Então você acha que a mentalidade começa aonde? >> A minha mente é limitada aquilo que eu sei. E aquilo que eu sei me trouxe até onde eu tô. Porque se eu for criar sempre do mesmo lugar, que é da minha mente, o lugar pra frente, eu vou ficar sempre limitado. Então para eu ter uma mentalidade renovada, eu preciso ter uma ação diferenciada. >> Não existe ano novo para comportamento Velho. O >> maior conceito de insanidade é esperar resultados novos fazendo coisas antigas. Uma trajetória consistente nasce do propósito. Ela construiu sua caminhada como empresária e como
mentora dedicada à formação de pessoas com mais clareza emocional, consciência e desempenho profissional. Ela acredita que crescimento exige autoconhecimento, responsabilidade e ação intencional. Neste episódio, ela provoca uma reflexão Direta. A alta performance não é sobre fazer com propósito e consciência. A convidada de hoje é Fabwaia. >> Eu tive uma estratégia na minha vida. Eu fui teimosa para falar assim, tudo bem, isso aqui é parte da minha realidade hoje, mas assim, eu não sei nem te falar o que que eu pensava. Eu só sabia que eu queria mais. A estratégia é treina e faz ou faz
e treina. Você, por experiência, viu que são os maiores sabotadores. Você acredita que todas são nova, vem uma Mentalidade nova ou não? >> Você mais gostou >> do que você falou? É, >> turma, você quer ter a possibilidade de acompanhar um episódio do como você fez isso aqui nos nossos estúdios? Vocês perceberam que já faz alguns episódios que a gente recebe uma plateia aqui nos nossos estúdios e é muito legal a experiência. A gente vem recebendo muitas mensagens de vocês querendo participar. Como é que eu faço para tá Aí? Então funciona o seguinte, se você
preencher esse formulário, constantemente, o time tá selecionando algumas pessoas, porque são milhares de pessoas. Não tem como, a gente saber todo mundo, a gente amaria fazer isso, mas não tem como, porque a comunidade do Como você fez isso é gigantesca e a gente fica muito feliz por isso, mas você pode ter uma chance. Então, se você quer ter essa chance, clica aqui no formulário, preencha com todas as Informações pro time te conhecer mais, selecionar à vezes qual episódio tem mais a tua cara, caso você selecionado. E obviamente cruza os dedos e eu torço para que
um dia você esteja aqui, mas eu torço mesmo porque a gente fique sempre conectado por aqui. Então, recado dado, clique no link abaixo, preenche o formulário e agora vamos voltar ao nosso episódio. Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio. E que episódio? Arrisco a dizer que é o melhor Episódio que eu já gravei, porque sem sombra de dúvidas isso não é um risco, isso é uma certeza. Senta à minha frente a pessoa que eu mais amo nessa vida. Como vocês viram no trailer, eu queria nossa plateia. Palmas para Fabi Carneiro Vulgo, a
minha mulher maravilhosa. Palmas para ela. Você aqui >> faz tempo, né, meu amor? >> Faz muito tempo que você não aparece aqui para me ver no no Como você fez Isso? >> Tô muito caseira. você que junto comigo me ajudou a fundar a nossa divisão de podcasts. Costumava sentar aqui a minha cadeira. Para quem para quem não sabe, no comecinho do Primord, antes ainda do Como você fez isso, no antigo podcast, a Fabi sentava comigo e a gente batia papo, às vezes era era a gente costurava tanto entrevistas como bate-papo só nós dois. Era bem
legal. >> Sim, >> era bem legal. >> Saudade, meu amor. >> Sinto saudade, mas eu sou aquele cara com uma surpresa no passado, porque eu sei que estamos fazendo coisas mais maravilhosas ainda, né? que fique a dica aqui nas entrelinhas, tá amor? Ah, hoje a gente no como você fez isso, falar muito sobre mentalidade. É um dos primeiros episódios do ano também. Eh, estamos no primeiro bimestre ainda do ano e tem muito chão para Rolar. E eu gosto muito porque além de ser um tema que você domina, estuda muito, eu acredito demais que os nossos
resultados são reflexo da maneira como que a gente pensa, né? a mentalidade ajustada, a pessoa vai e vence. E eu queria começar por esse ponto. Ah, o que que você acredita que é decisivo? Ah, para alguém que quer mudar a mentalidade, quer ter uma mentalidade mais ajustada para crescimento? Quantas Pessoas tm sabotadores que às vezes nem percebem? Ah, eu eu acredito que o jogo eh mais importante que as pessoas vão jogar, aquele que rola dentro de você mesmo. Então, eu quero começar por aí esse papo sobre essa batalha. Então, você acha que a mentalidade começa
aonde? >> Essa é uma pergunta muito legal e eu gosto sempre de ir por camadas, né? Eu até anotei aqui para trazer porque é é bastante detalhe, mas a primeira coisa, A gente tem que começar a criar as coisas no lugar certo. Isso já é já é o ponto inicial de partida. Eu tive um site outro dia, eu acordei 4 da manhã. >> Uhum. >> Com esse conteúdo na cabeça, falei: "Cara, eu preciso estruturar ele e eu preciso trazer ele e falar sobre ele". que a maioria das pessoas criam coisas na mente, sendo que a
gente não deveria criar essas coisas no campo da mente. Então, por exemplo, vou dar exemplos. Eu Não crio a minha fé, a minha crença de acreditar que aquilo que eu vou gerar no ano de 2026, eu não crio com a mente, porque a minha mente ela é limitada aquilo que eu já fiz e aquilo que eu sei. >> Uhum. Então eu estarei sempre limitado a coisas do passado se eu depender da minha mente para eu ter crença no meu futuro. >> Então a minha crença inicial, a minha fé, ela é sempre no campo sobrenatural, Ela
é no campo espiritual. Outra coisa que é no meu campo sobrenatural, nesse meu campo que que vem dessa criação, é o meu propósito. Eu não posso estabelecer o meu propósito através da minha cabeça, porque a minha cabeça tem influências do mundo, tem influências de papai, mamãe, do que o mundo fala, do que eu posso, do que eu devo, do que eu não devo. Então, eu tenho um mix de identidade errado na minha cabeça. Eu tava até contando esses Dias de coisas que eu comecei a refletir, de frases que eu ouvia de quando eu era criança,
que isso formou minha identidade. Eu até contei minha pra minha mãe. Minha mãe falava assim para mim: "Eu não sei quem você puxou". E eu cresci ouvindo essa frase. E aí há três semanas atrás eu liguei pra minha mãe: "Poxa, mãe, eu eu vi essa frase, ela veio ressoando na minha cabeça, ela: "Fabi, mas essa frase era maravilhosa, era do quanto você tinha esse ímpeto, o Quanto você era posicionada. Daí eu e seu pai, a gente não era assim, então não sabia lidar com isso. Era algo positivo. Falei: "É, falhamos na comunicação". Porque eu cresci
achando que essa frase era negativa. Então são coisas que vão formando a nossa identidade. Então o propósito que aquilo que eu nasci para fazer, eu não posso criar com a minha cabeça. >> Uhum. >> E as pessoas também querem criar isso Com a cabeça. Ah, deixa eu ver um podcast, deixa eu ver alguém para alguém falar o que que eu vou fazer. Não é assim. A outra coisa é visão. A visão, estabelecer metas, estabelecer decisões, estabelecer caminho. Eu também não vou estabelecer com mente, porque de novo, a minha mente é limitada aquilo que eu sei
e aquilo que eu sei me trouxe até onde eu tô. A onde eu quero chegar, eu preciso de de um lugar que não tá limitado ao meu passado. O meu passado Me ajuda com a minha bagagem, mas eu vou trilhar caminhos que eu ainda não percorri. Então eu preciso sair só do meu âmbito mental. Então essa é a primeira coisa. Para eu estabelecer que o meu 2026 seja um ano diferente do que foi do meu 2025, eu preciso começar a criar coisas a partir de um lugar diferente. Porque se eu for criar sempre do mesmo
lugar, que é da minha mente, o lugar pra frente, eu vou ficar sempre limitado. >> Muito bom. E aí vem a parte da mente. Então, a o que eu trouxe aqui pra gente falar sobre mente é que a gente tem três coisas que a gente tem que dar atenção pra nossa mente. A primeira coisa é a palavra atenção, que é justamente onde a gente tem o nosso ponto de entrada. E aí vem que você falou, né, sobre mentalidade. O renovo da nossa mente, ele não acontece com as coisas que eu escuto, com as coisas que
eu assisto ou das Coisas que eu leio. As pessoas acham: "Ah, eu tô ouvindo um podcast, eu tô me renovando, tô renovando minha mentalidade, eu tô lendo um livro, eu tô renovando minha mentalidade." >> Uhum. >> A renovação vem daquilo que eu aplico, que eu trago pro mundo, que eu externalizo aquilo que eu faço através daquilo que eu sei. >> Muito bom. Então não existe renovação se aquilo só tá dentro da minha cabeça. >> Você não tem ação. >> Não tem ação. Então não tem renovação. Não teve não teve um renovo de ação. Então para
eu ter uma mentalidade renovada preciso ter uma ação diferenciada. Ou seja, aquela frase que todo mundo fala que é do Einstein, mas a gente já nem sabe mais se é do Einstein mesmo, porque todo mundo se apodera de frases. É que o maior conceito de insanidade é esperar resultados novos fazendo coisas Antigas. Então eu preciso fazer coisas novas para eu ter resultados novos. E aí é onde eu moro o pepino, né, que começo de ano é um ano muito propício paraa tomada de decisão. Ah, eu decidi que esse ano eu vou. Aí você pega a
lista, se galera colocar aqui a lista de quantidade de coisas que decidiu esse ano. Só que existe uma diferença muito grande em decisão e escolha. >> Qual que é para você >> decidir? Qualquer um pode decidir. >> Uhum. Mas o que sustenta a sua decisão é a escolha diária que você faz sustentado naquela decisão. Então, por exemplo, você decidiu casar comigo, mas você precisa escolher que eu seja a sua esposa todos os dias. >> Muito bom. >> Então, eu decidi que esse ano eu vou ficar mais magro. Esse eu decidi que esse ano vou ficar
mais rico. Esse ano Eu decidi milhares de coisas. Mas se eu não escolho, se eu não tenho escolhas diárias congruentes com aquela decisão, é mais uma informação que entrou pelo ouvido sair pelo outro. Não teve não teve consequência daquilo, sabe? Então, a primeira coisa pra gente ter essa mudança de mentalidade é primeiro separar onde que eu decido coisas, onde eu construo coisas, de onde partem essas decisões e quais são as as ações, as escolhas que eu preciso fazer Diariamente para que tenha um renovo da minha mentalidade. Senão eu tenho aquela famosa frase da obesidade mental.
O que que é obesidade mental? Eu tenho um monte de coisa na minha cabeça que eu não levo para ação. >> Muito legal o que você falou da da renovação da mentalidade. É sobre obviamente uma provocação que eu tive, mas algo coloquei para fora e aí sim tem essa esse fechamento desse de círculo de renovação, né? Então, eh, quantas Pessoas às vezes ouvem esse podcast, uma provocação acontece, um jeito de pensar que algum entrevistado, falou, a pessoa falou assim: "Uau, é assim". Mas como ela não colocou em ação, talvez dois, três dias, ela nem lembra
mais o que foi falado. >> Sim. >> Então, eh, e, e, e, e a gente tava até conversando disso, né? Me veio esse exemplo que você tá falando agora quando a gente tava falando sobre Jitsu, né? Eu Tô tá a véspera de um campeonato. >> Eu tava conversando com o Lang, Michael Lang, tricampeão mundial, que me dá aula ali na na aliança e e ele falou uma coisa que você falou também para mim em momentos diferentes, né? Sim, >> você só faz na competição >> aquilo que você faz no treino. >> Aquilo que você faz
no treino. Ou seja, vai, entre aspas, a mudança de mentalidade na arte marcial é uma técnica nova no tatame. Só que por mais Que falar assistir um vídeo, se eu não faço essa posição, essa posição não é minha. Assisti um vídeo, a pessoa falou assim: "Cara, faz isso, isso, isso, isso, isso se eu não faço no treino e se eu não faço certo", essa posição não é minha. Às vezes eu esqueço ela depois de dois, três dias e tudo mais. Então o mesmo vale paraa mentalidade, né? Você foi provocado, você foi indagado, inspirado, você teve
a a sua referência aumentada, Mas se aquilo não vira uma ação prática, não tem a não tem a cola. >> E você sabe que tem muitas pessoas que t receio de gerar ação prática com medo da reação que vai vir através da sua ação. Só que, por exemplo, você participou de campeonatos agora eu participei de vários campeonatos e uma das coisas que eu mais aprendi em campeonato é que eu só vou descobrir como tem que ser meu treino quando eu participo de um campeonato. Enquanto eu não participo de um campeonato, eu não sei exatamente como
precisa ser meu treino. >> Uhum. >> Porque eu não sei de fato como que é o ritmo, eu não sei o como são as pessoas, eu não sei qual que é a adrenalina, eu não sei de fato quais são os meus pontos fracos. Então, enquanto eu não vou pro jogo, enquanto eu não vou pra linha de frente, eu nunca vou sa eu nunca saberei realmente qual precisa ser a melhor Preparação dos meus bastidores. Então, tem gente que fica muito tempo nos bastidores se preparando, achando que é essa preparação que vai fazer toda a diferença na
linha de na linha de frente. Mas pelo contrário, quando eu estou na linha de frente é quando eu tenho mais consciência do que que eu preciso trazer paraos meus bastidores, entendeu? >> Flávio falou uma frase muito bacana aqui, sentado na sua cadeira. Não existe Ano novo para comportamento velho. Não existe ano novo pra pessoa velha. Bom, >> muito bom. Então, ah, eu quero um ano novo. Se você entra sem um eu velho, você vai ter outro ano velho, mesmo num ano novo. Ah, que tudo começa a partir da mentalidade. Ah, você que treina muitas pessoas
sobre esse assunto, até tem um evento muito legal que é o lapidação. Depois eu quero que você fale sobre ele. >> Lapidação. >> Mas quando você vai estruturar um treinamento sobre mentalidade, você gosta de começar por onde? Que que você aborda? Por onde você passa? Uma das coisas primordiais é as pessoas entenderem como funciona a própria a a cabeça de uma forma geral. Então, pensa que a gente vive com a cabeça fritando o tempo inteiro e a gente acredita que esses essa forma como a gente pensa, a forma como a Gente, a nossa cabeça funciona,
é como se fosse um defeito de fábrica meu. Agora, a partir do momento que eu entendo cientificamente, neurocientificamente, o funcionamento do cérebro e que as coisas funcionam dessa forma, parece que meu cérebro ele relaxa, ele fala assim: "Ah, não acredito que era assim". É como se eu conseguisse colocar as minhas confusões mentais em compartimentos e o meu cérebro ele Relaxa. Então a primeira coisa que eu gosto de fazer é dar ordem, é dar lugar a dor, à dúvida das pessoas. Então isso chama neurofedback. Então a primeira coisa que eu faço é dar um neurofeedback. É
assim que funciona a tua cabeça. A cabeça de forma geral >> funciona dessa forma. Então todo mundo funciona dessa forma. Isso funciona dessa forma por conta disso, disso, disso. Aí a pessoa fala assim: "Ah, não é possível que era dessa forma". E aí Você consegue partir dali para uma construção. Então, todo mundo quer chegar no destino, mas poucas pessoas sabem qual que é o ponto de partida. >> Uhum. >> Então, qual que é o ponto de partida? Qual que é o funcionamento do cérebro? Como que o seu cérebro se formou dessa forma? como que aconteceu
da sua cabeça teus pensamentos, da forma como ele tem os o seu temperamento, a forma como você se comporta, a forma como você se porta, A forma como você pensa, a forma como você lida com as suas emoções, a forma como você reage ao mundo. Hora que você entende, você tira a sua lente de mundo que é só sua, e você começa a enxergar as coisas de uma forma mais macro, sabe? Então você sai muitas vezes daquela posição de dor ou de vitimista ou até de confusão mental. fala assim, eu não sei como eu funciono.
Eu não sei porque eu faço isso ou muitas pessoas até querem, mas não conseguem sair desse Lugar e não sabem porque não consegue sair desse mesmo padrão de comportamento, esse mesmo padrão de mentalidade. Então eu gosto de sair desse lugar, dessa encoragem de é assim que você funciona e é assim que você vai conseguir sair desse funcionamento e criar um novo funcionamento. >> É neuroeedback. >> Neuroeedback. E e o que que você e você por experiência viu que são os maiores Sabotadores uma mentalidade de crescimento, uma mentalidade de sucesso? >> Medo. Se a gente for
diluir todas as nossas tomadas de decisão, ou ela vem através da confiança, ou ela vem através do medo. >> É verdade. >> Então, tem muitas pessoas que, por exemplo, machucam outras pessoas por medo. Então, eu vou machucar outra pessoa porque eu tô com, eu não quero Ser machucada. Eu tenho medo de ser machucada >> ou eu vou procrastinar alguma coisa porque eu tenho medo daquilo não acontecer. Hoje o medo é o mal da humanidade. >> Ué, >> só que como é que eu me desvencilho disso quando ele vira um monstro enorme que tá na minha
frente o tempo inteiro e cada vez mais me deixando menor, me achatando, me deixando mais frágil, me Deixando mais fraco. E eu passo tanto a acreditar nesse monstro que, cara, não, ele vira enorme. Eu não consigo ser maior do que ele, entendeu? Medo. >> Medo. >> Que que você acredita que são as alavancas pra gente ter o controle dos medos que nós temos? Que eu acho que não tem como parar de ter medo, né? Eu acho que medo é um mecanismo de defesa. >> Ele é um mecanismo de defesa, mas eu também não posso acreditar
que ele é um mecanismo de defesa. >> É porque na verdade é talvez a dose do medo, né? >> Então a primeira coisa é racionalizar. Eu as pessoas elas são muito impulsivas emocionalmente. Então a gente tem que pensar que a emoção, por um lado, ela é um alerta para te mostrar o que que tá acontecendo no teu corpo. Mas eu também consigo, olha isso, o nosso corpo, ele é Tão inteligente, ele é tão inteligente que eu consigo manipular a emoção que eu quero sentir para justificar o comportamento que eu quero ter. Então, tem muita gente
que acha que a emoção ela é secundária, ela é uma reação, mas não necessariamente ela é uma reação. Muitas vezes ela pode ser algo primário que eu gerei para justificar um comportamento que eu quero ter. Isso é profundo. Obviamente não dá pra Gente falar, teria que ser um podcast ou um livro só para falar sobre isso. Mas a primeira, o primeiro passo é veio, eu preciso trazer pra mente. Então eu preciso racionalizar. O que que é inteligência emocional? É o teu a capacidade de eu racionalizar sobre uma emoção fisiológica que eu tive, algo fisiológico que
o meu corpo gerou. Eu tive isso por quê? Então, as pessoas elas tendem a sempre a pensar no pior das coisas, o que que de Pior pode acontecer, mas eu também preciso entender o que que de melhor pode acontecer e eu preciso ponderar os riscos. >> Isso aí. >> Então, muitas vezes a gente fica muito atrelado assim, preso a lugares onde nós estamos, com medo de dar o próximo passo. Por quê? Porque o que eu tenho hoje, ele é conhecido. Então o medo das pessoas é sempre do Desconhecido. Então tem muita gente que hoje tá
preso num relacionamento abusivo, tóxico, porque eu não vou sair daqui porque aqui é conhecido, aqui eu administro até o ponto que a gente não consegue mais administrar. Eu tô num um trabalho, eu tô num ambiente de trabalho que eu sou completamente infeliz, mas eu vou ficar nesse lugar porque este lugar eu conhecido. Mas ele é conhecido hoje. Ninguém começou nesse relacionamento. Você não Começou a vida com essa pessoa que você tá hoje. Você não começou a vida trabalhando nesse lugar. Então isso é a prova. A gente tem a pandemia como exemplo de como tudo é
adaptável. A gente viu aquele filme junto, lembra do das meninas nadadoras que elas estavam na piscina e tava a cidade sendo bombardeada? Sim, sim, sim. >> E aí elas indo para uma festa e tudo mais com >> swimmers chama, né? >> Eu não lembro acho que é, >> mas tudo acontecendo ao redor, elas fazendo a vida delas normal e a cidade sendo bombardeada. O que que isso mostra? O a capacidade que o nosso cérebro tem de adaptação ao caos. Até que o caos já não é tão mais caos assim. E aí você pensa, ah, eu
não quero ir pro próximo lugar porque ele é desconhecido, mas o que você tá hoje também um dia já foi desconhecido. Então eu preciso ter um pouco mais de racional, eu preciso racionalizar um pouco melhor essas essas emoções e entender a raiz. Eu falo que é como se fosse um um fio desencapado. Eu penso assim: "Iso tá me dando um choquezinho, sabe? Sabe alguma coisa na vida que você tem ficção?" >> Sim. Sim. Eu começo a puxar, eu começo a puxar e eu começo a puxar e eu não vou parar até eu encontrar a raiz
disso, porque raios que eu estou com medo ou Receio de sair deste lugar. E aí, a hora que você começa a ponderar, eu gosto de falar que é como se fosse uma balança mental, né? Então você tem uma balança dos pró e dos contras e você consegue pesar. Então, é algo que eu tenho muito mais contras, obviamente que é um medo fundado, mas assim, se a gente parar para refletir na nossa vida quantos medos fundamentados a gente teve, eu poderia Falar aqui tranquilamente, sei lá, 5%, 10%. O quanto que você acredita que o seu entorno
influencia nessa sobreposição do medo ou confiança? >> Olha, antes eu poderia falar para você que 100% seu ambiente influencia tudo e eu estaria renegando a minha própria a minha própria vida, porque eu não vim de uma família eh >> empreendedora. >> Empreendedora. Tanto é que a o meu avô que foi empreendedor, ele colocou medo em todo mundo porque ele, né, ele faliu, ele quebrou, então a família passou por dificuldade por conta de péssimas decisões. Então, nunca fui incentivada a empreender. Quando eu comecei a empreender, minha mãe queria me arrancar de qualquer jeito. Essas essa história
Mais antiga, todo mundo já sabe. Periferia, andando de ônibus para cima e para baixo, não tinha carro. A gente perdeu carro, a gente perdeu casa, estudei em escola pública. Então, poderia falar que o nunca tive hoje que a gente tá na época que tem podcast, que tem YouTube, que tem livro, eu nunca li um livro na minha vida até começar a empreender. Nunca fiz um curso, até hoje não sou uma pessoa que faz muitos cursos. Mas então poder falar assim: "Ah, o ambiente te molda, o ambiente te impacta, o ambiente te vai fazer tudo com
você". Não fez porque eu andava com pessoas na minha na minha adolescência que eram que fumava maconha, que bebia, que fazia um monte de coisa errada. Se eu olho pra minha vida para trás, eu tinha tudo para ter dado errado. >> É, eu também acho que >> quando olho para ambiente, >> pro ambiente ele influencia, mas não Determina, né? >> Não determina. >> Isso aí. >> Então eu não acho que o ambiente ele é um determinismo. Ele pode ser um, ele pode ser de fato um impempecílio. Eu tive momento de distração na minha vida. Eu
tive um momento de distração, mas ele não foi um, ele não foi um determinismo para falar onde eu poderia chegar, entendeu? >> É, eu acho que tudo que a gente leva Para 100% já não gosta, né? Para assim, ah, não, nesse ambiente não dá, não dá, mas vai ser mais difícil. Obviamente, se você tem, tiver estratégias para sair daí, saia. >> Eu tive uma estratégia na minha vida, eu fui teimosa. Eu acreditava que eu não pertencia à aquele lugar. Eu falo, eu brinco que quando a gente cresce essa essa teimosia ficar um nome bonitinho, né?
Vira persistência. Mas eu fui teimosa. Eu olhava para aquilo, eu não eu não eu não me relacionava com aquilo. Tanto é que essa frase que minha mãe falava assim: "Eu não sei quem você puxou". Era exatamente isso, porque eu não me conformava. Por mais que eu convivia naquele ambiente, eu estava inserido naquele ambiente e eu não eu não enxergava como fugir daquele lugar, eu não me conformava. Então eu fui teimosa em todos os Momentos para falar assim: "Tudo bem, isso aqui é parte da minha realidade hoje". Mas assim, eu não sei nem te falar o
que que eu pensava. Eu só sabia que eu queria mais. E isso bastou. Eu não fui uma pessoa que eu tive os melhores cursos. Ó, por exemplo, fala inglês, falo, mas nunca fiz curso em inglês. Espanhol eu me virava, aprendia sozinha. Eu fui muito autodidata pras Coisas. Eh, ai, qual que foi a mentalidade? extraordinária que você teve para romper. Não tive uma mentalidade extraordinária. >> É o se vira. >> Eu não tive um mentor na minha vida, mas eu queria o próximo nível. Eu queria o próximo nível. Eu queria o próximo nível. Eu queria o
próximo nível. E às vezes o que falta para as pessoas romperem não é o mentor, não é o próximo Livro, não é o próximo nada. Eu sei que isso vai contra tudo o que a gente tem de produto, de empresa, daquilo que a gente faz, que eu sei que isso ajuda muita gente, mas de nada adianta eu ler, eu ter acesso aos melhores livros, eu ter acesso aos melhores mentores, eu ter acesso aos melhores conteúdos, eu escutar os melhores podcasts, eu ter acesso às maiores mentalidades, se eu não tenho fome, >> é, >> não vai
romper, entendeu? Depois eu precisei construir essa mentalidade para quê? para poder solidificar o que eu rompi. Porque se eu continuasse nessa bagunça só de fome, fome, fome, você acaba atropelando e acaba não consolidando, não acaba construindo nada. Mas eu acredito que a fome ela é primordial antes de toda essa bagagem que a gente busca. E é muito confortável a gente ficar no intelecto, porque a gente tem uma sensação de que Eu nunca tô pronto, então eu preciso de mais. Então é como se eu tivesse me protegendo. Ai porque eu preciso de mais intelecto. Eu preciso
de mais intelecto. Existe hoje uma moda dessa busca do intelecto. Só que se as pessoas tivessem 10% de intelecto do que tem e jogasse a diferença pra fome, elas estariam numa posição muito mais avançada do que estão hoje com a quantidade do intelecto que tem. >> Ambição é treinável. Eu acredito que tem pessoas que já nascem com uma ambição de fábrica diferenciada. Eu posso falar que eu nasci com uma ambição de de fábrica diferenciada, tanto é que isso era um grande confronto dentro de casa, mas com toda a certeza a ambição pode ser treinada. Aí
é onde entra o ambiente de você estar com as pessoas certas. E assim, até eu que já tive essa ambição que foi um confronto dentro de casa, eu Precisei treinar essa ambição cada vez mais para ela continuar crescendo, porque aquilo, aquela ambição, ela me levou para romper uma certa barreira. >> Uhum. >> Mas para continuar rompendo barreiras, essa ambição ela precisa ser, eu preciso ter uma manutenção da minha ambição. Se eu não faço uma manutenção da minha ambição, a gente acaba parando no mesmo lugar. a gente tava até, né, toda vez a gente às vezes
para para fazer essa Reflexão em você de >> qual que vai ser o nosso próximo estágio. E é muito doido a gente pensar isso, porque todo mundo que não tem ambição, isso vai contra a natureza humana. Pensa que a a natureza humana ela é decadente. E a gente espiritualmente nós somos perfeitos. Uhum. Se nós somos feitos à imagem e semelhança do nosso criador, Nós somos perfeitos em espírito. Só que a nossa carne, ela vem em decadência. A gente tem uma busca natural pela perfeição. Por isso que tem muita gente que fica preso na procrastinação, porque
ai, eu preciso ser perfeito para começar, mas calma, quem vai ser perfeito é seu espírito. Então, se eu não tenho essa busca contínua do próximo passo, olha como é forte isso. Eu estou indo contra o princípio da criação. >> É, >> porque eu estou indo na contramão da perfeição. Eu não sou perfeita, mas eu preciso buscar essa excelência de forma contínua para cada vez mais eu me aproximar nessa nessa estatura. >> Uhum. >> Se eu não estou nessa busca, eu estou indo na contramão da criação. E pode observar que naturalmente as pessoas que não buscam,
e é diferente de você uma buscar uma ambição a qualquer custo, É, acho que talvez fique melhor a gente trocar essa ambição por evolução. Na maioria das vezes são as pessoas que adoecem. Pode reparar, quando os idosos eles param de trabalhar, quando eles não têm mais por algo para buscar uma evolução, como é muito rápido o tempo dali para falecer. >> Uhum. >> Porque não tem mais essa busca por evolução, ou seja, eu tô indo contra a minha natureza. >> E aí quando a gente pega em cenário de casais, mentalidade, que quando você tá casado,
você se torna um só corpo, >> certo? Pelo menos é o que a gente acredita, mas casal você vive em unidade, porque um casal desalinhado nem dá para chamar de casal. Eh, chama de indivíduos. Ah, >> indivíduos que habitam o mesmo >> o mesmo espaço físico. >> Mesmo espaço. >> Ah, e é preciso se alinhamento de mentalidade, porque se não se você tiver e o seu marido não tem, é como se você não tivesse também. >> Uhum. >> E vice-versa. Ah, que que você acredita que a melhor estratégia para esse alinhamento de mentalidade em casais,
seja para uma conquista financeira, seja paraa realização de um projeto pessoal, dação Da família, que que você acredita? >> Ah, tem que dar porrada, né? Tô brincando. >> Tem que descer o cajado. Tô brincando. Só que não, >> cara. Eu acho que eu acho que já parte do princípio que se você tá com uma pessoa acomodada e a pessoa já era assim, já parte de que, cara, você escolheu mal, você escolheu errado. E para quem tá solteiro ou tá numa fase de namoro, já pega essa. Você já tá com uma pessoa que já é meio
acomodadinha, ah, qual que é o seu sonho? Ah, não sei, não sei, >> não tenho. >> É, já começa a revisitar, porque quando casar vai ser pior ainda, entendeu? Só que a gente tem que entender que a gente não tem habilidade de mudar pessoas. Eu posso influenciar pessoas, mudar pessoas não tá no meu potinho de controle. Agora, influenciar pessoas tá no meu potinho de controle. E eu não influencio Aquilo que eu não vivo. >> Como fala de novo? >> Eu não influencio, >> tá, >> aquilo que eu não vivo. >> Em que sentido isso? >>
Como é que eu vou influenciar pessoas >> Uhum. >> A fazerem coisas que eu não faço? >> Ah, tá. >> Entendeu? Como é que eu vou influenciar pessoas? Então vou falar assim pra Pessoa assim: "Ah, porque você tem que pensar mais positivo, porque você tem que ser mais pra frente?" É clássico da mulher isso, com homem acomodado, porque você tem que buscar mais, porque você tem que viver mais, porque você tem que nan e n. Mas aí você vai olhar, a mulher tá sempre reclamando, tá sempre criticando, tá sempre não sei o quê. Então assim,
o homem tá naquele lugar de acomodação, mas a mulher mantém o mesmo padrão de Comportamento. >> Uhum. Ah, mas são duas coisas completamente diferentes. São, mas tá agindo da mesma forma. Assim, a o resultado final é diferente. Um é através da reclamação, outro através da acomodação, mas o padrão de comportamento é o mesmo, que é repetição. >> Então, a mudança que eu que eu que eu preciso influenciar no outro, eu preciso começar em mim. >> Muito bom. >> Entendeu? >> Uhum. Qual você acha que é a parte mais difícil de mentorar mulheres? >> Homem também,
né? Mas a mulher, ela não quer ser só uma, vamos lá, tem várias camadas nisso. A mulher de hoje, ela vem numa guerra de conflito existencial. Então, quando a gente faz uma retrospectiva, eu olho minha bisavó que tava em casa com 21 filhos E aquele monte de criançada crescendo aquela loucura. >> E não é exagero mesmo, né? Tu bisavó teve 21 filhos, >> 18 mulheres com a letra Z. Uhum. >> Baita criatividade, né? E nem tinha chat PT naquela época para arrumar 18 nomes com a letra Z de mulher e três com letra A. >>
Fala seis com Z. >> Ai, cara, sei lá. Era Zumar, Zilá, Zilda, Zélia, Zenaide, Zuleica. Tá ótimo. Falei seis. >> Com Z. Você pensa é Zaio, Zabiana, Zamila, Zarcos, >> Zanessa, >> Zel. Que que você tinha me perguntado? Ah, da mulher, né? >> Sim. >> E aí, por exemplo, a minha mãe já foi criada de uma forma diferente. >> Uhum. vai pro vai pro meio de trabalho, Não dependa de homens, seja uma mulher independente. Só que minha mãe não teve muito ainda dessa conquista porque ainda tava ainda num romper de geração. >> Você acha que
essa frase que você disse e primeiro termine seu raciocínio, perdão, sen não vou abrir uma outra caixinha aqui, >> tá? >> Aí, >> deixa eu anotar aqui para >> obviamente que eu vim com essa Mentalidade também de ser fortona, de ir pro mercado de trabalho, de fazer um monte de coisa. Só que todos os extremos eles são eles são muito ruins. Então a gente tá numa geração de mulheres machucadas que são guerreiras no mercado de trabalho, só que elas continuam sendo guerreiras dentro de casa. Então hoje, qual que eu vejo qual que é a maior
dificuldade? Nem é tanto a mulher ser a guerreira fora de casa. O Que dói a mulher é ela precisar ser a guerreira dentro de casa. Então ela conseguisse esse equilíbrio de mulher que vai lá, que batalha, que faz dinheiro, que cumpre o propósito de vida dela, que tem a empresa dela, que ela toca, que ela faz, que ela acontece, mas ela volta para casa e ela consegue ser mãe, ela consegue ser esposa, ela consegue ser cuidada, ela consegue ser carinhosa, ela consegue ter tempo de qualidade, ela consegue ter tempo de Família. Eh, e aí eu
não tô falando de condição financeira, eu não tô falando da quantidade de tempo disponível, eu tô falando do nosso comportamento. Então, como eu não tenho mulheres só dentro da mentoria, tenho um Instagram de mulheres, eu cuido de mulheres em diversos formatos, em diversas camadas, é uma dor muito comum. E aí você pode começar a observar que o discurso começou a mudar. >> Hum. >> Você começa a ver os res hoje, começou. E vocês vão ver isso. Vocês se preparem de mulheres agora, ai porque eu não trabalho, porque eu fico só dentro de casa, que eu
não faço nada, que é muito bom ser cuidado. Ou seja, a mulher veio de um lugar machucado do mercado de trabalho por essa por essa falta de equilíbrio. E agora a mulher tá indo pro outro extremo, sendo que, na verdade, é sobre encontrar O equilíbrio de est justamente nesse lugar. Cara, veste a armadura para sair de casa, chega em casa, guarda armadura. Põe a armadura, tira armadura. Põe armadura, tira a armadura. Então eu vejo que essa é uma é uma é a maior dificuldade da mulher atualmente é saber encontrar esse equilíbrio, sabe? Sobre ser essa
guerreira lá fora, mas não ser essa mesma guerreira dentro de casa. >> Você durante a sua fala você falou que é muito comum às vezes uma uma mãe passar Para uma filha ou uma mulher falar para outra: "Não dependa de homem nenhum". Qual o peso que que essa frase tem ao longo da vida de uma mulher? Cara, a verdade é que a mulher ela fica muito dura, né? E a mulher ela quer fazer o papel do homem. Então a mulher quer confrontar, a mulher quer competir, a mulher quer assumir uma posição, e eu não tô
falando fora de casa, estou falando dentro de casa, que não é o lugar dela. >> Uhum. Então começa a carregar fardo. E eu falo isso de uma pessoa que estava nessa posição e a gente sabe muito bem disso. Já teve alguns outros episódios que a gente falou disso, >> que eu fui essa mulher por muitos anos. Eu competia com você, eu confrontava você, eu queria medir força com você. E não era força mental, eu queria medir força física. Só que eu tava sempre cansada, eu tava sempre malmorada, eu tava sempre com Raiva, eu tava sempre
estressada. E a gente não vivia numa paz, a gente não vivia numa plenitude dentro de casa. Isso é exaustivo. Eu lembro de várias vezes que eu chegava para você assim e falava assim: "Amor, hoje eu só queria ser pequenina. Você lembra disso? >> Lembro >> várias vezes. Que que é isso? Era eu exausta, cansada, mas sem saber o que que eu tava pedindo. Eu eu tentava verbalizar algo Que eu nem sabia conscientemente qual que era o peso daquilo que eu tava carregando. >> E é um processo. Eu ainda estou nesse processo. Há quanto tempo? Desde
desde que eu engravidei da Bela. Então a Bela hoje completa 11 anos. Esse esse ano completa 11 anos, mais tempo de gestação, talvez 12 anos nesse processo de desconstruir essa pessoa dentro da minha cabeça e de entender que, cara, que delícia poder ser cuidado pelo meu Marido, que delícia ele poder ser o homem da casa, que delícia eu poder ser submissa. >> Uhum. E as pessoas não entendem esse lado da submissão e acha que é algo ruim. Mas eu entendi nesse ao longo dos anos que a submissão nada mais é do que ser cúmplice. Eu
não quero estar na frente. >> Uhum. >> E não é sobre tá atrás, é sobre tá ao lado. E quem anda ao lado, ele é Cúmplice. E eu não queria ser sua cúmplice. Eu queria, eu queria mandar em você, >> entendeu? Não é? >> Eu queria dar ordem em você. Eu queria ser sua mãe, eu queria ser sua chefe, eu queria ser tudo, mas menos a sua cúmplice. Então, a hora que eu aprendi a a caminhar nessa posição, nossa, >> pausa rápida no episódio. Olha isso daqui. 78% de vocês que estão assistindo esse episódio, vocês
não estão inscrito No canal e vocês vão perder muita coisa. Às vezes aquele episódio que você não viu tinha o que você precisava. Então, para agora só se inscreva no canal para você não perder nada. Eu tenho certeza que você vai ser o maior beneficiário disso, tá bom? Então, clica agora, se inscreva e você vai garantir que tudo chegue até você, beleza? Então, volta no episódio, se inscreva e continue assistindo. Que significa a palavra clicidade para você? É exatamente isso que eu te falei. Eh, é sobre não querer andar à frente e nem sobre me
colocar atrás o tempo inteiro, mas é me colocar ao lado. Me colocar ao lado é entender que eu preciso trocar com você, a gente precisa crescer junto. Eu tenho coisa que você me soma, eu tenho coisa que te soma. Então tem aquela velha frase, né, que santo de casa não faz milagre. Isso, existe uma explicação neurocientífica para isso, mas normalmente quando a Gente tá dentro de um relacionamento, a gente não quer ouvir o marido ou a mulher, porque a gente acha que não tem uma posição de autoridade ali dentro, mas você tem tanta coisa maravilhosa
que você é autoridade e você pode ser essa autoridade na minha vida para me ajudar a enxergar coisas que eu não enxergo, a mudar comportamentos que eu não consigo mudar sozinha, sabe? Eh, que a cumplicidade ela entra nesse lugar de eu andar lado a lado. >> Uhum. >> E eu aprender com você, você aprender comigo, a gente crescer junto. E não era o lugar onde eu queria. Eu queria sempre correr à frente. >> Eu eu fiquei sabendo que seu marido é um cara muito legal, >> cara. Olha, eu vou te falar que você deveria ouvir
os podcasts dele, você deveria tudo que esse rapazinho faz, você deveria >> como é que é a vida com ele, >> cara? E primeiro assim, ele é uma pessoa que, por mais que você queira se estressar, você vai se estressar sozinho. >> Uhum. >> Não tem essa ai, vamos brigar, não existe isso. Então eu já tive que desistir disso há uns 15 anos atrás. >> Foi muito bom, porque isso foi moldando a minha personalidade para eu ser mais calma, para eu ser mais fofa, para eu ser mais doce. Ainda estamos nesse nesse Processo, né? >>
Eh, o meu marido é um cara muito fácil de amar. Ah, gente, que fofo. E eu falo que Deus foi muito bom comigo de ter colocado ele na minha vida, porque a vida não seria tão divertida e ela não seria tão legal de ser vivida se não fosse com ele. Ah, não, vamos mudar de pergunta. Vai borrar toda a minha maquiagem. Mas olha, deixa eu te falar >> que eu tô muito animada pra gente ter mais filhos, pra gente viver coisas loucas juntos e que eu te amo muito. >> Eh, palmas, Platé, pelo amor de
Deus, dá uma uma palma aqui pra gente. >> Não, vocês é difícil, tá vendo assim? Pode ter um eu te amo também. >> É, é, te amo também muito, pô. Hã, amor. >> Oi. >> Eh, esquece que eu sou teu marido agora, que a gente precisa manter a a >> a postura. >> A postura aqui. >> Tá bom. >> Eh, lá vem. Mas, mas lembro que eu sou sua mulher. Então, gente, pergun. >> Você, o que que você acredita que é um bom alinhamento de mentalidade entre o casal? Porque a gente começou a falar de
mentalidade, a gente entrou para casais. Quando a gente fala de uma mentalidade em casal para todo mundo, não sei qual estádio de relacionamento, se pessoas casadas que estão namorando, que estão noivas, os solteiros força pelos guerreiros, né? Mas não desistam. Mas com toda certeza as pessoas querem ter um alinhamento, né? Querem ter uma Mentalidade eh eh porque eh família você herda, né? Você não escolhe seu pai e sua mãe, nem os seus irmãos. Agora, marido e mulher, para mim, a decisão mais importante você vai tomar na vida é com quem você vai se casar. Qual
que acredito que que a melhor estratégia pro alinhamento de mentalidade em casal? >> Você concorda que a base de qualquer fundamento, de qualquer prédio que sobe, Não importa quantos andares, é a é o fundamento do que foi para baixo. >> Sim. Então são os pilares. Hoje um casal que tem dificuldade, eles erram nos princípios fundamentais. >> São quais? >> Isso vai variar de para cada casal, mas eu posso elencar assim como se fosse os o grosso. Então, primeira coisa é Deus. Então, por exemplo, por muito tempo a gente estava desalinhado do que a gente chamava
de Deus. Eu chamava de universo, Eu chamava de energia, eu chamava de não sei o quê. você não, amor, Jesus, pô, presta atenção, mas tudo bem, tudo no seu tempo, né? >> Jesus, >> a gente chegou lá, graças a Deus. Então, eh, essa é a parte principal. Primeiro também, por quê? Porque Deus, ele não é um pilar. Deus ele é o ele, ele tá em todos os pilares. Ele faz parte de tudo e ele ele está em todos os lugares onde a gente está. A segunda coisa é saúde, Porque a saúde ela mexe com um
estilo de vida. A saúde ela mexe com rotina. Então, não dá para ter pessoas que são que vivem vida juntos e que têm rotinas e hábitos de saúde completamente desalinhados. Não dá para eu ser a doida de da atividade física que eu sou, que eu amo, que eu pratico, nã. E você completamente desalinhado, desinteressado, não se importa com isso, não valoriza mesmo, porque é um fundamento que a gente passa pros nossos Filhos, não só como uma questão de ficar forte, mas como um princípio de mentalidade, de fundamento, que ele tá aprendendo ali sobre competição, sobre
respeito, sobre lealdade, sobre honra, ele tá aprendendo sobre limites, ele tá aprendendo sobre respeito, ele aprende sobre um monte de coisa. Então essa é a segunda coisa. Não tem como casais estarem desalinhados Na forma como eles eles vivem diariamente a saúde deles. Por exemplo, quando eu tô mais pé na jaca, é uma coisa que é ruim para você, porque eu te levo junto. Mas também quando eu tô só no jejum também você fica meio assim porque eu quero te levar junto. Então tem que encontrar esse meio termo pra gente poder ver minha dieta, gente, é
jac e jejum, tá? Mas Deus falou comigo, filha, eu prefiro Uma vida de jejum do que períodos de jejum. Então eu tô >> eu tô entrando nesse nesse caminho. O Espírito Santo já me exortou nisso. Ele falou: "Fica três dias de jejum lá sem comer aí termina o jejum, come uma pizza inteira". Não, não dá. Entendeu? Mas o que você falou é muito bom quando uma o alinhamento dentro dos pilares de uma de uma vida finança, saúde, espiritual, emocional, profissional, quando tem essa desarmonia De um casal, >> é algo que podem ter pequenos desvios. Por
exemplo, você gosta de um esporte ou eu gosto de outro. Você tem, você odeia pizza. Eu amo pizza. >> Isso é individualidade, né? Porque >> é individualidade, mas dentro da individualidade eu tenho que chegar num comum acordo. A, a terceira coisa, >> você gosta de pizza aí. O quê? E você não gosta de pizza? Ah, é. >> Não confia em quem não gosta de pizza, Gente. É muito estranho isso. Até hoje. Tô brincando, meu amor. Eu entendo que foi um trauma de infância, mas a gente vai superar. >> Eu queria muito um parceiro de pizza.
Sério? >> É que eu acho que a plateia vai me entender. Sabe quando você quer jacar? >> Ele jaca com pipoca, gente. Não dá, >> gente. É uma maravilha. Pipoca. Quem gosta de pipoca? Levanta a mão. Putz. >> Mas assim, vocês escolhem jacá com pipoca? >> Um hambúrguer, uma pizza? Não. E é porque eu gosto de aquela pipoca, mas quando eu quero jacá não é aquela pipoca feita no no quea mais saudável feito só no vapor quente. >> A gente quer ir uma bota uma manteiguinha. >> O time do Como você fez isso que assiste
a gente é o qu? Vocês são time Caio ou time Fabi? >> Vocês são time pipoca ou time pizza? Ó, quem é time pizza? Levanta a mão. Quem é o time pipoca? >> Nossa, >> mas foi, mas foi 15 a 0 pra pizza. Não teve foi 15 a 1, 14 a 1. >> É, eu sou muito da pipoca. Então eu acho que é isso só para os defensores de pizza, tá? Eu acho que quando eu vou jacar não é minha minha escolha de primeira, >> tá? Tá tudo certo. >> É só isso. >> Mas e
que mais que a gente tem? A gente tem a parte de filhos, então a gente tem que ter muita congruência sobre como como disciplinar, como educar, como dar amor. Então isso é muito importante. Trabalhos, limites, até onde a gente vai, isso também é muito importante. Eh, e acordos, acordos básicos de rotina. Por quê? Porque um relacionamento ele não é construído em Momentos extraordinários. E as pessoas, sei lá, eu eu falo pessoas, mas eu falo por mim. Eu tinha uma crença de que nossa, meu casamento vai ser igual cena de novela, que eu vou ter aqueles
beijos românticos todo dia, que vai ter luz de velas, que meu marido vai est acender o tapete vermelho. Cara, isso é uma ilusão, não existe isso. Então, eu preciso que esses meus fundamentos eles sejam ancorados no meu no meu Hábito diário, porque senão ele não vai ser sustentado. >> Uhum. >> E aí existem duas coisas que fazem com que esses fundamentos funcionem. que é como se fosse o cimento, né? É a comunicação e o acordo. >> Então, de nada adianta a gente ter todos esses princípios se a gente não consegue ter boa comunicação para fazer
com que esses princípios aconteçam no dia a dia e que a gente não tenha acordos para que Eles de fato eles sejam executados e eles sejam aprimorados. Então eu recomendo fortemente que vocês sentem com o seu parceiro, com a sua parceira, é assim, qual é o nosso princípio, nosso fundamento primordial em relação a Deus? O que nós cremos, como nós vivemos, seremos fundamentados, de que forma, como será a nossa rotina de acordo com isso e tudo mais. Em relação à nossa saúde, como que que a gente vai fazer, Quais serão os nossos acordos aqui de
acordo com que a gente vive, o que que nós pregamos, o que que nós queremos. E muitas vezes a gente não pode olhar pensando no que eu sou hoje. Eu tenho que olhar como que eu quero ser. Então quando eu olho, amor, eu te chamo muito. Eu quero viver o resto da minha vida com você. O resto da minha vida não é 20 anos. Eu quero mais 20 anos. Eu quero viver. Eu acho que a gente vai passar dos 100 anos. Só que eu não quero passar 100 anos você trocando minhas fraldas. Eu não conseguindo
viver a vida com você. Sabe assim, aquela aquela aquela velice sofrida, doída. E mais do que isso, que eu tiro a vida dos meus filhos para ficar dentro da nossa casa, meu Deus, trocando as nossas fraldinha. Então, a gente tem que fazer a nossa parte. >> Você sabe que eu sou o maior trocador de fralda, hein? >> Ah, é, mas o que que eu quero? >> Piada interna de casal, tá, gente? A piada interna de casal agora >> é que ele ele que trocava o cocô das crianças. Eu quero. Que que eu quero? Eu quero
viajar o mundo com você. Eu quero que a gente possa usufruir tudo que a gente tá construindo, sabe? Quero que a gente possa aproveitar o nosso amor até o último dia. Só que se eu não começar a cuidar disso hoje, a gente vai ter 75 anos de idade, A gente vai tá capenga, eu não vou ter mais massa muscular, eu vou sofrer para levantar. Tá repreendido, hein, gente? Mas vou só aquela aqueles velho que sofre para levantar, cara, isso é sofrido demais. A gente tem idosos na nossa família, a gente sabe como isso é complexo,
>> sabe? Quando perde, vê sua avó, sua avó fez atividade física a vida inteira. o quanto a poupança que ela teve da mobilidade, da flexibilidade dela. Meus Avós também a mesma coisa. Então, eh, eu não posso decidir a minha saúde hoje baseado nos meus hábitos de hoje. Eu tenho que decidir minha saúde baseado no como eu quero viver meus últimos dias. Ah, >> é verdade. >> E a forma como a gente vai nutrir o nosso relacionamento hoje é a mesma coisa. Pode ser que meus últimos 15 anos foram uma tragédia, mas se eu decidir que
você é o amor da minha vida e que Esse amor ele vai ter que sustentar até o fim dos dias porque não tem plano B, eu preciso que eu tenha rotinas que sustentem isso. E não é uma rotina de coisas extraordinárias, mas são aquelas pequenas coisas bem feitas todos os dias. Então, quando você fala comigo e eu falar com você, não tá um enfiado com a cara no celular enquanto o outro tá falando. É eu perguntar como foi seu dia, é ter um interesse genuíno, é a gente ter tempos Juntos de mesa, de cama, tempos
de qualidade juntos. Então, por exemplo, ontem a gente fez tudo que a gente tinha que fazer, sentou com as crianças e foi jogar baralho com eles. Pô, isso é legal demais. Eu já fiquei pensando, sabe assim, o futuro às vezes, sabe assim, não tem muito o que fazer, eu e você, não tem mais trabalho, não tem nada para fazer. Fica aí, vamos jogar um baralho juntos. >> Já tá mistando a gente com 96 anos na Varanda. >> Na varanda jogando um baralhinho. >> Os netos querendo ir com os avós para jogar um buraco. >> É
isso. >> E ninguém ganhando do veio da voz. >> Exatamente. É isso. Entendeu? Tem que treinar o baralho hoje. Tem que treinar o buraco hoje. >> Ai, que maravilhoso. Ah, o que você acredita que Ah. é o jeito mais eficaz. Deixa eu, deixa eu tentar melhorar minha pergunta, porque você colocou no início do podcast que tudo que você não faz não se torna seu. Não se da mentalidade de você consumir um conteúdo, ler um livro, ouvir um podcast. Mas o que que você acredita que é a melhor estratégia acompanhada da ação? Para, deixa, deixa ir
para um outro caminho, tá? Vou para outro caminho agora para porque eu quero bem na mosca. As pessoas estão no ano novo, certo? >> Eles querem um resultado novo. E dinheiro novo ou resultado novo vem de uma ação nova. E você acredita que toda ação nova vem de uma mentalidade nova ou não? É primeiro vai ação, depois a mente acompanha. Ficou bom. >> Ficou bom. Eh, a estratégia é treina e faz ou faz e treina? Eu não acredito que você consiga ter uma ação desacompanhada da mente. Talvez não necessariamente você tenha a mentalidade pronta e
preparada para aquilo que você tá fazendo. Muitas vezes tem coisas que nós fazemos e a gente faz por instinto ou a gente Faz de forma inconsciente, sem saber, meu Deus, e deu certo e eu acertei. Mas de alguma forma aquilo foi absorvido na sua cabeça de alguma maneira. >> Uhum. >> Ou você coloca, você vai externalizar isso de forma consciente, ou você vai externalizar isso daquela forma, ah, eu tive um insight ou eu tive uma ideia ou eu tive um, ah, eu simplesmente saí, eu fiz. Então, eu não acredito que tenha uma ação Separada de
uma mentalidade, mas não necessariamente essa mentalidade é uma mentalidade consciente, entende? Eu fiz de prêmio ditado. >> É aquela coisa da competência consciente e da competência inconsciente, né? Então tem muita coisa que a gente faz, a gente nem sabe explicar como a gente faz. Se a gente não sabe explicar, a gente não faz tão bem quanto poderia. Se a gente tivesse com pleno domínio daquilo que a Gente tá fazendo, é porque a gente tem uma maestria, a gente tem um domínio daquilo que a gente faz. >> Esse inconsciente seria a mesma coisa que tentar explicar
o que que é o ímpeto. Como que você explica o que que é o ímpeto? >> Isso é boa, hein? >> É complexo, sabe? H, qual foi um bom livro de mentalidade que você leu? Nossa, cara, >> eu li 62 livros esse ano. >> Uma de mentalidade. >> Eh, >> como você ser o ano passado, enfim, um que você fala assim: "Cara, esse foi muito bom". >> Eu li um livro recentemente que é, meu Deus, me deu branco o nome do livro. É como não agradar todo mundo. >> Lembra de um insight que você pegou?
Eh, o maior insight que eu tive desse livro foi exatamente isso, que ele ele deu um Exemplo de um cara na mesa e ele tava numa mesa de café e ele meio que se descontrolou e brigou com garçom. E aí ele trouxe todo o ensinamento por trás exatamente sobre isso, que a gente acredita que eu eu tive a emoção e eu reagi e não, eu gerei a emoção para reagir da forma como eu gostaria. Isso virou uma chave na minha cabeça, >> porque aí olha, olha o que gerou de chave na minha cabeça, que várias
vezes Quando eu ficava estressada com as crianças e irritada com as crianças, o meu comportamento >> já tava em você, >> eu gerava essa irritação para justificar o comportamento que eu queria ter, que era de uma adulta mimada, sai daqui, me dá meu espaço, nando vem todo mundo de uma vez assim, eu falei: "Caraca, Que loucura. E aí ele e ele prova, ele fala assim: "Você consegue controlar isso, Você consegue tanto controlar isso que eu vou te contar um caso e eu tenho certeza que você vai dar risada. Então, uma mãe brigando com um filho,
eu tô aqui brigando que você fez uma coisa errada, toca o telefone, você alô?" ou você se descontrola com as pessoas que você mais ama, mas você nunca teria o mesmo comportamento com o seu chefe, ou você toleraria isso a um nível máximo, a um ponto antes de talvez de ser um pouco ríspero? >> É verdade. Muito bom. Então, o que que ele traz nesse livro? Que não necessariamente, na verdade, ele nem fala não necessariamente, ele fala que é assim, você gera a emoção para justificar o comportamento que você quer ter. >> Muito bom. Muito
bom. >> E isso mudou minha chave. Mudou minha chave da forma como eu vejo as emoções, entendeu? Porque antes eu acreditava que Ela era algo, ah, ela, as emoções elas brotam do nada e eu não tenho controle. Pelo contrário, eu controlo tanto que eu tô gerando a emoção que eu quero para justificar o comportamento que eu quero ter. >> É, essa autolapidação é uma é uma Porque quando você agora trouxe a tor essa história, quantas pessoas já não estão lembrando momentos como esse? Acabou de explodir, toca o telefone. Oi, tudo bem? Nossa, você foi do
zer a 100, Ou seja, você estava consciente ali. >> Uhum. >> Então, e aí é uma autoanálise, né? E aí vem o fio desencapado. Por que que eu quero ter essa emoção para justificar aquele comportamento? Qual que é a raiz que eu quero ter disso? E aí foi quando eu comecei puxar e eu falei: "Ai, toda vez que eu quero gerar, eu quero ter essa reação, eu gero esse comport, eu gero essa emoção para poder ter esse Comportamento. Mas isso tá enraizado com uma dor minha de lá atrás". Aí você vai vendo na loucura, porque
eu quero que as pessoas sintam isso de mim. Quero que as pessoas pensem isso de mim. Aí é terapia. >> Falando em autolapidação, você tá trazendo de volta um baita de um sucesso que é um treinamento chamado lapidação agora em 2026, né? Hum. >> Fala um pouco dele primeiro. Ah, você sabe que eu sempre fui fazaço desse seu Produto. Não lembro agora quantas turmas você fez, nem quantas pessoas que já passaram, mas sei que foi um baita de um de um case. Eu fiquei muito feliz quando >> eh você decidiu e eu super te apoiei
de você trazer esse projeto em 2026. Fala um pouco sobre ele, sobre o que é, para que >> lapidação. Ele lançou, ele saiu em 2021. Foi, foi uma, eu peguei todo, todo o meu processo de lapidação, justamente isso. Eu s, eu fui, eu fui lapidada por quem? Pela vida. Então eu eu posso falar de um lugar de direito de alguém que era descontrolado emocionalmente, com medo, com um monte de coisa e que eu consegui lapidar o meu pensamento, eu consegui lapidar minhas emoções, eu consegui lapidar o meu comportamento para que ele seja mais alinhado com
os resultados que eu quero ter. E eu criei esse treinamento e aí pegou Até uma época de pandemia, então foi muito, muito bom. A gente chegou, cheguei a levar ele para Angola, foram várias turmas, a gente fez eventos em cinema para 500 pessoas, a gente fez evento em teatro para 900 pessoas. Então eu foram milhares de pessoas, >> tinha umas 300 pessoas em Angola também, né? Eu lembro, era grande esse evento, umas 200 pessoas lá, né? Ai, mas eu não lembro quantas pessoas agora que faz tempo, mas mas foi uma sala bem grande. >> B
>> e eu parei com ele porque eu fiquei só falando de negócio. E aí desde setembro eu fiquei com ele de voltar na cabeça. Eu fiquei com ele de voltar na cabeça, sabe aquela vozinha assim, volta com ele, volta com ele. Aí eu falei: "Ai, será?" Só que naquela época ele, o meu embasamento, ele era muito mais de energia, de universo. E agora ele vem com a cereja no topo do bolo, que é com Basamento 100% bíblico, então com Deus na base de tudo. Então hoje eu não falo com o universo, eu já falo com
don no universo. >> Uhum. >> Né? Então, é justamente isso. Eu vejo que as pessoas têm muita dificuldade em conseguir cuidar das três coisas que nós nós somos um espírito, nós temos uma mente, a gente habita num corpo. E a maioria das pessoas estão girando todos os pratinhos E não conseguem fazer bem feito os três. Às vezes faz uma coisa bem feita, a outra cai e tudo mais, mas a excelência, a maturidade exige que os três, os três lugares, ele, eu não vou falar necessariamente na excelência, mas eles estejam no lugar de plenitude. Só que
hoje existe muita bagunça mental. Então, se se eu abrir a cabeça das pessoas hoje, é uma confusão que as pessoas não entendem sobre Identidade, não entende sobre seu próprio propósito, não sabe como sair desse lugar, sabe? É como se a mente tivesse turva e não sabe desvenciliar essas coisas. E eu é uma das coisas que como como eu mais enxergo minha cabeça, né? Caixinhas processuais organizadas, arrumadas, né? Minha cabeça funciona muito dessa forma. E ele é um ele é uma imersão que, cara, não tem assim, de todos os feedbacks que eu recebo, ninguém sai igual.
Não, não tem como, Não tem como, não tem como, não tem como você entrar e sair da mesma forma como você entrou. Exercícios práticos também, dinâmicas. Que legal. E >> é maravilhoso. São dois dias. A gente vai ter 27 e 28 de fevereiro, uma sexta e sábado agora e vai ser muito legal. Tô muito animado. >> Para as pessoas que querem conhecer o programa Lapidação, como é que faz? Só deixar o seu Instagram. Tem algum? >> A gente pode deixar um link aqui embaixo. Que que você acha? Deixa um link de WhatsApp, entra em contato
com o time. >> Ah, um link de WhatsApp direto e para falar com você, com o seu time. Então, ó, quem quiser conhecer mais sobre esse programa lapidação, é incrível, cara, super técnico, conteúdo muito bom que não consiga vir para São Paulo, a gente vai fazer a transmissão dele online, então para quem tiver em outros países, Outros lugares. >> Muito legal, muito legal. Material de apoio lindíssimo. Sai com playbook, começa desde mentalidade. A Fabia até, cara, metas de planejamento, então isso é bem bacana. >> Sim. Ah, então o link está aqui embaixo na descrição do
vídeo. Manda mensagem pro time da Fabi que você vai ser super bem atendido. Só fala que você vê como você fez isso que o pessoal lá tem um carinho Super especial. Cara, foi bom o papo, hein? >> Gostou, meu amor? >> Muito, muito bom. Não é, não é porque você minha mulher não, mas você é maravilhosa. >> O que que você mais gostou >> do que você falou? >> É, não vale tudo >> não. Eu ia falar da parte que você fala do seu marido, que eu fiquei super curioso de conhecê-lo. Achei fenomenal Essa parte.
Venha mais aqui, tá? me convida sempre, vai ser um prazer. >> Ah, mas sabe quanto que eu te admiro? >> A gente pode fazer uma próxima sobre casais. Que que você acha? >> Que que você acha, você que está ouvindo, se a gente fala só estratégia para casais, né? A gente traz alguns fundamentos que a gente usa na nossa casa, algum alguns princípios que para nós e eh regem o nosso casamento. Nós que em 2026 completamos 19 anos, hein? >> 19 anos. >> Ano que vem 20 anos juntos. Uau! Vai ser legal, hein? >> Vai
ter uma renovação, né? vai ter renovação. Estamos querendo casar de novo, de novo, >> na frente dos nossos filhos, só gente, né? Vai ser muito legal. E para você, então, ficou aqui o link na descrição. E obviamente antes da gente terminar, ah, amor, mensagem final sua para toda essa turma que acompanha a gente durante esse Podcast que foi muito rico, vários insightes, você arrasou. Ai, gente, a mensagem final que eu quero deixar para vocês é que eu não sei o que você tá passando, eu não sei a situação que você tá nesse momento, mas eu
quero te encorajar para que você tenha fé de entender que existe um Deus lá em cima que cuida de nós, que está lá por nós, que uma das grandes virtudes do ser humano e uma habilidade que a gente tem que desenvolver é a habilidade também de Entregar e da gente confiar nos caminhos de Deus e permitir que ele aja e ele faça a transformação dele na nossa vida. Então, meu maior desejo em 2026 é que você coloque Deus no centro de tudo na sua vida, que ele seja sua o seu fundamento, que ele seja a
sua rocha, que eu tenho certeza que daí grandes coisas serão acrescentadas. Para você que acompanhou a gente até o final, primeiro deixa o seu curtida, compartilha esse vídeo nos links e nos Grupos de WhatsApp com esse link se você está vendo pelo canal ou se você está vendo pel streaming também não deixa de espalhar esse episódio para contribuir com mais gente. Nós super felizes pela sua audiência, o como você fez isso crescendo de uma maneira avaçaladora, um dos maiores podcasts do Brasil, graças a sua companhia, a sua audiência e eu te encontro num próximo episódio.
Até semana que vem. Fica com Deus e tchau.