esta vídeoaula vamos exemplificar o encerramento anual de contas e o percurso necessário para todos os procedimentos inerentes a esta fase da contabilidade e vamos fazê-lo através de um caso prático esse caso consta do manual da formação o manual de encerramento anual das contas elaboração das demonstrações financeiras temos o exemplo número [Música] 31 o caso prático de encerramento anual de contas ele vai aparecer na página 64 e vamos começar a nossa abordagem a partir deste caso eu começo por apresentar o balancete o balancete de verificação no dia 31 de dezembro da empresa ABC limitada é uma empresa que se dedica à comercialização de equipamentos para atividades de lazer e outros equipamentos Associados à manutenção de jardins e outros Passos similares e relativamente ao Ann conhecemos o seu balancete de verificação ao dia 31 de dezembro desse ano e este balancete é é um mapa contabilístico onde temos os os saldos das contas que foram movimentadas ao longo do ano e portanto temos aqui incorporados vários saldos de Contas do ativo de Contas do passivo de contas de capital próprio e de contas de gastos e de rendimentos Este balancete é um balancete que servirá de ponto de partida para efetuarmos os lançamentos de retificação e de regularização a nível do sistema informático este seria um balancete do mês 12 um balancete de dezembro ou seja na área de análise e a exploração se quiséssemos um balancete analítico com contas e subcontas teríamos de pedir um balancete de dezembro e uma vez acumulado traduziria os saldos das contas movimentadas até ao mês ou incluindo o mês de dezembro no caso concreto desta empresa é este o respectivo balancete este balancete apresenta-nos então um caixa de 1200 € depósitos à ordem de 18320 outros depósitos bancários 75. 000 portanto temos aqui com saldo devedor contas de ativo assim como os clientes de 35. 92 e depois com o saldo credor temos determinados passivos os fornecedores o está e outros entos públicos que aqui se assume como passivo temos 57.
000 EUR e em dívida perante o estado is tem a ver com impostos temos um financiamento obtido de 350. 000 € dívida à banca em outras contas a receber a débito 4500 € ativo e outras contas a pagar a crédito passivo 43210 ainda nos ativos as mercad 330 640. 000 isto já é a existência final propriedades de investimento um imóvel que a empresa possui e que usa para obter dele rendimento através do arrendamento 160.
000 equipamento de transporte 50. 000 equipamento administrativo 148. 00 Estas são rúbricas de ativo e depois temos uma rúbrica de diminuição de ativo e que são as depreciações acumuladas temos ainda o capital subscrito de 300.
000 € terá o será o capital social da empresa até à data já foram constituídas reservas legais de 20% do capital 20% de 300. 000 60. 000 ou seja Elas já estão otimizadas dentro daquilo que é eh a componente do direito das sociedades o código das sociedades comerciais obriga que as reservas legais venham a alcançar 20% do Capital subscrito eh e já estão nessa cifra outras reservas de 40.
000 € os resultados transitados apresentam-se com valor a débito e isso significa prejuízos acumulados portanto ao longo da história desta empresa temos ali vários Ou pelo menos valores de prejuízos que ultrapassaram lucros e portanto temos resultados transitados negativos quando resultados transitados estão a débito significa que a empresa tem vindo a ter mais prejuízos do que lucros porque esta conta de resultados visitados Ela É o cúmulo de lucros e prejuízos se ela aparecer com saldo credor temos tido resultados mais positivos que negativos se ela apresentar saldo devedor que é o que acontece aqui temos tido resultados mais negativos que positivos o custo das mercadorias vendidas de 835. 17 [Música] e portanto com saldo a débito e os rendimentos na classe 7 com saldo a crédito o que vamos agora fazer a partir deste balancete são os denominados lançamentos de regularização e no âmbito desses lançamentos aquilo que vai acontecer e estes são lançamentos que a nível informático nós fazemos no mês ou no Diário do 13º mês conforme nos recordamos da vertente informática os lançamentos de regularização ao nível de lançamentos eles são feitos na data ou no Diário de movimentos do 13º mês conforme nos recordamos das sessões anteriores em que estivemos a fazer o encerramento de contas em ambiente informático e dentro desses meses destes lançamentos que serão então incorporados no sistema informático no 13º mês vamos ver o que empresa tem e Vamos efetuar estes lançamentos para que estes lançamentos venham a dar novos saldos a contas e o balancete seja a partir destes lançamentos um balancete já retificado o próximo balancete o número um diz-me que a empresa possui um depósito a prazo com uma maturidade anual de 75. 000 € que foi constituído no dia 1 de outubro do presente ano n a taxa anual de juro negociada é de 45% tendo os juros creditados em conta no primeiro dia útil após o vencimento temos aqui um temos aqui um depósito a prazo que gera rendimento através de juros e não nos esqueçamos daquilo que é o pressuposto do acréscimo ou da periodização económica e o regime do diz-me que os efeitos das transações e de outros acontecimentos devem ser reconhecidos quando eles ocorram e não quando Caixa ou equivalentes de caixa sejam recebidos ou pagos e significa que apesar da empresa só receber este juro no próximo ano portanto os juros só vão ser só vão entrar na conta da empresa no próximo ano a verdade é que a contagem já começou no dia 1 de outubro e ao dia 31 de dezembro data de relato nós temos de contemplar os rendimentos que pertencem a esse período independentemente do recebimento ocorrer em período seguinte logo é preciso fazer o seguinte é preciso fazer o seguinte lançamento e calculando aqui e os juros portanto à taxa anual de 45% vees 75.
000 € e fazendo ali a proporção de 3 meses outubro novembro e dezembro em 12 temos 83,75 de juros pertencem ao an n Apesar de que o recebimento só vai ocorrer no ano seguinte Isto é um acréscimo de rendimentos acrescer ao período rendimentos cujo recebimento apenas ocorrerá no período seguinte e neste âmbito usa-se a conta 27 dentro daquilo que são os chamados devedores por acréscimos de rendimentos a conta 27 é esta a conta que vai ser debitada e portanto assume-se aqui como um ativo por 84375 e depois creditamos o juros que pertencem ao ano n os tais 3 meses 84375 e a conta é a 79 porque obtidos de depósitos trata-se da conta 7911 e portanto esta a conta que tem que ser creditada no próximo ano quando vencerem os próximos 9 meses de juros a conta 2721 no próximo ano ela vai ser creditada a conta 7 9 11 também será acreditada Mas pelo valor dos 9 meses de juros e e debita-se o recebimento do valor total de juros mas ISO só no próximo ano este ano é isto que nós temos que fazer este é um lançamento que assim me permite aplicar aqui o regime do acréscimo ou da periodização económica o próximo lançamento seia se no facto de existirem dívidas de clientes em mora há mais ou há cerca de 10 meses no montante de 92. 000 € a empresa opta por seguir o critério fiscal no reconhecimento das imparidades conforme o artigo 28 A e 28b do código do irc o que está aqui em causa é que temos um cliente ou clientes que nos devem há cerca de 10 meses e que não pagam eh Apesar de todas as diligências que já foram realizadas feitas O valor é de 92. 000 € e portanto Eh vamos ter de reconhecer aqui uma perda por imparidade uma vez que eh o valor contabilístico o valor nominal desta dívida de 92.
000 € que figurará no ou que figura no no balanço ela é superior àquilo que se é expectativa de vir a recuperar do valor recuperável da dívida e o critério utilizado aqui é o critério fiscal não tem que ser o critério fiscal a empresa tem os seus próprios critérios depois obviamente terá de comparar com o critério fiscal para verificar se tem algum ajustamento fiscal a a crescer a corrigir Mas neste caso para efeitos de simplificar aqui a situação eu considerei que esta empresa resolveu seguir o critério fiscal ou seja o que é que esta empresa quer fazer esta empresa quer reconhecer uma perda por imparidade em clientes de 25% sobre o valor da dívida ela segue o critério fiscal já disse que nada obriga a que isso assim seja a empresa pode seguir outro tipo de critério do âmbito de probabilidade de recuperação de crédito mas seguindo o critério fiscal do artigo 28b e o montante anual da perda por imparidade será de 25% para créditos em mora há mais de 6 e até 12 meses 50% em mora há mais de 12 até 18 meses 75% para créditos em mora há mais de 18 até 24 meses e 100% para créditos em mora há mais de 24 meses como os créditos estão Há 10 meses e seguindo aqui o critério fiscal a empresa vai reconhecer a perda por imparidade por 25% eh assim não vai ter de fazer quaisquer correções fiscais mas isto é meramente aqui e uma umposto aqui do do exercício repito que a empresa não é obrigada a seguir o critério fiscal as perdas por imparidade podiam até ser reconhecidas pela su a totalidade ou seja os 92. 000 € se a empresa considerasse que assim deveria fazer obviamente que depois a nível de Modelo 22 e de e passagem do resultado contabilístico ao resultado fiscal teria de acrescer o quanto excedeu o limite fiscal aqui utilizou o limite fiscal como sua referência o que significa que 25% de 92. 000 São 23.
000 € vai contabilizar a perda por imparidade debitando a conta de gastos que é conta 651 clientes 651 em dívidas a receber 65 clientes debitar esta conta e creditar isto é uma conta de gastos afeta a demonstração dos resultados e vai creditar na linha de de clientes a conta 2 9 perdas por imparidade acumuladas porque uma perda por imparidade traduz-se numa redução do ativo de forma a que aquele ativo passe a vigorar não pelo seu valor nominal de dívida Mas pela sua quantia recuperável que a empresa considera ser eh de 25% do valor em dívida e portanto é este o o valor pelo qual a a perda por imparidade é reconhecida 23. 000 € o próximo lançamento trata de pagamentos registados em dezembro do ano n respeitante a gastos a imputar ao período seguinte a renda do escritório de 1560 a campanha publicitária de 4. 250 na verdade aquilo que nós temos aqui é pagamento em dezembro saída de dinheiro do caixa de bancos em dezembro mas de gastos que apenas dizem respeito ao próximo ano quando se paga a renda do escritório eh em dezembro na verdade a empresa está a pagar o Janeiro portanto em Dezembro está já já pagar adiantado o Janeiro e esta campanha publicitária Pelos vistos também está a ser paga desta forma adiantada um pagamento no n e um gasto que só deve ser imputado ao ano n+ 1 é um diferimento diferir é empurrar o gasto para a frente e nesse âmbito começamos por debitar gastos a reconhecer que é a conta 281 pelo valor da renda do escritório creditando o respectivo a respectiva conta de bancos a 121 e assim também a conta 281 para reconhecer ali a campanha publicitária por contrapartida da conta 121 já no próximo ano já no próximo ano porque esta conta 281 aqui serve apenas para fazer a transferência entre períodos no próximo ano como o consumo do escritório e do da própria campanha publicitária diz respeito ao próximo ano no próximo ano vamos debitar rendas e alugueres dentro dos fornecimentos e serviços conta 62 rendas e alugueres debitamos esta conta e creditamos a tal conta 281 que fica saldada e no caso em concreto da publicidade debitamos a conta 6222 e creditamos a conta 281 que ficará saldada já no próximo ano para já reconhecemos aqui estes dois ativos correntes para aplicar o diferimento outro e lançamento é o consumo de eletricidade previsto para o mês de dezembro de 620 € na verdade e a empresa consome eletricidade em Dezembro também tem as suas comunicações de Dezembro também tem a sua água de dezembro portanto estes consumos de dezembro aqui é apenas eletricidade estes consumos de dezembro eles só vê a ser pagos em janeiro quando há a receção da fatura E faz-se o respectivo pagamento mas como ao consumo é de dezembro apesar do pagamento ser apenas em janeiro é gasto de dezembro pagamento em janeiro gasto em n pagamento em n mais um acréscimo de gastos estamos perante um acréscimo de gastos então em acréscimo de gastos contabiliza-se o gasto que pertence a dezembro e portanto efetivamente há que contabilizar em dezembro o gasto da eletricidade porque ele é um consumo de dezembro são 620 € mas o pagamento não é agora só vai ser feito depois em janeiro portanto usa-se credores por acréscimos de gastos a conta 2722 por 620 € isto também seria um lançamento no Diário do 133º mês temos o pagamento agora de um Seguro diz-nos eh aqui o número cinco que não foi registado o aviso de débito número 87 relativo ao Seguro automóvel correspondente ao período de 1 de dezembro do ano n a 30/11 do ano n+ 1 e o valor da anuidade são 720 € pago no final do ano por transferência bancária em dezembro vamos pagar ou pagamos um seguro de 720 € Este seguro cobre dezembro mais 11 meses do próximo ano é um seguro de natureza anual e então em sintonia com o regime contabilista do acréscimo ou da periodização económica temos de reconhecer no ano n a parte do seguro que lhe diz respeito e é apenas um mês não é de 1 do 12 até 31/1 mesmo sabendo que o valor foi integralmente pago agora mas temos de imputar apenas o seguro que lhe diz respeito e puxar para a frente diferir os 11 meses que dizem respeito ao ano seguinte pagamento no ano n e uma parte do gasto para n+ 1 puxar o gasto para o futuro para a frente diferimento então vamos fazer um diferimento 720 div por 12 são 60€ ou seja aqui há uma imputação de 60 € mensais de seguro e a 31 de dezembro do ano n e contabilizo o seguro que diz respeito ao ano n que é conta 62 63 Seguros e apenas 60 € a restante parte que serão 660 ou seja os 11 meses vamos fazer um gasto a reconhecer um diferimento figurando no ativo por 660 € como pagamos agora tudo em dezembro acreditamos a conta de 12 1 por 720 no próximo ano em n+ 1 a conta 281 que agora foi debitada ela vai ser creditada por 660 e debita-se no próximo ano a conta 62 63 por 660 que será o seguro imputado correspondente ao ano n+ 1 mas isso apenas no ano n+ 1 para já faz-se isto o próximo lançamento está relacionado com as depreciações e com as amortizações os elementos depreciáveis são compostos por equipamentos administrativos que vão estar sujeitos a uma taxa de depreciação de 20% temos ainda mais uma viatura eh que terá um que terá custado 50.
000 € e foi comprada no ano anterior portanto está dentro da vida útil de 50. 000 € e que é depreciada à taxa de 25% tudo isto é pela linha reta pela cota pelas cotas constantes e portanto bastar meia e consultar o balancete eh antes destes lançamentos para verificar que a viatura é este equipamento transporte 50. 000 € e o equipamento administrativo são estes 148 10000 e o balancete já tem ali umas depreciações acumuladas de períodos anteriores Mas agora vamos à depreciação do período e portanto fazemos para os equipamentos administrativos 20% de 148.
000 e e assim sendo debita-se a conta 642 gastos de depreciação para ativos fixos tangíveis e creditam-se as depreciações acumuladas pelos 29. 6 180 o equipamento de transporte a depreciação à taxa de 25% de 50. 000 debita-se gastos de depreciação e acredita-se as depreciações acumuladas que no fundo vão ser uma redução uma diminuição do ativo de 12.
500 e portanto temos ali os lançamentos das depreciações do período e e os equipamentos os equipamentos administrativos o equipamento de transporte vai acumular agora mais depreciações as do período e o próximo balancete já vai ditar as novas quantias escrituradas a empresa eh faz ainda mais um lançamento típico deste final de exercício e que que é a previsão de férias e subsídio de férias que vai ser pago em n+ 1 e que é de 30. 000 € subsídio de férias mais férias para os órgãos sociais e o subsídio de férias mais o mês das férias para os trabalhadores 50. 000 € e ainda temos os encargos sociais que tem a ver com a segurança social que incide sobre esta massa salarial mas que diz respeito à empresa a empresa eh suporta 23.
75 os trabalhadores 11% mas aqui só interessa o que é gasto para a empresa isto porque no dia 1 de Janeiro do ano n+ 1 os trabalhadores adquirem o direito ao subsídio de férias e ao mês das férias que é aquele mês em que estão de férias e tem na mesma que receber o vencimento eh adquirem esse direito em relação ao período anterior e foi um percurso do período anterior e consequentemente é um gasto do ano n que só vai ser pago em n+ 1 é um acréscimo de gastos e à data de relato a 31 de dezembro temos já que contabilizar essa Estimativa de férias e subsídio de férias que é um gasto do período n mesmo sabendo que o vamos pagar na altura em que os trabalhadores gozarem as suas férias e é assim que e fazemos ou seja Isto é um acréscimo de gastos é um gasto do período n mas um pagamento no período seguinte é um acréscimo de gastos contabilizam os gastos que dizem respeito ao período n a conta 631 remunerações dos órgãos sociais a conta 632 remunerações do pessoal a conta 635 em cargos sobre remunerações que no fundo são os 23. 75 dos valores anteriores mas não se paga já só para o próximo ano então utiliza-se a conta credores por acréscimos de gastos que é uma conta que figurará no passivo pela totalidade de 99. 000 € Este é um lançamento também típico e do diário do 13º mês ou seja o lançamento de regularização ainda é necessário proceder ao lançamento do Imposto estimado para o período Ou seja a empresa tem um determinado resultado antes de impostos eh na vertente contabilística os rendimentos contabilísticos menos os gastos contabilísticos formam o resultado antes de impostos esse resultado tem que ser objeto de correções de âmbito fiscal temos de aplicar as regras fiscais e vamos chegar a um outro resultado que é o resultado fiscal quando lucro tributável poderá ter dedução de prejuízos de períodos anteriores formar-se h a matéria coletada e sobre a matéria coletável aplica-se a taxa nominal do Imposto formando-se a coleta aplica-se ainda a denominada de rama Municipal pode variar entre 0 e 1,5 por dependendo do município onde a empresa está no exercício de atividade e que se aplica sobre o lucro tributável mais um conjunto de tributações autónomas mas isto é uma matéria fiscal e que não não vou explorar aqui nesta V vou só dizer que depois de aplicarmos tudo isso chegamos a um determinado valor de imposto estimado para o período e esse valor de imposto estimado para o período foi de 20.
998 p444 tem de ser objeto de um lançamento ou seja como é que se faz o lançamento do Imposto estimado para o período debita-se a conta 8121 imposto estimado para o período esta conta é debitada é o gasto do Imposto e acredita-se um passivo que é a conta 241 em estado e outros entos públicos nomeadamente imposto sobre o rendimento e esta conta por norma ela apresenta-se com 2413 é uma conta que é acreditada assumindo-se aqui o passivo a dívida perante o estado Este é o reconhecimento do Imposto estimado para o período Ou seja no início tínhamos um balancete de verificação a 31 de dezembro Este balancete foi o ponto de partida para depois fazermos no caso concreto uma série de registos de regularização com o ponto de partida do de verificação mais os registos de regularização surge agora um novo balancete esse novo balancete chama-se o balancete retificado qual é a diferença deste balancete perante o balancete de verificação bom este balancete ele tem aqui várias alterações a várias contas ou seja Todas aquelas contas que foram agora movimentadas neste conjunto de lançamentos vão dar um novo aporta ao balancete retificado e o balancete retificado agora é este e o balancete retificado caracteriza--se por ser um balancete extraído do sistema informático no 13º mês portanto se eu quiser a nível informático emitir a extrair um balancete retificado como vimos eh nas videoaulas em que estivemos a explorar esta matéria em ambiente informático em análise e a exploração nos balancetes analíticos nós emitimos um balancete do 13º mês que é o balancete que e virá Já devidamente retificado e este balancete caracteriza--se pelo facto de que todas as contas que nós aqui temos sendo contas do ativo do passivo do capital próprio e as contas de gastos e de rendimentos eh Nós já não lhes vamos mexer mais ou seja o que estava ou o que havia a fazer já foi feito podemos já considerar os saldos destas contas como os saldos finais obviamente que vamos seguidamente ter de fazer o apuramento dos resultados mas o apuramento do resultados vai ser aqui umas transferências entre as contas de gastos e as contas de rendimentos para os as contas da classe oito de resultados porque não vamos mais alterar os saldos propriamente ditos O que significa que a partir deste balancete eu posso efetuar o apuramento dos resultados e em que é que consiste o apuramento dos resultados bom o apuramento dos resultados conforme se recordam a nível informático o apuramento do resultados era um mero comando portanto aqui na área de lançamentos eu clicava em apuramento de resultados e o sistema autom começava ou fazia muito rapidamente em fração de segundos o respectivo apuramento de resultados mas o que que ele faz bom faz o seguinte no apuramento de resultados nós vamos determinar os resultados contabilísticos da empresa e esses resultados contabilísticos eles resultam de uma técnica que se baseia no seguinte as contas de gastos que estão todas aqui com saldo a débito vão ser creditadas e salgam por contrapartida de resultados contabilísticos ou do resultado antes de impostos que é classe oo a conta as contas de rendimentos que estão com saldo a crédito porque elas ao longo do ano foram vindo a ser creditadas tendencialmente vão ser agora debitadas e vão saldar e tudo vai passar para crédito da tal classe oo ou seja o que é que vai acontecer o que vai acontecer é o que está aqui neste esquema veja-se ali os gastos do lado esquerdo os saldos a débito iniciais e os rendimentos do lado direito os saldos a crédito iniciais as contas de rendimentos da a 7 são todas debitadas 2 2 2 e a conta resultados antes de impostos é creditada 2 com2 2 com2 2 com2 portanto a partir daqui rendimentos saldados e em resultado antes de impostos temos do lado do crédito todo o conjunto de rendimentos e depois os gastos cujos saldos estão todos a débito inicialmente conforme constava do balancete anterior e agora passa tudo para crédito por contrapartida de débito em resultado antes de impostos custo das mercadorias foi creditado por contrapartida de resultado antes de impostos debitado e assim sucessivamente fornecimentos e serviços externos creditados por débito de resultados antes de impostos um com um um com um e assim sucessivamente a partir daqui temos gastos e rendimentos saudados já não tem mais saldo estão extintos como se costuma dizer as contas de gastos e de rendimentos nascem no início do ano morrem no fim são contas de duração apenas de um ano e é o que aconteceu aqui e a conta resultada antes de impostos do lado do débito tem ali o somatório todo o conjunto de gastos e do lado do crédito todo o conjunto de rendimentos Isto é como se fosse agora uma balança Qual é o prato maior será o prato dos rendimentos ou será o prato dos gastos se for o prato dos rendimentos a empresa apresenta lucro se for o prato dos gastos maior que os dos rendimentos a empresa apresenta um prejuízo no caso concreto fazendo o somatório dos valores a ver rendimentos e contrapondo com o somatório dos valores a vermelho gastos os rendimentos são superiores e a diferença entre rendimentos e gastos é de 83. 99 p75 isto chama-se resultado antes de impostos e o valor do resultado antes de impost portanto a diferença entre os rendimentos e os gastos ser agora do lado menor como os gastos foram menores que os rendimentos vamos debitar a conta resultada antes de impostos por 83. 99 3.
75 e essa conta acaba de saldar e este débito resulta num crédito no resultado líquido do período 4 com4 isto Porque existiu Resultado positivo tá bem se tivesse havido o resultado negativo ali no resultado antes de impostos tínhamos de debitar tínhamos de creditar o resultado antes de impostos e debitar o resultado líquido mas aqui havendo o lucro e melhor assim sendo a conta de resultado antes de ostos é debitada saldou e credita-se o resultado líquido e o imposto estimado para o período que já vinha do lançamento anterior em que nós tínhamos debitada a conta 8121 por 20. 998 44 e creditado a conta 2413 por 20. 998 p44 era o lançamento do reconhecimento do Imposto estimado para o período agora o imposto estimado para o período vai ser creditado saldou debitando o resultado líquido do período e após tudo isto temos que a classe 8 o resultado antes de impostos que é a 811 encontra saldada o imposto estimado para o período encontra-se saldado e onde temos saldo é no resultado líquido onde a crédito está o resultado antes de impostos e a débito o imposto a diferença entre o resultado antes de impostos e o imposto chama-se resultado líquido do período que são 62.
99 5. 31 o que significa que resultado líquido do período ao ter um saldo credor a empresa teve um lucro e portanto Esse é o lucro líquido 62. 99 estas contas da classe 8 quando o saldo é devedor é porque há prejuízo quando o saldo é creador é porque temos lucro ora o que vem a seguir bom a seguir viria o novo balancete que é um balancete já de apuramento que a nível informático corresponderia a um 14 mês e portanto informático um balancete pós executar o o apuramento de resultados é um balancete que se pretende do 14 mês ou seja em análise e exploração balancete analítico ao pedir a nível de período o 14º mês é um balancete que já traduz aquilo que acabamos agora de e mencionar este balancete viria com as contas de gastos e de rendimentos completamente saldadas com o resultado antes de impostos e o imposto e este balancete seguir-se a ao balancete segue-se o balancete final e no balancete final que já é aquele balancete que nos permite a fazer a passagem do ano ou seja encerra-se o ano inicia-se o novo ano e conforme encerram as contas conforme iniciam as contas no novo ano as contas de balanço o balancete final eles só apresenta as contas de balanço e o resultado líquido do período com o seu saldo credor e este resultado líquido do período é é aquilo que no início do novo ano n+ 1 vai ter de ser transferido para resultados transitados e que já sabemos que eles estão negativos e este resultado líquido positivo que agora conseguimos obter não é suficiente para anular completamente os resultados transitados eles ainda não vão ficar e anulados ainda vai haver ali uma diferença de resultados itos de 75 853 menos 62 995 p31 portanto Esta empresa tem de continuar a dar lucros nos próximos anos para reverter ali a situação dos resultados transitados negativos Mas de qualquer forma eh Este é o balancete final que no fundo vai corresponder ao balancete de abertura do novo ano e este balancete mais uma vez o resultado líquido do período no no dia 1 de Janeiro do ano N1 ele deve ser transferido para os resultados transitados do novo ano e agora vamos às demonstrações financeiras ou seja construir as demonstrações financeiras nós fizemos os lançamentos de regularização temos um balancete retificado onde as contas de gastos e de rendimentos são já a título definitivo temos também ali o imposto estimado e portanto este balanç de retificado é bastante apropriado para elaborar a demonstração dos resultados a qual foi elaborada passando para aqui as vendas e serviços prestados de 1.
530 o custo das mercadorias vendidas entre parênteses porque é um valor negativo é um gasto 83510 os fornecimentos e Serv externos de 169. 90 portanto são os saldos finais das várias rúbricas de gastos agora na demonstração dos resultados por naturezas o gast os gastos com pessoal de 346. 00 imparidades de dívidas a receber de 6589 outros rendimentos e Ganhos agora é um valor positivo de 23.
000 ali os outros rendimentos e Ganhos as depreciações e amortizações que acumulam eh peço desculpa do exercício do período do período de 42. 184 2. 180 do período não é eh diferente das eh acumuladas que são aquelas que vão subtrair no balanço portanto as que foram do período reconhecidas no período como gasto e eh temos o resultado antes de depreciações juros e impostos o denominado é bda que é um resultado e operacional mas antes da dedução das depreciações é bit earnings before interest taxes depreciation amortization é soma algébrica aqui das rub selecionas 13.
840 depois deduzem-se as depreciações e as amortizações de 42180 e apresenta-se o resultado antes do juros e antes dos impostos que é o denominado ebit earnings before interest and taxes de 91660 seguidamente temos os jurosa vertente de juros obtidos porque esta empresa obteve juros de 18. 743 p75 e suportou 26410 suportou mais do que OB teve o que é perfeitamente normal eh tem ali um resultado financeiro negativo e o ebit da empresa que é o resultado antes de impostos é o resultado antes de juros e impostos mais os juros obtidos menos os juros suportados ou seja a diluindo ali o impacto e da vertente financeira da empresa o resultado antes de impostos é de 83. 99 3.
75 como o imposto estimado para o período era de 20. 998 p44 é esse o valor que figura na demonstração dos resultados logo o resultado líquido do período é de 62. 99 5.
31 se dividirmos o resultado se dividirmos o imposto que é o irc pelo resultado antes de impostos temos a chamada taxa efetiva dec ou seja o irc 20998 p44 dividir pelo resultado antes de impostos que é o Rai aqui deve aqui deve-se ler Rai Tá bem Rai resultado antes de impostos há que corrigir depois aqui Isto vai resultado antes de impostos Portanto o será 25% a taxa efetiva de imposto este valor do resultado líquido faz link ao balanço Ou seja no balanço no capital próprio já temos ali o resultado líquido do período entretanto eu já corrigi ali na demonstração dos resultados e ebt earnings before taxes ou simplesmente resultado antes de impostos e fica já ali corrigido são 83. 99 p75 e agora apresentamos o balanço o capital próprio já vem com o resultado líquido do período que foi o link à demonstração dos resultados a demonstração dos resultados dá ao balanço o resultado líquido do período que incorpora na parte do capital próprio e a partir de agora temos as nossas contas e para tal podemos pegar no último dos balancetes no balancete final para transferir os respectivos saldos para o balanço ora todos estes saldos vão ser transferidos para as rúbricas do Balanço sendo que e os clientes vigorarão no balanço pela diferença entre clientes contac corrente e as perdas por imparidade portanto as perdas por imparidade deduzem à conta do ativo para figurar no balanço Assim como as depreciações que nós temos para eh os vários ativos não correntes as depreciações vão subtrair aos valores de aquisição dos equipamentos transporte administrativos etc outra questão importante é a questão do financiamento que a empresa tem de 300 e 50. 000 € e segundo os dados que nós temos destes 350.
000 € vamos amortizar Capital em 50. 000 nos próximos 12 meses portanto passivo corrente e o restante 300. 000 será para amortizar a médio e longo prazo portanto passivo não não corrente e nesse sentido apresenta-se o balanço com as propriedades de investimento com os ativos fixos tangíveis o total do ativo não corrente os inventários os clientes deduzidos das imparidades as outras contas a receber os diferimentos em ativo o caixa e depósitos bancários portanto somatório do balancete um total de ativo eh corrente de 888 563.
6 o ativo não corrente com o ativo corrente prefaz 1. 125 42375 Depois temos a componente de capital próprio o capital social de 30 de 300. 000 € as reservas legais de 60.
000 as outras eras de 40. 000 os resultados transitados negativos não é porque estavam a débito o resultado líquido do período que vem da demonstração dos resultados e a soma algébrica o capital próprio cifra agora em 387 142 p31 não esquecer que em janeiro do próximo ano Este resultado líquido de 62. 99 5.
31 vai ser transferido para a conta de resultados transitados ou seja o resultado líquido período vai debitar por 62. 99 5. 31 os resultados transitados vão creditar por 62.
99 p31 e vão passar a ter um saldo a diferença entre os dois valores pois temos o passivo de médio e longo PR os tais 300. 000 € de financiamentos obtidos é o passivo não corrente e o passivo corrente ou seja aquele passivo de curto prazo fornecedores está e outros entes públicos financiamentos obtidos outras contas a pagar totaliza 438. 2 1.
44 o total do passivo corrente e não corrente equação fundamental do Balanço é que o total do ativo de uma empresa é sempre igual ao total do capital próprio e do passivo estes vários conceitos aqui de ativo ativo não corrente ativo corrente passivo passivo não corrente passivo corrente etc eh no manual da formação e na parte final a partir da página 88 temos aqui um os conceitos que pode fazer a leitura e presentes no balanço da empresa os vários conceitos das rubricas que podem estar presentes no balanço da empresa assim como na demonstração dos resultados e os vários resultados contabilísticos também que advém da demonstração dos resultados e os conceitos inerentes a cada um dos resultados construímos a demonstração dos resultados construímos o balanço a ligação entre a demonstração dos resultados e um balanço está no resultado líquido do período o resultado líquido do período liga ao balanço ao seu capital próprio resultado líquido do período no no fundo e ao observar o balanço de uma empresa se eu me focar no resultado líquido do período e se colocar sobre este valor imagine-se uma metáfora uma lupa eu teria uma ampliação desta realidade e saberia através da demonstração dos resultados como é que foi formado aquele resultado líquido do período que provocou um aumento no caso concreto por ser positivo do capital próprio da empresa da mesma forma se me focar no caixa e depósitos bancários que aqui são de 253. 10 e se do ponto de vista metafórico colocasse ali uma lupa sobre o valor 253. 10 como é que a empresa tinha formado este caixa durante o ano a ampliação dessa realidade iria para aquilo que se chama a demonstração dos fluxos de caixa a demonstração dos fluxos de caixa é agora apresentada pelo método direto que aliás é o método que podemos utilizar no sistema de normalização contabilística somos obrigados a apresentar a demonstração dos fluxos de caixa p direto e ela espelha a capacidade que a empresa teve de conquistar caixa através de recebimentos através de pagamentos e aqui vigora o pressuposto ou o regime de caixa apenas recebimentos e pagamentos são contemplados e a empresa tem os seus fluxos de caixa das atividades operacionais desde recebimentos de clientes pagamentos a fornecedores pagamentos ao pessoal e gera-se um caixa destas três primeiras operações de 425.
000 € os recebimentos logicamente é um fluxo positivo os pagamentos um fluxo negativo e entre o fluxo positivo do recebimento de clientes e os dois fluxos negativos de output de pagamentos a fornecedores e de pagamentos ao pessoal gerou-se um caixa de 425. 000 € depois haverá o pagamento do imposto do irc outros recebimentos e pagamentos que a empresa terá feito desde outros impostos como Iva retenções na fonte a nível de IRS Segurança Social etc 13. 998 p44 a soma algébrica destas destes fluxos positivos e negativos gera o fluxo caixa das atividades operacionais de 264 00 1.
56 às atividades operacionais que Veja se o valor é suficientemente robusto para poder abarcar o que vem a seguir e o que vem a seguir é o fluxo de caixa das atividades de investimento fundamentalmente pelos pagamentos de ativos fixos tangíveis que aqui cifrar 90. 000 e pelo recebimento também em ativos fixos tangíveis de 3. 000 pagamentos foram aquisições de ativos fixos tangíveis que a empresa fez e pagou aos fornecedores Porque aqui só conta o que se paga ou o que se recebe aqui na demonstração dos fluxos de caixa estamos perante o regime de caixa e não do acréscimo O que conta é pagamentos e recebimentos a empresa pagou 90.
000 € em relação a a ativos fixos tangíveis que adquiriu pagou a fornecedores E terá recebido 3. 000 € nomeadamente pela venda pela alienação de um ativo fixo tangível isso não obviamente é uma situação residual é perfeitamente normal que no fluxo de caixa das atividades de investimento a empresa Pague Mais do que o que recebe e tem ali um saldo de 87. 000 € negativo mas que os fluxos operacionais conseguem efetivamente tem a robustez necessária para eh os enfrentar a empresa seguidamente tem recebimentos provenientes das atividades de financiamento Esta é a terceira atividade na demonstração dos fluxos de caixa onde temos os recebimentos de financiamentos obtidos empréstimos que a empresa obteve e que quando o banco aprova e coloca na conta é um recebimento foram 75.
000 e a empresa pagou de Capital a 0000 e juros de 26410 nas atividades de financiamento entre o que recebeu P um empréstimo obtido e o que pagou por amortização de capital e juros o saldo foi negativo em 1410 se nós somarmos as atividades operacionais mais as atividades de investimento mais as atividades de financiamento em termos de fluxos temos 17559 1. 56 o que é positivo e no ano anterior e isto aqui é um dado que eu coloco no início do ano anterior a empresa tinha um caixa e depósitos de 77. 500 8.
44 Isto é o início do ano anterior H é o início do ano peço desculpa é o início do ano ou seja o fim do ano anterior o início do ano n somando à variação de caixa conquistada no ano n com aquilo que a empresa tinha no início desse ano temos o caixa e seus equivalentes no fim do ano 253.