Então bom dia bom dia a todos eu sou Roseane Matoso vou fazer aí uma apresentação pessoal minha mas antes eu queria dizer do quanto que eu tô feliz né por vocês estarem aqui conosco então sejam muito bem-vindos ao Instituto mancala a gente vai dar início aí a aula inaugural do projeto e vai conversando né eu vou compartilhar minha tela aqui Chegou aí para todo mundo né Então vamos lá vamos começar tô feliz tô nervosa ansiosa mas eu tenho certeza que vai dar tudo certo aí nesse ano eu sou a Rosane Matoso eu sou co-fundadora do
Instituto mancala Estou como diretora presidente da instituição Eu sou uma mulher negra sou a mãe Daiane sou ativista pelo protagonismo negro e indígena a nascente tecnologia eu sou carioca Eu Sou formada na Federal Rural do Rio de Janeiro Fiz uma mestrado lá também sem esse animal e vim fazer o doutorado em Salvador Bahia na UFBA na área de nutrição de ruminantes animal e em Salvador é onde eu estou até os próximos dias aí porque eu tô indo fazer uma residência profissional como gestora do Instituto mancala e como profissional da área de terceiro setor quem nós
somos aqui na instituição né quem é essa instituição chamada Instituto mancala e quem é que Forma essa instituição então nós somos um instituto de ciência e tecnologia né as chamadas icteis a gente realiza pesquisa desenvolvimento e divulgação de uma ciência e tecnologia que tem a perspectiva dos pesquisadores e pesquisadores negros negras e indígenas a gente tem aí a missão de reduzir desigualdades raciais e sociais através da Ciência e Tecnologia eu queria passar para vocês um vídeo eu Espero que um vídeo ele tá aqui na apresentação [Música] é melhor você adiantar um pedaço para poder Acho
que sim bote mais para frente é uma parte sem áudio já isso Então vou começar de novo bota não maximiza mais tá ruim esse tamanho tá legal tá legal então [Música] Como é que a gente vai fazer [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] já foi bom então como vocês viram no vídeo a gente tem algumas ações e essas ações nós dividimos na Instituição em duas linhas Então a gente tem uma linha de aperfeiçoamento de pesquisadores e uma Linha que é da pesquisa aplicada em si né Então na linha de aperfeiçoamento de pesquisadores a gente tem dois
importantes cursos um é um King né é o ciclo de capacitação no king que seria essa primeira etapa que vocês estão iniciando hoje e o segundo curso é um Negritude brasileira no phd que é um curso que a gente vai conversar com vocês mais para frente né mais basicamente é um curso para instrumentalizar pesquisadores que Querem fazer pós-graduação ou algum período sanduíche é no exterior então no nosso tema lá internacional da pesquisa a gente vai abordar um pouquinho sobre esse curso e hoje a gente vai discutir com vocês e apresentar na verdade um pouco mais
de como que essa estrutura do projeto como é que vai funcionar na linha de pesquisa né é pesquisa aplicada mesmo a gente tem dois projetos em andamento agora na Instituição Então a gente tem um projeto Que que uma casa ele participou de um workshop E aí um grupo de pesquisadores participou de uma de uma competição e a gente mandou um projeto para esse workshop ganhando do prêmio que era um projeto que tinha aí como objetivo alimentação escolar sustentável Então a gente tem Tem trabalhado Na avaliação do índice de qualidade dos cardápios escolares em duas escolas
aqui no Brasil né junto com pesquisadores do Reino Unido e Incluindo aí a dimensão de Sustentabilidade quando a gente fala de um cardápio de qualidade temos também um outro projeto que tá acontecendo em parceria com universidades então em parceria com um pesquisadores da UFBA e da ufrb que é um projeto que tem como objetivo desenvolvimento sustentável de Comunidades Quilombolas esse projeto ele está acontecendo principalmente em Ilha de Maré quem Conhece ilha de maré é um paraíso que tá lá com uma série de demandas eu prefiro falar assim ambientais né eles usam uma uma forrageira né
que é a cana brava uma espécie de cana mesmo para o artesanato e isso tem gerado um resíduo muito grande como vocês podem ver aí na foto então a gente tem um conjunto de pesquisadores aí em parceria pensando soluções tecnológicas para essa demanda dessa comunidade Então a gente tem Pesquisadores da área de Meio Ambiente pesquisadores Engenheiros pesquisadores da área de ciências agrárias pensando aí como solucionar aqui no mancala a gente está desenvolvendo um protótipo né de ecolênio então testando brique com esse material e enfim uma série de outras coisas tem sido pensada mas para vocês
terem exemplos de como é que a gente tem atuado E aí eu trago para vocês um pouquinho da história do mancala né do Instituto mancala que a gente chama e carinhosamente de mancala a gente tem três anos de fundação então eu considero como uma jovem instituição nós nosso ano de fundação foi em 2020 e já em 2020 a gente fez uma primeira edição do projeto numa versão digamos assim piloto então a gente só teve essa primeira etapa que Vocês viram no vídeo então tivemos 14 pesquisadores de diversos lugares do país assim fizemos uma diversidade muito
grande regional foi muito interessante em 2021 então a gente é convidado para compor a organização do projeto Negritude brasileira no phd junto com outras organizações Então a gente tem aquilo uma coleta a gente tem o neab da federal de Uberlândia que é o núcleo de estudantes negros e indígenas de lá da UFO a gente participou então desses Shopping com a revisão do ikai E aí a gente incluiu a dimensão de sustentabilidade e a gente tem a gente iniciou um diálogo né com a comunidade quilombola de ilha de Maré e também de Moreré porque o projeto
acontece lá também seguimos para 2022 com outra edição do phd Negritude continuamos então a pesquisa nas Comunidades Quilombolas agora com uma função mais técnica de analisar o que que já vinha sendo feito e de propor né Novas soluções e atualmente a gente tá aí imerso aqui para realizar uma Candy edição 2023 e no próximo semestre a gente tem mais uma edição do Negritude brasileira no phd fora né Marcos importantes digamos assim na Instituição foi quando a gente começou a estabelecer algumas parcerias por exemplo com a Embaixada dos Estados Unidos né eles se interessaram pelo projeto
Negritude brasileira a gente Conseguiu também em 2022 uma aproximação grande com serrapilheira institutos de pesquisa também e esse ano a gente firmou aí a parceria com a agência boi que é uma agência de jornalismo né que treina pesquisadores para para conseguir dialogar com a comunidade com uma qualificação mais mais técnica digamos assim então também a gente teve uma conversa com agentes Favorito eles nos procuraram e a gente achou super interessante incluir esse treinamento Que é um treinamento rápido é para vocês também né então a gente conseguia aí mostrar para a sociedade O que que a
gente tem feito bom então qual que é o propósito desse projeto Muquém né Porque que a gente acredita tanto nesse projeto aqui dentro da instituição enquanto uma associação de pessoas de pesquisadores né enquanto instituição Nós realmente acreditamos que as soluções tecnológicas né as soluções Das demandas das populações elas precisam ser protagonizadas por essas populações afetadas não sendo assim essa solução ela pode não ser tão dura né E aí a gente a gente além de além de buscar com esse com esse projeto Impacto social Impacto racial e Impacto científico de fato a gente acredita que se
enchem tecnologia são ferramentas capazes de transformar transformar a sociedade e aí a gente entende de pesquisadores e Pesquisadores negros negras e indígenas precisam se tornar devem se tornar a gente nessa mudança sendo assim a gente já sabe que o projeto é um projeto transformador para o Brasil eu não tenho dúvida disso né especialmente no cenário de pesquisa no cenário de ciência e tecnologia e a gente precisa estar inserido nessa transformação que a gente quer ver né então o propósito do que seria promover né um processo de deslocamento Da comunidade Negra indígena de uma posição só
de receptor né só de tomar dor das soluções tecnológicas que vem em sua maioria das vezes de um outro grupo né Não é protagonizado por nós então o projeto ele vem propondo aí esse deslocamento da comunidade negra de receptores para criadores dessas tecnologias né para protagonistas das soluções tecnológicas e invenções que vão atender as nossas demandas que são específicas Então quem Entende de nós somos nós mesmo então o propósito do rende é esse é conversar com vocês é dialogar eu eu acredito e [Música] Façam aí uma reflexão e nós estamos fazendo aqui um momento histórico
a gente tem 30 pesquisadores negros indígenas fora pesquisadores da instituição pensando uma solução para um problema que é que ataca especialmente as nossas comunidades que a insegurança alimentar Bom eu vou passar aqui a palavra para minha amiga parceira colega de trabalho colega de profissão Bom dia pessoal como Rosa me falou eu sou Bruna e as Maia sou uma das cafundadoras do Instituto mancala e estou como diretora financeira do Instituto sobre mim sou Potiguar de Mossoró Rio Grande do Norte Souto tecnista formada pela Universidade Federal Rural do semiárido do mestre e Doutora em produção animal acho
que é só isso mesmo que eu tenho para falar sobre mim mas agora eu vou falar com vocês pode passar Rosa por favor sobre o projeto mukeng só que antes de falar sobre o mucang pode voltar antes de falar sobre o queng com vocês eu queria lhe convidar a uma reflexão O primeiro é talvez por vocês estarem aqui talvez isso já tenha passado na mente de vocês alguma vez quantos Professores universitários quantos colegas pesquisadores negros vocês conhecem são muitas são poucos e quantos desses pensam se tem negros indígenas pesquisadores negros indígenas que vocês conhecem quantos
deles pensam em soluções direcionam suas pesquisas para as comunidades indígenas tem alguém que vocês conhecem se vocês Conhecem vocês são privadas E aí pode passar E aí eu trago a outra reflexão a ciência brasileira tem cor de acordo com uma pesquisa não compilado de dados da liga de ciência preta brasileira de 2020 esses dados Foram obtidos nas bases do CNPQ 82,7% dos pós-graduando declaram brancos enquanto 12,7% são pardos 2,7% pretas é amarelo os dois por cento e apenas meio por cento são indígenas Então como vocês podem ver a ciência brasileira tem cor e ela não
é preta e aí aí essa essa reflexão ela se tipo assim esse dado ele ele causa mais mais incômodo ainda quando a gente pensa que o Brasil é o segundo maior país com que tem a maior população de pretos e partes do mundo perdendo só para Nigéria ela nasce Então como vocês podem ver a branquitude né Ela ainda predomina e impede que pessoas pretas pessoas indígenas tem oposição em locais mais considerados mais privilegiados da sociedade né no caso da pesquisa como nós estamos falando e a partir desse incômodo que o Instituto montala pensou em reduzir
uma maneira de reduzir essa discrepância de dados De inserir mais pessoas negras é pesquisadores negros na pesquisa pensado para com soluções tecnológicas para as comunidades pode passar vazando por favor E aí a partir desse incômodo Nós pensamos no projeto Moon Kang que Visa o protagonismo de pessoas negras e indígenas pesquisadores negros e indígenas das áreas de ciência e tecnologia e matemática Com consciência racial e que direcione que façam pesquisas aplicadas soluções tecnológicas do impacto nas comunidades mais afetadas por favor E aí eu queria falar para vocês porque Nós escolhemos esse nome para o projeto como
quem a palavra Muquém que tem origem no kibondo que é uma língua africana falada em Angola a pronúncia se escreve mas a pronúncia é Muquém e é um adjetivo ou substantivo que quer dizer que procura saber pesquisador curioso apurador descobri então tem tudo a ver com o nosso com a proposta do projeto né o projeto Como ele como ele está organizado Nós Nós pensamos no booking em duas etapas A primeira é o ciclo de capacitação de pesquisadores jovens pesquisadores que vocês e uma segunda Etapa que a execução da pesquisa o ciclo de capacitação tem duração
de três meses com encontros semanais sempre aos sábados e esse ciclo de capacitação ele é facilitado por pesquisadores negros e indígenas já com carreiras já consolidadas né como uma abordagem técnica aos jovens pesquisadores e nesse ciclo de capacitação como como vocês viram lá na inscrição nós propomos um projeto mobilizador que o tema dessa edição dessa edição de agora é a Insegurança alimentar e como sabemos a insegurança alimentar afeta mas as pessoas negras indígenas E aí a segunda etapa do projeto seria a execução da pesquisa que vocês que são de diferentes áreas nós vamos pensar né
em uma solução tecnológica para o tema e segurança alimentar e depois disso nós vamos executar essa pesquisa esse essa execução de pesquisa terá um período de seis meses com fazendo o levantamento nas comunidades e será Realizado realizado pelos pesquisadores capacitados no ciclo de capacitação e esses pesquisadores que no caso são vocês vão fazer o desenvolvimento da tecnologia pode passar por favor o período do ciclo essa primeira etapa né como eu falei são de seis meses de três meses aliás que vai do dia 6 de maio a 12 de Agosto totalizando 15 encontros a equipe é
formada por profissionais negros indígenas a equipe De mentores de carreira consolidada em Ciência e Tecnologia nosso encontro será aos sábados sempre de novas a 11:30 com exceção do treinamento de mídia que serão os dois últimos encontros que será até 12 horas até meio-dia vamos utilizar a plataforma para fazer esses encontros e ao final nós vamos emitir certificados de palestras e certificado de ouvir Aqui nós temos a programação do E os e os mentores os facilitadores hoje né abertura do ciclo com a instituição na próxima semana nós vamos abordar o tema igualdade racial através de ciência
e tecnologia com Professor Doutor Igor Miranda da ufrb no dia 20 vamos falar sobre a cadeia de produção científica com Dr Fábio Santos dia 27 de maio planejamento e desenvolvimento de projeto de pesquisa com professor Dr Edmilson Teixeira da UFES no dia 3 de Junho vamos abordar sobre a internacionalização da pesquisa com professor Dr Ernesto Manoel Júnior que é pesquisador e também Diplomata vamos falar também o dia 10 e 17 de junho com a extensão acadêmica com o professor Doutor Jansen que é indígena no dia primeiro de julho vamos falar sobre divulgação Científica com Taís
Oliveira do Instituto sumaúma vamos falar também sobre a história ilegada da ciência negra indígena e aí Nesse dia nós estaremos a presença do pesquisador indígenas vão para o Barreto da UFAM e do mestre do Professor Carlos Machado no dia 15 de julho vamos falar sobre metodologia científica com Dr Leonardo Silva Souza da Uva e no dia 22 de julho nós vamos falar com a Professora Doutora Clínica amargo e a professora Irene Aleluia sobre a trajetória de pesquisadores essas duas pesquisadoras elas já são bem experiências na área né Pesquisadoras negras e aí nós vamos ter esse
bate-papo com elas como Rosane falando nós tivemos algumas algumas parcerias E aí no dia 29 de julho nós vamos ter a presença de duas pesquisadoras Americanas que vai nos passar um treinamento uma um treinamento sobre metodologia qualitativa com a professora Gledson e a Professora Doutora Elizabeth e no dia 5 e 12 de maio nós vamos ter um Treinamento de mídia para cientistas Porque é importante a gente fazer a pesquisa mas também é muito importante a gente comunicar se comunicar com a sociedade fazer essa sociedade a comunidade nos entender então a agência Bori que é uma
agência de jornalistas eles vai nos dar né Para a gente do mucang um treinamento de mídia para cientistas certo e assim dessa forma a gente encerra a primeira etapa do ciclo E aí eu vou passar a palavra produtor Igor Miranda Bom dia gente então sou Ivan Mirandas com fundadores do Instituto mancala tá e colaborador do Instituto é só engenheiro eletrônico informação é Industrial sou professor da ufrb tá ufrb é uma instituição é importante nesse processo depois eu vou falar disso tudo né porque a universidade mais negra é Federal assim tamanho e tal é mais negra
do Brasil e é muito importante todo esse processo Hoje também sou pesquisador visitante da Universidade do Texas em Austin eu tô nos Estados Unidos agora nesse momento e assim antes de passar é só dizer que o Instituto para mim a realização de um sonho de progresso da comunidade Negra tá então existem muitas formas que a gente precisa progredir e a ferramenta que que eu sempre tive em mãos né é a ciência e a tecnologia eu digo sempre tive por conta da minha história Familiar eu já vivo com a ciência desde criança então para mim foi
um processo muito longo até entender que a ciência poderia ser uma ferramenta de transformação para comunidade negra e para comunidade indígena e isso para gente hoje tá muito claro que é esse é um caminho e as pessoas hoje começam a enxergar mas foi um processo muito grande né como a gente pode a pergunta sempre que vem quando a gente pensa assim tanta desigualdade Mas Como que a gente pode fazer essa transformação sendo da área de ciência e tecnologia né Será que a gente só pode produzir para indústria né E aí Isso foi uma coisa que
sempre me tocou muito né E hoje nós estamos aqui fazendo essa transformação através de vocês através de nós mesmos né e com muitas outras frentes de batalha que a gente precisa travar para poder ter um mundo melhor para nossas comunidades tá então Esse esse é o pensamento assim que que move tá então é isso vamos vamos lá é na semana que vem a gente vai discutir mais que o primeiro encontro é comigo e a gente vai falar mais sobre isso eu não posso me empolgar não se não vou fazer tudo hoje já já vou antecipar
essa discussão para hoje mas vamos lá então assim o projeto essa é a nossa segunda edição nessa edição a gente vem com uma com uma inovação né Do ponto de vista metodológico porque quando o Instituto mancala surgiu Nosso propósito [Música] a gente surgiu já com esses dois propósitos de fazer pesquisa aplicada ou seja de ir para o laboratório desenvolveu uma tecnologia que essa tecnologia sirva para as comunidades é isso que a gente vem fez com a pesquisa na área de nutrição de alimentações escolar é isso que a Gente está fazendo com o trabalho com a
ilha de Maré na área de produção de ecolinha com os resíduos da produção deles artística de artesanato a gente pensa na transformação a partir da Ciência Tecnologia de fato e também a gente sempre entendeu que o a formação de pessoas a capacitação dos nossos pesquisadores por esses índices que que Bruna mostrou seriam muito Importante né assim seria fundamental a gente também ter essa essa linha dentro do Instituto mas essas duas coisas caminharam separadas aí durante esse tempo e esse ano exclusivamente esse ano a gente tá vendo que a gente começou a amadurecer e ver que
a gente conseguiria mesclar as duas linhas e essa [Música] a modificação né A transformação que a gente fez na estrutura do Muquém do Projeto mukeng porque esse ano a gente vai trabalhar as duas coisas de forma unificada o próprio projeto de pesquisa do Instituto mancala que a gente vai ter como principal vai ser um projeto que está associado à formação a capacitação né de pesquisadores então é esse ano a gente vai ter essa ideia do projeto mobilizador um projeto que vai eu vou vou voltar a falar a imagem do Projeto né dessa segunda fase mas
ela vai acontecer de 19 de Agosto a nove de dezembro pelo menos uma primeira parte dos encontros a gente ainda pode ter algumas atividades posteriores a isso né mas nesse período aí a gente vai ter reuniões Tá certo eu vou falar mais sobre sobre isso pode para o próximo Então qual é a atividade que a gente pretende fazer com esse projeto de com esse projeto mobilizador a gente O objetivo é fazer um projeto de pesquisa desenvolvimento e extensão tá em ciências tecnologia direcionado as nossas comunidades então quando eu falo o projeto de pesquisa e não
se a gente fala projeto de pesquisa e desenvolvimento Isso é uma área já muito conhecida para todos vocês todo mundo que fez está fazendo mestrado doutorado tá em um projeto de pesquisa algumas pessoas também tem trabalhado em projeto de extensão já Teve oportunidade de trabalhar em projeto de extensão né a união disso tudo nem sempre ela é na pra gente da área de ciências tecnologia nem sempre ela é de um acontece de uma forma suave porque eu digo suave muitas vezes e essa é a formação existem muita dificuldade aí mas o em geral o projeto
de extensão tem um objetivo de levar um conhecimento levar o discutir uma tecnologia Ou você tem um Projeto de pesquisa e desenvolvimento que ele é totalmente isolado do desse trato com a comunidade na área de ciência e tecnologia tá então para a gente essa união dessas coisas é muito mais caro a gente não tem essa formação dentro da academia não só brasileira de todo mundo é muito difícil você conseguir fazer essa união entre desenvolver pesquisa mesmo poxa a gente precisa saber o que a comunidade precisa né O que a comunidade Está enfrentando de dificuldade Trazer
isso para dentro do laboratório fazer uma análise voltar para a comunidade Então esse ciclo ele não acontece normalmente na academia nas áreas de ciências tecnologia tá então falo das ciências naturais exatas e etc esse ciclo não acontece e é justamente é essa ferramenta que vai ser fundamental que essa ferramenta que ainda não existe Se alguém disser que tem material traga para a gente porque assim até onde a gente conseguiu pesquisar a gente não encontrou metodologias né estudos concretos falando de como realizar pesquisa desenvolvimento de extensão na área de ciências tecnologia e é essa justamente essa
metodologia que é importantíssima para a gente quanto negros indígenas porque ela que vai fazer a gente pegar esse conhecimento Que a gente vem construindo dentro da academia e levar ele de forma efetiva para comunidade e essa conhecimento nós simplesmente não tá documentado não tá em lugar nenhum é aí que o Instituto mancala quer entrar e principalmente nessa edição do moocang em desenvolver essa metodologia tá de como fazer pesquisa desenvolvimento extensão na área de Ciência e Tecnologia De forma efetiva tá então esse é vamos dizer assim a atividade que a gente vai desenvolver na segunda fase
é isso fazer esse esse trio aí nesse tripé de pesquisa e desenvolvimento de extensão aí além disso a gente também precisa aprimorar a nossa para fazer isso na verdade a gente precisa aprimorar nossa capacidade dialogar nossas comunidades tá que não que parece Ah não eu eu nasci na comunidade então eu sei dialogar mas muitas vezes a gente cria uma Uma vamos dizer assim uma dupla personalidade Porque existe a pessoa acadêmica existe a pessoa da comunidade e muitas vezes a gente não consegue fazer esse diálogo de forma transparente tá no sentido de tanto você ter o
olhar da comunidade como o olhar de fora como o olhar de dentro as duas coisas são importantes e essa essa sinergia que a gente precisa buscar em nós mesmos para conseguir fazer isso de forma efetiva de porque o Nosso diferencial enquanto pesquisadores negros indígenas e que o mundo tá começando a entender mas ainda não na área de ciência e tecnologia é que esse olhar ele é totalmente é um divisor de águas né para você conseguir trazer soluções efetivas o olhar de quem tá que veio de dentro de uma comunidade Seja lá qual for é totalmente
diferenciado para você pensar na solução Daquele de quem vem de fora então o olhar de fora ele é importante né Ele é assim também é importante para as vezes conseguir uma solução fora da Caixa mas o olhar também de dentro ele é fundamental Então esse diálogo com a comunidade é um diálogo às vezes com nós mesmos mas também a gente reaprender a dialogar com as pessoas no sentido de direcionar aquela informação para realizar um projeto Então esse diálogo Aí é uma coisa que a gente vai precisar é aprimorar bastante Além disso trabalhar em equipe muita
gente aqui já às vezes né a realidade é muito pode ser muito diferente nesse ambiente de pós-graduação tem pessoas que trabalham totalmente sozinhas tem pessoas que trabalham em grupos maiores então o objetivo é a gente aperfeiçoar isso de trabalhar em equipe tá então assim é uma coisa que a gente Está sempre aperfeiçoando e isso a gente vai e a gente aqui tem uma equipe grande multidisciplinar e essa é a realidade da ciência do mundo todo hoje é a interdisciplinaridade muito locais diferentes culturas diferentes background diferente tudo diferente então esse essa experiência aqui ela vai ser
muito boa muito enriquecedora nesse sentido de quem não teve essa Experiência ter né de trabalhar em equipe nesse formato a maioria das equipes do mundo hoje eu formato É esse aqui mesmo é virtual infelizmente né claro que a reunião pessoal Ela traz outros outras coisas mas esse trabalho em equipe remoto ele tá sendo o padrão da ciência Mundial tá mensurar também outra coisa mensurar O Impacto de projetos né como é que a Gente mensura o impacto de um projeto Então isso é uma coisa que a gente vai precisar aprimorar bastante na área de ciências tecnologia
a gente não tem a gente vai inclusive ter aí Alguns apoios em todo esse processo a gente vai ter alguns de pessoas das ciências humanas que já fazem isso com bastante naturalidade né tanto a partir do Diálogo quanto essa parte de mensurar impacto de como chega na comunidade anda Até mais para a gente tem outra dimensão porque a gente tá falando de ciência e tecnologia Então as coisas vão podem ter outra outra característica e avaliar resultado também é outra coisa que a gente vai se aprimorar próximo então o tema mobilizador desse ano e aí a
gente tem uma ideia de a cada edição Pode ser que a gente vai mudando né os temas possa voltar mais esse ano a gente focou Em um tema que é uma realidade que está atravessando toda a sociedade brasileira e claro que afeta com muito mais forças comunidades negras indígenas né durante a pandemia assim um impacto na comunidade Negra foi muito grande durante deixa eu colocar numa forma que eu não pronuncie nomes mas durante o último governo de extrema à direita a gente teve Impacto nas comunidades indígenas foram alvo explícito né então por isso a gente
está vivendo essa situação dos yanomamis né então assim o a insegurança alimentar ela é uma é uma questão crucial para gente aquela aquela coisa de vende o almoço para comprar a janta né e vivendo um dia após o outro é essa a situação da nossas comunidades E aí qualquer Turbulência faz com que a insegurança alimentar ela se aflore E aí pensando nisso a gente escolheu esse tema de insegurança alimentar e especificamente então assim o projeto já tem tema né bem definido desenvolver uma ferramenta né uma metodologia uma ferramenta de monitoramento da Fome em tempo real
certo então esse é o tema que a gente vai trabalhar Qual a ideia disso daí a Gente conseguir saber com algum nível de precisão temporal Quando que a insegurança alimentar em uma determinada região ela tá começando a aumentar certo então é para fazer isso a gente precisa descobrir quais são os indicadores né que possam ser monitorados inclusive de forma mais automatizada ou mais [Música] dinâmica possível de forma mais dinâmica possível a fome ela não pode esperar por uma pesquisa do IBGE por exemplo para conseguir saber quem são as pessoas que estão com fome e aí
chegar para atuar na solução a gente precisa de coisas que digam imediatamente né ali ó no mês nesse mês a insegurança alimentar num bairro x tá com problema sei lá no Cantagalo tá com problema É de insegurança alimentar no mês de março de 2023 então em abril Bora tomar uma atitude né Então essa é a ideia né criar políticas ou criar ferramentas para que a gente possa direcionar tanto políticas públicas quanto as ações de instituições de apoio existem muitas instituições né voltadas para para esse tipo de combate e a gente pensa em desenvolver e aí
o que é que tem de especial nesse tipo de projeto é porque então o objetivo é o Principal aqui nessa pesquisa descobrir quem são esses indicadores e de que forma eles podem ser automatizados Então essa descoberta do dos indicadores eles têm duas coisas importantes aí a primeira é o diálogo com a comunidade a gente precisa escutar para entender como é que esse como é que a fome se ela se pronuncia né então a gente precisa entender isso e a partir disso criar elaborar Métricas baseadas na ciência tá muito na parte estatística para conseguir consolidar esse
esse resultado E aí Claro e usar também outras ferramentas como como se possível né Inteligência Artificial tá a partir de dados e tal então são ferramentas que podem ser usadas nesse processo aí então é um tema E aí pode passar durante a execução do projeto Esse vai ser o nosso basicamente a nossa Nosso fluxo de trabalho tá então a gente vai fazer um planejamento e é importante como eu falei antes essa metodologia que a gente vai desenvolver ao longo desse desse projeto ela não tá estabelecida ela não tá escrito em lugar nenhum né A não
ser que alguém acha traga para gente mas se existir ela não tá difundida então ainda é uma uma [Música] um pensamento né uma uma abordagem completamente nova né de Pensar em pesquisa desenvolvimento e extensão de forma conjunta na área de ciência e tecnologia tá então repetindo isso para a gente ainda é novo na área de Ciência Tecnologia E aí o planejamento do projeto em si ele ainda não é não tá realizado tá porque por várias razões a gente tem uma diversidade aqui de regiões de formações então até a forma como a gente vai fazer esse
planejamento vai precisar da Colaboração de todos e entender o que como Cada um pode colaborar nesse processo E aí a gente vai fazer esse planejamento né no longo do período que a gente vai ter junto na segunda fase diálogo com a comunidade é o nosso das nossas principais tarefas aí tá então a gente vai dialogar com a comunidade desenvolver soluções a gente vai precisar criar métricas para avaliar o desempenho Do do que a gente desenvolveu se a métrica ainda não tiver indicando que chegamos perto do fim a gente volta dialogar com comunidade aperfeiçoando nossas médicas
desenvolvendo mais soluções Até que a gente chegue no final na verdade a setinha ali tinha que sair do avaliação de desempenho terminei não atualizando E aí sim a gente vai para o encerramento tá que eu vou ainda falar o que é que a gente vai fazendo encerramento próximo Então assim ó uma coisa importante para todos aqui né é que praticamente ninguém aqui é dessa área de combate à fome ou talvez de nutrição se eu não tô enganado uma duas pessoas né eu faço mestrado na área de nutrição número legal ah legal não excelente mas a
maioria não é pelo que eu vi que a maioria da área de Ecologia e assim a ideia nossa É que excelente que a gente tem pessoas da área vai ser uma contribuição fantástica assim mas a ideia é que a gente olha por problema e explore toda o potencial que a gente tem Independente de ser dessa de uma determinada área ou não para conseguir resolver um problema que é nosso tá então aqui é mais uma uma o que motiva aqui não é o vamos dizer assim o nosso gosto por uma Determinada área mas sim o problema
que a gente quer resolver tá então com certeza cada um tem uma um histórico de vida e acadêmico que vai contribuir muito vai ter gente que tem um perfil inclusive mais teórico vai ter pessoas com perfil mais de prático de fazer experimento vai ter pessoas que gostam de dialogar com comunidade e outras que não e isso não impede de você participar de um projeto como esse então assim essa é uma concepção que a gente normalmente Tem de que para fazer um projeto de extensão para estar nesse você precisa ser a pessoa que vai lá e
fala com a comunidade não necessariamente Isso é verdade tá muitas vezes é entender todo todo esse processo de como usar informação que vem da comunidade Às vezes a outra outra pessoa vai lá e vai fazer esse trabalho de dialogar diretamente mas o seu o seu mindset o seu sua mentalidade tá em absorver essa informação muito Melhor que esse é um Desafio dentro das nossas áreas a gente muitas vezes tem aquele conhecimento idealiza O que é para o que é bom para comunidade vai lá desenvolve e depois vai lá tentar passar aquilo para comunidade então a
ideia aqui é reverter esse esse fluxo né E aí dialogar E para isso é importante que tenha pessoas de diferentes áreas e essa é uma realidade de praticamente todos os projetos que que assim [Música] que acontece hoje você tem pessoas com backgrounds totalmente diferentes e cada pessoa traz uma perspectiva completamente diferente e importante para você conseguir realizar um projeto Principalmente se o projeto é distensão né de fazer as coisas chegarem até comunidades tá então assim esse é um Desafio também fazer esse diálogo né de como conversar ciência sendo que com pessoas totalmente diferente aí Fulano
Chega e Ah não porque usa todo o jargão da área né E às vezes fica totalmente inviável a conversa e tal e aí a gente vai aprendendo que a gente precisa encontrar meios termos linguagens comuns e tal e isso é um processo de aprendizagem que a gente aprende a equipe é a equipe cada equipe que você vai com um homem disciplinaridade a gente aprende uma coisa diferente a gente vai aprender aqui também então assim a gente espera que toda essa Diversidade de background aqui seja muito enriquecedora para a gente conseguir construir uma solução única tá
aí eu me entendo muito eu sou assim mesmo Falador tá mas acho que a gente tem tempo né não tá [Música] então assim ó o que é que a gente espera né de resultado nessa nesse nessa segunda fase né do projeto mobilizador a Primeira e principal coisa é a gente consolidar essa metodologia de pesquisa e desenvolvimento e extensão pelo menos assim dá o início né consolidar foi meio foi uma palavra mal colocada dá um início a essa metodologia de pesquisa desenvolvimento e extensão tá como fazer isso e documentar essa essa metodologia então isso vai ficar
para vocês vai ficar para as próximas edições E aí a ideia é que a gente está Começando de algum lugar a gente a gente e sempre quando a gente começa de algum lugar né a gente vai precisar construir Então as próximas edições já vão pegar coisas muito mais prontas que vocês mesmo vão deixar então vocês já vão estar fazendo uma diferença nesse processo de construção que vão dar o primeiro passo para uma metodologia que vai se tudo der certo né ela vai se propagar Dentro das nossas comunidades e vai fazer a gente ficar cada vez
mais potencializado então a ideia primeiro é consolidar essa metodologia a gente coletar dados também é importante né E aí é faz parte dessa metodologia quais dados a gente vai precisar coletar como a gente vai direcionar essa coleta de dados e tal a gente precisa ter dados para fazer alguma coisa a versão inicial da metodologia de monitoramento da fome então Quais são os Melhores índices Quais são as direções que a gente pode apontar um protótipo do sistema proposto Então nesse tempo quem já trabalho para ele pesquisa sabe que não vai conseguir terminar o projeto completamente então
é um projeto que vai ser continuado tá não vai mas a gente A ideia é que a gente tem um protótipo pelo menos no final dessa primeira fase e a gente já consiga reportar algumas coisas no artigo científico conjunto de todos Nós aí E também o manual de implantação Tá certo então se a gente desenvolve a metodologia é importante que a gente chegue e crie um manual de implantação que por exemplo ou a gente tem a isso Centralizado no próprio Instituto mancala e que outras pessoas possam usar mas que também possa ser reproduzido por comunidades
tá que vamos dizer uma associação de bairro consiga reproduzir né então é reprodutibilidade é muito importante para a ciência e muito mais Importante ainda para a gente Beleza então assim a ideia é que a gente [Música] não necessariamente a gente vai finalizar o projeto nesse período mas a gente vai começar e chegar até algum ponto que vai ser um ponto é que já vai apresentar direções pelo menos tá então assim não dá para ser o tópico e dizer assim ah vamos finalizar o projeto completamente a Gente vai ter uma ferramenta já no final eu não
acredito mas nunca se sabe a gente também pode ter uma grande surpresa e conseguir ter uma coisa muito mais madura né um tempo curto tá E é isso então assim só mais uma coisa o projeto eu eu você o responsável para gerir o projeto é no ponto de vista de gestão de tarefas mesmo de direção mas todo mundo vai vai ter aí a colaboração nesse processo a gente vai ter uma uma Colaboração de pessoas pelo menos de um consultor experiente na área de de tanto de combate a fome como de pesquisa em extensão na área
de ciência e tecnologia tá E aí a gente ainda tá na conversa com esse consultor né já tá mais ou menos certo de quem vai ser mas a gente vai ter um consultor específico para isso mas assim a gestão das tarefas ele vai aparecer pontualmente alguns encontros mas a gestão das tarefas eu Vou estar gerenciando na frente mas todo mundo vai colaborar com isso tá bom então é isso gente Bom dia mulher eu tô sendo bem escutado só para confirma confirmar tu né massa obrigado então Leonardo Como tá aí a narrativa de Souza também ajudei
na qual a fundação do mancala eu sou Doutor engenharia química e também mexe engenharia Industrial Ok mas pode passar mas se quiser saber mais sobre mim Você pode Muito bem ir lá no Whats certo essa dúvida E por coincidência aí no Whats e me descobri que eu sou vai ser fácil pode passar por favor Rosane vai ser fácil você botar lá Leonardo vai aparecer só um essa essa carga que eu tenho de ser único Leonardo no Whats durante muito tempo eu carrego inclusive Desde da doação me formei em 2005 2006 mais ou menos nessa faixa
aí eu já tinha lá tipo que a gente faz trabalho com pesquisa Dele muito tempo mesmo desde 2013 2004 é a gente já conseguiu algumas coisas na área da pesquisa alguns prêmios etc e mas se você for lá e botar assim Leonardo Silva de Souza só vai achar esse Leonardo não vai ter dúvida aí eu fiquei tipo será que eu sou o único que nós do mundo se vocês forem em um banco qualquer e pedir para lá para sua gente botar assim seu nome vai e virar né milhões de pessoas assim mais de 1000 2010
mil pessoas e eu sou Leonardo Silva De Souza mesmo sem variação muito No Brasil existe muito Leonardo Silva de Souza muito mesmo mas no lado só existe um só existe engenharia aqui no canal né fazer na UPA eu fiz mestrado na UPA eu fiz doutorado na UFRJ trabalhei algum tempo lá na de pesquisa certo e será que só tem eu aí essa pesquisa eu fiz esses dias inclusive ainda continua sendo Leonardo de Souza aí eu fiz a comparação com Fernanda Haddad Ok todo mundo conhece Tem três lógico tem um pouco isso aí é na base
só de doutores são três eu entorno eu conheço muito mais muito mais [Música] Silva Souza do que haddario não sei vocês certo mas tem muito mais doutores radares do que Leonardo Silva de Souza isso me criou uma curiosidade eu tenho muito tempo né você fala sobre algumas palestras de como que se dá isso só sobrenome vou tirar o Leonardo vai ter Só chuva de Souza e Haddad aí a gente vai ver na base da lá no currículo lá diz como é que se dá isso né pode mudar um pouquinho eu fui na pesquisa lógico no
mundo existe mais diversas de Souza do que do que Haddad então na base de dados eu tenho 373 pessoas com sobrenome Silva de Souza e aqui cabe falar que são as variações também Silva de Souza Souza Silva e Souza né Então as variações todas e Haddad né que é também tem variações dele são 132 lógico No Brasil existe muito mais Silas Souza do que Haddad detalhe os Silva Souzas nossos parentes aqui tem alguns aqui inclusive entre a gente tá no Brasil desde 1700 ela vai os Haddad era outro dia na migração libanesa dos árabes etc
ou seja nesse século ainda certo então lógico por pressão nós somos da área exata sabe que qualquer qualquer movimentação na em qualquer coisa tudo Requer diferente de potencial então se eu tenho mais de um lado mesmo e o outro a tendência da física é que essa parte se iguale para ficar igual enfim a detalhes que a gente não vai aqui que é diferente potencial tem física aqui na área pode me justificar melhor do que eu então por força da diferença de potencial Provavelmente tem muito mais Silva de Souza querendo entrar na faculdade do que Haddad
porque nós temos mais preguiçoso na sociedade aí me dê Essa curiosidade Será que se dá sim a ciência e levando em conta que começou do outro lado de fato no Brasil né no Brasil mesmo em 65 mais ou menos né tinha um doutores que se formaram fora do Brasil presente é que mas brasileiro meio formado aqui sucesso é assim pode passar por favor então foi lá Haddad aí eu fui fiz o histograma né peguei Quantas pessoas tinham fiz o programa ao Longo do tempo aí é uma acumulado nos dois são acumulados e você pode perceber
que os radares eles entram na faculdade muito antes certo Logo no início 65 mais ou menos começou o doutorado já tava na faculdade o senhor de Souza que tem muito mais começou a enxergar de 80 quando eu nasci mais ou menos certo então é mais diferencial Lógico você vai ter mais silencioso a partir de um certo ponto que você queria trazer para vocês por favor Enfim aí se você fizer uma comparação de um gráfico acumulado você percebeu que que eles mesmo tendo muito mais Silvio de Souza na sociedade eles ficaram durante muito tempo como maioria
em relação a gente aqui eu tô colocando tudo não é só essa não é humanas etc por causa de humanas vai ser outra imagem eu fiz não coloquei aqui porque eu tava pronto certo e outra outra outro desenho que mantém a mesma forma só que muito mais grave vamos Dizer assim e você percebe nesse gráfico em primeiro no primeiro que é o acumulado sentar normalizado que a partir de mais ou menos 2007 2008 que os Silas e Sousas se iguala em número com radades mesmo tendo muito silêncio da nossa sociedade é só é outro dia
provavelmente um reflexo das políticas públicas de de inserção de pessoas pretas e outras e nem outras minorias vamos dizer assim na palavra técnica na faculdade que vai ter vai ser Refletir na presença de pessoas Silva de Sousas nas universidades né mas ainda assim normaliza Ou seja é mais ou menos bem bem bem bem por cima mesmo como se fosse uma velocidade de entrada na universidade de pessoas Silvio de Souza por tempo número de pessoas entrando por tempo que você normaliza você percebe que nós e nós estamos abaixo ou seja os Haddad estão entrando de forma
contínua na universidade Nós ainda estamos Chegando lá porque vai agora eu tô normalizando porque são número de pessoas diferentes eu tenho sempre tantos Haddad e 300 e tantos Silva de Souza lógico quando Eu dividi por baixo normalizado vai jogar no muro lá para baixo porque tem mais de 300 pessoas aí vai ser o número maior por tempo naquela data ou seja isso quer dizer o quê que você pode ver que o gráfico de Haddad entra na universidade é uma constante eles estão constantemente entrando na Universidade nós só conseguimos enxergar essa essa figura de de social
a partir de algumas políticas públicas lógico essa análise que eu tô fazendo é muito mais para trazer discussão para gente conversar do que para trazer uma verdade porque ela não existe certo mas sim se alguém achou enxergou alguma coisa que eu não cheguei nos gráficos também pode se manifestar na hora de conversar mas eu quero trazer isso para entender como que a Importância de pessoas estarem trabalhando para que outras pessoas entre na universidade faz efeito certo nós estamos cientistas nós trabalhamos com o número de com gráficos e assim que se dá a ciência metodologia científica
eu vou trabalhar um pouco mais sobre isso quando for falar sobre isso né sobre esse tema metodologia científica essa que se dá números a gente mostra discute não vai ter uma verdade mas vamos dar um indicativo para que lado Vai e um dia que o indicativo é esse que precisamos colocar muito mais sílabas de Souza Santos Vieira esses nomes que são muito comum né Silva Souza Santos são os números mais um sobrenomes mais comuns do Brasil mas nós lutamos na maioria das Universidades vocês quiserem fazer trabalho com sobrenome de vocês que eu possa ajudar mesmo
o que eu fiz Como é que eu esse caminho a gente pode estar inclusive pensar um trabalho conjunto ver como é Que tá o sobrenome das pessoas aqui do mucang e ver como é que a gente começou a entrar nossos parentes começaram a entrar na universidade pode passar por favor Rosane então e baseado nisso que a gente vai também pensar com fogo o perfil dos inscritos foi aprovado porque nós temos espaço a mostrar o menor aqui entre os aprovados mas eu queria entender porque a gente fez uma campanha enorme de que pessoas que se enxergasse
com Pessoas pretas e preocupada com problemas sociais é se inscrever-se nesse nesse projeto que nós estamos aqui hoje por favor Rosane enfim maioria feminina a gente conseguiu massa queríamos isso mesmo uma mulher de mulheres mas assim porque nós estamos no universo de exatas E é difícil para mim na engenharia principalmente a gente conseguir mulheres e com o tempo disponível para pensar novas propostas né E nesse Campo aí né da serem exatas e Com um perfil que a mulher não tem aqui do filho que não tem cuidado da rimo da família né então mulher nesse perfil
porque sabemos que as pressões sociais pesam muito mais em cima da mulher certo tinham medo de não conseguir Maura preta também e parda indígena que também não é uma preocupação muito grande da gente conseguir pessoas indígenas para se inscrever Pelo menos foi também para ser aprovado né pessoas também tiveram pessoas brancas que Participaram por favor e as qualidades esse ano nós tivemos bastante pessoas de uma escolaridade maior do que foi o projeto passado né então vai nos obrigar também falar de temas muito mais profundos já que a exigência do público é muito maior certo também
tivemos professores pesquisadores já tiveram pessoas formadas Se inscrevendo isso foi muito bom no outro acho que a gente não tinha não foi Rosane me lembrei acho que não tinha Pessoas formado então assim melhor porque Nós pensamos essa esse gangue principalmente para formar para formar não né ajudar na formação e refletir inclusive criticar automação certo importante é que eles critica o que que tá se dando na universidade no curso deles a partir de outro e outro olhar e a questão que nós também queremos para trazer é a como abordou é a capacidade de trabalhar em grupo
nem rede em Gráficos para quem trabalha com gráficos com gráficos né em rede né em uma estrutura orgânica de pensamento então assim e ter pessoas com altos qualidades vai impactar muito certo com tudo com isso pode falar pode passar Rosane né Eu queria muito agradecer as pessoas a para até essa hora de sábado em Salvador onde eu estou agora tá um dia lindo né e mas vai ser sábado aqui escutando a gente e inclusive acreditando nesse projeto é se Tiver mais dúvidas sobre o que somos podemos inclusive bater um papo eu queria que vocês abrissem
a câmera ou ao microfone para poder falar o que vocês acham etc a sua opinião e tirar dúvidas se assim eu for obrigado pela atenção obrigada obrigada Bruna Obrigada Igor Obrigada Léo por dar as mãos né E assumir essa responsabilidade [Música] Social né de usar sem tecnologia para transformar Nossa comunidade então a gente ficou agora desse lado de cá apresentando a instituição apresentando a gente apresentando os nossos sonhos apresentando para vocês o que de mais caro o que de mais precioso a gente tem hoje a gente construiu e agora a gente quer escutar cada um
de vocês a ideia aqui são 10:18 a ideia aqui é que a gente conseguisse escutar todo mundo principalmente sobre Quais são as Expectativas de participar do Muquém que vocês perceberam que vocês vão passar por uma etapa de capacitação que vocês vão vão de fato participar de algumas palestras mas Vocês entenderam também que vocês têm todo o protagonismo na segunda etapa de desenvolver uma ferramenta aí para ser utilizado na comunidade então assim qual é a expectativa o que que já tá rolando na cabeça de vocês como é que a gente pode construir isso juntos é o
que a gente Quer ouvir agora então eu vou deixar de maneira espontânea que vocês se manifestam mas qualquer coisa eu vou chamar cada um vamos lá pronto Jefferson Gabriel fica à vontade a gente pode fazer uma filhinha mesmo aqui eu acho que vai ser legal Olá bom dia a todos e todas presentes né Essa manhã de sábado Leonardo falou que Salvador tá um dia lindo mas eu também tô em Salvador é que tá bem animado eu Tô no Barbalho aqui no bairro do Barbalho e aqui tá bastante nublado primeiro dizer Léo Você foi meu professor
em 2005 cara talvez você não lembre já faz muito tempo eu fui estudante do Instituto Cultural de bico quando você era professor lá no vestibular né dando aula de química e é um prazer te ver aqui agora nesse novo espaço né nesse processo formativo que para mim é muito importante a pergunta que Bruna fez né a provocação Que ela disse para mim É bem interessante de quantos pesquisadores negros quando os pesquisadores pretos a gente conhece a nossa área e de fato é algo que entristece bastante porque a gente vê que a inserção da população negra
nas universidades ela aumentou sim com as políticas afirmativas mas essa continuação a ponto de você ter pessoas pretas e pardas ocupando esses espaços dentro das Universidades em determinadas áreas né isso ainda é mais Gritante do que outras é uma realidade assim muito muito expressiva recentemente tudo se arrepender Ele abriu um chamado abrir uma chamada em conjunto com a fapeji tentando né trazer propostas de pesquisa inovadoras na área de Ecologia que a área que o que eu faço parte de eu sou biólogo sobre e a dificuldade foi terrível para conseguir pessoas com perfil que eles desejavam
pessoas pretas pessoas pardas que tivessem ideias inovadoras que soubessem Inglês é como você vai ver aquela lista de exigências eles começaram a né ficar meio desesperadas assim porque nossa cabeça as pessoas e aí tanto que prorrogaram ele tá Por mais 15 dias finalizando a segunda-feira e a gente vê o quão é difícil encontrar certos perfis Em certas áreas eu acho que a gente está diante de uma oportunidade única com tema gerador que é um tema bastante desafiador a expectativa tá lá em cima e essa e sabemos que né o tema da Insegurança alimentar por si
só é um tema transdisciplinar vai para além da formação científica Mas tem uma série de outros aspectos de outras fontes de conhecimento que também podem influenciar né do percurso do nosso projeto E a expectativa que a gente consiga aprender muito uns com os outros né diferentes olhares diferentes respectivas uma equipe que acho que seguramente tem muita contribuir uns com os outros nesse processo de formação Continuada formando esse Network essa nova rede que tem tudo para alavancar o tema e a contribuição que a gente pode dar dentro dessa área do conhecimento Então é isso obrigado pela
oportunidade de falar aqui vamos nessa vamos juntos Nascimento informação acadêmica eu sou física física bacharelado fiz o bacharelado fiz mestrado doutorado tudo aqui na UFAL a Universidade Federal de Alagoas é a tua mente eu tô num pós-doc que ele É vinculado empresa e universidade e aí é uma proposta diferente um pouco assim do que eu trabalhava Sempre trabalhei na área mais de pesquisa da física e agora eu tô indo para uma parte mais da engenharia mas tô me adaptando bem tô gostando Eu Sempre busquei muito passear por diversas áreas participar de grupos diversos de discussões
diferentes para aprender para aprimorar Apesar de que como é vocês falaram é muito difícil né a gente ver principalmente na área da Exatas mulheres pessoas negras pessoas indígenas e Eu Sempre busquei grupos à parte e muitas vezes eu era apontada né Tipo você tá perdendo tempo com isso você tá não tem nada a ver com física não tem nada a ver e às vezes eu ia com receio mas hoje eu olho para trás eu penso Nossa que legal eu ter tido vou te chamar de coragem não sei bem a palavra mas vou chamar de coragem
sabe porque hoje eu vejo o quão incrementou na minha formação acadêmica Apesar de não ser visto como acadêmico e eu tô aqui eu fiquei muito feliz apesar da apresentação de ter sido curtas eu fiquei nossa que coisa legal e o Leonardo Professor Leonardo Eu acho que foi o último que apresentou o gráfico gente que coisa é lindo assim né você ver a coisa não é lindo a situação obviamente Mas você vê a união né dessas atividades o uso do seu conhecimento para identificar para formar dados base para você conseguir Dialogar com outras pessoas eu vejo
vocês falando de a gente voltar para nossa comunidade Eu Tenho muito receio porque o bairro em que eu cresci ele é muito como eu posso dizer sem dizer nomes assim como vocês né mas tem uma galera muito assim o número muito grande que me assusta de pessoas que apoiavam o governo anterior digamos assim eu fico como é que eu vou como eu vou conversar com essas pessoas apesar de ser as minhas pessoas sabe a comunidade em que Eu cresci uma comunidade carente que recentemente é que veio ter nem tem saneamento básico ainda eu ia dizer
que recentemente mas nem tem completo saneamento básico uma galera que não acessa a universidade apesar de ser um bairro próximo da Universidade que menos de 15 minutos da universidade e não acessa a universidade eu sou uma das poucas que conseguiu entrar e eu fico assim eu fico muito e eu espero que esse curso além de todas essas coisas que eu Já vi aqui a princípio me deu um Norte sobre como conversar com essas pessoas então eu tô muito feliz de estar aqui muito animada e espero que a gente consiga juntos e juntas fazer um trabalho
legal e eu já vi algumas pessoas aqui que eu acompanho e que eu admiro muito então é isso muito obrigada galera Obrigada sempre a próxima Fernanda Oi gente bom dia foi bastante feliz de digitar aqui nesse Grupo participando dessa formação por diversos motivos por todos os que os colegas já falaram antes mas motivos pessoais e tipo do contexto de onde eu tô agora eu sou também na área de Ecologia vegetal eu tô falando do de São Paulo do Vale do Ribeira em São Paulo vocês conhecem e é presidente né o território mas também o território
Bastante rico do Estado de São Paulo aqui e também a partir das Comunidades Quilombolas então é diversas formas mesmo dentro do Estado de São Paulo eu sou professor do Instituto Federal de São Paulo aqui no Campus registro que é a centralidade aqui dessa região e eu tô no momento assim que eu fiquei um tempo afastado da pesquisa Depois de cumprir dobrado acabei agora não agora mas há um Tempo no instituto federal e até o Jefferson falou do programa do pesquisadores negros e eu tentei muito isso né Eu pensei muito em escrever eu até cheguei a
escrever e-mail para eles mas no momento que eu não consigo muito localizar como é que eu uso o conhecimento né que eu aprendi no universo acadêmico as questões que realmente me importam né então eu tô nessa região eu sei que tem muitas coisas para fazer mas eu tô no Momento em que eu tô explorando assim pessoalmente o que que onde eu posso contribuir E aí eu conseguiria por exemplo um programa de sempre que eu não sei ainda como é que eu posso contribuir assim eu sinto que acumulei muito conhecimento eu fiz vários cursos que realmente
me importam então tô nesse momento de explorar mesmo e foi uma felicidade encontrar a proposta do Instituto mancala apareceu para mim nos 45 segundos e fiquei muito feliz de ter sido selecionado aqui para estar com vocês agradeço muito altíssima expectativa Fiquei muito feliz com a apresentação obrigada e Inclusive o seu microfone não tá acho que saiu eu vou passar para Talita e assim que ele voltar a gente coloca ele de novo por favor Oi bom dia vocês me escutam Bom dia meu nome é Talita Lopes Honorato né fiquei super encantada com essa cantada que eu
digo né dessa busca né do sobrenome que Leonardo fez né porque essa essa busca eu já é constante porque o meu nome é o nome Meu pessoal falando é meu diferente esse sobrenome Norato tudo e eu sou cearense sou cearense da capital de Fortaleza mas a minha família não é do interior de uma cidade chamada russas e lá é engraçado Porque existem duas famílias Honorato e uma família ela não é não dialoga com a outra não tem um diálogo uma com a outra e a gente né curiosa aí e meu pai falou ah são famílias
completamente diferentes e uma família ela é preta e a outra família é branca né então hoje eu entendo o contexto desse meu namorado e sabendo que tinha aquela coisa de fazer pegar árvore genealógica tentar essas coisas assim aí hoje né a gente entende muito do Sobrenomes né então achei interessante essa música essa essa histórico que que Leonardo fez né que aí pensando que provavelmente Quando eu fizer se eu fizesse no Honorato ia ter um dado que talvez também ficasse muito deturpado por causa do nome né do contexto do nome saber dessas coisas familiares dos tipos
de família eu sou então eu sou cearense e eu atualmente eu moro em Cruz das Almas Eu Sou professora da ufrb Então estou na Ufrb vai fazer 10 anos que ainda vai se dezembro de 2023 não fazer 10 anos e é o momento assim que eu nesses 10 anos quando eu vim né para ufrb Eu tentei muito muito essa questão de voltar para o Ceará né quero voltar para o Ceará então fiquei muito tempo tentando esse retorno acabei focando muito nisso e depois eu cheguei eu não quero ficar vou ficar aqui nessa região porque foi
também o momento que eu comecei a trabalhar com identidade Racial entender minha identidade racial também que eu vinha do Ceará eu fiz eu sou engenheira de alimentos eu fui para engenharia química na Unicamp E aí então trabalhei com a pesquisa mas a pesquisa muito de alta tecnologia e muito dentro do laboratório né então não aplicada né então E aí depois eu vim para o ufrb não tinha Laboratórios novos recursos na minha dentro da minha cabeça né para trabalhar Com essa tecnologia aplicada e fiquei muito em sala de aula ensina e processo administrativos e acabei saindo
da pesquisa né comecei a pesquisa fiz um pouco de pesquisa mas acabei parando E aí voltei com a extensão eu faço a extensão e um grupo né no caso eu sou trabalho com microbiologia sou microbiologista e dentro ficava assim tentando buscar os espaços né então me identifiquei muito com a fala de Fernanda também por causa Dessa coisa de fazer curso há muitos cursos nessa questão na identidade racial de trabalhar com isso fazer cursos principalmente na área de humanas para entender esse contexto trabalhando com leituras relacionadas a mulheres negras ao campo da humanidade e ficava se
incômodo como é que eu vou aplicar como é que eu vou trabalhar como é que eu vou fazer isso como é que eu vou juntar quando o projeto mancala também o Desculpa mancada o projeto porque ele deu muito também nessa de última hora assim me mandaram link no Instagram eu vi Me inscrevi Fiquei muito feliz quando eu soube desse resultado saber que e não conhecia antes de saber que são pessoas que estão também dentro da UEFA dentro da ufrb que vieram de lá fica ao mesmo tempo feliz e triste por não saber antes né não
conhecer antes a gente talvez estivesse do lado uma da Outra próxima um do outro e não ter esse contato né então E aí não e aí tipo você saber eu dava praticamente aula e causa administrativas e tentavam e ficava fazendo muitas coisas de extensão lá pelo carro né mas aí agora atualmente eu tô fazendo parte do projeto de extensão da feira ufrb que junta os cursos de a gente cooperativas de agroecologia que é onde eu estou começando a trabalhar com as comunidades né então Assim para mim essa coisa também da comunidade eu não tenho eu
sou meu nômama de termos de comunidade porque eu venho de Fortaleza de mudanças constantes de bairros né então vivia mudando de bairro mudando Mudando mudando então o território do recôncavo hoje eu me sinto entrando pedindo licença esse território para me encontrar nessa região de pertencimento como comunidade Negra né de uma forma geral é mais assim eu não Tenho uma comunidade a minha comunidade específica onde eu me criei para trabalhar nessa comunidade mas assim o projeto por exemplo da feira tem me feito muito bem nesse aspecto de conhecer as comunidades de entender Os territórios mas ainda
fica se desconforto de como que eu vou trabalhar nesse Campo como que eu vou pegar o meu conhecimento e juntar agora eu tô conseguindo fazer ensino e extensão onde é que eu coloco a pesquisa onde é que eu Entro na pesquisa nesse aspecto e para mim veio no momento muito oportuno o projeto Então acho que eu já falei muito tem muita gente para falar desculpa eu acho que o longo das aulas dos encontros a gente vai conversando parabenizar a Talita aí saudar ela aqui que eu sou seu colega vizinho ali do CETEC do prédio do
lado a gente se conhecer na mesma época 10 anos atrás [Música] Mas aqui realmente tem Rosane já foi para os doc da ufrb é Bruna Ferraz doutorado lá e tal então tem muito da ufrb aqui é uma outra coisa que eu ia comentar assim talvez não tenha ficado muito claro para todo mundo quando fala do projeto mobilizador é que não necessariamente cada um de vocês vai ter que retornar para sua própria comunidade para fazer o projeto de pesquisa tá a gente A ideia é que a gente pense a extensão pense esse Impacto e a gente
vai precisar de algumas comunidades claro né para poder fazer o trabalho mas não precisa ser cada um fazendo um trabalho a gente vai precisar de algumas comunidades que vão ser as piloto e essas comunidades então só para deixar claro assim a ideia da proposta né porque hoje em dia acho que a segunda que comentou que falando da sua própria comunidade fazer a pesquisa lá e tal então assim Claro quem tiver essa disponibilidade Tiver essa oportunidade vai ser ótimo mas não necessariamente Todo mundo vai ter que ir na sua comunidade e nem é essa a ideia
de fazer extensão e do que a gente pretende desenvolver aqui né A ideia é o abordagem tá então se vai ser na comunidade quem vai fazer esse essa pesquisa Nem sempre a pessoa tem o traquejo ali específico para ir dialogar comunidade mas ainda assim ela pode ter Muitas muitas ideias né e conhecimento para fazer uma extensão acontecer tá só para deixar claro obrigada aí eu ia tocar nesse assunto também porque eu percebi que tava uma angústia a gente começou a Gerar uma angústia Ai meu Deus eu vou ter que voltar para minha comunidade para aplicar
minha pesquisa e assim quando a gente fala em comunidade aqui numa casa é importante que a gente pense num sentido amplo tá a gente faz parte de uma comunidade de no caso Pretos e na descrição 56% da sociedade os indígenas Então a gente vai pensar no sentido amplo a gente vai utilizar um local um dois locais como esse local de aplicação da pesquisa de diálogo a gente vai gerar um material para saber como é que a gente faz essa aplicação E aí fica cargo do pesquisador se ele sente necessidade em voltar no bairro que ele
foi criado ou em determinado bairro que ele acha que aquela ferramenta vai funcionar lá é a próxima pessoa é o Ganho desculpa Rosane deixou só concluir um negocinho que eu esqueci eu anotei até para não esquecer aí também assim essa semana eu recebi um contato de um professor que ele Inclusive acho que é da UESC né E que ele até serem meus alunos uma aluna minha para falar comigo sobre a possibilidade de recursos por exemplo para um grupo né um projeto que vai trabalhar só com mulheres esse recurso para eu voltar Fazer pesquisa né então
eu até falei porque isso é para pesquisar não tenho mais não tô trabalhando com pesquisa não sei se eu me encaixo esse projeto ele falou não mas a gente vai conseguir a intenção é essa ter recurso para para conseguir montar E aí parece que fosse a gente vê isso e ver o projeto muquine Desculpa então disse nossa veio na hora certa as duas coisas porque talvez a minha intenção será que é que eu consigo Juntar essas duas coisas então pegar Qual equipamento qualquer que eu preciso para trabalhar e aí só para agradecer a satisfação que
eu tô aqui de encontrar tanta gente diversa e linda você consegue agora Olá bom dia vou contar um pouco sobre mim sou enfermeiro sou formado na Universidade Federal de Uberlândia após a minha formatura fui para o Mato Grosso do Sul e no Mato Grosso do Sul eu Fiz o meu mestrado e trabalhei com populações indígenas do Mato Grosso do Sul especificamente as etnias então é no meu mestrado eu acabei analisando o perfil de saúde das etnias guaranika e terena então a gente trabalhou com segurança alimentar trabalhou com diabetes trabalhou com hipertensão arterial trabalhou com com
anemia com mulheres indígenas e crianças indígenas especificamente da cidade de Dourados E no Mato Grosso do Sul também eu fiz o meu doutorado meu doutorado em epidemiologia pela Escola Nacional de saúde pública Fiocruz e eu trabalhei em violência também nas mulheres indígenas da macrorregião de Dourados também das etnias Guarani e Caiuá E também terena o defendi meu doutorado agora né em fevereiro e graças a Deus defende o doutorado dia 24 de Fevereiro e dia 2 de março eu consegui tomar posse como docente na Universidade Federal de Uberlândia voltei para casa né então sou docente aqui
da faculdade de medicina da federal de Uberlândia já tem desde dia 2 de Março Na graduação em medicina e também no curso de saúde coletiva então assim tô muito incipiente na universidade né com relação aos projetos de pesquisa em extensão e com relação ao Instituto foi uma colega minha docente do curso de medicina que me mandou né uma mensagem No WhatsApp ela vai ter inscrição se escreve tal Me inscrevi Fiquei muito feliz né em ter sido aprovado aqui em Uberlândia tem uma comunidade Negra também muito forte né Eu acho que vocês conhecem um Beato muito
muito forte e a minha expectativa aqui na cidade é trabalhar né com a população negra ainda não definir especificamente Que área que eu vou trabalhar mas já falei no meu departamento eu quero Trabalhar com a população negra Apesar que eles queriam que eu trabalhasse com a população indígena Porque também tem uma dívida não aldeada aqui no Triângulo Mineiro mas eu vim com essa proposta trabalhar com a população negra aqui em Uberlândia até mesmo porque acho que na faculdade de medicina eu sou o único Professor negro da faculdade de medicina né então eu falei eu tenho
essa proposta porque já tem pessoas que trabalham com populações com com pessoas com Deficiência com LGBT que é mais mas com a população negra não tem ninguém no departamento que tem alguma algum estudo algum projeto com população negra então eu venho com esse com esse propósito aqui na universidade tô muito feliz eu acho que vai ser uma troca muito interessante né são pessoas de várias regiões com várias evidências várias formações não somente da área da saúde mas né também da exatas e etc da da humanas eu acho que não sei se tem Também mas creio
que a troca de experiência vai ser vai ser bem bacana entre a gente tô muito muito feliz em participar gente eu vou só começar a partezinha chata de controlar um pouquinho o tempo tá mas a gente queria escutar todo mundo o próximo é o Cosme a todos como alguns colegas também e para mim é muito interessante e bastante animador essa perspectiva do Instituto mancala Porque durante muito tempo assim como o próprio Leonardo esposa a gente não percebeu tanto a gente quanto outros colegas nossos nos ambientes universitários né na oportunidade de cursar o ensino superior Eu
por exemplo fui o único negro da minha graduação e isso é uma dúvida existencial minha porque ao longo do meu processo de formação eu sempre convive com muitas pessoas brancas muitas pessoas brancas muitas pessoas brancas e Me veio questionamento Onde estão essas pessoas pretas o que elas fazem então é um ponto chave para mim nessa oportunidade com um projeto apesar de de da questão científica social é justamente criar essas conexões com o povo preto que querendo ou não a gente se torna disperso entendeu acredito que além da União dos saberes de experiências é criar essa
conexão saber que eu estou seguro sabendo que eu estou acompanhado saber que eu posso Contar com outras pessoas que passam passaram e ainda infelizmente vão passar por coisas que nós passamos né e eu queria reiterar o que o Leonardo disse mais cedo sobre a questão de mais profissionais informados eu vejo por uma ótica muito interessante porque nós profissionais já formados nós podemos modificar a nossa Ótica a nossa forma de vivenciar as coisas justamente para auxiliar na formação de novas pessoas pretas Seria que vai ser um trabalho continuado e que nós temos essa aflição né Não
só de oportunizar mas de manter os nossos direitos garantidos é isso muito obrigado bom dia obrigada também Cosme a próxima é a Mariana inglês eu não sei se eu falei direito por favor falou assim oi gente não me pergunte não sei a origem desse sobrenome mas é real Ramos bom meu nome é Mariana eu tô atualmente fazendo doutorado na Universidade de São Paulo mas eu tô morando agora em Belém do Pará é justamente porque nesse doutorado eu acabo estudando desse de estudar comunidades ribeirinhas e na verdade o processo de transição nutricional E aí porque né
assim Acho que me identifiquei muito com a fala do Cosme com tantas outras falas que reveberam essa vontade de encontrar identificação dentro da academia dentro da pesquisa acho que foi uma trajetória Bem solitária não linear e aí me identifiquei também concede entre mestrado e doutorado enfim entre graduação e mestrado Eu sempre tive que partir também para o mercado de trabalho e tive a oportunidade de trabalhar em Altamira e me apaixonei pela região Amazônica e pelas pessoas que eu conheci aqui no Pará e começa a identificar de uma forma bem diferente do que eu tava Vivendo
em São Paulo essa questão da mudança na alimentação de povos tradicionais que estavam sendo impactados aqui na Amazônia né E aí quando eu volto para São Paulo e decido fazer o doutorado desse trabalhar com isso e na minha pesquisa Apesar de eu trabalhar com as mudanças na alimentação a parte mais me impactou foi lidar com a questão da insegurança alimentar e desse nome de começar a estudar alguns métodos para identificar o que que é uma Insegurança alimentar e seus vários níveis E aí voltar também para grande parte da minha infância e adolescência e falar nossa
tem um nome tem uma escala para as coisas que eu vivi na minha família sabe E aí eu fiquei pensando que eu queria que eu sinto ainda muita falta de conseguir abordar o tema da insegurança alimentar na Minha tese a partir de uma perspectiva Negra sabe porque as referências que eu tenho filhos são Todas de pesquisadores brancos e enfim eu acho que o Instituto mancala surgiu por isso então nessa expectativa de tornar meu trabalho mais significativo mais afro centrado acho que eu ainda tô muito tô na fase de escrita da tese esse capítulo tá ainda
no zero porque eu tô querendo que ele seja mais rápido e eu também gosto muito de divulgação Científica tive a oportunidade de Conhecer o Instituto mancala e professor Igor num evento do Instituto serrapilheira então também me identificam muito com fala de sangue que diz que no fundo no final esse caminho todo irregular que hora tá dentro da academia a hora tá na docência em cima fundamental médio hora tá em projetos de empresas particular e privadas né Acho que tem me moldado como pesquisadora também e eu fico feliz de Ter trilhado um caminho diferente até agora
espero é isso obrigada gente obrigada Mariana a próxima é a Roseane Olá pessoal Bom dia todos me escutam bem Ótimo então eu sou bióloga sou mestre biotecnologia e especialista em gestor de saúde é recentemente voltei para academia fazendo o MBA de empreendedorismo social e negócios de impacto então sair um pouquinho nessa área acadêmica para ter uma empresa tem Uma Startup de impacto social que é a minha sexta que trata exatamente de insegurança alimentar então trazer um negócio com impacto pensando nas pessoas pensando em propósito faz todo sentido para mim e encontrar você nesse momento um
casamento de tudo e também foi muito feliz que eu recebi o resultado a gente tava num evento que a Bahia consciência na mesa na verdade que aqui do Bahia do Estado da Bahia e fala um pouquinho dessas soluções Tony tanto a Academia como negócios sociais então junta tudo isso para realmente buscar soluções de fato para acabar com essa segurança Então vem tanta gente junta ainda pensando nisso é o que faz sentido nesse momento assim como uma fala mais cedo aqui sempre fui muito fora da caixa fazia muitos cursos fiz muita extensão acredito muito nesse propósito
muito com comunidade que a gente vai com a caixinha com tudo certinho tudo bonito escrito como a gente chega na comunidade Nada daquilo não é aquilo que eles querem eles nem estão entendendo o que você tá falando a gente tem que ter uma outra linguagem entender realmente construir junto Essa é a diferença quando a gente tá falando das pessoas Então não é que é uma literatura diz é o que é na prática Então todo sentido realmente estudar e depois propor uma solução e realmente entender o que as pessoas querem e assim a gente vai estar
construindo alguma coisa e realmente Passa sentido para elas então tô muito feliz de participar e encontrar alguns amigos também como Jefferson que foi biólogo junto comigo lá na UFBA então acredito muito nesse projeto muito animada de buscar realmente coisas que fazem parte de verdade obrigada obrigada Bom dia a todos para todos meu bem meu nome é Guilherme eu sou de Campinas aqui quase é comecinho do interior de São Paulo eu sou sentido da Computação Por Martins de computação e hoje faço doutorado em engenharia elétrica também na Unicamp mas foi inclusive computação o projeto assim Acho
que me chamou atenção no projeto foi a participação científica que hoje é Um Desafio tremendo para a gente que é da academia mostrar para a sociedade não em termos técnicos o que a gente faz né e o as coisas que a gente descobre ali dentro do Meio acadêmico Então isso é um Desafio aprender a fazer isso é Algo interessante eu não sei fazer isso hoje né então não tem ideia como que faz isso em outro um outro um outro uma outra questão é o Projeto assim da parte que é o Projeto né eu fico bastante
animado bastante curioso de ver como visões do mesmo problema que a gente tem que biólogos pessoal de ciências humanas pessoal deficiências exatas né como essas visões diferentes de um todo vão se unir né e eu acho que isso só tem a Dar um resultado muito muito feliz e muito grandioso aí para para todos nós então de novo agradeço a oportunidade de participar e tô muito muito feliz mesmo poder estar aqui com vocês obrigado também Guilherme a gente não tem pessoal das humanas aqui tá por isso também essa preocupação da gente desenvolveu aprimorar essa capacidade de
diálogo com a comunidade porque a gente entende que a galera da humanas eles sabem fazer isso muito bem e aí a gente pega um Pouquinho nisso é a próxima é Adriana Então primeiramente agradecer né a obesidade assim É uma longa trajetória chegar até aqui eu venho com a família bem misturada né do norte do sudeste né e assim é a primeira geração da minha família aqui do tanto que saiba que tá na universidade tudo isso né que provavelmente fez compartilham comigo então assim é realmente importante eu tenho a trajetória bem ele técnico ou doutorado na
área de química né no campo Da química me apaixonei pela química mas me incomodava né O louco da trajetória incomodava bastante o produto que a gente fazia na academia né não chegar a sociedade né E aí depois doutorado né Silva na pesquisa né mas eu sigo outros projetos né de algum Impacto social né eu gosto muito desse Campo né então eu venho desenvolvendo esse campo mentorias enfim é uma série de atividades para poder tentar ter Contato com a realidade social eu acho que é exatamente importante transformação isso assim e para tentar formar novos jovens também
onde eu tenho contribuído no Instituto Federal Fluminense lá no interior do Rio de Janeiro e é isso assim eu tô aqui à disposição Eu acredito que a química pode contribuir bastante com essa discussão em segurança alimentar então eu troquei à disposição de vocês aí Obrigada Adriana Lucas Oi bom dia então licença a todos a todos gostaria de parabenizar os fundadores né colaboradores do projeto não só pela iniciativa mas por pela continuidade né de que a continuidade às vezes até mais custosa do que iniciar um projeto agradecer a seleção né também bastante feliz de ter esse
resultado meu nome é Lucas sou filho de Valéria pai da iúna eu sou biólogo também ecólogo no projeto com ênfase em Ecologia de Ecossistemas sou doutoranda agora e eu fiquei surpreso assim igual com a abertura porque o que me fez pouco quando eu vi a divulgação do projeto foi a parte de comunicação né uma necessidade minha de trabalhar né em tempos de de fake News acho que a comunicação da ciência em si é uma coisa extremamente necessária mas eu fiquei surpreso com a parte aplicada nesses trouxeram isso e isso faz muito sentido assim para além
Do lattes Mas na minha busca pessoal muito animado de continuar não só durante esses seis meses né mas mais para frente a gente criar redes mesmo de pesquisadores pesquisadoras futuros professores e enfim de pensar na nossa comunidade como expectativa é até talvez baixa assim né Eu acho que uma expectativa que a maioria das pessoas que estão aqui hoje terminam né esse processo de formação porque eu acho que quanto mais Gente não só sensível a nossa causa mas disposta empenhado está junto melhor para todo mundo Bom dia a todos todo mundo bem bom me chamo Renato
sou daqui do Rio de Janeiro sou formado pela UFRJ e licenciatura em biologia atualmente eu faço no mestrado em Ecologia com mamíferos de médica porte pela UERJ e eu tô muito muito muito feliz de estar aqui de ver outras pessoas vierem pesquisadores cientistas Negros negras dá um quentinho no coração encontrar os meus Eu sou professor eu dou aula também além de fazer meu mestrado e eu me pega muito isso do retorno aqueles que financiaram de maneira direta e indireta para que eu fosse hoje um pesquisador eu sou da primeira turma do Enem a UFRJ e
de uma turma de 80 alunos de biologia só tinha eu e mais dois alunos negros Então eu tenho esse dever moral e Eu dou aula em Nilópolis talvez você conheça pela Escola de Samba A minha escola de samba do coração e eu dou aula em duas escolas assim que é uma quadra de diferença entre elas e uma é uma escola de classe média e a outra é uma escola enfim pessoas mais pobres e esses alunos eu tenho essa desconfiança e alguns já tem uma certeza de que claramente estão ali à beira da insegurança alimentar infelizmente
esses alunos têm cor também e esse projeto Aqui e pegou muito por isso pela essa questão de que eu sinto que eu tenho que fazer algo em que agir eu não posso ficar só observando e fico mais uma vez eu quero reforçar eu fico muito feliz de encontrar vocês aqui com vocês e saber que a gente vai fazer parte de algo muito maior e que vai trazer frutos é que a gente Fique atento aí a comunidade escolar Então eu fico muito feliz também detergente aqui dando aula né Nessa categoria então quando a gente fala em
comunidade Então vamos pensar também como é que essas crianças se comportam aí falando em segurança alimentar e depois falar da coisa melhor porque você me pegou aqui no cantinho né coisa em Nova Iguaçu é a próxima a próxima e eu acho que é Ilana Bom dia pessoal eu sou Ilana sou ecóloga também mas diferente né dos biólogos eu sou engenheira Florestal pela Federal do recôncavo da Bahia pela ufrb Eu estou fazendo doutorado agora em Ecologia também na UESC em Ilhéus atualmente eu tô com pesquisadora visitante na universidade da Flórida de sanduíche até como resultado do
curso de eleitor de brasileira no phd no exterior sim obrigada por isso também para mim tá sendo muito importante então né Fiz um editor de PHD e tá sendo muito importante participar de projetos né de cursos de tipo de capacitação com os pesquisadores negros até pela ausência Que a gente vê né como já foi falado aqui por várias pessoas no nosso dia a dia eu tô numa pós-graduação na Bahia e mesmo na Bahia é muito difícil né a gente se sente isolado só pouquíssimos que dentro dos nossos né que que consegue acessar a pós-graduação na
minha pesquisa de doutorado eu tô trabalhando com comunidade extrativistas e algumas delas são quilombolas Então apesar de eu não trabalhar com a questão alimentícia dentro das entrevistas Eu Trabalho com a piaçava que é uma palmeira endêmica da Mata Atlântica dentro das entrevistas a gente sempre percebe como eu trabalho essa questão de renda vulnerabilidade Econômica sempre aparece né Essa questão de segurança alimentar também então acho que vai ser muito importante até para ela conseguir para eu aplicar esses conhecimentos dentro do meu doutorado e como outras pessoas participo Eu Me inscrevi para esse Projeto também com essa
inquietude essa agonia dia a gente produzir nessa ciência e acabar ficando muito preso dentro da Universidade o conhecimento gerado e por isso né tem essa vontade de desenvolver trabalhos de extensão Então acho que isso será uma oportunidade muito grande de aprender e contribuir né com esse grupo tão diversas com conhecimento de tão diferente dentro das engenharias da biologia e tudo mais tô com muitas vergonhas expectativa muito Grande muito feliz de ter selecionada por participar aqui [Música] de mestrado e agora com doutorado também Ecologia na UFRN mas antes disso tudo sou indígena do Povo Potiguara moro
no Rio Grande do Norte na aldeia sair da banda [Música] e venho trabalhando desde a graduação com questões relacionadas A Conservação da biodiversidade e agora doutorado eu Tô tentando ver essa relação entre universidade e improvisando serviços ecossistentes e um dos capítulos que eu tenho que trabalhar justamente para ver a importância da da Pesca e pequena escala na segurança alimentar nutricional de pequenas comunidades costeiras na costa brasileira né E quando eu vi a chamada casa certinho com esse capítulo e assim eu pretendo fazer entrevistas Com comunidades com pescadores e como das pesquisas e eu acho que
o meu objetivo principal é adquirir essa essa habilidade de conversar com a comunidade local assim porque são meio tímido assim e nunca trabalhei com entrevista e tal eu acho que agora você tá apresentação eu vou conseguir melhorar essa essa no aspecto aí para trabalhar melhor E saber chegar melhor e conversar com pessoal nas comunidade Então é isso também Fabrício é Taiane Bom dia a todos eu tô muito feliz de estar aqui com vocês eu tô falando de São Luís do Maranhão aqui onde a gente tem eu não sei se alguém já veio para cá uma
terra muito boa colhedora se vocês vierem estaremos à disposição para recepcioná-los eu sou farmacêutica por formação e sempre trabalhei com neurociências em especial com Alzheimer E a gente sempre dialogava as questões envolvendo no nosso laboratório né envolvendo alimentação e saúde cerebral hoje Essa professora não ensino superior e empreendedora que é o que eu quero seguir parte da minha vida porque me permite ser quem eu quiser ser em qualquer coisa que eu queira fazer a nossa Startup chama Organize é uma Startup que promove educação empreendedora para pessoas e negócios da área da saúde inclusive Já vi
várias Pessoas aqui com perfil para serem mentores na nossa forma e trazer essa representatividade diversidade para mostrar o impacto que tudo que a gente aprendeu Tecnicamente na academia e as outras várias coisas que todo mundo aqui gosta podem inspirar pessoas de igual para igual né que a relação de é muito disso as minhas expectativas elas foram totalmente superadas o que me chamou atenção para vir para inscrição foi a Divulgação Científica eu tenho uma página que chama aspirantes a cientistas onde a gente divulga a ciência por meio de memes e lá a gente consegue atingir um
público jovem muito grande e assim a divulgação Científica podem contar comigo é a minha paixão meu xodó eu adoro falar assim de forma descomplicada e eu sinto que eu cheguei em um lugar onde tem várias pessoas com propósitos que são propósitos que se alinham com os meus de Retornar para minha comunidade todo investimento que os meus pais deram na minha educação Então estou muito contente Oi pessoal Bom dia meu nome é Pablo eu sou daqui do interior de São Paulo atualmente passou o doutorado em física e apesar de eu ser aí desse lucro duro das
ciências Eu trabalho com física então talvez muito diferente do que muita gente que trabalha aqui eu que me chamou atenção aqui no projeto foi na Verdade eu descobri Ali pela agência Bori porque eu gosto bastante de gêneros científico e aí quando eu fui me inscrever eu vi que na verdade eu tava descrevendo um negócio que era muito maior que poderia ter algum Impacto muito maior na minha vida do que eu imaginava né Eu acho que foi o Igor que falou dessa da dificuldade da gente ter extensão para ciências acho que isso vai muito porque a
maior parte dos nossos professores são pessoas que tem uma Formação que o foco é realmente produzir ciência produzir tecnologia sem nenhum outro viés E aí eu que tô nessa trajetória né de um dia quem sabe virar Professor fico pensando muito a respeito do tipo Professor com você não é o tipo de pesquisa que eu quero construir então tô muito feliz de selecionado porque eu sempre que isso daqui pode de fato fazer uma diferença na minha formação e de fato Assim espero poder contribuir com o Projeto também obrigado Olá bom dia é prazer tá presente aqui
é o e-mail a tantos tantas pessoas com currículos tão bonitos e falas tão bonitas e vidas tão bonitas Eu agradeço muito até pela oportunidade de ouvir todas essas histórias eu realmente fui Surpreendida positivamente eu tô achando assim incrível Vi todos vocês todos vocês e eu sou Potiguar eu Sou natural do Servidor potiguado uma cidade chamada Cari mas me mudei para Natal para consagraduação eu sou técnica e alimentos ligeira química e faço mestrado em nutrição Então me considero aí uma cientista de alimentos de forma geral porque com tantas como nafeguei Entre várias áreas dentro da área
de alimentos Sempre trabalhei com alimentos mas como eu não tenho mais uma formação específica assim né Tem vários dentro de alimentos De uma forma geral e trabalho faço mestrado na descrição trabalho com prospecção de substâncias bioativas na na biodiversidade né específico da nossa biodiversidade local então a gente tenta ver essa questão mais química de alimentos mesmo eu também sou técnica de laboratório aqui na Universidade Federal do Rio Grande do Norte trabalha já há 10 anos dentro do laboratório como técnica do laboratório então participei assim Como funcionária né da Universidade como essa essa parte técnica do
laboratório de diversos trabalhos dentro da área de alimentos e Nutrição Então o que me chamou a atenção para participar desse projeto foi a questão do tema né mobilizador a questão da insegurança alimentar eu imaginei que devido a minha formação na área de alimentos e trabalhando na área de nutrição há tanto tempo eu poderia explorar poderia teria capacidade Técnica para trabalhar com isso mas Além disso é justamente a questão que foi falado anteriormente por outras pessoas sobre a questão meio que da Solidão no meio quando a gente trabalha assim meios mais na parte mais técnica de
Formação né mais de exatas que não é contemplado né A questão social e racial e eu vejo por exemplo eu tenho minhas irmãs que são da área artística ou que são da área mais de humanas que elas conseguem é realmente elas conseguem impactar Conseguem trazer referências no trabalho delas inclusive conseguem voltar para comunidade com a questão artística consegue fazer levar o trabalho delas para isso e eu sempre olhei para o que eu tenho em mãos e não sabia muito o que fazer com aquilo então eu pensei Não vou tentar participar trocar essas experiências e a
gente abrir meus olhos né Que tipo de experiência eu posso voltar para outras pessoas fora da Universidade E além disso também o que existe eu escuto muito um discurso de que a universidade a área científica ela não é para pessoas negras de forma geral eu vejo aí na internet ou de pessoas próximas até outras pessoas negras próximas a mim de que a universidade que esse espaço acadêmico de pesquisa principalmente não é para pessoas negras e eu vejo um reforço desse discurso de diversas formas e eu sei que é muito Difícil muito difícil a gente chegar
em nível de educação superior e para o questão do mestrado doutorado você ser pesquisado realmente e eu quero muito absorver outras experiências também compartilhar isso com as pessoas de dizer que esse lugar também é nosso e que a gente merece estar aqui a gente merece sonhar agradeço muito pela oportunidade de estar aqui eu espero contribuir também fico feliz de poder Estar aqui com vocês isso aqui é muito lisonjeador Obrigada Jéssica obrigada mesmo é Marina Oi gente vou ligar minha câmera aqui só um momento eu sou a Marina eu sou daqui do Rio do Estado do
Rio né Eu Sou formada em biologia e atualmente eu sou Mestrando na UFRJ em Ecologia e Desde o ano passado né pelo meu projeto de Mestrado eu venho trabalhando com comunidades de pescadores artesanais principalmente né Do sudeste do Brasil e o tema da insegurança alimentar é um tema que eu me interesso mas até surgirem respostas de umas das minhas perguntas Eu trabalho com entrevista no mestrado eu não tinha parado realmente para pensar sobre esse tema então como eu trabalho com pescadores né e com um grupo muito ameaçado dos tubarões das raias em uma das minhas
perguntas os pescadores começaram a relatar que Aqueles animais então ameaçados são o alimento deles né O que faz eles colocarem comida é o que fazem eles terem certeza de que vão almoçar no dia mas por outro lado né A gente tem uma linha de biólogos que não entendem o lado social e compreensível porque a gente não tem isso né mas isso já era um impacto na vida das pessoas as pessoas morrem de fome as pessoas precisam se alimentar e pagar suas contas então quando eu vi Esse projeto aberto assim eu achei que foi uma super
oportunidade de eu poder falar sobre isso de poder estudar melhor sobre isso né tirar um tempo da minha vida para poder me dedicar esse tema e é isso tô muito feliz muito contente de ver pessoas que trabalham né com as mesmas coisas que eu ou coisas parecidas e é isso gente Oi gente bom dia eu sou a Jennifer eu sou do Pará de Belém do Pará me formei lá também em Belém sou Agrônomos antes de ser agrônoma eu fiz um curso técnico em Agropecuária no interior de lá de Castanhal e foi lá que eu comecei
a formar meu pensamento agroecológico e também pensar Nessas questões de segurança alimentar Até porque eu também passei por segurança alimentar acho que muitos aqui e quando eu entrei na agronomia eu tive assim muitos problemas porque a formação Agronômica Ela é maravilhosa mas também A gente tá colocando soja aí tá colocando milho monocultura e dentro da Universidade eu tinha muitos debates fiquei também um pouquinho isolada aqui não consegui achar muitos grupos na época era bem fraco assim agroecologia no Campus Onde está melhor E aí agora eu estou fazendo mestrado em agricultura orgânica na Rural do Rio
Seropédica atualmente eu tô morando em São Luís Taiane minha colega mudei para cá faz uma semana Tô morando aqui tô trabalhando na codevat que acompanhada do Rio São Francisco Parnaíba e tô feliz de estar aqui com vocês para pensar nessas soluções Eu acho que isso é urgente e é bom que tem uma equipe que totalmente com conhecimento em diversas áreas eu acho que vai sair algo muito bom e vamos que vamos gente é isso tá desligado até o microfone obrigada gente eu tô falando que Ruralino tem em todo lugar gente vocês vão encontrar Roraima tudo
quanto é lugar você fez na Rural de Seropédica que você tá falando né isso eu tô na Rural de Seropédica só que o mestrado que eu faço ele é profissional então eu não estou sempre por ali mas eu me formei lá também muito legal ficar na Fazendinha agora ecológica no Centro de Formação de três em três meses presenciais Não conhece muito outros grupos ali de Seropédica por conta disso Obrigada Jennifer Lucas ovar não sei se eu falei certo Bom dia sou Lucas eu sou biólogo tô fazendo fiz terminei agora o meu mestrado cenografia fazendo doutorado
em Ecologia na UERJ Então tem um colega meu aí tem uma amiga minha da UV também aqui eu trabalho com biologia marinha principalmente com ecotoxicologia e com ecologia trófica então o tema da Segurança alimentar é um pouco longe do que eu trabalho de fato mas ao mesmo tempo é muito próximo da área que eu estudo né só trocar o grupo e na verdade sempre foi um tema que eu tive muita vontade de estudar mas que enfim as oportunidades foram surgindo acabaram me levando para área mais ecológica né mas é um tema que que atravessa muitos
temas que eu estudo e Trabalho né Eu acho que me chama muita atenção esse projeto e a gente eu acho que tem bastante coisa para contribuir também eu acho que todo mundo aqui tem muita coisa para contribuir eu achei muito incrível isso principalmente porque no mestrado é super corrido e eu não tive muito tempo Eu me desliguei muito de tudo né assim mestrado pandemia e tal e poder tá no espaço que vai ser bem preto aqui preto que tipo estudou para trabalhou Para para estar aqui e tudo não super bem capacitado muito bonito é muito
importante a gente tá nesses espaços né criar esses espaços porque acho que só fiquei não podia atrás da orelha quando alguém falou que que a academia não é pra gente não é mesmo não é ela ela é montada para gente não tá nela e ela é construída para a gente não estar nela Então a gente tá nela de birra e acho que a gente tem que construir os espaços que a gente Tem para gente né assim ficar cavucando onde Não é para gente a gente já faz esse tempo inteiro é isso [Música] Muito obrigado pela
oportunidades também obrigada também seguro como a gente não pode na academia na universidade geral o próximo é Lucas buruá em também não sei se falei corretamente é um bom dia é agradecer a fala de todos né então sinto bem inspirado aí Pela oportunidade da participante contribuir aqui desse 5 anos então assim meu nome é Lucas buruaia é isso né o nome ele vem é uma derivação de bruyne né que a marmixa aí para quem tá pessoal da Florestal aí é uma árvore da Mata Atlântica né que acabou se perdendo né minha família da Bahia mas
parte aí migrou aqui para São Paulo alguns anos e aí porque essas registro acabou tendo essa alteração no nome e aí eu Bruno acabou virando buro ainda morena enfim Veio ali veio de rebarba né bom eu sou biólogo diálogo Marinho também assim como meu homônimo eu também estudo toxicologia Trabalho bastante com poluição ambiental que talvez a questão da poluição ambiental ela tá assim ligada a questão da segurança até porque nós os alimentos eles são a biodiversidade né então a qualidade desses alimentos aí vai refletir um pouco então que me aproximou bastante desse tema né cheguei
aqui pelo Através do Instituto serrapilheira né ou algum recebi um e-mail com uma divulgação do projeto e atualmente eu sou bolsista do programa da fafesp e jovens pesquisadores que é o iniciativa que existe já um certo tempo ela é voltada para todos os pesquisadores né E aí mas eu me formei em Santos biologia marinha fiz um mestrado em doutorado em ciências Marinhas tropicais no Ceará Fortaleza Tem temos uma colega aqui de lá né e enfim ali da região do labomar e atualmente os últimos cinco anos eu retornei para São Paulo e hoje eu tô na
Universidade Federal de São Paulo né onde o Arthur também com como colaborador do programa de pós-graduação em Ecologia e biotecnologia enfim e aí um pouco da minha expectativa vem disso né lá quando eu cheguei quando eu me apresentei eu reparei que vários alunos da graduação Negros eles participaram da apresentação para mim conhecer e alguns deles falaram para mim falou nossa você é o primeiro Professor aqui do departamento tem 70 professores e você é o primeiro Professor Mas eu sou visitante eu sou temporária Então se alguém disse que a academia não é o nosso lugar então
acho que a gente tem que comparecer e tomar né Assim como muita coisa ao longo da nossa história né então É isso essas expectativas eu não vou me alongar aqui espero que ao longo desses encontros aí a gente possa conversar bastante Então queria dizer que é uma satisfação na hora de estar aqui com vocês e é isso obrigado obrigada Bom dia a todos como vai Eu sou linda Menezes sou Doutor em química tecnológica Na verdade o programa que eu fiz a tecnologias químicas biológicas em relação ao processo de Uma Indústria moderna né de produzir Novos
insumos Produtos de valor agregado utilizando resíduos ou processos biológicos queria agradecer uma pessoa que eu sigo que é o Ernesto que é diplomata físico e ainda colocou em contato com a Rosana muito obrigada E a gente já teve até umas reuniões para conhecer melhor o mancala e essa oportunidade muito bom estar aqui com vocês e eu sou de Brasília DF Eu trabalho na no Saneamento e tratamento de esgoto então não é diretamente o meu foco né Rosana que né tem uma uma questão de água envolvida e contaminação de fontes de água muito legal ver gente
do Brasil inteiro das mais diversas áreas eu acho que assim da gente se conhecer em termos de saber que outros de nós existem né outras frutas lutando para conseguir esse espaço já tinha falado também aqui como quem Que eu tô em Brasília agora em Brasília tá tendo os movimentos políticos muito fortes então é para gente conseguir ajuda política financeira Inclusive tem uma ONG americana que ela quer o contato de vocês para fazer projetos ela passou e me passa o contato deles ela tem projetos de água energia saneamente principalmente na África mas a gente sabe viver
bem a ti e elas me passa conta como é que como é que é esse Instituto como é E aí Eu acho que vai ser bem legal assim nesse projeto eu tô com algumas dúvidas né com relação ao projeto em si se mas talvez eu não tenha entendido né acho que eu sou uma pessoa que me cobra muito me cobro muito então eu sei o que que eu preciso estudar para a próxima no próximo sábado até com relação ao projeto então se ele vai ser individual se ele vai ser coletivo mas né que seja mas
desde já queria gostei muito da sala Da sente né que a história do bairro meu saneamento ele é totalmente humano então a falta de saneamento é um grande problema no nordeste né então eu coloco à disposição e vamos tentar ver os projetos até para a gente for o caso fazer essas viagens para fazer o projeto enriquecer para a gente se reunir também pessoalmente eu acho que temos muito a ganhar Tá bom obrigada obrigada também Lívia só fazendo um parágrafo aí sobre isso Eu repito que Para mim ir para algumas outras pessoas o que a gente
está fazendo aqui hoje é histórico né a gente tem 30 pesquisadores negros indígenas é dizer que o único indígena autodeclarado que a gente selecionou foi o Fabrício né então isso ainda é uma angústia Nossa mas consegui 30 pessoas com o nível de qualificação que a gente tem e pensando uma solução para um problema que é da nossa comunidade é uma coisa histórica a gente tem escutado isso de outras Pessoas dizer que a gente ainda tá na fase de captação de recurso mesmo para essa segunda etapa então eu que vou eu nós quatro Aqui estamos o
tempo todo falando do projeto Então se vocês também puderem ser essas vozes ou se também virem alguma oportunidade comunica para gente que a gente vai lá quanto mais recurso mais a nossa pesquisa vai atingir aí um potencial né a próxima pessoa é a Evelyn minoa Corretamente Bom dia primeiro dizer que eu tô super feliz também de estar aqui assim tava Super ansiosa de manhã tava até assim meu Deus Quero que comece logo engolindo o café da manhã para chegar logo às 9:00 e eu sou nutricionista eu tô falando aqui de Piracicaba em interior de São
Paulo não sou daqui mas moro aqui faz três anos e eu me formei na USP de São Paulo fiz o meu mestrado lá também saiu de pública não tive durante a graduação e após Nenhum professor e professora negro ou indígena e é uma faculdade de saúde pública é um lugar ainda que assim é recente a movimentação da negritude lá e enfim tá crescendo Mas é uma coisa muito recente e eu tive uma trajetória de pesquisa na graduação e Depois de formada e na posse que foi sempre em torno da área da promoção da saúde e
atuando o mesmo em pautas da nutrição especificamente né então com questões mais da área da saúde mesmo Depois eu tive e eu tô feliz também de estar aqui porque eu me distanciei um pouco Daí dessa discussão e dessa área mais da pesquisa para um período Porque daí eu fui mais para uma atuação direta mesmo então tive também um período de atuação em mandatos parlamentares Municipal e Federal E aí eu vim para Piracicaba porque eu passei num concurso para trabalhar na alimentação escolar ela trabalhei três anos como nutricionista da merenda Escolar aqui e aí agora faz
seis meses eu tô trabalhando num programa do Ministério da Saúde que chama proa de Sus que é um programa de apoio ao desenvolvimento institucional do SUS Que é parceria com hospitais privados para desenvolver projetos para o SUS né então eu achei que quando soube do da oportunidade da capacitação por uma amiga que trabalha na George é uma situação de jornalismo digital e aí ela me mandou e Aí eu vi eu achei que seria uma oportunidade muito interessante nesse momento né com a formação que eu tenho e no lugar aonde eu tô inserida agora e que
a gente está justamente discutindo o projeto que a gente trabalha com projetos que são executados né com pelos pelos hospitais alguns hospitais é mais é sempre em consonância com Ministério da Saúde e a gente está justamente construindo um núcleo mais forte para trabalhar Projetos de alimentação e Nutrição e a gente tá discutindo trabalhar projetos que trabalham essa questão da insegurança alimentar e como a gente fazer essa construção via saúde mas de uma maneira mais intersetorial então eu achei a hora que eu vi que também era insegurança alimentar eu falei caramba Espero que e quando eu
vi que eu tinha sido selecionado eu falei meu Deus espero que dê certo e aí eu fiquei muito feliz com A apresentação Parabéns para vocês pelo Instituto obrigada por né poder fazer isso e é isso altas expectativas aqui obrigada também eu não tenho mais nenhuma mão levantada Mas eu acredito que todas as pessoas falaram tiveram oportunidade alguém ficou sem falar a gente foi assim perfeito Então são exatamente 11:29 a gente conseguiu aí dividir o tempo de maneira É muito criteriosa assim eu não eu não sei se Igor Leonardo Bruna querem falar mais alguma coisa levantar
algum algum aspecto aí que chamou atenção de vocês Lívia Lívia Lívia tá com a mão levantada desculpa Lívia pode falar não tinha visto não foi sem querer eu não tirei perdão é só é só para dizer para todos também que eu já falei também com o pessoal do mancala antes Deus tem em Brasília estou à disposição para todos os contatos Políticos se precisarem e até para expandir o mancala para divulgar isso eu falei da ONG americana né porque aqui em Brasília pela primeira vez né A gente estamos Ministério de maldade racial eles têm muitas faltas
é muito acessível chegar nesses assessores da Daniele de ministros de Deputados Brasília está fervendo e por incríveis razões e eu acho que agora Nosso momento também eu acho que a grande oportunidade que nós temos é agarrar esse começo agora de governo entusiasmo Inclusive a gente tem algumas campanhas em Brasília da história de ter uma mulher no STF Então até tem um nome e Tá circulando muito nas redes negras que é da baiana Lívia Santana Vaz né então se puder contar com a ajuda de vocês para impulsionar até esse nome enfim Bom dia ainda foi muito
emocionante Ouvir cada um de vocês e eu quase não queria falar porque eu fico com medo de não conseguir dar conta do projeto daqui a pouco minha família vai chegar eu tenho 42 anos sou mãe tu não pode doc ainda não consegui um posicionamento na academia fiz concursos e não passei sou do Rio de Janeiro da UERJ toda minha formação foi nessa Universidade linda sou bióloga e uma coisa boa né Eu já viajei para Antártica sete vezes pela pela UERJ e Participei de um podcast de Negro na ciência polar que é uma coisa extremamente mais
você não vê quase né então eu vou conversar aqui com a minha família e vamos ver se eu vou conseguir participar das atividades né eu tô muito emocionada pensando Nossa eu não imaginava que fosse assim vocês me perdoem não sabia que tinha esse projeto extenso eu sou extremamente ativo e fico querendo um monte de coisas e eu me candidatei vi que foi selecionado eu Preciso Honrar isso de alguma forma nem que seja com a minha sinceridade em saber se vou dar conta ou não se participou não tenho que Honrar vocês em relação a isso agradeço
muito essa experiência e de estar aqui ouvindo todos vocês só é só de ouvir a história de cada um já já são pontos de reflexão extremamente importantes para mim né Muito obrigada e parabéns é esse projeto a Elaine eu que te agradeço assim eu Preciso falar gente eu não consigo também sou mãe e filho não é para impedir nada né então a gente tá fazendo um trabalho muito importante para a sociedade a Gente Tá formando uma pessoa então isso não vai ser um impeditivo você não tem que dar conta de tudo você tem mais 30
33 pessoas aqui do seu lado né então com certeza sua bagagem vai contribuir muito a ideia não é ser um projeto extensivo exaustivo que vai competir com as nossas Os nossos afazeres enquanto pessoas mas a ideia de que a gente consiga juntos né construir alguma coisa que faça um sentido pessoal Alguém falou isso né e faça um sentido enquanto enquanto agentes da mudança que a gente quer ver na sociedade então por favor não se culpe ou não comece já se perguntando meu Deus eu vou dar conta o objetivo nosso não é que você dê conta
que você divida aí o peso com a gente tá bom Igor Léo Bruna Eu quero pode falar Bruna desculpa não eu queria só falar que eu tô muito feliz com tanto de diversidade diárias né que a gente tem com um objetivo em comum e que esse conhecimento ele vai vamos agregar para um bem maior né e eu tô eu gostaria de agradecer a vocês pela presença e por confiar no Instituto mancala Esperamos que todas as suas expectativas a gente consiga atender e é um projeto que a gente tá construindo Juntos né Então depende de cada
um de nós um sucesso dele muito obrigada não eu tenho tanta coisa para falar assim Acho que vou gastar mais meia hora aí viu gente chega logo até meio-dia agora a questão é a seguinte de Fato né a gente tá aqui para uma construção coletiva isso é muito importante e assim é incrível mesmo a nossa composição aqui né e uma coisa que eu acho que até Faltou na nossa apresentação mas é enfim eu acho que a coisas assim para falar mais agora que a gente já se conhece né falar de forma mais à vontade assim
o que que a gente pensa né dessa turma que tá aqui a gente o que é esse Impacto que a gente quer que haja né Principalmente de que algum de vocês já estão mas que liderem a Ciência Tecnologia do país Entendeu essa esse é o objetivo no final é a gente quer formar a lideranças Formar no sentido assim ajudar vocês a alcançarem a liderança né porque tem várias fatores aí e fazer o terminal doutorado né seguir a carreira acadêmica são coisas assim que a gente é o primeiro passo vamos dizer para quem quer seguir na
área da ciência ou terminar o mestrado depende muito de como as pessoas se encaixa mas a chegar até a liderança das pesquisas é um Outro fator E aí a gente só vai conseguir fazer mudança se a gente tiver Na liderança né assim de Fato né ou participando de uma forma bem ativa dos grupos de pesquisa Então é isso que a gente quer no final entendeu que vocês sejam pesquisadores ativos liderança de preferência mas Ou pelo menos tem uma participação importante no desenvolvimento de ciência e tecnologia então é para isso que a gente tá aqui né
para tentar fazer vocês alcançarem Esse patamar de estarem decidindo a ciência do Brasil e aí o Impacto das coisas assim eu eu só para citar um eu vou citar algumas coisas aqui uma uma um depoimento que para mim foi muito importante de ouvir foi o de Ilana pelo seguinte é a ufrb vocês viram aqui o impacto da ufrb tem a gente não fez praticamente não teve campanha específica dentro da ufrb nem nada mas Veja quanta gente tem aqui que veio da ufrb né tem eu sou Professor da ufrb Talita professora Ilana estudou na ufrb Rosane
foi pós doutoranda da RB Bruna doutorado eu não sei se tem mais alguém aqui se eu perdi então assim porque eu tô falando da ufrb não é só sendo Bairrista falando da minha universidade não mas a ufrb é uma universidade construída por uma ação do movimento negro algumas pessoas podem não ver dessa forma pode não entender isso a Profundidade disso mas porque tinham pessoas Preparadas E que aproveitaram esse momento político e a gente tentava numa operacional na construção da Universidade foram pessoas negras e isso tem um impacto hoje ela é Universidade negra do Brasil não
Por acaso tá é uma construção é planejada do movimento negro organizado de uma forma geral tá então isso é uma consequência E aí porque a trajetória de Lana né É bem para mim Bem importante e Lana também citou a questão de ter passado pelo Negritude phd que é uma outra ação uma outra ação que a gente vem fazendo né que Poxa tem uma contribuição né não que é definidor claro Cada pessoa tem suas trajetória seu potencial mas aquele empurrãozinho que a gente ajuda as pessoas Então assim é isso que a gente acredita aqui no Muquém
que a gente vai fazer essa diferença vai fazer esse cenário que a gente quer mudar né De ter pesquisadores de ponta liderando participando das pesquisas que estão decidindo o futuro do das nossas comunidades né então é por isso eu acho que é muito importante enfim basicamente é isso E aí quando algumas pessoas falaram a questão do não lugar né é um termo que se utiliza Ah porque a academia não foi feita para a gente a gente refaz ela e faz do nosso jeito então por isso que eu acho que é Importante a gente ressaltar essas
iniciativas que vieram antes e construir também coisas no futuro eu mais uma coisa particular né que eu falo eu participei de um projeto eu e Leonardo Há 20 Anos Atrás a gente participou de um projeto chamado pompa projeto mente de portas abertas esse projeto A ideia era formar lideranças negras né a gente era não denunciando nossa idade mas a gente era criança não tô brincando a gente Né tava ali no começo da graduação jovem né e assim a gente poderia seguir vários rumos diferentes na vida e tudo mas a visão das pessoas que criaram aquele
projeto e pega e o resultado que eles conseguiram atingir foi muito grande não por acaso hoje o Instituto mancala existe porque a gente Participou daquele projeto e muitas outras pessoas que tem hoje uma relevância grande no mercado no mercado no mercado não na sociedade tá então você tem Quem participou dessa nossa turma Carla contirene que você já deve ter ouvido falar Maíra te amar que hoje em dia é um a maior comunicadora negra do Brasil é ela é juíza até Juliana que é juíza tem tem várias pessoas que foram que vieram desse projeto né de
uma um resultado mesmo ali do de uma ação do movimento negro né pensada articulada e muito bem planejada e que deu resultado assim estrondoso tem Alguns nomes mas tem muitos outros né que estão por aí o Michel Chagas que eu já da diretora enfim muita gente e assim é isso que a gente acredita tá Que ações planejadas pensadas como a gente está fazendo aqui vai ter um impacto significativo no futuro e que isso a gente vai fazer uma transformação falando algumas coisas de cunho prático gente é esse essa construção desse projeto ela é bastante ela
não surgiu do Nada tá assim não foi uma coisa do dia para noite a gente vem elaborando isso nesses muitos anos é o próprio Instituto mancala eu e Leonardo e mais algumas pessoas a gente pensou esse Instituto a coisa de 15 anos atrás tá e a gente depois veio conhecer Bruna e Rosane e veio materializar o Instituto há três anos é nesses três anos também a gente vem amadurecendo muito a esses conceitos todos que a gente vem trazendo aqui então assim Porque eu tô falando isso é uma trajetória tá não são coisas que porque tudo
depois que tá pronto parece muito simples né mas assim foi muito muita luta para a gente conseguir amadurecer determinadas ideias né e as ideias às vezes parecem muito e aí eu falo isso porque é importante que todas essas nossas ideias metodologias e tal que a gente vem trazendo elas elas sejam mantidas nesse momento no campo privado tá o conteúdo que a Gente gera aqui ele ele é ele não não é para se tornar totalmente público tá então é claro que por exemplo a gente quer que outros institutos mancala surjam Tá mas hoje o cenário que
a gente encontra é que tem muitas instituições brancas querendo reproduzir o que a gente está fazendo isso aconteceu com o Instituto Negritude o projeto Negritude brasileira no phd tá uma instituição Branca veio e copiou as Ideias copiou inclusive com o vamos dizer através de uma pessoa negra da que participou temporariamente do projeto então eu falo isso abertamente Porque isso aconteceu e a gente qual é a questão aí pode dizer ah poxa mas pode vir uma instituição branca e reproduzir o projeto e também tem Impacto pode mas uma questão importante que eu falei agora no começo
dessa fala é a gente tá preocupado com protagonismo negro tá protagonismo negro é uma porque Um branco poderia fazer ciência para a comunidade Negra melhor beleza poderia Mas isso não é nem a questão a questão é a gente tá no no controle da nossas comunidades e no que do nosso destino então é muito importante a gente fazer toda essa construção no âmbito privado tá para que para que a gente não perca o controle mesmo sendo bem sincero disso né e a gente viu isso acontecer com um projeto parceiro que a gente apoia e é um
Negócio muito traumático e coisa porque você faz todo um esforço para fazer uma construção chega uma galera branca com dinheiro muito dinheiro e atropela E aí o seu projeto se invisibiliza primeiramente né E se torna uma coisa menor por conta disso então peço para vocês privacidade nesse momento tá E outra mais uma coisa que eu queria comentar é a participação virtuais serão gravados Todo mundo vai ter acesso mas a gente pede que vocês Partic Ipem né Inclusive a gente estabeleceu assim um critério de 75% de participação tanto para passar da primeira para segunda etapa quanto
para receber certificado tá então mas assim claro todo mundo tem imprevistos né E às vezes com outros compromissos e pode precisar assistir depois é isso valeu gente Obrigada Igor Léo Lívia um minutinho só só vou ver se ela quer falar alguma coisa eu só queria mesmo agradecer a Todos e a todos que estão aqui presentes né Eu não sei se todo mundo sabe o que é uma mancala né O que é o símbolo que está presente aí aí se não sabem pode entrar na internet procurar Enfim então perguntar alguém daquele Instituto certo eu também quero
dizer que o Instituto de mancala ele é um chute de pesquisa Porque é importante reforçar isso porque a gente pensa quer desenvolver quer disputar no futuro com ela mosca com você Ela não top de linha mesmo ter nossos pesquisadores produzir nosso conhecimento mas dentro da nossa perspectiva de que não caberia por exemplo dentro de uma cara se discutir se uma internet oficial pode permitir ou não racismo nazismo na internet né e outras coisas que tá se discutindo agora não cabe essa discussão no cara nem entraria porque quem morre quem se mata no racismo na nossa
comunidade eh Eh LGBT fobia etc Nossa comunidade Então nem saberia essa discussão porque o nosso site oficial já barria isso na Gênesis Então essa essa diferença principal é que a tecnologia Que Nós pensamos é para nossa comunidade certo mas sim queremos trabalhar contra artificial com computação quântica certo é dizer patente novos medicamentos a partir das substâncias dos organismos que se encontra até laboratório Nós pensamos nesse sentido ou seja nós somos Tudo de pesquisa Ok Isso é a primeira coisa é a segunda é uma uma assim nossa história parte ou Conta outra nós já tivemos outro
projeto né era uma empresa que era lá Moju que também lá em diante e ela mosca né querendo fazer já é uma coisa de tecnologia mas na Bahia etc não tinha os limites eram jovens eram jovens era eram nós somos ainda né mas era mais ainda naquela época certo e inexperiente né e poderes por exemplo até algumas vezes Desistir mais um cara muito conhecido aqui mano Nelson e outras pessoas também deram muito muito conselho mas ele falou o seguinte olha Bill Gates antes de criar Microsoft tentou oito vezes né você teve oito falhas né isso
as pessoas só lembram dele dá aquele aquele Deus deu êxito né então contando assim algumas falhas mas estamos tendo esse êxito que é hoje costuma cara que você fazem parte certo desculpa qualquer coisa qualquer erro queremos também Ouvir é muito importante o feedback de vocês para saber o que pode melhorar ou não nós ouvimos é aquele vídeo que tava lá como a pessoa falando no vídeo que Logo no início que Rosane passou era um processo e eu vi as pessoas as opiniões né críticas e elogios lógico a gente pode elogiar na tela né mas tem
meu velho críticas mas melhoramos e estamos melhorando ao longo do tempo certo obrigado a todos aí um sábado enfim Rosane conduz aí Queremos encontrar ao longo desses meses isso mesmo obrigada eu acho que quer falar alguma coisa tipo assim que a ONG americana é para pessoas pretas para pesquisadores e eu acho que tem muito a ver com muita aula então Tomara que eles ajudem a gente a crescer de tudo que vocês falaram é a fala de Igor né nesse nesse sentido assim a gente quer o protagonismo eu anotei duas coisinhas aqui é uma é que
a partir de Agora depois a gente se conhecer depois dessa manhã juntos que era para ter terminado 11:30 mas tudo bem eu preciso dizer que a edição do projeto em 2023 com o tema mobilizador insegurança alimentar agora ele não é mais nosso do Instituto mancada ele é nosso de todos vocês de todos os pesquisadores que estão aqui decididos a fazer essa mudança então assim ó não precisa falar para vocês que a gente quer algum algum determinado Sigilo não precisa falar para vocês Que esse é um ambiente seguro Vocês precisam sentir isso o projeto é de
vocês também vocês são autores vocês vão poder usar esse projeto na bagagem de vocês no currículo de vocês então assim é uma dedicação para uma coisa que é de vocês também tá bom então eu declaro aberta a edição de 2023 do projeto muito obrigada gente obrigada a gente se vê sábado seria interessante todo mundo pudesse Abrir a câmera para a gente fazer uma foto uma foto nosso próximo sábado aí vai ser uma roda de conversa uma palestra de Diego então bem legal assim conceitos que ele traz por favor quem tira foto [Música] todo mundo pronto
aí não sei se alguém mais quer Abrir a câmera Deixa eu ver se eu tô conseguindo Visualizar todo mundo aqui eu acredito que sim Não ainda não vamos lá agora agora obrigada gente bom sábado bom domingo para vocês boa semana de trabalho tchau tchau gente [Música] link do da