Ensina-nos o professor Paulo Freire, o maior educador que o Brasil já teve. Nós vamos terminar 89 com praticamente 31 milhões de analfabetos e 8 milhões e meio de crianças em idade escolar, sem escola para estudar. De quem é a culpa, professor?
Olá, amigos. Salve Maria. A lamentável campanha ecumênica do ano passado foi elaborada sob a liderança dos revolucionários do CONIC, cuja principal representante atendia pelo nome de Pastora Homebank.
Eles pegaram a Bíblia e começaram a rasgar e daqui a pouco a Bíblia foi queimada. Mas eu pensei, pô, isso aqui é um lugar bom. A pastora Rome Márcia Ben, eu a conheço há muitos anos, é uma pastora luterana.
Ela então inteligente que é, praticamente coordenou esse trabalho. A campanha foi marcada por um texto base cheio de pautas revolucionárias. a home bank, que tem sido a alma de todo esse trabalho.
Ela soube juntar as pessoas, costurar, ter paciência. Isso significa também falar sobre a discriminalização eh do aborto, incluindo a ideologia de gênero e uma bibliografia contendo dois livros que pareciam um kit gay pensado para jovens católicos. Bons leigos, padres e bispos.
reagiram em todo o país, o que culminou com uma grande rejeição a esta edição ecumênica. Após mostrarmos que parte da arrecadação de um ano anterior tinha sido direcionada para organizações de extrema esquerda, todo amor é sagrado. [Música] Zumb, os do povo de zumbi.
Os católicos conscientes optaram por deixar de dar o seu dinheiro para CNBB no dia estabelecido para a coleta. Um ano se passou e agora nós vamos contar tudo sobre a campanha da fraternidade de 2022. [Música] A quaresma é um tempo do ano litúrgico que se inicia na quarta-feira de cinzas e se prolonga até a quinta-feira santa para dar lugar ao trido Pascal.
É um período no qual a igreja nos convida ao recolhimento, arrependimento, a conversão profunda e a buscarmos uma vida na graça de um modo mais intenso. A sua cor litúrgica é o roxo, que significa luto e penitência. E nós somos chamados a reforçar a oração, o jejum e a esmola em um intenso combate espiritual durante todo este período.
As quaresmas no Brasil eram bem celebradas até a década de 1960, quando começou a surgir as primeiras campanhas da fraternidade. Elas só poderiam aparecer nesse período conturbado, tão marcado pela apostasia de milhões de leigos e sacerdotes. Os membros comunistas da CNBB foram impondo campanhas materialistas em todas as quaresmas, com o intuito de reduzir a igreja ao papel de uma ONG ativista.
O desafio é viver, viver a ecologia integral, começando de atitudes novas nossas. A campanha heterodoxa deste ano é voltada para educação. Então, a campanha da fraternidade é também mover um coletivo para superar um problema grave que é a educação.
A quaresma nos propõe a conversão. Então, a conversão coletiva, que que é uma conversão? é mudar a mentalidade em relação a esse tema proposto.
E para vocês terem uma ideia de como o documento acaba sempre direcionando os fiéis para um ativismo materialista, vejamos a quantidade de vezes que algumas palavras chaves aparecem no texto base deste ano. uma preocupação com as foquinhas não poderia ficar de fora termos como ecologia, ecológico e ecológica ao longo do texto. A crise do vírus chinês ganhou grande destaque na quaresma deste ano.
Vírus e vacina tiveram juntas 10 citações. O COVID apareceu 20 vezes no texto e uma das grandes estrelas deste ano foi o termo pandemia. com 55 citações.
Bom, mas estamos falando de uma campanha que ocorre no tempo da quaresma, é de se esperar que um texto produzido para os católicos esteja recheado de citações próprias para este tempo litúrgico, como por exemplo, conversão. Nós vamos à missa, recebemos as cinzas como sinal de que nos reconhecemos necessitados sempre de conversão. Oração, primeira coisa, a oração.
Na quaresma você aumenta a sua oração. O que você já reza, mais alguma coisa. Jejum.
Esse tempo começa com a quarta-feira de cinzas, um dia de penitência, de jejum e de abstinência de carne. Penitência. Segunda coisa, penitência.
E aí não enrole, é penitência na comida e esmola. Terceira coisa, a esmola quer dizer a caridade fraterna. Abrir seu coração, abrir suas mãos para ajudar quem precisa.
A palavra conversão surge nove vezes ao longo do texto, quase o mesmo valor encontrado para os termos relacionados à ecologia. Fica parecendo que salvar as foquinhas e as abóboras é tão importante para CNBB quanto salvar a alma das pessoas. Olha a abóbora.
E que a conversão é completamente dispensável diante das 69 vezes que somos chamados a um infrutífero diálogo relativista. entrar na roda com a gente também. Você é muito importante.
Por coincidência, duas das citações de conversão são logo na hora de pedir dinheiro. Mas calma que pode piorar. Tirando as menções para a oração da campanha da fraternidade de Nossa Senhora Educadora e do Dia Mundial da Oração pelo cuidado da criação, fica restando apenas três citações para a palavra oração em todo o texto.
A penitência surge apenas uma vez em mais de 100 páginas e os termos jejum, esmola estão completamente ausentes do documento. Bom, e o que achar do novo texto base? Então, acreditamos que a mobilização de bons leigos, padres e bispos acabou melhorando o documento em relação ao ano passado.
Se na versão ecumênica o texto era completamente caótico, agora nós podemos ver em alguns parágrafos uma volta de Nossa Senhora ao texto, de São José e algumas citações de santos e textos antigos. Mas as próprias palavras chaves indicam vários parágrafos do texto base ainda contém posições heterodoxas ou focam em uma visão materialista da quaresma. CNBB é comunista, esquerdista.
Então, que pena de ver essas mentalidades degenerativa, uma doença que tomou conta e se alastrou. A má qualidade é resultante de uma visão que tende a ignorar o magistério do passado e que tenta absorver heresias de todos os tipos. Assim, vamos citar alguns trechos do texto base para mostrar falhas que seriam inadmissíveis dentro da igreja há 70 anos.
A primeira parte do texto se dirige para as consequências do COVID e comenta sobre as questões materiais da pandemia, como a circulação de informações, os preconceitos com os dados do COVID e com outros grupos sociais, a democratização dos meios de comunicação e a preocupação com o meio ambiente. A primazia da salvação das almas sobre a questão material é tão deturpada que ela quase some. As igrejas fechadas e a falta do acesso aos sacramentos não são discutidos.
No meio de tanta visão material, é possível encontrar apenas uma frase confusa que remete de longe a uma necessidade de conversão. Ela fala sobre a necessidade de reconciliar o passo na caminhada com o projeto de Deus. Em seguida, o texto entra na visão da CNBB sobre educação.
Os responsáveis começam a usar mais frases e termos estranhos à doutrina católica e que estão impregnados de relativismo, como a ideia de uma perspectiva humanista da educação e o foco extremo no diálogo, não na conversão do próximo. E depois seguem capítulos que mais parecem um senso escolar do que um material voltado para quaresma, com destaques negativas para a defesa da centralizadora e anticatólica BNCC, do entendimento da educação católica dentro do âmbito da teologia ecofeminista da libertação e do revolucionário humanismo integral. A CNBB aborda várias qualidades da educação superior, menos a principal, a formação de homens santos.
Os parágrafos dedicados para as universidades católicas também são negativos. Mais uma vez se percebe o foco no ativismo e na justiça social em detrimento da salvação das almas. O texto sugere que o objetivo das instituições católicas seria formar bons e honestos cidadãos que possam atuar iluminados pelos valores cristãos.
Esta é uma linguagem estranha para definir o fim da educação, ainda mais no âmbito católico. O que seriam valores cristãos? Para um bicho progressista, um valão cristão poderia ser formar militante de esquerda.
A universidade é o lugar da militância. Aqui nós precisamos criar ativistas. oxalá nós conseguíssemos que todos os alunos da PUC Minas saíssem da universidade formados e e ativistas no meio ambiente.
Os membros da campanha da fraternidade não precisavam inventar nada, era só criar um texto base, de preferência em outra época do ano, que partisse de uma reflexão séria sobre a Divine Ilus Magistre do Santo Padre Pio X. Esta encíclica é uma grande referência da educação católica e foi escrita no século XX, ou seja, já em um contexto de crise acentuada em toda a sociedade. A definição de educação de Pio X é bem diferente da proposta pelo texto base.
Os argumentos confusos e materialistas somem e entra uma visão clara e transcendente. Para o Santo Padre, a educação consiste na formação do homem nesta vida para que ele alcance a Deus, o fim último para o qual ele foi criado. Ou seja, a educação deve preparar os homens para a graça de Deus e para torná-los santos.
E se a educação visa formar homens santos, é óbvio que para a igreja não existe educação adequada e perfeita que não seja católica. O Papa condena tanto o ensino público laico, que temos hoje em dia, quanto as escolas privadas que não são católicas, chegando a demandar que os pais evitemular os seus filhos em tais colégios. Mas a visão do Santo Padre não para por aí.
Ele condena educação sexual nas escolas e até autores como Paulo Freire, pois o Santo Padre critica o excessivo papel atribuído ao aluno em detrimento de quem realmente conhece a matéria a ser transmitida, o educador. E tudo isto que o Santo Padre condena na magistral encíclica de Vini Ilos Magistre está apoiado pela campanha da fraternidade ou nem chega a ser discutido no documento. Educação que não transforma não educa.
Por isso Paulo Freire, fiquei emocionado de ouvir a voz dele ali no começo. Cé sério, sério mesmo. Puxa vida, que homem, né?
Que homem extraordinário, né? Puxa vida, que homem, né? Que homem extraordinário, né?
Puxa vida, que homem, né? Afinal, o importante mesmo para CNBB não é formar jovens santos, mas dialogar com o mundo. Entra na roda com a gente.
E os problemas vão muito além do texto base. Já estamos vendo líderes progressistas em todo o país usando o tema para avançar com pautas diversas que contrariam a doutrina da igreja. Precisamos perseverar cada vez mais no apoio aos bons sacerdotes e na exposição das nossas apreensões sobre os erros que t assolado a igreja no Brasil.
E que viva Cristo rei.