Ho pensato di prendere il nome del Leone X. diverse le ragioni, però principalmente il Papa Leone X, infatti con la storica enciclica Rerum Novarum affrontò la questione sociale nel contesto della prima grande rivoluzione industriale e oggi la Chiesa offre a tutti il suo patrimonio di dottrina sociale per rispondere a un'altra rivoluzione industriale e agli sviluppi dell'intelligenza artificiale. che comportano nuove sfide per la difesa della dignità umana, della giustizia e del lavoro.
Em nome do pai, dopito santo. Queridos amigos do apostolado, Glórias de Maria, sim, temos um novo papa e ele se chama Leão 14. Na realidade era um cardeal norte-americano chamado Robert Prevost.
E evidentemente muitas pessoas sinalizaram um extrema alegria e otimismo com esse novo papa. É pela maneira como ele se apresentou. E de fato, a maneira como ele se apresentou justifica isso.
Todos nós católicos temos que receber bem o novo papa. Mas eu gostaria de compartilhar com vocês algumas preocupações que eu tenho. Evidentemente eu não pude acompanhar esses últimos dias do conclave e de toda essa ah ansiedade que envolveu essa questão e muitas vezes até de forma acalorada e desproporcionada que muitos reagiram.
Eu estive doente, acamado durante esses últimos quatro dias, uma forte gripe, ainda estou me recuperando. Ã, mas eu proponho algumas eh considerações, né? É, primeiramente, sim, é interessante e um papa com o nome de Leão X e o Papa que se apresentou como ele se apresentou, né, vestindo realmente vestindo-se de papa e não da maneira como o seu antecessor se apresentou e fazendo uma saudação eh muito interessante.
Eh, saudação que nosso Senhor Ressuscitado faz aos apóstolos. Que a paz esteja convosco, diferente daquilo que fez o seu antecessor. Mas é claro que isso indica, né, uma certa descontinuidade com o pontificado do Papa Francisco.
Ah, e aqui também aproveita a ocasião, né, para responder a um amigo que me perguntou porque no último vídeo eu falava muito o nome Bergola e pouco o nome Papa Francisco. respondo. Ah, o professor Antônio Caponeto, quando Francisco se apresentou como papa e ao invés de dizer, né, eh, e dar, perdão, melhor dizendo, a bênção apostólica, ele disse: "Rezem por mim".
Antônio Caponeto escreveu uma carta aberta muito interessante e que dizia assim: "Rezarei para que Bergólio seja Francisco e para que Francisco não seja Bergólio. Porque na realidade o que se viu no pontificado do Papa Francisco foi uma continuidade de Jorge Mário Bergolha. E por isso, meu amigo, foi que eu disse muitas vezes a palavra bergolha ao invés de Francisco, porque o pontificado de Francisco foi uma extensão da carreira ah eclesiástica de Jorge Mário Bergolho.
E é claro, né, que o seu pontificado refletiu um projeto ah que havia. No entanto, o caso de Roberto Prevost, o Papa Leão X, parece parece uma ruptura, parece, pode não ser uma ruptura com o pontificado do Papa Francisco. O que me parece é que de fato nos dias que antecederam o conclave, como durante o conclave, houve sim um acordo para que eh Robert Prevust, esse cardeal norte-americano, fosse eleito papa.
Um acordo entre os dois extremos, a ala ultraprogressista e a ala mais moderada eh da igreja. eh que tem muita influência eh nos Estados Unidos, sobretudo devido a sua aproximação com o Partido Republicano. Parece que houve sim, é uma espécie de acordo e eles elegeram um cardeal que estivesse mais ali ao centro e que pudesse coadunar bem e os dois interesses, tanto as pautas dos ultraprogressistas, porém com o pé no freio.
Eh, quem estuda a revolução sabe que depois de um reformador, de um revolucionário, vem sempre um legislador. Porque a revolução avança com dois passos pra frente e depois um passo para trás para consolidar. Então, é claro que muitas das coisas que o Papa Francisco fez, evidentemente, Leon 14, ele não vai dar continuidade, mas vai seguir outros caminhos e, de certa forma, tende a consolidar, sim, muitas outras coisas que Francisco I fez.
Ah, mas eu gostaria de chamar a atenção dos meus amigos justamente para este vídeo inicial que eu coloquei, no qual ele próprio, o Papa Leão 14, explica, né, o porquê deste nome, é que, evidentemente que todos acenaram eh com muito otimismo, porque uma referência ao Papa Leão X, obviamente isso poderia significar, né, uma descontinuidade com o próprio Concílio Vaticano II, porque o medo maior era que esse Papa se apresentasse com nome de João Paulo I, Francisco I, Paulo VI, João 24, né? Graças a Deus isso não aconteceu. Mas eh eu queria alertar que o nome escolhido Leão 14 talvez não expresse profundamente o pontificado do Papa Leão X.
E por que eu digo isso? Bom, nós sabemos que, ah, pelo que o próprio papa disse, eh, 14 acabou de dizer, eh, esse nome foi inspirado principalmente na encíclica Hero Novaro e na afirmação da doutrina social da igreja, que foi muito bem definida pelo Papa Leão X. Mas vejam, meus amigos, que o Papa Leão X, ele não só escreveu sobre a doutrina social da igreja, mas sobre uma série de outras coisas importantíssimas.
É, por exemplo, foi ele que condenou a maçonaria, foi ele que condenou o americanismo. Então, vejam, ã, que se focar nessa questão da doutrina social da igreja, tendo em consideração o Concílio Vaticano II, aí pode ser uma armadilha perigosa. E eu penso que é exatamente isso que nós temos aqui.
É a um papa que dá esse passo para trás. que vai se apresentar mais conservador, mas ao mesmo tempo vai avançar ah naqueles pontos em que Bergolho, o seu antecessor, o Papa Francisco, enfatizava na questão social. Mas me preocupa essa ênfase, né, na doutrina social da igreja, principalmente ã porque Roberto Prevost John T.
Pavikovski quando frequentou o seminário de em Chicago. O reverendo John T. Paulikovski lecionou na União Teológica Católica e foi cofundador e diretor do programa de estudos católicos judaicos da escola e serviu por quatro mandatos no conselho do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos da América.
Sob a orientação de Paulikovski, Roberto Prevost estudou a doutrina social da igreja. Paul Likovski afirma que as relações com os judeus são relevantes para essa área. Cito ele, o reverendo Paulikovski.
Abro aspas. Sempre argumentei que o antissemitismo é algo que deve ser considerado parte do compromisso católico com a justiça social e a dignidade humana. Meu trabalho sobre a doutrina social da igreja sempre incluiu a questão do antissemitismo.
Lembremos que este ano, em outubro se comemora os 60 anos da declaração Nostret. E este reverendo que foi professor do atual papa em Chicago, obviamente o judaizante, eh, aprendeu muito tanto dessa declaração Nostret, quanto dos faltores dessa declaração. Então, recomendo que se faça uma pesquisa sobre este passado, né, do atual Papa em Chicago, juntamente com esse professor.
próprio declarou isso eh num artigo eh que foi publicado com o título de Leão X, primeiro papa americano, estudou com pioneiros nas relações judaico-católicas. Então, tem esse artigo aqui que eu recomendo que vocês leiam. E sobre Paulikovski, ah, há, por exemplo, alguns textos interessantes com relação, por exemplo, à crítica que ele fez ao filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo.
Eu vou ler alguns trechos aqui. estudou reverendo Pavikovski, professor do atual papa. E com todos os elogios ao filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, que será lançada em breve, muitas pessoas podem estar se perguntando porque tantos cristãos e judeus estão descontentes.
De acordo com os quatro evangelhos, após Jesus ser preso no jardim do Gsâman, ele é levado pelos guardas ao sumo sacerdote. No filme, os guardas que escoltavam Jesus o espancaram brutalmente e em certo momento o jogaram de uma ponte. A única razão pela qual ele não cai na terra é que suas correntes o puxam dolorosamente, mobilizando-o a centímetros do chão.
Este episódio não aparece em nenhum lugar do Novo Testamento. Nenhum dos Evangelhos fornece qualquer informação sobre que se se é é que algo acontece no caminho do Getsêmane até o sumo sacerdote. É concebível que aqueles que prenderam Jesus possam tê-lo maltratado, mas não é menos plausível que os guardas tenham sido compreensivos, até mesmo relutantes sem cumprir seu dever, e escoltaram Jesus até o sumo sacerdote com gentileza e dignidade.
Meus amigos, como pode se afirmar uma coisa dessa? que os guardas que prenderam nosso Senhor o trataram com gentileza e dignidade. E ele continua criticando o Mel Gibson.
Gibson embelezou o texto do Evangelho para intensificar o sofrimento de Jesus, mas ao fazê-lo, ele busca, ele se baseia em sua própria imaginação em uma variedade de fontes não canônicas, incluindo as visões de uma freira alemã do século XIX, que viveu numa época em que o Milias, antissemitas, era uma ferramenta comum para mobilizar multidões contra os judeus. se referindo a Ana Catarina Emerit, mas ele não está eh propriamente falando contra a Catarina Iberite, mas como a mentalidade da época antissemita, que aqui é o ponto que ele quer chegar. O holocausto levou muitos cristãos a examinar o papel histórico das igrejas no formento do antissemitismo.
A sensibilidade cristã nessas áreas promoveu mudanças significativas na doutrina e na prática tradicionais da igreja, tanto por parte de católicos romanos quanto de protestantes, como os documentos da história e da histórica norstra etate do concílio Vaticano II e da declaração da Igreja Evangélica Luterana na América a comunidade judaica. O foco principal desta investigação é o único versículo em Mateus, citando Mateus, né? São Mateus, quando Pilatos viu que nada podia fazer, mas que uma revolta estava começando, mandou vir água, lavou as mãos diante da multidão e disse: "Sou inocente do sangue deste homem.
Cuidem disso vocês mesmos". Então, todo o povo respondeu: "O sangue dele caia sobre nós e sobre nossos filhos". Na história do antissemitismo cristão, este versículo serve como garantia bíblica para responsabilizar todos os judeus em todos os tempos pela morte de Jesus.
Agostinho, João Crisóstomo, Tomás Jaquini e Martinho Lutero utilizam dessa forma. Olha, ele primeiro ele coloca tudo no mesmo, né? Como se fosse teólogos, né?
Eh, Santo Agostinho, São João Crisóspo, São Tomás dequini e Martim Lutero. No entanto, o versículo qual é apenas em Mateus, não é encontrado em Marcos. Lucas ou João.
E, portanto, não é essencial para descrever a morte de Jesus. Depois que um grupo de acadêmicos católicos e judô seu judeus se opôs à presença do Versa em roteiro antigo, Gibson disse que o removeria. Mas o filme exibido na terça-feira, 21 de janeiro de 2004, aqui em Chicago, e na noite seguinte em Orlando, inclui o verso, repetindo assim para milhões de espectadores em todo o mundo uma acusação clássica ao povo judeu de sídio.
Então, vejam, eh, nós podemos fazer outras citações, por exemplo, aqui nesse outro artigo, é, ã, uma entrevista que ele deu sobre a questão do holocausto. Nós já falamos que ele foi um dos diretores ou, né, eh, membros e do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos da América. E aqui ele conta um pouco da história dele, né?
Bem, às vezes brinco que meu início veio um pouco pelo estômago, porque cresci a sombra de uma grande sinagoga ortodoxa em Chicago. De certa forma, meus primeiros contatos com o judaísmo foram lá, mas curiosamente não sei ao certo porque realmente me senti motivada a me envolver tão profundamente na questão cristã judaica. Acho que foi porque conheci pessoas.
Esses professores eram muito influentes e me convenceram de que essa era uma responsabilidade que os cristãos tinham que assumir por causa da história do antissemitismo e também do holocausto. Eu trabalho na Universidade de Chicago eh com o rabino Markenbal do Comitê Judaico americano. E e ele me pediu para fazer algo com os estudos sobre livros didáticos católicos relativo à imagem dos judeus e do judaísmo que haviam sido realizados na Universidade de São Luis, mas que nunca haviam sido realmente organizados para a publicação.
E fiz isso. Então, meu primeiro livro foi Catecs em Prejudice, que resumia e criticava as descobertas dos estudos de São Luís, fazia sugestões para o desenvolvimento posterior. Então, o rabino Mark Tenembal, vou colocar a foto dele aí, é esse que aparece com Abrang e com o cardeal Agostino Beia durante as negociações secretas que ocorreram, né, nos bastidores do Concelho Vaticano I.
E aí nós temos novamente, né, posta esta questão do que se trata então a doutrina social eh que o novo papa eh pretende eh assumir, né? Ele bem disse aí que é essa outra revolução industrial, revolução tecnológica da inteligência artificial, etc. Mas eu receio que por trás disso tudo esteja novamente a questão do antissemitismo, ou seja, eh criminalizar, né?
Eh, buscar criminalizar ou buscar ampliar esse leque de acusações, eh, com relação a essa palavrinha, já que o que é antissemita, né? eh é tudo aquilo que se pode eh entender como contrário aos interesses, né, dos inimigos da igreja e dos inimigos de Deus. Então eu queria só fazer essa pequena reflexão.
É claro que é muito cedo ainda, né? Talvez eu esteja redondamente enganado e este papa possa realmente se tornar um papa santo. Mas eu peço que rezem, meus amigos, para que Leão 14 não seja Robert Prevolt e que este leão realmente seja um leão e não um lobo, né, como os outros foram.
Rezemos por ele, sim, mas e tenhamos também, né, nossas preocupações, nossos cuidados, eh, para que não ponhamos nossas esperanças em em alguém, né, que não está sólidamente fundamentado da doutrina católica, eh, e que não compreende exatamente o que foi o Concílio Vaticano Segundo e o processo histórico. que levou ao Concílio Vaticano então rezemos sim para Leão 14 ser Leão 14, um digno sucessor que Leão 13, mas que não faça uma leitura enviezada da doutrina social da igreja com base na doutrina do holocausto. Isso sim será extremamente perigoso.
Fiquem com Deus.