a cada profissional deve reconhecer seu papel nesse processo de inclusão escolar pois tem uma função diferenciada do professor e não deve de maneira alguma ocupar o lugar do professor ou seja substituído na sua ausência a função do professor não é tão somente assinar mas a do intérprete é apenas interpretar Lacerda e tal afirmam que é necessário que haja uma mudança de postura por parte do professor que também tem o dever como educador de auxiliar o intérprete da língua de sinais em suas práticas Se o professor não assumir práticas que favorecem a atuação do intérprete da
libras consequentemente a compreensão do aluno surdo ficará comprometida as aulas são elaboradas pelo professor e o intérprete pode os sujeirinha de atividades e os trabalhos que possam facilitar compreensão do assunto em questão para o aluno surdo a parceria entre o professor eo intérprete promove o aumento do desempenho do aluno surdo Se o professor tiver noções básicas de libras toma ver ainda mais o processo de inclusão interpretar é tomar decisão incutiu informações não por quantidade volumétrica mas de compactar distrair com o máximo de significado mediante a limitação de tempo e processamento das falas no discurso e
o Congresso Nacional decretou e sancionou a lei 12319 de 1º de Setembro de2010 que regulamenta a profissão do tradutor intérprete da libras e da língua de sinais porém não é regulamentado pelo Ministério do Trabalho portanto em tese qualquer pessoa pode exercê-la não basta apenas que as escolas faculdades coloquem a Libras como mais uma disciplina é necessário que haja adequação curricular eficaz e apoio para os profissionais da área a interpretar envolve um ato cognitivo linguístico Ou seja é um processo em que o intérprete estará diante da pessoa que apresentam intenções comunicativas específicas e que utilizam línguas
diferentes você está completamente envolvido na interação comunicativa social e cultural com poder completo para influenciar o objeto e o produto da interpretação processo a informação dada na língua fonte e fazer escolhas lexicais estruturais semânticas e pragmáticas na língua-alvo que devem se aproximar o máximo possível da informação dada na língua fonte é o profissional que domina a língua de sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete deve dominar a libras e a língua portuguesa ele também pode dominar outras línguas como o inglês o espanhol a língua de
sinais Americanas e fazer a Interpretação da libras ou vice-versa e quando a carência de um intérprete da língua de sinais a interação entre surdos e pessoas que desconhecem a língua de sinais ficam prejudicada o surdo não participam de vários tipos de atividades sociais educacionais culturais e políticas não conseguem avançar em termos educacionais ficam desmotivados a participarem de encontros reuniões etc não tem acesso a discussões informações veiculadas na língua falada sendo portanto excluídos da interação social cultural e política sem direito ao exercício de sua cidadania Os surdos Não se fazem ouvir os ouvintes não os ouvintes
que não dominam a língua de sinais não consegue se comunicar com surdos e o que fazer o que é possível fazer primeiro investigação sobre todos os serviços de um intérprete existentes oficiais e extraoficiais criação de leis sobre o direito ao serviço de intérprete reivindicando que a sociedade Assuma a responsabilidade desses serviços reconhecimento da profissão de intérprete realização de pesquisa sobre interpretação e as condições de trabalho dos intérpretes formação sistemática para os intérpretes aumento de curso de língua de sinais criação de programas para a formação de novos intérpretes cursos que orientem os surdos como e quando
usar os serviços do intérprete e agora não temos de ver alguns mitos sobre o profissional intérprete professores de surdos são intérpretes de língua de sinais professores surdos professores de surdos sejam necessariamente intérprete de língua de sinais na verdade os professores são professores intérpretes intérpretes as pessoas ouvintes que dominam a língua de sinais são intérpretes não é verdade que dominar a língua de sinais seja suficiente para pessoa exercer a profissão de intérprete de língua de sinais e e os filhos de pais surdos são intérpretes de língua de sinais ser filho de pais surdos não é suficiente
para garantir que o mesmo seja considerado um teto de língua de sinais normalmente os filhos de pais surdos só intermediam a relação entre os pais um as outras pessoas mas desconhecem as técnicas estratégias e processo de tradução e interpretação pois não possuem qualificação para isso o outro mito as línguas de sinais possuem falha em sua organização gramatical Afinal são derivadas das línguas orais não possuem estrutura própria e são inferiores em relação as línguas orais e não é verdade a Libras é uma língua independente da língua falada possui a estrutura tal qual independente das normas exigidas
na língua escrita oral recentes pesquisas confirmam que as línguas de sinais não é apenas um conjunto de sinais a serem expressos mas uma nova modalidade da língua moderna e no capítulo 6 Vamos estudar sobre o código de ética e o código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação o intérprete tem a responsabilidade pela veracidade e fidelidade das informações ética deve estar na Essência desse profissional é descrito o código de ética que é parte integrante do regimento interno do departamento Nacional de intérpretes da Fênix em e no capítulo mundo código
de ética nós vamos ver os princípios fundamentais o artigo primeiro são deveres fundamentais do intérprete primeiro ser uma pessoa de Alto caráter moral honesto consciente confidente e desequilíbrio emocional ele guardar informações confidenciais e não poderá atrair confidências segundo manter uma atitude Imparcial durante o transcurso da interpretação evitando interferências e opiniões próprias a menos que seja requerido pelo grupo A fazê-lo terceiro interpretar finalmente com a melhor de sua habilidade sempre transmitindo o pensamento a intenção o espírito do palestrante quarto reconhecer o seu próprio nível de competência e ser Prudente em aceitar tá tô procurando assistência de
outros intérpretes e outros profissionais quando necessário especialmente em palestras técnicas quinto o intérprete deve adotar uma conduta adequada que se vestir sem adereços mantendo a dignidade da profissão e não chamar a atenção indevida sobre sim durante o exercício da função [Música] e no capítulo dois nós vamos ver a relação com contratante do serviço então 6º parágrafo o intérprete deve ser remunerado por serviços prestados e se dispor a providenciar serviços de interpretação em situações onde Fundos não são possíveis sétimo acordos em níveis profissionais devem ter remuneração de acordo com a tabela de cada estado aprovado pela
fez no capítulo 3 vamos ver a responsabilidade profissional 8º parágrafo o intérprete jamais devem encorajar pessoas surdas a buscarem decisões legais ou outras em seu favor o nono o intérprete deve considerar os diversos níveis da língua brasileira de sinais bem como da língua portuguesa 10º em casos legais o intérprete deve informar a autoridade Qual o nível de comunicação da pessoa envolvida informando que a interpretação literal não é possível e o intérprete então terá que parafrasear de modo claro que está sendo dito a pessoa surda e o que ela está dizendo autoridade 11º o intérprete deve
procurar manter a dignidade o respeito EA pureza das línguas envolvidas ele também deve estar pronto para aprender e aceitar novos sinais sem isso for necessário para o seu entendimento o 12º o intérprete deve esforçar-se para reconhecer os vários tipos de assistência ao surdo e fazendo melhor para atender às suas necessidades particulares no capítulo quatro relação com os colegas décimo terceiro parágrafo reconhecendo a necessidade para o seu desenvolvimento profissional o intérprete deve agrupar-se com colegas profissionais com propósito de dividir novos conhecimentos de vida e desenvolver suas capacidades expressivas e receptiva sem interpretação e tradução parágrafo único
o intérprete deve esclarecer ao público no que diz respeito ao surdo sempre que possível reconhecendo que muitos equívocos mais informação têm surgido devido à falta de conhecimento do público sobre a natureza da surdez EA comunicação com surdo