajuda. E então, para mim, de nada valeria esta aula e tudo isso se não fosse, se você não entender que isso não vem primeiro. O que vem primeiro é o que É mais importante. E tudo isso vai se tornar parte de algo maior, que é a sua vida, a sua família, seu relacionamento com Deus, o seu propósito. Inclusive, dá para ser muito feliz tendo negócio,
dá para realizar muito sonho, dá para viver muita coisa boa tendo, não precisa ser tão difícil quanto está sendo se está sendo para você, >> mas não inverta essa lógica. >> E segunda coisa que ninguém pode tirar de você aquilo que Deus planejou pra sua Vida. >> Uau! >> Se Deus quer algo para você, pra sua vida, pro seu caminho, não se desespere, não se anseie, não se angustie, não fique mal, não acredite que o problema tá em você e principalmente confie que vai chegar. Porque de tudo que a gente fez para est aqui hoje,
caiu nesse podcast gravando com você e realizando tantas coisas incríveis na nossa vida, de todo o esforço, todo aprendizado, de Todo o empenho que a gente colocou, ainda assim eu acredito que a maior parte vem veio em graça. Nós não estamos onde estamos. Eu não estou onde estou porque simplesmente por mérito, apesar de dele existir e saber que existe. Ou sorte até um pouco, é principalmente porque de alguma forma Deus quis se ele quis, ninguém. pode tirar da minha vida ou da sua o que ele quer para você também. >> Amém. Amém. Amém. >> Espetáculo,
né? Porque que eu casei, >> né? Entendeu? Porque eu sou apaixonado. Entendi. Fala depois dessa. >> Não, ela sorri. Meu coração terras batida aqui, rapaz. Impressionante. Ah, isso que a Bruna falou é muito importante, cara. Porque assim, se a gente parar para pensar, nós não somos os mais inteligentes, nós não somos os mais esforçados, nós não somos os mais dedicados do mundo, mas a gente consegue. E não é pela gente. Tem gente Mais dedicada, tem gente mais esforçada, tem gente às vezes trabalhando até mais, mas a gente acredita que Deus é o grande precursor de
tudo isso. E uma das coisas que teve na nossa história é a questão do ser anjo, né? Uhum. >> Então, anjos para nós é a pessoa que aparece no dia certo, na hora certa, falando a coisa certa, >> que é o nome da empresa de vocês, né? >> Exato. Tem até uma uma cliente que refinou isso. Ela virou um dia para mim E falou assim: "Eeverton, obrigado por emprestar as asas de vocês para eu voar mais". >> Social ou nome fantasia? >> Os dois. >> Os dois. >> Que legal. >> Obrigado por emprestar as asas
de vocês para eu voar mais alto. Eu falei: "Uau, que lindo! Anjo é a pessoa então que empresta asa pro outro voar mais alto. A Bruna é o meu maior anjo, né? Então eu Falo que 99% do meu sucesso é entre Deus e Bruna. Só deu certo depois dela, só deu certo depois que a gente começou juntos. Então eu sou muito grato a Bruna, eu sou muito grato a Deus por tê-la colocado na minha vida. E eu nunca mais duvidei de Deus depois que eu casei, cara. Porque só Deus para fazer um treino bonito desse.
[risadas] Não é possível, né? Mas a vocês são muito fofinhos. Jesus. Quero colocar vocês dois num pote, [risadas] >> deixar aqui do lado da cama, colocar neve, acordar de manhã, achacalhar o pote assim. >> E que Deus abençoe muito o casamento de vocês. >> Amém. Amém. >> Você o eu conheço vocês, vocês são assim. >> Uhum. Vocês são leve, vocês são felizes, vocês são cúmplice. Eu acho também que vocês não só ajudam as pessoas a precificar do jeito certo, A terem mais o roy alegre do empreendedor, que é conquistar, avançar, progredir, mas vocês também são
exemplo daquele casal que empreende junto, que é possível eh matrimônio e negócio serem bem-sucedidos, porque tem gente que acha que é o contrário, né? Meu casamento, meu negócio é me cedido, eu tenho que ver pôr com a minha mulher. Não, o contrário. >> É o contrário. Pelo contrário. Seja são sócio de vida. Então, muito legal isso. Eu tenho certeza que a história de vocês tá só começando. >> A gente também. A gente fala para isso, um pro outro, né? A gente tá só começando. Tá novo ainda, tá aquecendo. Ó, adorei. Tá obrigada. >> Obrigada. Foi
um prazer. >> Você que acompanha esse podcast, primeiro, todos os contatos desse casal maravilhoso estão estão aqui embaixo. Se você acredita que tá nesse momento, cara, eu acho que o preço fica errado. Eu poderia estar cobrando mais. Eu preciso de instrução, chama depois eles, eles vão receber muito bem. Só fala que você vê do como você fez isso e o time junto com eles vão fazer um diagnóstico para saber se você tá nesse momento de melhorar o teu preço, tá bom? Eu acredito que tá, porque a maioria das pessoas no mundo precificam errado. E obviamente
se você chegou no final também acompanhe todos os canais do Como você fez isso. Se inscreva no podcast, Nos canais oficiais para você não perder nenhum só episódio e recomendo fortemente você fazer uma coisa agora. pega o link desse episódio, manda esse episódio no grupo e seus amigos que tem quem tem negócio. Se você ama essa pessoa, pode ser que uma coisa que ela ouça aqui, pau, e a pessoa começa a ter uma virada e você vai ser o grande cúmplice, você vai ser o anjo da guarda na vida dessa pessoa, emprestando uma asa para
ela voar, tá bom? Recomendo que Você faça isso. Pega agora rapidinho, você pega esse link, manda no WhatsApp para essa pessoa, grupo de família, de amigos, galera que tem negócio, vai contribuir demais, tá bom? Mais te vejo na semana que vem. Obrigado pela tua companhia, pela tua confiança. Até o próximo episódio. Fica com Deus e tchau. Valeu. Plateia também. Pa [aplausos] [música]