o olá pessoal começar continuar na sala de anatomia vegetal hoje vamos estudar a embriologia nós estamos numa sequência de construção do corpo da planta ou nas células as organelas a parede grosso por embrião e depois vamos fábio tecidos e vamos começar aqui com nosso embrião aquilo que ele tem um desenho do grupo it né dançando que é o nosso embrião vegetal mais famoso que embriogênese é a formação do embrião e acompanha toda a formação da semente enquanto a semente está sendo formada por que eu tô te na formação do embrião também a semente ela armazena
reservas nutritivas e sua testa protetores das camadas que revestem a semente confere significativas vantagens adaptativas sobre as plantas que não tem sementes porque aumenta a capacidade de sobreviver no ambiente terrestre bem como facilita a dispersão é a durante a embriogênese que teremos a formação neve estabelecimento do plano do corpo da planta a um eixo central ele tem dois padrões como aplicar o basalto né cumprido nos dirá sim hoje tudi nal e um radial então temos os zigotos qualquer organismo multicelular vai formar um zigoto o gameta masculino fecunda o feminino formando o zigoto que vai sofrer
inúmeras mitoses né divisões equacionais formando o embrião tudo isto ocorre dentro do saco embrionário está combinando com vamos ver mais para frente mas olhando a figura aqui tudo isso aqui é o nosso saco embrionário certo e aqui dentro tá falando o embrião transmover com detalhes é a primeira divisão do zigoto quando se gostei primeira divisão celular já é a simetria eu quiser uma polaridade porque as elas são diferentes então as telas superior a segunda vez que ela apical ou polo casal ea célula inferior que é grande porque você quer uma basal ou polo micropilar então
as ela ficar é pequena e ela que vai formar praticamente todo o corpo do embrião na planta já a célula basal ela é grande e formar o suspensor uma estrutura como se fosse uma âncora do embrião ao corpo da mãe ou uma mola que empurra o embrião tá dentro da substância nutritiva é nesse estágio de divisão sem formar corpo nós temos que nosso nome pré-embrião ao longo do tempo esse pré-embrião vai sofrendo progressão mitoses e diferenciação tá bom você diferenciação dos primeiros folhetos germinativos aquela esquecidos de células-tronco tá quando tivesse a formação tem um embrião
propriamente dito o embrião maduro e as células que formam esse embrião maduro são chamadas de meristemas um mês elástica tão tecidos meristemáticos o meristemas apresentam células indiferenciadas e com grande capacidade de sofrer divisão celular então pessoal esse aqui é o nome exclusivo das plantas somente as plantas possuem tecidos meristemáticos que são células embrionárias são as células-tronco então assim como animal né o embrião animal que tem aqueles tecidos embrionários ectoderme mesoderme e endoderme no caso de um animal triblástico as plantas também tem por seus tecidos meristemáticos tudo bem e eles podem ser de dois tipos os
primários e os secundários vamos colocar agora nos primeiros o super extremas primários são formados por células originadas do embrião que se diferenciaram em tecidos adultos ou seja aquelas ela que veio do embrião as ela nunca teve uma função e nós os grupos a protoderme que é mais externa depois entrando meristema fundamental e mais internamente o procâmbio então do mesmo jeito animal nós temos três folhetos germinativos ectoderme mesoderme e endoderme nas plantas também temos que são os meristemas primários e eles vão ajudar a planta no seu crescimento primário que é isso a planta possui dois crescimento
do primário secundário toda a planta independente do tamanho dela tem o crescimento primark em altura então toda a planta vai crescer nem se for centímetros em altura né próxima gramas basta cresce pouquinho mas está crescendo e ela é geralmente fininha né magra vamos ver assim algumas plantas como angiosperma tem algumas me notar mas apresentam crescimento secundário o que é o crescimento secundário é engorda o crescimento em espessura para isso tá não é que nem a gente que vai engordar e vai acumulando né gordurinha as plantas algumas ela que já são adultas certo algumas células adultas
que se originaram do meristema primário se tornaram adultas elas vão sofrer desde diferenciação ou seja elas vão voltar a ser células-tronco para poder ter crescimento para as laterais esses meristemas são chamados de meristemas secundários são formados por células adultas que sofrem desdiferenciação voltam a ser células-tronco e adquirindo a capacidade de divisão celular então a característica fundamental dos meristemas pensa alta capacidade de glicose e quais são os meristemas secundários o felogênio que vai formar novos a casca da planta neto do sistema que ele dérmico e o câmbio que vai formar todo o sistema de condução de
seiva nesse novo tecido que está sendo criado para os lados então ele sistemas primários das tela original do embrião o mário para cima meristema secundário células diferenciadas crescimento para as laterais e o embrião maduro então é que um conjunto de telas de indiferenciada essa primeira diferenciação vai formar esses três tecidos embrionários a protoderme tá que é formada por divisões periclinais das células internas do embrião maduro eo meristema fundamental e procâmbio forma se por divisões verticais no interior embrião que resulta na separação desses dois tecidos tá eu vou mostrar aqui para você então aqui nós temos
a primeira divisão celular tá então nós temos aqui o polo calazal e o polo micropilar aquilo o polo micropilar que vai formar o suspensor ele demora muito para dividir uma sala muito grande então aqui ó temos a primeira divisão tu tem formou duas as células que da ponta tava uma divisão periclina para os lados certo ela vai começar dividir para os lados formando uma capinha que a gente vê a nossa protoderme tá vendo enquanto as telas aqui que estão sendo circundado pela protoderme vão se dividir lateralmente formando quem tiver logo em contato com a produto
derm o meristema fundamental e mais internamente o procâmbio eo suspensor vai crescendo dividir bem lentamente olhando aqui nós temos um embrião de monocotiledônea a gente tem o corpo da mãe olha o suspensor todas estrutura tá e aqui o corpinho do embrião certo a gente tem ó esse mais escurinho que ele se amarelo mais forte a protoderme é uma camada diz que elas que eles tinham esse amarelo mais claro meristema fundamental e esse canal interno o procâmbio tá e o suspensor vai que empurrando esse embrião para ele se espalhar por dentro da subestação positiva até que
ele consegue ó se entortar dentro da semente ok olhando aqui então aqui nós temos uma semente sendo formada e aqui nós temos todo revestimento da semente aqui o endosperma que o alimento aqui eu tenho um embrião de uma eudicotiledônea né tem dois cotilédones que são esses bracinho e aqui é o suspensor a célula grandona e as outras essas foram como mola que vai empurrando então aqui a gente consegue diferenciar algumas regiões então todo acaba toda a camada de células que está ao redor revestindo o corpo do embrião é uma camada só é a protoderme talvez
isso embrionário protoderme que vai formar a epiderme é o nome já ajuda essa parte mais clarinha aqui dentro preenchendo o corpo do embrião tá tirando essa parte mais escura essa parte está preenchendo é o meristema fundamental que vai formar o tecido de preenchimento parênquima né temos vários tipos de parênquimas e os tecidos de sustentação colênquima e esclerênquima e essa parte mais escurinha do meio nós temos o câmbio que vai formar o sistema vascular da planta com xilema e floema e o câmbio fascicular mas calma que vamos ver as próximas aulas cada um desses tecidos por
funcionalidade tá bom e quanto aos estágios de desenvolvimento do embrião nós temos o estágio globular tá com lembrou esférico que antes de começar a formar os cotilédones e nas eudicotiledôneas ele vai se formar ele vai ter uma forma bilobada que não só de cordiforme que parece um coraçãozinho o estágio cordiforme e nas monocotiledôneas ele permanece cilíndrico tal cone vamos ver assim esse depois vai ter um estágio torpedo que é o alongamento do eixo dos cotilédones com uma extenção simultânea dos meristemas primários embrião pode começar reto explorar curvo famoso consumidor ele pode ser um torpedinho tá
o lendo aqui então nós temos do saco embrionário tá aqui vão ocorrer fecundação aqui nós temos as antípodas as duas sinérgides os núcleos polares e aqui a os fera que o gameta feminino mais do prefeito fundação formou o zigoto tal de gota que mente cadinho primeira divisão polar tá e ai micropilar micropilar formando suspensório do tensor e aqui começa a divisão formando o nosso tecido tecidos embrionários estágio histérico lá na globular ou um glóbulo tá vendo aí você começa achatar aqui em cima ficando reto porque as pontas vão começar começa as orelhinhas que são os
cotilédones não são folhas tá são os cotilédones são estruturas ricas em nutrientes tá certo mas que fique claro que essa região aqui azul aqui está em contato com suspensórios o sensor não se diferencia continua sendo célula-tronco tá ele vai continuar porque ele tá em contato com suspensor então a protoderme fica só nas laterais tá bom primeiro caminho é a protoderme essa ponta que em azul vai formar o meristema apical da raiz que permite que faz com que a raiz cresça constantemente olhando aqui então nós temos o saco embrionário aqui as o casal e aqui o
suspensor né o basalto começou a crescer aqui ó toda essa parte ao redor ao endosperma substância nutritiva aquela divisão de laterais formando nossa protoderme aqui mais formal tecidos internos e aqui o sensor mais para frente ela tá desenvolvido olha essa mensagem globular corpinho ao suspensor ao tamanho das células cresceu já está no estágio cor de forma já tenho que cotilédones aqui no caso eudicotiledônea é que eu tenho o suspensor tudo aquilo sensor isso aqui o corpinho aí ela estica nossa cochila não existe cão e suspensor vai empurrando ela para entortar tô nós temos ao redor
protoderme aqui meristema fundamental e essa região mais interna o procâmbio lembrando que o ápice aqui do do corpinho do bebê aqui embaixo de planta ele é tecido embrionário até que ele chega da semente nesse formato aqui tudo bem o que são os meristemas apicais são locais de produção de novas células após o amadurecimento então diferente dos animais as plantas depois que ficam adultas as continuam com dois locais que têm meristema apical são as pontas a ponta do caule a ponta da raiz porque a continuar crescendo estão envolvidos com o aumento e comprimento no corpo da
planta em monocotiledôneas o meristema apical linardi do caule surge um dos lados tá vendo que tem esse chance que é sentadinha aqui o teu meristema apical do caule e aqui em contato com suspensor meristema apical da raiz nasceu dicotiledôneas entre os dois cotilédones que eu vou ter o meristema apical do caule e lá na parte inferior o meristema apical da raiz tá então olhando aqui nós temos todo esse desenvolvimento aqui consegue ver perfeitinho estádio cordiforme embrião táxi meristema apical da raiz meristema apical do caule e o suspensor um o nosso embrião maduro já o sustensor
em angiospermas ele é metabolicamente ativo e vai manter todos em movimento do embrião maduro ele passa nutrientes e fatores de crescimento para embrião na estimula ele como giberelinas são hormônios pode também produzir enzimas né proteínas para o embrião ter uma vida curta né só fraco pode ter uma morte celular programada o embrião vai transmitir sinais inibitórios para o suspensor reprimindo que ele se desenvolva em embrião tá aqui ó todos volvimento embrionário o nosso suspensor e aqui o estágio globular do embrião tudo bem pessoal que cortou uma introdução para gente conhecer você milionário logo mais eu
volto com mais informações bons estudos de like no vídeo e até