[Música] Olá boa noite e você está velho para isso Ah isso é coisa de gente velha Você já usou alguma dessas expressões são frases preconceituosas apesar das estatísticas de aumento da longevidade nos últimos tempos os idosos sofrem com etarismo como ele afeta a saúde e o cotidiano dos velhos opinião Minas começa agora [Música] [Aplausos] os idosos correspondem a quase 15% da população brasileira dados do IBGE apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes em 2042 essa população passará
o número de 57 milhões de brasileiros apesar das estatísticas de aumento da longevidade nos últimos tempos eles ainda sofrem discriminação Você quer um exemplo vamos assistir a reportagem o Rubens se formou em enfermagem aos 65 anos durante o curso sofreu com o preconceito dos colegas de turma por causa de sua idade com o pessoal da idade 60 anos é difícil ouve colega que disse olha é uma das primeiras existência que vamos perder a dele vamos ter que carregar o caso de Rubens é parecido com o de uma estudante de 40 anos de uma universidade de
Bauru interior de São Paulo ela foi vítima do deboche de três garotas mais jovens que publicaram um vídeo nas redes sociais outros matriculando um colega de sala tem 40 anos já e eu quero saber vai passar aposentada o preconceito em função da idade é chamado etarismo e a população idosa é a que mais sofre enfrenta dificuldades de acesso a serviços públicos emprego entre outras formas de desrespeito segundo especialistas para vencer esse problema é preciso deixar de ver o envelhecimento como algo negativo é jovens elas foram infelizes né com essa declaração e até por falta de
conhecimento que elas poderiam aproveitar que a pessoa que tá fazendo a faculdade com ela com mais experiência compartilhar conhecimento com elas aproveitar que essa pessoa tem mais experiência para poder colher mais informações né esta médica geriatra lembra que no Brasil as Pesquisas populacionais mostram que o número de idosos vai superar a quantidade de jovens em um futuro muito próximo dica formas de superar essa mentalidade a Organização Mundial de saúde tem algumas sugestões dentre elas além da gente brigar por políticas públicas para que o idoso esteja de fato inserido né tenha essa proteção de estar inserido
na sociedade a gente trabalhar a educação formal desde os níveis fundamentais de ensino desde o nível básico de ensino e para conversar com o tema sobre o tema hoje com a gente não recebemos a Carla jacomin Ela é médica geriatra consultora da OMS para envelhecimento saudável e também Fernando Genaro ele é psicólogo e psicanalista Doutor pela USP pesquisador na área do envelhecimento eles são membros e LC Brasil centro internacional de longevidade Boa noite para vocês boa noite Carla tudo bem seja bem-vinda tudo bem nós assistimos agora a reportagem trouxemos exemplos aqui que aconteceu aí no
meio da educação e universidades preconceito com idade a gente chama de tarisma e dádismo também é um termo muito usado né como que ele se configura mais aí no nosso dia a dia gente de várias formas né ele ele transparece até estruturalmente o Brasil é um país e dádista da mesma forma que ele é racista sexista capacitista então o ibadismo ele se soma a todos os demais preconceitos que diferenciam categorias considerando que algumas categorias são superiores a outras categorias então a lógica do país é que nós somos um país que Louva a juventude mas discrimina
o envelhecimento discrimina a medida que a pessoa vai envelhecendo a gente não é muito raro a invisibilidade que a pessoa assume a medida que envelhece Sim e ele acho que um dos aspectos né que que o widadismo traz né Nós preferimos né talvez de maneira geral escolheu o termo idadeismo porque ele termina com prefixo como machismo lgbtismo né ele não ficaria só com uma questão de um grupo especificamente né mas de uma de uma questão maior E como a gente acaba também introduzindo o tema a questão do dardismo ele tem efeitos né psicológico sociais físicos
né em termos da Saúde da qualidade de vida e que a gente vai poder discutir um pouco mais aqui e às vezes esse preconceito ele é Sutil assim como às vezes no racismo no Preconceito No lgbtismo ele às vezes é Sutil a gente vai achando enraizando que aquilo ali é brincadeira que as frases que a gente fala isso é coisa de verdade então é muito enraizado e como que a gente consegue mudar isso culturalmente na nossa sociedade Eu acredito que a cada vez mais a gente vai reconhecer que existem várias formas de envelhecer né aqui
não existe só um padrão de envelhecimento e a gente tem que também contrapor aquela lógica de que só quem envelhece bem entre aspas é quem envelhece de uma forma ativa saudável hoje a Organização Mundial de Saúde ela declarou de 2021 a 2030 a década do envelhecimento saudável e essa década tem quatro pilares O primeiro é enfrentar o idadeismo ou hetarismo então é fundamental que a sociedade mude a forma como age pensa e sente em relação ao envelhecimento o segundo Pilar diz respeito à construção de ambientes amigáveis ou seja ambientes acessíveis ambientes acolhedores para pessoas de
todas as idades o terceiro diz respeito a integrar cuidados de saúde assistência social porque muitas vezes as pessoas acham que saúde é cuidado de saúde fica restrito só a questão de medicamentos né mas a gente tem que trabalhar o cuidado propriamente dita proteção social e por fim a oferta de cuidados de longa duração que diz respeito às instituições de longa permanência né as residências coletivas para idosos então o idadismo ele ele precisa ser enfrentado e ele só será enfrentado se ele for conhecido e reconhecido né Eu queria aproveitar da oportunidade e oferecer para você aqui
da Rede Minas queria muito que vocês compartilhasse aqui entre os jornalistas Esse é um trabalho que foi feito pela jornalista Lilian da editora e com apoio da Sociedade Brasileira de geriatria gerontologia aqui você vai ver que o jornalista também precisa aprender sobre Como cobrir assuntos relativos ao envelhecimento ali membro do ilc então a gente se esforça para que a sociedade Aprenda um pouco mais né sobre como lidar com o envelhecimento que interessa a todos pelo presente pelo orientação aqui vou compartilhar com os meus colegas aqui da Rede Minas assim e quando você me deu essa
cartilha aqui eu fiquei pensando uma coisa no início que você disse aí da sua resposta que é sobre a gente por exemplo falar de uma velhice saudável só quando tá ali aquele velho fazendo a caminhada dele se exercitando tendo uma vida muito ativa Mas isso não é a realidade sempre o jornalismo realmente traz muito isso como Bom exemplo como o exemplo melhor de ser alcançado mas a gente sabe que nem sempre é assim né gente é disso que você fala também cara sem dúvida a gente entende assim todos nós queremos envelhecer bem claro todo mundo
quer viver bem mas nós vivemos num país extremamente desigual e a chance de uma pessoa mais pobre envelhecer demandando cuidados demandando algum grau de incapacidade é muito maior do que a chance de um velho não pobre né Então essa diferença desigualdade de direito ela vai repercutir na velhice né E nós vamos lá estar ali reforçando ainda mais essa desigualdade se a gente tratar os velhos de uma forma negativa independentemente de ser um velho de classe social tal ou outra classe social o adoecimento por exemplo mental dessa pessoa ele é o mesmo são proporções diferentes ele
é adoentarismo esse preconceito eleador Sem dúvida Sem dúvida né Eu penso que uma das grandes questões né vamos dizer assim toda forma de preconceito né Toda Forma de preconceito Ela traz em si uma certa violência né Essa violência que às vezes fica mais invisibilizada porque ela é mais simbólica né a gente tá acostumado ficar mais chocado né quando a coisa chega no físico quando um idoso sofre violência física isso ganha mas até chegar a violência física quando isso já extrapolou já aconteceram muitas outras coisas né e uma das coisas que que vamos assim como efeito
psicológico né feito da própria saúde mental são aspectos né de embotamento de isolamento de um de um profunda experiência de Humilhação né que de alguma maneira vai ser gregando né eu queria complementar da moto ela fala o seguinte que no Brasil se você ainda não sofreu preconceito de raça cor não sofreu preconceito classe social não sofreu preconceito de gênero Fica tranquilo você vai sofrer preconceito e às vezes a gente encontra a interseccionalidade que quando você é por exemplo negro LGBT né e envelhece pobre acontece aí você Vai somando isso então tudo isso contribui para o
sofrimento né da pessoa que vivencia o envelhecimento mas contribui também para o empobrecimento da nossa sociedade porque enquanto a gente repercutir esse tipo de comportamento Sem questionar né a gente vai estar aprofundando desigualdades porque definitivamente preconceito com cor com genro raça e tudo e contra a idade também preconceito com a idade também não é um problema só de quem sofre né gente é um problema da sociedade toda e isso falta esse entendimento e ele passa por onde para poder ter essa reflexão gente é pela educação por políticas públicas por onde passa eu acredito que por
tudo isso inclusive pela sua atuação né o jornalismo tem um papel fundamental a mídia tem um papel fundamental em apresentar esse tema de uma forma mais abrangente para não ficar só binário né aquela coisa é bom é ruim né tem cinza aqui no meio que ninguém tá vendo né Outra coisa por exemplo a experiência dessas meninas ela sofreram linchamento digital ela sofreu um lixamento digital numa sociedade o espetáculo elas portaram a voz de uma sociedade inteira né e é muito fácil quando a gente tá num sistema de manada de grupo né aí tá na hora
de bater todo mundo bate né mas de nós não pensamos da mesma forma que ela pensa só que elas externaram né e como estamos no tempo da velocidade digital da informação digital que corre muito é viralizou né e aconteceu isso claro que elas estão absolutamente equivocadas Eu não tô em absoluto defendendo mas eu acho que elas estão revelando elas estão sendo reveladoras então a gente pode aprender com essas reveladora de um recorte de uma parcela expressiva da nossa sociedade expressiva não pode a gente não pode dizer recortar dizendo que esse esse por exemplo que a
gente pode dizer que o preconceito contra a idade ele acontece só de jovens adolescentes isso não é verdade né gente Não não eu acho que nós temos um outro tipo também né de idadeismo que é o individual que a própria pessoa sobre si mesmo né traz preconceitos né ela sobre ela mesmo ela sobre ela mesmo então não é raro por exemplo eu ter pacientes do tipo assim aonde eu faço uma sugestão de uma atividade cultural ou de uma atividade onde ela pode ampliar socialização ela diz assim não mas esse tipo de ambiente já não é
mais para mim né de tão enraizado que que a concepção sobre velhice ainda tem né porque a concepção de velhice ela ainda é pensada em contraposição a juventude por isso que De forma alguma a gente pode ocupar a pessoa que sente sobre ela mesmo mas a gente tem que estar ali atento por exemplo a reportagem de vocês daqui da gente começou com aquele Senhor que fez enfermagem e que se formou 65 anos e ele falou eu sofri né então ele se formou no ambiente universitário com esse tipo de condição né de opressão e ele deu
conta né então assim da mesma para dizer que igual as meninas já existem outras situações semelhantes que estão para todo lado né que é um exemplo maior no nosso Poder Legislativo no nosso Poder Executivo as pessoas não se reconhecem velhas muitas vezes a gente vai para o meio político vai defender direito de pessoa idosa estão lá aqueles deputados senadores todos velhos né e velho é o outro é como se não dissesse discutindo distância da situação né então esse distanciamento essa lógica de que a velhice mora no olhar do outro né isso existe desde Simone quando
colocou isso muito claro né a dificuldade do envelhecimento esse monte de povoar escreveu o livro a velhice em 1970 né Nós estamos falando agora de muitas décadas depois e parece que estamos no mesmo lugar para a gente evoluir enquanto sociedade que que a gente precisa fazer o que qual que é o papel de cada um de nós como a gente ser individuais e de políticas públicas também vamos falar sobre isso depois do intervalo pode ser daqui a pouquinho a gente volta [Música] estamos de volta falando hoje sobre o preconceito em relação à idade como ele
afeta a saúde e o cotidiano dos velhos os nossos convidados de hoje São Carlos jacomin Ela é médica geriatra consultora da OMS para envelhecimento saudável e Fernando Genaro ele é psicólogo psicanalista Doutor pela USP pesquisador na área do envelhecimento os dois são membros do LC Brasil centro internacional de longevidade bom vou compartilhar alguns dados aqui com o nosso telespectador com vocês para poder a gente saber também de onde que vem essa violência Como que estão as denúncias aí Vejam Só a gente os últimos dados do Ministério da mulher da família e dos Direitos Humanos trazem
um balanço de dados do disque 100 segundo levantamento de janeiro De Janeiro A Dois de Junho de 2022 foram registrados mais de 35 mil registradas mais de 35 mil denúncias de violações de direitos humanos contra pessoas idosas em 87% das denúncias o número tá aí na sua tela as violações elas ocorrem casa onde o idoso mora dessas 16 mil ocorreram na casa onde Residem a vítima e o suspeito entre os agressores os filhos e são os principais responsáveis pela violação Segurando como suspeitos em mais de 16 mil registros depois estão os vizinhos em seguida os
netos esses dados mostram o que para a gente Dessa violência dentro de casa de quem tá perto com idoso com velho mostra o que a nossa sociedade a sociedade é difícil especialmente se você quando falta cuidado a maior causa vamos falar assim a maior vítima o perfil da vítima que sofre violência é a mulher viúva que precisa de cuidado tá E por que isso porque o nosso Brasil nosso estado Brasileiro ele é um estado familista Ele acha que a família tem obrigação de cuidar ele é um estado sexista uma vai cuidar e ele é um
estado e dadista ele acha que envelhecer é o problema de cada um é uma questão que não importa o Estado então é como se a gente tivesse que proteger a criança cuidar do trabalhador e desprezar deixar o velho para lá tá então a gente precisa urgentemente de uma política de cuidado que apoia a família que apoia a mulher porque hoje 24% das pessoas que cuidam precisam parar de trabalhar ou de estudar para cuidar Então você coloca a família numa situação difícil ou ela trabalha e garante renda para poder considerar ajudar no Cuidado ou ela tem
que largar o trabalho largar o estudo para cuidar e com isso a gente tá o que garantindo uma velhice ainda mais desprotegida para essas pessoas que hoje cuidam porque elas não tem qualquer tipo de proteção Trabalhista de direito trabalhista que Garanta é uma previdência no futuro então a gente tem muito a caminha ainda como sociedade na defesa dos direitos da pessoa idosa Fernanda carta apontando esse ponto do cuidado quando chega na velhice que às vezes a família não tem essa condição nenhum sentido de cuidado dá o cuidado necessário para aquele idoso a política pública entra
onde aí é na questão dos lares é de que forma não sem dúvida acho que as políticas públicas elas entram como princípios norteadores do Cuidado inclusive né Tanto do ponto de vista da própria atenção social quanto atenção em saúde né até porque né se a gente retoma a questão do que é cuidado né cuida ou cuidado ele implica não tem porque a gente dispensa alguém né e de que de alguma maneira ele passa por um aspecto antes técnico antes de qualquer técnica ele passa por uma questão ética enquanto o ser humano né mas o cuidado
Ele só pode ser efetivo se ele né que é a ideia de que quando a gente tá imaturo mais velho né ou numa situação de maior vulnerabilidade é fundamental poder contar com o ambiente ou pessoas que sejam confiáveis né Essa é uma dimensão fundamental por cuidado né e a gente vê isso também no âmbito da saúde e da dízimo né quantas vezes na consulta médica o médico se dirige ao familiar e não e não entrevista o idoso exatamente né são exemplos corriqueiros mas né teríamos vários aqui né o comércio ela quer comprar o presente para
alguém e a vendedora fala assim o que que ela gosta eu falo Pergunta para ela ela tá aqui ela tá aqui parece que ela não fantasma né então assim isso é todos os dias né em relação ao cuidado também eu acho assim queria muito fazer esse esse esse recorte que a violência denunciada é a violência introdoméstica mas não significa que ela se restrinja somente a violência entre a doméstica né a gente quer registrar é importante que você saibam que de cada denúncia que aparece de violência intradoméstica existem 14 não denunciadas então a maior parte das
denúncias não é feita ela é absolutamente subnotificada é obrigação do serviço de saúde de Assistência Social de qualquer cidadão denunciar suspeita ou o fato da violência né mas na prática a gente sabe que só é denunciado o olho roxo o hematoma mas quando chega o hematoma é ouro roxo já aconteceram várias violências e a condução dessas denúncias não tem sido né O que qual que é a oferta que o estado brasileiro dá para uma família que precisa de cuidado e que não tá tendo cuidado necessário para vocês terem noção a gente tem apenas 2,3% da
cidades do Brasil inteiro que tem centros dia para idosos que seria aquele espaço que o idoso poderia frequentar E permitir a família né trabalhar estudar para poder garantir esse cuidado que Como diz muito bem disso Fernando cuidado é a atenção cuidado é você se devotar ao outro então não temos nós temos 70% das nossas cidades não tem instituição de longa permanência então assim também não temos a oferta de um cuidado institucional adequado temos muitas instituições de longa permanência que deixam a desejar em termos de cuidado e isso em parte também pela falta de apoio do
Estado o estado fiscaliza mas o estado não é um otimizador condicionador né da qualidade do Cuidado então a gente tem um longo caminho a percorrer mas eu acho Érica que é fundamental que as pessoas entendam que isso não é interesse dos velhos isso é interesse de uma sociedade que está envelhecendo o Brasil é o país que em segundo lugar no mundo envelhece mais rápido de acordo com entre o último censo de 2010 e os primeiros dados desse senso de 2022/2023 houve um aumento de 40% no número de idosos os idosos já nasceram eles estão aqui
né É cada um de nós cada um de nós está construindo a sua própria velhice né então a velhice cuidada e bem cuidada ela interessa a todos às vezes a gente acha que aquilo a gente não está envelhecendo no Brasil né fala da Europa do Reino Unido e tudo mais como falar os pais tivesse envelhecendo aqui não e isso é um olho fechado para essas questões né a gente queria saber também sobre o trabalho dele seco o que vocês fazem lá que tipo precisa levantamento até subsidia auxilia as políticas públicas desenvolvidas para os velhos do
nosso país explica pra gente Fernando sim então é um instituto já que existe em vários países né Há muito tempo nós temos como liderança principal né a presença do Professor Doutor Alexandre calache né que tem fomentado que é um militante né da causa do envelhecimento no Brasil e internacionalmente né e dentro do IMC nós temos assim uma espécie de guarda-chuvas de temáticas e de eixos que que convergem para a questão do envelhecimento em diferentes áreas de atuação né então por exemplo eu eu são pontos focais né eu cuido de um ponto focal que a saúde
mental e envelhecimento mas nós temos moradia envelhecimento racismo envelhecimento né moradia envelhecimento Então são uma grande de aspectos vamos assim de diferentes áreas do conhecimento pensando questões próprias do envelhecimento né Eu acho que é interessante também falar que o centro internacional de longevidade ele foi criado pelo Robert butler nos Estados Unidos que é o primeiro pesquisador a falar sobre Aids que é o dadismo etarismo A ideia é mudar o pensamento então o elc ele é um centro de pesquisa que tenta trabalhar com Outras ideias outros formatos outras propostas então a gente produz promove fóruns de
debates promove lives promove publicações como por exemplo né que contou com a participação da Lilian então a gente quer muito que a sociedade se é Abra para essa realidade tá o LC também eu acho que a lógica é visibilidade para esse para essa questão do envelhecimento E aí quando a gente fala dessas questões do envelhecimento de tantas que a gente vai falando que vocês têm uma interrupção com a sociedade civil com Universidade do Instituto de Pesquisa por exemplo Gente Tem sim porque sim até porque vários membros do Instituto São pesquisadores nas suas instituições de origem
né então a gente faz essa ponte sim também com as Universidades não estão chegando ao fim do programa aqui antes de agradecer vocês Queria convidar você para compartilhar edição de hoje para a gente aprender todo mundo junto e fazer essa transformação dentre tantas que a sociedade precisa esse programa já está disponível no nosso canal no YouTube é só você correr lá clicar e compartilhar com a sua rede de amigos cara muito obrigada pela participação aqui com a gente muito obrigada por terem podido ver Boa noite para vocês obrigado então você pela companhia uma boa noite
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