[Música] Bom, então pra gente começar, deixa eu contar brevemente, né, a minha história com o dinheiro. Eu sou formada numa faculdade muito boa na Fundação Getúlio Vargas, fiz uma formação que envolve finanças, trabalhei com isso. Então assim, eu vim de uma de uma estrutura de educação privilegiada e que teve, né, a educação financeira como parte.
Tudo bem, tudo lindo, maravilhoso. Em durante todo o tempo que eu fiquei com a minha carreira eh corporativa, eu ainda vivia bastante oscilações, essa coisa de gasta mais do que ganha e tudo mais, mas assim, tinha salário, né? Salário vai, você vai rodando, vai resolvendo.
Quando eu resolvi empreender, eh, no meu primeiro negócio, com 29 anos, eu fali e quebrei e fiz dívida. E eu acho que começa ali o que eu gosto de contar como a minha história com dinheiro. Eu fiz dívida dentro de uma de uma condição eh ainda bastante confortável, né?
Eu não cheguei a ter dívidas em bancos, mas o fato de eu ter feito dívida e o fato de eu ter tido uma formação financeira fez com que eu parasse profundamente para refletir e falar: "Mas o que que aconteceu aqui? " Porque se fosse sobre só saber ler números, eu sabia. Se fosse sobre só saber fazer as contas, eu também sabia.
Claramente tinha alguma coisa muito maior que nenhuma faculdade de administração, nenhuma escola de negócios e nenhum livro que eu conhecia até o momento sobre isso me contava. Eu mergulhei profundamente nessa questão das dívidas e foi ao longo dos últimos 9 anos que eu vim desenvolvendo um novo método para me relacionar com o dinheiro, de modo que ele pudesse não só ser um resultado, né, da do meu trabalho, mas que ele pudesse ser um conselheiro, né, um espelho do que estava acontecendo dentro. Nesse caminho, gente, eh passei por muitos lugares que eu tenho certeza que boa parte de vocês aqui conhece, né?
Então, investigação de crença limitante, questões relacionadas às ancestralidade, fiz constelação, fiz terapia para caramba, fiz meus trabalhos com planta de poder, meus trabalhos espirituais, que aí cada um tem a sua linha e cada um deles foi me contando, foi me revelando, foi me dando meio que o próximo passo pros novos lugares num determinado momento. E eu falo isso porque é, eu recebo aqui na Iner, né, que é minha, é a minha empresa que é guarda-chuva de tudo que eu faço no mundo. É, eu recebo assim centenas de mensagens e aplicações paraa mentoria de pessoas falando que querem acabar com as suas crenças limitantes.
É uma. E a segunda é: eu não consigo me conectar com a frequência da abundância. E eu vou querer explorar isso um pouquinho mais, porque eu acho que tem eh ajustes de entendimento eh nesses dois pontos junto com o terceiro, que é sobre eh questões eh hereditárias, né, ancestralidade.
Então, vamos lá, passo a passo. No meu caminho, explorando tudo isso, eu fui sim atrás de crença limitante, ancestralidade, frequência, tudo. E tudo isso funciona, né?
É importante sim. A questão é acabar crenças limitantes. Acabar com crenças limitantes é um trabalho de uma vida inteira.
A forma como a internet tá colocando isso faz muitas vezes eh parecer que a gente consegue, como num passe de mágica, sustentar uma frequência nova de abundância, esquecendo que boa parte do que tá sustentando a tua frequência, na verdade, é teu inconsciente que tá relacionado com esse tipo de coisa. Eu fiquei dois anos acompanhando o processo de mentorias eh em crenças limitantes de dinheiro e quase cinco de desenvolvimento humano com empreendedores, além dos meus não sei quantos com dinheiro. E vou dizer uma coisa para vocês muito sincera.
Num determinado momento eu mudei e eu passei a levar isso paraas outras pessoas e vi que fazia uma baita diferença. O que que eu percebi, e vocês devem conhecer essa história, que esse processo de achar crença limitante, ele não tem fim. E quando a gente fala de dinheiro, cada lugar que eu cavocava, eu achava mais crença limitante.
Aí eu fui para centralidade, tinha mais coisa, tinha e uma hora falei: "Gente, Deus, desse jeito eu não vou conseguir nunca porque não tem fim. Cada camada de cebola que eu tiro, eu encontro outra camada. E segue sendo assim, elas vão mudando, elas vão se refinando, elas vão às vezes ficando menos grosseiras e mais eh, né, eh, de joalheria.
Mas pessoas, empreendedores, autônomos, autônomas, queridos do meu coração, hoje a internet fala em acabar como crenças limitantes, como se fosse possível você chegar num lugar aonde você vai sentar lá e lá você vai ficar. E isso não é verdade, porque a cada novo movimento que você faz, você descobre novas. Quando você tá num processo, por exemplo, de endividamento, você tem um tipo de crenças, um conjunto de crenças.
Quando você vira, acontece uma coisa. A hora que seu negócio começa a crescer, você encontra outras limitações. Quando você chega no momento que eu tô hoje, que eu tô num ano que eu tô dobrando o meu negócio de tamanho, eu encontro outras crenças limitantes.
Então, querer chegar nesse lugar e achar que de lá você vai resolver sua vida é tão inútil quanto ilusório, porque novas crenças vão se apresentando. E é por isso que eu sempre falo que é a prática que nos sustenta no crescimento ou no caos. Porque às vezes a gente tá sustentando no caos e às vezes a gente tá transformando padrões no crescimento, na prosperidade.
Então sim, e vai ter exercícios aqui para olhar paraa crença limitante, é importante você descobrir as suas as suas principais. E quando eu falar de mentalidade, de dívida, eu vou voltar nisso. Mas é importante vocês fazerem um movimento que é o que transformou a minha vida e que eu vou propor aqui e que eu entro mais profundo nisso em outros programas de dinheiro, né, onde a gente já quer ir para novos níveis como empreendedor, que é olhar pra frente, porque às vezes a gente fica tão eh imerso em resolver a questão da nossa ancestralidade, que a gente para de construir nosso futuro.
futuro. E o futuro é olhar pra frente. E fiquem tranquilos, tranquilas, que o que precisa ser trabalhado vai vir.
Você não tem como fugir daquilo que tá te limitando pro teu próximo passo. Então, depois de anos cavocando, né, e eu tive uma história muito difícil com dinheiro nas minhas ancestralidades, que é o segundo ponto que eu quero trazer, porque eu escuto isso direto. Gente, se você nasceu no Brasil e você não veio de uma família real, a sua família veio para cá com problema de dinheiro.
Porque ninguém sai da Europa, da do Japão, da Ásia, do Oriente Médio, da onde quer que tenha vindo seus ancestrais num navio há 400 anos atrás, há 300 anos atrás, há 200 anos atrás, por uma terra que não faz a menor ideia qual é, sem fazer a mais vaga ideia do que vai esperar. Porque tá super bem de novo, exceto se você veio dessas pouquíssimas famílias privilegiadas. Eu não vim e eu imagino que 90 e muitos, quase todos de vocês também não.
Então sim. E por que que eu falo isso? Porque claro que olhar para isso e ter a noção de da onde vem as raízes é importante.
Talvez você precise de um trabalho, de uma constelação sistêmica, mas eu vejo muita gente colocando um peso muito grande nisso, como se isso fizesse de você uma pessoa especial. Isso é um pensamento de vítima. E vitimismo não ajuda a ganhar dinheiro.
E claro, eu sei que eu não tô falando com pessoas aqui que estão abaixo da linha da pobreza, né? você tá porente aqui num computador com pode estar passando muitos desafios e muitas dificuldades, mas né, vamos dar esse recorte. Esse pensamento às vezes faz com que a gente fique ali, né, olhando para dentro e e falando porque me e perdendo de novo o olhar de futuro, projetando sua mente para onde você quer ir, alinhando pensamento, sentimento e ação, colocando pra frente, mantendo o teu foco, fazendo tuas práticas pra frente.
Então, eu não entro aqui profundamente em ancestralidade, porque esse é um tema que você precisa de muita terapia junto com padrões de crença e não é o que a gente faz aqui. Mas eu quero dar para vocês uma nova borda em relação a isso, porque às vezes na vida as coisas são questão de perspectiva. Se eu colocar essa caneta aqui e você me perguntar como é o mundo, eu vou te dizer que ele é preto, porque ela tá muito perto da minha visão, ela tá muito perto do meu olho, ela tá sendo tudo que eu tô vendo.
Se eu colocar essa questão aqui e você me perguntar o que é isso, eu consigo ver que é uma caneta. E se você me perguntar como é o mundo, eu vou dizer: "É uma caneta? é um caderno, tem um computador, tem uma janela, tem uma câmera aqui na frente.
Existe toda uma perspectiva. Então, coloquem, recoloquem essas coisas em perspectiva. se foi junto com o processo do espelho do financeiro, que é um capítulo inteiro aqui do nosso curso.
O olhar pra frente, o recolocar essas coisas em perspectiva e fazer o espelho do financeiro como um combustível dessa minha visão de futuro, foi o que mudou a minha situação e a minha vida em relação a dinheiro. Então eu quebro o meu primeiro negócio, faço dívida, faço dívida com a minha irmã, faço dívida com os fornecedores, faço dívida com uma antiga sócia, tenho que voltar pra vida de consultoria que eu tinha para pagar os boletos e aterrar e trazer estrutura de volta pro meu negócio. E essa também é uma conversa importante que a gente vai ter uns módulos pra frente, porque eu vejo muita gente com dificuldade de ganhar dinheiro, mas com produtos e serviços mal estruturados no mundo.
E isso estava acontecendo comigo há 12 anos atrás. Então, refazer as estruturas e ter clareza de para onde eu vou e firmar o meu caminho. Mas eu volto, eh, pago as dívidas e recomeço empreender, porque é isso que toca a minha alma.
E desde então, né, atravesso uma pandemia como empreendedora, me reinvento de novo. E desde então a minha vida tem mudado muito, mas foi quando eu realmente botei de volta essa perspectiva e comecei a olhar pro futuro que de verdade a minha empresa começou a caminhar de um outro lugar. Foi quando eu comecei a realmente cobrar melhor, me posicionar melhor com os meus clientes, fazer o que eu tinha para fazer.
E eu vou falar sobre vendas, eu vou falar sobre valor pessoal, a gente vai falar sobre tudo. A gente tá aqui numa introdução. Então eu já deixo este convite para vocês e para vocês integrarem isso dentro desse olhar que passou por crenças, eh ancestralidade e a tal da frequência.
Sim, frequência é muito importante. Sim, eu tive um episódio na minha vida que mudou a minha frequência e fez diferença com o meu dinheiro. Mas de novo, vejo muita coisa na internet falando que mudar a frequência como se fosse só um lugarzinho que você faz assim e acontece.
Sem mencionar um dos principais fatores de importância nisso, que é sustentar. Então, na época eu tava falida com o meu primeiro negócio. Aí eu fui recebi um convite de uma empreendedora para participar de um evento e falei: "Olha, eu não posso, tô sem grana".
E ela me fez uma, ela me falou uma frase que mudou tudo para mim, né? Eh, eu tava com dívida e eu tava com autoestima muito baixa, né? Com autoestima muito baixa, me sentindo muito fracassada.
Eu tinha acabado de perder minha mãe. Minha mãe tinha morrido há pouco tempo, menos de um ano. Então, eu tava fragilizada emocionalmente.
Enfim, né? A passagem da minha mãe foi junto com o início do meu primeiro negócio e eu fiz o quê? Coloquei muita força, né?
Falei: "Não, vamos, vamos, vamos. " achando que era isso que ia trazer dinheiro e as coisas foram como elas foram. E nesse dia essa empreendedora falou: "Meu, mas quanto você tá devendo?
" E para mim era um número bem alto. Eu acho que é um número alto. E eu falei: "X".
E ela olhou para mim e falou assim: "Você é rica, né? " Aí eu parei, olhei, falei: "Olha, eu não tô me sentindo isso não, mas assim, né, desenvolve". Ela falou: "Só deve isso quem tem lastro para dever isso".
E eu nunca tinha pensado na dívida desse lugar, gente. Nesse momento a minha frequência mudou completamente. Eu falei: "Ah, é verdade, eu só devo isso porque eu tive da onde tirar isso.
Isso é lastro meu. " E isso me fez tão bem que na época eu tava procurando emprego assim a qualquer número. Os meus amigos de consultoria falavam: "Tânia, eu não posso te contratar por esse valor, você tá maluca.
Gente, isso me fez tão bem que na próxima reunião que eu fui com o antigo chefe meu, ele me ofereceu uma posição, eu eu assim muito boa, eu comecei a ganhar super bem, eu pude, eu não desfrutei do dinheiro porque eu tinha dívida, mas eu pude pagar as coisas e as coisas foram acontecendo porque de repente eu mudei a minha consciência em relação à aquilo. E sim, eu mudei a minha frequência e ela trouxe novas possibilidades, mas mas foi preciso um ano todo sustentando esse novo lugar, porque eu consegui essa oportunidade, veio, mas ela me demandou voltar a acreditar em mim, porque eu tava e talvez se você aqui tá com dívida, você esteja nesse lugar, eu tava arrasada, eu tava completamente eh com autoestima completamente fragilizada. E desse lugar fragilizado era óbvio que nada ia dar certo, que nada ia prosperar.
Só que voltar paraa consultoria, né, depois de quase 4 anos fora, numa posição maravilhosa, como red de uma área que integrava ser humano com empreender, com estratégia, consegui uma coisa, os próximos um ano que eu fico lá foi um refazer cotidiano dessa pessoa que acredita em si mesmo, dessa pessoa que fala: "Não, eu consegui isso, mas agora eu vou ter que entregar isso". Não, eu entrego. Vamos lá, sustenta, vai, fica, confia, encontra esse recurso dentro de você.
Várias vezes eu fiquei com medo e eu não podia ser mandado embora de jeito nenhum. Então, eu entregava tudo de mim. Eu trabalhava tipo dobro das pessoas, porque eu ainda tinha medo, porque eu tava fragilizada de ser mandada embora e eu não podia.
Óbvio que isso me deixou exausta depois de um ano, mas também esse um ano, o ano depois da onde eu quebrei e eu fiquei muito brava quando eu falii, porque eu tinha um negócio com alma, peças de roupa, com espiritualidade, mantra, fazia reik nos tecidos. Eu fiquei brava com a vida. Falei: "Pô, o que aconteceu?
" Esse um ano, gente, não foi só sobre dinheiro. O dinheiro veio e ele foi se tornando cada vez mais presente à medida que eu fui refazendo dentro de mim a confiança e a minha noção de valor pessoal. E eu sou assim profundamente grata hoje por essa falência, não só porque isso se tornou uma transformação na minha vida e na vida de milhares de pessoas, mas né, eu fiz disso mentorias, eu fiz muito dinheiro do dinheiro que me faltou à medida que eu me regenerei por dentro, mas por conta desse um ano, eu descobri que eu que a Tânia ela se enfiou num buraco e ela encontrou recurso dentro dele para sair.
E isso, e eu me emociono de falar isso, isso ninguém nunca mais tira de mim. Quando veio a pandemia e o meu negócio tava prosperando e do dia paraa noite parou o fornecimento de tudo, né? um atelier de perfumaria natural e medicinal e e eu meu faturamento foi a zero.
Eu tinha cursos marcados no Brasil inteiro e eu achei que eu ia quebrar de novo esse dia eu me lembro de falar: "Não, eu atravesso. " Isso é liderança interior. Isso é o lugar aonde se a gente pegar o nosso histórico, o dinheiro, ele pode te trazer.
Então, se você tá em dívida e você vai aplicar tudo isso e a gente vai falar de pensamento devedor, eu quero te dar essa semente de esperança, de entender que se você tá nesse lugar é porque você tem lastro para est nesse lugar. E eu vou falar uma coisa, nenhuma dívida é maior do que uma pessoa pode pagar, mas a gente vai precisar encontrar os recursos de firmeza dentro de nós para isso tudo se transformar e essa medicina doída, porque ô medicina doída, fazer a sua potência sair de dentro de você igual um sacar rolha de vinho, entendeu? Porque eu falo caro dinheiro, ele faz isso.
Hoje eu confio. Eu confio. Aliás, desde então eu confio muito nessa minha capacidade.
E essa minha capacidade com muito pé no chão e tendo o meu dinheiro como amigo, é o que vai fazendo o meu caminho se transformar. dessa história, começa esse olhar paraa frente, começam os programas de mentoria, começa, eu começo a ver o quão poderosa assim a mudança de mentalidade, de futuro e do e desse processo do espelho de do financeiro foi na minha vida e o quanto ninguém falava dessa dança do dinheiro como como um fator da criação, né? como uma uma trança com essa energia criativa, com a consciência, como espelho.
E aí eu vou colocando isso no mundo e essa dor vai se transformando em dinheiro na minha vida. Então, hoje, né, eh, falar sobre consciência, negócios, espiritualidade e dinheiro é uma das minhas maiores fontes de renda e da qual eu me orgulho, da qual eu celebro e eu sei que ela veio não de um livro, sim, teve muito estudo, tem letramento financeiro, mas assim, a transformação veio da minha própria vida e isso faz com que eu me sinta assim muito confortável em dividir isso com vocês, porque eu vivi, eu vejo e eu vejo isso todos os dias e eu Como eu falei, eu acredito que o mundo é dos empreendedores e não tem como a gente falar dessas coisas sem falar de dinheiro. Eh, eu atendo também várias empresar, né, executivas do mundo corporativo e a afina a régua, né?
Porque tudo com dinheiro tem um caminho quando você tem salário, quando você deixa de ter, ele se torna um outro lugar. E é por isso que os empreendedores tocam o meu coração, os autônomos tocam o meu coração, porque não tem como a gente colocar isso no mundo sem falar de dinheiro e não vai ter como ganhar dinheiro sem gostar de dinheiro. Então, anotem uma coisa.
Se você tem essa essa coisa, ah, eu gosto de fazer flores, mas eu não gosto de da parte do financeiro, você nunca vai ter o que você não gosta de cuidar. Enquanto você não começar a gostar do seu dinheiro, e eu tô aqui para te ajudar nisso, gostar de cuidar, achar uma outra forma de se relacionar e eu vou te ajudar com isso, você não vai poder ter, porque a vida não vai te mandar aquilo que você não gosta de cuidar. Gente, não tem ninguém no mundo que seja indiferente a dinheiro.
Quem tem muito dinheiro cuida muito bem do seu dinheiro. E quem tem falta de dinheiro quase que não pensa em outra coisa. Então, dado que ele vai est o todo tempo, o dia a dia na nossa vida, vamos fazer dele um instrumento de transformação, de alinhamento com a nossa verdade maior, de transformação interior e de consciência.
Então, eh, nossa, assim, de 4 anos para cá, a minha vida financeira mudou completamente, de cinco, né, nessa, é que ainda teve toda essa parte da pandemia e aí toda uma reinvenção. E quanto mais o meu mundo interno sustenta a minha verdade interior, quanto mais eu trabalho na minha mentalidade, quanto mais eu trabalho na minha estrutura e quanto mais eu faço do meu dinheiro um amigo, mais prosperidade vem. não de um lugar mágico, como se fosse uma frequência mágica, mas de uma sustentação de novas frequências, de novas mentalidades, de expansão de novas coisas num processo contínuo de estar numa dança com a vida.
E esse é o meu convite para vocês aqui.