O tema de hoje é sombras. Imagine que nós vivêsemos dentro de uma caverna só olhando pro fundo da caverna. A luz entra pela entrada e nós, todos os habitantes, olham pra parede do fundo, nunca pra luz. Qual a ideia que as pessoas teriam sobre a realidade fora da caverna? Vocês não têm a menor ideia de como é fora da caverna. Eles só enxergam sombras numa parede, sombras que são eles mesmos. Imagine que se vivesse o tempo todo nessa situação. É exatamente isso que acontece com a maioria da humanidade. Não há entendimento nem percepção da realidade
fora da caverna. Então, aquilo que se vê, que se percebe, em que se vive em todos os aspectos, é pura e simplesmente um mundo de sombras. Qual é o resultado que se pode obter vivendo desta forma? Olhando uma parede, olhando sombras, achando que a realidade são aquelas sombras. Evidentemente que o resultado disso só pode ser muito ruim. Como ser feliz numa situação dessa? Há 2400 anos, mais ou menos, Sócrates explicou, viveu, vivenciou a fórmula perfeita de como ser feliz. Então, aquilo que se chama a receita do bolo de como chegar na felicidade que, vamos dizer
praticamente todos procuram e tateiam sem conseguir, porque vivem no mundo de sombras. Isto foi vivenciado, portanto, não é uma coisa teórica, não é uma ficção, não é um roteiro de cinema, é algo factível, é algo possível de ser feito, vivido. Para quem tem curiosidade de entender como que isso é possível, chegar no nessa nesse estado de infelicidade, hoje em 2014 nós temos, por exemplo, esse livro Apologia de Sócrates, facilmente ente incontrável. E agora também temos um filme, este DVD Sócrates, de Roberto Rosselini, que é a dramatização deste livro. Então, quem não gosta de ler tem
o DVD e quem gosta tem o livro. fiel à realidade pura e simples. Depois de 2400 anos, ele dizem que esses livros não existiam na Europa de 300 a 1200. é o que dizem, porque caso o livro existisse, tudo seria diferente. Mas agora nós temos a seguinte situação. Agora tem o livro, todos eles, tem o filme, tem vasta literatura. E qual é a situação? A mesma a mesma coisa que aconteceu há 2400 anos continua acontecendo hoje. A fórmula é ultra simples. Se vocês assistirem o filme, se vocês lerem, vocês verão que é de uma simplicidade
absoluta. Tudo que é sabedoria é simples. A complicação é algo desnecessário. Porém, vocês viram que mesmo se demonstrando que não havia dolo nenhum na atitude dele, ele foi condenado. E por que que ele foi condenado? Você vocês podem assistir na defesa e ler por uma simples razão. Ele advogou a existência no nossa terminologia, mas da existência da centelha divina ou do Deus interior. É a mesma coisa. E esse foi todo o pomocórdia. Sempre que se levanta essa questão, que se defende como que é a realidade, surge esta polêmica. Imaginem isso há 2400 anos, sem física,
sem química, sem astronomia, sem nada, só filosofia, o que já era suficiente. Hoje em que a física já chegou em grande parte do mundo subatômico, mostrando a realidade última tudo que existe, que por mais filosofia que se faz, no final das contas, tens que a ter a realidade nua e crua, física, digamos assim. Essa também é o ar, tudo que existe, qual é a substância disto, do que que é feito isto? Não há como fugir desta questão. Pode-se elaborar n teorias, infinitas teorias, mas sempre sobrará essa questão. Se essas teorias não condizem com a realidade
experimental, elas são pura teoria, pura abstração, pura imaginação. Se a teoria bate com o experimento, digamos, num laboratório, sabe-se que a teoria está correta. se o resultado é coerente com o que a teoria advoca que será. Então, se a teoria diz que acontece isso e você faz o experimento e acontece a mesma coisa, então a teoria está muito perto da verdade. Claro que sempre haverá uma maior aproximação da verdade quanto mais se estuda, quanto mais se pesquisa, quanto mais se testa. Mas se dentro da capacidade técnica de uma determinada época, o teste bate com a
teoria, aquela teoria está mais próxima da verdade. Muito bem. Hoje, com a mecânica quântica, já está comprovado que quando se desce no nível da realidade para moléculas, átomos, quarks, o bos de rigs ou supercordas, quando se vai descendo, se aprofundando, A que nível se chega? Num oceano de energia infinita. Este é o último nível que se chega quando, suponhamos que existisse um microscópio eletrônico tão potente que pudesse enxergar nesse nível. O famoso Ben Rigs é um campo que dá massa pela primeira vez no universo. Quer dizer, quando a tudo emerge desse oceano primordial e este
campo, o bos de riques, ele é que dá esta percepção, sensação de massa, massa, algo sólido de matéria. Antes que este campo do Bosmo faça isto, só existe pura energia, uma única onda. Desta única onda é que emerge algo, uma outra onda. E esta onda associada a um campo que é uma outra onda, toma forma de massa, aparência, né, de massa, de matéria pra nossa percepção. Mas na realidade tudo é onda e tudo é uma única onda. A organização desta onda, a sua subdivisão é que dá esta aparência de termos coisas separadas, a garrafa, o
copo, o livro. Isto são níveis de organização, é uma energia condensada. Isto tudo à medida que se avança na organização, essa onda única, ela toma uma aparência diversificada e dá essa sensação de coisas alheias a nós. Isso é nesse nível mais acima de organização. Lá embaixo nós temos o oceano primordial, depois bos. Depois os quarques, próton, átomo, molécula, célula, órgão, corpo e assim todos os os elementos químicos que existem formando tudo que existe. Mas isto já é um nível aqui em cima de organização. Em cima é forma de falar. Num nível mais primordial, só existe
esta onda que permeia toda a realidade. Esta onda, esse oceano de energia é tudo o que existe. Tudo o que existe é simplesmente o todo. O todo é tudo o que existe. Não existe nada fora do todo. É óbvio. O todo é tudo. Não há nada fora dele. Portanto, é evidente que o todo é imanente a tudo que existe, a o universo todo, está dentro, é tudo que existe, Mas como o todo é autoconsciente, onipotente, onipresente, onisciente, ele também é transcendente. Então, aquela dicotomia que se discute há milênios, se é imanente ou transcendente, não é
válida, porque na verdade ele é as duas coisas. Ele tem os dois estados, estados. É imanente porque é tudo e é transcendente no sentido de que ele tem auto consciência. Isto, este conceito resolve todas as questões humanas, resolve todos os problemas e quando entendido transforma aquele grupo que entendeu isto no que os humanos chamam de paraíso celestial ou nirvana, algo assim. Isso acontece quando um grupo de seres entende e sente isto. >> Isso não pode ser intelectual, isso não pode ser eh uma teoria pra pessoa, >> uma ideia. Uma ideia, se for só a ideia,
ela não é vivenciável. Essa é a questão. >> Então na >> n filósofos ao longo da história. >> Agora viver aquilo que se acredita é outra história. >> E só aí é que se sabe se a pessoa realmente acredita naquilo que ela fala, naquilo que ela prega. Se a vida da pessoa é coerente, congruente com esta realidade do todo. Então vocês podem ver ao longo da vida dele e principalmente no final que quando havia eh uma questão, uma decisão, um problema que exigia uma ação dele, o que que ele decidia O caminho que não prejudica
ninguém. Essa é uma coisa, digamos, extremamente simples, mas muito difícil de ser implementado, de se pôr isto na prática. E é por isso que as coisas são tão complicadas neste planeta. Não haveria necessidade de nenhuma tragédia deste drama eterno que acontece nesse planeta. Se o que Sócrates vivenciou, viveu, mostrou, ensinou, fosse aplicado, isso tem que ser aplicado a todas as situações. Na outra vez passada, o que que foi falado? O exemplo do crédito, que hoje, nos anos atuais, está eh tendo grande real devido aos problemas econômicos que o planeta inteiro atravessa por uma sessão de
crédito. sem que a pessoa tenha como responder a que não tem como pagar o crédito que está tomando. Aí tem duas situações. Primeiro, quem está dando o crédito e segundo, quem está tomando o crédito. Imagine que a pessoa quer tomar um crédito para comprar um apartamento de uma metragem quadrada acima da sua capacidade monetária de pagamento da sua capacidade financeira, econômico-financeira. N pessoas fazem isso e n pessoas passam a ter problemas. enormes. Em função disto. Se a pessoa antes de tomar este crédito, ela fizesse a simples pergunta para si mesma: "Sócrates faria este empréstimo?" Assista
o filme, leem o livro, leem os livros. Qual é a resposta? É óbvio. Não tomaria esse empréstimo, não faria esta dívida. Ele explica claramente isso por na época do seu julgamento ou por aquele tempo. O que que ele disse quando perguntaram como é que você organizou a a sua vida para você poder ser do jeito que você é? Ele disse: "Eu organizei da forma mais simples possível". Ponto. A forma mais simples é aquela que vai te propiciar a almejada felicidade. Porém isso vai de encontro, isto colide com toda a filosofia implantada no planeta. Vocês se
lembram que foi comentado que quando se fala pra pessoa que ela deve melhorar, o que que ela pensa? Tenho que comprar um celular novo. Toda vez que se fala em evolução, progredir, crescer, o raciocínio sempre foi de adquirir coisas, mais coisas e depois mais coisas e mais coisas ou mais poder e mais poder e mais poder. no infinito, porque é lógico. Por que não existe fim para isso? É evidente, se toda a sua segurança está em ter posses ou ter ou eu poder, não tem fim. Porque quanto mais poder você achará que ainda não é
suficiente, porque você não tem o poder absoluto, porque a sua segurança está na dependência de outros seres, né? Então, e se aquele outro tiver mais poder que eu, então eu estou inseguro. Então, preciso ter mais poder que ele ou mais posses que o outro. Esse é o é o raciocínio que está por trás de toda esta dinâmica econômica que rege o planeta. Mas isso está na dependência de um de uma postura filosófica de insegurança perante a vida. Evidentemente que quem dá o crédito não poderia dar o crédito. Então, se Sócrates estivesse na posição de ele,
ele conceder o crédito avaliar a capacidade de pagamento da pessoa que quer o crédito, vendo que a pessoa não tem condição de arcar com aquele compromisso, o que ele faria? não daria o crédito. E aquele que está tomando >> querer um crédito para suprir uma necessidade emocional de ter mais posses ou mais poder para essas questões que eu já acabei de falar. criando uma dívida para si mesmo impagável, evidentemente que Sócrates jamais faria uma dívida desta. Então, se não se faz algo que que gera uma dívida que ele não pode pagar e se o tomador
não quer fazer nenhuma dívida que não possa pagar, não se criou nenhum problema para ninguém, para nenhum dos dois. Nem o tomador ficará inadimplente e nem aquele que está emprestando terá um problema de consciência lá na frente por ter criado uma dívida que não pode ser paga. Vocês vem o que acontece hoje no mundo e vocês vem exatamente isto. As dívidas que foram contraídas nos 25 anos anteriores a 2009, elas não estão pagas, elas simplesmente estão sendo empurradas pra frente a custa de se fabricar dinheiro, fazer dinheiro do nada, certo? do nada, sem lastro, sem
contrapartida, sem eh sem nada real que seja troca daquela moeda ou daquele papel impresso ou uma moeda virtual como é hoje, que é um número num computador. Não existe nada concreto em troca daquela moeda criaca. E isso são valores astronômicos que foram criados do nada para que os balanços fossem positivos. Então, cria-se, criou-se uma dívida estratosférica, impagável. E quando isto ficou patente, ficou claro, aí criou-se o o dinheiro, a moeda para se pôr num balanço, num ativo para compensar aquele passivo. Então, empatou, mas empatou o quê? A dívida real existe, porque as pessoas tomaram aquele
dinheiro e gastaram em n coisas. Mas o dinheiro criado, ele é uma ficção, porque ele não tem correspondência com nada na realidade. Antigamente existia o famoso padrão ouro. Você emitia x dinheiro em virtude de ter x kg de ouro. Então tinha algo correspondente no mundo real. concreto, no dia que isto foi decretado, que não existia mais, quer dizer, não há mais eh conexão com o padrão ouro, quer dizer, você não precisa ter ouro nenhum, mas pode emitir quanto quiser de moeda sem lastro nenhum. criou-se a situação inevitável que chegaria onde estamos hoje. Inevitável. Por quê?
Porque a partir de não ter lastro nenhum, basta imprimir papel, como é uma forma de falar, né? imprimir moeda, poderia-se dar crédito a de infinito, porque só imprimir papel você e e vai dando crédito para ele, ano após ano, década após década, sem parar fazendo isso, até se chegar na situação que estamos hoje com despejos, né, onde Lembra a a as velhinhas, os velhinhos são jogados na rua com os filhos, com os dentinhos, com tudo que tem, joga na calçada. Literalmente é desta forma que eu estou falando. Pesquisem, vejam. E isso quanto quantos por dia
nessa situação? N M N M N M N E E o problema continua o mesmo, porque lá no ativo estão os trilhões e trilhões de nada, uma ficção financeira. dinheiro feito do nada para compensar toda esta dívida estratosférica que foi criada. Agora, vejam bem, parece que da forma que eu estou explicando, este dinheiro criado do nada é uma mágica maravilhosa. Nossa, o ovo ficou em pé. Não é bem assim. Este dinheiro criado do nada, ele também é um empréstimo. Essa é a questão. Ele também é outra dívida. Porque aquele que é capaz, que tem o
poder de fabricar o dinheiro, ele não simplesmente dá o dinheiro para você fechar o seu balanço e não ir à falência. Ele empresta esse dinheiro para você. Portanto, você deu n empréstimos para pessoas que não poderiam pagar, seu balanço ficou negativo. Aí o que que faz você? Você vai em alguém que fabrica o dinheiro e toma uma quantidade astronômica, claro, coerente com o tamanho do débito, e põe este dinheiro emprestado por você, põe no seu ativo e aí empatou. Então você está solvente por enquanto. Sobrou esta dívida aqui do sujeito que fez o dinheiro, ele
fabricou o dinheiro, emprestou para você, você pôs no seu balanço. por hora você está salvo, digamos assim, mas você deve este dinheiro que está no seu ativo. E por enquanto não existe nenhuma solução para isso, mas o dinheiro está emprestado correndo o juro. Então vocês vejam que é uma é um exemplo isso, mas válido para tudo. é uma sucessão de erros um atrás do outro. É uma cadeia de erros em que a pessoa para cobrir um erro, uma um descontrole, uma compensação, tenho que ter um novo celular, um novo tablet, um novo carro, um novo
faz a dívida. E quando aquela dívida é cobrada, veja as prestações, o que que a pessoa faz? Vai em outra instituição e faz mais uma dívida para cobrir a primeira. Agora ele deve pra primeira e pra segunda. Quando começa a ter que pagar a segunda, ele vai na terceira instituição e toma mais um crédito e aí ele paga a primeira e a segunda. Então agora ele dev primeiro, segunda e terceiro e assim vai. E foi isso que aconteceu. Todos fazendo isso, chegou uma hora que não tinha mais instituição, porque é um universo, é um planeta
finito, um sistema finito. Então, chegou uma hora que emprestou da primeira, segunda, terceira, 10ª, mas chegou uma hora não tinha mais de quem emprestar e já não já não estava pagando a primeira, segunda, terceira. É lógico, porque se ele não consegue pagar a primeira, ele vai tomar da segunda para pagar a primeira. Ele não tem esse capital, ele não tem esse dinheiro. Aquilo é outro dinheiro fabricado. O segundo fabrica e ele pega mais uma dívida para ele e vai lá e paga a prestação do primeiro. Depois ele o terceiro fabrica para ele pagar o segundo,
para ele pagar o primeiro e assim vai sucessivamente. O que seria o correto? Não fazer a dívida. Evidente não compensar problemas existenciais, emocionais, etc. fazendo dívida, comprando coisas, mais poder. Essa é a raiz da questão. Fica claro isso? Sócrates nunca entraria numa situação desta porque ele não faria a primeira dívida. Quando se corta na raiz, o problema não existe. Agora, vamos supor que houve um erro. Então, a pessoa foi lá e fez o empréstimo. E aí, logicamente vem, né, a ideia de tomar mais um empréstimo da segunda instituição para pagar a primeira. Aí é que
mora. O maior problema ainda, porque se a pessoa parasse o endividamento na primeira instituição, não tenho, não pago, mas não faço mais dívida, não tomo da segunda, nem da terceira, nem da décima. O problema pararia, o problema ficaria minúsculo desse tamanho, mas tomando da primeira, segunda, terceira, quarta, o problema ficará gigantesco, insolúvel. E é por isso que nós chegamos, este planeta chegou o ponto que está. E todos os amigos deste lado, do outro lado, sabe exatamente isso. Podem pensar e analisar exatamente essa questão. E esta questão é que se imporá mais cedo ou mais tarde
nas próximas encarnações. Este é esta é a questão. Se você analisar o passado todo e vir todas as situações usando como metáfora o que eu estou explicando aqui da questão dívidas, empréstimos, etc., Se você aplicar isso em todas as outras questões, você verá que para para corrigir o primeiro empréstimo, você fez o segundo, o terceiro, o quarto. E isso só criou mais problemas. Você já sabe, você já viu isso, você pode lembrar dos milênios passados toda essa situação. A questão de se aprendeu isso é o que veremos nas próximas encarnações, porque na numa das próximas
encarnações, evidentemente, magneticamente uma situação parecida surgirá. Talvez você não faça a primeira dívida. Ótimo, excelente, aprendeu, parabéns. Mas talvez você faça. E aí é que chega o momento de se saber se realmente entendeu ou não, não fazer a segunda dívida. Aí saberemos se está aprendendo, porque se está aprendendo, se tivesse aprendido, não faria a primeira dívida, mas vamos supor que fez. Errar é humano, lembra? Então, tudo bem, fez a primeira, mas a segunda aí é sabedoria não fazer a segunda, nem a terceira, nem a décima vída. Mas para isso existe a questão fundamental, entender quem
é o todo, porque todo o problema reside nisso. Todo, todos os problemas dependem de se entender isso e, claro, sentir, porque quando você sentir como o todo sente, todos os problemas na sua vida acabaram. Os demais podem não entender isso, como não entenderam Sócrates e como ele foi condenado, porque não conseguiam aceitar que ele agisse daquela forma, seguindo o Deus interior imanente. que é claro, se tem um Deus interior dentro de Sócrates, teria que ter um Deus interior dentro de cada uma das pessoas que estavam ali. Evidente. E como que fica a questão de todos
os deuses? Esse era o problema. sempre. E para não se aceitar o Deus interior, ele tinha que ser sacrificado, por mais que a argumentação fosse a mais perfeita possível. Mas o acontece que estava, vamos dizer, estava em jogo toda a concepção da realidade, toda a filosofia, toda a metafísica, toda a visão de mundo e por consequinte toda a economia, toda a política, toda a guerra. todo, todos os negócios e assim por diante. Tudo, tudo, porque o edifício social é construído em cima desta visão de mundo, deste tijolo básico. Em cima desse entendimento, deste fundamento, é
que se constrói tudo ou demais. E quando Sócrates, sentindo tinha que ser coerente consigo mesmo, ele não tinha alternativa, não tinha jeitinho para dar, ele simplesmente foi coerente com aquilo que ele sentia. Isso era eh imperdoável, era inadmissível, inaceitável. É claro, é evidente a concepção de que Deus é imanamente é fundamental. Quando isto é entendido, sentido, isto muda tudo, tudo. >> E aí você sabe, tem uma coisa chamada zona de conforto que é tremenda. E o fato dele exprimir isto, colocou em cheque a zona de conforto de todo mundo. E aí tudo teria que ser
modificado para que a vida fosse organizada de acordo com a visão imanente do divino. E isso até hoje não foi possível. E só será possível quando isto for aceito. É por isso que com uma nova terminologia, a centelha divina, o problema permanece. muitos filósofos recentes e atuais e os ideólogos deste mundo não aceitam a cintelha divina em hipótese alguma. Vocês podem ler os livros deles. Todo problema se resume nessa questão. Podem pesquisar. Tem um palavreado rebuscado por cima, mas lá no frigir dos ovos está a questão da centelha divina. que eles não aceitam. Eles dizem
que não existe. Pois é. Só que aí nós temos um problema de física. Se quando você mergulha num átomo e vai dentro dele cada vez mais descendo no nível de organização e você tem um oceano primordial de energia, só energia. Não existe massa nem matéria, só energia pura, só onda. que está em tudo, porque é simples de, vamos dizer, entender isso, aceitar é outra história, mas entender, se nós pegarmos os átomos que formam este copo, o vidro, e pusermos um microscópio eletrônico aqui, e formos o mais profundamente possível, nós chegaremos nesse oceano primordial de energia.
Se nós pegarmos essa garrafa d'á e fizermos a mesma coisa, chegamos no mesmo lugar. Se nós pegarmos o papel desse livro, chegamos no mesmo lugar. Se nós pegarmos aqui este ar, chegamos no mesmo lugar. Em tudo é assim. O planeta, o sistema solar, a galáxia, todas as aglomerados de galáxias, etc, etc. Isso tem um nível de organização aqui em cima. Se nós descermos, forma de falar no nível atômico de tudo isto, nós chegamos no mesmo lugar. é um único oceano de energia primordial, de onde emana tudo. Então, não há saída paraas pessoas que advogam a
não existência da centelha divina. Porque o substrato, a substância, o alicerce de tudo que existe é este oceano primordial, o famoso efeito Casimir. Quando você tem duas placas e tira tudo que existe entre uma e outra, elas deveriam ficar paradas. É, pois é, elas se atraem. Esse é o efeito Casimir. Isto prova o vácuo quântico. >> Portanto, existe esta energia fundamental de tudo que existe, em tudo. >> Muito bem. Agora, essa energia é consciente ou não? Porque a questão agora é simples. Você tem esse universo primordial de energia que se organiza até virar planetas, pessoas,
animais, montanhas. E tudo seguindo leis, leis de física, leis de química e etc. Parâmetros, regras. algumas afinadas na 36ª casa desse mal. Evidentemente que isto não pode ser por acaso afinar todos os parâmetros, as constantes para chegar neste ponto em que possa haver a vida do jeito que existe. consciente, evidentemente que tem que ter uma inteligência organizando tudo isso. Se esta inteligência, esta única onda é autoconsciente, tudo tem consciência. Não é lógico, é óbvio. Se a onda primordial, o oceano primordial é autoconsciente, ele sabe que existe, eu sou e ele permeia dele, emanda tudo. Evidentemente,
ele é a substância de tudo, ele é o fundamento de tudo, ok? O boson é ele, o quark é ele, o próton é ele, o átomo é ele, a molécula, o fígado, a célula, o fígado, o ser, tudo é ele. Não existe nada fora dele. Portanto, é óbvio que ele está presente em tudo. E se ele está presente em cada ser que existe, autoconsciente ou não, independentemente do nível de consciência que cada ser tenha, todo ser num determinado estágio de evolução tem uma centelha divina. É óbvio, não existe nada fora dele. Ele é a substância
de tudo que existe. Ele é ele é que dá forma a tudo. A essência dele, a onda dele é que está neste copo, que está na garrafa, que está na mesa, que está no pano. Não existe nada fora dele. Onipotente, onipresente, onisciente. onipresente. É exatamente isso que eu estou explicando. Onipresente, presente em tudo é o oceano primordial. Agora, qual é a objeção que se fará a isso? que ele é onipresente, então ele está em tudo, mas que não existe a certeira de mim. Como que se pode um existir uma argumentação dessa? Ele está dentro de
uma pessoa, porque aquela pessoa é feita de átomos, né, moléculas, células, quartzos, etc. Certo? Aquela pessoa é feita de dessa substância, a outra também e os bilhões de ser e, né, todos. Então, a pergunta é simples. O todo está ou não está dentro de cada ser? Ele é onipresente ou não é? É simples. Não há como escapar dessa questão. Se ele é onipresente, se ele está em tudo, ele está dentro de todos os seres. Isso é o que se chama a centelha divina. Esse é o conceito ou o Deus interior. Esse é o conceito que
está dentro de tudo. Agora, se a pessoa não acredita que está dentro, né, que tem algo que é onipresente, então não está dentro de todo mundo. O primeiro caminho seria o quê? Achar que tem um Deus lá. Depois tem um Deus ali, depois tem um outro Deus ali, porque esse é o conceito que rege a humanidade a milênios e milênios e em deuses, certo? Então, não tem o conceito eh oceano primordial, eh o todo, o fago quântico, não, não existe nada disso. Existem deuses diversos deles, vivendo suas vidas. OK, temos um problema. Temos o Deus
número um, temos o Deus 2, 3, 4, 18, 30.000 e etc. Agora, de que substância que é feito esse Deus? Número 1, 10, 20, 30.000? Qual é a a substância? Ele é feito de quê? E temos a outra questão, o deus um tá no lugar X, certo? No endereço, rua, número, cidade e tal. E o deus dois tá num outro lugar, outro endereço. E e aí nós temos um eh espaço vazio, digamos, entre o um e o dois. O que que tem nesse espaço vazio? A realidade é formada de quê? Quer dizer, esses deuses, eles
vivem eh baseados em que realidade, em que substrato, qual é o fundamento, qual é o tijolinho básico da existência desses deuses? Tem que ter uma uma fonte básica, porque o Deus número um é formado de cabeça, tronco e membros e e e fígado, pulmão, coração e células, não é verdade? E aí a moléculas, os átomos, os quarks e e o oceano primordial. E o dois, a mesma coisa. Se puser o microscópio eletrônico dele, eh, chegou lá também o vácuo quântico. Então, evidentemente que o Deus um, o Deus 2, 3, 4, 18, 30, não é fundamental.
Ele não é o único, é o óbvio, porque se colocar um microscópio eletrônico nele, eu v chegar no oceano primordial. Se chegar, colocar no outro, chega no oceano primordial. Portanto, tem uma existe um fundamento eh físico para tudo isto. Eles são formados por outras coisas, por esta energia primordial. Então não existe separação. Falar que esse Deus tá no lugar X e o outro tá no lugar Y. Não existe isso porque eles são formados da mesma substância do todo. E se eles são formados da mesma substância, evidentemente que o todo está dentro do um, dentro do
do 30, do 50.000. É lógico, é óbvio. Então, voltamos no início do programa. E que Sócrates explicou foi isso, foi literalmente essa questão. Quando perguntaram para ele, quem você segue? Ele falou: "Eu sigo o meu Deus interior." Pronto. Quando os demais entenderam o que significava esta frase, que significava tudo isso que eu estou explicando, né? Porque o Deus interior dele e estava dentro do do um, dois, do 30, dentro de todos. inclusive daqueles que estavam fazendo acusação. Era inadmissível, inaceitável um conceito desse para eles, porque teria que mudar tudo. Então, os filósofos atuais que continuam
negando a centelha divina, eles atualmente eles têm um problema seríssimo com a mecânica quântica. Por que que a mecânica quântica eh tem esta oposição feroz no momento? É por isso, eh, porque se você analisar a os fatos, né, a vivência diária, você fica, qualquer pessoa que não entenda o contexto geral da situação, fica perplexo com a reação tão emocional que é contra a mecânica quântica. Vocês imaginem que um rapaz jovem vai até o apartamento da ex-namorada visitá-la. A intenção dele, neste caso específico deste rapaz era ter sexo. Ele chegou, começava a conversar e a moça
estava até considerando a possibilidade, avaliando, pensando. Mas como ela tinha descoberto a mecânica quântica recentemente, ela estava muito entusiasmada com os conceitos da mecânica quântica. Isso que eu estou explicando aqui. Então, ela estava fascinada por descobrir como funciona o universo. E claro, quando a pessoa fica fascinada, alegre, feliz em por descobrir como pôs o ovo em pé, ela quer passar pra frente. E foi o que ela fez. Ela falou: "Fulano, você já ouviu falar da mecânica quântica? Imediatamente ele falou: "Não posso ficar mais, tenho que ir embora". E foi um rapaz de 25 anos, 30
no máximo, perdeu o libido completamente ao ouvir o termo mecânica quântica. Ao ouvir a frase mecânica quântica, a expressão, ele saiu correndo pela porta. Imagine e qual coisa neste mundo teria maior poder de persuasão para acabar com o alivido de um ser de 25 anos? do que falar mecânica quântica. Eu acho que não tem nenhuma coisa que se pudesse falar que acabasse, zerasse a libido do rapaz. Como que se explica uma reação dessa? Intuitivamente ele reagiu. Foi só ouvir falar mecânica quântica. É exatamente isso que aconteceu quando Sócrates foi julgado, quando ele falou Deus interior,
a reação das pessoas foi exatamente a desse rapaz que perdeu o alibido quando ouviu falar mecânica quântica. Por quê? Uma coisa leva outra que leva outra que leva outra. Lógico, quando se explica o significado, o o que é o universo, como ele funciona, como ele está estruturado, organizado, seus fundamentos, inevitavelmente se chegará no oceano primordial. Por quê? Ora, dizem que há 13 bilhões e 700 milhões de anos houve o famoso big bug e daquilo surgiu tudo. Quer dizer, uma energia expandiu-se. Eles falam explodiu, né? Né? E depois de um tempo começaram a surgir os elementos
químicos e aí formar a as as estrelas, etc, etc. Formando todo esse universo de uma explosão inicial, digamos, uma emanação. Muito bem. Mas o que que é manor? O que que existia antes, no momento zero zero antes do BigB? O que que emanou? O que que explodiu? O que que expandiu-se? Não há como fugir desta questão. Algo teve que se escondir e expandiu para onde? para fora. Como que poderia expandir para fora? Então tem algo fora, teria que ter algo fora deste algo que expandiu, porque tá expandido para fora. E aí corre o risco de
ter um outro lá que também pode expandir para fora. Voltamos no problema, não é? Você tem o o Big Bang que emana, poderia ter o Big Bang 2, 3, 4 ou então aí um monte de big bang expandido. Não vai gerar um certo conflito material entre os átomos gerados pelo um, pelo do, pelo 3, pelo 18. Quer dizer, um negócio meio tanto quanto caótico. Pois é, mas neste universo nosso, a astrofísica diz que só teve um e continuamos expandindo até hoje, mas só teve um. Muito bem. Este um que expandiu esta energia primordial é o
quê? Porque na verdade é uma autoorganização, não tem explosão, tem uma emanação dentro de si mesmo, não é para fora, é dentro de si. Lembra que todas as ondas estão no mesmo lugar? Você não tem que mover o rádio de lugar fisicamente para sintonizar outra estação. Vocês nunca viram isso. Rádio X pega na cozinha, rádio Y leva no quarto, rádio Z leva na garagem. Não existe. Isso é uma frequência, uma vibração de acordo com cada emissão de cada estação que você sintoniza, entra em fase com aquela vibração, aquela frequência, tantos kHz, MHz, numa FM que
você escuta tal rádio. Então, todas as ondas estão no mesmo lugar, não ocupam o mesmo lugar no espaço, todas no mesmo, em frequências diferentes. Tá claro o que aconteceu? O todo sem sair do lugar. Porque já que ele é tudo, ele não tem para onde ir, ele é tudo. Ele o que que fez? Só está se autoorganizando em determinadas rearranjando determinadas frequências. E aí essas frequências, essas ondas formaram o boso de rigs, os quartos, os prótons, os átomos. célula, molécula, etc. dentro do todo. Tudo dentro do todo. Por mais evidente que seja isso, por mais
lógico, isso não é aceito. até hoje. Por ou existe o todo, que é tudo e existe a certeza, ou existe o quê? Nada. Mas nada não existe porque nós estamos aqui, tem copo, tem garrafa, tem mesa, cadeira. Então existe, eu penso, você pensa, né? Lembra? Penso logo existo. Então, o que que pensa? Ah, é uma coisa chamada consciência. É, mas tem gente que não acredita em consciência, acredita só que aquilo o o pensamento é um epifenômeno da mente. Quer dizer, um bando de células reunidas lá de sinapses, né? A essa bioquímica elétrica gera a consciência.
Mas de onde vem? Qual é o substrato dessa consciência? Você pensa? E como que você pensa? Você tem que ter um veículo para pensar seu cérebro, a massa cinzenta, 1, kg. Então ele é o veículo para você pensar, ok? Se tirar esse cérebro, sobra o quê? Tirar a parte física dele. Vocês já sabem que tudo é formado por partícula e onda. Tudo é partícula e onda. Ao mesmo tempo, nós escolhemos com o que nós queremos trabalhar. Lembra o experimento da dupla fenda. Ou você trabalha, faz o experimento e você escolhe partícula ou escolhe onda se
tiver duas fendas abertas ou uma partícula. Portanto, tudo é onda. E a consciência é o quê? Seu cérebro, tirando a parte física dele, ele sobra o quê? Ele é matéria e onda ao mesmo tempo. Portanto, se nós tirarmos a matéria, sobra a onda do cérebro, a onda da sua consciência. E é por isso que ter consciência independe corpo ou não, independe de ter um cérebro material, digamos. Você pode ter vários cérebros, um acoplado no outro, fundido, digamos assim, provisoriamente. O que impede de ter outro cérebro numa frequência diferente, numa dimensão diferente, porque cada dimensão tá
dentro de uma faixa de frequência. Nesta dimensão tem um cérebro, o que impede que na outra dimensão você tenha outro cérebro acoplado nesse nada. Nada impede, é só questão de organização. Mas o fato é que tem que ter um substrato paraa consciência, tem que ter um fundamento. Não pode existir nada, tem que existir algo. Esse algo é o oceano primordial. Então a gente volta na mesma questão. algo dentro da pessoa é sentir, então, por mais que se dê volta, cai na mesma situação. Existe um fundamento único para pro universo inteiro. Agora, o que que não
dá para entender, para aceitar em como o universo é? Isto é, qual é o problema do universo ser assim? Qual é o problema do todo ser assim? Depois que isto foi entendido, tudo isso que foi explicado, por não aceitar o todo como ele é. Ponto. Porque quando não se entende a mecânica do universo, é um mistério, vale qualquer explicação. Qualquer, qualquer um é boa. Então temos as inúmeras mitologias, nãoé, da criação do universo pelo planeta Terra fora em todas essas civilizações, tribos e etc, etc. Leiam Joseph Campel a, né, aos quatro volumes, as máscaras de
Deus. Qualquer metáfora é válida, mas quando se chega no ponto de evolução científica de fazer uma bomba atômica, uma bomba de hidrogênio, um acelerador nuclear, não dá mais para ficar com aquelas metáforas. Precisamos de novas metáforas. Por quê? Porque agora existe um novo, um outro, um profundo entendimento de como é a realidade. Todo problema reside na não aceitação, na negação da realidade. Imagine, e aquilo que há semanas atrás foi falado aqui quando se dá uma palestra sobre a mudança climática, como o o rapaz fez lá na Europa, e as pessoas vão no toalete depois e
falam: "Ai, que coisa deprimente, né? Desculpe terlo convidado, mas eu não sabia que ia ser desse jeito e tal e coisa. Só por saber as o que é uma mudança climática e as consequências disto. O que gerou, o que acontece, o que acontecerá, já cai numa negação extrema total, de gerar uma depressão. Agora, existem negações maiores ainda. Existem negações que geram, quer dizer, que a pessoa prefere cair numa demência do que aceitar a realidade. Isso é um fato, você sabe? Agora vejam bem qual é o problema de se aceitar o todo, de se aceitar que
o todo é amor, porque evidentemente que tem um número enorme de seres que não acreditam nisso. Agora, é fácil, digamos, de entender certas coisas? Porque que a realidade é do jeito que é? Quando quando o todo emana de si seres individualizados, todos com a certeza. E esses seres como estão individualizados, eles têm livre arbítrio, eles não estão separados do todo. Lembra? Nada pode estar fora do todo, longe dele. Tudo tem a mesma substância. Então, todo está em todo. Mas nós temos o ser individualizado, 1 2 3 trilhões etc. Este ser tem livre escolha, livre arbítrio.
Então, esse ser sai pelo universo aa vivendo, crescendo, evoluindo, aprendendo, tomando suas decisões pessoais, seus gostos, suas preferências. Quero isso, quero aquilo. Ele tem livre arbítrio, mas ele está debaixo das leis que regem o universo. Lembra? Tudo é um campo eletromagnético. Tudo. Então, tudo que é atômico tem um campo eletromagnético. Então, o ser individualizado, ele tem um campo eletromagnético dele. Claro, ele não tem substância, ele não é atômico, então ele tem um campo dele, o dois tem campo e assim porque todos tem seu próprio campo. Só que temos um fato fundamental, o todo é amor.
Então, o que está presente em tudo é o amor, o todo. Essa é a essência. Esta é a realidade. Se o ser qualquer resolve fazer alguma coisa contrária ao amor, seja lá o que for, o que que acontece? Ele tem um campo eletromagnético. Ele polariza este campo negativamente, isto é, contra o amor do todo, contra a própria essência dele ser individual. Percebe? A essência dele é o todo. Então, quando ele toma uma atitude que é contrária ao todo, contrária ao desejo, contrária ao sentimento, à mente, a ao todo e si, o que acontece atomicamente com
ser no campo eletromagnético dele, ele põe energia negativa no seu campo eletromagnético. Lembra? A consciência permeia tudo. Então, quando ele faz uma escolha, ele faz uma escolha, ele coloca uma energia benevolente, positiva, ou ele coloca uma energia negativa nele mesmo, o ser individualizado. energia, enquanto ele está só no estado onda, tá polarizada, tem um um polarizada negativamente, ainda não tem, vamos dizer, forma, mas a partir do momento que esse ser tem corpo, massa, células, o que acontece? Essa energia polarizada penetra nos, claro, tá no seu campo eletromagnético, penetra nas moléculas, nas células, nos órgãos, etc.
Então, a pessoa passa a ter esta energia, digamos, contrário ao todo em si mesmo. O que as pessoas chamam de miasma, por exemplo, nãoé? Então, ele vai agregando esta substância negativa em si. E isto com certeza mais cedo ou mais tarde acretará em problemas mentais, físicos, espirituais, etc. Dentro dos sete corpos que formam o ser. Quanto mais polarizar negativamente, mais miasma tem, mais problema para si mesmo está criando. E tudo isto fica armazenado no campo eletromagnético dele. São escolhas que ele mesmo foi fazendo ao longo da sua existência milenar e milenar. Lá na frente, esta
energia condensada negativa eletromagneticamente atrairá situações correladas, lembra? Eletromagnetismo atrai. Então esta energia polarizada negativamente atrairá situações e coisas coerentes com ela. Isto é, mais situações negativas. Está claro que isto não é um castigo? Não está óbvio que isto é pura física? criou a energia negativa polarizando pela própria consciência, pelo que pensamentos, atos, né? criou a energia negativa. O todo te deu livre arbítrio. Você criou energia negativa, atrairá uma situação coerente com aquela energia negativa. Não tem nenhum castigo nisto. Isto é pura física, pura consequência das leis de física do universo. Então aí dá-se o nome
karma, não é? Eh, etc. Lei causa efeito, etc. Mas quem que criou isto? foi o ser individualizado que criou essa situação. E ele criou porque ele fez algo contrário ao todo, a essência do todo, o amor. Que que se faz? Quer quer-se o quê? um agente externo que faça um passe de mágica e limpe aquela energia negativa criada pelo próprio ser. Muito bem. O ser umas coisas e cria energia negativa. Aí ele quer que alguém venha e limpe aquilo para ele. O que que acontece em seguida? Ele cria de novo, porque ele aprendeu alguma coisa
com aquilo. Ele teve alguma consequência de ter criado algo contra o todo? Não. Nenhuma, nenhuma consequência. Ele não pagou preço nenhum. Ele fez algo contrário e quer que aquilo seja simplesmente apagado, zerado, limpo. Tá bom? pagaram a dívida dele. Adivinha o que que ele faz? Ele vai lá no outro banco e faz outra dívida por tendo que pagar a a dívida que faz. A pessoa faz dívida em n instituições e gera isso que vocês estão vendo. Imagine se ele fizesse a dívida e não tivessem que pagar nada. Então, que eh eh esta mágica não existe,
porque ele, veja bem, o todo está dentro dele. Ele não pode agir contra o todo, mas momentaneamente ele está fazendo isso por causa do livre arbítrio. Então ele agrega negatividade e mais negatividade e mais e mais e mais e mais. E aí as consequências são cada vez mais complicadas. Até que ele aprende que não deve agregar, que deve pôr energia positiva para equilibrar. Pronto, resumido. Com crédito se paga o débito. Então, para pagar os débitos basta ter créditos. Para ter créditos, a coisa mais simples é fazer o que o todo quer. Como que o todo
é amor. Então, o que que você tem que fazer? Ajudar, ajudar, ajudar e ajudar e etc. Simples. Então, como fica essa reação que as pessoas tiveram ao condenar Sócrates? Porque é evidente que eles não querem, não queriam ajudar, ajudar, ajudar e ajudar. Lógico, lógico. Tá implícito. Tá implícito tudo isso quando Sócrates falou: "Eu sigo o Deus interior". Esta frase tem enciclopédias por trás dela de conhecimento. É uma síntese astronômica. Mas os demais, uma grande parte dentes, como vocês veem, não aceitam isso de jeito nenhum. Porque qual é a implicação disto lá na frente? É ajudar.
ajudar a jogar. Tem sempre aquele exemplo lá do do garoto que perguntou pro outro: "Depois que a gente evolui, o que a gente faz?" Aí o rapaz explicou para ele: "Depois que a gente evolui, a gente ajuda, ajuda, ajuda, ajuda." Qual foi a reação? Ai, que coisa chata. Então, enquanto a pessoa está num estado de achar que ajudar é uma chata, quem está no comando, evidentemente, é o ego da pessoa, o ego do ser individualizado, o livre arbítrio dele, que está voltado para unicamente para os próprios interesses daquele servo, quer dizer, da visão que ele
tem do que que é bom para ele. E se a visão de mundo dele é de que mais posses e mais poder é bom para si, lembra? Por causa daquela insegurança existencial básica, né? Mas isso ele não ele não elabora isso, né? Ele só sente, ele sente que ele precisa de mais posses e mais e mais e mais e mais e mais poder. Poder, poder, poder, poder. Nem 30.000 1 bombas atômicas não são suficientes. Nem ter uma capacidade de destruição de n vezes o planeta não é suficiente. Que dá para destruir uma vez. Uma vez
100% destruiu, certo? Tá. Eh, eh, não, nós precisamos ter a capacidade de destruir 10 vezes. Como que você consegue destruir 10 vezes uma coisa? Você só consegue destruir uma vez ou 100%. Não, mais nós precisamos de 2000, 3.000%. Não tem limite. Não tem limite, é lógico, porque o conceito do todo não tá não está internalizado naquela pessoa. É um conceito, se tem, é teórico, teórico, intelectual, aquilo não está vivenciado. Porque para estar vivenciado cai na situação que o Sócrates viveu. Você tem que ser diferente. Eu o que ele disse, eu não posso ser diferente. Eu
tenho que ser coerente. Olha, você tem que fugir, você pode fugir. Eu não posso fugir. Tenho que ser coerente. E quando perguntaram para ele, o que que você acha que você merece? O que que ele respondeu? Devido a todos os meus serviços prestados para esta nação, eu mereço ser premiado e e e ser recompensado e ficar num lugar honorável. simples. Por todos os serviços prestados, é lógico que a minha recompensa tinha que ser tem que ser essa, mas ninguém aceitou. Por quê? Porque eles não podiam, né? Eles não queriam aceitar as consequências de aceitar a
centelha divina. Portanto, não existe castigo. As coisas são muito simples na realidade, a realidade é o todo, é o amor do todo, onde todas as necessidades são supridas do ser individual. Portanto, ele deve confiar absolutamente no todo, 100% no todo. Se fizer isto, todos os problemas estão resolvidos. Se não faz isso, agrega problema atrás de problema atrás de problema, como tomar empréstimo do banco dois para pagar um, banco três, banco 4 e assim por diante. Não há como escapar desta roda viva de agregar problemas quando não se confie no todo. A a consequência inevitável será
essa cadeia infindável de problemas até que a pessoa resolva confiar totalmente no todo, como a realidade única existente. Agora vejam bem, se isso é detalhado de outra maneira, cai-se no da possibilidade de uma demência, quer dizer, da pessoa voltar-se para dentro de si numa fuga, não é? O que hoje eh tecnicamente se chama e ausência, não é? fora, fica fora da realidade para Adão aceitar o todo, isso tudo que nós explicamos, porque não existe eh uma explicação racional para esta fuga para dentro. explicar racionalmente, passo a passo, tijolinho por tijolinho, como é constituída a realidade.
Eu acredito que é a única maneira de se evitar esta fuga para dentro. passo a passo, grãozinho a grãozinho, como eu tentei explicar hoje, porque quando já se está num ponto em que a moça fala mecânica quântica e o outro sai correndo pela porta, não dá para não dá para falar mecânica quântica. É preciso explicar isto de uma outra maneira, quer dizer, da maneira mais simples possível. Ora, a maneira mais simples possível. Pode-se trocar algumas palavras só, mas a maneira mais simples possível implica e em explicar o fundamento atômico da realidade, o fundamento energético da
realidade, de tudo que existe. E aí, lógico, vem todos os experimentos da mecânica quântica mostrando a aquela como é que o elétron se comporta no experimento da da fechar, né, da fechar a fenda né, depois que o elétron passou pela fenda, você abre ou fecha uma delas e ele continua se comportando de acordo com a a abertura, o fechamento das fendas. Já tendo passado pela venda, isso implica, é lógico, que o elétron sabe o que está acontecendo, mas é claro, isto é um tabu tremendo, porque a aceitação de que o elétron sabe o que está
acontecendo implica em que tudo tem consciência e ló logicamente em que o todo está em tudo que existe. Sem entender isto e depois aceitar. É virtualmente, literalmente impossível chegar a ser feliz. Não nesta encarnação, no futuro, seja o tempo que for, só se chegará nesse estado nirvânico de felicidade com a unificação com o todo. Isto é, você e o todo sentem a mesma coisa, pensam a mesma coisa. porque tem a mesma essência. É claro que isto tem n graduações. Lembram que o todo é infinito? Então, o crescimento do todo é infinito, a evolução do todo
é infinita, etc. Portanto, nunca acaba a sua evolução, a sua unificação com o todo. Quanto mais você fizer, mais unificado você está com ele. Aí, quanto mais unificado, maior a sua capacidade de unificação, de integração com ele. Aí você faz mais e fica mais integrado com ele. Quanto mais você fica integrado, mais você pode fazer e assim por diante. uma espiral evolucionária infinita, mas evidentemente que chega chega-se num ponto em que esse estado nirvânico já é, digamos, onipresente na sua vida o tempo todo. que aí é mais evolução, mais evolução, mais evolução. Mas existe uma
frequência determinada de unificação, onde você entrou em fase numa certa amplitude que você já está, né? plenamente dentro das suas possibilidades do momento unificado com o todo. Como eu já expliquei, isso é é um, digamos um círculo vicioso que quanto mais você unifica, mais você tem capacidade de unificar e assim por diante. Isso não acaba nunca. Mas são, digamos, degraus, saltos quânticos que o ser pode dar. a qualquer momento. E quanto mais integrado, unificado ele está, mais crédito ele tem. Então essa é uma coisa eh interessante que eu tenho certeza que levantou as orelhas de
muita gente, certo? Quanto mais unificado, mais crédito você tem, porque quanto mais ajuda, ajuda, ajuda, ajuda, mais crédito, crédito, crédito. Então, quanto mais crédito paga débito, paga, paga, paga, paga, paga, daqui a pouco não tem mais débito. E aí ajuda, ajuda, ajuda. Por quê? Porque você está unificado com o todo. Então você ajuda, é a sua essência. O todo dá amor, o tempo inteiro, mano, mano, mano, mano. E sustenta, não é? Lembram-se? Ele sustenta toda hã resistência dentro dele. Bom, eu acho que dentro das possibilidades humanas de raciocínio, de vocabulário, etc., né? foi um uma
luz a mais para que isso possa finalmente ser entendido e aceito. Obrigado.