Olá estamos iniciando a vídeo aula da unidade 2 do módulo 1 onde a gente vai conversar um pouquinho sobre as principais metodologias ativas de aprendizagem durante toda a disciplina nós vamos trabalhar especificamente em cada um dos módulos sobre as metodologias mais importantes mas nessa unidade eu vou dar para vocês um Panorama de todas as possibilidades de metodologias ativas as mais conhecidas para que você possa conhecer e se aprofundar um pouco mais sobre cada uma delas vamos lá bom antes de começar a falar sobre as metodologias Vamos pensar um pouquinho sobre o que as metodologias ativas
de aprendizagem em tempo comum lá na unidade 1 a gente conversou um pouquinho sobre isso em primeiro lugar o estudante é protagonista isso é importantíssimo a gente tem em mente Porque toda a estratégia de trabalho pedagógico ela é centrada no estudante nas atividades que eles vão desenvolver no trabalho colaborativo a personalização da aprendizagem Ou seja a gente parte do pressuposto de que cada pessoa aprende num ritmo diferente no tempo diferente de formas diferentes e por isso a personalização é importante o uso de tecnologias digitais é um ponto primordial que nós também conversamos na unidade 1
que hoje as tecnologias elas estão muito relacionadas ao trabalho pedagógico e elas trazem uma um leque de possibilidades de criação de desenvolvimento da criatividade de trabalho colaborativo a colaboração a criatividade o diálogo e a contextualização da aprendizagem ou seja sempre que a gente adotar uma determinada metodologia de aprendizagem Ativa é importante considerar o contexto de aplicação dessa metodologia para Que ela possa surtiu o efeito que a gente tanto deseja para aprendizagem dos Estudantes e nós vamos começar então falando sobre os modelos híbridos rotacionais Eu apenas listei eles aqui porque a gente vai falar sobre porque
cada um deles no Próximo módulo sobre aprendizagem híbrida nesses modelos híbridos rotacionais a sala de aula invertida costuma aparecer dentro desse modelo híbrido porque a sala de aula invertida prevê ou melhor dos dois mundos né juntar as potencialidades do momento presencial com as potencialidades do online assim como os demais modelos híbridos então é muito comum a gente encontrar a sala de aula invertida dentro desses modelos híbridos rotacionais Nós também temos aqui rotação por Estações laboratório rotacional rotação individual modelo Flex modelo lacarte modelo virtual enriquecido alguns desses modelos eles utilizam mais tecnologias e então também ao
estudante maior responsabilidade sobre o seu processo de aprendizagem e outros desenvolvem mais a questão do grupo Mas a questão colaborativa do trabalho entre pares e a gente vai conhecer mais detalhadamente sobre cada um desses modelos lá no módulo 2 então aguenta aí e chegando lá a gente vai aprender mais sobre isso um metodologia que é bastante utilizada é o famoso pdl o próprio baset learning ou aprendizagem baseada em problemas nessa metodologia os temas de estudos são transformados em problemas para resolução coletiva então o grupo precisa discutir possíveis causas para um determinado problema e essa discussão
gera engajamento gera interação gera aprendizado por meio de situações reais e hipotéticas de cada temática que está sendo trabalhada outra metodologia com o nome bem parecido que a aprendizagem baseada em projetos é uma metodologia em que os alunos se envolvem com tarefas e desafios para resolver um problema ou desenvolver um projeto que tem a ligação com a sua vida fora da sala de aula nesse processo eles lidam com questões interdiscip vocês tomam decisões e agem sozinhos e também em equipe por meio dos projetos são trabalhados também habilidades de pensamento crítico e criativo e a percepção
de que existem várias maneiras de se realizar uma tarefa competências tidas como necessárias para o século 21 Essas são as palavras do José Mourão e ele também diz o seguinte que os alunos são avaliados de acordo com o desempenho durante as atividades e a entrega dos projetos é uma metodologia que traz bastante engajamento que auxilia no trabalho colaborativo no desenvolvimento de estratégias em que os estudantes vão trabalhar com situações reais com algo que eles têm interesse que movem eles em relação a aprendizagem essa abordagem adota o princípio da aprendizagem colaborativa baseada no trabalho coletivo e
buscam-se problemas extraídos da realidade A partir da observação realizada pelos alunos dentro de uma comunidade ou seja os alunos identificam os problemas e buscam soluções para resolver os por meio do desenvolvimento de projetos uma outra metodologia é o timbased learning ou aprendizagem em equipe com a sigla tbl o tbl a organização de equipes é feita dentro de uma turma para que os estudantes possam aprender de forma colaborativa compartilhada ideias Os estudantes são estimulados a trabalhar em equipe trocando experiências ideias e tudo isso pode acontecer por meio da realização de um estudo de caso ou do
desenvolvimento de um e para aprender mais sobre o tbl eu vou chamar aqui a professora Aline Volpato a partir de um vídeo que ela tem lá no YouTube e a gente vai aprender um pouquinho mais com ela vamos lá ele tem quatro pilares fundamentais os times eles são estranhamente formados pelos professores de acordo com características específicas que serão importantes para o desenvolvimento dos resultados de aprendizagem dentro da disciplina e eles devem ser permanentes Tem que haver uma forma de garantir a responsabilidade do Estudante tanto no seu trabalho individual como no trabalho em equipe o professor
deve dar feedback imediato e frequente durante todo o tempo e as atividades que serão realizadas devem promover aprendizagem né os resultados de aprendizagem e o desenvolvimento das equipes Porque então utilizar o tbl Então essa aqui é uma avaliação né nesse trabalho de 1960 que ele mostra retenção de aprendizagem por meio desses diferentes recursos vejam que quando ensinamos uns aos outros aprendemos vamos ter uma retenção de aprendizagem de 90%. é aprender executando 75 grupos de discussão 50%. que é o que o tem vez lá em trás para o estudante nas etapas Então aqui tem alguns horários
né alguns tempos nessas etapas Acho que vocês não considerem esses tempos porque vocês devem considerar exatamente o tempo que vocês vão fazer na sala de aula de vocês mas normalmente ele vai ter um momento de preparação uma atividade prévia uma pré-aula um flipper em que você vai encaminhar o material para o estudante para que ele faça um estudo individual em sala de aula para que você veja né de alguma forma então garantindo aquela responsabilidade no estudo individual e equipe é que você faz esse teste de garantia de resultados que ele vai ter um momento num
teste individual depois esse efeito novamente isso em equipe existe a possibilidade do Estudante questionar algumas questões da e que o estudante Tem que apresentar alguma forma de comprovação porque que ele acha que aquela questão deveria ter uma resposta diferente e depois o professor Fecha essa atividade esse teste de individual teste em equipe a gente utiliza normalmente o sistema de Tari né a gente vai colocar aqui no blackboard para vocês uma orientação de como usar o altar e um modelo inclusive para vocês colocarem as questões de vocês só não controlo c control V que você já
tem pronto em outro momento que pode ou não ser no mesmo dia você vai ter as atividades de aplicação que são os momentos também de desenvolvimento do resultado de aprendizagem como eles são feitos em equipes também vão desenvolver habilidades no trabalho em equipe e são momentos de colocar o Estudante em Ação essas equipes a gente vai misturar as características que vão facilitar a disciplina então pensando nos resultados de aprendizagem é uma profissão que decide isso a diversidade nessas equipes ela facilita a solução de problemas melhor a performance da equipe porque os membros de cubo trazem
uma perspectiva diferente a discussão portanto fica mais rica No começo é mais difícil depois das equipes vão aceitando isso é o segredo é o início da aula o início das atividades em que o professor vai explicar para os estudantes o porquê de adotar esse método a gente vai separar as panelinhas e é o tempo que vai ajudar a desenvolver a performance da equipe por isso que a gente não não faz modificações das equipes as equipes se tornam fixas e tem que ter muita clareza no processo de avaliação no segundo Pilar que é a responsabilidade estudante
no trabalho individual em equipe a gente tem que ter formas de trabalhar preparação individual o que que ele teste de garantia de resultados avaliar a contribuição da equipe então isso a gente usa uma forma de feedback por pares e também avaliar a qualidade da performance a gente pode observar isso naquelas atividades de aplicação essa avaliação da por pares a gente divide a pontuação da equipe né Nós vamos explicar isso melhor depois na atividade prática é mas a gente vai ter uma nota em que o professor cada integrante da equipe vai dividir essa nota entre os
membros e vai dizer situações que é precioso meu trabalho de colega coisa que gostaria de solicitar e vai variar todos os membros a devolutiva é feita pelo professor Os estudantes e de forma anônima então cada Estudante tem uma ideia do que tá acontecendo né O que os colegas pensam a respeito dele e ele tem a possibilidade de melhorar ao longo do processo Porque isso não é uma avaliação única a gente vai conversar melhor isso na situação prática esse feedback imediato e frequente ele favorece tanto aprendizagem quanto à retenção e ele tem um impacto direto no
desenvolvimento das equipes ele é feito durante todas as atividades né a taxa de garantia de resultado no momento da resposta simultânea e após cada atividade que é feita pelos estudantes e essa esse momento de feedback efeito sempre pelo professor então nessa hora é hora de organizar né de tirar alguns conceitos que Talvez tenham sido compreendidos de forma inadequada as atividades de aplicação que elas devem desenvolver o trabalho em equipe também os resultados de aprendizagem ela segue essa regra dos 5S Então ela sempre vai ter sempre um problema significativo é o mesmo problema para todas as
equipes em que ele tem que fazer uma escolha específica e de forma simultânea eles vão apresentar as suas respostas para organizar Essas atividades de aplicação a gente faz um beco Design em que a gente pensa o que que a gente quer estuda fazer afinal da disciplina O que é um restaurante deveria saber para fazer isso como que eu facilita aprendizagem no meu estudante como eu vou avaliar aprendizagem E assim a gente vai desenvolvendo cada uma das atividades de aplicação os formatos são os mais variáveis o mais simples de fazer a criação de um pequeno cenário
seria um pequeno cenário de problematização em que o estudante vai ter que fazer escolha né com uma questão de múltipla escolha Mas você também pode fazer um pbl um estudo de caso como uma atividade de aplicação não há problema nenhum você mesclar né os dois métodos existe uma outra forma que é uma classificação que você coloque alguma situação em que o estudante vai classificar algo Então pode ter ali folhas para colocar no cartaz da forma como professor preferir o ping pointing que ele vai apontar um local numa imagem para classificar e existe o Gary Walk
que depois de fazer algum cartaz ou desenvolver algum tipo de trabalho em equipe em que saia né algum tipo de produto haja um momento para que os estudantes Vejam o que foi produzido pelos outros colegas e isso é feito levantado mesmo sabe ver o trabalho dos colegas e pode ou não tem uma rubrica Para apoiar esse momento muito legal obrigada professora Ana por esse vídeo tão esclarecedor e a gente vai agora para o shopping ou aprendizagem entre iguais essa metodologia o objetivo é que os estudantes se ajudem para entender o conteúdo Eles leem o conteúdo
antes da aula professor faz questionamento comum dúvidas do conteúdo e utilizam uma estratégia de sondagem depois disso coloca os estudantes em Paris para discutir o entendimento comum sobre o conteúdo e eu vou chamar de novo a professora Aline para explicar como funciona o na prática vamos lá já ele faz uma atividade que ela é muito bacana para ser utilizada nas aulas teóricas Então você consegue modificar sua aula teórica dividindo ela etapas a gente vai explicar isso agora e você vai dar momentos para os seus estudantes fazerem a resposta fazer perguntas uma coisa que ajuda é
você usar também os conceitos tem uma série de artigos que demonstra que é usar as duas os dois métodos juntos a gente tem uma melhoria na aprendizagem né então o ideal seria usar os dois né Lembrando que a minha formação Inicial é como médica então um tratamento vai potencializar o outro tá então na instrução por pares você vai modificar teórica colocando essas perguntas para engajar os estudantes e atingir as dificuldades conhecidas no conteúdo e ao invés de você lançar uma questão da turma e talvez uma pessoa Só responda você de alguma forma vai ter toda
a turma respondendo ao mesmo tempo isso pode ser por meio de uso de votação online por meio de cleakers enfim cartões várias formas para os estudantes então o Pier normalmente começa com uma sala de aula invertida então você dá algum material antes para o estudante se preparar Aí você faz uma breve exposição né isso deveria ficar ali entre 5 e 10 minutos depois você vai dar uma pergunta com um tempo curto para uma resposta individual de 1 a 2 minutos você se vocês conseguirem formar uma resposta para 30 segundos melhor ainda né mas a gente
pensar nesse tempo curto aí você vai fazer uma análise dessas respostas Então se menos de 30% Doutor não acertou é não adianta você colocar os estudantes para discutir você vai ter que explicar daí você tem que estar preparado já na sua aula para poder apresentar o assunto de uma forma diferente por meio de um vídeo ou por meio é de um é de uma análise de uma situação enfim de algo que você já deixou preparado e aí sim você vai novamente dar essa pergunta para os estudantes para ver se você consegue alcançar essa porcentagem de
30 70%. se for mais do que 70%, então a turma já entendeu então você pode realmente fechar o assunto também não há necessidade motivar numa discussão mas sem ficar nesse intervalo aí você vai fazer eles discutir entre os pais né tem que orientado na intenção de convencer o colega quando a gente fala pares mas não estamos falando em dois então isso pode ser uma discussão em equipe então a gente precisa algumas pessoas fazem uma tradução instrução por colegas porque para não ficar com a ideia que vai falar só com uma pessoa e daí você vai
dar o tempo para essa discussão e depois eles vão ter que representar a resposta e o professor vai fechar com o feedback dessa forma a gente vai fazer uma sequência da nossa aula uma sugestão aqui durante a aula você use né Essas técnicas do Justin TIM então além de você mandar o material de estudo que pode ser um vídeo pode ser um texto você vai mandar mais ou menos umas três questões para os estudantes duas delas que permitam análise de reflexão sobre o material não apenas memorização não algo que ele vai encontrar no texto e
fazer uma copia a cola é isso pode ser aberta ou fechada essas questões e também uma questão que dá essa vai ter que ser aberta né Qual parte da leitura do vídeo você considerou mais difícil confusa se não encontrou dificuldades Qual a parte mais interessante ficou com curiosidade de saber mais e pedir para o estudante justificar dessa forma você chega em sala de aula já sabendo Quais são as dificuldades dos Estudantes para você poder focar naquilo que realmente eles têm mais dificuldade e não naquilo que Ele já sabe então aqui é uma imagem para a
gente juntar áudio então eu coloco essa imagem de professor e estudante juntos então o professor cria um exercício de leitura um vídeo disponibiliza online passa o bastão para o estudante estudante faz a leitura prévia responde as questões e envia isso para o professor passado isso O professor vai revisar essas respostas vai planejar sua aula e criar questões conceituais que ele vai utilizar em sala de aula aí ele faz uma aula curta faz essas questões conceituais O estudante faz uma reflexão individual e vota O professor vai avaliar se tá dentro daquele 35 ou 70%, 30% dependendo
da literatura e vai motivar a discussão entre os estudantes para pensando na razão das escolhas da resposta então não pode chegar ali num grupo e quem votou nesse quem votou nesse nível que a maioria respondeu Ele tem que justificar isso acontece a discussão dos pares uma nova votação E aí o professor vai fazer a sua tomada de decisão explicar correta retornar e assim ele faz essa sequência de maravilha Obrigada professora Aline por esse vídeo que nos ajudou a entender de forma muito detalhado e muito didática como funciona a instrução por pares ou por colegas ou
Pier struction e agora a gente vai falar sobre aprendizagem Maker no âmbito da cultura Maker aprendizagem Maker está baseada na ideia de faça você mesmo essa metodologia estimula os estudantes a criar e desenvolver projetos e protótipos com elementos concretos mão na massa esse movimento tem trazido aprendizagem sobre computação arte música robótica e tecnologias digitais para Educação Básica e esse viés dá aprendizagem Maker está presente no movimento da aprendizagem criativa e nós teremos um módulo específico sobre aprendizagem criativa onde nós vamos detalhar cada passo cada elemento cada conceito que tá por trás da aprendizagem criativa para
você ter experiências e poder também utilizar na sua prática pedagógica e agora nós vamos chamar aqui um vídeozinho rápido do sieb que foi é uma animação produzidas sobre aprendizagem mão na massa para a gente entender um pouquinho como que isso funciona vamos lá para ser efetiva na aprendizagem a tecnologia precisa transformar a prática pedagógica dos professores um exemplo de prática pedagógica inovadora é a aula mão na massa as aulas mão na massa são experiências de aprendizagem que por meio da construção de artefatos ou protótipos aproximam dos Estudantes de forma concreta os diferentes componentes curriculares nas
aulas mão na massa é necessário articular conhecimentos de diversas áreas para resolver problemas propor materializar soluções com o uso de tecnologias digitais as aulas podem acontecer em um espaço especialmente organizado para que os alunos trabalhem em grupos e para o armazenamento de ferramentas materiais protótipos ou Artefatos em construção por exemplo os estudantes do quinto ano estão aprendendo sobre sistema respiratório junto com Educadora de ciências decidem construir um modelo de um pulmão a partir de diversos vídeos de demonstração pesquisados pelos estudantes utilizando materiais Como bexigas Palitos garrafas PET Cola os estudantes constroem um artefato e utilizam
para simular o bom e o mau funcionamento dos pulmões quer se aprofundar em cada uma das práticas pedagógicas inovadoras mediadas por tecnologia assista os vídeos de cada uma delas em nosso canal e agora eu quero chamar uma pessoa super especial para essa conversa que é o professor Paulo blitz tem e ele vai falar rapidamente é só um trechinho do vídeo em que ele mostra a importância da gente trazer aprendizagem mão na massa para o contexto da educação básica então vamos ouvir um recado que o professor Paulo tem para nos dar muitas vezes quando eu falo
sobre esse assunto de colocar novos espaços de aprendizagem na escola como feblebs ou ensinar robótica programação as pessoas falam bom na escola pública a gente precisa primeiro do básico quer dizer de ensinar matemática básica tudo mais e essas coisas a gente talvez no futuro vai colocar na escola pública mas por enquanto vamos deixar ela nas escolas particulares ou nas escolas que tem recursos para fazer isso eu acho que a gente tem que pensar exatamente ao contrário porque o aluno da escola particular o aluno de classe média alta ele tem todos os incentivos do mundo para
continuar na escola porque ele tem pais que se formaram no ensino superior que fala Olha você tem que continuar na escola porque você tem que entrar numa faculdade boa você tem que aguentar as aulas chatas as matérias que você não entende por que que você tá aprendendo mas continua na escola porque tem uma luz no fim do túnel agora o aluno de uma escola pública na periferia de uma grande cidade ou aluno que não tem pais com ensino superior o aluno que não tem perspectiva que a grande maioria dos alunos brasileiros ele o único incentivo
que ele tem para ficar na escola é que é que a escola é interessante é que ela ele tá fazendo coisas que ele gosta é que ele vê sentido na escola ele vê sentido em tá lá então se a gente só dá para esse aluno básico o arroz com feijão da educação a gente tá fazendo com que esse aluno ou mais facilmente se desliga da escola ou que ele desista ou que mesmo fisicamente ele esteja na escola mas ele não tá engajado ele não tá motivado ele não tá lá de corpo e alma então que
eu quero dizer com isso aqui todas essas coisas que a gente hoje enxerga como atividades de escolas de Elite como robótica como feblebs como música esportes e coisas extracurriculares a gente deveria estar colocando tudo isso na escola pública na escola da Periferia na escola que tem poucos recursos porque essas coisas ajudam a trazer o aluno para a escola elas ajudam o aluno a gostar da escola ajuda um aluno a encontrar uma forma de ter uma experiência de sucesso na escola em vez de uma experiência de fracasso de insuficiência que é o que ele tem nas
aulas tradicionais muitas vezes Olha que recado bacana importante do Professor Paulo o quanto a aprendizagem Maker dentro desse bojo das metodologias ativas pode trazer novas oportunidades para as crianças que vem a escola como algo desinteressante e o quanto é urgente a gente Trazer isso para o contexto da Educação Básica pública se você ficou curioso Curiosa e quiser terminar de assistir esse vídeo o link vai ficar disponível na descrição dessa vídeo aula e agora eu quero falar com você sobre Story que também é uma metodologia de aprendizagem ativa baseada na arte de contar histórias o storytelli
se baseia na criação de narrativa você pode ser uma importante estratégia de criação e de aprendizagem não só para professora apresentar o conteúdo com tanta mas principalmente para envolver Os estudantes para que os estudantes consigam explorar os conteúdos curriculares por meio da criação de histórias em diferentes formatos texto áudio vídeo e por aí vai e para a gente aprender mais sobre startelli quero chamar que um vídeo super bacana do Instituto crescer Vamos assistir o storytelli na educação o storytelli o arte de contar histórias já é uma prática muito antiga na educação na convivência social e
mesmo no cenário Empresarial contar história sempre encantou as pessoas nos permite viajar para lugares do mundo todo E mesmo para fora dele na educação contar histórias também tem um efeito incrível além de ser uma prática lúdica envolvente pode ser uma metodologia usada na promoção de momentos de aprendizagem significativa seja com o professor contando uma história alguns alunos construindo a história seja contar uma história individual ou coletiva as possibilidades são inúmeras ao levar essa metodologia para sala de aula o professor consegue engajar os alunos desenvolver praticamente qualquer temática o contemplar os conteúdos curriculares do seu planejamento
e o ato de contar histórias podemos transformar ainda em momentos de atividades práticas com a criação de diversos produtos como a encenação da história a criação de vídeo encenação a elaboração de história em quadrinhos entre vários outros O importante para fazer dar certo é a de quase histórias a faixa etária dos seus alunos colocar efeitos de dramatização uma trilha sonora para acompanhar e um ambiente agradável em que todos possam ouvir e enxergar o narrador pode-se ainda contar a história sozinho ou deixar os alunos criarem continuarem fazerem parte da história o fator mais importante é muito
simples criatividade [Música] muito bacana o Store pele e uma ferramenta fantástica para desenvolver a criatividade e Olha quantas possibilidades midiáticas podem ser exploradas e agora a gente vai falar sobre gameficação a reinificação tem como objetivo trazer elementos de jogos para compor estratégias de aprendizagem não é simplesmente usar um jogo num determinado momento mas trazer elementos dos jogos né que trazem motivação engajamento uso de Avatar missões pontuação bets conquistas níveis e ranking são algumas estratégias para trazer gameficação para estratégias de aprendizagem e olha só a ganificação nem sempre precisa do uso de tecnologias digitais lá no
nosso módulo sobre gameficação você vai aprender diversas estratégias e você vai entender como é possível usar elementos de jogos e trazer gamificação para aprendizagem mesmo sem o uso de tecnologias então eu espero você lá para aprender um pouco mais sobre isso E para finalizar nosso roteiro aqui das diferentes estratégias de metodologias ativas de aprendizagem eu quero falar sobre o design Thinking Mas eu só vou dar uma palhinha porque a gente também tem um módulo específico sobre time o termo Pink é uma metodologia que tem como objetivo trazer soluções inovadoras para problemas reais no contexto da
Educação Básica esses problemas podem ser relacionados aos conteúdos curriculares ou podem ser problemas da própria comunidade em que você pode engajar os alunos para pensar em soluções criativas para esses problemas ao passar apenas etapas do DT que é o time Os estudantes em grupo e de forma colaborativa conseguem construir um aprendizado ativo e contextualizado e eu espero você lá no módulo sobre design fink para a gente explorar todas essas etapas para você conhecer os conceitos de onde vem o design think e qual é a base que ele tem a base teórica no campo da educação
e eu tenho certeza que você vai ter oportunidade de usar essa estratégia inclusive no seu processo de aprendizagem aqui no curso Então nós vamos ficando por aqui Essas são as referências que foram utilizadas para elaboração desse material e eu quero agradecer você que ficou até aqui o link para esse material vai ficar aqui na descrição do vídeo e eu te vejo na nossa próxima aula tchau tchau