E aí o Olá pessoal tudo bem com vocês meu nome é André Oliveira sou professor de anatomia da UEPB e esse é meu canal educação e anatomia hoje tem playlist nova aqui no meu canal do YouTube com a Playlist que Vamos inaugurar R anatomia do sistema sensorial nela estudaremos anatomia dos órgãos dos sentidos vai começar Anatomia da Visão combinado vamos começar a Olá pessoal aula prática de hoje é sobre a anatomia da Visão quando a gente usa esse conteúdo aí vamos pensar não somente do olho em você é que na anatomia chamamos de bulbo do
olho e a gente deve ampliar um pouco mais esse conhecimento Saiu um pouco do estudo do bulbo do olho e ir para um contexto mais topográfico estudando também por exemplo a órbita O que é o objetivo dessa seção do vídeo e devemos estudar também as estruturas oculares acessórios como por exemplo as pálpebras glândulas lacrimais os músculos extrínsecos dos olhos é os nervos os vasos bom hoje nessa aula prática em particular estudaremos o que é mais importante dentro desse contexto Tô bravo não Vamos chutar tudo ajudar o que é mais importante e mais importante ainda nesse
contexto é lembrar que a melhor forma de aprender Anatomia da Visão é estudar lá de maneira tão fotográfica certo então vamos começar aqui com Anatomia da órbita temos duas e são duas cavidades hoje né que se assemelham a pirâmide eu digo pirâmide O que é a base fica aqui anteriormente e o APS fica lá atrás é o ápice ele é póstero-medial SELIC é posteriores e a ponta por meio Ah tá e e é a base a ponta né anterior e lateralmente um pouco lateralmente tem uma pirâmide é quando tivesse essa direção essa direção Ok bom
e de maneira simples onde dividir essa órbita em 6 partes e em cada parte vou mostrando o que é mais importante primeira parede superior O que é opep e o teto ele é composto pelo osso frontal mas especificamente a parte orbital do osso frontal e uma parte se você ver lá atrás da Ásia menor dos esfenóide nessa parte superior também a gente tem aqui de um lado a e do outro a força da glândula lacrimal duas frontal que a loja está mente Nossa glândulas lacrimais Então veja o que as nossas glândulas lacrimais se localiza aqui
um pouco mais superiormente Ah tá e no teto das nossas horas compra parede Medial tem essa parede aqui que vocês estão vendo tá na parede Medial mostrar desse lado e na parede Medial O que que a gente reconhece o primeiro a lâmina orbital dos 7 mostra lâmina muito fina Ah tá é tanto que quando a gente diz Érica né os corpos A gente prepara essas peças ósseas de cabeça veja que ela se fratura muito facilmente e reconhecemos também nessa parede Medial esse processo aqui frontal do osso maxilar na parede Medial a gente vê uma parte
do suco lacrimal né que se confunde um pouco com a fossa do saco lacrimal é que fica o saco lacrimal e a gente vê a crista lacrimal posterior e pertence ao osso lacrimal o utilizam trazer com esse nome apesar de não ter a terminologia anatômica eles lacrimal posterior e aqui é que ele falar que não anterior que vejam é a crista do osso pertence o osso maxilar tá ainda nessa Face Medial eu gostaria de mostrar a vocês dois foram as que são melhores nessa peça aqui ficam bem bonitinho só mostrar Ah tá tem mesma coisa
pessoal duas horas e aqui mostrar aqui para cima e Medial vou ver se eu consigo apontar aqui para vocês sem ficar escuro aqui pronto aqui é o forame at my Down anterior vou contar de novo Olha esse modelo anterior ó e aqui é um forame Edson Vidal posterior são dois programas importantes na Timóteo porque por aí passa uns vasos e nervos atividades anteriores e posteriores desde que quando eles né então aqui se dirige né Principalmente as cavidades nasais e os seios paranasais são importantes nessas áreas é do corpo humano e vamos agora para parede lateral
para mostrar de maneira mais didática eu vou voltar para festa aqui tá Pintadinha para vocês mostrar a parede lateral que é essa aqui tá deixa eu ver aqui pronto essa aqui a parede lateral que a gente tá com a Lisboa Olha a próxima se quiser aí tá bom e na parede lateral a gente vai perceber algumas estruturas primeiro o processo frontal de Que os pessoal que é Uh zigomático então processo frontal do osso zigomático e ainda pegar um boa parte da asa maior do esfenóide a gente viu as a menor do isso é nós aqui
e aqui asa maior fazendo parte da parede lateral Ah tá e aqui inferiormente quer ver se eu consigo mostrar para vocês aqui inferiormente o assoalho a parede inferior vai ser composta veja boa parte do osso maxilar que você conhece eu sou Verde aqui é uma parte do osso zigomático também vai fazer parte do Assoalho da parte mais inferior né da órbita e o osso palatino não dá para ver muito lá atrás que foi pintado de uma maneira blusa que aqui vô cada Mas acabou que a tinta escapou Deixa eu ver se eu consigo mostrar nessa
outra Peça uma partezinha aqui ó te mostrasse assim bem mais para cima só isso a imagem com um pouquinho pra cima é isso não vai dar para ver também pessoal mais lá atrás aqui já próximo a fissura orbital superior fica o osso uma partezinha do osso palatino formando também o assoalho a parede inferior da obra tá então é para terminar essa parede e inferior tem estruturas muito importantes aqui além desse dos Ossos né que acabei de escrever pode aproximar mas pouquinho tem problema na parede inferior tá aqui a gente vai ter aqui e é com
fraturar um pouquinho subindo aqui mas aqui não tem uma abertura que a fissura orbital inferior a dois lados e sua orbital é inferior pode abrir um pouquinho mais a imagem esse esse orbital inferior que por aí vai passar o nervo maxilar tá seu vamos zigomático e outros ramos do sangue etérico a Latina é importante vocês perceberam também deixa eu ver se desse lado dá para ver melhor que além da fissura orbital inferior você já conheceram a superior aqui e a gente tem a gente tem também um suco aqui ó a opção um pouquinho mais mais
um pouquinho esse aqui é um suco Esse é o suco infra-orbital esse suco infraorbital ele também vai dar né passagem né esses vasos infraorbitais nervos infraorbitais que depois vamos sair por aqui ó pela te mostrar aqui um forame infra-orbital do osso maxilar tá então repetindo aqui onde acidente que estuda o tal inferior uma parte dela aqui e aqui né ah o suco infra-orbital o Ok bom na parede postei ou seja lá atrás vamos ver se a gente consegue pegar aqui por cima um pouco de luz pronto te mostrar as pronto assim fica melhor para vocês
lá na parede posterior lá atrás Vocês conseguem visualizar bem né a fissura orbital superior né a fissura orbital superior fica entre a Ásia menor e ASA maior do esfenóide E aí todo mundo conhece e por aí vai passar o terceiro o quarto o sexto nervos que o sexto dentro craniano além do quinto da só que do quinto vão sair os Ramos frontal lacrimal e Nasa auxiliar desse quinto reparando o primeiro Ramo do quinto nervo craniano do primeiro nome do cliente de plano que é o oftalmo né hoje vamos frontal lacrimal e na auxiliar também vão
passar pelas conectar o superior então repetindo por essa fissura orbital superior vão passar é o terceiro reclame anual promotor quarto criar o sexto representa do lábio docente todos que vão para a musculatura extrínseca né do que ficar com os músculos extrínsecos do olho e vai passar também três Ramos do ver 13 anos tu do nervo oftálmico né que é um Ramo do trigêmeo os três Ramos são o ramo é frontal lacrimal Inácio ciliar por aí pessoal também nessa mistura mental superior também passa a veia oftálmica tá faça via oftálmica também por aí e passa a
raiz simpática né do gânglio ciliar não tem aí também que tenha a aqui ó buraquinho Vocês estão vendo vou colocar o e aqui para vocês eu tirar o canal Ótica nós passa o nervo óptico você sabe passa o nervo ótico aí artéria oftálmica passa por aí também desligar asa menor também é parte né dessa parede posterior tá da órbita e a parede anterior da orbita pensar essa parede aqui ela aberta né como vocês estão vendo a gente tem como estruturas que o acho que é importante falar né a margem Supra orbital e infraorbital nessa parede
anterior mas aí infraorbital e Super Metal e também a as incisuras né olha aqui incisura Supra hospitais incisura Supra orbitais por onde passam os vasos e nervos super vitais que vão inervar irrigar essa região frontal aqui mesmo dia que você tem forame infra-orbital passando brasileiros em que os militares que vão irrigar aí nós vai essa região aqui do osso maxilar na pele né relacionado ao osso maxilar também Oi meninas vão na pele dessa região aqui mais frontal vão ter vasos e nervos saindo aqui das incisuras monte aqui ó incisura Supra vitais que se fechadas vão
ser chamadas de forames Supra vitais Ok bom fica ligado na próxima sessão do vídeo que a gente vai ver as estruturas oculares algumas estruturas oculares acessórias é bom pessoal depois que estudamos a órbita as duas cavidades ósseas né que se alojam os olhos não vão estudar ainda nessa seção oi oi pra ver direito o bulbo do olho vão estudar as estruturas que estão topograficamente associadas a esse bug do olho a gente vai chamar de estruturas oculares acessórios é a primeira O que vocês vão ver é mais internamente cara mas eternamente é o urso né que
a gente já viu que tá aqui tá tem um pouco escuro tá ele tava uma coloração Mais Escura mas vejo que tem uma membrana de tecido conjuntivo que reveste essa obra que vocês viram na seção anterior esse essa membrana de tecido conjuntivo e vocês vão chamar se assemelha periódica se foram chamado de pele órbita é um pouco mais internamente a periódica veja que tem umas estruturas mais amareladas se Vocês conseguem ver são resquícios de uma parte do corpo adiposo da horta isso fez um dos nossos olhos os nossos olhos eles tem várias estruturas ao seu
redor mas o que preenche toda essa essa essa Órbita e ela não vou ficar vamos dizer assim folgada o que preenche todos os espaços das ordens da horta fora né outras estruturas que a gente ajudar como os músculos extrínsecos dos olhos a os nervos os vasos para preencher o restante dos espaços dessa órbita entre a entre entre a órbita óssea né a parte óssea né da da órbita entre a cavidade óssea e E essas outras estruturas ficam espaço preenchido por gordura a gente chama de corpo adiposo da órbita Ok bom pensei num aqui outra estrutura
topograficamente associada ao bulbo do olho são as pálpebras a gente é uma pálpebra superior e inferior tipo de protege né contra a lesão luz excessiva e serve também essas duas pausas quando a gente pisca Só serve para umedecer essa parte anterior do olho isso mesmo as lágrimas nessa região elas são homogeneamente distribuídos quando a gente pisca através da ação dos músculos relacionados as pálpebras superior e inferior Tá certo bom a estrutura de uma palavra por exemplo a superior é basicamente o esqueleto dessa falta é basicamente composto pelos tarsos né superior e inferior e esse Tarso
forma parte do esqueleto das palavras junto com as glândulas passagem nele inseridas e já que eu falei de grana Extra existem outras glândulas associadas a essa é outra estrutura ocular acessória associado não só olho mas a as pálpebras que são os cílios né em dia que eu fazer os casais e estão associadas ao Tácio que eu vou mais adiante eu vou mostrar um uma um vídeo é um vídeo né mas uma imagem mostrando exatamente como é o esqueleto dessas pálpebras como é que as glândulas tá sais estão inseridas nesse Tarso eu quero também apresentar nesse
meio essa mesma imagem já já as glândulas ciliares que estão associadas a esses cílios alguma ciliados ficam aqui mais ou menos de onde saem os cílios e as glândulas passar as duas estações elas produzem uma secreção lipídica que impede a Adesão completa das pálpebras então a gente quando fecha não fica grudado totalmente porque tem essa secreção lipídica entre as palmas impedindo que elas colar bem e fique lá fechadas que elas colar bem acho que a palavra É essa mesmo elas formam uma barreira também essa secreção de vídeo para como você chorar já a as lágrimas
não desçam a qualquer produção de Lágrimas nos seus olhos a gente produz lágrima tempo todo mas não fica chorando o tempo todo né nunca lá e mas não sai pela bochecha tempo todo isso isso não acontece quem foi um filme lacrimal Por Conta essa barreira lipídica produzido pela secreção não só das glândulas tá sais Ah tá como também as glândulas ciliares né que eu tinha falado que estão Associados aos isso ajudando de Mall e também né ajudam a produzir secreção de vídeo que contribui com o filme lacrimal tá bom hoje é que ele tá falando
aí de pau branco né vamos vamos ver de maneira detalhada isso que acabei de falar de glândulas e Esqueleto das pautas fica ligado aí E aí [Música] já viram conseguir identificar as glândulas o Tarso superior e inferior esqueleto a estrutura né que formam as pálpebras superior e inferior com qualquer dúvida Coloca aí nos comentários continuando aqui sobre as próprias a gente tem União da própria superior comprar preferiu na comissura né a Medial das pálpebras e aqui também tem uma comissura lateral das pálpebras E se a gente for perceber um pouco internamente as pálpebras Seja superior
posso ir mais um pouquinho é tanta superior como inferior internamente mostrando na Copa inferior fica mais fácil mais iluminado a gente tem a túnica conjuntiva da pálpebra Oi e essa túnica conjuntiva ela se continua com a túnica conjuntiva é do olho Então essa túnica conjuntiva que tá aqui ó e na parte interna da Paula se continua com a túnica do conjuntivo do bulbo do olho tão túnica conjuntiva da pálpebra a única conjuntiva do bulbo do olho Ah tá quando a conjuntiva da pálpebra a única conjuntiva que a der aqui é o bulbo do Olho do
grupo do olho Ok nessa nessa depressão entre a túnica entre a turma e positiva da palavra e ato não conseguiu Double se com a uma área uma depressão o lar chamar de saco da conjuntiva EA depressão que fica é o forno está condutiva bom então a gente tem um fornes inferior e fica aqui fortes inferior que forma o saco conjuntival inferior o seu espaço e a gente tem aqui em cima entre a túnica da conjuntiva da palavra EA túnica conjuntiva do bulbo do olho vai ficar também aqui um espaço que é o saco conjuntival superior
né E lá na região que faz um vezinho entre a túnica conjuntiva da palavra EA túnica coletiva do bulbo do olho nesse vizinho nessa nessa nessa reflexão né entre a tônica do Gugu EA túnica da paro fica forte superior da conjuntiva Ok bom é aproveitar aqui já quem tá falando tanto de cruzar populares acessórias mostrar aqui ó beijo na parte superior e lateral do olho vou tirar aqui ó e olha quem fica aqui na parte super lateral do olho a glândula lacrimal ele falou tão de lágrima né função das palavras do durante a produção das
Lágrimas olha aqui a glândula lacrimal Ah então dá para ver nessa peça aqui mais em cima teria um super cílios né que vocês podem ver vocês mesmos tá bom Aqui também tem uma função para proteger os olhos por exemplo de secreções suor enfim que venham da região frontal e possam cair e deve trazer problemas para o olho o Ok bom fica ligado aí a próxima acesso do vídeo que agora sim a gente vai falar sobre o bulbo do olho a cada um é bom continuamos aqui na sua aula prática e agora falando sobre o bulbo
do olho já Vimos a órbita já Vimos um contexto topográfico das estruturas oculares acessórios é como as palavras a glândula lacrimal tem outras estruturas acessórias é oculares acessórios como os músculos né os princípios do olho Mas eu vou deixar isso para o final somos que se fixam ao povo do olho eu acho pertinente antes de falar desses músicos falaram no próprio gordura só que antes eu costumo brincar que os alunos que eu acho que o aluno antes de estudar o bulbo do olho ele tem que dar geograficamente esse bulbo do olho tá como a geografia
dos nossos olhos vamos desenhar aqui um olho a gente só tem um olho aqui posteriormente e a gente um nervo ótico anteriormente você sabe daqui a pouco ou daqui a pouco vou saber aqui na frente a córnea que o Polo anterior Polo anterior e aqui seria o Polo o posterior tá só que existe uma linha reta na geografia do olho e passe entre o contágio eo Polo posterior e é uma linha reta mas a menina não vai ser tão reta como vocês vão ver que passa pela córnea e quando vai incidir no Polo posterior vai
incidir entre uma região o posterior dos nossos ótimos vão conhecer mais à frente chamada de disco óptico e uma outra região chamada de folga Central essa linha Que passa entre esses dois pontos aqui atrás e que passa anteriormente aqui na Correia essa linha vocês vão chamar de ir eixo ótico daqui a pouco vocês vão ver que eu vou girar para vocês e vai ficar mais fácil para você entender tá Olá tudo bem até aí pessoal Então esse é o eixo hoje estão desenhando geograficamente aqui olho se a gente tem um polo anterior quanto posterior polos
lembrar nosso planeta terra Polo Norte e Polo Sul e se a gente for pensar de maneira associada a gente tem uma linha o Imaginário que circunda o bulbo do olho chamada de Equador tá essa linha é chamada de eco assim como a gente tem a nossa linha do Equador mas hoje também tem Equador essa linha imaginária que circunda o bulbo do olho similar não é o da terra é que distante dos polos o Jan meridianos também tem na geografia terrestre né do planeta terra são linhas né é que passam de um polo e a outra
E aí e cruzando o Equador em ângulo reto e aí a gente tem vários meridianos o tanto para atacar como para cá Olá você que são chamados de Mary Lidiane entendeu Então você só para explicar de uma maneira geral é isso aqui tá aqui na imagem corre na frente mesmo hoje aqui para trás como vocês viram aqui tá então preste bem atenção aqui no que é de desenhou Equador os povos anterior quanto posterior o eixo Ó tipo os meridianos a e agora percebam aqui o Polo anterior Polo posterior que não exatamente local do nervo óptico
que naquela região transição entre o nervo óptico ela discotico e a forma é centrada único entender um pouquinho mais já já Paulo anterior fala no posterior o eixo ótico né que é o nível 2 né a linha reta os meridianos seriam justamente né a gente fazer linhas aqui para cima por cima para baixo une nos polos Olá aqui é o Equador circundando o Equador é uma imaginária que circunda o bobo do olho seminal da terra e distante dos pontos tudo bem bom mas vamos falar com vocês querem saber que é o burro do olho e
o olho ele é divide em três túnicas túnicas fibrosas essa parte mais externa Ah tá essa parte mais externa ela tem uma estrutura que ocupa cinco sextos né se você j-56 do olho essa parte branca é ocupada pela esclera tá é ocupada pela esclera a parte branca do olho e Um cesto anterior né Essa túnica fibrosa é a córnea que vocês estão vendo aqui essa estrutura aqui o anterior é a córnea tá ela é uma estrutura avascular né ou quase que completamente avascular e nutrida por algumas alças capilares né pelo humor aquoso que vocês vão
ver o que é mais adiante e pelo líquido lacrimal isso mesmo quando a gente chora a gente nutre né a gente produz lágrimas não é sinceramente chorar propriamente dita a gente nutre a córnea da gente é o like lacrimal inclusive fornece oxigênio que vai Nutri essa parte anterior do Nossa túnica fibrosa que é formado pela córnea tá o Limbo da córnea é essa transição entre a córnea EA esclera em alguns autores que chama esse Limbo por esse lindo aqui chama de junção corre esperar o que justamente aí onde eu não tem algumas alças capilares que
contribui né com a nutrição nessa córnea a nutrição não é só de lágrimas e também tem alguns vasos que fica a córnea escleral korniski Legal vamos o livro da córnea no treino a nossa Correia tá Então essa é a túnica fibrosa né do nossos nosso olho é a primeira nessa peça aqui só fazendo Associação cadavérica parte branca do olho para cima essa é a nossa espera a parte anterior te mostra lateralmente fica mais fácil de visualizar e aqui ó vou puxar um pouquinho não daqui isso aqui acordem pessoal se você corre Ah tá bom vamos
agora para túnica que é um pouquinho mais interna essa túnica externa fibrosa a tônica em assalto não quer mais internas única vascular tá então aqui as únicas vascular que é representado principalmente por essa estrutura né mas a coloração chamada de corióide que a parte externa desse curió e tem uma parte externa desse pode entrar em contato com a esclera isso tá em contato com isso aqui com a esclera e Inclusive a gente consegue separar na dessecação muito fácil o corióide essa parte interna da esclera que tá aqui mais interna tá mais enterro e essa é
a lâmina vascular essa parte mais externa e a parte mais interna que está em contato com a retina a gente tem a parte externa do corióide chamar de lâmina vascular e a parte interna que tá em contato com a retina tá em contato com a retina certo parte externa a parte interna Vamos ver que seja retina se ficou se isso aqui foi a retina tem uns que seja quase ó então aqui a parte externa do ano de vascular e a parte mais interna em contato com a retina parte externa Lana vascular e a parte mais
interna do cariótipo tá em contato com a retina você vai chamar de lâmina cor e o e deu capilar e essa lâmina daqui do corióide essa lâmina essa parte interna do corióide Alana Corrêa e capilar é muito importante para nossa retina porque ela nutre Nossa retina e externamente a parte externa da retina é nutrida pela lâmina curió e deu capilar tá inclusive outra curiosidade dessa lâmina coriocapilar é ela que quando a gente tira a foto e os nossos olhos ficam vermelhos na foto que dá Esse aspecto né é vermelho na fotografia com Flash importantíssimo né
pra essa entender essa lâmina curiosa capilar parte interna agora olhos não só por causa dessa curiosidade né do reflexo dos olhos vermelhos mas também porque ela nutre a retina a parte externa da nossa retina enquanto que a parte externa do nosso código que a gente viu a lâmina vascular ela nutre a parte interna da esclera e ela une ela ela nudes né uma parte com vasos maiores é e pode ajudar né um pouco na nutrição da parte interna da esquerda aqui também ele é ligeiramente avascular como o nosso a córnea né mas não tinha visto
bom todo mundo entendeu aí pessoal então a córnea tá vamos aqui para aqui de novo ó esclera vamos falar que isso aqui é a lâmina vascular é aquela Ana khouri óleo capilar que aqui no outro é a retina que tá aqui dentro tá E vamos notar que a curiosa quando elas caminham anteriormente dos dois lados ela se espessa aqui já próximo a parte anterior do olho e uma estrutura que a gente vai chamar de corpo ciliar tá o corpo ciliar é isso tudo aqui une a o resto tudo aqui une o corióide a Íris que
tá aqui né eu tirar aqui a corda para vocês passar um pouquinho isso tirei a córnea tava eu só queria que a córnea o espaço entre a córnea que eu tirei aqui eu e a Íris esse espaço aqui é a câmara anterior do olho a câmara anterior do olho ficou acordo fica aqui né e daqui a pouco eu falo sobre ele essa aqui é a nossa íris se não saíres deixa eu fechar aqui nossa eles e aqui a gente tem a pupila essa abertura da Íris não tem que unindo internamente a Íris com Corió ele
tem o corpo ciliar que tem duas estruturas importantes no corpo ciliar primeiro o músculo ciliar que está aqui vermelhinho o músculo ciliar e o músculo importantíssimo ele é formado de músculo liso tá é um músculo que vai se inserir na lente né vai vai se fixar né vai agir não me ajudar na verdade sobre a lente que é o famoso que está lindo afim de ir promover o reflexo de acomodação eu vou escrever aí embaixo mais ou menos o que é o reflexo de acomodação eu já vou falar que já já falei do cristalino Deixa
eu tirar ele aqui para vocês essa lente biconvexa né como vocês estão vendo que a gente tem aqui Vou tirar vou deixar aqui do lado tá a Então é isso tá é isso ele é o corpo ciliar tem esse músculo ciliar né que vai promover o reflexo e acomodação e tem uma outra futuro que eu vou representar como essa pontinha aqui ó aproxime eu vou dizer que isso aqui seria um processo ele armas são vários processos ciliares que vão se dirigir agora vejam para a parte posterior da Íris aqui a câmera posterior que a gente
já viu que a câmara anterior era aqui então líquido é uma coisa que fica aqui na Câmara posterior ele é produzido por esses processos ciliares da os processos ciliares e produzem né o mo ako na câmera posterior do olho e quando produz aqui posteriormente passa pela pupila para a câmara anterior do olho e vai ser absorvido aqui ó nesse espaço aqui na Câmara anterior do olho onde vai ter o seio venoso da esclera Ah tá o seio venoso escleral e vai ter uma veia aqui é o canal cheio de vez muita gente vai canal tilene
O que vai ter justamente né a absorção né do Humor aquoso na câmara até então produz pelos processos ciliares na Câmara posterior passa pela pupila para câmara anterior e é absorvido né nesse ângulo aqui e esse ângulo aqui é através é absorvido através de uma vez que fica nesse ângulo O que é o seu venoso na grande ver chamado seio venoso da esclera tá bom Ah então é assim que ocorre produção e absorção né do humor aquoso tem gente que tem esse ângulo é diminuído né aí não pode ter um glaucoma né de ângulo fechado
tem também igual como de ângulo aberto tem muito a ver com esse ângulo aqui formado entre a a Íris né Oi e me acorda né uma parte da conectaria aqui né Oi ok Tá bom então é isso que eu tinha para falar da camada média né a túnica médica túnica vascular do olho e para finalizar eu vou tirar essa câmera aqui ó a câmera póstrema que tem um morro vídeo aqui dentro para mostrar a camada mais interna do olho que é a túnica interna do olho que é representado basicamente pela nossa retina existe uma parte
óptica da retina que recebe né O que é forte sensitiva que vai absorver e a luz captar a luz é um extrato né ela tem um extrato pigmentoso que ajuda nessa absorção da luz reduzindo a dispersão dela no bulbo do olho e tem um extrato mais interno vejo isso na histologia que é um extrato nervoso na que é sensível realmente a luz tem dois estratos eu tenho mentiroso mas interno o nervoso que vai realmente captar e enviar esses essas informações luminosas pelo nervo ótico olha aqui o nervo óptico e lá depois você sabe aqui as
na hora de contrato ótimo e levar lá para o nosso cérebro né para ser interpretado o estímulo visual estímulo luminoso que passou pelos nossos olhos tá certo é importante de que a retinha lá tem essa parte né como a gente viu óptica né Tem esse dois estratos pigmentoso e o extrato nervoso mas tem uma parte aqui no interior que é separado tem uma divisão toda dentilhada que a chamada horas errata essa horas errada é o local limite e a margem posterior irregular do corpo ciliar isso também não consegui aqui então essa margem posterior e regular
do corpo ciliar toda a enteada é justamente a junção que marca né a transição da área não foto sensitiva é um capista né luz nem manda a gente tem um nervoso e a área foto sensitiva da retina na hora errada faz essa transição entre a área foto sensitiva e agora não [ __ ] sensitiva e já que a gente falou aqui da área sensitiva né pode sensitiva vejo aquilo o nervo óptico eu tinha dito que importante era o disco ótico é o ponto cego ao ponto cego é do nosso olho né disco do nervo óptico
aqui ele vai encontrar dentro do nervo óptico artéria e veia central da retina são importantes né Essas artérias e veias que elas vão irrigar e treinar a parte interna da retina que a parte externa da retina vocês viram carregada pela túnica cor e óleo capilar do corióide né da túnica média do nosso olho Ok e vejam também né pessoal que além do disco do nervo óptico a gente tem um local de maior qualidade visual né Uma hora boa de boa acuidade visual cheio de cones fotoreceptores e essa chamada de mácula lútea e a parte mais
central da mácula lútea Hoje é a folga é central e desde a forma central vai ter fovéola que é uma área também de boa acuidade visual só que não chega vasos até ali a favela é o centro da forma que não tem rede capilar associada certo tá bom Então essas são as estruturas né que a gente tinha para falar do bulbo do olho a gente já falou das câmeras só repetindo a câmera anterior a câmera posterior e a Câmera pós-treino ontem Onde fica humor vítreo e preste atenção aí nas próximas seções do vídeo que depois
Vocês entenderam o bulbo do olho Agora fica mais fácil para entender os músculos que se inserem nele são os músculos extrínsecos dos olhos Olá pessoal hora de estudar agora os músculos extrínsecos do outro e Joaquim né peça completa com pabllo superior para inferior que tá o bulbo do olho e ajudou na seção anterior queria só mostrar uma coisinha para vocês deixa eu baixar aqui fica só de olho aqui na parte interna tá gente vê aqui a pele né Oi você tá aí o Paulo está de olho em músculo associado nessas pálpebras tanto superior como inferior
não é um músculo exatamente o que a gente costuma falar junto né do do estudo da natureza da Visão mas eu queria falar desse músculo orbicular dos olhos né Que almoço que serve para fechar o fechar as pálpebras nessa o Perry quando fechar a palavra superior fechar acabou de sair com força sem força é almoço circular serve para fechar ainda naquele nervo facial e queria mostrar também aqui ó um tendão de música que vem aqui se inserir na pálpebra superior só ficou tendão dele aqui tá ele se insere na pálpebra superior e o levantador da
pálpebra da obra superior tá então ele sincero aqui levantador da pálpebra superior ele fica superiormente E aí esse músculo que se fixa no olho eu tenho mousse que fica aqui em cima sim seria na pálpebra que tá aqui em cima tá eu moça que fica aqui em cima é inserido na pauta que não está aqui nessa peça é um levantador da pálpebra superior música levado ao superior e logo abaixo aí vem sim agora os músculos extrínsecos né vou mostrar aqui para vocês tá pode ir buscar para trás assim é isso mas como está aqui a
parte da frente do hoje isso aí então reto superior Ah tá O que é o olho direito resto lateral e esse que faz uma curva aqui na trópia que vem aqui ó lá de trás faz uma curva é o oblíquo que ser um direção ao veículo tão vendo aqui oblíquo superior reto superior acima dele teve o levantador da pauta Pegue uma levantada da palavra não se inserem no olho tá acho que se insere no olho são esses né o blitz aí o resto superior reto lateral Olha que o reto inferior uma parte aqui também do
resto lateral aqui é o reto Medial e aqui a parte ainda do oblíquo superior vez que alguém que estejam em primeiro e depois o reto Medial depois o reto inferior o reto lateral o reto superior falta uma lá em baixo O que é não só o reto inferior né quem já viu que é isso aqui não reto inferior mas esse músculo aqui é o oblíquo inferior sincero aqui o bico interior Tá bom então esses são os meus dois príncipes do olho aqui na peça sintética fica ligado na próxima sessão do vídeo que vou mostrar impeça
cada velha homem só agora mostrar todos os músculos extrínsecos do olho Uma Peça cadavérica se eu for de sacar aqui a pálpebra não sei que nessa peça Lembrando que aqui vai ficar um músculo circular ele passa até um pouco da extensão das Palmeiras vai até essa região aqui próximo né não dá para ver aqui o saco lacrimal Mas vai ter um moço aqui e nas pálpebras e aqui na região orbital né é o circular Moscou orbicular dos olhos né sai para lá e fechar né fechar as pautas deixar os olhos mas para abrir aqui abre
a pálpebra superior aí tem um músculo que se insere preste bem atenção no que eu vou mostrar aqui olha pálpebra superior um músculo o músculo e para que o olho pálpebra superior e o músculo aqui atrás ó levantador da pálpebra superior levantador da pálpebra superior ó e aqui são outros músicos que a gente viu na seção anterior do vídeo então preste bem atenção eu disse que o levantador da pálpebra superior ficava superiormente ao músculo que também está superiormente que é o reto superior mas deixe o resto pegou se insere no olho no bulbo do olho
é que o bobo no olho reto superior e superiormente o músculo levantador da superior verde que se insere na pálpebra superior que tá aqui a obra superior continuando reto superior o que fica aqui medialmente e um pouco mais superior é aquele que faz uma curva né Esse é o oblíquo superior vamos fazer na volta oblíquo superior e esse é o reto Medial é reto Medial que é é isso reto Medial inferiormente não para baixo de baixo se afaste um pouquinho é isso que viu o resto é de aula né é reto Medial inferiormente a gente
tem o reto inferior e olha aqui ó de maneira oblíqua o oblíquo inferior e vamos ver aqui é mais do lado a e o reto lateral colocar a funcionar Tom com o olho vão ver de novo por outro lado reto superior se tu achar aqui e superior o quê Pronto a pálpebra superior o levantador da pálpebra superior rebatido a rede superior oblique superior e o reto Medial Mas vamos pro lado de cá é superior Olha que o resto lateral a rede lateral é isso a gente for inferiormente é interiormente Olá aqui é o oblíquo o
oblíquo inferior rebatido Red inferior voltam de novo reto Medial o oblíquo superior o médio e superior o ok então isso aqui é normal o pessoal então é isso que eu tinha para falar para vocês tá só por uma curiosidade não tem aqui ó para não confundir imitar alguns alunos confusos né que entre o resto superior e oblíquo superior parece que a outro moço aqui né se o nervo óptico tá de outro e aqui para o canal aqui e vou aí pessoal espero que vocês tenham gostado dessa aula de anatomia aula prática de anatomia da Visão
peço que vocês já chegaram até aqui se inscreva no canal não se esqueça um curta um vídeo compartilhem se vocês curtiram e vejo vocês no próximo vídeo tá e tchau E aí E aí [Música]