[Foquinha] Olá, internet! Ai, que emoção esse Foquinha Entrevista! Inédito, pela primeira vez no canal, ela... Que tá aí na internet desde criança, virou filha de todo mundo na TV e hoje é mãe de uma só... por enquanto. A mami mais querida da internet, Viih Tube! [Viih] Ai, que apresentação linda. [Foquinha] Gostou? [Viih] Eu amei, faz todo sentido. [Foquinha] Não é? [Viih] Pois é. [Foquinha] Você começou criança. Virou filha de todo mundo... [Viih] Exato, filha de todo mundo. [Viih] Primos, pais, tive vários. [Foquinha] E agora tem uma filha só. [Viih] Uma filha só, e casada, viu?
[Foquinha] E casada. [Viih] Hum, que chique. [Foquinha] Ai, Viih... Tô muito feliz de ter você aqui. [Viih] É verdade, primeira vez, né. [Foquinha] A gente se conhece há tanto tempo, já. [Viih] E eu te encontro sempre, tipo, nos eventos. Sempre entrevistando todo mundo. [Foquinha] Chegou sua vez. [Viih] Chegou minha vez. ♪ [Foquinha] Eu tô amando te acompanhar. Vendo você falando de um jeito tão legal sobre maternidade real, sem romantização, e você muito nova, né? Tipo, 22 anos e já... E vai fazer 23. [Viih] Sexta. [Foquinha] Sexta-feira. O dia seguinte dessa entrevista que vai ao ar.
[Viih] Sim. [Foquinha] E como eu sei que você ama festa, preparei uma surpresinha. Pode entrar, Lua. Mentira. [riem] [Viih] Aí vem ela. [ri] [Foquinha] Gelo seco... [Viih] Como você sabia que era meu aniversário? [Foquinha] Ué, mô, aqui a gente pesquisa, aqui é jornalista, né. [Viih] Que chique! [Foquinha] A gente faz a pauta. [Viih] Menina, o Eli perguntou: "O que você quer de aniversário?" Eu falei assim: "fazer nada". É um bom presente pra uma mãe. Fazer nada, é maravilhoso. [Foquinha] É um bom presente pra mãe. Dá aqui. [Viih] Ai, que tudo! [Foquinha] Aí... [Viih] Deu certo.
[Foquinha] Ah! [Viih] Vai aguentar. Aguenta, velinha. [Foquinha] Vai ficar. [cantando] Parabéns pra você... [Viih] Que chique! [Foquinha canta] Nessa data querida. Muitas felicidades... [palmas] Muitos anos de vida! [Viih] Eu amei, que fofo. [Foquinha] Olha que fofo. [Viih] Deixa eu ver. [Foquinha] Apaga. [Viih] Fiz um pedido. Fiz um pedido. [Foquinha] Fofo, vai. [Viih] Ai, que lindo. Eu adoro esses bolinhos com esses desenhos, com esses bonequinhos. [Foquinha] Tá escrito "parabéns, Viih". [Viih] "Feliz niver". Hum, que lindo. Obrigada. [Foquinha] Eu falei "tá escrito 'parabéns, Viih'"... Nem é "parabéns, Viih". [Viih] E agora faço o quê? Como. Tô brincando.
[Foquinha] Vamos cortar? [Viih] Vamos. [Foquinha] Boa. Ah! [Viih] Ah, eu amei. [Foquinha] Então já é um parabéns aqui. [Viih] Um parabéns, porque, né... [Foquinha] Já tá aí. [Viih] Já fiz 23, já fiz. [Foquinha] Ah, mas é um momento muito legal, assim. A gente quis fazer essa surpresinha. [Viih] Ah, eu amei, muito fofo. [Foquinha] Porque é um momento muito bom da tua vida. E é isso, bem no aniversário, né. [Viih] Pois é. [Foquinha] Um novo ciclo, novo momento. [Viih] Sim, eu acho que... Eu nunca imaginei que com 23 eu estaria vivendo tudo que eu tô vivendo
agora, assim, sabe? Eu acho que vida sempre surpreende a gente, assim. [Foquinha] É isso que a gente tava falando, eu te conheço há muito tempo. Quando eu comecei no YouTube você já tava lá. Eu comecei em 2015, você já tava no YouTube. E muita coisa aconteceu, né, de lá pra cá. E eu, assim, juro, nunca, de tudo... Eu nunca imaginei que hoje você ia ser esse exemplo que é de influenciadora. [Viih] Mas ninguém, ninguém imaginou. [Foquinha] Nem você. [Viih] As pessoas falam assim: "Você?!" "Aquela lá, rebelde, com 15 anos?" Mas eu acho que tudo... Eu
acho que assim, tudo que acontece na nossa vida, se a gente leva uma lição daquilo, ou aprende alguma coisa com aquilo, vale a pena, sabe? Você passou por aquilo, teve um motivo, sabe? Então eu acho que todas as formas que eu saí de cada coisa que eu vivi na minha vida, assim, fez com que eu, talvez, estivesse com a cabeça mais no lugar hoje, assim. [Foquinha] Porque você era muito nova, né? [Viih] Muito nova. Eu comecei muito nova. Então acho que cada fase que eu vivi na internet teve um porquê. [Foquinha] Sim. E aí, você...
Você já fala, assim, sempre falou em entrevista que, desde pequena, você sabia que queria fazer alguma coisa. Ser atriz... Desde os seis anos. [Viih] É, eu comecei, assim... Eu, quando tinha uns seis anos, a minha mãe fazia faculdade. Nem lembro mais se era de Línguas, se era de Português... Alguma faculdade ela fazia, algum curso de alguma coisa. E lá na faculdade, ela tinha que apresentar uma peça E ela falou: "Filha, eu vou fazer Alice no País das Maravilhas, e falta a parte da Alicinha pequena", quando a Alice encolhe. "Faz pra mim?" Eu tinha cinco anos,
cinco pra seis. Não entendendo nada, eu: "Tá bom". Eu decorei o texto, eu amei. Ela viu que eu fiquei super feliz. Eu decorava o texto até dos outros, assim. Diz ela, né, porque eu nem lembro direito. E naquilo, ela viu que me fez muito feliz. Ela falou: "Vou te colocar num teatro". Ela me colocou na época, acho que durou até uns sete anos. Aí depois meus pais se separaram, aí ela falou: "Filha, não tá dando pra bancar, então quando você crescer um pouquinho a gente volta". Aí eu voltei a fazer um curso de apresentação mirim,
assim, e de teatro também, com 10 pra 11 anos. E nisso, eu já tinha meu canal no YouTube. Só que eu não tinha engajamento nenhum ainda. Só eu e eu, falando com Deus. [Foquinha] Sim. Já com 10 anos? [Viih] É. O primeiro canal, em tinha 9. Mas não é o Viih Tube, o canal que eu tenho hoje. Era um canal de brinquedo. Eu mostrava as bonecas, não sei o que, as Barbie... [Foquinha] À frente de seu tempo, hoje bomba. [Viih] Eu fazia, tipo, cena de filme com as Barbies. [Foquinha] Aham. [Viih] Esse canal tá no
YouTube até hoje, mas eu nem falo os nomes, assim. Porque é vergonhoso. [Foquinha] Ai, eu quero ver! [Viih] Um dia eu te mostro. Tá lá ainda. Porque eu não sei a senha, não consigo excluir o bichinho, fica lá. Aí eu tive um canal com uma amiga, tive um canal com várias coisas. Vários canais, e o que vingou foi o Viih Tube. Que foi quando comecei a falar com a câmera mesmo, assim. Sobre a minha vida, sobre mim, dar dicas, enfim. Só ser eu mesma, assim, brincando. E aí, deu certo. Com 13 anos, mais ou menos.
13 pra 14. [Foquinha] Eu lembro que você já falava de uns temas “polêmicos” pra tua idade. Tipo, primeira vez, primeiro beijo… [Viih] É, falava até sobre… [Foquinha] TPM. [Viih] Tudo o que você imaginar, eu falava, eu era meio desbocada. [Foquinha] Então, acho que é isso. Você sempre falou as coisas e fez sem pensar. [Viih] Sim, as pessoas, hoje, quando falam: “Ai, você vai fazer uma maternidade tipo, meio escrachada, real, sem muito medo.” Mas eu acho que isso já veio antes, só que eu não tinha a repercussão de hoje, porque o tema maternidade é um tema
mais… talvez, não diria nem polêmico, mas mais intenso de se conversar, né. Antes eu falava sobre coisas da vida, assim, mas eu já era meio desbocada. Só que quando eu sofri os meus primeiros cancelamentos, Aí eu falo que eu me prendi numa caixa, eu entrei numa caixinha de medo. Tinha muito medo de ser cancelada de novo, eu tinha medo da opinião da internet. E aí eu entrei numa fase totalmente depressiva, assim. Muita terapia, eu fiquei muito mal. E aí eu falava que eu entrei numa caixinha e eu perdi a minha essência totalmente. Então tudo que
eu ia falar, era aquele robô. Tudo o que todo mundo falava, eu falava igual, com medo de dar minha opinião e me lascar. Então eu falava o que todo mundo queria ouvir. Pra você ter uma ideia, até cortar o cabelo eu tinha medo, sabe? “Ai, eu vou ficar feia, vão falar que eu tô feia…” Então tudo eu tinha medo. Que, inclusive, foi o motivo do porque eu entrei no Big Brother. Porque eu topei. Porque eu falei: “Chega!” Que isso, eu era tão, tipo... Tá tudo bem errar. Tá tudo bem falar uma merda, tipo, todo mundo
faz isso. Eu era tão, sei lá, mais leve, mais eu, sabe. Perdi a minha essência, eu quero sair de lá, tipo assim, conhecendo todas as minhas versões, quem não gostou, não gostou. Eu fiz merda mesmo e é isso. Então acho que foi por isso que eu saí do Big Brother tão, tipo, em paz. Ai, fiz isso mesmo, que merda. Mas tudo bem, aprendi, sabe? [Foquinha] Eu acho que... Pelo que parece então, né, quando rolou o seu primeiro cancelamento Você nem imaginava o que poderia acontecer. A gente nem chamava de cancelamento aquela época, né. [Viih] Não.
[Foquinha] A Viih acho que foi a primeira influenciadora cancelada. [Viih] Acho que fui! De verdade, cancelamento de verdade assim, real. [produção fala ao fundo] [Viih] É leite! Tcharam! [Foquinha] Ah lá, maternidade real. [Viih] Maternidade real, galera, um leitinho… [Foquinha] É isso, faz parte. [Viih] Pra vocês não ficarem olhando... porque eu vou ficar olhando pra minha teta enquanto eu assisto, eu vou dar uma fechadinha aqui, entendeu, porque o leite tá vazando. Graças a Deus! Porque meu leite é tipo assim, é ouro, tá? Pra ele sair é lucro. [Foquinha] É, você passou um perrengue. [Viih] Passo, hoje
eu uso sonda. Mas o bichinho tá vingando. Tá com quatro, quase cinco meses minha filha, tá vingando o leite aqui. [Foquinha] Ai, que tudo! Bolinho. Ai, tá tudo esse bolo. [Viih] Nossa, e você acertou, porque é chocolate com chocolate. É bem do jeitinho que eu gosto. [Foquinha] Ah, então tudo. [Viih] Eu acho que eu vou bem tirar o sapato, pode? [Foquinha] Uhum! [Viih] Vou falar, esse negócio aqui de blazer, ai, acho um saco. [Foquinha] Amiga, se você quiser tirar… [Viih] Não, porque meu leite tá vazando, eu vou ficar assim mesmo. [Foquinha] Ai, não tem problema
também. [Viih] Não, tá ótimo, pronto. [Foquinha] Nossa, esse bolo tá tudo, pera. [Viih] Tá tudo mesmo, tá geladinho. Deixa eu só não gritar no microfone. [Foquinha] Se quiser apoiar aqui. Já esqueci o que a gente tava falando. [Viih] Ah, menina, eu que pari. [Foquinha ri] [Viih] Eu que tenho que esquecer! [Foquinha] Agora eu tô imaginando quando eu tiver filho. Porque eu já esqueço as coisas. Aí fala que com a gravidez o intestino fica mais preso. [Viih] Muito. [Foquinha] Meu intestino já é, amor... [Viih] Não, vou te falar uma coisa que não falam. A primeira vez
que você vai cagar… Pode falar “cagar”? A primeira vez que você vai cagar… fazer cocô, pra não ficar tão feio. Fazer cocô depois que você pare a primeira vez… Menina, demora, o negócio é esquisito. [Foquinha] Eu tô ferrada. [Viih] Dói. E pra fazer sexo então, a primeira vez? Menina, dói demais. [Foquinha] Ai meu Deus, gente! [Viih] Isso que eu não tive parto normal, imagina se eu tivesse. Nossa Senhora. [Foquinha] Mas enfim, voltando na linha do tempo do cancelamento. [ri] O que eu tava falando é que você não sabia o que podia acontecer. Então quando você
foi cancelada, que a gente nem falava sobre isso, aí veio um baque, eu acho, né? [Viih] É, mas eu acho que… Não vou falar que foi necessário, porque algumas coisas que eu passei acho que foram desnecessárias. Tipo, cheguei até a apanhar na rua, né? Então, tipo, cheguei a um nível de cancelamento grande. Mas eu acho que ter passado por aquilo, me tornou muito mais forte na internet. Então hoje, se eu vivo alguma coisa, eu sei lidar. Mesmo que foi muito nova, acho que eu era uma adolescente meio desbocada demais. Sabe aquela menina que acha que
ser sincera é maravilhoso? “Ai, eu sou sincerona!” Eu era meio assim. E tipo, não. Tem sinceridade e tem falta de educação. Então, eu achava que veio pra me ensinar alguma coisa mesmo. Hoje eu enxergo isso, mas foi um processo, assim, isso aconteceu quando eu tinha 15 anos, o primeiro cancelamento, né. Até os meus 19, falava disso, eu chorava. Ia numa entrevista, eu: “Não fala, por favor, eu vou chorar.” Então, hoje eu com 22... passou, sei lá, três anos? Sou ótima de cálculos, como você pode ver. Aí hoje eu falo com naturalidade, mas muita terapia. Porque
na época foi bem difícil, assim. [Foquinha] Mas você já começou a terapia logo cedo? [Viih] Com 11 anos. Porque quando meus pais… Foi assim, meus pais se separaram com cinco, aí depois voltaram. Aí voltaram e foram se separar de novo com 11. Só que, quando eles se separaram quando eu tinha 11, foi muito caótico. Porque foi uma separação caótica, foi um relacionamento caótico, eu via tudo de muito perto, assim. E não porque a minha mãe queria que eu visse, porque eu era xereta. Então eu ia atrás, eu pegava o computador do meu pai, fuçava. Fazia
tudo, assim, muito nova, desde os meus oito. [Foquinha] Chocada! FBI em casa! [Viih] Eu era FBI. Fui eu que fiz os meus pais se separarem, mais ou menos, assim. [Foquinha] Tá brincando! [Viih] Eu via as coisas que tavam erradas. Eu falava: “Mãe, vocês tão brigando demais, olha isso aqui, isso aqui não tá certo, não é relacionamento saudável…” [Foquinha] Você mostrava pra sua mãe? [Viih] "Não é relacionamento saudável"... A minha mãe: “Meu Deus, minha filha…” [Foquinha] Eu tô chocada! [Viih] Eu era muito FBI. Eu era meio louca. [Foquinha] Vem trabalhar comigo! [Viih] Com certeza! Ai, é
verdade, né? Bem sua cara. Aí, enfim. Quando eles se separaram com 11, eu me mudei, fui pra outra casa, tinha uma vizinha que era muito amiga minha, minhas amigas da escola, no mesmo ano se mudaram de cidade. Então eu acabei ficando muito mais sozinha, sabe? Eu era muito amiga da funcionária que trabalhava na minha casa. Era muito amiga dela também, ficou com meu pai. Então, tipo... minha vida ficou tipo: “Meu Deus, cadê as pessoas? Cadê a minha rotina? Cadê…?” Então aquilo: PUM! Minha cabeça travou. Eu comecei a ter muitas crises de pânico, e eu não
sabia que era crise de pânico na época. Só que crises que eu olhava, assim: “Quem sou eu? Onde eu tô? Eu vou morrer, tô morrendo, tô sentindo um negócio estranho.” Olhava pra minha mão, olhava pro espelho, umas coisas meio birutas. [Foquinha] Você falava isso pra sua mãe? Como você entendeu que precisava de ajuda? [Viih] Eu lembro certinho, teve um dia, com 11 anos, que eu tava jogando videogame sozinha e aí eu comecei a passar mal, tipo… [respiração ofegante] Ofegante, assim, passando muito mal. E olhava pra mim, assim, no espelho do banheiro, não me reconhecia, eu
tava muito confusa. Aí eu desci e falei: “Mãe, tô passando mal.” “O que tá acontecendo, filha?” “Mãe, não sei. Eu tô estranha, não tô entendendo, não sei.” E eu já fazia terapia quando era mais novinha, aí eu tinha parado. E ela falou: “Vamos no médico, vai ser alguma coisa de exames”, não era. Ela falou assim: “Vamos continuar a terapia, voltar”. Que eu fiz quando meus pais tinham se separado da primeira vez, Só que eu era muito nova, nem lembro. Só que minha mãe disse que eu fazia. E aí, com 11 anos, eu já tenho recordação,
né. Que aí eu voltei pra terapia e desde lá eu nunca mais parei. E realmente, era a síndrome do pânico, eu tava tendo crises de pânico. E, na verdade, síndrome do pânico não tem cura, né, você pode ter uma crise a qualquer momento, mas eu nunca mais tive… Tive uma com 18 anos, e nunca mais tive depois. [Foquinha] Você sempre… Você continuou com a terapia. [Viih] Continuei com a terapia. E fez toda a diferença na minha vida, assim, desde muito nova. E minha mãe, graças a Deus, me ajudou com isso, né. Falou: “Não, filha, você
precisa.” E ela fazia eu não me sentir louca. Porque uma coisa que uma pessoa com síndrome de pânico tem é o pensamento de: “eu estou louca, tô louca, o que tá acontecendo?” E aí minha mãe me ajudou muito, porque ela falou: “Não, filha, calma, outras pessoas sentem isso, é um gatilho”. Que às vezes você ouve alguma palavra que você não imagina, mas seu subconsciente lembra de alguma coisa que te fez mal. Então você tem um gatilho sem você perceber, o seu próprio corpo. E aí eu fui entendendo o que era. E hoje, graças a Deus,
eu entendo e sei o que acontece, como é. Inclusive se eu começo a ter alguma crise esquisita, eu sei o que fazer, sabe? Vou pro banho quente, agacho lá, respiro fundo, tá tudo bem. Vou voltando, assim. [Foquinha] Ai, que ótimo, sim. Que legal! Mas que bom que você sempre se cuidou. Porque é algo que acho que a gente demorou pra falar, sobre saúde mental. Sobre se cuidar, sobre terapia. [Viih] Demorou muito. [Foquinha] E dá pra ver que sua mãe sempre te deu muito apoio também. Então você tinha sempre ali ela presente. [Viih] Não, minha mãe
é... Nossa, carne e unha comigo. Ela sim é minha melhor amiga da vida, assim, sabe? Muito. Se eu não fosse minha mãe, acho que eu teria ficado mais doida da cabeça. Porque minha mãe é muito parceira. [Foquinha] E, enfim, aí você seguiu com teu canal no YouTube bombando lá. Mas tem algo icônico da tua trajetória que eu amo, que são as novelas. [Viih] Ai, sim! As websériezinhas, as novelinhas. [Foquinha] É, as novelas, webséries. Que são quantas? Tem “O Enigma”... [Viih] Teve uma que não bombou tanto, mas chama “A Espera”, que foi a primeira que eu
fiz. Aí foi “O Enigma”, que foi onde eu pus uns negocinhos ali, que o povo ficou: “Meu Deus, isso aqui tá muito ruim!” Eu falava: “Ah, mas você assistiu! Você assistiu, me deu engajamento e me deu dinheiro!” Mas teve um que foi sem querer mesmo, o penhasco não foi… não. Teve um que eu planejei, um momentinho pra dar merda, e o outro não, o outro… [Foquinha] Mas o penhasco. Eu queria saber os bastidores da cena do penhasco. Porque, na época, viralizou, virou meme, e tal. E hoje bomba no Tik Tok! [Viih] Bomba, menina! [Foquinha] As
pessoas refazendo a cena. [Viih] Você tem que pôr aqui, porque é engraçado. O penhasco é muito engraçado. Socorro! Por favor, alguém! Socorro, alguém me ajuda! Não, o penhasco foi assim, a gente tava num acampamento que chama NR. Muitos adolescentes comemoram formatura lá, enfim. E eu tava lá, eu gravei a série lá. E tavam em dias muito chuvosos, muito chuvosos, muito chuvosos. E o lugar que a gente ia gravar, que realmente parecia um penhasco, tava perigoso pra gravar, porque tava escorregadio, chovendo, enfim. Não era um penhasco de verdade, mas na câmera pareceria. E aí falamos: “Não,
vamos deixar indo. Hoje não dá pra gravar, amanhã não dá…” Chegou no último dia de filmagem, eu precisava ir embora, gente. Você sabe, né? Mais um dia de filmagem é caro. [Foquinha] Sim, caro. [Viih] Toda a produção, todo mundo fica lá, a locação, tudo. Eu falei: “Gente, não dá.” Chegou o último dia de filmagem, eu falei: “Vamos gravar em outro lugar. Não tem o que fazer, ali não dá.” Tava perigoso, não tinha nem onde ficar as câmeras. Eu falei: “Não dá.” Aí o outro lugar era praticamente plano. [Foquinha] Era um morrinho. [Viih] O que sobrou
é esse morrinho aqui. [Foquinha ri] Esse morrinho sobrou, vamos gravar nele? Aí vamos. Só que aí, o que aconteceu? Eu acho que aí foi vacilo meu mesmo. Porque tinha dois ângulos. Tinha um ângulo de cima, que se você assistir e só ver ele, dá pra fingir. Só que tem o ângulo de lado. Que aí, o de lado, eu tô deitada, praticamente. [Foquinha] Esse que pega. [Viih] E na edição, eu deixei esse ângulo. Só que agora eu não me recordo Se eu deixei porque no primeiro episódio já tinha dado um meme e bombado. [Foquinha] Ah, tá.
[Viih] Eu não me recordo agora. “Ah, quer saber? Deixa, deixa. Deixa que vai bombar.” Ou se eu falei: “Não, vamos tirar porque enfim... pô, vai ficar muito ruim, tem que ter qualidade o projeto”. E no final eu acabei aprovando com e esqueci de tirar. Não lembro qual foi o caso. Mas sei que no final ficou com o negócio. E aí tipo, só lembro do povo cortando… Só que, no final das contas, foi a websérie mais vista do YouTube. Tipo, deu mais de 80 milhões de visualizações, foi muita coisa. [Foquinha] Eu lembro que foi um acontecimento,
porque né, no YouTube, e tal. [Viih] E eu nem imaginava que aquela série me traria “Em Prova”, que foi a próxima. Que aí eu fiz assim, detalhe por detalhe, eu falei: “Agora o povo vai falar: ‘vou assistir pra zoar’ e vão ver: caramba, tá muito legal.” Eu fiz de propósito isso, falei: “Não, agora eu vou…” Nossa, chamei… Querendo ou não, eram youtubers, então muitos ali não eram atores, estavam ali mais pra se jogar mesmo, pra se divertir, e pra se jogar na brincadeira e fazer acontecer. Chamei a preparadora de elenco, chamei, enfim, professores de teatro
pra tentar ajudar a gente a ficar um negócio bom mesmo. E aí, se você compara “O Enigma” com “Em Prova”, “Em Prova” é muito melhor, muito mais legal. Inclusive, deu tão certo “Em Prova” que virou pro Netflix, né? “Amiga do Inimigo”, que é uma continuação dele. Então eu falei… [Foquinha] E como é que foi? Tipo, um surto pra você. [Viih] Um surto, menina. Na hora que… Foi assim, na verdade, as pessoas acham que Netflix, sei lá, comprou a ideia. E não. É a Netflix, gente, calma! Eu sou só a Viih Tube, calma! Então assim, na
verdade, eu fiz na raça, eu falei: “Vou fazer, alguém vai comprar. Por favor, Deus, alguém tem que comprar essa ideia.” Então eu investi tudo que eu tinha na minha vida, assim, tudo. Eu investi muita coisa pra produção, que é cara. Ainda mais que streamings, eles têm uma qualidade que eles não aceitam menos que aquilo. Então tipo, existe um padrão que você tem que seguir, mínimo, pra que eles queiram comprar ou aceitar, porque é o nome deles também, né? [Foquinha] Sim. [Viih] Então eu fui já investindo mais do que eu tava acostumada, que antes era só
pra internet e não precisa ser tudo aquilo. E aí eu fiz sem saber quem ia comprar ou se alguém ia comprar a ideia. Eu escrevi o roteiro junto com um amigo, ele chama Bruno, ele é muito bom. Inclusive, ele é o Gago no “Em Prova”, ele é um super ator. E aí a gente escreveu juntos e falou: “Bora. Vamos fazer dar certo.” Chamei a galera. Enfim, planejei tudo de novo, reorganizei toda a decoração em outra época, já tinha passado um tempo da primeira temporada. E aí eu gravei, junto com esse filme, a segunda temporada. Olha
isso! Torcendo pra que desse certo. [Foquinha] Caraca, que doida! [Viih] Eu falei: “Eu vou fazer o filme, o filme vai dar certo, já vou ter gravado a segunda temporada. Quando o povo quiser mais, já vou ter mais.” [Foquinha] Chocada! [Viih] Porque pra juntar 10 influenciadores com a agenda louca, é difícil. Eu falei: “Eu vou confiar que vai dar certo, vou gravar tudo junto.” Então enfim, o filme deu certo. Não foi direto pra Netflix, foi pro Now primeiro, que também é incrível. [Foquinha] Sim. [Viih] Estourou no Now. E aí a Netflix comprou depois, já a obra
pronta, comprou por obra mesmo. E aí foi pra lá. Nossa, quando eu contei pra galera do elenco que ia pra Netflix, todo mundo: “Meu Deus! Como assim?” “Eu não sei, gente, o que tá acontecendo! Eu não sei! Tá dando muito certo!” Foi pra Netflix e eu já tinha a segunda temporada, que aí eu realmente quis no meu canal. Porque eu queria que fosse algo mais raiz assim, sabe? Tipo, eu comecei lá, foi a segunda temporada lá, Nem tentei vender a segunda temporada, eu fui direto pra lá mesmo, como uma recordação, ter a primeira e a
segunda no canal era especial pra mim. E a monetização do YouTube também ajuda muito, né. [Foquinha] Sim, muito. [Viih] Então enfim, foi isso. Aí, deu certo. Aí depois veio “Sem Sinal”, que foi no meio disso, na verdade. Veio uma outra série, que é a “Sem Sinal”, que é de terror. Que eu tinha um pavor de fazer, porque eu… [Foquinha] Você tem medo de terror? [Viih] Muito medo. E eu tinha uma lente escura, ficava possuída, fiquei: “Meu Deus do céu!” [Viih] Então você tem medo e fez mesmo assim? A ideia foi tua mesmo? Você que quis?
[Viih] Foi o YouTube Space que me convidou pra usar o espaço. Era bem época de outubro, eu falei: “Hum, combina.” Aí fiz uma série com youtubers presos no YouTube Space, assim, ficou bem legal. [Foquinha] Que legal! [Viih] Acho que essa minha história de séries. [Foquinha] Tudo! E foi tudo, tipo, ideia tua desde o começo, né? [Viih] Desde o começo. E tem gente que nem imagina, mas assim, é um trabalho muito árduo, porque as pessoas imaginam que tipo, eu pus na mão de alguém e só fui lá. Não, foi tudo eu e minha mãe, que desde
o começo minha mãe tava lá, cozinhando pra toda a produção, comprando na 25 de Março o cenário e montando tudo comigo, noites viradas. Então foi loucura. Tem uma websérie antes da “O Enigma” que eu joguei toda fora. Tipo, eu gravei tudo, 30 dias em Santos gravando num colégio… [Foquinha] Não acredito. [Viih] Eu joguei tudo fora. [Foquinha] Porque você não gostou? [Viih] Ficou pior do que “O Enigma” que saiu. [risos] [Foquinha] Aí você falou “não vai rolar!” [Viih] “Isso aqui não vai rolar. Não vai rolar.” Chorei muito, porque, pô, era uma outra história, um outro trabalho.
Não vingou. E aí eu joguei tudo fora. [Foquinha surpresa] Chocada! Mas olha só o que rolou depois, então… [Viih] Eu posso postar um dia só de zoeira, né? [Foquinha] Eu acho! Você tem ainda? [Viih] Tenho tudo salvo. Olha como tava ruim a situação aqui. [Foquinha] Chocada! Não, posta. Eu acho que vale, acho que vale. [Viih] Vale o meme. [Foquinha] Mas você, na época que virava zoeira, meme e tal, você lidava numa boa ou foi difícil? Porque você já falou que sempre teve dificuldade pra lidar com crítica, e tal. [Viih] Eu acho que naquela época eu
ainda tinha dificuldade de lidar, porque eu era muito nova, né. Então ainda tinha um receio. Teve alguma outra cena, não sei se você lembra, do primeiro episódio de… “Sem Sinal” não, de “O Enigma”, que eu tô escondida atrás de um poste e tá muito perto, eu tô tipo, ouvindo, como se ninguém me vendo. [Foquinha] Sim. [Viih] Não tô me recordando se foi essa ou se foi o penhasco que eu falei: “Não, tudo bem ir pro ar assim, porque vai viralizar, vão zoar.” Mas uma das duas que eu não planejei, eu fiquei meio tipo: “Meu Deus,
como que eu não vi isso?” Aí eu falei: “Meu Deus, sou muito ruim. Meu Deus, eu faço tudo…” Eu comecei a me culpar, sabe. Mas não fiquei tão mal também, não. Falei: “Ah, mas tá dando view, tá bom”, passei rápido por cima. Mas é por isso que “Em Prova” eu levei muito mais a sério. Até porque eu não sabia que ia ter tanta repercussão assim, sabe? Então eu fiz meio, tipo: “Ah, tá bom” Pros meus seguidores, assim, achava que não ia bombar tanto. E quando bombou eu falei: “Não, ‘Em Prova’ eu tenho que fazer direito,
pelo amor de Deus!” [Foquinha] Boa. Mas você lembra quando percebeu que ficou famosa? Porque hoje é muito mais fácil, né. Porque as coisas hoje na internet são, né... Mas naquela época... Você lembra quando você percebeu, você falou "puts, rolou, tô famosa"? [Viih] Até hoje eu acho que eu não sou. Tipo... Não, parece até besteira. Mas eu entendo... Não, calma, vou repetir o que eu falei. [Foquinha ri] Eu sei que eu sou. Mas, por exemplo, ao mesmo tempo eu não sei. [Foquinha] 30 milhões de seguidores no Instagram! [Viih] Mas é que famoso pra mim é, tipo...
Sei lá, globais, entendeu? [Foquinha] Bruna Marquezine. [Viih] É, eu acho que a gente tem um acesso mais fácil com as pessoas. Então, a palavra famoso, na minha cabeça, vem uma pessoa mais inacessível, assim, um negócio tipo... Sei lá, a Xuxa. A Xuxa é famosa. Eu... Entendeu? [Foquinha] Entendi. [Viih] Mas eu entendo que em números é considerado uma pessoa famosa. Mas na minha cabeça, ainda é diferente. Aí, é... O que você tava perguntando antes? Ah, quando eu percebi. [Foquinha] Quando você percebeu, é. Quando eu percebi que tinha muita gente me acompanhando, eu acho que foi quando...
Eu fui gravar a primeira vez o Encontro, com a Fátima Bernardes, na época. E eu falei "ai, que legal, né, vou gravar o Encontro". Tipo, um super programa. Aí eu aproveitei que eu ia pro Rio, que eu não era de sair muito de São Paulo. Na verdade, eu morava em Sorocaba na época, não era muito de viajar. Eu falei "eu vou marcar um encontro com os meus fãs num parque". Vou marcar um encontro. "Gente, vou pro Rio tal dia pra fazer uma gravação, quero marcar um encontro com vocês no parque..." Não lembro o nome do
parque agora. No Rio, um parque enorme. "Eu quero encontrar vocês lá, quem quiser ir", enfim. E eu imaginava que ia, sei lá, umas 50 pessoas. [Foquinha] Uhum. [Viih] Porque... Sei lá, eu não tinha essa visão. Porque a internet, você conversa com as pessoas. Mas pessoalmente é outra história, você não tem a mesma dimensão. Não vou encontrar 30 milhões de pessoas, entendeu? Você vai encontrar bem menos. Então eu falei "ah, vai umas 50 pessoas". Na época, eu nem sei quantos seguidores eu tinha. "Vou encontrar umas 50 pessoas". Cheguei lá, foram 3.500 pessoas. Tipo, eu parei o
parque. [Foquinha] Meu Deus! [Viih] Aí eu falei "meu Deus, eu acho que eu sou conhecida mesmo". "Agora eu entendi", eu tinha 15 anos na época. Falei "agora eu entendi, acho que eu sou conhecida mesmo". Aí eu falei "meu Deus, o que tá acontecendo?" Aí tipo, meus pais lá... [Foquinha] E totalmente despreparada, né? [Viih] Totalmente despreparada! Tava só meu pai e minha mãe, que são separados, estavam juntos lá pra me ajudar. [Foquinha ri] Uniu. [Viih] Uniu a família. Aí tava minha mãe lá me ajudando com uma barraquinha. Pra receber a galera, pra ter água, pra ter
alguma coisa. Porque era um parque, não tinha quase nada. Aí eu falei: "Vamos fazer uma fila". Aí começou a ter briga na fila. "Não, eu cheguei antes"... E eu: "Meu Deus do céu, o que eu faço? Eu não tenho um segurança". "Eu não preparei isso, eu sou péssima". Nossa... E aí eu consegui atender todo mundo. Da hora que eu cheguei no parque, que eu marquei, até a hora que o parque fechou, eu tava lá. Atendi todo mundo, foto com todo mundo. Beijo com todo mundo, deu certo, sabe. Graças a Deus, porque se eu não atendesse,
eu ia ficar muito mal. Eu ia ficar "meu Deus, eu marquei e não atendi". E eu falava nos stories: "Vou conversar com todo mundo", imagina. [Foquinha] Aí 3 mil pessoas... [Viih] Não era nem stories na época. Era Snap, né. E aí... Consegui, graças a Deus. Mas chegou no final, eu passei mal. Porque fiquei o tempo inteiro sem comer. Não bebi um gole de água, parei no hospital, menina. [Foquinha] Nossa, que loucura. [Viih] Mas eu nem lembro porque. Acho que porque caiu a pressão, minha mãe... Mãe, né, fica assustada com tudo. [Foquinha] Claro, já vai pro
hospital. "Vamos ver o que é", aí fui ver o que é. Acho que eu tava só desidratada, sei lá. Bebi uma aguinha, passou. [ri] [Foquinha] Caraca. Não, que loucura isso. [Viih] Mas foi muito especial pra mim. Tenho vídeos e tudo desse dia. Foi muito especial, foi um marco pra mim, que eu falei "caramba, eu tenho muita responsabilidade na internet". Aí eu comecei a "hum, meu Deus, é muita gente". Foi uma virada de chave, eu acho. [Foquinha] Sim. E você lembra... A primeira coisa que você comprou com seu dinheiro de... [Viih] Minha câmera. [Foquinha] É? [Viih]
Primeira coisa foi minha câmera. Eu tenho até no canal unboxing da câmera tal, sabe. Abrindo a câmera tal, me achando. Comprei a câmera tal e vou abrir. Foi a primeira coisa que eu investi, né, pra melhorar os vídeos, assim. [Foquinha] Sim. E como você cuidava do dinheiro? Pensando, assim. Porque, né, você era muito nova. [Viih] Então... Deixa eu tentar recordar. Eu demorei pra ganhar dinheiro. [Foquinha] Uhum. [Viih] Porque o que aconteceu? Eu... Deixa eu tentar imaginar como foi, porque eu já nem me lembro mais. Eu comecei a ganhar dinheiro nova, Mas, ao mesmo tempo, eu
investi em câmera... E naquela época não era tanto dinheiro, sabe. A monetização do YouTube... Tipo, eu não tinha tantas views. E eu não fazia publicidade ainda. Então, acho que quando eu comecei a ganhar dinheiro de verdade, quem me ajudou foi minha mãe, porque eu não entendia nada. Tipo, não sabia nem qual a diferença de crédito e débito, não sabia. Eu era muito... Eu era novinha, eu tinha acho que 16 anos quando eu comecei a ganhar dinheiro. Então, ela foi guardando pra mim, falando "filha, tá aqui, tá aqui, tá aqui". E eu sempre ajudava meus pais,
eu queria muito ajudar meus pais. A minha mãe não queria. Ela falava "não, filha, você não tem obrigação nenhuma de ajudar". Eu falava: "Eu quero ajudar, eu vou ajudar, eu ganho dinheiro". Tipo, chegou um momento que eu tava ganhando mais que meus pais. Então eu falei "eu não me sinto bem não ajudando, eu quero ajudar." Então eu comecei a ajudar minha mãe, a ajudar meu pai no que eu podia. Sei lá, convênio, aluguel, essas coisas. Fui ajudando no que eu podia. Eles: "Não quero, não quero, não quero". Eu: "Mas eu quero". E aí, fui ajudando.
E aí, chegou um momento, quando eu fiz 18 anos, que minha mãe falou: "Chega, agora você tem que tomar as rédeas da sua vida". Eu falei: "Eu não quero tomar as rédeas da minha vida, mãe". "É muito ruim pagar conta, eu quero ser mimada pra sempre". "Eu quero ser mimada pra sempre. Por favor". Ela: "Não, eu vou te ajudando, mas você tem que entender um pouco do negócio". Aí foi quando ela foi me explicando, quando eu comecei a pagar minhas contas. Eu comecei a ter uma vida mais adulta. Mas a minha mãe sempre me ajudou,
tipo... "Filha, você esqueceu desse imposto aqui". Não sei se você já viu, tem um negócio que uma vez eu esqueci de pagar... Menina... [Foquinha] O quê que era? [Viih] Saiu até na internet, "Viih Tube não pagou não sei o que da casa". Alguma coisa, não sei como descobriram. [Foquinha] Amo as coisas que viram notícia. [Viih] Gente, eu nem sabia que eu tinha que pagar isso! Tipo, eu não sabia. Aí eu: "Desculpa, não sabia". Aí minha mãe: "Eu falei pra você..." "Eu não sei, mãe!" Enfim, essa vida adulta. [Foquinha] Aham. [Viih] Até hoje eu tô... Eu
virei mãe e até hoje eu tô raciocinando. Minha mãe me ajuda até hoje. [Foquinha] Ai, nossa. [Viih] Mas eu comecei com investimento, desde muito nova. Eu investi meu dinheiro. [Foquinha] Uhum. [Viih] E hoje, graças a Deus, vingou o dinheiro investido. Então, comprei minha primeira casa, comprei meu primeiro carro. E assim foi indo, então... Pra cuidar do dinheiro, se não fosse minha mãe me ajudando, eu acho que eu não teria tido um discernimento tão bom assim, sabe. [Foquinha] Sim, sim. [Viih] Ela sempre me ajudou muito, graças a Deus. [Foquinha] E você até me falou aqui no
off que você já, tipo, tá guardando um dinheirinho ali pra Lua, né. Tudo que envolve ela de trabalho... [Viih] É, tudo que envolve maternidade, ou minha filha, sei lá, gravo uma ceninha com ela, eu tô guardando o dinheiro dela, tipo uma poupancinha mesmo, né. [Foquinha] Que legal. [Viih] Então vou guardando. E um dia, quando ela crescer, vou falar: "Filha, você tinha sei lá quantos meses e você participou com a mãe de um vídeo e deu dinheiro. Então é direito seu, mesmo que muito pequena". Claro que tem que passar por um alvará, tem toda uma autorização.
Por ser uma criança, né. Mas tirando isso, o dinheiro é dela. Então eu sempre... Eu e o Eli, a gente faz isso, a gente sempre guarda. E um dia a gente vai explicar pra ela de onde veio, né. Foi disso, tipo assim, um bem seu, né. E eu espero que ela entenda, né. Porque querendo ou não é muito novinha, né. Enfim, são muitas questões. [Foquinha] E é legal pensar nisso, porque você... Claro, você não começou a aparecer desde tão nova, quanto a Lua. Mas já muito nova. E... Você pensa nisso? Tipo, quando você vai fazer
alguma coisa com a Lua, você pensa sobre ela aparecer, até onde pode, até onde deve... [Viih] Muito. Tanto que quando ela nasceu me deu um choque de realidade. "Meu Deus, que responsabilidade, é um ser humano, é uma vida que depende de mim, será que eu devo expor?" Só que depois que eu expus a gravidez inteira... [Foquinha ri] Aí virou, né. [Viih] Mostrei corpo, mostrei estudo, mostrei tudo que eu queria... Aí agora a menina nasce e eu não mostro a menina? O povo ia me matar. [Foquinha] Sim. [ri] [Viih] Aí eu fiquei entre, meu Deus, me
matarem na internet Ou proteger minha filha, o que eu faço? Proteger minha filha. Então eu decidi não mostrar minha filha. Eu falei "gente, não estou pronta, não quero mostrar". Eu acho que eu fui mostrar a Lua com quase 1 mês e meio, mais ou menos. Ela nasceu, eu não mostrei... Eu mostrei, tipo, o cabelinho. [Foquinha] É, eu lembro. [Viih] Aqui... Não mostrei rosto. Só tá aqui, não dá pra identificar quem é. E eu fui mostrar o rostinho dela com um mês e pouco. E foi porque eu tava muito insegura, dá muito medo, sabe. Porque querendo
ou não, eu vou estar expondo pra muita gente. Então, o mundo é muito maldoso, sabe. As pessoas são muito maldosas. O mundo é perigoso, então me deu um choque, assim. Um pouco de puerpério também, que a gente fica meio louca. E eu: "não quero, não vou mostrar". Aí eu fui mostrando aos pouquinhos. Hoje eu mostro só as coisas que eu acho que valem. Talvez pra uma dica, pra ajudar uma mãe. Ou porque é divertidinho, gostoso de mostrar. E o Instagram dela que eu criei também de início foi como uma recordação pra mim. Aí depois eu
falei: "meu Deus, é o Instagram de um bebê, meio estranho". Aí depois eu pensei: "não, toda influenciadora faz isso". "Não deve ser tão estranho, toda famosa faz isso". Mas é estranho. Todas nós somos estranhos. Mas tá bom, aí eu fiquei numa nóia na minha cabeça. Uma crise na minha cabeça. Aí, enfim... Hoje eu uso o Instagram dela como recordação, tipo... Todas as fotos que eu quero lembrar que eu tirei dela eu ponho no dela, não ponho no meu. Tanto que esses dias eu postei uma foto linda dela. Eu entrei no meu Instagram e falei nos
stories: "Gente, eu tô mal". Eu queria ter postado no meu, postei no dela. Porque o dela, eu quero de recordação. [Foquinha] Vira um álbum, né. [Viih] Vira um álbum, é muito gostoso. [Foquinha] Legal. E, bom, a gente falou do seu tempo no YouTube. Aí veio o BBB. E você falou agora que... Você até entrou no BBB como maneira de, tipo... Ser vulnerável mesmo. [Viih] Pois é. Quando chegou o convite do BBB, eu não pensei. Olha, o meu ex-empresário falou assim... "Olha, o BBB te convidou, vou te dar um tempo pra pensar..." "Não quero, pode falar
que sim". Eu não pensei. Porque se eu pensasse muito... [Foquinha] Você nem pensou. [Viih] Se eu pensasse muito na minha carreira, no que poderia acontecer, eu não ia. Porque eu tava tão naquela caixinha, presa, com medo, porque eu ia falar "é muito julgamento, muita gente vendo". Eu ia ficar com medo, não ia. E como eu queria me desprender, Eu falei "não vou pensar, vou". [Foquinha] Mas você nem pensou como uma maneira de, tipo... Limpar teus cancelamentos. [Viih] Ah, impossível, né. Imagina. [Viih] Você quer limpar o cancelamento, minha filha, contrata alguém. Porque no BBB não vai
ser, no BBB não dá. Porque lá você vai ficar 3 meses, o povo te vendo. Não tem como fingir nada, filha. Aí você vai fazer merda, porque faz. Todo dia a gente faz uma merdinha, é normal. É normal. Se eu quiser limpar, não vai ser no BBB, né? Contratar uma pessoa boa pra isso, porque... [Foquinha] Mas até a tua passagem no BBB... Porque é isso, saiu com 96%, né? [Viih] 96 ou 97%? 96 e pouquinho, eu acho. [Foquinha] 96 e pouquinho. [Viih] 97%. [Foquinha] Assim, se fosse pra limpar o cancelamento, não deu muito certo. [Viih]
Era eu, Karol Conká, Nego Di e Lumena. Juntos lá. Projota também, todo mundo. [Foquinha] Mas hoje você deu a volta, porque acho que a sua participação foi icônica, de qualquer maneira. [Viih] É. Eu vou falar que quando eu saí... Eles não contam a porcentagem, né, eles só contam quando... Na minha época era a Ana Clara. [Foquinha] Ah, tá. [Viih] Quando eu vi a Ana Clara. Aí, ai... eu lembro do frio na espinha. [Foquinha] Você achava que era alta? [Viih] Eu achava que era alta, pelo discurso do Thiago. Porque ele fez um discurso, do tipo... Na
minha eliminação, ele foi muito... Como eu posso explicar? É... Detalhista nas palavras, assim, sabe? Ele foi cirúrgico no que ele falou. E ele foi perfeito no discurso dele pra mim. Deu pra entender completamente o que ele quis dizer. Ele começa assim... Estamos na sala, antes do discurso. "Deixa eu fazer uma pergunta pra vocês". Dos três eliminados, acho que era o Gil, eu... Não lembro quem tava no paredão também, acho que era o Fiuk, não sei. E aí falou: "Gil, você acha que você é um bom jogador?" Ele já começou assim. Aí chegou pra mim: "Viih,
você acha que é uma boa jogadora?" Eu: "Não". [Foquinha ri] [Viih] Tipo, eu acho que ele fez essa pergunta pra já puxar o tema do porque ele achava que eu tinha sido eliminada. Porque o meu jogo, de alguma maneira, teria sido... Não diria sujo, mas diria, talvez, um pouco manipulador. [Foquinha] Uhum. [Viih] Então todo discurso foi muito cirúrgico. Na hora que ele fez aquele discurso, eu olhei pro Gil, o Gil me olhou. Tanto que o Gil que saiu de mão dada comigo, assim. Eu era mais próxima, até, de outras pessoas... Do Gil, eu era muito
próxima dentro da casa, mas de mais pessoas lá. E o Gil ficou, tipo, "eu entendi o que ele quis dizer". E eu: "também entendi", então eu já saí vendo que o negócio tava tenso aqui fora, sabe. [Foquinha] Entendi. [Viih] Eu só não sabia a porcentagem. [Foquinha] Aham. [Viih] Então quando eu cheguei na parte da Ana Clara... Que a gente sai, né... A gente não faz nada. A gente passa por onde você vê o Thiago entrevistando a gente. E esse caminho até chegar ali é muito curto. E ninguém fala um A com você, todo mundo assim,
ó... [Foquinha] Uhum. Ai, que desespero, gente. [Viih] "Alguém fala comigo, pelo amor de Deus". Ninguém fala, tipo... Não são mais os dummies. Mas são pessoas que não falam. E aí, isso eu bato palma pra Globo, eles são muito perfeitos na dinâmica da produção deles, é tudo muito perfeito, muito real mesmo. E aí, chegou na hora do Thiago ali. Ele falou o discurso de despedida pra mim. Aí você já vai pra Ana Clara. E você fica ali esperando. A hora que você entra, a Ana Clara: "Oi, gente, essa aqui é a Viih Tube..." "Vamos passar a
saída dela", que você assiste a saída. Aí passa a porcentagem na tela, né, de cada um. [Foquinha] Ai, aí foi ali, né. [Viih] Eu tava assistindo... Gente, eu lembro a sensação de subir um negócio, assim, na minha espinha. E eu começar a tremer, sem poder mostrar que eu tava tremendo, assim. E eu olhando, e era um teleprompter, assim. E eu olhando, assim. 96%... [Foquinha] Ai, que desespero. [Viih] E por fora, eu falei: "Eu preciso fingir que eu tô bem, não posso falar que eu tô mal". E por dentro eu querendo chorar, chorar, chorar. Eu falei
"alguma merda eu fiz, deve ser algum comentário, tipo..." "Muito maldoso que eu fiz". [Foquinha] Que você nem lembra, né. Você nem sabe. [Viih] Eu fiquei 100 dias... Tipo, 10 no hotel e 90 lá. Eu falei... 100 dias fora de casa, eu nem lembro o que eu falei, 100 dias. Eu olhei aquilo assim, "meu Deus do céu, meu Deus do céu". Aí ela olhou e falou "é, né..." Alguma coisa assim. "Saiu com porcentagem alta, né..." "Menina..." E eu tentando descontrair. "Menina, saí, né? 96%! Pelo amor de Deus, o que eu fiz?" Mas por dentro eu tava,
tipo, muito mal. [Foquinha] Uhum. [Viih] Porque eu queria me desprender, era meu objetivo pessoal. Saí, tipo, leve... "Ai, sou essa pessoa mesmo". "É isso, não gostou, não me segue". Mas ninguém quer sair com 96%, a gente quer... A gente quer ser a Juliette, a gente quer ganhar com 90%. Todo mundo, é normal. Quando eu saí com 96%, eu fiquei: "Meu Deus"... "Eu sou uma péssima pessoa", eu saí com a energia. "Eu sou uma pessoa ruim", sabe. [Foquinha] E aí, você já logo começou a ver tudo. [Viih] Não, até hoje eu não assisti o meu BBB.
[Foquinha] Não? [Viih] Não consigo. Talvez eu consiga hoje, mas tipo... Eu vi as ceninhas que a gente é obrigada a ver. Porque a gente vai em programas, né, vai na Ana Maria... Vai no do Multishow, vai em vários programas. Aí você tem que assistir, naturalmente. [Foquinha] É, não tem como. [Viih] Os takes que mostram. Aí eu assisti alguns takes. Mas o que eles me mostraram. Agora, eu parar pra ver... Hum-hum. Porque tem muita coisa que eu me arrependo, que eu acho que... Tem alguns takes que eu acho que eu fui pouco ignorante, assim, sabe. Tem
alguns momentos que eu acho que eu fui desnecessária, em algumas falas ou em alguns jeitos, com algumas pessoas. Mas eu ver isso e identificar isso é um bom sinal. Significa que isso aqui eu não quero mais ser, não quero mais fazer. Mas em geral, é... O que mais me pegou, quando eu saí, foi chegar no hotel Abraçar minha mãe e falar "me desculpa se eu fiz alguma coisa". Porque eu não sabia o que era. [Foquinha] Você não sabia nada. [Viih] "Me desculpa se eu fiz alguma coisa..." Aí minha mãe: "Calma, filha, faz parte do jogo".
A sua porcentagem, a maioria dela, foi mais do tipo, meu Deus, elimina essa menina, pelo amor de Deus, tira ela daqui, não tá dando. Já deu a cota dela, tipo... [Foquinha] E era a questão dos grupos também, né. [Viih] E do jogo também, falavam muito isso, do tipo... É... ei lá, a pessoa ganhava o líder, eu ia lá, ficava amiga dela. E isso era muito involuntário, sabe, era meio... Eu não tava... Eu acho que era pensado no meu subconsciente. Mas não do tipo, "vou lá agora..." Sabe? Mas eu acho que era um sentimento de... Sobrevivência.
"Preciso sobreviver aqui." Porque eu sou muito competitiva, "eu preciso sobreviver aqui". "Estou desesperada". Eu já era amiga de todo mundo. Isso me ajudava muito. Não tinha ninguém que eu tinha treta. [Foquinha] Total. [Viih] Eu era amiga de todo mundo. [Foquinha] Tanto que a brincadeira da filha de todo mundo... [Viih] É por isso. Tanto que o grupo do BBB Que, enfim, a gente criou quando saiu, fui eu que criei. Porque eu era amiga de todo mundo. Pus todo mundo, entendeu? Convidei todo mundo, na verdade. E... E foi isso, então acabou que isso me ajudou muito. E
as pessoas não... lá dentro as pessoas não viam falsidade. Porque, realmente, eu tinha amizade. [Foquinha] Aham. Mas aqui fora, o povo: "Meu Deus, que falsa!" [Foquinha ri] [Viih] O Caio ganhou, eu ia mancando. Que eu tava com o pé machucado, luxado, sei lá, nem lembro. Eu fui mancando: "Caio, paizinho!" [Foquinha ri] [Foquinha] Tem dois momentos icônicos, também, que eu acho. Da Carla, que você vai chorando no tanque. Ela lavando as calcinhas no tanque... [riem] [Viih] "Carla, me desculpa. Me desculpa". E eu encontrei ela esses dias, a gente deu muita risada. A gente falou "meu Deus,
como a gente ia esperar que aquele momento..." Porque assim... Também tem gente que acha que eu chorei, tipo, super atriz. Atuando, assim, tipo... "Vou fingir que eu estou mal pra ela não querer votar em mim". "Vai que ela tem um poder", não sei o que... Na verdade, eu tenho isso dentro de mim. Eu me culpo muito pelas coisas, eu me culpo muito fácil. Sabe, desde pequena. Desde a separação dos meus pais. Desde que eles se separaram, eu me culpei por isso. Querendo ou não, fui um pouco eu mesmo. Então, eu sempre me culpei muito por
tudo na vida. E quando eu vi que ela voltou e que ela tava meio triste, sabe, com o que ela tinha visto, eu me culpei muito. Eu falei: "Eu sou ruim, sou uma pessoa péssima. Meu Deus, eu sou um lixo de ser humano". Eu fiz a menina se sentir mal por algo que, tipo... Quem sou eu pra falar que... Porque eu tinha chamado ela de chatinha. [Foquinha] É. [Viih] Tinha falado, sei lá, várias coisinhas assim. Eu falei "eu que sou chata, como eu chamo alguém de chata?" Quem sou eu pra falar se a pessoa é
chata ou não, sabe? Pô, eu fui chata fazendo isso. Não tenho que falar isso em rede nacional. Aí eu fiquei mal. Aí eu lembro que eu tava com o João no quarto, eu falei: "eu tô mal". "Tô com vontade de chorar e de falar com a Carla". Ele: "Vai". Eu: "João, será que eu vou?" Ele falou: "Não guarda pra você, aproveita que ela tá aqui". "Você não sabe se vai ver ela na vida, vai que é eliminada e não vê mais ela". Eu falei: "Você tem razão, eu vou lá falar". Só que aí eu fui
fazendo uma cena, tipo assim, de novela mexicana. [Foquinha ri] [Viih] E aí, virou meme. [Foquinha] Eu amo que vocês dão risada disso hoje, você e ela. [Viih] Muito, muito. E a gente se dá super bem. A gente se vê várias vezes, se encontra no WhatsApp... E ela é evoluída. [Foquinha] Uhum. [Viih] De cabeça, ela é muito evoluída, tipo... Sabe, eu não sei se eu teria lidado tão bem comigo mesma se eu fosse ela, sabe. Não sei. [Foquinha] E vocês têm ainda grupo de WhatsApp da galera do BBB? O grupo existe, não tem todo mundo. Eu,
como amiga de todos e família, né... Pô, uma família. Não pode ter ninguém de fora. Eu convidei todo mundo, tipo... No Instagram, no WhatsApp, no privado. O grupo tal, vamos entrar e tals... E as pessoas que toparam, eu fui colocando. Mas nem todo mundo quis entrar. Normal, não é todo mundo que sai de um reality de boa com a vida, com todo mundo, né. E tudo bem. Mas quem queria... O grupo, por muito tempo, tipo, falava todos os dias. Todos os dias, o povo mandando foto. "Ai, saudade". O Gil mandando os áudios dele... "Ai, quero
pegar todo mundo", não sei o quê. O Rodolffo num show, "tô em cidade tal, alguém tá aqui?" "Vamos no show"... Então eu acho que nossa edição, mesmo com... Que foi a mais perturbada. [Foquinha] É, foi. [Viih] Foi a mais caótica. [Foquinha] Foi a mais caótica. [Viih] Acho que por ter sido tão caótica, quando todo mundo saiu, todo mundo saiu com a energia de... [respira fundo] Preciso voltar ao eixo, tipo... A energia passou, vamos todo mundo ficar de boa. Eu acho que comparando com o Eli, que foi de outra edição, a nossa edição acaba sendo até
mais unida. [Foquinha] É verdade. [Viih] O pós, né. [Foquinha] Eu vejo a galera mais junto nos rolês e tal. [Viih] Se conversa, é amigo, pede ajuda e fala... Então, tipo, o Caio hoje é super amigo do Arthur. A Sarah e a Thaís andam grudadas. Então, tipo, a nossa edição deixou memórias boas, no sentido de amizade. A gente se uniu muito, porque como a gente sofreu muito... Não teve um que não foi cancelado em algum momento, não teve um! Até a própria Juliette, que ganhou, em algum momento sofreu, sabe. Então, tipo, todo mundo, quando saiu, falou
"vamos se unir, sabe?" A gente sabe o que a gente passou lá dentro, todo mundo sentiu quando tava lá dentro, vamos se unir. Então foi muito legal. O grupo, por muito tempo, falava todos os dias. Hoje tá lá, mas poucas pessoas falam. Do nada aparece alguém, assim, sabe. Mas é, foi isso. [Foquinha] Mas eu amo que todo mundo que te criticou no BBB, hoje tá assim, ó... Pedindo desculpa pra Viih Tube, entendeu? [Viih] Mas eu acho que, tipo... São fases, né? Acho que a maternidade traz muita maturidade, assim. Muita maturidade, virar mãe... E eu acho
que o que eu passei no BBB foi igual meu primeiro cancelamento. O mesmo que eu tinha... Eu fui cancelada em alguns momentos no BBB e foi muito diferente pra mim, eu lidei tão bem. [Foquinha] Você lidou muito melhor. [Viih] Muito! Fiquei: "Isso? Fui cancelada por isso? Isso é fichinha perto do que eu passei". Tipo, tá de boa. Então, tipo, eu fui no programa do Faustão na época. E o Faustão falando, eu falava: "Ih, meu filho, isso aí..." Tá de boa, sabe? Tá tranquilo, gente. Desculpa, fiz mesmo. Foi sem querer. Ou, sei lá, me arrependo de
tal coisa... Mas tá bom, tá tudo bem. Eu saí com outra energia. [Foquinha] Sim. [Viih] Então aquilo me fez crescer, é... Tipo assim, como pessoa. E também, até no meu profissional. [Foquinha] E depois do BBB você desbloqueou uma outra skin. Que é a de rolezeira, pegadora... [Viih] Porque eu fui corna, né. [Foquinha] Ah, foi por isso. [Viih] Eu fui corna, aí a gente despiroca. [Foquinha] Aí virou a rainha da Farofa. [Viih] A rainha da Farofa. Despiroca, porque ninguém quer ser corna, né. Eu achava que ia casar, ter filhos com a pessoa e fui corna. Gente,
que isso? [Foquinha ri] [Viih] Que isso? Você me traiu? É sério? Ele é uma ótima pessoa, meu ex-namorado. Mas naquilo ali, vacilou. E ele sabe, então... Ele super entendeu, eu falei "não dá mais". Depois... Eu não contei pra ninguém que eu tinha sido corna. Porque ninguém precisa contar que é corna. Mas existiam vídeos e fotos. Vazou na época. [Foquinha] Aí você se empoderou, né. [Viih] Aí eu: "É, gente, fui corna mesmo, quer que eu faça o quê?" [Foquinha ri] [Viih] Não tenho culpa, fui corna. E nessa época, eu já tava solteira, rolezando. E o povo:
"meu Deus, ela pega todo mundo!" Aí viram que eu fui corna: "Pega mesmo", aí mudou o cenário. "Pode pegar mesmo, aproveita!" E eu acho que foi uma fase... Essa fase minha solteira foi uma fase muito importante pra mim. Porque eu fazia tudo sem medo. Aquela menina com medo, que perdeu sua essência dentro daquela caixinha não existia mais! Tipo, vou pegar, sim! Se você não gostou, não olha. Paciência, sabe. Então tipo, naquela época, as pessoas quando iam em festas, Os famosos, influenciadores, enfim... Morriam de medo de se beijar. [Foquinha] Sim. [Viih] Tipo, no lugar, porque tem
câmera, porque tem foto. E não queria expor. Normal. Porque não é todo mundo que quer expor quem você tá ficando. Tem pessoas que são mais... [Foquinha] É, total. [Viih] Eu não quero, não preciso. Mas quem não liga pra isso, como eu, ainda assim tinha medo do que iam falar. Quando eu comecei a beijar todo mundo, todo mundo falou: "É verdade, por que eu me escondo atrás no poste ali na festa?" [Foquinha] Você abriu a porteira. [Viih] Abri a porteira. Da cabeça das pessoas, tipo, se desprenderem. [Foquinha] Aham. [Viih] E aí... Eu acho que foi uma
fase super importante pra mim, assim. Eu acredito que eu nunca mais vá viver uma fase como aquela. Porque eu sou, literalmente, apaixonada pelo Eli. Acho que é o homem da minha vida, que eu vou morrer com ele. [Foquinha] É mundinho monogamia. [Viih] É... É um pouco monogamia, por conta da neném, mas assim, né... Cria uma rotina. Mas é uma delícia. Eu amo a vida de casada, é muito legal. Mas eu acredito que eu nunca mais viva porque eu acredito muito nisso, no amor pra vida, assim. Mas não só por isso. Mesmo que, Deus me livre,
a gente não desce certo acho que não viveria mais aquela fase, porque foi aquela fase, sabe? [Foquinha] Foi aquele momento. [Viih] Foi aquele momento. Acho que foi muito importante pra mim, porque me trouxe um... Um empoderamento pessoal mesmo, tipo... Eu posso, eu quero, eu vou fazer, não tô prejudicando ninguém. Não tô magoando ninguém, não tô fazendo mal pra ninguém. Tô sendo só feliz. Então isso me trouxe essa vibe, sabe? Então, tô importante. [Foquinha] Mas quando eu falei de monogamia você falou: "agora..." Mas antes era... [Viih] O quê? [Foquinha] Você e o Eli. [Viih] Ah, você
falou monogamia. Na minha cabeça veio monótono. [Foquinha] Ah, tá. Eu falei monogamia. Falei "ué, pelo que eu sei..." [Viih] Não! Ele não é louco de pegar alguém. [Foquinha ri] [Viih] Eu arrebento ele. Tô brincando. Ele não é louco! Mas as pessoas... [Foquinha] Porque a partir do momento que liberou a porteira e começou todo mundo a se pegar, começou todo mundo a falar também sobre não-monogamia, sobre casais... [Viih] Sim, as pessoas juram que eu e o Eli, em algum momento, foi trisal ou aberto, sabe, relacionamento aberto. Nunca foi. Teve uma campanha que a gente fez pra
Heinz que era brincando que o terceiro elemento da relação era a maionese. Mas nisso, o povo achou que na legenda, na foto, que era alguém. Aí eu: "Gente, não, é só uma publi". [Foquinha] Interpretação de texto. [Viih] É só uma publi, calma. E outra, o Eli, quando a gente começou a ficar... Eu lembro certinho. Ele tava na minha casa. [Foquinha] Aham. [Viih] Ele olhou pra mim... Ele tava arrumando o cabelo no espelho, disfarçando. "Então, é porque eu não quero namorar". "Eu não tenho sonho de namorar, não tenho sonho de ser pai, de casar, nada". Ele
era muito traumatizado com relacionamentos. "Eu não tenho sonho de nada". Eu: "ih, meu filho, muito menos eu". "Você não tá vendo? Eu tô pegando todo mundo". Tipo, a desprendida. A de boa. Assim, a descolada. [Foquinha] Ai, é sempre assim. [Viih] Eu: "ih, tô nem aí também". Ele: "Eu também não tô nem aí". "Então tá bom". [Foquinha] Ninguém nem aí. [Viih] Só que, nisso, a gente era da mesma agência. Hoje a gente tem o nosso próprio negócio. Mas na época a gente era, e a gente fez muitos trabalhos juntos. Então a gente viajou quase um mês
juntos pra fora do país. E nisso a gente se apaixonou total, assim, a gente ficava... Eu acho que pra você conhecer uma pessoa é: viaje com ela. Viva com ela diariamente pra você ver se vai dar certo. E com a gente deu muito certo. A gente era muito igual. O jeito de dormir, o jeito de acordar, a hora que fazia as coisas. Tipo assim, de ser desapegado, bagunceiro. Totalmente desleixados, os dois, nem aí pra nada, então... Eu me sentia muito eu com ele, sem medo, assim. E pra um ficante, isso não é tão normal, é
mais difícil. [Foquinha] É. [Viih] Aí eu fiquei muito feliz. Ele começou a se apaixonar, eu também. Até que um dia ele virou e falou "tô apaixonado". Aí eu: "Hum, não era você que não queria..." Na verdade, começou com um ataque de ciúmes dele. [Foquinha] Ah! [Viih] Ele viu mensagem de outra pessoa no meu celular e falou "ué, você tá ficando com outra pessoa?" Eu: "Ué, cadê a aliança no meu dedo?" [Foquinha ri] Eu amo. [Viih] "Você tá cobrando o quê?" Aí ele: "Não, então vamos ficar só nós dois". Aí eu: "Tá bom, vamos ficar só
nós dois". Aí começamos a querer ficar só nós dois. Só que as mensagens de outras pessoas ainda vinham. Porque ninguém sabia desse nosso combinado. Só a gente. Aí ele viu uma mensagem e ficou puto. Ele falou "não, que isso..." Aí ele percebeu com ele mesmo que ele tava apaixonado. Aí ele: "Quer saber? Se eu tô puto com isso é porque eu tô apaixonado". Aí eu: "Eu também tô". "Eu te amo", "também te amo". [Foquinha] Ai, e foi assim o "te amo"? [Viih] Foi, tipo... Os dois meio bêbados. [Foquinha] Aham. [Viih] E saiu. Na hora que
a gente acordou no outro dia, a gente percebeu que era real o sentimento, a gente: "Meu Deus..." Falei o que eu sentia. Aí foi bem coisa de 15 anos, assim, sabe? Ele é mais velho que eu, ele tem 33 e eu 23. Então, tipo, os dois parecendo que tinham 15. Porque eu tava muito apaixonada. E aí, foi indo, foi indo, foi indo. Ele me pediu em namoro, deu um mês de namoro, eu engravidei. Eu descobri que eu tava grávida. [Foquinha] Aham, sim. [Viih] Eu já descobri com algumas semaninhas. [Foquinha] E aí, você conta que deu
aquele desespero, porque não tava... Porque você até contou no MaterniDelas. Muito legal, inclusive, o projeto. E você conta que você tomava pílula anticoncepcional desde os 15. E você tomou pílula do dia seguinte. [Viih] Tomei, menina. Porque foi assim... Teve um sexo, de um coito interrompido. [Foquinha] Aham. [Viih] Pode falar essas coisas aqui? [Foquinha] Pode. [Viih] Teve um coito interrompido... Que interrompeu quase que na hora, entendeu? [Foquinha] Entendi, peguei, peguei a visão. [Viih] Então, tipo... "Ah! Tira!" [Foquinha] Tirou. [Viih] Aí eu... "Será que deu merda?" Foi no minuto, na hora, assim. Aí ele: "Deu nada, deu
nada". Aí eu: "Será?" Eu tomo pílula, desde os 15 anos, todos os dias, certinho, no mesmo horário. "Acho que não deu nada, tá bom". Aí eu entrei no carro, ele: "Eu acho que eu te engravidei". Eu: "Por que você acha?" Ele: "Não sei, tô sentindo". Eu: "Vou tomar pílula do dia seguinte". Aí ele: "Não, tá bom, toma". Aí eu tomei. [Foquinha] Aham. E não tomei, tipo... Falam que a pílula dura até 72 horas. Eu tomei no mesmo dia. [Foquinha] Aham. [Viih] Eu tomei a pílula, porque tipo... A gente realmente não tava planejando nada disso. E
a pílula... enfim, tá aí na farmácia. Falei "vou fazer isso, né". Não sei nem se é certo, mas enfim, fiz. E aí, tomei a pílula. E fui viajar, fiquei 20 dias fora com a minha família. Então eu sei que foi aquele sexo... [Foquinha] É. [Viih] Porque 20 dias sem ele. E quando a gente vai pro obstetra, enfim, o ginecologista a gente consegue calcular qual é a semana do bebê mais ou menos. Então sabia que era aquele, porque eu fiquei 20 dias sem transar. Então eu tinha uma noção. E aí, quando... Foi assim... Quando a gente
tava tendo relação sexual, enfim, eu tava sentindo muita dor. Muita dor, uma dor horrorosa. Aí eu: "O que tá acontecendo? Tem alguma coisa errada aqui". [Foquinha] Tá tava diferente. [Viih] "Meu útero não tá normal". "Ou meu colo do útero, ou minha periquita, alguma coisa tá errada". Ele falou: "Vai na ginecologista". Aí eu fui fazer aquele ultrassom intravaginal. Que você põe a maquininha dentro, pra ver se tava tudo bem ali dentro. Naquilo, apareceu uma bolinha. Aí ela: "Pode ser um cistinho", porque era muito pequeno. Era, tipo, primeira semana. Era muito pequeno. "Pode ser um cistinho, você
vai menstruar?" Por coincidência, chutando a data aqui... Eu menstruava, sei lá, do dia 8 ao 10, no máximo. Era dia 8. Aí eu falei "acho que eu vou menstruar". Aí ela: "Nossa, seu útero tá muito grande". Quando você engravida, fica muito grande. "Seu útero tá muito inchado". "E pode ser que é porque você vai menstruar, vai sair muito sangue. E esse cistinho aí, pode ser que saia na menstruação. Pode ser que não seja nada. E essa dor pode ser uma infecção no canal." Era uma outra coisa, aleatória. [Foquinha] Sim. [Viih] E eu: "Tá". Ela: "Olha,
pra tratar essa infecção, primeiro a gente tem que fazer um exame pra ver que tipo de infecção é. Mas é com antibiótico. Pra tomar o antibiótico, você não pode estar grávida. Então faça um teste, pra garantir que essa bolinha não é um embrião". E nisso, eu tava com a minha mãe na consulta. E minha mãe, tipo: "Eu vou ser vó?!" Adorando a notícia. Eu: "Calma, mãe. Pelo amor de Deus". Aí quando eu entrei no carro com aquele exame na mão vendo aquela bolinha... Eu já sabia que eu tava grávida. [Foquinha] E você lembrou, né... [Viih]
Do sexo, ele falando que tinha me engravidado. Isso eu não contei pra minha mãe na hora. Só que eu segurei aquele papel, pensando: "Tô grávida". [Foquinha] Fodeu. [Viih] Só que eu ainda tinha um sentimento de "será?" "Não é possível, será que Deus quer que eu fique grávida agora?" "Será que o Eli é a pessoa?" Veio um monte de questionamento na minha cabeça. Tinha acabado de começar a namorar, fazia um mês. Olhando aquilo, e minha mãe: "Meu Deus, vou subir com você". Ela tava me levando pra minha casa, que ela mora em Sorocaba. E eu moro
em São Paulo hoje. "Vou subir com você pra fazer o teste". Eu falei: "Não". O Eli morava comigo, já. Muita gente acha que não, mas a gente já morava juntos. Eu subi, o Eli tava lá, aí o Eli falou assim... Eu falei: "Mãe, não, nesse momento eu vou fazer com o Eli". Porque ele seria o pai, então... "Vou fazer o teste com ele". Ela: "Mas me liga pra contar!" Eu: "Tá bom". Ela foi embora. Já passei na farmácia pra comprar, né, subi. Eu falei pro Eli: "Olha, não sei como falar. Fiz um exame lá que
tinha que fazer. Pode ser uma infecção no canal, mas isso não é o problema. Eu posso estar grávida ou com um cisto. É um dos dois". [Foquinha ri] Muitas opções. [Viih] "Então assim, eu não sei o que é. Comprei um teste, vou fazer". Ele: "Tá." Tipo... [Foquinha] Gente... [Viih] Absorvendo, ele: "tá bom". Só que eu acho que ele não imaginou que eu estaria grávida. Ele falou, tipo, "ah, tá falando só pra dar aquela causada, né". "Tô grávida", dar aquela causada. Só que, ao mesmo tempo, ele ficou meio estranho. Meio... preocupado. Aí eu falei "quer saber?
Não vou fazer hoje o teste, não vou". [Foquinha] Meu Deus! [Viih] "Eu vou dormir". Porque falam que o primeiro xixi do dia é o que sai de verdade. Que é o mais eficaz. [Foquinha] Minha ansiedade não aguenta. Aí ele: "Você tá louca? Eu não vou conseguir esperar pra dormir". "Vai fazer agora!" Aí eu: "Então vou só jantar". Eu tava postergando. [Foquinha] Você tava só: "não quero ver". [Viih] Porque eu tinha enchido a cara na viagem. Eu tava pensando "meu Deus, se eu tô grávida, eu enchi a cara", enfim. Eu falei: "Vamos só jantar, eu tomo
bastante água pra dar vontade de ir no banheiro". "Tá bom". Jantei na maior lerdeza assim, ó. Não tava pronta pra fazer o teste. Não estava pronta. Aí eu fui jantando, assim. "Ah, vamos fazer o teste". Aí eu fui, com ele. Ele escovando o dente, no banheiro assim. Escovando o dente. E eu sentei na privada... Fiz o teste. Na hora, o maisinho lá assim... Só que eu tava tão na negação que eu... Pra você ter uma noção, eu sempre quis ser mãe. Meu sonho de vida sempre foi ser mãe. [Foquinha] Sim. Mas eu não tava preparada.
E o Eli nunca quis ser pai. E as reações foram totalmente diferentes. Vamos chegar lá. Aí eu olhei o maisinho. E eu não conseguia verbalizar: "estou grávida". Porque eu não tava acreditando. [Foquinha] Aham. [Viih] Ele: "Qual o resultado?" Aí eu: "Pega a caixa!" "Compara com a caixa". Tipo, louca. Aí ele pegou... Gente, tipo assim, ele achava que teste de gravidez era tipo teste de Covid. Ele não entendia o quê que era, sabe. "Isso aqui é teste de gravidez, não é de Covid, não?" Eu falei: "É de gravidez". Aí ele pegou a caixa. Pegou o teste.
E ficou assim, ó... Os dois olhando, assim. Tentando comparar o menos, o mais, o que era cada coisa. Ele: "Tá grávida?" Aí eu só fiz assim... Com a mão na boca, assim. Aí eu saí do vaso, tremendo. Eu tentei ficar em pé, não consegui. Fiquei no chão, aí eu... "Meu Deus, não, não". Só conseguia verbalizar o "não". O "não" saía, mas o "tô grávida" não. "Não, não, não, não, não". Daí ele: "Calma, tá tudo bem, você sempre quis ser mãe. Vamos fazer dar certo, vamos viver isso. A gente tá apaixonado, a gente é super feliz,
era pra ser". E ele já... um segundo, desceu essa vibe nele. E eu não, eu: "Não, não, não, não. Eu tô trabalhando pra cacete". "Como assim, grávida? Não, não, não". Eu ia gravar um filme, dois filmes, naquela época. Eu: "Não, que isso? Como assim? Não é o momento!" Ele: "Você não sabe qual é o momento". Ele sempre super maduro, ele é muito maduro. "Você não sabe qual é o momento, A única coisa que você tem que se preocupar é que você tá anêmica". Que eu tava com muita anemia. "Você tem que se cuidar". "Agora vamos
comer fígado pra cacete", que fígado faz bem. Ver se precisar tomar ferro, enfim. "Vamos se cuidar". Já desceu nele, tipo assim... [Foquinha] Já sensato. [Viih] Sabendo o que fazer, o que tinha que fazer. E eu olhei assim, "meu Deus"... E eu já tava com aquele sono de grávida, né. Aquele sono enorme, grávida só quer dormir. Então eu consegui dormir, mesmo com toda essa informação, eu deitei... Ele ficou chorando a noite inteira, tipo... Chorando, chorando, chorando. E virou a noite, vendo o sol. Eu perguntei: "Por que você tá chorando tanto?" Aí ele: "Porque agora eu vi
um propósito porque eu fui pro Big Brother". Porque ele nunca quis ser famoso. Caiu no colo dele, uma amiga fez a inscrição pra ele. Ele passou, foi passando de fase, entrou. Tipo, ele quase perdeu as fases, porque ele tava viajando. Enfim, não era algo que ele tava levando muito a sério, sabe. E entrou. Aí ele saiu, tipo... Não entendeu qual tinha sido a história dele lá dentro. Ele não sabe porque aconteceu o Big Brother. Só que a gente nunca ia se conhecer, porque ele morava no Rio. Era outra vida, eu tinha outro círculo de amigos,
outra profissão. Enfim, totalmente diferente. Nunca a gente ia se conhecer, e nunca ia existir a Lua. Então, ele viu um propósito, ele falou: "Esse neném é o meu propósito". Aí ele chorava, chorava, chorava. Eu falei: "Caramba, então é isso". Então aí começou a energia boa, sabe. Demorou uns dois dias aí pra cair a ficha. [Foquinha] Pra entender. [Viih] Aí eu contei pra minha mãe, liguei, falei que tava grávida. Ela: "Meu Deus!" Ficou super feliz. Aí deu certo. [Foquinha] Ai, muito lindo. Muito legal a história. E você já logo começou a mostrar a real e tal.
Isso foi pensado, foi uma coisa super natural? [Viih] Eu acho que por eu ter saído do Big Brother com aquela vibe do tipo, quero ser eu, sem medo nenhum. Como eu era quando eu era mais nova, só que sem o sincericídio, né. De boa, sem ser mal educada, que nem eu era adolescente. É... eu quero ser essa pessoa. Eu acho que eu já tava nessa energia. E como eu vivi aquela fase solteira que foi mais forte ainda essa energia em mim, de "tá tudo bem ser eu". Sem medo. Que acabou sendo natural. Pela fase que
eu estava vivendo, assim. [Foquinha] Sim. [Viih] Então, eu tava muito bem comigo mesma. Muito bem no meu relacionamento. Então essa coisa de mostrar o corpo, de mostrar os meus medos grávida Meu choro que não parava, não sei o que... Foi completamente sem querer. Porque eu me sentia bem fazendo isso, sabe? E eu fui dar conta do trabalho que eu tava fazendo, que era importante pra outras mães, com a resposta delas. Então eu recebia muita resposta: "Meu Deus, meu corpo tá igual". "Obrigada, agora eu posso mandar pro meu marido pra ele ver que, tipo, eu tô
menos mal porque meu corpo também tá assim". Tipo, ai... Que as mulheres, elas não entendem, muitas vezes, o porquê tá acontecendo isso com o corpo, e elas vão recorrer ao marido. "Olha isso aqui, olha isso aqui". Eu fazia isso pro Eli. Primeira estria, não sei o quê. E elas compartilhavam isso com os maridos. Com os namorados, com elas mesmas, assim. Sabe, o tanto que fazia sentido pra elas agora. Então eu fiquei muito feliz com as respostas. Das mamães, das gravidinhas, assim. De ter feito bem pra elas de algum jeito. Aí eu vi propósito num novo
conteúdo, que era o de maternidade. Que me faz muito feliz, agora, assim. É o que eu mais amo falar. Toda mãe ama falar de maternidade. E agora ter mais mães pra me acompanharem e me ouvir, é... Maravilhoso, sabe. Uma delícia. [Foquinha] E tem muito a questão da culpabilização, né, da mulher. Principalmente... Em todos os momentos da vida. Mas principalmente quando se torna mãe, assim, né. E você falou, já, aqui, hoje, que você se culpa muito por tudo. Sempre se culpou. Então eu imagino o peso que é... Você ainda ser uma influenciadora, recebendo todo tipo de
comentário. Né, nesse momento. E apesar, lógico, de com certeza a maioria ser comentários bons, provavelmente deve ter tido um ou outro ali que foi ou te culpando por alguma coisa, ou te criticando, ou enfim, te questionando. [Viih] Eu vou te falar que eu acho que eu nunca tinha vivido uma fase que 90% eram comentários bons. [riem] [Viih] Então eu achei maravilhoso, eu fiquei muito feliz! [Foquinha] Ai, aleluia. Glória, glória, senhor. [Viih] Sim, me deu uma paz, tipo, "meu Deus, que legal!" Sabe, foi muito gostoso. E aí... Só que quando a gente tá grávida, as coisas
são muito mais intensas. Então tudo que é isso aqui vira isso aqui. Então mesmo que eram poucos comentários negativos, eles me... Magoavam. [Foquinha] Sim. [Viih] E teve algumas coisas que a gente viveu na gravidez que a gente até achava que era pra testar a gente. Eu achava que era um sinal de Deus pra não mostrar a Lua, tipo... "Esconde sua filha, não mostra, esse mundo é muito maldoso. É perigoso, não mostra ela." Mas depois, na verdade, depois eu entendi que era pra eu aprender mais alguma coisa. Ou, tipo, viver mais um momento difícil. Pra ter
mais algum aprendizado, ficar mais forte ainda. Porque eu não sabia que ia chegar esse momento tão grandioso. De tanta gente me vendo. Porque chegou um número de 30 milhões que eu nunca imaginava na vida. Então acho que foi mais pra isso, pra eu criar força mesmo, a responsabilidade, sabe. Mas eu vivi muitos momentos na gravidez que foram um pouco traumáticos pra uma grávida, então, sei lá... Porque o Eli escolheu não pôr o sobrenome no nome da filha. Virou uma pauta, e todo mundo xingando. Porque eu fui na classe executiva grávida, e ele na econômica, virou
uma pauta, o povo xingava. Porque... Tipo, teve várias situações que eu vivi na gravidez que foram insuportáveis. [Foquinha] E você grávida. E ninguém pensando nisso, né. [Viih] E grávida, a gente fica muito mais sensível, sabe. E, tipo, eu ouvia muito: "Ele nunca quis ser pai". "Ele vai te abandonar, não vai ser um bom pai, não vai ser um bom marido". Tipo, "ele nem quer morar com você". Ele já morava comigo. Desde que a gente namorava, ele já morava comigo. "Ele nem mora junto". Na verdade, a gente tinha duas casas. A minha e a dele, ele
nunca desfez a dele. A gente não sabe se vai dar certo um namoro. Então, se ele tinha como deixar lá, que bom, então deixa a casa lá. Mas ele já morava comigo. As pessoas julgavam que ele não queria morar comigo, não queria passar perrengue de madrugada. [Foquinha] Que inferno. [Viih] E aí... Da classe econômica e executiva. Gente, o avião ia parar no mesmo lugar. E eu tava na executiva, porque o nosso dinheiro, a gente já dividia juntos. Já era o mesmo dinheiro, já tava quase vivendo um casamento. E a gente falou "olha..." O Eli falou:
"Eu quero comprar meu primeiro item de grife da vida lá. Então eu vou economizar na passagem, pode ser?" Eu: "Pode. Eu quero ir de executiva. Porque eu tô grávida, com um peso desse tamanho na barriga". E eu queria deitar bem, se eu tenho condição e quero gastar nisso o problema é meu. Aí eu falei: "Amor..." Tudo é diálogo num relacionamento. "Você se importa de eu ir em uma e você em outra?" Ele: "Claro que não". Se ele se importasse, eu ia na econômica com ele. Mas como ele não se importou, tudo bem. Pousou no mesmo
lugar o voo e nada aconteceu. Então, tipo, legal. Mas na internet foi um absurdo. "Como que vão separados, marido e mulher?" [Foquinha] Ai, que saco. [Viih] Enfim, do sobrenome. O Eli acredita muito em astrologia. Tipo, muito. Ele leva muito a sério coisa de energia. Do nome, numerologia... E o Lua Di Felice, se você faz a numerologia e estuda o nome era harmônico, dava bons sinais do universo. Enfim, ele fez toda essa pesquisa. Se colocasse o nome dele, que era Carmo, no final, não ia ter a mesma energia. Aí ele falou: "Não!" "Minha filha merece o
melhor dela, vamos tirar meu nome, nem ligo pra isso. Ai, tem que ter o nome do pai pra chamar o nome do pai. Não, isso aí é muito, ó... século passado". [Foquinha] Muito antigo, boa. [Viih] "Não ligo pra isso". "Deixa o nome dela, Lua Di Felice, olha que nome lindo!" "Quero esse nome". Aí eu: "Tá bom, amor". "Você que manda, né. Se não quiser pôr, não põe". Pra mim tanto faz. Então foi uma escolha dele, ele não quis pôr. Eu falei: "Ótimo". O povo achou que foi uma escolha minha. Sabe? Enfim, loucura. Então eu passei
por algumas coisas que... Como eu tava grávida e os hormônios ficam assim, eu senti a energia do primeiro cancelamento, eu fiquei mal. Teve um dia que eu parei, grávida já, com umas 30 e poucas semanas, no hospital, com pressão altíssima. [Foquinha] Nossa. [Viih] De nervoso. Aí eu falei: "Não..." Não vejo mais comentário, porque eu não vou prejudicar a minha filha pelos outros, prejudicando ela, ficando nervosa. Então eu não vejo mais. Aí eu parei de ver, pari. E as pessoas começaram a gostar do meu conteúdo, ao mesmo tempo. Então tipo, foi uma luz pra mim. [Foquinha]
Sim, foi uma coisa que... [Viih] Pra voltar a estar bem na internet, né, senão eu ia ficar meio... [Foquinha] Mas tem algumas coisas que você evita pra não entrar nessa? Porque você lê comentários, você gosta de ver o que estão falando, né. [Viih] Então, tem algumas coisas, assim... Que eu falo "amor, não vamos falar isso, não vamos postar isso não. Porque pode dar merda". Mas atualmente, eu tô tão numa vibe, tipo... "Ah, deixa, sabe. Vamos falar sim, se der merda, deu". Eu tô meio assim. Porque eu já aceitei a merda. Eu já entendi que eu
sempre vou passar por momentos que algo que eu vou falar, alguém vai discordar. Não é sempre que, tipo, tudo que a gente fala... Nunca vai ser todo mundo que vai gostar. Sempre vai ter alguém que vai ter uma opinião contrária. E tá tudo bem. Então vai de você, tipo... Conseguir lidar com isso, administrar isso, sabe. Então hoje eu tô numa vibe, tipo, "ai, vou falar". "Vou falar, se não gostar tudo bem". Só quando é algo desrespeitoso, algo que eu acho que pode desrespeitar alguém, ou alguma pessoa, sei lá, aí eu falo: Não, isso aqui pode
ser mal interpretado, pode ter um duplo sentido e as pessoas podem entender de um lado ruim, ou... Sei lá, negativo. Aí eu evito, porque dupla interpretação tem muito. Você quer dizer uma coisa, o povo entende outra. Então eu me cuido mais com isso, assim. Mas... Falando a verdade, eu acho que tudo meio que conversa, assim. Eu falo o que eu sinto, o que eu penso... Só em relação à minha filha, aí tem coisa que eu guardo, né. [Foquinha] E vocês têm vontade de fazer festa? Porque vocês já são casados no papel. Mas vocês têm vontade
de fazer festa e tal? [Viih] Muita vontade, muita. [Foquinha] Vocês amam uma festa, né. Você, não é de hoje. [Viih] Até por isso que o povo achava que o relacionamento era aberto. Porque no BBB, você viu, né, passou o rodo. [Foquinha] Sim. [ri] [Viih] Aqui fora, eu tava passando o rodo ao mesmo tempo. Na hora que juntou os dois, foi energia caótica, energia caótica. É... A gente tem muita vontade de fazer festa de casamento. Mas como a gente escolheu comprar a casa primeiro, tá em obra. Então, fazer festa e obra ao mesmo tempo, gente... É
muita informação pra cabeça. Nenhum dos dois vai sair direito. A gente tá focando na casa, na obra que a gente comprou. Aí quando a Lua estiver andando, sabe... Pra ela conseguir entrar no casamento, fazer com florzinha, aliança, sei lá. Aí a gente quer fazer festa, com certeza, bem legal. Agora, ele quer fazer na praia, eu quero levar a família inteira. A família é toda de São Paulo... Tá uma discussão. Mas uma hora sai isso aí. [Foquinha ri] Eu amei. Bom, agora eu quero fazer o meu quadro, que é o Resta 1. [Viih] Top. [Foquinha] Que
eu amo. [Viih] Meu Deus. Polêmicos! [Foquinha] Vamos lá. É o meu jogo da discórdia, você vai matar a saudade. [Viih] Ah, tô acostumada já. [Foquinha ri] Toda segunda… Que dia é hoje? ♪ [Foquinha] Tava com saudades de um joguinho? [Viih] Tô, super! Uhuuul! Aquelas. [Foquinha] Olha só, Resta 1 é o seguinte. Não sei se já viu, mas aqui tem dez pessoas que têm a ver com você. E nessa caixinha, dez situações hipotéticas também inspiradas aí na tua vida. Aí a gente vai tirar uma situação e você vai escolher uma pessoa. Só que você nunca pode
escolher a pessoa de novo. [Viih] Aí se eu quiser aquele que eu já escolhi, eu me lasquei. [Foquinha] Se lascou. E você nunca vai saber o que vai sair aqui. [Viih] Bem vibe Tik Tok. O Tik Tok tem umas vibes assim de resta um, já viu umas trends? [Foquinha] Olha lá! Falaram isso em outra vez, eu tô assim, que porra é essa? Que isso aqui é original do meu canal. [Viih] Sério? Então o Tik Tok te copiou. [Foquinha] Alguém tá me copiando. Quem é? [Viih] Os filtros do Tik Tok copiaram você. [Foquinha] Tem isso? [Viih]
Depois te mostro. É muito legal, igual seu quadro, é super legal. [Foquinha] Mas é com pessoas assim, famosas ou não? [Viih] Não, às vezes é comida. Tipo, resta um, coxinha, salgado… [Foquinha] Ah, tá bom. [Viih] Aqui é mais legal. [Foquinha] Eu preocupada, né. Tá, então vamos lá, vou mostrar as pessoas. [Viih] Que medo, gente! [Foquinha] Quase caiu o negócio. Pode falar. [Viih] Todo mundo? [Foquinha] É. [Viih] Eliezer gostoso… [Foquinha ri] [Viih] Maísa, Carla Diaz, o Boninho, Gil, Rangel, Tatá, Bianca, Vivi e a Juliette. [Foquinha] Gostou? [Viih] Ah, eu conheço todo mundo. Pelo menos isso, né.
[Foquinha] É lógico, poxa. [Viih] Gostei, gostei. [Foquinha] Você tem um apelidinho do Eliezer que é teu, que só você chama? Que é uma coisinha..? [Viih] Acho que não deu tempo de criar, né. [ri] Pouco tempo juntos, não deu tempo de criar. [Foquinha] Apelidinho de namoro… [Viih] Acho que não, você acredita? [Foquinha] Não? [Viih] Não. Chamo de “amor”, que eu tenho um “R” de Sorocaba, “amor”. [Foquinha] E a Lua? Vocês chamam ela só de Lua? Ou vocês tem alguma…? [Viih] Hum... Eu tenho uns estranhos, mas acho que é melhor não falar não. Tipo, uns de mãe
doida, meio fofinho, assim, sabe? [Foquinha] Mas tipo o quê? [Viih] Tipo assim, sabe quando ela sua na nuquinha? Tem um cheirinho de bebê azedinho, assim. Eu falo que ela é minha azedinha. [Foquinha] Ai, fofo! [Viih] O cheirinho dela. Que ela solta de suorzinho… aquele suorzinho de nenê. Mães entendem, o suorzinho de nenê é de outro mundo. [Foquinha] É fofo! Tá, então vamos lá. [Viih] Vamos. [Foquinha] Tirar aqui... ai, meu Deus. Ah, esse que você não tá tomando agora, mas assim… [Viih] “Tomaria um porre junto”. Imagina tomar um porre com o Boninho. [Foquinha] Nossa! [Viih] Imagina
ele fala tudo, tipo assim: “BBB que vem é fulano, fulano, fulano e ciclano”. Eu ia ficar, tipo: “É, jura? Há há há há”. [Foquinha] É, seria tudo! [Viih] Com o Boninho seria legal. Agora, porre com a Bianca, se eu estivesse solteira… A gente é as duas donas da Farofa, né? [Foquinha] Você passou a coroa pra ela já, né? [Viih] Então, o Rangel também fala altas. O Gil também… Ai, difícil tomar um porre, é bom? [Foquinha] Então, é. Alguém que ou você já tomou e você amou e foi incrível, ou alguém que você gostaria muito. [Viih]
Acho que eu… Eu acho... Pra dançar uns funkzinhos, a Bianca é uma boa amiga pra tomar um porre. [Foquinha] Boa. Já tomou uns porres com ela na vida? Já, né? Você lembra de um, assim? Um momento icônico? [Viih] Uma festa que ela fez de Dia dos Solteiros, no Dia dos Namorados. [Foquinha] Ah, eu estava lá! [Viih] Ah, você tava lá, né! Então, só que eu já tava com o Eli, só que a gente tava ficando. [Foquinha] Eu lembro, eu lembro. [Viih] E aí também, tomamos um porre, falamos altas, fofocamos muito, foi bem legal. [Foquinha] Esse
dia foi um bapho. [Viih] Tá, acho que vou tomar um porre com a Bianca. [Foquinha] Tá, então pode botar aí. Aí você pode tirar o ímã dela. Ah, tá aqui, deixa eu te ajudar. [Viih] Isso. Aí eu ponho embaixo, aqui, né? [Foquinha] Isso, aí você mostra lá. [Viih] É isso ou não? [Foquinha] Como você quiser, uhum. [Viih] Vai pôr todo mundo aqui? [Foquinha] Não, a ideia é ir jogando pro lado. Acho que não cabe todo mundo aí. [Viih] Então tá bom. Tomaria um porre com a Bianca. [Foquinha] E agora vocês são vizinhas. Vão ser, né?
[Viih] Um porrezinho de vinho em família? [Foquinha] Eu sempre tô lá, inclusive. [Viih] É verdade! [Foquinha] Quando você mudar… [Viih] Eu adoro fofocar. [Foquinha] Bora, vai ser tudo. [Viih] Então tá bom. [Foquinha] E vocês mudam só em dezembro? [Viih] Só em dezembro. [Foquinha] Estão reformando a casa, né? [Viih] Se Deus quiser né, porque obra... Você fala dezembro e conta como fevereiro, porque nunca sai na hora. [Foquinha] Não queria dizer, mas… [Viih] Queremos passar o Natal lá, Falei que eu vou passar o Natal no meio da obra, mas vou passar lá. [Foquinha] E você e a
Bianca já ficam trocando, assim, as coisas, falando? [Viih] Muito! Agora ela entrou no grupo do condomínio, né. Aí eu e ela, tipo, meu Deus, a gente está crescendo, isso é meio velho, né. E fofocando lá com todo mundo do condomínio. Enfim, tá sendo muito gostoso. A gente troca muita coisa. E ela, menina, ela é minha vizinha, e ela: “Qual é a sua casa?” Acho que ela te contou, né? [Foquinha] Quando eu tava lá, a gente falou: “Qual será que é a casa da Viih?” [Viih] Eu expliquei a casa inteira pra ela. Ela: “Não achei”. É
do lado da sua, é só virar a rua. Ela: “Ah, agora eu achei”. Ela mandou foto ontem pra mim. “Aqui, é essa aqui, né?” [Foquinha ri] Maravilhoso ser vizinha da Bianca, gente. [Viih] Muito legal. A dela não tem nem como não achar, né. [Foquinha] Não, é a única. [Viih] Toda de vidro, assim. [Foquinha] Parece um grande aquário, a casa dela, né. Quando foi a primeira vez lá… Porque quando eu fui lá, ela ainda não tinha contado pra ninguém, ainda tava assim, ninguém sabia. [Viih] Acho que eu vi que ela postou umas fotinhos depois do mês
que ela ficou… [Foquinha] É, mas tipo, ninguém sabia quando ela me chamou. Ela falou: “Amiga, me mudei, vem cá”, e tal. Ela não me falou nada, não deu nenhuma informação. Quando eu cheguei, aí vai o guardinha junto na frente. Aí olhei, eu achei que era tipo área de lazer do prédio. [Viih] Porque é muito cara de resort. [Foquinha] Muito! Aí eu parei, eu fiquei assim: “Não. Não é possível, não é possível”. Não, e o condomínio é muito legal. [Viih] Minha amiga venceu na vida! [Foquinha] É, venceu. Venceram, vocês duas, né. [Viih] Você também! Oxe! [Foquinha]
Ah, também, vencemos. [Viih] Vencemos. [Foquinha] Então boa. [Viih] Tá, agora tira? [Foquinha] Pode tirar. Vamos pra próxima. [Viih] Será que eu escolhi a pessoa certa, gente? Aí, meu Deus! Porque se sair uma coisa pesada, eu podia colocar a Bianca, porque ela é minha amiga, né. Então tipo, ela vai entender. Mas tudo bem, já foi. [Foquinha] Já foi. Ai, tô com uma dor na mão… Vai, aqui. [Viih] “Conversa de WhatsApp que não pode vazar”. Ah, o Eli com certeza. [Foquinha] O Eli, né? [Viih] O Rangel também. [Foquinha] É? Escolhe bem. [Viih] Nossa, o Rangel também. “Conversa
de WhatsApp que não pode vazar”, eu acho que o Rangel. [Foquinha] Mais do que o Eli? [Viih] É que o Eli é muito presencial, né. A gente passa o dia inteiro juntos. Então a conversa é: “Cheguei”, “desce aí”. [Foquinha] Mas quando estão separados vocês não ficam fofocando de longe? [Viih] Quase nunca a gente tá separado, ainda mais com bebê, sabe? [Foquinha] É, né? [Viih] Quase nunca, aí é ligação de vídeo… [Foquinha] E vocês trabalham muito juntos… [Viih] Muito juntos. É ligação de vídeo, então tipo, a conversa em si… No Instagram tem umas fotos… Tipo, manda
um: “Olha isso aqui”. Tipo: “Olha aqui fulano…” Isso aí tem no Instagram. Mas de WhatsApp, acho que Rangel. [Foquinha] Tá. Então pega aí. O que tem na conversa com o Rangel, fofoca? [Viih] Fofoca. Fofoca, tipo… Nossa, tem uma que é o auge, tipo: “Vi fulano” “Nossa, como foi?”, nananã, nananã.' Porque quando um amigo pega ranço, o outro quase pega junto, sabe? Então tem bastante coisa que não poderia vazar. [Foquinha] Entendi, boa. E com o Eli, o Eli não tem mais nudes, umas coisas? [Viih] Não, não deu tempo. A gente já casou, já moramos juntos muito
cedo, então… O nude a gente vê ao vivo, entendeu. [Foquinha] Tá. Boa. [Viih] Mentira, ele mandou uns nudes nessa época que eu viajei uns 20 dias. Mandou uns nudes sim. [Foquinha ri] Ah lá! [Viih] “Pô, tô com saudade”, nude. Ai, tudo! [Foquinha ri] Próxima. [Viih] “Chamaria pra ser meu par romântico em uma novela”. Ah, o Eli, gente! Com certeza! [Foquinha] Ah! Imagina como seria isso. [Viih] Imagina que lindo os dois! Eu ia amar ele de par romântico. [Foquinha] Você… pode falar. [Viih] Eu acredito muito que se ele estudasse teatro, ele teria uma boa carreira artística,
porque ele entende muito de dinâmica de câmera, de dinâmica de roteiro, sabe? Isso é um grande passo. [Foquinha] Ele tem vontade ou não? [Viih] Ele tem. Mas ele é muito marqueteiro na parte de branding, assim. Então a parte da Baby Tube, que a gente lançou uma marca agora de brinquedos de criança, enfim, tudo do mundo infantil. Ele ama muito essa criação de marca, e fazer tudo ao mesmo tempo não dá, né? Então, eu imagino ele muito feliz nessa parte de designer, branding, assim. Mas ele tem vontade sim, principalmente de apresentar. Ele tem muita vontade de
se dedicar mais a isso. Mas ele fala que só estudando, sem estudar ele não vai fazer nada pra não passar vergonha, ele fala. [Foquinha] E vocês fizeram juntos, né, o “Terapia de Casais”. [Viih] A gente amou a experiência. E virou uma recordação, né, porque eu tava grávida, então os amigos lá, os casais amigos. Foi bem divertido. [Foquinha] Ah, boa! Legal! De repente, uma próxima websérie sua, de repente vem aí. [Viih] Imagina, que tudo! Ele lá de casal, seria engraçado. Na próxima websérie, eu farei uma mulher mais adulta. Entendeu, um outro público. [Foquinha] Refaria a cena
do penhasco? [Viih] Refaria. Tipo, uma filha minha na personagem no penhasco e eu salvando ela, imagina que legal. [Foquinha] Mas tem vontade de atuar de novo? [Viih] Na verdade, assim, esse ano tá pra lançar dois filmes que eu fiz. [Foquinha] Ai, verdade! Você até gravou grávida, né? [Viih] Gravei. Gravei um filme que, assim, eu... comecei a me dedicar muito pra essa área da minha vida, porque eu tenho muito o sonho de dar certo nisso. E as pessoas sempre… Eu sou atriz desde muito nova, com DRT. Mas o DRT é só um nome, porque a vida
de atriz é experiência, na minha opinião. O DRT é muito importante, porque é uma comprovação de que você estudou e tal. Mas a atuação é um eterno aprendizado. Cada trabalho você aprende algo novo, uma técnica nova, algo novo. Então eu sempre quis levar isso a sério depois que eu fiz as webséries. Voltei a estudar o teatro na época, hoje já não estudo mais, não tô nem com tempo mais. Voltei a estudar, fiz vários projetos, filmes, enfim. E agora, esse ano, lançou o Babá… Desculpa, “Babá Gloriosa” vai lançar. Lançou o “Me Tira da Mira”, que eu
fiz com a Cleo Pires e ela super apostou em mim. Eu fiz teste, e tudo. Ela falou: “Viih, vai dar certo, você tem talento”. Ela me deu uma luz assim, sabe? Ela é um anjo de pessoa, a Cleo. E aí fiz o “Me Tira da Mira”, fiz o da Netflix né, “Amiga do Inimigo”. E agora esse ano vai lançar dois, que é o “Babá Gloriosa”, que eu fiz grávida e também “Doce Família”, que esse aí pra mim é o meu xodó, Porque eu fiz uma personagem muito importante na história, que é com a Mari Xavier,
então ela é uma atriz assim… [Foquinha] Ai, que tudo! [Viih] Tem a Maria Padilha, tem vários atores lá que são muito grandes e que eu fiquei honrada de estar com eles, sabe? [Foquinha] Que demais! [Viih] Então foi muito legal. E enfim, eu acho que nesse aí, eu me dediquei mais que o normal, lembrando que eu tinha mais tempo. E eu mandei muito bem, assim, na minha opinião. Espero que nas telas fique igual, né. E é pra lançar esse ano, vamos ver. [Foquinha] Ah, que tudo! Vai sair um monte agora, então. [Viih] Vai sair. E se
Deus quiser, eu vou gravar mais um logo. [Foquinha] Ai, que bom! [Viih] Eu amo muito essa área, acho que eu tenho muito pra aprender ainda mas é fazendo que aprende, sabe. [Foquinha] E quando a Lua nasceu, vocês tavam super ali: “Não, vamos ficar só nós dois”, você e o Eli. E agora vocês têm ajuda profissional… [Viih] De babá? [Foquinha] De babá, porque, né… [Viih] Sim, acho que toda mãe começa meio assim: “Não quero babá. Quero só eu, só eu vou cuidar”, não sei o quê. E na internet, babá é visto muito como coisa negativa. Tipo,
“nossa, você tem babá?” Hoje, eu consigo desconstruir isso na minha mente, do tipo: “que bom que eu tenho condição de ter uma babá”. Eu queria que todas as mães no mundo pudessem ter uma babá, porque ser mãe não é fácil. E quanto mais rede de apoio, melhor pra uma mãe, sabe. A babá não vai ser a mãe, é só você saber administrar onde você vai ter ajuda da babá, sabe? E hoje, a minha babá... beijo, Vilma. Ela é um anjo na minha vida, porque é uma pessoa que eu confio, que tá com o bem mais
precioso da minha vida, que é a minha filha. Então a profissão de babá tinha que ser mais valorizada, na minha opinião. Porque é uma profissão muito importante, muito renomada, do tipo, ela cuida dos filhos dos outros, sabe. Então hoje eu falo com orgulho, eu tenho babá sim e tá tudo bem, sabe? Ela me ajuda, eu tenho um tempo de qualidade maior com a minha filha, eu consigo descansar um pouco mais às vezes. Então que bom que eu tenho essa condição. Eu queria que todas as mães tivessem, de verdade. [Foquinha] Tá conseguindo dormir? [Viih] Melhor, nossa,
bem melhor. Com dois meses eu comecei a ter babá. Foram dois meses de loucura. Quando a babá chegou, aliviou um pouco, assim. Então tá. [Foquinha] Tá, vamos pra próxima. [Viih] E par romântico eu poderia pôr o Rangel, porque a gente fez em “Em Prova”. [Foquinha] Ah, é verdade! [Viih] A gente fez o Pimenta e a Bia. Ai, gente, o auge, tá engraçado. [Foquinha ri] [Viih] “Não deixaria cuidar da Lua”. Nenhum daí eu não deixaria cuidar da Lua. [Foquinha] Ah, vai ter que arranjar uma desculpa. [Viih] Bom, a Tatá eu deixaria, claro, porque ela tem a
Bia e o Caio. A Carla tem cara de… A Juliette e a Carla, na minha opinião, são muito responsáveis, assim. Eu acho que sozinha pra cuidar da Lua… Nossa, gente, todo mundo cuidaria bem da Lua, eu acho. Mas eu acho que eu iria na Maisa ou na Vivi porque elas não têm experiência com bebê. [Foquinha] Tá, faz sentido. [Viih] Talvez elas ficariam: “Meu Deus, o que eu faço? Como troca uma fralda?” Entendeu? Então eu acho que eu vou… “Não deixaria cuidar da Lua”... Ai, que pesado! [Foquinha ri] [Viih] Mas eu acho que uma mãe sempre
tem dessas, do tipo... Deixar a bebê e sair andando, tem que ser alguém que você confia muito. [Foquinha] Exato. [Viih] Eu acho que eu vou pôr a… Vivi? A Maisa? A Vivi ou a Maísa? O Boninho também é uma opção, né, Boninho? Você lembra como… não sei, vamos ver. Não, acho que eu vou pôr a Vivi, que é mais minha amiga, ela entenderia. Ela entenderia a situação. [Foquinha] Olha o golpe! [Viih] Ela entenderia a situação, do tipo: “Tá bom amiga, eu entendi, eu não sei cuidar de bebê mesmo”. [Foquinha] A Vivi ia ficar fazendo Tik
Tok com a Lua. [ri] [Viih] Ela ia amar, imagina! Se a Lua fosse um pouco maior, eu deixava. Imagina! Mas agora, menorzinha, é mais difícil, então por isso só. [Foquinha] Sim, boa. [Viih] Tá bom. [Foquinha] Próxima então. Esse é bom. [Viih] Ai, meu Deus. “Chamaria pra ser o animador de festa do mesversário da Lua”. O Gil! [Foquinha] É óbvio, né. Se você não escolhesse, eu ia escolher por você. [Viih] O Gil, gente, e ele ia se dar muito bem. Imagina o Gil de Teletubbies. [Foquinha] Eu ia falar isso agora! [Viih] Que foi o último. [Foquinha]
Foi o último! [Viih] Ele: “Ai!” Gil, você é demais, eu te amo. [Foquinha] Eu amo tanto o Gil! [Viih] Eu ia amar ele de animador de mesversário, gente. [Foquinha] Gente, não, os mesversários estão assim, tudo. Teve já Monstros S.A., Xuxa… [Viih] E as Paquitas. [Foquinha] Barbie… [Viih] Barbie e Teletubbies. E o próximo… [Foquinha] Qual é o próximo? Conta esse bapho! [Viih] Será que eu conto? [Foquinha] Ai, conta! [Viih] Ah, não… [Foquinha] Eu quero saber! Dá uma dica. [Viih] São três meninas, é uma dica. [Foquinha] Podem ser muitas. [Viih] Pode ser muitas. [Foquinha] As Meninas Superpoderosas?
[Viih] Pode ser. Pode ser As Três Espiãs Demais, pode ser a outra opção que eu não vou falar. Tem várias opções. [Foquinha] Ai, não sei! [Viih] Mas é uma dica. E o Eli vai estar de uma das meninas, vai ser muito legal. [Foquinha] Ai, tudo! [risos] Você é uma, a Lua vai ser outra, e Eli, a outra. [Viih] Vai ser bem legal. [Foquinha] Maravilhoso. [Viih] E os cachorros também vão fazer parte. De novo, mas não vou contar com qual personagem, senão eu entrego. [Foquinha] Será que está muito óbvio? Tá muito óbvio? Não? Tô muito curiosa.
E me conta uns bastidores dos mesversários? Teve algum perrengue, alguma situação? Foi só festão. [Viih] A Lua, ela é muito boazinha. Então parece que é mesversário pra fazer foto, pra curtir, cantar parabéns. Ela não chora, ela fica sorrindo, olhando, assim. Eu fico feliz, porque se ela ficasse irritada, eu ia fazer um e não ia fazer nunca mais, a prioridade é ela, o jeitinho dela. Mas eu acho que perrengue, eu acho que o primeiro. Porque, como eu sou de prédio, tem um salão no prédio, né. Então, a partir do segundo, eu faço a festa no salão.
Porque o primeiro, na sala, era tanta bexiga, era tanta coisa. Porque você viu que eu falo que é só um bolinho, e quando você vai ver é… Um negócio, uma super decoração. E aí, ficou uma bagunça, acho que por uma semana a gente ficou arrancando pedaço de glitterzinho do chão, balãozinho. E aí, a partir do segundo, eu comecei a fazer no salão de festas, que fica a bagunça lá, tira de lá e fica lá, entendeu. Eu acho que foi isso só de perrengue. De desmontar, montar, porque é muita coisa. [Foquinha] E a Lua gostou de
te ver de Teletubbie? [Viih] Menina, ela não me reconheceu. Ela ficou olhando assim… [Foquinha ri] Ficou com uma cara estranha? [Viih] E o Eli então, que ela o Eli, ela ficou assim… [Foquinha ri] [Viih] Ela ficou olhando estranho assim, ela não gostou muito, não. Mas depois ela aceitou, quando ela ouviu a voz, ela deu um sorrisinho. [Foquinha] E tem uma pergunta que não quer calar já, desde já, Que é o tema da festa de um ano. Vocês já começaram a pensar? [Viih] Esse a gente já tem. [Foquinha] Já tá certo? Meu Deus! [Viih] Esse a
gente já tem com clareza e já estamos pensando em uma super… Aí a gente vai sair do salão de festas, vai fazer um… [Foquinha] Um grande evento. [Viih] Com um buffet, que dê pra sair. Porque agora, ela é muito pequenininha. Não faz sentido nenhum fazer num buffet de festa um mesversário. Até porque não vai ninguém, só vai a minha mãe e a mãe dele. Mas em um ano, vamos fazer num buffet, chamar a família, e tal. E o tema… Não vou contar. [Foquinha] Dá um spoiler. Uma diquinha. [Viih] Tem animais. [Foquinha] Tá. Aí pode ser,
assim, qualquer coisa. [Viih] Tem animais. E é um tema de alguma coisa, mas tem animais. [Foquinha] Se tiver uma foca, eu posso me vestir. [Viih] Boa! [Foquinha] Tá? [ri] [Viih] Boa, eu gostei, vai de foca. [Foquinha] Amei! Mas eu amo que tem uma piada na internet, que é o BBB do futuro, Que é com o Chris, com a Lua, a Bia… [Viih] O Caio, a Mel, a Melanie, da Loma. [Foquinha] Sim. [Viih] Quem mais? Tem vários bebês agora. [Foquinha] Tem vários bebês. Imagina esse BBB. [Viih] Tudo, Boninho tá aí. [Foquinha] Próxima. Agora tá vindo tudo
os... [Viih] O Eli fala, tipo: “Ah não, minha filha não vai no BBB, não”. Eu falei: “Vai, ela vai fazer o mesmo que você fez. Vai viver a vida dela, vai curtir. Por que você pode e ela não pode?” [Foquinha] Exatamente. [Viih] “Não pediria conselhos amorosos”. Imagina o Boninho dando conselho amoroso, gente. "Não pediria conselhos amorosos". Ai, eu vou falar uma pessoa que eu acho que eu não pediria conselho porque é muito evoluída. Já pedi, na verdade, uma vez. A Maísa. [Foquinha] Maísa? [Viih] Não pediria. Sabe por quê? Porque ela é muito empoderada e super
bem resolvida com a vida dela. Então você viu, ela namorou por muito tempo, terminou, ficou bem, terminou amiga, terminou bem. E aí ela viveu a vida dela e tá super… sabe? [Foquinha] Sim. [Viih] E muito nova. Ela era muito nova quando terminou. E ela terminou amiga da pessoa, numa conversa super amigável. Que isso? [Foquinha ri] Você já pediu conselhos pra ela? [Viih] Eu lembro que já. É que, na verdade, a gente é amiga há muito tempo. E na época, quando eu tive o primeiro relacionamento com Luiz, hoje a gente é amigo. Uma vez eu desabafei
com ela algumas coisas e ela era madura já! E ela nem namorava ainda, ela era super madura, muito mais que eu. Só que aí, não dá pra você pedir conselho pra alguém maduro nisso, em relação a conselho amoroso, porque você não vai fazer o que a pessoa falou. [Foquinha] Você não quer fazer aquilo. [Viih] A pessoa fala, eu falo: “Não, eu queria que você falasse pra fazer o que eu tô pensando”. Entendeu, pra você me apoiar a fazer merda. E ela não, ela é muito, muito madura. Então Maísa, não vai estar rolando porque… [Foquinha] Na
época que foi corna, não pediu ajuda pra Maísa? [Viih] Pra ninguém, eu só acertei e segui a vida. [ri] Vergonhoso. Mas pior que eu acho que ela me mandou mensagem. [Foquinha] Mandou? Fofa. [Viih] Ela é muito madura, juro. [Foquinha] Ela é, demais. Ai, Deus. Ah! Grudou. Agora tá vindo só os que você se lasca agora. [Viih] Ih, gente. “Não dividiria quarto em uma viagem”. Acho que o Boninho, né. Porque a Tatá, super tranquila, a Juliette também, a Carla também. Eu super dividiria quarto com elas. [Foquinha] Um quarto no BBB com Boninho. [ri] [Viih] Imagina, gente.
Como será que é o Boninho no BBB? [Foquinha] Eu queria ver também. [Viih] Sabia que eu acho que o Boninho tinha que fazer um BBB só com pessoas que ninguém tá imaginando que iria, sabe? [Foquinha] Mas tipo…? [Viih] Ele mesmo. [Foquinha ri] Até parece! [Viih] Alguns ex-BBBs, tipo, que foram icônicos. Imagina reunir edições diferentes de BBBs que foram icônicos. Isso aí ia bombar. [Foquinha] Seria tudo! Tipo o All Stars das drag queens da RuPaul’s. Não dividiria quarto uma viagem. [Viih] O Boninho, porque não faz muito sentido, vamos combinar, né. [Foquinha] Não mesmo. [Viih] Não faz
muito sentido. [Foquinha] Eu queria o Boninho aqui fazendo esse jogo, participando aqui. [Viih] Mas ele é tão sincero. [Foquinha] Então, ia ser tudo. [Viih] Ele é tão, tipo: “Ah, isso aqui...” que ele ia falar sem medo nenhum. Ele ia falar: “Esse foi pra esse, esse pra aquilo…” [Foquinha] Eu queria. Vem, vem, Bonis. [Viih] Ele é super de boa pra isso, eu acho. [Foquinha] Fechou. [Viih] Fechou então. [Foquinha] Vamos lá. Tem três, hein. [Viih] Tatá, Carla e Juliette. Tá ficando as coisas mais difíceis. “Entregaria a coroa de mais pegadora”. Entre as três, eu acho que quem
tá na fase… Agora parece que tá namorando, né, a Juliette. [Foquinha] Ah, é. Mas tudo bem. [Viih] A gente não é amigas próximas, mas pelo o que eu vejo na internet, parece que ela tá namorando. Mas, entre as três, que eu acho que usaria coroa direito, solteira, é a Juliette. [Foquinha] Você acha? [Viih] Eu acho que mais que a Tatá. A Tatá, eu não consigo imaginar curtindo e pegando muita gente. E a Carla também, não consigo imaginar curtir pegar muita gente. Agora, a Juliette, ela é mais, tipo assim, vivida. E tipo, “tô nem aí”, escrachada,
sabe. Mas nisso, ela é mais parecida. Então eu acho que a Juliette, se você não estivesse namorando... Eu acho que seria uma boa ideia pra fazer valer a coroa, né. [Foquinha] Exatamente. [Viih] Ter a coroa e não usar direito, não dá. [Foquinha] Eu acho que a Juliette é uma boa mesmo. [Viih] Eu acho que ela deve viver bem, entendeu? Enfim, solteira, livre e desimpedida. Ela não tem essa vibe de: “Ai, não posso. Ai, não quero”. Então eu acho que seria ela. [Foquinha] Ela tava lá na viagem com a Anitta curtindo horrores. [Viih] Então! E isso,
quando a gente conversava na casa do BBB, ela sempre me falava. Tipo: “Na minha vida antes, eu ia pra muitos carnavais, eu curtia, Com fantasia e pegava mesmo geral”. Então é da vibe dela de ser desprendida. Então… E acho que ela demorou pra ter relacionamento sério também. Então ela gosta da vibe de ser feliz sozinha. [Foquinha] Boa. [Viih] Então, ela. [Foquinha] A Ju, vocês não se falam tanto? [Viih] Não. Assim, a gente se falou quando eu saí da casa, teve algumas situações que a gente viveu lá dentro que eu me arrependi muito, que eu achei
que eu fui um pouco, talvez ignorante, assim, não sei. E eu falei: “Ju, me desculpa mesmo. Isso aqui não precisava”. E a Ju é muito madura né, muito mais do que eu. Ela é muito mais desenvolvida, que nem a Carla, pra mim. Elas batem de frente em relação a isso. E eu falei pra ela, e ela super entendeu. Ela falou: “Viih, tá tudo bem. Lá dentro você era tipo uma irmã mais nova pra mim”. Eu falei: “Ai…” Falou de família é comigo mesmo! [Foquinha ri] [Viih] E ela super entendeu. E aí depois, a gente conversou
outras vezes. Teve uma época que eu sofri um tipo de cancelamento ainda de BBB e ela postou até um áudio no Twitter falando: “Gente, não façam isso com a Vitória, não tem nada a ver. A gente está super bem, bem resolvidas”. A gente nunca foi amigas próximas, mas eu considero ela uma pessoa que me ensinou muito, muito, muito. Mesmo sem ela saber. Não foi tipo: “vou te ensinar agora”. Mas quando você sai de uma casa e vê coisas que envolvem a pessoa e que a pessoa tava tentando te ensinar algo lá dentro e você não
se tocou, você aprende mesmo na marra. Eu aprendi na marra. Então ela me ensinou muito sem ela saber. Eu tenho muita gratidão por ela. E aí, agora, recente, quando teve uma mini polêmica, né. Que quando eu fiz o chá revelação, eu mandei no WhatsApp pra ela, o convite. E não era o WhatsApp dela. Tipo, era outro, ela tinha mudado de número. E aí ela faz uma live falando: “Não, gente. Eu quero visitar a bebê”. Não sabia se era menino ou menina ainda. “Quero visitar a bebê, porque é um momento muito especial pra ela. Mas eu
também não fui convidada”, não sei o quê. Aí eu: “Foi sim!” [Foquinha] Ai, não acredito! [Viih] Aí eu chamei no WhatsApp, mandei print, ela pediu desculpa, foi nas redes dela e falou: “Gente, desculpa, foi sem querer”. Daí eu: “Não, tá tudo bem”. Aí a gente conversou. Depois que a Lua nasceu ela também mandou mensagem, desejou saúde, enfim. Então, hoje, eu tenho uma energia muito leve quanto a isso. Mas a Juliette já foi muitas pautas de terapia minha quando eu saí do BBB, porque eu me sentia muito mal e muito culpada com as coisas que eu
tinha vivido com ela, sabe. Tipo, porque eu não ajudei ela lá dentro em alguns momentos, porque eu não vi com os olhos do público, porque eu não fui o público lá e briguei por ela, sabe? Eu me culpei muito por um tempo, por não ter feito isso. Mas depois eu entendi que tudo bem, eu aprendi também, não era maduro o suficiente, como muitas pessoas aqui fora. E que bom que eu posso pedir desculpa, eu posso entender. Então, no final, a energia foi leve, foi tudo bem. [Foquinha] Ai, que legal! Madura, muita maturidade. Opa, peraí que
grudou. Ah, falando falando nisso… [Viih] “Seria minha dublê em um reality”. [Foquinha] Não, “dupla”. [Viih] Dupla, desculpa. “Dublê”. “Seria minha dupla em um reality”? [Foquinha] Se fosse, tipo, agora. Voltou, vai pro BBB, você pode escolher alguém pra ir com você de dupla. [Viih] A Tatá é mais minha amiga. [Foquinha] Ah, então… Você acha que ia ser mais… [Viih] Fácil da gente se entender. [Foquinha] É, com a Carla você já viveu, né, já teve aquele… [Viih] E a gente viu que a gente não foi dupla. Não vou mentir, falando que ia ser. Mas a Tatá, ela
é mais amiga. E agora que a gente tá gravando o MaterniDelas juntas então, é fofoca o dia inteiro. [Foquinha] Como seria vocês duas lá? [Viih] Eu acho que a gente ia jogar muito. Porque ela também é bem marqueteira na profissão. Então, lá dentro eu acho que ela ia levar a sério o negócio. [Foquinha] Sim. [Viih] E eu acho que a gente ia tentar, enfim, pensar bem antes de… De novo, né. Eu já vi que tenho que pensar bem antes de tomar uma atitude. Eu acho que ela é um pouco mais madura, acho que ela ia
ter uma opinião mais: “calma, analisa por esse lado”, sabe, dar um feedback bom ali. Então, eu acho que eu seria a razão… [Foquinha] A emoção? Ou a razão? Acho que a emoção. [Viih] Acho que eu seria a emoção e ela seria a razão. [Foquinha] No MaterniDelas já é assim, você acha? Quando vocês trocam coisas ali. [Viih] A gente tem uma sintonia muito parecida. A gente pensa muito igual, a gente se olha assim, a gente já sabe o que a gente tá pensando. Por exemplo, tem horas que tem que entrar a publi, Tem horas que tem
que falar de um tal assunto. A gente se olha, já sabe, tá na hora de fazer isso, tá na hora de puxar isso. A gente não precisa nem conversar, a gente já se entende e faz. Então tem uma sintonia muito gostosa. [Foquinha] Que legal. Você voltaria pro BBB se tivesse essa coisa de ir chamar pessoas…? [Viih] Se a Lua estivesse um pouco maior, sim. Agora não, mas se ela estivesse maior, sim. [Foquinha] Não ia te dar aquele medo? Do tipo “meu Deus, de novo”. [Viih] Do BBB, não, mas deixar a Lua aqui fora, sim. Mesmo
com o Eli, que é um paizão, com rede de apoio. Pô, três meses sem a filha, eu não sei como ela sentiria isso, né. Tanto que eu acho que as mães que vão, os pais, enfim, Ou pai com grávida, qualquer coisa assim, é muita determinação e coragem. Porque, tipo assim, tem que ter uma cabeça muito no lugar, porque eu não consigo. Não conseguiria. [Foquinha] Você já fica longe dela, você já fica… [Viih] Já fico apreensiva. Tipo, agora eu tô pensando: “Será que ela já mamou? Será que ela tá dormindo? Será que chegou bem no lugar?”,
enfim. Então mãe não desliga a mente. Eu tô aqui, mas tô pensando na Lua. Então é sempre assim. Então eu acho que seria a única coisa. [Foquinha] Mas tirando esse fato, você voltaria… [Viih] Super, super. [Foquinha] Aceitaria de novo, se fosse cancelada de novo… [Viih] Super! Gente, tá tudo bem. [Foquinha] Tá tão calejada, né? [Viih] Eu vou ser cancelada de novo em algum momento. Normal! Se você pôr na cabeça que você não vai ser, você vai criar muita expectativa sobre a internet. É mais fácil você aceitar que já é normal as pessoas falarem merda ou
fazerem merda, ser mal interpretado ou errar mesmo, é normal. Que tudo bem, sabe, você vai lidar melhor com a sua profissão. Te recomendo, Foquinha. [Foquinha] Tá bom. [Viih] Aceita que vai ser cancelada, porque uma hora você vai. [Foquinha] Vamos aceitar, vamos aceitar. [Viih] Principalmente no Big Brother. [Foquinha] Nossa, é. Dá medo, gente. Porque é isso, é isso que você falou. “Eu me culpava por não ter visto com os olhos do público”, é impossível. E esse que é o lance do BBB, é impossível, você não sabe o que tá acontecendo. [Viih] Por exemplo, muita coisa que
a Juliette viveu, como a gente tava falando dela, muita coisa que a Juliette viveu, eu não vi. Outras eu vi, confesso, podia ter tido uma atitude. Outras eu não vi, que falaram, que zoaram dela, eu não vi. Então você não tá lá em todas as conversas, todos os momentos. E a edição monta o que vocês veem, não o que eu vejo. Então é totalmente diferente. E quando você entende isso, você se culpa menos, sabe. [Foquinha] Ai, dureza. Bom, vamos pro último, o que sobrou? [Viih] O que sobrou pra Carla? [Foquinha] O que restou? [Viih] Carla,
desculpa, é o que restou, tá? [Foquinha] É… [Viih] “Não chamaria pro meu Open House” claro que chamaria, ela acabou de ficar solteira! Imagina, ela ia causar! [Foquinha ri] [Foquinha] A Carla causa solteira? [Viih] Eu nunca fui próxima a ponto de saber se ela causa solteira. Mas eu acho muito... glamourosa. [Foquinha] Ela é, então. Eu acho ela super assim… [Viih] Ela é muito elegante, então acho que ela ia escolher um super boy. Ela não ia escolher um boyzinho, ela ia escolher um super boy. [Foquinha] Entendi. Eu não imagino ela bebendo horrores, se jogando… [Viih] É, isso
não, eu não imagino também. Mas, mesmo assim, eu chamaria, porque eu tô numa fase mãe, né. Uma fase bem de boa… [Foquinha] Mas não vai chamar, porque a brincadeira é essa. [Viih] A brincadeira chama “Resta 1”, Carla. Você me desculpa, mas... Nesse caso, não vou estar chamando. Mas você é muito legal. [Foquinha] E vocês se resolveram também, como você falou, tá tudo… [Viih] Nossa, ela, tipo assim… Eu me culpei também. Me culpo pra tudo, né. Me culpei também, igual a Juliette. Mas ela foi totalmente diferente, porque ela já falou: “Viih, eu sei que você tá
se culpando, eu sei que você tá sentindo, já tive sua idade, eu já passei por coisas parecidas, tá tudo bem”. Então ela já me trouxe a luz. Parece que ela me carregou no colo e me abraçou, assim, sabe. E ela foi muito fofa e muito paciente. Então ela também foi super de boa. Acho que foram as duas únicas pessoas que aqui fora ficou marcado algo assim. Do tipo, de intriga. Então acho que as duas foram… Eu falo que as duas pessoas, a Carla Diaz e a Juliette, foram duas pessoas que me ensinaram muito sem perceber.
Porque eu escolhi aprender com o que eu vivi lá dentro com elas, entendeu? Eu escolhi lidar desse jeito. Então acaba que tudo o que elas viveram comigo, me trouxe alguma lição. Sabe, então foi importante. [Foquinha] Chega de se culpar, hein? [Viih] Chega! A terapia em dia! [Foquinha] Por favor. [Viih] Agora eu não me culpo mais, ainda mais mãe. Mãe se culpa pra tudo. [Foquinha] Exato. [Viih] Meu leite não tava saindo, tô me sentindo culpada, minha filha… Tô cansada, “eu não posso ficar cansada que eu tenho neném”. Não, posso sim, tô cansada. Meu leite não tá
saindo, infelizmente. Eu fiz silicone, mastopexia, areoloplastia nova e não tá saindo. [Foquinha] Qual foi o maior perrengue que você passou até agora? De maternidade, gravidez. [Viih] Acho que... Privação do sono. [Foquinha] Ah... [Viih] Porque eu era uma pessoa muito dorminhoca, eu era muito mimada. Tipo, vou dormir agora, porque eu quero dormir agora. Acordei agora porque acordei agora, vou... enfim. Então eu era uma pessoa mais individualista. Acho que não é nem individualista a palavra. [Foquinha] Você fazia seu horário, você tinha... [Viih] É, eu tinha minha própria agenda, era chefe do meu próprio negócio. Então eu podia
controlar, tipo assim, "não, hoje eu vou dormir até mais tarde". Não tem essa, não tem essa de dormir até mais tarde. Você vai acordar 5 da manhã todos os dias, porque seu bebê acorda às 5 da manhã. [Foquinha] Você vai dormir que horas? [Viih] Com ela. Ela dormiu 20h, eu já tô dormindo. Não me chamem. A partir das 19h... Agora eu tenho minha própria equipe, né, antes eu tinha agência. Então eu mando pra minha equipe: Tem que resolver hoje? Até às 19h. Só se for uma urgência você me liga. Nem manda mensagem que eu não
vou responder. Tô dando banho na minha filha, tô dando mamá. Tô pondo pra dormir e vou dormir também, não me enche o saco. Senão eu não acordo bem de madrugada pra dar mamá, ou no outro dia, sabe. Então é isso. [Foquinha] E muito cedo, né? [Viih] Muito cedo, é. Tipo... Eu falei que eu só ia voltar a trabalhar quando ela tivesse seis meses. Ia fazer uma licença maternidade. [Foquinha] Já faz quanto? [Viih] Ela tem quatro, eu voltei com dois. Na verdade, trabalho de casa, de stories, publicidades mais fáceis, assim... Voltei com 10 dias. [Foquinha] Sim.
Mas agora, de presencial, dois meses. [Foquinha] Sim. [Viih] E o Eli voltou com 1 e pouco. [Foquinha] Mas que bom que você tá feliz, fazendo as coisas que você quer. [Viih] Muito, agora eu me achei também no meu conteúdo de maternidade. Eu sou muito feliz fazendo isso. [Foquinha] Ah, que bom, Viih. [Viih] Eu sinto que as mulheres estão se sentindo bem, sabe. Tá tendo propósito. [Foquinha] E eu acho que é isso. É muito importante, porque a gente vê muitas influenciadoras que acabam de ser mães e tal... Tanto que você falou recentemente do corpo também. Tipo,
você mostrando a real do seu corpo e mostrando que... Ai, também, agora você quer fazer uma dieta, não sei o que e tal. [Viih] É, tô tentando me cuidar, tipo... Eu não quero ir pra cirurgia. Quem sou eu pra falar pra não fazer lipo? Eu sou lipada, eu já fiz lipo. Mas eu não quero fazer, porque eu quero ter um segundo filho. Imagina, faz a lipo e tem outro filho, não acho que seja o caminho ideal. Pra quê? Então eu quero focar na minha saúde também. [Foquinha] Sim. [Viih] Graças a Deus, em exames, tá tudo
bem. Mas eu quero fazer uma dieta, voltei a treinar. Odeio treinar, tenho ranço de treinar. Mas, pela minha saúde, tô ali. [Foquinha] Sim. Mas é muito importante ter você falando sobre isso, assim, sabe. De uma maneira muito real e atingindo tanta gente. Porque é isso, né, a gente vê muita coisa, a gente vê... Influenciadora que, né, não mostra a realidade ali. Parece que tudo é muito lindo, né, tudo perfeito. [Viih] Eu vou falar pra você que eu entendo o público quando eles falam isso. Porque eu, agora que virei mãe, eu me comparo muito! Tipo, eu
vejo uma mãe que teve neném comigo. Tem várias mães, você vê quando a Lua nasceu, tem uma renca de bebês atrás. Aí eu olho e falo: "Meu Deus, o corpo dela voltou muito rápido". "Ela tá, tipo assim, o corpo que ela tinha". E isso me faz mal, eu me sinto mal, me sinto culpada. Aí eu entendo os seguidores quando eles falam, tipo... [Foquinha] Claro. [Viih] Tanto que a Tata, por exemplo, ela tem uma genética... Ela teve bebê agora, a gente é muito amiga. Ela tem uma genética que o corpo dela voltou muito rápido. Ela fala
nos stories: "Eu não vou mostrar, porque isso não vai ajudar ninguém". A minha realidade não vai te ajudar, ou te servir pra algo. Só vai te mostrar que pra mim foi mais fácil esse quesito de voltar o corpo. Então pra quê que eu vou mostrar? [Foquinha] Sim. [Viih] Ela falou isso pra mim, a Lore Improta falou isso pra mim. E vocês estão fazendo um trabalho super certo, tipo... Tá tudo bem, sabe. [Foquinha] E cada um é cada um. Cada um tem um corpo, tem uma... [Viih] Cada um tem uma história. Uma maternidade, é muito única.
E cada um tem uma genética. Tem mulheres que realmente voltam muito rápido. Mas a maioria é como é comigo. É aos poucos, sabe? [Foquinha] Sim, sim. E vai ter festa de aniversário? Porque você gosta de um festão. Ou você tá... [Viih] Eu falei pro Eli assim. "Amor..." Ele perguntou: "Como você quer comemorar seu aniversário?" Eu falei: "fazendo nada". É um ótimo presente pra uma mãe. Fazer nada. É muito bom. [Foquinha] Uma massagem de presente. [Viih] Chegou sexta, eu não tenho nada pra fazer. Ai, que delícia. Eu não tenho nada pra fazer. Então foi o presente
que eu pedi. [Foquinha] Adorei, perfeito. Então aproveita seu aniversário. Obrigada, eu amei. [Viih] Eu amei muito, eu adoro falar. Falei demais, né? [Foquinha] Não, foi muito legal. [Viih] Que bom. [Foquinha] É muito legal conversar, tipo, sobre o que você já passou. Sobre a sua história, hoje com uma outra cabeça e vendo tudo o que você construiu até agora. Foi muito legal, obrigada. [Viih] Obrigada você, eu amei. [Foquinha] Quer deixar um recado final, alguma coisa? [Viih] Hum, acho que é isso, gente. Falei tudo. Se falei merda, é isso. [ri] [Foquinha] É meu jeitinho. [Viih] Se falei
alguma coisa que não gostaram, sinto muito, me desculpa, tchau. [riem] [Foquinha] Maravilhosa. E é isso. Quem será que vai estar na minha poltrona aqui daqui a pouco? [Viih] Eu quero saber. [Foquinha] É... Ó, se você ainda não viu os outros Foquinha Entrevista tem muita entrevista aqui no canal. Faz a maratona. E até o próximo, é nóis. ♪