Oi sou a professora Vanessa Meyer Hoje vamos falar nesta aula sobre avaliação neurológica e escalas funcionais sejam bem-vindos [Música] Oi Hoje vamos falar sobre avaliação neurológica e escalas funcionais [Música] então começando falar um pouquinho sobre o sistema nervoso o cérebro é a sede da sensibilidade dos movimentos voluntários e das faculdades intelectuais e correspondem a zona mais volumosa não se encéfalo então era o nosso computador né ele que controla o nosso corpo controla e responde aos nossas as nossas sensações de formas diferentes está dentro da cavidade né é craniana ele é constituída por duas partes duas
partes duas metades que são os hemisférios cerebrais e separado por um espaço denominado fissura em esférica Então nós vamos ter o lado do hemisfério direito e do Hemisfério esquerdo sistema nervoso central e periférico Então vamos falar um pouquinho sobre o Central sobre o periférico o sistema nervoso central ele corresponde o encéfalo e a medula espinhal o encéfalo ele é formado pelo cérebro cerebelo e tronco encefálico e a medula espinhal ela vai correr então da justamente tronco encefálico até por dentro do canal vertebral até o final da nossa coluna sistema nervoso periférico ele é composto pelos
nervos cranianos nervos espinhais periféricos eles têm fibras então tanto sensitivas como motoras e algumas fibras mistas Então essa conexão né ela vai se dar justamente pela identificação dessas das Sensações a interpretação e os movimentos que dependem do sistema periférico também então tudo está interligado uma alteração Central ela muda a forma de se responder a um estímulo periférico quando ele chega até o Central né quando não tem uma interrupção então isso vai acontecer a gente tem que identificar de uma forma progressiva no Central então ele é dividido né no encéfalo que é dividido pelo encéfalo de
encéfalo e cerebelo e tronco encefálico é nessa parte que mensagem são identificadas e respostas geradas então como eu falei para vocês aqui no Central né nós temos lá a parte do cérebro o cerebelo e o tronco encefálico então no tronco encefálico que a gente divide ali na parte do mês encéfalo de encéfalo né e o telencéfalo que é aquela parte mais externa do cérebro né então pode ser falado tanto telencéfalo de encéfalo mas encéfalo com cérebro cefálico nós as Sensações chegam ao cérebro e tem que ter uma resposta essa resposta gerada por ele né e
Quem transmite essa resposta esse traz né se leva e traz é a medula espinhal que depois manda informação através desse tema periférico então o sistema periférico ele é constituído pelos nervos nervosos e órgãos terminais são sensitivos né e ele é responsável então para levar essa informação até o sistema nervoso central divisões sistema nervoso periférico nós temos o sistema somático e o autônomo o somático ele vai regular as ações que estão sob o controle da nossa vontade quer dizer somático ele regula as ações voluntárias a tua sobre a musculatura esquelética de contração voluntária me movimento se
eu quiser né sistema nervoso é sistema musculares esqueleto o autônomo ele é todo modo integrado com o sistema nervoso central ele exerce aí o controle das atividades que independem da nossa vontade quer dizer função dos órgãos internos musculatura Lisa musculatura cardíaca então somático voluntário autônomo involuntário avaliação gente avaliação neurológica ela é extremamente extensa ela tem muitos detalhes ela tem muitas conversas as conversas ela pode iniciar lá no período gestacional né enquanto esse paciente estava intraútero em para ver se aconteceu alguma coisa com a mãe sobre alguma doença parto prematuro Então essa história dependendo do tipo
de alteração ela é extremamente extensa né então saber cronológica quanto aconteceu como aconteceu se foi um dia para o outro um aneurisma rompeu no cérebro sofreu um traumatismo craniano Então são coisas assim que a gente tem que buscando né é uma encefalite uma meningite então isso pode ter acontecido na semana passada pode ter acontecido Quando nasceu então nós temos que buscar quando que começou esse problema ele uma progressiva não foi traumático aconteceu chegou nesse ponto né é insultos por exemplo doenças insultos em Perus de remissão por exemplo a esclerose múltipla acessos paroxísticos como a epilepsia
tem crises convulsivas frequentes relação causa efeito que é o traumatismo Então teve um traumatismo encefálica acabou gerando então na alteração neurológica as principais queixas desses pacientes pacientes vão ter dor crise epilética distúrbios de movimento as parestes que são os amortecimentos a Vertigem tontura distúrbios visuais auditivos distúrbios de outros nervos cranianos alteração da linguagem da consciência sintomas e sinais viscerais perturbação mental Então tem outra coisa que é complexa na neuro é que nós temos distúrbios que atingem vários desses sistemas ao mesmo tempo e que nós temos que fazer essa correlação de tudo isso até para adequar
o nosso atendimento e os nossos objetivos né outras queixas sudorese estudos vasos motores a impotência sexual alguns distúrbios da micção e da defecação alguns distúrbios de linguagem dificuldade de compreensão dificuldade de se expressar as afasias Então dependendo da área do cérebro que for atingida são consequências que vão ser esperadas né na avaliação neurológica a primeira etapa ela segue na mesma linha que é o que Qualquer avaliação nós temos que entender o hma Então a partir do que a gente está observando a partir da queixa do paciente do familiar a gente então vai começar a questionar
tudo quando começou localização duração intensidade tipo frequência e radiação então assim essa conversa Era bastante extensa o hmp que a história da moléstia pregressa Então você já teve infecções traumas transtornos psiquiátrico internações cirurgias outra coisa importante em relação a isso é o seguinte a sofrer um traumatismo crânio né E aí isso gerou posteriormente infecções urinárias de repetição tem que colocar isso gerou uma disfunção gastrointestinal sugerou então o que que tem o que que teve precisa internar Por quanto tempo a história de vida né então a profissão a residência intoxicações álcool tabagismo drogas tá a história
familiar algum histórico de consanguinidade distrofias na família demências né se isso tem casos na família cefalei intensa epilepsia doença de Parkinson então questionar Coisas que possam vir a ser a ter uma origem já mais genética em relação ao que está acontecendo com o teu paciente alguns quadros Dolorosos dentro da neura Olha a quantidade de alterações que podem acontecer a dor neuropática né do membro amputado do fantasma causagia que eles não faz a não fantasma a gente há uma lesão parcial da inervação que gera o quê uma hipersensibilidade cutânea e acaba então gerando uma informação de
que essa essa dor tá acontecendo em parte de um membro que já não existe mais a neuralgia do trigêmeo Edu glossofaríngeo a dor facial atípica neuralgia na região occipital cefaleia tensional enxaqueca cefaleia após traumática síndrome do túnel do carpo por compressão periférica né neuralgia para estética serve paraquelgia e longos outras queixas nós podemos ter somado a isso distúrbios visuais então escutou umas diminuição da cuidade diminuição do campo visual a diplopia que a visão dupla né amaurose fugaz alguns de estudos no movimento que são os movimentos hipo ou hipercinéticos então uma redução ou mais lentidão do
movimento ou um aumento mas essa relação na rapidez do movimento distúrbios auditivos os zumbidos diminuição da cuidado alucinações auditivas né sons distúrbios outro tipo de distúrbios ou fato Paladar se aloha que fica babando né paralisia facial disartria disfagia e regurgitação então aqui olha com escotoma né uma visão por exemplo que ela se queixa de tênis kotoma aparece uma mancha escura na tela na tela na visão como se tivesse na tela aqui ó quando você está visualizando se olha com uma parede branca se vê uma mancha preta você olha para uma imagem você vê mancha escura
se ela escutou exame físico nós vamos analisar um livro e consciência se ela consegue perceber o ambiente e perceber o seu meio saber onde está né capacidade de abrir e fechar os olhos capacidade de permanecer acordado de responder aos estímulos uma forma coerente de uma forma orientada estabelecer esse nível de consciência de orientação espacial tempo local se consegue falar palavras que tenham que sejam conexas né que tem conexão atenção e concentração estado de espíritos passou a estar feliz triste depressiva né é memória recente e memória remota Muitas pessoas têm são áreas diferentes no cérebro lembra
de história de 50 anos atrás mas não lembro o que comer no almoço linguagem fala praxia e ignosia uma das escalas que se utiliza para livre consciência chama-se Então essa escala de estado Mental é uma escala fácil simples você dá alguns comandos para essa pessoa né faz algumas perguntas em relação à orientação de memória imediata de atenção e cálculo de vocação de linguagem e você vai observar e vai pontuar de acordo com as respostas que ele colocar né então normal dentro do mini mental quando ele for superior a 24 analfabeto gente acima de 13 devido
algumas conexões tem que fazer com alfabetização de um a oito anos né 18 pontos e maior que 8 anos com escalaridade lógico com 26 pontos nós temos aqui uma escala de glasgo então esses consciência né nível de consciência na escala de glasgo nós temos algumas variáveis que serão observadas ela também é muito usada nessa escala de Glasgow trauma no mito hospitalar como chegou essa vítima lá no ambiente hospitalar né então se o paciente tem abertura ocular espontânea a voz a dor ou nenhuma então quanto pior o quadro menor a nota resposta verbal assim que responde
tá orientado confuso Fala palavras inapropriadas Fala palavras incompreensivas ou não tem resposta verbal resposta motora consegue obedecer o comando então há movimento e sua mão movimento sua perna consegue responder localizador consegue dizer onde essa dor se encontra movimento de retirada você mexe e a pessoa tenta fazer retirada do membro flexão anormal três pontos extensão anormal dois pontos e nenhuma flexão e Extensão normal de visualização cerebral então o ponto ação máxima dessa escala é 15 o mínimo três né Total mínimo o paciente num grau 8 já é sugestivo de intubação paciente grave vamos falar um pouco
dos nervos cranianos nós temos 12 pares de nervos cranianos que eles vão conectar o cérebro com os olhos ouvidos nariz Face a língua a garganta pescoço os ombros e alguns órgãos internos então eles vão controlar todas essas estruturas o número de nervos testados ele vai depender do tipo de doença então lógico do que você suspeita o que pode atingir não adianta a gente testar tudo também né então nós temos que ter conhecimento da patologia da queixa do familiar Ou da questão do paciente a gente tentar identificar esse comprometimento pode ser uma lesão e comprometido pode
vir de uma doença autoimune um tumor uma infecção então o local exato da lesão pode muitas vezes ser identificado ao testar algumas funções de alguns Nervos cranianos de forma específica a inspeção Então nós vamos observar e agora então mais que tudo mais do que nas outras áreas a nossa observação ela é muito crítica nós vamos observar cada movimento né movimento atípicos que são movimentos considerados anormais dentro de um padrão normalidade né avaliando As Faces que o rosto do paciente né a Faces ele é a face as expressões que ele reporta cada coisa muitas vezes ele
não consegue falar mas ele demonstra através das faces posição do paciente você tem que tomar por exemplo que a queda da pálpebra se ele tem tremor se ele fica numa postura tal rigidez e nunca verificar se esse paciente consegue falar né então você tem uma dislalia uma disfonia uma disartria Então são muitas informações ali com a gente então prestando atenção observando esse PA movimento a motricidade qual é a posição que se paciente se encontra como ele fica ele tem algum movimento involuntário o trofismo e o tônus muscular reduzido hipertrofia força tem força vence a gravidade
coordenação motora equilíbrio marcha movimentos espontâneos e movimentos ativos o que que ele consegue fazer força muscular dos segmentos corporais a normalidades que nós podemos encontrar redução do tamanho do músculo muitas vezes por ausência de movimento aumento do tamanho por espasticidade compensação por exemplo pacientes que andam na ponta do pé né então acabam fazendo uma sobrecarga em uma hipertrofia muscular tremor espasmos espasticidade que aquela rigidez no tons muscular né não consegue relaxar a musculatura fraqueza perda da destreza da habilidade então a gente inspeciona toda a região do corpo para observar essas alterações movimentos involuntários nós vamos
ter as fasciculações miocronia TIC bradicinesia colonos hemivalismo Coreia atetose distonia os movimentos involuntários eles podem indicar uma lesão na área do cérebro bem na área dos gânglios basais que vão controlar a coordenação motora então nesses movimentos nós vamos observar o que se esse paciente faz um movimento controlado se ele tem alteração de tônus se ele tem movimento de fasciculação por exemplo movimentos lentos como a bradicinesia todos muscular o normal chama-se normotomia hipotonia normalmente está relacionada a lesões motora inferior que é o que uma diminuição do tônus hipertonia um padrão espaço né ela pode ser em
canivete que ela é elástica uma resistência Inicial ela gera uma resistência inicial do movimento de estender esse antebraço sobre o braço em seguida ele reduz a resistência rigidez em roda denteada que é uma deformidade plástica ou chamada também ficando de chumbo ela cede aos poucos ao solavancos socões então ela vai cedendo o movimento mas vai travando a hipertonia ela pode ser considerada leve moderada ou grave testar sempre a força do paciente de 0 a 5 sendo 0 uma paralisia Total ausência total de movimento até cinco que é considerado então o movimento de força normal progressivamente
nós vamos então graduando de acordo com que nós vamos observando se esbossa uma contração mas não vence a gravidade se consegue vencer uma resistência então aqui vamos testar a força muscular do paciente ela pode ir de 0 a 5 sendo 0 a paralisia total e cinco uma força normal Vamos então testar a força do nosso paciente nessa força zero paralisia total e cinco seria uma força normal então de 0 a 5 nós temos intermediário isso intermediário nós vamos observar o que você tem uma contração visível Mas não gera movimento se tem movimento somente contra a
força da gravidade é eliminada consegue fazer contra a gravidade consegue uma pequena resistência e consegue fazer uma resistência normal sensibilidade então testar se existe essa sensibilidade superficial e profunda Nossa superficial nós vamos fazer a parte o dolorosa e térmica na Tati a gente vai utilizar o que algodão e pincel Então nós vamos testar paciente tem que nomear dizer aonde qual é a área que está sendo estimulada paciente nunca pode estar olhando para para essa intervenção porque senão ele é condicionado a responder que sim que está sentindo então sempre com os olhos fechados vocês vão tocar
algumas áreas para ver se você está sentindo dolorosa utiliza-se o estilete é de ponta-romba então uma agulha que tá na ponta do nosso martelo de reflexo aonde a gente vai colocar essa ponta né chamada também de estilete para reação dolorosa não é enfiar a ponta só fazer pressão a térmica usamos dois tubos de vidro com água gelada fria e com água quente a 45 graus para ver se o paciente reconhece temperatura sensibilidade profunda para estética que pode ser com pressão a palestésica que é um diapasão é colocado próximo às regiões de saliência óssea e a
sensibilidade cinética postural ou átrio cinética a gente desloca então suavemente uma parte do corpo em várias direções e pede que o paciente reconheça Qual é o posicionamento que se encontra esse membro a coordenação motora onde são utilizados alguns testes como índice nariz calcanhar joelho prova dos movimentos alternados prova do rechaço e avaliação de marcha para testar Justamente a coordenação motora do nosso paciente marcha também quando a gente observa a marcha tem diversos tipos de marcha que vão ser gerar algumas alterações e a gente vai fazer então uma interligação do que a gente está vendo com
a característica da Marcha que ela apresenta Então ele pode ter uma marchas plástica ou em tesoura que normalmente está associada ali né ao aumento do refleto uma hipereflexia para caído marcha cerebelar ou do Ébrio que anda com uma base mais alargada parque soniana que ela anda com flexão do tronco Passos curtos Marcha dos pequenos Passos pequenos Passos arrastados arrastando o pé e lento uma característica que o paciente com demência anserina ou de fato aumento da lordose lombar inclina o tronco então redução de força na musculatura da coxa da pelve uma marcha tabética quando tem um
olho os olhares ficam fixos para o chão é o medo de cair por exemplo perda de sensibilidade própria perceptiva marcha vestibular ou babinski Way com látero pulsão Isso quer dizer o paciente não consegue andar em linha reta com os olhos fechados ele sempre desloca o corpo para um lado marcha escavante pé se levantam sem a flexão dorsal e aversão Então toca sempre a ponta do pé primeiro sempre tropeça a tendência a cair algumas escalas funcionais agora vamos falar das escalas funcionais que a gente utiliza em paciente neurológico mas também utilizamos em pacientes da terceira idade
utilizamos em pacientes ortopédicos só vai tudo do Objetivo Então as principais escalas que nós temos aqui são a escala de Ásia escala de Ásia ela avalia comprometimento motor e sensorial do nosso paciente e ele estabelece um nível de lesão e de incapacidade usado muito no paciente neurológico a escala de Aço também porque porque ela estabelece uma avaliação de tonos do paciente também muito direcionada para o paciente neurológico a escala de Franklin que avalia a motricidade e sensibilidade Nice que determina o nível funcional também de paciente neurológicos que ela valia mobilidade em equilíbrio do paciente e
ela pode ser um indicativo de risco de queda isso pode usar com terceira idade neurológico com pacientes com alteração própria perceptiva o índice de bartel que vai avaliar o nível de independência no paciente então isso é bem interessante essa escala de bartel para se quantificar esse nível de dependência até para um idoso por exemplo Continuar permanecendo morando sozinho ou quanto ele precisa de auxílio no que ele precisa acif é uma classificação internacional de funcionalidade ela classifica é uma classificação com multiplastinaridades elaborada então para servir as diversas áreas da fisioterapia algumas referências Agradeço a todos não
esqueçam então de ler o material complementar obrigado [Música]