Mesmo com a internet, a IA e os avanços tecnológicos cada vez maiores, ainda há diversos mistérios que nem mesmo os cientistas são capazes de explicar, desde os mistérios da vastidão do espaço até coisas de lugares perto ou no interior de nós que continuam sem explicações. No vídeo de hoje, você vai conferir nove mistérios que, apesar das várias teorias, ninguém ainda foi capaz de explicá-los com precisão. Será que você conseguiria?
Para começarmos, vamos abordar um mistério bem recente que até hoje levanta debates na comunidade científica. O misterioso objeto interestelar ou mua. Seria ele apenas um cometa ou uma nave alienígena?
O Omuomua foi observado pela primeira vez em outubro de 2017 por astrônomos do Havaí que perceberam se tratar de um objeto interestelar, ou seja, vindo de fora do nosso sistema solar. Tudo nele era diferente de qualquer cometa que já havíamos visto antes. Sua forma alongada, sua cor avermelhada e até mesmo o modo como ele acelerou para se afastar do sol, sem liberar gases que normalmente observamos em cometas, quase como se, na verdade, fosse um objeto artificial.
O grande problema com Omua Mua é que nós só ficamos sabendo dele quando já era tarde demais. Já em sua saída do sistema solar, sua rápida passagem por nosso sistema fez com que não tivéssemos a oportunidade de analisá-lo melhor. E tudo que temos hoje são teorias.
Por exemplo, sua aceleração ao deixar o sistema solar desafia as explicações de que ele estivesse sob efeito apenas da nossa gravidade. E os cientistas tentam, sem sucesso definitivo, apontar várias teorias para explicar isso. Há quem diga que ele era composto por hidrogênio sólido e ao se aproximar do sol, esse hidrogênio foi liberado causando um aumento significativo da sua aceleração.
Em contrapartida, há cientistas que são mais diretos e afirmam: "Era uma nave alienígena". O grande problema é justamente isso. São apenas teorias.
Por não termos dados suficientes, nós nos baseamos apenas nas explicações que os cientistas apresentam para tentar explicá-lo. A sua natureza incomum, aliada ao comportamento inesperado, tornam difícil classificarmos o omua como um cometa ou asteroide. E cientistas até mesmo pensam classificá-lo como alguma coisa entre esses dois.
Até o momento, o Omuamua segue sendo o objeto interestelar mais inexplicável que já veio nos visitar, pelo menos até outubro, quando receberemos a visita do Trazy Atlas, o qual estamos acompanhando de olhos bem abertos aqui no canal. Bem, mas ainda sobre mistérios no espaço, você já ouviu sobre o paradoxo de Ferme? Lá em 1950, o físico Henrique Ferme, ao discutir sobre a vida extraterrestre, fez a seguinte pergunta: "Onde é que tá todo mundo?
No nosso português? Até hoje nós não sabemos como responder essa pergunta". O paradoxo, conforme explicaremos, está entre o conflito de escala e probabilidade e a falta de evidências.
Bom, você não deve ter entendido muita coisa, né? Então vamos lá. Para entender melhor, pense o seguinte.
Nós vivemos num universo imenso, cujo tamanho nós não conseguimos nem começar a imaginar, não é verdade? Dentro desse universo, os cientistas já encontraram vários sistemas solares, bilhões de planetas potencialmente habitáveis. E tudo isso está por aí há uns bons bilhões de anos.
Sendo assim, você não concorda que para um universo tão grande assim, estatisticamente falando, com tantos planetas, provavelmente com tanta possibilidade de outras gentes, as chances de existir vida deveriam ser extremamente altas. Pois é. Então, onde está todo mundo?
É exatamente aí que entra o paradoxo de Ferme. Ao mesmo tempo em que a probabilidade nos mostra que as chances de existir vida por aí sejam altíssimas, nós não possuímos nenhuma evidência disso. Ao longo dos anos, diversas teorias foram propostas para explicar e tentar resolver o paradoxo de Ferme e algumas delas são bem interessantes.
Por exemplo, a teoria do grande filtro diz que as possibilidades de existir vida extraterrestre realmente são bem elevadas. O problema é que o desenvolvimento de vida inteligente pode ser algo muito mais raro do que imaginamos. Isso tornaria praticamente impossível o surgimento de civilizações avançadas.
Já a hipótese do jardim zoológico vai na contramão, alegando que, na verdade, civilizações muito mais avançadas que a nossa já estão nos observando como se a Terra fosse um grande zoológico e eles não entrarem em contato, pois não querem interferir no desenvolvimento natural da humanidade. Dentre todas as teorias, a hipótese da floresta negra é uma das mais difundidas. Essa hipótese prega que todos nós estamos numa grande floresta negra, onde não conseguimos enxergar nossos arredores.
Nós sabemos que há civilizações lá fora, ou seja, que há seres escondidos na floresta. Porém, ninguém quer ser encontrado justamente por não sabermos quem está lá. Os que acreditam nessa hipótese dizem que todas as civilizações inteligentes estão evitando de propósito serem encontradas, pois temem o resultado desse encontro, ou pelo menos quase todas, pois a Terra segue emitindo sinais e tentando atrair a atenção de alguém há décadas.
Só esperamos não atrair atenção da civilização errada. Bem, mas dentro desse assunto, você sabia que nós já teríamos supostamente recebido um sinal de alguma civilização extraterrestre? No dia 15 de agosto de 1977, o rádio telescópio Big Girl da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, captou um misterioso sinal de rádio de 72 segundos vindo da constelação de Sagitário.
Esse sinal é conhecido entre os cientistas como o sinal auje ninguém ainda sabe explicar ao certo o que eles captavam. Quem primeiro ouviu o misterioso som foi o astrônomo Jerry Airman, que ao escutá-lo fez anotação. Uau!
Apenas como um sinal de surpresa e sem querer ele acabou batizando esse mistério da ciência. Assim que o som foi ouvido, os cientistas do mundo inteiro passaram a estudá-lo, é claro, e a direcionar os radiotelescópios até a sua origem, tentando ouvir algo mais. Contudo, a grande questão de todo esse mistério é que nós nunca mais captamos esse som.
Justamente pelo som não ter se repetido, os cientistas creem não se tratar de um sinal artificial de alguma civilização extraterrestre, mas de algum ruído estelar natural. Afinal, se eles estivessem tentando se comunicar, eles transmitiriam o som novamente. Concorda?
Mas não sendo um sinal de uma civilização alienígena avançada, ainda é difícil precisar com certeza o que poderia ser. A hipótese mais aceita atualmente é o que chamamos de um mazer astronômico. Nós sabemos, por exemplo, que certos eventos no universo, eventos extremamente raros, são capazes de produzir sons.
A teoria do maer astronômico diz que houve um alinhamento exato entre uma nuvem de hidrogênio e uma fonte energética. Tudo isso enquanto um radiotelescópio terrestre estava apontado exatamente naquela direção. Isso explica o porquê de só captarmos esse sinal uma única vez, pois trata-se de um fenômeno extremamente raro.
Contudo, ainda assim é apenas uma hipótese, pois é praticamente impossível que os cientistas a comprovem. Até que tenhamos uma nova observação ou novas evidências, nós seguimos sem saber o que realmente foi o a matéria escura é outro fenômeno espacial sobre o qual os cientistas não possuem nenhuma explicação. Ela não emite, reflete ou absorve luz.
Nós sabemos da sua existência, mas mais do que isso, nós sabemos muito pouco. Mas se nós não sabemos nada sobre ela, então como sabemos que ela sequer existe? E ainda mais, não apenas sabemos que ela existe, como também sabemos que cerca de 85% de toda a matéria do universo é feita de matéria escura.
Bem, essa certeza da sua existência é muito mais do que apenas um sentimento. Isso é certo. Ao estudarem o universo, os cientistas acabaram notando algo bem estranho.
Sabe-se que a força gravitacional é o que influencia na velocidade com que as estrelas se movem, sendo que por essa força ser maior no centro do universo, teoricamente as estrelas mais a borda universal deveriam se mover mais devagar deveriam. Mas não é isso que realmente acontece. Na verdade, as estrelas da borda acabam girando na mesma velocidade daquelas que estão no centro, o que não faz sentido, pois a força gravitacional das estrelas reage com que está próximo a elas, ou pelo menos com aquilo que nós enxergamos estando próximas a elas.
A conclusão é que há alguma coisa mais bem ali, bem próximo e entre as estrelas, mas que por algum motivo não podemos enxergar o que é. Ao notarem isso, os cientistas apontaram todas as lentes gravitacionais naquela direção, tentando enxergar o que poderia estar ali, mas eles então se viram com um probleminha. Lembram-se quando falamos que a matéria escura não emite, absorve ou reflete luz?
Pois é, no momento em que as lentes apontaram para aquela direção, os cientistas naturalmente não captaram nada. É quase como andar num grande salão escuro. Você sabe que deve ter algo ali, mas você não consegue ver o que é.
A matéria escura segue não apenas como um dos maiores mistérios do universo, mas também como um dos mais assustadores. E claro, nós não podemos falar sobre os mistérios assustadores do universo sem mencionar um dos maiores, que faz parte de histórias, filmes, jogos e tudo mais. O buraco negro.
De modo simples e direto, um buraco negro é um buraco negro. É um local do espaço onde a gravidade é tão poderosa que ela distorce o espaço tempo num grau absoluto, formando literalmente um buraco. Na realidade, tudo que se aproxima é sugado para dentro dele e até mesmo a luz.
Que coisa incrível, tá? Você deve estar se perguntando, mas sugado para onde, André? Pois é, é o que todos nós perguntamos.
Atualmente, nós sabemos que um buraco negro nasce quando uma estrela muito massiva como o sol colapsa sobre o seu próprio peso. Em 2019, os cientistas conseguiram até mesmo captar uma imagem real de um buraco negro. E em 2022 nós conseguimos uma imagem de um buraco negro localizado bem no centro da Via Láctea.
Tudo que sabemos sobre eles, desde a sua descoberta não chega nem perto do que nós não sabemos. É como se dentro dele as leis da física simplesmente parassem de funcionar. Conforme a teoria da relatividade proposta por Einstein, um buraco negro é capaz de curvar e romper o espaçot-tempo.
Ou seja, quanto mais nos aproximamos dele, mais o tempo desacelera e o espaço se distorce. É quase como retratado no filme Interestelar de 2014, em que uma hora no planeta próximo ao buraco negro, no filme correspondia a 7 anos na Terra, uma dilatação temporal absurda. E se no tempo o efeito do buraco negro é o da dilatação, no espaço é a espaguetificação.
Essa teoria diz que a gravidade perto de um buraco negro é tão, mas tão forte, que ele seria capaz até mesmo de puxar a parte da frente do seu corpo com muito mais força do que a parte de trás. Ou seja, você seria esticado e comprimido pela gravidade ao ponto de virar um espaguete. Parece coisa de desenho animado, né?
Mas foi a maneira mais ilustrativa que se conseguiu definir o que acontece. Nada de entrar num ponto e sair no universo paralelo, como imaginam algumas pessoas. O mais provável mesmo é que ninguém sobrevivesse ao processo.
Tudo isso, é claro, não passam de teorias, pois até o momento nós não temos ideia do que realmente acontece num buraco negro e nem sequer temos os meios de estudá-lo mais de perto. É, o espaço é extremamente misterioso, mas não precisamos ir para os confins do universo atrás de mistérios sem solução. Por aqui mesmo, em nosso planeta, há diversos mistérios e lugares que os cientistas não são capazes de explicar, como o triângulo das Bermudas.
Você certamente já ouviu falar. O nome é bastante famoso e, provavelmente, você já ouviu uma ou duas histórias sobre ele, inclusive em nossas redes sociais. Mas conforme alguns cientistas afirmam, as explicações podem ser muito mais simples do que imaginávamos.
O Triângulo das Bermudas trata-se de um trecho do oceano delimitado entre Miami, as ilhas Bermudas e a ilha de Porto Rico. Supostamente há um grande mistério nessa região, com navios, aviões e pessoas desaparecendo por lá ao longo dos anos. Um dos relatos mais famosos vem do navio americano Allen Auston, que teria desaparecido ao passar pela região apenas para ser encontrado tempos depois, sem ninguém a bordo.
Assustador, né? Bom, o grande problema desse relato é que não existem registros concretos sobre isso. Mesmo nos jornais da época, nada assim foi relatado.
Tudo que há são relatos orais, como histórias de pescador, você sabe. Mas claro, há sim casos de desaparecimentos de navios na região, casos reais e bem documentados, mas todos esses desaparecimentos geralmente são explicados por tempestades, falhas estruturais ou erros humanos. Ora, então já sabemos tudo sobre o triângulo das bermudas?
Bem, quase isso. Na verdade, há sim várias coisas acontecendo pela região e os cientistas vêm tentando explicá-las há um bom tempo. Tempestades, furacões, trombas d'água e grandes bolhas gasosas liberadas do fundo do mar contribuíram para os naufrágios na região ao longo dos anos.
Uma das teorias mais recentes menciona as rogue waves, ondas gigantescas com mais de 30 m de altura, capazes de partir navios ao meio. No final, as explicações para a região são menos místicas e mais climáticas, provavelmente. O mistério é apenas tentar desvendar totalmente esses eventos.
Saindo agora do Caribe, vamos diretamente à Noruega, onde as luzes de Hass Allen seguem intrigando os cientistas no mundo todo. O pequeno vale de Hasdallen, na Noruega, onde ventos atingem 190 km/h, e a temperatura pode chegar abaixo dos 30º, todos aqueles que olham para o céu são surpreendidos com misteriosas luzes que parecem ter saído diretamente de um filme de ficção científica. Essas luzes são observadas desde os anos 1930 e nos anos 80 eram relatadas mais de 20 aparições por semana.
>> Atualmente, esse número caiu para algo entre 10 a 20 aparições por ano, o que ainda é intrigante. Afinal, o que seriam essas luzes? Algum fenômeno natural da região?
Uma tentativa de contato extraterrestre. As luzes podem surgir à noite ou ao entradecer, bem altas no céu ou próximas ao solo, por segundos, minutos ou até por mais de uma hora. Elas podem apresentar movimentos lentos, saltos repentinos ou até mesmo ficarem paradas no alto por um longo período.
Ah, e tudo isso sem nenhum tipo de ruído? Não existe um padrão identificável e é isso que deixa tudo ainda mais estranho. Desde os anos 80, há um esforço por parte dos cientistas para estudar essas luzes.
E, por mais que existam hipóteses envolvendo reações químicas liberadas do subsolo local ou relacionando o fenômeno ao tipo de material geológico da região, nada disso explica realmente o que são essas luzes. Além disso, o próprio clima local, com os ventos fortes e temperaturas baixíssimas dificulta o estudo. Como você deixaria um equipamento numa montanha com ventos que podem atingir quase 200 km/h.
Até o momento, as luzes de Hallen seguem como um dos maiores mistérios que existem, dividindo a comunidade científica e alimentando o folclore local. Para os moradores, isso acaba sendo algo positivo, pois mais e mais turistas vão a Hallen para verem com os próprios olhos aquilo que ninguém consegue explicar. Você iria?
Bem, agora vamos a mistérios mais, digamos, internos que você mesmo pode pensar sobre. Por exemplo, me diga uma coisa, você sonha com frequência ou pelo menos se lembra bem dos seus sonhos? Você já parou para pensar sobre a função dos sonhos?
Bem, a verdade é que não existe um consenso por parte dos cientistas sobre qual a função dos sonhos. O que existem são várias vertentes e teorias, cada uma delas tentando explicar um aspecto diferente do mundo dos sonhos, mas sem grande consenso. Do ponto de vista científico, sabemos que os sonhos estão ligados ao sono RM, rem, a fase em que o nosso cérebro está extremamente ativo, quase como se ainda estivéssemos acordados.
Durante esse período, nossos olhos se movem rapidamente e o nosso corpo fica paralisado, provavelmente para evitar que a gente encene os sonhos, apesar de existir aquelas pessoas que se mexem bastante durante o sono. Mas apesar de já termos mapeado quando os sonhos acontecem, o que nós não sabemos é por eles acontecem. Alguns pesquisadores creem que os sonhos servem como uma espécie de simulação mental, ou seja, seria uma chance de você ensaiar situações da vida real, uma oportunidade para enfrentar seus medos e resolver alguns problemas.
Há quem defenda que os sonhos servem para organizarmos nossas memórias. Nessa teoria, é como se o nosso cérebro aproveitasse esse momento de descanso para filtrar nossas experiências do dia, reforçando algumas lembranças e descartando outras. E claro, há também quem defenda que os nossos sonhos não são nada mais do que um subproduto de uma intensa atividade cerebral, ou, em outras palavras, eles não teriam nenhuma função.
Indo para o nosso último mistério e passando dos sonhos para o despertar, você seria capaz de dizer exatamente o que é a consciência humana? Essa vozinha dentro da sua mente que narra sua vida, toma suas decisões, enxerga o mundo através dos seus olhos. O que seria isso?
Sim, como você já deve imaginar, os cientistas ainda não sabem ao certo como a consciência realmente funciona. Bilhões e bilhões de neurônios disparando sinais químicos e elétricos através da sua mente, responsáveis por fazer você uma pessoa única, entre outras 8 bilhões ao redor do mundo. Apesar de ninguém saber ao certo como tudo isso funciona, o que não faltam são teorias a respeito, algumas indo até mesmo ao campo do pampsiquismo.
Há cientistas que propõem a ideia de um centro da consciência, uma região responsável por costurar nossas percepções da realidade e transformar tudo em nossa consciência. Outra teoria fala sobre a hipótese do espaço de trabalho global, na qual a consciência seria uma espécie de palco mental com várias áreas do nosso cérebro, competindo para trazer informações à atenção. E quando uma vence, por assim dizer, ela entra no holofote da nossa consciência.
Já o pampsiquismo que eu mencionei há pouco é uma filosofia que defende que a mente, que nossa consciência não depende de nenhum corpo físico, ela está presente em todos os lugares. Além de devos citar também que há teorias espirituais diversas que não cabem na nossa análise hoje. É tudo muito confuso, né?
Mas sabe o que é ainda mais intrigante? é que existem pessoas que não possuem essa voz interna, um fenômeno chamado de ausência de diálogo interno ou pensamento não verbal. E aqui também a ciência não entende muito bem como o cérebro dessas pessoas processa informações sem essa narração interna.
Trata-se de uma condição relativamente rara, ainda pouco estudada pela ciência e que soma para mais um dos mistérios não resolvidos pelos cientistas. No final, independente de qual seja a explicação para a consciência, nós só sabemos que a voz interna está lá. Quer dizer, pelo menos para a grande maioria.
E você tem um bom relacionamento consigo mesmo? Como vai o seu diálogo interno? Conta aí pra gente.
E obrigado por sua companhia tão especial. A gente se vê num próximo vídeo.