Olá, tudo bem com vocês? Testando aqui para ver se tá funcionando. Acho que sim. Então, temos aqui uma aulinha curta, tá? curta pro meu padrão, longa para outros canais, curta para o meu padrão. Então, eh, o assunto é a guerra contra a razão como a pósverdade manipula sua mente. Esse é um assunto extremamente importante e eu vou fazer da maneira mais simples possível, fácil de entender, com exemplos que vão saindo na hora dentro do que tá acontecendo no Brasil e no mundo, para que vocês possam compreender sempre e enxergar o que está rolando e porque
a humanidade aceita, não reage, eh defende que é o mais grave. esses fatos e condições que são faladas. Portanto, eu vou abrir a tela aqui no formato de webinário, porque sempre é fundamental texto e imagem para que a cognição seja aumentada. É muito fácil colocar aqui um teleprompter e ir falando com o olho, sim para vocês, mas eh não causa o efeito, a não ser talvez mais positivo pro canal, para aqueles que não gostam de texto e imagem. Entretanto, meu objetivo é sempre ativar a cognição, aumentar o processamento de informação. E é por isso que
eu preparo sempre o texto, que em vez de estar num teleprompter, ele é colocado para que você faça parte dessa descoberta e fluxo informacional. E vamos juntos para poder transformar isso na sua mente e te ajudar, se é que você ainda precisa disso, porque muitos já que estão comigo há um tempo, já não precisam de tantos empurrões, mas um pouquinho de banco de informação é bom para todo mundo, principalmente aqueles que estão novos aqui no meu canal e que tenham uma dificuldade com conteúdos de webinários mais densos e que, portanto, esse aqui é bom para
todo mundo. Então vamos lá. Vou compartilhar a tela aqui. E aqui estamos. Som tudo em ordem. Vamos lá. A guerra contra a razão. Como a pósverdade manipula a sua mente. Então eu já vou explicar direitinho a história da pós verdade é quando a verdade já não mais faz diferença. E boa parte do que temos no mundo é que tanto faz. Diga o que diga. Ninguém quase das massas ou grupos se indignam com fatos de fato de grande de grande impacto aqueles que deveriam gerar indignação. É, vemos reações tolas em função de fulano disse isso, Ciclano
disse aquilo, não gostei do que falou, aquela coisa muito pessoal e dentro de um conceito do ego e não de um conceito de uma pessoa desperta para tudo que estão fazendo conosco nesse mundo e para onde estão levando a humanidade. Então, todos os dias e é o ponto, somos bombardeados por notícias, opiniões, análises, especialistas, especialistas com X é o termo, porque estão todos fazendo parte do sistema. Narrativas, cada uma afirmando possuir a verdade. Mas temos um problema nesse não vivemos apenas no mundo de verdade e mentira. Vivemos em um mundo muito mais complexo, um mundo
de neoderdades. Isso é aquilo que já não é mais a verdade e também já nem mais é vista como mentira. Então são as novas verdades que estão no caminho do duplo pensar ou dupli pensar. pode ser colocadas duas formas, que é do livro do George Orwell, 1984, que é aquilo que é guerra e paz, que é o que nós temos hoje, liberdade é escravidão e ignorância é força. Hoje nós estamos com essas três situações de frases em ação. E isso é uma ne verdade, não se percebe mais o contexto. Então o trompete diz: "Vou libertar
o Irã, vou atacá-los, os atacar antes que eles nos ataquem." Contextos como esse são neades e as pessoas caem nas narrativas da mídia. Essas narrativas são construídas sempre com esses pedaços de realidade, como eu falei, misturados com interpretações, vieses e interesses se jogam contextos de emoção para a manipulação das massas, inserindo, como sempre os gatilhos emocionais, que é o termo emoção, para que as massas se direcionem inconscientes e aceitem ou se movimentem quando forem determinadas, não por seu livre arbítrio, mas a elas for colocado determinação do sistema para que se movimentem. Então, e quando a
verdade e mentira se tornam indistinguíveis, algo muito mais perigoso acontece. Não é apenas a verdade que desaparece, é a própria capacidade de pensar, que é hoje um grande problema, né? As pessoas não querem pensar, elas brigam comigo, não todo mundo, mas surgem alguns debaixo daqueles shorts do YouTube de 59 segundos, brigando assim, xingando embaixo. Ela não disse o que deveria, ela não revelou o que tinha, que é o que é a frase que se coloca debaixo do teaser para provocar em um videozinho short de um corte de um webinário de 2 3 horas, eh, aonde
ou então um podcast de 2 horas, aonde um assunto foi discutido, se cortam 59 segundos e a pessoa não se toca de que não foi dada a iluminação. completa através desse vídeo de 59 segundos, porque ele tem apenas 59 segundos. Então, nós temos eh uma situação aonde primeiro há essa preguiça de pensar que não é só preguiça, de, como eu já expliquei várias vezes, há um dano efetivo no cérebro, no lobo frontal principalmente, não só que é a área da bateria do cérebro. Então, as pessoas não querem pensar que é tudo curtinho, quer revelação, não
quer descoberta. E a diferença entre caminhar pelo fluxo da descoberta e chegar sozinho a um contexto realmente de valor frente a uma revelação curtinha. Me diz aí quem são os donos do mundo. Diz o nome aí. Ah, é o José Gold Smith e o Antônio Rochild. Tá aí, ficou feliz. Agora, se você disser que tem que então avaliar a história e voltar no tempo para poder aí xingam, então é esse tipo de contexto que está dentro do que exatamente o sistema quer e obviamente criou uma massa que se movimenta em partes da maneira como o
sistema quer, porque elas aceitam todas as narrativas prontas e fáceis que se liberam na mídia através de seus representantes, aqueles que são os influenciadores pagos ou não vistos como pagos, mas são todos bem pagos de uma maneira ou outra, visível ou invisível. Tem uma frase aqui famosa, falei do George Orel, do livro 1984 e George Orel, então falou essa famosa citação. Em tempos de engano universal, dizer a verdade se torna um ato revolucionário e aqueles que estão com outra revolução pulam em cima de você. Mas temos que ter coragem mesmo assim e sermos os que
estamos brandindo a espada, né? Shakedpar, como diria então William Shakespeare. Shakedespear, esse é o nome que lhe foi atribuído exatamente para isso, para poder brandir a espada e mostrar um caminho através de um nível cultural com sempre ilusões de um teatro que contava mais verdades do que mentiras. Então essa frase atribuída a George Orrell, talvez nunca tenha sido tão atual. como agora. E quando isso acontece, a consciência não é apenas eh o exemplo de uma confusão extrema. A consequência é algo muito mais perigoso. A consequência, a consciência é o exemplo e a consequência é apenas
confusão, né? E isso é então algo muito perigoso que demanda. E vemos que a consequência é a destruição da capacidade de pensar, como eu estava mostrando. Então, pra gente poder desenvolver isso, volta numa figurinha que eu sempre uso e é sempre a mesma, que é como o conhecimento é desenvolvido. O que é a teoria do conhecimento dentro do mundo da filosofia? Então, temos que olhar o mundo das crenças. que é aquilo que serve, tipo assim, canalizou e colocou isso num canal, mas diz que canalizou não precisa de fonte bibliográfica, mas aí você faz uma citação
de dados oficiais e científicos de qualidade embasados, mas não cita quais são. Escreve embaixo, cadê as fontes bibliográficas? Ou seja, para aquilo que é verdade a contestação. Para aquilo que é crença, ninguém contesta e aceita. E assim é criado o conhecimento entre o mundo em que no qual você pode encontrar verdades. O do meio meio científico hoje cria muitas crenças baseada em verdades parciais ou em mentiras criadas e viram crenças. muitas dentro da área da saúde, por exemplo, e dramaticamente sendo implantadas e usadas contra a humanidade. Mas isso vem muito no meio dos mitos das
religiões e os gatilhos que saem das religiões, como os mitos de salvação, os personagens que se apresentam para a salvação no mundo. O trumpete aí é um exemplo. Aqui no Brasil foram vários e todos eles enganaram de um jeito ou de outro as massas sedentas por um caminho de libertação, sem fazer a sua própria ação, que eis o problema. Então, o que se chama de conhecimento é o entender que navegamos em um mundo aonde verdades e crenças criam um meio no qual fica difícil de se entender o que realmente está acontecendo. Então, nós temos os
famosos problemas da filosofia aqui. um agente do sistema. Já falei por em outros webinários e aulas, não vou ficar explicando isso aqui, mas entretanto, todos os que são agentes do sistema e estão no meio científico ou filosófico, eles acabam utilizando exatamente verdades e mentiras mescladas, criando uma nova teoria do conhecimento, gerando novas narrativas e conceitos que, por vezes, podem ser úteis ou totalmente inúteis para o desperto. mas se tornam ferramentas para as massas serem conduzidas de um jeito ou de outro. Mas aqui ele está utilizando um conceito correto. Então vamos olhar para isso. Então ele
disse, os problemas em os problemas da filosofia, Bertran Russell distingue dois modos fundamentais de conhecer. o conhecimento por descrição e o conhecimento por familiaridade. Tem mais do que isso, mas vamos olhar esses dois porque são interessantes nesse contexto. O conhecimento por familiaridade ocorre quando a mente entra em contato direto com aquilo que conhece. Então, as pessoas quando reconhecem coisas dão mais valor a elas. Exemplo, quando eu utilizo contextos em novos cursos de coisas que elas conhecem, mesmo que depois eu vá desconstruir isso no curso, elas avançam muito mais facilmente se inscrevem porque elas reconhecem padrões.
Então, o contato direto com aquilo que conhece lhe dá conforto e a partir disso ela se identifica e avança. Então ela não depende de raciocínio para isso, provas ou mediações lógicas, porque ela reconhece. Agora, se ela não reconhecer, as provas ou as mediações lógicas serão mais necessárias ou nem serão usadas, porque a pessoa nem vai querer adentrar em um caminho desconhecido. E aí eu vejo o resultado em pessoas se projetando a cursos que são mais complexos de quebra total de paradigma ou não. Então nós distinguimos os alunos facilmente através desse tipo de chave que eu
utilizo nas chamadas de cursos. Então essa coisa do reconhecimento tem dois níveis também, é um saber imediato. Então você reconhece aquilo que pode até ser bom. Dentro da teoria do conhecimento, temos que reconhecer, validar o que serve, o que é bom e seguir adiante. Mas o lado inversivo disso é que a pessoa então ela se sente confortável pel aquilo que ela reconhece. Aí estão os gatilhos religiosos, por exemplo, ou os mitos que são utilizados e ela vai cair em uma futura armadilha, né? Então, é um saber imediato que nasce da experiência direta da consciência com
o objeto ou com alguma coisa que se fala a respeito. Em uma era de pósverdade, que é onde nós estamos, grande parte das pessoas vivem apenas de conhecimento por descrição, que é este segundo modelo, que é narrativas, manchetes, opiniões repetidas. Então, elas repetem que nem papagaio e o que acha que tá sabendo de tudo e está lá. Porque tá vendo as notícias, então tá repetindo aquilo que estão dizendo e defende o ponto de vista, né? O trompete invadiu o Irã está em guerra lá porque ele disse que então vai libertar o Irã do Islã Shit,
enquanto que Nova York está atacado exatamente por isso e outras cidades americanas estão exatamente atacadas pelo mesmo padrão. E nós temos, como já mostrei para vocês, o modelo financeiro mundial é a xaria financeira, onde o judaísmo não mais existe da forma como você imagina. Então é um sionismo fundido com xharia financeira. É o modelo que se apresenta em modelos como o capitalismo de compartilhamento que foi apresentado pelo Fórum Econômico Mundial. Tem webinários gratuitos no canal, não sei se tá lá ainda, mas fiz recentemente mostrando para vocês a fusão desses dois. Não tem ninguém brigando, né,
a nível superior, apenas a nível inferior, para mudar uma geopolítica. O mapa mundial será alterado. O próprio Irã vai ser dividido em pedaços. Pode ver que Israel já tá defendendo o uma parte do território, Estados Unidos defendendo outra parte do território e isso vai acontecer em outros países, inclusive o Brasil, que deixarão de ser países, como eu já venho mostrando isso para vocês, regiões surgirão. Então, dentro dessas regiões, é, a fragmentação de países ocorrerá por novos grupos, inclusive étnicos. Isso tudo você vai ver, eu já venho mostrando em detalhes. Então, essa narrativa toda que é
feita, as pessoas que acreditam nessa descrição que é feita de que o conhecimento está sendo entregue por essas narrativas e de que porque tá vendo vídeo de geopolítica que discute, um deu a pancada para lá, o outro deu uma pancada para lá, então acho que esse aqui que vai ganhar, não esse aqui que tá perdendo, acho que tá entendendo. E ela está dentro da narrativa, como também uma série de canais que estão nesses meios de mídias sociais e são ou agentes do sistema ou então narradores de conhecimento por descrição. Mas a sanidade intelectual exige recuperar
o conhecimento por familiaridade, que é o contato direto com a realidade. E aí é um ponto em que é muito difícil, porque o Bertan Russell não tinha exatamente um compromisso com a realidade da sob o ponto de vista do que ela é de fato, mas ele gerou uma descrição dentro do mundo que se observa. E aí então ele fala conhecimento por familiaridade. Então Russel alerta implicitamente pro risco. Quanto mais nossa relação com o mundo passa a depender de descrições mediadas, mais nos afastamos da experiência direta da realidade. Então nós temos de qualquer forma entre as
duas afastamento da realidade, ou seja, da verdade. que ele não discute aletea ou véritas. A verdade que se considera eh aquilo que se aceita, aquilo que as pessoas repetem porque foi escrito em certos livros de história e se ensina nas escolas. É véritas é a verdade acordada. Enquanto que a letia é a verdade que não foi acordado, mas que ela pode ser descoberta, pelo menos em boa parte, quando a pessoa percebe que ela está sendo enganada por narrativas do sistema e começa a se dedicar a descobrir isso. É um papel da minha escola. Eu sei
que você não tem tempo para fazer essa descoberta sozinho, porque levaria uma vida inteira para chegar ao nível que você pode chegar através de um ano e estudando intensamente comigo, porque eu fiz isso por você. Mas o meu papel não é te jogar guela abaixo esse ensinamento, assim, te conduzir. Então, quando alguns reclamam, ai como ela cansa, por que que ela não diz logo as coisas? Porque o meu papel exatamente ensinar você a ter raciocínio. E se eu revelar e for tudo curtinho, eu estarei fazendo exatamente o que o sistema faz, destruindo a mente da
pessoa e a conduzindo para verdades reveladas que são apenas aceitas porque o sistema deseja. Meu papel não é esse, é te conduzir pela experiência da informação. E isto é o que transforma a sua mente, porque você vai percebendo e descobrindo por si mesmo, através da sua própria experiência de observação no mundo, agora com um banco de dados, a diferença entre verdades e mentiras, aleteia e véritas. Então, Rúcio ainda já percebia que grande parte do que acreditamos, achamos que nós sabemos e boa parte acha que sabe sobre o mundo. É apenas informação recebida, não experiência vivida.
Então, eu acabei de falar que se você não experienciar a informação e entender a diferença entre verdades e mentiras, entre imposições do sistema e aquilo que isso acarreta realmente para você, se essa sua experiência informacional não acontecer, você nunca vai chegar a um nível de ter o a teoria do conhecimento e atingir estados maiores mentais. Então essa distinção se tornaria extremamente relevante no século seguinte, mais um agente do sistema, mas que é relevante, embora implante as suas versões encomendadas pelo próprio sistema. Aqui é Hanarend, que veio décadas depois e aprofunda o problema em sua análise
sobre mentira política e propaganda. Em textos como Verdade e Política Crises da República, Arende observa que regimes políticos modernos descobriram algo decisivo. A realidade pode ser substituída por narrativas cuidadosamente construídas. Não é só sistemas políticos modernos. Tinha um viés encomendado, né? Isso vem já bem narrado desde a Roma antiga, onde nós tínhamos classes pagantes para que personagens influenciadores fossem às praças de fazer seus discursos e inflamar o público. Então, esses eram os patrícios que pagavam aos informantes do povo, né? Então, a falar as coisas, como os demagogos eram uma dessas classes que falavam aqui, por
isso que o termo demagoga apareceu, que falavam aquilo que o público queria ouvir e facilmente seria conduzido com promessas e por aí vai. Então, ela afirma algo extremamente importante, o problema da mentira política moderna, então porque ela tem esse viés, não é apenas ocultar a verdade, mas destruir a própria distinção entre verdade e mentira. Eh, é correto. Quando isso acontece, as pessoas deixam de ter um ponto de referência para julgar o mundo, correto? Elas deixam de ter um ponto de referência porque elas não conseguem mais distinguir as coisas e se acomodam em crenças em o
fulano disse, ele parece ser legal, vamos votar nele. A verdade deixa de ser um fato verificável e passa a ser apenas uma disputa de versões. Então esse fenômeno já aparecia em propaganda de guerra, regimes totalitários e manipulação mediática. que nós estamos exatamente nos sistemas totalitários, que é a tecnocracia, se impondo com estilo que parece sutil. Então as pessoas não percebem que este é um sistema totalitário tecnocrático e os movimentos do trumpete estão de acordo em consonância com o Putin e o Xixi. Putin e xixi e trumpete, os três em ação. E o que vem acontecendo
aqui no Brasil? aonde de forma hilária, uma mídia de esquerda agora e era defensor de esquerda, agora elegeu certos profetas para delatar a esquerda dentro de tudo daquilo que vem sendo feito, como é o escândalo do Banco Master, que é de propósito para quê? para enriquecer uma turma que vai sair porque não é mais necessária dentro do modelo tecnocrático. Eles vão sair na boa, levando muito dinheiro que foi desviado para isso e gera o escândalo necessário para que uma nova situação seja colocada e o povo ache que foi ele que então decidiu votar em o
modelo que ele acha que é direita, mas é o que se chama de terceira via. E porque a terceira via é o modelo da tecnocracia que se coloca em ação. Isso eu venho explicando em detalhes em tantos webinários e cursos que eu acho que é chovendo molhado eu ficar dizendo aqui o objetivo é o contexto filosófico da coisa. E aqui vem um que eu gosto bastante, é o Jan Bodriler, por causa do de um assunto que é o simulacro, a realidade sendo uma simulação. E foi copiado por vários outros, como é o Buunchu Han, que
é um filósofo mais recente, que copiou vários outros e fez um estilo mais facilinho de se entender, mas não tão impactante e profundo. Então, João Budriler leva essa análise a um estágio ainda mais radical em obras como Simulacros em Simulação de 191 ou A Sociedade do Consumo de 1970. Espero que as datas estejam corretas. Ele afirma que a sociedade contemporânea entrou em uma nova fase, a hiperrealidade. Eu gosto muito desse assunto da hiperrealidade, porque eu falo dele já há muitos anos. Hoje tudo é hiperre. Aceitam-se coisas que não fazem o menor sentido, mas viraram hits
culturais ou imposições culturais geneticamente impossíveis ou então cientificamente improváveis. Não importa se aceita a narrativa hiperreal e se for alguém de referência, mesmo que seja um suposto cientista afirmando absurdos completos que não fazem sentido dentro da própria ciência, essa hiperrealidade ou hiperrealismo, ele é aceito. Então, entramos num processo de meta, realidade e hiperrealidade, além da realidade. Nesse estágio, representações não apenas distorcem a realidade, elas substituem a própria realidade. Então, bodriler chama isso de simulacro. A própria questão hoje de termos um robô que anda como um humano, a cada vez mais refinado, está falando com vozes
mais amigáveis a nossos ouvidos, simulando humanos e a aparência então vai sendo conduzida nessa direção. esse simulacro de humanos está aprendendo a simular humanos e fazendo com que a realidade fique muito confusa entre o que é um humano e o que é uma máquina. Então, um simulacre é uma representação que não remete mais a nenhum original real, mas que continua funcionando como se fosse real. Então, toda a inteligência artificial, todo o sistema de geração de imagens simuladas é exatamente a hiper realidade, aonde a realidade de fato vai dando um fading out, como se fala em
inglês, vai se dissolvendo, ficando fosca cada vez mais perdendo o seu formato, surgindo cada vez mais um mundo falso digital, de simulação do mundo anterior. exemplos típicos. Então, nós temos isso na mídia. Então, novas verdades se colocam e a verdade desaparece. Publicidade falando o que que é. Qualquer coisa pode fazer qualquer coisa. Na medicina, por exemplo, defendem absurdos e que geram danos. Basta esperar o tempo e olhar as publicações mostrando, mas mesmo que tenham publicações mostrando e vão aumentando em quantidade, parece que não faz diferença nenhuma. Basta uma nova campanha e as massas correrão porque
a simulação impacta mais do que a verdade, mesmo que a verdade salve a sua vida e a simulação a vá retirar de imediato ou com o tempo. Culturas de massa, então conceitos absurdos que são colocados, narrativas políticas que são aceitas também porque é o novo normal. Então, no mundo do simulacro, o que importa não é o que é o verdadeiro. O que importa é o que parece ser legal, que, portanto, é considerado verdadeiro. Ou nem conceito é esse, é só legal. A era digital, nós temos então uma entrada nela, um colapso entre realidade narrativa. Então,
com a internet e as redes sociais, esses três fenômenos convergem. Russell, voltando a ele, se torna então universal ao avaliar todos esses aspectos. A maioria do que sabemos sobre o mundo é conhecimento por descrição. É o que nos dizem, é aquilo que tava no livrinho. A pessoa que manda a pergunta pra professora e diz: "Qual livro eu leio sobre isso?" Eu sempre respondo, nenhum e todos, porque nenhum deles te dará o que você precisa saber. Ao mesmo tempo que todos eles farão com que você seja capaz de então discernir que alguns têm problemas a maior
e outros apresentam problemas de mentiras e de manipulações a menor. Então, qual quase ninguém presencia os eventos que acredita compreender. Sabemos sobre política, guerra, ciência e economia apenas por meio de manchetes, feits, algoritmos, narrativas virais e o contato direto com a realidade é uma coisa extremamente rara e tende a desaparecer porque estamos entrando a cada vez mais. Não que o mundo não fosse dessa forma, mas nós tivemos flutuações no conceito e agora toda vez que é uma mudança de fase, então estamos mudando para uma nova ordem, então a verdade deve ser anteriormente aceita ou vista
como tal, ela deve ser desmontada para introduzir um novo padrão. E aí é que a coisa anda. Então aí nós temos um pouco mais de Hanarendes, onde ela intensifica: "A manipulação da verdade se torna estrutural. Não é mais necessário convencer as pessoas de uma mentira específica? Basta criar um ambiente onde cada grupo possui sua própria narrativa. A verdade se fragmenta, tudo vira disputa interpretativa. Então a consequência é exatamente o que ela então frisou, que é a dissolução da realidade compartilhada. Então as bolhas, cada um com a sua versão. Então uma realidade compartilhada é aonde então
um contexto é aceito em grande parte. Mas aqui temos então uma dissolução disso para que se fragmente da mesma forma que eu falei que o Irã fragmentará Estados Unidos fragmentará a Rússia fragmentará China e assim por diante. Brasil. Então, ao fragmentar a realidade compartilhada é desfeita e e é sobreposta uma nova situação, que é o que vem aí no que eu já falei em outros webinários. Então, se concretiza através de um pouco mais de informação a respeito disso de forma simples, como eu falei, a internet cria o ambiente perfeito para o simulacro. O que circula
nas redes? Não são fatos, mas versões, interpretações, memes, imagens, narrativas emocionais, mimimismos. Então o resultado é que BR chamaria de hiperrealidade digital, um espaço onde representações circulam mais rápido que os acontecimentos reais. Então não faz diferença se é real ou não, se realmente aquela bomba caiu ou não. E hoje vemos uma série de vídeos no YouTube que supostamente são noticiários, né, e que te contam coisas que não aconteceram até criam agora com a inteligência artificial criam imagens que não ocorreram ou teoricamente estão apenas fazendo para capturar mídia. para eles. Então, atenção do público ou de
fato existe uma intenção por detrás que é de um grupo central que cria esses outros para que eles gerem informações difusas e errôneas para gerar a cada vez mais confusão, seja em qual área for. Então, uma forma de reduzir a a pouca frase é que Rusel fala da perda do contrato com real. Arendit, manipulação da verdade. BR, substituição pelo simulacro e a era digital é então a hiperrealidade algorítmica. E aí entramos para detalhar isso melhor, a pósverdade como fenômeno cognitivo. Essa chamada pósverdade é o resultado dessa convergência e ela ocorre quando a experiência direta da
realidade desaparece, né? Voltando aqui ao quadro aqui, ups, a verdade se torna politicamente manipulável e as representações substituem o real. Então, uma tabela só para ficar bem claro. Então, nesse cenário, o critério de verdade deixe de ser evidência, verificação, coerência. Então, não importa se tem 100 estudos mostrando o dano que uma coisa na área da saúde fez ao longo desses 5 anos. Não importa, porque o cenário deixa de ter esse critério de verificar a verdade, porque a narrativa é mais forte. A ideia ou a promessa que se vende, ela é mais forte do que a
evidência, a verificação e a coerência. E esse é um fim de tempo, né? Ou seja, dos tempos. E é o que gera exatamente o desaparecimento das coisas. quando a evidência, a verificação e a coerência não são mais o prioritário para as grandes massas, embora ainda tenhamos e ainda bem muitos que buscam isso. Então, passa a ser simplesmente impacto emocional e repetição de narrativa, que é o que vemos nas notícias, todo mundo nas notícias, eh, nas redes, né, grandes redes de jornais, falando a mesma coisa. Entenda quando uma Globo News fala o oposto do que vinha
falando e defende o oposto do que vinha dizendo, quando no Jornal Nacional surge uma crítica a uma esquerda, uma revelação da verdade, você pode ter certeza que isso não é para o bem maior e sim para a condução da boiada em uma nova direção, porque é isso que o sistema deseja e é o que vai acontecer. Então, a verdadeira guerra é contra a razão. Durante séculos, a filosofia buscou responder uma pergunta fundamental: "Como sabemos que algo é verdadeiro?" Este campo se chama, que é aquele quadro da filosofia que eu pus lá lá em no início
dessa aula lá em cima, que é a teoria do conhecimento que se chama de epistemologia. Então, filósofos como Emanuel Kant analisaram profundamente os limites da razão humana. Cant mostrou algo importante. Nossa mente não percebe a realidade diretamente. Ela percebe fenômenos, coisas que então para cada um de nós terá um certo impacto e será representado de uma determinada maneira baseada em filtros dentro dos crédos, da informação que cada um tem. Então, uma mesma coisa pode ser várias coisas. baseada nessas situações narrativas e crenças daquilo que se aceita e se descreve frente a algo que aparece. Então,
uma mesma coisa pode ser boa ou ruim em função da descrição e do conceito cultural que foi dado entre tempos ou em um tempo específico. Ou seja, isso difere da verdade, só que a verdade fundamental está por detrás. Então, a verdade ela existe. O que o que ocorre é que a interpretação e a narrativa dada frente ao objeto o transforma no campo perceptivo e na consideração dada em determinado momento por grupos ou por uma própria humanidade em outra coisa que pode ser boa ou ruim. Mas a realidade em si, o núo, aquilo que é a
fonte anterior, a priori, aquilo que é o a fonte real, é um termo que foi dado por Kant, mas eh existem outros termos para se colocar também. aquilo que é a fonte original antes da definição perceptiva em um determinado momento que convém aos conceitos de uma época, o número permanece além do nosso acesso direto. E significa que todo conhecimento humano já começa com uma limitação. Aquilo que eu vou dizer que algo é, porque eu vou utilizar a informação que eu tenho. Então, se eu sou religiosa e nunca tive nenhuma informação além de livros religiosos, quando
uma coisa desce do céu, aparece na minha frente, eu vou tentar descrever isso dentro do mundo que eu conheço. Então eu chamarei a isso, darei a isso, a descrição da minha época, do campo de informação que eu tenho. Então, uma mesma coisa ou o mesmo fenômeno ocorrido em tempos diferentes da humanidade pode ter ter sido chamado de anjos, demônios ou extraterrestres, por exemplo. Mas essa limitação não significa que a verdade não exista, que eu falei, significa apenas que precisamos desenvolver métodos rigorosos de discernimento e, principalmente, sermos capazes de entender, distinguir verdades e mentiras através de
um banco de informação muito grande. Como é que o cientista sabe se o experimento deu certo ou errado? Se a molécula ou a substância testada é mais próxima de ser ruim ou fraca ou mais próxima de ser ideal, ele aumenta o número de versões, experimentos, variações, desafios e sistemas de controles. A partir disso, ele sabe se é melhor ou pior. Comparando com uma fonte, isso é o que nós devemos fazer. Mas quando a fonte de cada pessoa é uma só, então ela quer acreditar só, só nisso ou só só naquilo. E a partir do só
só ela acha que conclui sobre o que acontece no mundo. Obviamente o resultado é catastrófico, né? Então o debate racional foi substituído por narrativas, né? O que nós temos hoje. E a busca pela verdade foi substituída por algo muito mais confortável. A busca por confirmação de crenças é o mais forte que se encontra, não é só hoje, é na linha da história humana. Então, estamos sim nessa era da pósverdade do início do século XX, né? Nós tínhamos um termo que começou a se popularizar, que é este que eu falei da pósverdade. Ele descreve uma situação
que os fatos objetivos passam a ter menos influência sobre a opinião pública do que emoções, crenças pessoais. Hoje é tudo o que eu acho, como eu me sinto. Eu sinto que isso é verdade. Eu sinto que é isso é mentira. E não, eu penso, penso baseado em, né, isso quase não tem mais. Ou seja, não importa se é verdadeiro, desde que a pessoa sinta e acredite naquilo. O que importa é se parece verdadeiro para quem já acredita naquilo que é a frase que eu estava tentando interpretar. Nesse ambiente, a verdade deixa de ser um critério
e passa a ser apenas mais uma narrativa, entre outras. Então, o problema é que isso cria um terreno perfeito para manipulação informacional, que é o que nós temos. Então, nós vemos guerras, nós vemos quebras de sistema, nós vemos ameaças como um todo de todos os lados e as pessoas não conseguem buscar a informação. Primeiro por causa da dessa confusão, que é um problema grande. E o segundo é em função de tudo que vem acontecendo e que é difícil não saber de fato, porque a confusão leva a uma até fuga de enfrentar a verdade do que
possa estar ocorrendo. Então, quando as pessoas não buscam mais evidências, elas se tornam extremamente fáceis de influenciar. Então elas acabam largando a situação. Deixa para lá, eu não vou mais buscar nada porque se eu for buscar eu vou ficar nervosa. Ou se a pessoa que tenta levar ela para entender, como é meu caso, fala: "Não, você me dá medo, você me Eu fico com medo". fica com medo porque a pessoa está numa fase que ela é incapaz de encarar a situação. Quando ela passa a ter banco de dados e começa a enxergar, ela não só
se torna capaz de encarar a situação, como ela quer ver mais, que quanto mais ela enxerga, mas ela tem capacidade de sobrevivência. Então, o cérebro humano não foi feito paraa verdade. Aqui entramos em algo fascinante. A mente humana não foi projetada para descobrir a verdade. Ela foi projetada para sobreviver. Então, o economista comportamental Daniel Caniman descreve e descreveu dois modos principais de pensamento. O sistema um, que é o rápido, intuitivo, emocional. Então a pessoa, claro, no modelo de sobrevivência tem um bom sistema um em ação. Então, se você for atravessar uma rua enviar um carro
na sua direção, é o sistema um que vai te salvar. Se você for fazer cálculos para ver quantos segundos, em que ângulo o carro vai passar por cima de você, que é o sistema dois, eh, você morreu. Então, o sistema um trabalha junto com o sistema dois. O problema é que tem pessoas que só têm o sistema um e não o dois. Então, quem tem o sistema dois tem um sistema um e nem todos que trabalham no sistema um desenvolvem, porque é uma questão de desenvolver e uma questão de saúde cerebral. Então, hardware tem que
funcionar para isso. Então, esse sistema dois é o sistema lento, analítico, deliberado. Então, aquele que diz: "Hum, deixa eu pensar. Isso não faz sentido não, hein? Pera aí. Porque ele tá falando isso a troco do que que a a isso aí que esses caras estão falando, esses políticos, por que que eles estão falando isso? Quem vai ganhar com isso? O que que nós ganhamos com isso? Quem de fato tá ganhando com isso? Então, vamos buscar essas informações. Esse é o sistema dois. O sistema um é credo, é rapidinho. Ah, então tá, vamos com ele, né?
Esse é o sistema um. Então ele é extremamente eficiente, necessário esse um, mas ele nos permite reagir rapidamente ao ambiente, mas ele também é altamente vulnerável a erros cognitivos e é o que aceita todas as os implantes que o sistema utiliza nas narrativas enviadas para um plano central frente a grupos de humanidade como um todo. Então, a maioria das decisões humanas ocorrem nesse modo automático, infelizmente. Eh, ou algumas, é, felizmente, para poder sobreviver. O sistema dois, por outro lado, exige energia mental. Ele é responsável pelo pensamento crítico, mas existe um problema, pensar profundamente cansa. Então,
muitas pessoas hoje, devido até o dano, já falei muito sobre isso, o dano à bateria do lobo frontal, fronto temporal. Então, o cérebro tem uma área que é uma área de pensamento e julgamento, eh, de sintetiza informações. Então, se essa área estiver danificada e está plenamente e foi direcionada para ser danificada, venho explicando isso em cursos, em webinários. E eu não vou ficar falando o que eu já falei aqui, porque isso aqui é objetivo apenas de pontuar outras coisas. A questão é que quando essa área está danificada, a pessoa não consegue estudar, ela cansa fácil,
principalmente quando o assunto é diferente do que ela já ouviu. Então, se eu ofereço um curso enganchos de informação de coisas que ela ouviu, ela quer saber mais a respeito, mas ela conseguiu capturar aspectos, ela vai se lançar mais fácil. Esse é o aluno do sistema tipo um. E embora ele possa ter tipo dois, mas ele foi pego por um gatilho do sistema um. Aquele que é do sistema dois, ele presta atenção em aulas, por exemplo, que eu fiz recentemente, o Infinite, um curso que é o caminho para a vida eterna, mas é um caminho
que o banco de dados é profundo, ele exige processamento do sistema tipo dois, desafio, quebra de paradigmas, novo banco de informação. Então, nesse caso, a pessoa cansa porque ela não vai em frente, porque o sistema dois dela é deficiente e é fantástico porque ela vai precisar desse tipo de curso para que o sistema dois seja recuperado. Então o esforço faz o sistema dois recuperar e obviamente todo o metabolismo cerebral, a saúde cerebral tem que entrar no sistema em conjunto. Então o cérebro quando ele está danificado, ele prefere economizar energia. Daí o zip zip do Instagram
ou TikTok se torna muito mais atraente. Ou um vídeo de 1 minuto que é 59 segundos nos shorts do YouTube, a pessoa acha que ali ela vai aprender quem são os donos do mundo e por aí vamos. Perdão. Por isso, então você, como eu falei, a maioria das pessoas ela permanece no sistema tipo um, embora todos possamos desenvolver o sistema tipo dois em menor ou pior situação, em função do grau que nós temos de dano cerebral ou saúde cerebral. Então, por que pessoas inteligentes não pensam? Nós vemos pessoas altamente capacitadas no trabalho. Então elas estão
capacitadas no seu trabalho, acostumadas a trabalhar nisso. Ah, eu trabalho nisso há 10 anos, 15 anos. E realmente é um grande expert nesse assunto. Mas quando você faz uma pergunta sobre o que tá acontecendo no mundo, você vê que a pessoa não tem, essa é uma pessoa teórica, criei um personagem, OK? Você vê que essa pessoa não tem noção de fato do que realmente está acontecendo no mundo. Então, ela é inteligente, ela altamente capacitada em uma área, mas ela não tem capacidade ampla em outras áreas, principalmente para poder compreender o que está acontecendo no mundo.
que ela, este ser teórico que eu acabei de criar para um exemplo, se nega a conhecer essas outras coisas e entender porque ela tem pouco processamento a nível de energia mental para encarar um desafio como esse. Então, ela é brilhante no trabalho dela ou muito boa, depende do quê. E ela é negligente com relação a todo o resto que tá acontecendo no mundo. Então é isso que eu quero dizer aqui, porque pessoas inteligentes não pensam, porque no trabalho dela ela já entrou no piloto automático, ela já sabe o que fazer, ela vai pensar dentro do
trabalho dela, mas não pensa fora da caixa. Aqui surge então esse paradoxo interessante. Muitas pessoas altamente educadas, que é o caso que eu estava dando exemplo, não são necessariamente boas pensadoras. Elas são boas em repetir informações, mas repetição não é compreensão. Compreende talvez o trabalho dela, mas não no que está acontecendo em uma tela mais ampla em relação ao mundo. Então a educação moderna muitas vezes ensina exatamente o contrário do pensamento, pois ensina a memorizar, repetir, reproduzir. Aliás, tá uma desgraça hoje. Pense, engula e não conteste. Mas compreender isso exige algo diferente, né? Ou melhor,
voltando, compreender exige algo diferente. Compreender o que eu estava falando, que é uma coisa além. Então, compreender isso, nesse nível vai exigir algo diferente. Exige reconstruir o conhecimento por conta própria, né? Então, obviamente, por conta própria, é difícil. É por isso que meu trabalho é feito. Então, vamos para uma coisa fácil de entender, os cinco hábitos do pensamento profundo. Pesquisas e aprendizagem mostram que pessoas que realmente compreendem ideias complexas e gostam de desafios para ideias complexas, eu sou uma delas, desenvolvem certos hábitos mentais. Uma é a capacidade de traduzir, não é só língua, eh sentidos.
Ideias abstratas precisam ser traduzidas para imagens concretas. Se você não consegue visualizar um conceito, você ainda não o compreendeu. Aí eu vejo quando eu pergunto coisas, eh, alguns alunos mais iniciantes, eles repetem frases que estão no curso e vão até bem explicando dentro das frases, mas você vê que elas não desenvolveram isso numa visão maior, em uma tradução de imagem mais concreta. Então essa pessoa vai chegar lá, vai, ela tem que continuar adicionando cursos e desenvolvendo a mente para atingir esse caminho. Todos podemos chegar nesse ponto. Dois é a curiosidade radical. Crianças perguntam por constantemente
adultos param. Esse é um exemplo radical também. A boa parte para. Outra parte continua perguntando sim. Mas a curiosidade é o motor do conhecimento, com certeza. simplificação. Então, a cuidado com essa frase porque ela tem viés e pode ser interpretada do oposto. Como dizia our Einstein, se você não consegue explicar algo de forma simples ou simplesmente não consegue explicar algo, mas isso significa gerar uma síntese perfeita, você não entendeu bem o suficiente. Então aquele que quando vai explicar, ele tem dois caminhos. Necessídico para levar alguém a compreender. Mas se a pessoa compreendeu, essa pessoa vai
conseguir agora transformar isso em uma imagem simplificada. Então, aquele que está explicando e conhece bem a coisa também consegue dar a imagem simplificada e às vezes várias delas. Entretanto, se aquele que quer aprender pegar a imagem simplificada, ele não vai aprender com ela. Dá um resuminho aí. Você não vai aprender com a imagem simplificada. A imagem simplificada apenas demonstra que aquele que criou a imagem simplificada e realmente ela é fidedigna um conceito maior, de fato aprendeu. Mas se alguém quer aprender através de imagens simplificadas, nunca chegará a atingir o conceito maior. Portanto, ele vai repetir
a imagem simplificada, não será capaz de gerar outras imagens simplificadas. É por isso que temos um campo de alunos repetidores de conceitos e não de pessoas, né? Eu eu tô falando o campo de escola, em geral, as crianças repetem conceitos ou até os que se formam em faculdade e não tem a visão maior. Na medicina isso é um horror, porque se não se vê o ser humano como um todo, a imagem simplificada de uma área nunca será a representação de um todo, que é um ser humano. É uma parte de uma peça de carro. É
um todo. Outra coisa importante aqui é a honestidade intelectual. Admitir que você não sabe algo é uma das maiores forças cognitivas. Isso exige metacognição, a capacidade de pensar sobre o próprio pensamento. Então a metacognição é uma coisa muito fascinante, né? que até eu coloquei um textozinho aqui que eu gostei. Essa descrição desse blogzinho escrito: "Do ponto de vista psicológico, a metacognição não é uma habilidade abstrata ou puramente intelectual. Ela se manifesta no cotidiano quando alguém percebe que não entendeu um texto e decide relê-lo. É fundamental, porque se você não dominar a visão maior, você pegar
só pedaços, você nunca vai entender. A metacognição exige que você tenha noção de que ainda não pegou. Isso é muito para mim. Eu quando eu tô criando algo, eu digo: "Ainda não chegou lá". Ainda não chegou lá. Ainda não chegou lá. Professora, não vai entregar aula? Eu ainda não cheguei lá porque eu ainda não atingi o estado aonde eu sei que eu peguei a visão maior e que agora então sou capaz de fazer um resumo porque eu domino a parte maior. Então, quem tem essa metacognição, que é o que tá aqui, tem uma honestidade intelectual,
ele sabe que para atingir um nível real e voltar e ir e voltar, que é o que eu faço com os alunos. Eu faço os alunos irem e voltarem nas aulas através de eu mesma conduzir dessa forma. Perdão. Então, continuando aqui, nós temos que sermos capazes de tolerar o desconforto. Quando algo é novo, quebra a visão daquilo que aprendemos ou queríamos ouvir como reforço, aquele mundo conhecido, aquele ambiente confortável. E é por isso que existem as mentiras confortáveis. As pessoas preferem, não todo mundo de novo, né? As massas preferem mentiras confortáveis a uma verdade desconfortável.
Então não se atingem esses níveis que eu estou falando se você não for capaz de tolerar o desconforto. Aprender de verdade é desconfortável, porque ela vai exigir de você quebra de paradigmas constantes. Exige revisar modelos mentais. A psicologia chama isso de acomodação cognitiva. O se é o problema que quase ninguém percebe, que é hábitos que são importantes, mas existe um problema ainda maior, né? Pensamento crítico depende de algo fundamental, um banco de dados confiável. Ninguém vai atingir um certo nível sem um banco de dados confiável. Então, se as informações de base estiverem erradas, até mesmo
uma mente lógica chegará a conclusões errados. Então esse é um grande truque da era da pós-verdade. Não é necessário mentir completamente. Basta misturar algumas verdades com um monte de distorções e aí nasce a nea verdade. Então eles falam a não, aquela coisa do experimento 2020 era salvação. Todo mundo tinha que tá envolvido. 4, 5 anos depois causou problemas e centenas de publicações mostram isso. Ah, é só tirar mercúrio, né? tira uma coisinha só e agora volta a mesma força para que as pessoas entrem na fila e façam tudo de novo. Então, a ne verdade ela,
embora a verdade exista, a narrativa é apenas mudada num pontinho. Se conta uma nova historinha a respeito desse pontinho. E a questão que eu acabei de falar é uma dentro de todas as que estão sendo faladas constantemente, como é o caso agora das tomadas de certas regiões e de falar que é necessário fazer isso e aquilo, do que era virou bandido e do que era bandido virou. São só narrativas que são feitas e não é necessário averbar nada. Então, não é a verdade, não é mentira, é algo muito mais sofisticado. Ela funciona assim, uma parte
de fato real, uma parte de interpretação, vai ser uma receita de bolo e uma parte de manipulação emocional. Então, essa mistura cria narrativas extremamente convincentes porque contém elementos reais suficientes para parecerem verdadeiros. A sua estrutura geral leva a conclusões distorcidas. E quando essa estratégia é usada em larga escala, ela produz uma população inteira incapaz de distinguir verdade de narrativa. E é por isso que hoje você tem tanta dificuldade, se você é meu aluno ou me acompanha aqui no canal e já está num bom nível em relação a isso, você tem grande dificuldade de interagir com
outras pessoas. comenta aí no vídeo e me diz se isso é uma é verdade para você, que você tem dificuldade de se relacionar com pessoas que estão dentro desse dessa guerra com outra razão, infelizmente elas já perderam. Resgatando a razão, como é que nós podemos fazer para isso? Então, sempre tem como resgatar a razão e há uma boa notícia para isso. A capacidade de pensar, ela não desapareceu, ela apenas deixou de ser cultivada. Então, nós temos que voltar a cultivar. É por isso que eu falo, não importa o livro que eu esteja usando, eu vou
pensar sobre o assunto que determinado autor está desenvolvendo. Não importa se ele é daqui ou ele é dali, se ele é bom ou se ele é ruim dentro de um conceito ético, etc. O que importa é que eu vou desenvolver uma capacidade de pensar e de julgar. frente à informação. Só que para isso você precisa três coisas. Uma é tempo para fazer isso, porque você não vai engolir rapidinho e não vai chegar à conclusão certa. Dois, é disciplina. você tem que desenvolver essa habilidade. E três, a honestidade intelectual, que é a capacidade de realmente estar
apto a julgar usando fontes válidas. Então, em uma de pós-verdade, desenvolver pensamento crítico, que é o que eu faço, se torna algo raro e justamente por isso se torna também um ato revolucionário, né? Em um mundo onde narrativas competem com fatos e habilidade, a habilidade mais poderosa que você pode desenvolver não é saber mais, é pensar melhor. Só que para pensar você precisa saber, sim. Então, o desafio da sanidade intelectual é resgatar a sanidade na era da pós verdade, exige recuperar algo que o Ruso já considerava fundamental, que é o contato direto com a realidade.
O que que eu tô no mundo da fantasia aqui? É uma fantasia que estão me contando sobre a política, sobre a geopolítica. Por que que eu posso julgar como uma fantasia no que isso vai levar? O que isso vai acarretar? Exemplo, trompete vai salvar o Irã ou o que isso vai gerar? O que vem depois disso? Quem ganha com isso? Quais os efeitos no mundo? Então, esse tipo de capacidade de julgamento e colocar os pontos nos IS é fundamental. E significa que observar antes de interpretar é uma situação básica aqui. Verificar antes de acreditar, compreender
antes de reagir. Em outras palavras, não basta consumir narrativas sobre o mundo. É preciso reconstruir a capacidade de perceber o mundo diretamente, porque quando a realidade desaparece, o pensamento também desaparece. E é isso, pessoal. Voltando aqui para vocês. Recado dado. O vídeo durou até mais do que eu esperava. Deu uma hora porque para variar eu falo que nem um papagaio, mas eu espero que vocês tenham conseguido capturar de uma forma singela, eu chamo isso de simples, uma visão do porque eu mesma faço o meu trabalho, da forma como eu faço e de porque eu recomendo
que você não faça o zip zip em shortzinhos ou muito menos fique pegando pedaços aqui ali de qualquer coisa, achando que está descobrindo as fontes. reais. Porque para você descobrir a verdade é necessário todo esse contexto filosófico sendo aplicado e um esforço da sua parte muito grande em adquirir dados válidos. OK? Então, muito obrigada pela por estar presente. Clique no vídeo, dá um like, se inscreva caso você não está inscrito no canal, ative o sininho para todas as notificações e esteja presente porque muitos webinários de grande porte, médio porte, como esse daqui, sempre estarão sendo
apresentados para vocês, além de alguns vídeos que são fascinantes, que eu constantemente estou fazendo. Abraços e até a próxima. Yeah.