[Música] Olá, começamos agora mais uma edição do programa Vicultura e Suinocultura. Por aqui você fica muito bem informado sobre todas as novidades desse setor. Hoje nós vamos falar sobre como doenças intestinais estão entre as principais ameaças à produtividade na suino cultura, com foco na ileite, que é um desafio a ser controlado.
E a nossa convidada, que é especialista no assunto, é coordenadora de produtos da MKSAB, nutrição e saúde animal, a Mariana Franco de Oliveira, que já está aqui com a gente. Mariana, seja bem-vinda. Muito obrigada.
Falei o nome certinho da empresa. Sim, ex certinho. Massab.
Exatamente. Então tá bom. Qualquer coisa pode me corrigir, viu?
E olha só, vamos começar então do início, né? O que que é a ileite, como que ela se manifesta nos suínos? Tá bem?
Eh, a ileite ela é considerada uma doença intestinal, então é uma doença que ela comete o intestino do suíno. Ela é causada por uma bactéria chamada laussônia intracelulares. E o que acontece?
Eh, essa doença ela tende a acometer principalmente a porção final do intestino. Então, quando a gente pega intestino delgado, ele é dividido em do odeno, jejuno e ilho. Então, a ileite, ela comete essa essa porção final do intestino delgado, que é o ilho.
E aí, por isso o nome ileite, porque ela comete principalmente essa região do ilho. E aí o que acontece? eh ela causa um espessamento na mucosa do intestino.
A mucosa do intestino, ela vai ficar com aspecto, eh, do tipo de uma mangueira de jardim, então vai ficar com aspecto grosso e automaticamente a mucosa do intestino tendo esse aspecto grosso, ela vai dificultar a absorção de nutrientes. Então, além de acometer o animal com uma bactéria, eh vai diminuir a absorção de nutrientes. Aí, automaticamente esse animal ele vai ter eh uma queda no desempenho, uma perda de peso.
Eh, aí assim dos da dos sinais clínicos, né, que a gente pode observar, esse animal ele vai ter uma diarreia, ele vai ter uma diarreia com sangue ou não necessariamente, mas uma diarreia de uma coloração bem escura. Eh, e esse animal começa a ficar pálido, apático, porque ele começa a ter essa perda de peso e essa má absorção de nutrientes. E quando a gente fala é sobre os sinais clínicos mais comuns, né, o que que o produtor, o pecuarista deve observar, certo?
eh nas dos suínos, né, na hora que bate o olho, algo muito característico dessa doença é um animal pálido. Então, quando a gente pega assim o o normal, né, o esperado, a coloração do sino é aquela coloração um pouco rosa então na hora que a gente observa um animal mais pálido, um animal mais magro, um animal assim comparado aos demais da baia, ele tá com desempenho prejudicado de peso, de tamanho, apático e pálido, eh a gente já começa a assinar, acender um sinal de alerta aí que esse animal não está muito bem. E como que a ileite impacta diretamente ali o ganho de peso e rendimento de carcaça, Mariana?
Tá? Eh, pensando nessa parte que daí a parede eh da da a mucosa do intestino, ela vai ficar espessa, ela vai ficar grossa, então ele não vai conseguir ter absorção de nutrientes. Então, vamos pensar assim que hoje eh 70 80% do custo de um animal, o terminado está na alimentação, né?
Então, uma dieta equilibrada, uma dieta balanceada e esse animal não vai tá conseguindo absorver tudo aquilo que é oferecido para ele na dieta. Então, um animal que ele não vai conseguir ganhar peso, então o produtor ele vai est investindo nesse animal eh nutrição, eh manejo e ele não vai tá conseguindo ter esse aproveitamento. Então isso vai impactar diretamente eh tanto o ganho de peso dele, o rendimento de carcaça, quanto impactar para o produtor também num certo prejuízo, vamos assim dizer.
E Mariana, tem alguma fase assim mais crítica, né, da vida do animal em que a ileite costuma aparecer? Quais orientações assim vocês podem eh passar pro pecuarista, pro produtor para que eles possam se prevenir, certo? A ileite, ela vai ser uma doença que ela vai acometer eh mais animais da fase de crescimento.
Então, quando a gente pega ali um suíno entre eh 8 a 12 semanas de vida, que ele vai ter ali na fase de crescimento, é onde a doença costuma mais acometer esses animais. E também quando a gente eh algo que isso já é um sinal de alerta, né? Então, assim, nessa fase, eh, o produtor já tende a ficar mais com uma tensão redobrada, porque nessa fase de crescimento é onde essa doença, eh, costuma cometer os animais.
E outro ponto, nessa fase do animal do suío, ele tá na fase de crescimento, é onde a gente eh nós temos um pico de que o animal consegue, do que ele se alimenta, ele consegue converter melhor em músculo. Então, tá nessa fase de crescimento, o animal ele não tá desempenhando tão bem. eh, acende um sinal de alerta pela duas vezes, vamos assim dizer, porque é uma fase que ele tem que desempenhar bem, que ele tende a ganhar músculo.
Então, se ele não tá ganhando músculo, se ele tá ficando mais fraco que os demais e tá nessa fase de idade, eh, muito provavelmente pode ser uma ileite. Mariana, e a ileite pode aumentar os índices de mortalidade no plantel? Como que isso acontece?
Quando a gente pega aí a forma aguda da doença, ela vai causar uma interite hemorrágica, que o que seria a enterite hemorrágica? Ela vai causar uma diarreia com sangue, ela vai causar uma diarreia de uma coloração muito escura, então, e leva à morte súbita do animal. Então, isso eh ele vai afetar diretamente aí a o índice de mortalidade dentro dessa granja, então a morte súbita.
E aí o que acontece numa forma subclínica, assim, quando a gente pensa, a forma subclínica é quando o animal ele já vai ficar com uma imunidade um pouco mais baixa. Então ele tendo uma imunidade mais baixa, eh ele vai tá susceptível a ter infecções secundárias. Então, é como se fosse a gente, a gente já tá com a imunidade um pouco baixa, então aí a gente tende a ter outras doenças eh de forma secundária.
Então a a seria mais ou menos isso. De uma forma aguda, ela leva uma morte súbita e de uma forma subclínica, ela permite que doenças secundárias acometam esse animal e vai gerar aí um impacto econômico. Mariana, tem algum agente causador da Ileite?
Como que é essa, como se dá, né, a transmissão dentro da granja, tá? Eh, o agente causador deleite, ele é uma bactéria, é uma bactéria chamada laçônia intracelulares. Então, ela come assim, ela vai ser transmitida de animal para animal pela forma fecal, oral.
Então, o animal tá dentro da baia com os outros animais, né? Eles ficam em num num grupo dentro da baia. Então, esse animal contaminado, ele vai fazer cocô.
o outro animal que não necessariamente tá infectado, ele vai ter contato com essas feeses desse animal infectado. Então aí se faz a transmissão fecal oral. Outra maneira que tem também a fazer a contaminação, a transmissão dessa doença é de ambiente contaminado.
Então, por exemplo, eh hiperpopulação dentro de uma baia, esses animais eh vão defecar, enfim, tudo e aí não vai ter uma limpeza, uma higiene eh assim não rápida. nem mas tem uma higiene eficaz. Então o os animais vão ter contato com aquelas feeses.
Então um animal, um animal na baia que esteja infectado, ele vai conseguir transmitir pros demais. E em relação a diagnóstico da doença, como que é feito na prática? Certo?
Então, quando a gente pega aí um animal que ele já tá com queda de desempenho, ele não tá com uma boa conversão alimentar, aí o ganho de peso dele diário tá reduzido, assim, a gente começa a ver que ele tá ficando para trás dos demais, um animal eh que já tá com uma diarreia, enfim, vamos dizer assim, que ele eh vai a óbito. Na hora que a gente faz a necrópsia desse animal, vai ter uma característica muito visível na parte do intestino delgado, a porção final ali, o ío. Então, a gente vai ver aquele ilho de uma parede totalmente espessa, uma parede, uma um aspecto de mangueira mesmo.
E também a parede do intestino, além de est espessa, vai ter essas feeses bem escuras. Então, numa necrópse, é isso que a gente vai conseguir ver, pensando numa forma eh o animal não foi a óbito, né? a gente consegue fazer alguns tipos de exames.
Então, PCR é um tipo de exame que a gente consegue fazer, istopatologia, imunoistoquímica, a gente consegue fazer um um suab das feeses desse animal também. Eh, mas pensando e também a gente consegue fazer exame de feeses, né? coletar as fedes desse animal e mandar paraa análise.
Mas pensando num animal óbito, a gente consegue ter essas características do intestino e também mandar essas amostras pra biópsia e conseguir ter o resultado positivo dessa doença. E Mariana, quando a gente fala de prevenção agora, quais medidas podem, né, ser usadas aí como prevenção, controle, quais são mais eficazes hoje? Legal.
Eh, vamos pensar então assim, eh, num lote de suinos, né? Então eles ficam ali na na no mesmo barracão, na fase de crescimento e terminação. Esses animais saíram pro abate.
O ideal é fazer uma limpeza, eh, uma desinfecção muito bem feita nesses barracões. Então, lavagem de coxo, lavagem dessas baias, usar produtos desinfetantes eh corretos e que tenham uma ação bactericida, bacteriostático. Então, assim, em uma limpeza a gente já consegue reduzir muito a chance dessas doenças.
Então, quando a gente pensa, os animais ainda não saíram, eles estão ainda dentro do barracão. Manejo adequado dessas feeses, então, lavagem dessa baia, pensando com os animais lá dentro ainda, né? Eh, tem um animal doente dentro dessa baia, tratar esse animal para que ele não dissemine essa doença entre os demais.
Eh, outra coisa também, controle de roedores, pensando que o rato ele vai conseguir também disseminar essa doença entre os demais. o rato ele tá em contato ali com as feeses, passa por outra baia, outro barracão, ele também consegue fazer parte dessa disminação da doença. Então, controle de roedores se faz necessário dentro de uma granja de suínos.
Eh, e o uso estratégico de antimicrobiano também. Então, por exemplo, eu sei que dentro da granja eu tenho esse desafio, então vou fazer um pulso terapêutico, que é o uso estratégico de antimicrobiano, né, para conseguir controlar essa doença. E também se for um caso assim que a eu já tenho um desafio de leite dentro do eh dessa granja, sai lote, entra lote, mas o desafio permanece.
Aí seria o uso até de uma vacinação. Hoje nós temos uma vacinação eh no mercado, né, tem a vacinação para ileite, eh que seria mais nesses casos pontuais assim de algo que já tem um desafio dentro da granja. E Mariana, tem estratégias nutricionais que possam ajudar na redução dos efeitos contra a doença?
Olha, pensando teria sim. O que acontece? Eh, a gente, como eu comentei no início, né, eh, 70, 80% do custo de um animal, de um suíno terminado, está na nutrição.
Então, assim, a gente já eh fornece uma dieta totalmente equilibrada para esse animal, pensando na fase que ele está, para ele ter o máximo de aproveitamento, pro produtor ter o máximo de rentabilidade em carne. Então, a gente já tá oferecendo uma nutrição equilibrada, uma dieta balanceada. A gente pode pensar também no uso de probióticos.
óleos essenciais, o que que os probióticos e os óleos essenciais eles têm de tão eh assim praticamente necessário, né? Eles vão equilibrar uma flora intestinal, eles vão deixar um intestino saudável, um intestino eh com pH ideal para que esse animal aproveite ainda mais tudo que tá sendo fornecido de nutriente na sua dieta. Então, por exemplo, falando até de um produto aqui da MKSab, o Bioativ Pro.
O Bioativ Pro, ele é um blend de probiótico e óleos essenciais, que ele vai equilibrar esse intestino, ele vai deixar que esse animal esteja com intestino saudável para tudo que ele receber na nutrição, ele consiga converter e automaticamente a gente vai ter um animal saudável. Então a gente consegue ter estratégias nutricionais para deixar esse animal cada vez mais estável e bem. E a vacinação, ela é recomendada, em que casos ela é mais indicada?
A vacinação ela é mais indicada em em assim em granjas que já t um histórico da doença, né? Então assim, eh sai lote, entra lote, tem uma limpeza correta, uma desinfecção correta, eu eu tô tendo ali um manejo nutricional bom, um uso de probióticos, de óleos essenciais e ainda assim isso acaba sendo a leite um grande desafio. Então, nesse caso, a vacinação ela seria eh muito indicada.
Mariana, a gente vai fazer um rápido intervalo. Obrigada pelas informações até aqui, mas já a gente volta. E para você de casa, reveja esse e outros programas da nossa grade no nosso canal no YouTube.
Acesse o Agrom TV e assista onde quando quiser, tudo na íntegra. Não saia daí que a gente volta já. [Música] [Música] Estamos de volta com o programa Avicultura e Suinocultura.
E hoje nós estamos falando sobre a Iaite, que é uma doença que causa perda de peso, baixo rendimento das carcaças e aumenta inclusive a mortalidade dos suínos. A especialista convidada pro nosso bate-papo é a Mariana, que esteve aqui no primeiro bloco e segue aqui no segundo com a gente. Mariana, bem-vinda de volta.
Obrigada. Vamos falar agora sobre os prejuízos econômicos, né, estimados aí por causa de surtos de leite em granjas comerciais. que que a gente pode trazer aqui pro nosso pecuarista, pro nosso produtor?
Eh, os prejuízos econômicos, eh, quando a doença comete, né, ele tende a ser assim muito grande, porque o que acontece, o que esse produtor tá investindo em nutrição, eh, praticamente vai ser perdido. Isso porque esse animal ele tá se alimentando, então ele tá tendo um um gasto, né, dessa dessa dieta e ele não vai conseguir converter. Então assim, um animal doente ele eh ele vai comer menos e o que ele comer, ele não vai conseguir converter lá na frente numa carcaça boa.
Então já vai ter um prejuízo aí da parte nutricional. eh pode levar à morte essa doença. Então, pensa que um animal ele tá quase chegando ali na fase de terminação, já teve todo um custo de eh vacinação, dieta, manejo, eh tudo aquilo.
E aí isso é perdido. Então é um prejuízo muito grande. Eh, e também o que acontece é o seguinte, você não tendo o controle dessa doença, fazendo pulsos terapêuticos, usos conscientes de antibióticos, na hora que esse animal fica doente, o seu gasto com medicamento, eh, com eh doses desse medicamento, eh, doses para tratar a doença, não para o controle da doença, né, ele vai ser muito maior.
Então você vai ter um custo de medicamento, um custo medicamento injetável, medicamento via ração. Eh, então o impacto econômico ele é muito grande, né? Eh, pensando no gasto desse animal e podendo levar esse animal a à morte, né?
Então o produtor ele tem um prejuízo muito grande. Pois é. Fica aqui atenção pro produtor, pro pecuarista.
Mariana, quais os erros mais comuns cometidos pelos produtores no manejo dessa enfermidade? Legal. Então assim, eh, seria subestimar a forma subclínica da doença.
Então, assim, eu tô vendo um animal um pouco mais pálido, um animal um pouco assim, eh, um peso reduzido dos demais dentro da baia. Então assim, eh, eu vi um animal que não tá muito bom, já separa esse animal, já começa a medicar ele, eh, entra com manejo nutricional adequado, eh, não espera a doença, vamos dizer assim, ela ter a forma aguda, ela estourar para fazer alguma coisa. Então assim, percebi que o animal não tá desempenhando muito bem, tem alguma coisa errada ali naquele animal, pontualmente já trata, já começa a fazer eh a assistência a esse animal para não esperar ter uma disseminação muito maior para conseguir fazer alguma coisa, né?
Pois é. E Mariana, como que a biosseguridade da granja pode ajudar na prevenção da ileite? Tá?
Eh, a biosseguridade, vamos pensar assim, um tendo uma eh um controle de uma contaminação ambiental. Então, a bactéria laçônia, ela pode sobreviver em ambientes contaminados. Então assim, não tendo uma higienização correta de coxo, de baia, a bactéria ela vai conseguir permanecer ali no ambiente.
Então a saída de lote, entrada de outro lote, essa bactéria vai permanecer no ambiente se não fizer a lavagem correta, a desinfecção correta, eh um suíno portador dessa doença, esse animal, ele vai conseguir disseminar muito, muito rapidamente essa doença. Então, assim, separar esse animal dos demais, tratar esse animal para que ele não dissemine essa doença entre os demais. Eh, também o controle de roedores, controle de pássaros, eh, e até mesmo vamos falar de regiões que a gente tem, eh, presença de javalis.
Então, o roedores, pássaros, javalis, eles conseguem disseminar essa doença também. Os roedores e os pássaros é nesse sentido. Vamos pensar assim, uma pomba ela vai eh sentar no coxo, o coxo tava sujo de fezes, ela vai sentar ali para pegar a ração.
Quando ela passa para outra baia, ela vai disseminar essa doença se ela teve contato com as fedes desse animal contaminado. E e o manejo adequado, né, de de higiene da instalação. Então assim, não teve a saída de lote ainda, mas os animais na fase de crescimento e terminação, faz a lavagem dessa baia, faz a raspagem correta, né, de de dos resíduos que fica na baia de fezes, eh, quando mistura ali fezes com a água, com a ração, tende a ficar uma crosta ali no chão da baia, então, eh, fazer uma higienização correta, mesmo os animais estando dentro dessa baia.
Mariane, e qual que é a importância de um diagnóstico precoce e ter um acompanhamento técnico continuo também, né? O ideal é que tenha um médico veterinário ali, um especialista sempre auxiliando. O ideal seria, né, por mais que a gente saiba que isso não é uma realidade dentro das granjas hoje, mas o ideal seria então assim a a presença de um médico veterinário, tanto paraa parte médico veterinário ou um zotecnista para a parte de eh dieta, né, fazendo uma uma dieta balanceada para esse animal, a presença de um médico veterinário na parte de eh protocolos medicamentosos, puls pulsos terapêuticos, uso consciente de antibióticos nessa nessa nessa eh dieta desses animais.
Então, a presença de um médico veterinário, ela vai permitir uma ação rápida. Então, assim, eh já faz o assim um o pulso terapêutico, o que que seria, né? O pulso terapêutico seria assim entradas pontuais de medicação em algumas fases das dietas desses animais.
Então, a presença de um médico veterinário, ele vai ter essa ação, assim, essa ação de já ter esses protocolos medicamentosos, essas ações rápidas dentro da granja, que daí isso a gente vai conseguir reduzir as perdas e fazer os ajustes necessários em tempo real pro produtor não ter o prejuízo. Pois é, você falou inclusive que esse seria o ideal, mas não é a realidade, né? Como que é a realidade hoje no campo?
como que o produtor, o pecuarista vem fazendo para lidar, né, equilibrar todos os pratinhos? É, o ideal assim seria eh quando o produtor ele já trabalha com alguma empresa, né, de nutrição animal, eh geralmente as empresas de nutrição animal eles vão ter os técnicos a campo responsáveis por suportar e atender esses produtores, né? Então, por exemplo, eh, usando a MCSAB mesmo, a gente tem toda uma equipe na parte de nutrição e saúde animal.
Então, esse produtor usando eh a parte de nutrição até de saúde animal da MKSAB, os assistentes técnicos comerciais, até no meu caso mesmo como consultora de produtos de saúde animal, vou tá dentro dessa granja, fazendo esse acompanhamento e suportando esse produtor para que ele não fique descoberto. Mariane, só pra gente finalizar então aqui o nosso bate-papo, que o nosso tempo tá acabando, eh, a Iaite, ela tem algum impacto na qualidade da carne que é entregue ao frigorífico, ao consumidor final? Sim, ela vai ter um uma redução do rendimento da carcaça.
Então esse animal ele vai ter uma perda de peso, né? ele é cometido por essa doença, então ele tendo uma perda de peso, vai ter um um baixo rendimento de carcaça. Eh, a cor dessa carne também ela vai sofrer alguma alguma coisa, eh, vai afetar parâmetro de qualidade e até o pH, por exemplo, da carne.
Então, eh, lembrando que a ilhaite, ela não é uma doença que ela passa para o ser humano, então ela não é uma zoonose. Eh, mas ela cometendo o animal, eh, esse animal ele não foi, ele não teve uma morte, mas aí ele se contaminou e ele foi até o abate. É um animal que ele vai ter perda de peso, eh, a carcata dele não vai conseguir render o tanto que a gente espera, por conta que ele passou por um grande desafio aí numa fase bem eh uma fase assim que ele teria tudo para ganhar peso.
Aí ele sofreu essa essa doença, então ele ficou para trás dos demais, né? Então o impacto de carcaça ele é muito grande nisso. Maravilha.
Mariana, eu acho que a gente conseguiu trazer um pouquinho aqui, né, sobre esse universo. Obrigada pelas informações e pela disponibilidade. Eu que agradeço.
Eu que agradeço a oportunidade e o espaço para poder falar. Qualquer novidade, as portas por aqui estão abertas, viu? Tá ótimo.
Muito obrigada. Tchau, tchau. E muito obrigada também a você de casa que nos acompanhou até aqui.
Muito obrigada e até uma próxima. Ciao. Ciao.