[Música] eu nunca contei essa história para ninguém pelo menos não desse jeito Eu até já falei por cima mas sempre me olharam torto Como se eu tivesse inventando coisa acho que é difícil acreditar quando a gente não vive o negócio na pele mas eu juro por tudo que tenho deais sagrado pelo meu nome e pela minha alma que o que eu vi naquele lugar não foi coisa desse mundo isso aconteceu Em 1997 quando eu fui pra Polônia numa viagem que a princípio era só para conhecer a terra dos meus avós minha avó era de Uma
cidadezinha perto de Cracóvia e eu sempre cresci ouvindo as histórias dela sobre a guerra sobre como os nazistas levaram parentes dela para Auschwitz e ninguém nunca mais viu meu avô também falava muito disso e talvez por isso eu tenha crescido com esse peso no peito essa necessidade de ver aquilo De perto de entender eu tava hospedado em Cracóvia e logo no primeiro dia já fui para achin onde fica Auschwitz fui no tour guiado andei pelos barracões Ouvi as explicações é tudo pesado demais o ar daquele lugar é diferente Parece que a dor ficou impregnada nas
paredes no chão o cheiro é esquisito mesmo depois de tantos anos eu senti um nó na garganta o tempo inteiro mas até aí nada de estranho era só o impacto do lugar do horror ao que aconteceu ali mas foi a Noite que as coisas começaram a sair do normal eu tinha decidido ficar numa Pousada Pequena a uns 3 km de Auschwitz era uma casa antiga de madeira bem típica da região o dono um senhor chamado yanek era muito simpático mas meio calado quando eu falei que tinha ido visitar o campo de concentração ele só me
olhou sério e disse temis que é melor não levar você eui el F no senoo sabe tio não remoendo depois entendi que el queria dier outra Naqua noite eu fi dmir caço bate forte e eu apin mas no meio da madrugada acordei de um jeito estranho como se alguém tivesse me cutucado eu abri os olhos e senti na hora que tinha alguma coisa errada o quarto tava escuro Mas tinha uma luz fraca vindo da janela O problema é que eu sentia que não tava sozinho ali meu corpo ficou gelado eu tentei me mexer mas parecia
que algo me pressionava no colchão não era paralisia do sono porque Eu conseguia mexer os dedos eu conseguia respirar mas meu corpo inteiro pesava a sensação era como se tivesse alguém ali muito perto foi quando eu ouvi uma respiração lenta profunda vinda do Canto do quarto meu coração disparou eu tentei virar a cabeça para olhar mas meu pescoço parecia travado eu só conseguia mover os olhos e então eu vi na sombra perto da porta tinha uma figura era uma silhueta magra alta com os ombros curvados não dava para ver rosto mas eu Senti senti como
nunca senti na vida que aquilo estava me olhando e foi aí que o cheiro veio um cheiro forte sufocante de queimado meus olhos começaram a lacrimejar e eu senti uma náusea horrível Eu queria gritar queria levantar e sair correndo mas não conseguia então a coisa deu um passo e eu juro por Deus o chão rangeu debaixo dos pés dela não era um sonho não era imaginação tinha alguma coisa ali eu fechei os olhos com força e comecei a Rezar baixinho do jeito que minha avó me ensinou Pai Nosso Ave Maria tudo que me veio na
cabeça e então do nada o peso sumiu o cheiro também eu abri os olhos e a figura não estava mais lá mas a porta do quarto Tava entreaberta eu lembro que passei o resto da noite sentado na cama de costas pra parede segurando o terço da minha avó na mão eu não consegui dormir mais quando o dia Clareou eu juntei minhas coisas e fui embora da ali Achei que tinha acabado que fosse só um Susto mas não foi no dia seguinte quando voltei pra Cracóvia notei que uma marca escura apareceu no meu braço bem no
antebraço Parecia um hematoma mas não doía no começo achei que podia ter batido em algum lugar mas depois percebi que a marca tinha um formato estranho Parecia um número e era idêntico às tatuagens dos prisioneiros de Auschwitz quando eu vi aquela marca no meu braço uma Bio subiu pela minha espinha no começo achei que era coisa da minha Cabeça talvez só uma mancha qualquer mas conforme os dias foram passando ela não sumia pelo contrário parecia que ficava mais nítida eu tentei ignorar segui minha viagem fui visitar outras cidades tentei me convencer de que era só
um pesadelo misturado com o peso emocional de Auschwitz mas toda a noite era a mesma coisa pesadelos eu sonhava que estava andando pelo campo mas não como turista no sonho eu era um prisioneiro eu sentia o frio cortando minha pele Ouvia gritos ao longe sentia o cheiro de carne queimada no ar e o pior Eu sabia que alguém me observava sempre nos sonhos havia uma presença sombria que eu nunca conseguia ver direito mas que estava ali me espreitando esperando algo depois da quarta ou quinta noite assim eu comecei a ficar apavorado eu evitava dormir tomava
café forte deixava a luz acesa mas o cansaço foi vencendo E então aconteceu era madrugada e eu acordei com um barulho um som de Passos arrastados Vindo do Corredor do hotel mas era um hotel moderno com carpete Grosso que abafava qualquer som mesmo assim eu ouvia nitidamente aqueles passos lentos pesados meu coração disparou eu fiquei parado na cama prendendo a respir tentando convencer a mim mesmo que era só outro hóspede andando Mas então os passos pararam bem na frente da minha porta silêncio e depois Três Batidas lentas Toque Toque Toque eu não respondi eu não
conseguia meu corpo inteiro Tremia então a maçaneta começou a girar eu vi ela mexendo como se alguém estivesse tentando abrir mas a porta estava trancada Eu Pulei da cama corri para segurar a maçaneta com as duas mãos segurando com toda a minha força do outro lado alguma coisa puxava devagar insistente então eu ouvi uma voz baixa rouca como se tivesse vindo de um pulmão queimado pomos me era polonês eu não sabia falar muito bem mas entendi o suficiente me ajude Eu congelei não Consegui nem respirar de repente o Puxão parou o silêncio tomou conta cont
eu fiquei ali por minutos talvez horas segurando a maçaneta com as mãos suadas com o coração disparado quando Finalmente criei coragem de olhar pelo olho mágico não tinha ninguém mas no carpete do Corredor bem em frente ao meu quarto havia pegadas pegadas úmidas como se alguém tivesse andado descalço por ali naquela manhã eu fiz as malas e fui embora a marca no meu braço desapareceu Um tempo depois deixar rastros mas eu nunca esqueci e até hoje às vezes no meio da noite eu ainda ouço aquelas Batidas na porta toque toque toque olha eu nunca fui
muito de acreditar nessas coisas mas depois do que aconteceu comigo naquela base Eu juro por Deus nunca mais duvidei de nada meu nome é James hargraves e eu servi na haf por bons anos não sou de contar vantagem e muito menos de ficar inventando história mas o que aconteceu Naquela noite de verão de 1956 ainda me faz perder o sono de vez em quando eu tava servindo na base da haf em East anglia como sargento de manutenção nada de muito emocionante sabe eu sempre gostei do serviço apesar de algum Algumas Noites de plantão seriam porre
mas naquela noite alguma coisa estava estranha o ar estava parado abafado daquele jeito que faz a nuca suar mesmo sem estar quente de verdade quem já esteve em uma base aérea sabe do Que eu tô falando era tarde Devia passar da meia-noite quando um dos rapazes o mcallister veio me chamar ele era um dos Mecânicos mais novos e Tava pálido feito papel Sargento você precisa ver isso o jeito dele me incomodou mcallister não era de se assustar fácil mas o olhar dele estava esquisito fui atrás dele pelo Pátio passando pelos bombardeiros Lancaster que estavam ali
desde a guerra a base era grande e à noite com as luzes meio apagadas o silêncio era diferente Meio pesado chegamos perto de um dos hangares mais afastados onde ficavam as aeronaves desativadas aquelas que tinham sido aposentadas depois da guerra foi aí que eu vi no meio da pista parado como se estivesse Pronto para decolar tinha um bombardeiro avro Lancaster só que aquele modelo não deveria estar ali eu conhecia bem os aviões da base e aquele não era de nenhum dos nossos mallister apontou com a mão tremendo ele ele pousou ali eu vi mas não
tem ninguém Fiquei olhando tentando entender não tinha ninguém na torre de controle para autorizar pouso naquela hora ningém tinha reportado a aeronave chegando e mais estranho ainda o avião parecia velho mas não de um jeito normal a fuselagem estava suja como se tivesse passado anos no mar ou no meio do mato a tinta descascada marcas de queimadura na lateral o símbolo da raf estava apagado quase invisível Mas o pior eram os vidros da cabine pretos como se ninguém Estivesse lá dentro engoli em seco e dei um passo paraa frente o barulho do dos meus pés
no asfalto ecoou e eu juro naquele momento eu senti que aquele avião estava olhando para mim macallister segurou meu braço Sargento esse avião é do Esquadrão 115 olhei para ele sem entender direito Esquadrão 115 eu conhecia na história todo mundo conhecia um grupo de bombardeiros que desapareceu numa missão sobre a França sem deixar rastro nunca encontraram Destroços nunca souberam que aconteceu mas não fazia sentido aquele avião não podia estar ali e foi aí que eu ouvi dentro da cabine alguma coisa se mexeu e foi quando a luz da pista piscou por um segundo que eu
vi alguém ou alguma coisa tava sentado no banco do piloto e não era humano por um segundo eu achei que tinha visto errado pisquei esfreguei os olhos mas não aquilo ainda tava lá a silhueta na cabine do piloto tava imóvel mas não era normal eu já tinha visto Muitos pilotos na minha vida mas aquilo não era um piloto o corpo era escuro demais como se a sombra da cabine tivesse engolido a figura só que eu percebi uma coisa estranha a escuridão parecia se mexer como fumaça densa só que parada compacta eu tentei dar mais um
passo mas m allister me segurou com força não chega perto ele sussurrou a voz tremenda eu queria dizer alguma coisa talvez chamar pelo rádio mas meu instinto me Dizia para não fazer barulho não sei explicar era como se aquele avião não devesse estar ali como se ele tivesse surgido de um lugar onde o tempo não existia mais foi aí que a cabine se mexeu o vidro Preto refletiu uma luz fraca da pista e a figura dentro do cockpit virou o rosto direto para mim Senti meu estômago afundar para ver olhos nem rosto mas eu senti
senti que aquilo tava me olhando um zumbido começou a encher o ar primeiro Baixo como se fosse o som de um rádio mal sintonizado e depois mais forte o avião que antes parecia morto agora tava vivo as hélices começaram a girar sozinhas não devagar como se alguém estivesse ligando os motores elas simplesmente começaram a rodar de uma vez sem aviso como se já estivesse o e só essem sido despertadas o vento Levantou Poeira da pista e eu dei um passo para trás sentindo meu corpo inteiro gelar Foi Então que ouvimos a voz veio de dentro
do avião baixa arranhada como um rádio antigo mayday mayday Esquadrão abatido eu congelei a vo combustív meu coração quase saiu pela boca eu conhecia aquelas palavras todos os mecânicos e pilotos da RA conheciam eram as últimas transmissões conhecidas do Esquadrão 115 antes de sumirem no radar décadas antes mas aquilo não fazia sentido o avião estava ali e estava Falando mallister começou a rezar baixinho eu não conseguia me meer Foi então que o som mudou o rádio comeou a chiar meio da estática uma outra voz saiu não era mais um pedido de socorro era um grito
alto agonizante e não vinha do rádio vinha de dentro do avião a cabine ficou vermelha como se uma luz tivesse sido acesa lá dentro mas não era luz era fogo o vidro Preto refletiu Chamas que não estavam ali mcallister gritou e eu puxei ele pelo braço Corremos o mais rápido que conseguimos sem olhar para trás o o barulho dos motores ficou ensurdecedor mas não durou muito quando chegamos perto dos alojamentos Ele simplesmente parou o silêncio foi tão abrupto que parecia que o mundo tinha desligado viramos para trás o avião não estava mais lá onde antes
estava o Lancaster fantasma só restava a pista vazia nenhum sinal de pneu nenhuma marca de pouso como se nunca tivesse existido mas a gente viu a Gente ouviu e até hoje eu sei o que vi porque naquela mesma noite quando fui pro meu alojamento encontrei um pedaço de metal dentro do meu armário era um fragmento de fuselagem e nele tava gravado o número do Esquadrão 115º E então eu soube eles nunca foram embora naquela noite depois que o avião sumiu eu e mcallister mal conseguimos dormir a gente não falou nada pro restante do pessoal Mas
dava para ver no rosto dele que ele tava tão assustado Quanto eu eu fiquei segurando aquele pedaço de fuselagem por horas o metal era frio mais pesado do que devia ser e mesmo sem querer admitir eu sabia que não era só um pedaço qualquer era real e o pior era um pedaço de um avião que nunca deveria ter voltado mas a história não acabou aí na noite seguinte fui chamado pelo oficial de plantão Ele me entregou um relatório esquisito você tava no pátio de aeronaves ontem à noite minha boca secou Sim Senhor Ele olhou Para
mim com um semblante fechado e empurrou o relatório na minha direção peguei o papel e no topo vi o que estava escrito alerta de voo não identificado radar de vigilância detecta objeto às 0032 sobre a base eu senti um arrepio subir pelas costas o que é isso perguntei o oficial suspirou e cruzou os braços o radar pegou um avião vindo do Noroeste sem identificação tentamos contato mas nada Depois de alguns minutos o sinal sumiu mas o mais estranho ele fez uma pausa como se estivesse escolhendo as palavras os registros indicam que a assinatura da aeronave
é Idêntica a modelo avro Lancaster mas esse modelo não voa mais desde o fim da guerra minha cabeça girou meu estômago afundou eu e mcallister não tínhamos imaginado nada o avião realmente esteve ali por dias tentei me convencer de que tinha sido um erro do sistema Mas então o pesadelo começou nas Semanas seguintes soldados começaram a relatar vozes vindo da pista à noite alguns mecânicos juravam que viam sombra se movendo dentro dos hangares o mais estranho foi um dos controladores de voo que me chamou às pressas certa noite ele tava branco feito um fantasma O
rádio da torre pegou um sinal quando ele ligou os altofalantes meu sangue gelou era estática seguida por uma voz arranhada mayday mayday Esquadrão abatido Precisamos de Ajuda a mesma mensagem de novo e de novo foi só aí que eu percebi aqueles homens aqueles pilotos do Esquadrão 115 eles nunca voltaram para casa eles ainda estavam voando presos num céu que já não existia mais na noite seguinte enterrei o pedaço de f nos fundos da base eu não queria mais aquilo comigo mas até hoje quando olho pro céu em certas noites Eu juro que ainda vejo as
silhuetas daqueles bombardeiros atravessando as nuvens e toda vez que Escuto um rádio chiando no meio da noite eu sei que eles ainda estão tentando encontrar o caminho de volta isso aconteceu há muitos anos mas ainda lembro como se tivesse sido ontem eu era jovem trabalhava como operador de rádio num cargueiro que fazia rota pelo Estreito de malaca era uma noite quente e úmida como tantas outras naquela região o navio seguia tranquilo sem nada fora do comum quando o rádio começou a chiar no começo achei que era Interferência acontecia às vezes mas logo percebi que era
um sinal um pedido de socorro o tom da voz era esquisito Fraco tremido mas o que mais me gelou o sangue foi a mensagem SOS SOS aqui é o Med toda a tripulação está morta engoli em seco virei pro Capitão que estava sentado Perto da mesa de navegação e repeti as palavras para ele você tem certeza que foi isso que ouviu ele perguntou franzindo a testa antes Que eu pudesse responder o rádio chiar de novo a voz continuou todos mortos estou morrendo então silêncio o capitão se levantou num pulo no mundo da navegação um pedido
de socorro nunca ignorado ele pegou o mapa analisou as coordenadas do sinal E ordenou que mudássemos a rota levamos algumas horas para chegar na posição onde o orang medan deveria estar quando finalmente avistamos o navio um arrepio percorreu meu corpo ele estava parado no meio do Oceano sem nenhuma luz acesa as velas estavam intactas as bandeiras tremulavam ao vento mas não havia um único som vindo de lá nenhuma movimentação nenhum sinal de vida o capitão ordenou que nos aproximássemos vamos mandar uma equipe para bordo ele disse embora sua voz não soasse muito firme fui um
dos Escolhidos para subir no orang medan peguei uma lanterna e segui com mais três homens pelo bote até a lateral do navio quando Subimos pela escada de corda senti um Frio estranho no ar um cheiro pesado como se algo estivesse apodrecendo tem alguma coisa errada murmurou Um dos tripulantes ele estava certo ao pisarmos no conves vimos o primeiro corpo o homem tava caído de Costas com os olhos arregalados a boca aberta num grito silencioso o rosto congelado numa expressão de Puro horror não tinha sangue não tinha ferimentos nada era como se ele tivesse morrido de
medo continuamos andando pelo navio e a cena Se repetia corpos espalhados pelo convers na casa de máquinas nos corredores estreitos todos com a mesma expressão aterrorizada como se tivessem visto algo que a mente humana não consegue suportar nenhum sinal de luta nenhum ferimento o capitão da nossa equipe pegou o rádio e tentou reportar a situação pro nosso navio mas o rádio estava mudo o silêncio a Bordo era sufocante Foi então que ouvimos uma batida baixa vinda do interior do navio Olhei pros outros homens eles também tinham ouvido Alguém estava Vivo ou pelo menos era o
que a gente pensava descemos as escadas pro Porão do navio guiados pelo som o cheiro de podridão ficou mais forte quando chegamos na porta da sala de carga ela estava entreaberta o capitão fez sinal para entrarmos lá dentro tinha só um corpo mas não era um marinheiro qualquer era o operador de rádio o homem que enviou o SOS ele estava sentado diante do rádio com as Mãos rígidas segurando os fones de ouvido os olhos arregalados olhando pro nada e aí percebemos um detalhe terrível o microfone ainda estava ligado mas a voz a voz continuava saindo
do rádio todos mortos estou morrendo meu sangue gelou o capitão puxou meu braço a gente tem que sair daqui agora ele não precisou repetir voltamos correndo pro Converse pulamos no bote e remamos com toda a força Meu Coração batia tão rápido que parecia que ia explodir Quando finalmente alcançamos nosso navio eu olhei para trás e naquele momento algo terrível aconteceu o orang medan explodiu uma bola de fogo tomou conta do navio engolindo tudo não sobrou nada nenhum corpo n um vestígio era como se ele nunca tivesse existido Subimos a bordo do nosso navio em silêncio
o capitão ficou imóvel olhando pro mar ninguém disse nada ninguém queria falar sobre o que tínhamos visto Mas uma coisa eu sei aquele SOS não era só um pedido De socorro era um aviso e Seja lá o que matou aquela tripulação ainda está lá fora a explosão do orang medan iluminou a escuridão por alguns instantes o brilho alaranjado refletia no Mar negro e tudo o que podíamos fazer era observar paralisados o calor do fogo chegava até nós mesmo estando a uma boa distância e então como se o próprio oceano quisesse apagar qualquer vestígio daquela embarcação
As Chamas começaram a minguar engolidas pela água o navio Afundou de um jeito esquisito rápido demais não era natural eu ainda segurava o rádio portátil na mão estava mudo nenhum chiado nenhum ruído o capitão se virou devagar o rosto rígido como se tentasse processar tudo o que tinha acabado de acontecer ninguém fala sobre isso foi a única coisa que ele disse e ninguém falou pelo menos não ali a viagem de volta foi silenciosa o medan havia desaparecido no oceano e com ele qualquer chance de entender o que Realmente aconteceu mas eu sabia que aquilo não
ia me deixar em paz quando atrac no porto me senti diferente eu olhava pro mar com uma sensação estranha como se algo estivesse me observando também e então começaram os pesadelos toda a noite eu me via de volta naquele navio os corredores apertados o cheiro de sal misturado com alguma coisa podre os corpos espalhados pelo convers Mas no sonho eu sempre conseguia ver algo que não tinha visto antes nos cantos escuros Algo se movia eu acordava suado com aquela voz ainda ecoando nos meus ouvidos todos mortos estou morrendo Decidi ir atrás de informações sobre o
orang medan o pouco que consegui descobrir era confuso alguns registros indicavam que o navio nunca deveria ter existido nenhuma documentação oficial nenhum arquivo marítimo com o nome dele mas então encontrei um velho marinheiro em um bar na doca quando mencionei o nome do navio Ele empalideceu esqueça isso rapaz esqueça enquanto ainda pode pedi que ele me Contasse o que sabia e depois de muito insistir ele finalmente falou o orang medan teria sido usado para transportar algo que nunca deveria ter saído de terra firme alguns diziam que eram armas químicas outros falavam de experimentos secretos mas
havia uma teoria pior algo havia entrado naquele navio algo que não deveria existir ele me olhou nos olhos e disse com a voz Baixa Você não reparou nenhum dos Marinheiros estava tentando escapar nenhum deles caiu no mar eles morreram ali congelados de medo como se algo estivesse com eles até o último momento engoli em seco porque ele estava certo eu nunca tinha pensado nisso antes mas agora parecia Óbvio se o navio estava parado no oceano por tanto tempo por que ninguém tentou fugir por que não havia sequer um bote salva vidas no mar o velho
terminou sua bebida e se levantou Não fale mais sobre isso se o navio chamou vocês significa que vocês escutaram algo que não deviam e então ele saiu fiquei ali parado olhando para o fundo do copo vazio porque no fundo eu sabia que ele tinha razão O que quer que tenha matado aquela tripulação o que quer que tenha deixado aqueles corpos congelados de terror ainda está por aí talvez vagando pelo oceano talvez esperando ser encontrado novamente e talvez só talvez a gente nunca deveria Ter ouvido aquele SOS meu nome é ja e sou francês nascido e
criado numa vila pequena não muito longe das praias Onde aconteceu o Dia D meu avô SEME falava da guerra de como o barulho dos bombardeios sacudia as janelas da casa e de como depois que tudo passou a Terra ficou impregnada com o cheiro de pólvora e sangue por semanas ele sempre dizia que aquele solo tinha sido regado com muito sofrimento e que coisas assim nunca somem completamente Eu ria disso achava que era coisa de gente velha até o dia em que comecei a ver as sombras trabalho como guia turístico e de vez em quando levo
visitantes para conhecerem os antigos bunkers alemães e as praias onde os aliados desembarcaram é um trabalho tranquilo e eu gosto de contar as histórias de ver as pessoas imaginando o horror que deve ter sido aquele dia mas teve uma noite que mudou tudo era final de outono e o Clima já estava começando a ficar úmido e frio eu estava voltando para casa depois de uma visita noturna ao po do hack uma área cheia de penhascos onde os americanos escalaram para tomar as defesas alemãs o vento cortava forte naquela noite e a neblina começou a subir
do mar rastejando pela areia como dedos brancos tentando agarrar alguma coisa eu estava sozinho na estrada de terra que leva até minha casa quando ouvi os primeiros sons Passos parei no Mesmo instante não havia ninguém ali além de mim mas juro por Deus que ouvi o som de Botas pesadas marchando como se um grupo inteiro estivesse se vindo na minha direção o coração acelerou e olhei ao redor tentando ver alguma coisa A neblina era espessa Mas então então eu vi figuras sombras surgindo do meio da névoa eram homens mas não pareciam inteiros eles caminhavam como
se não me vissem suas formas distorcidas tremendo como se estivessem sendo puxados entre Esse mundo e outro e então eu vi os uniformes soldados americanos britânicos alemães eram muitos alguns seguravam rifles outros mancaves feridos o mais apavorante era que seus rostos não eram normais estavam esbranquiçados com olhares vazios e quando abriram a boca para gritar não saía som mas eu sentia o desespero me afastei devagar com o coração batendo tão forte que achei que fosse desmaiar foi quando o barulho começou um estrondo Ecoou pelo ar e de repente a praia de omaha Parecia ter voltado
no tempo o som de metralhadoras rasgou a noite explosões fizeram o chão tremer e eu comecei a ouvir gritos não era coisa da minha cabeça eu ouvi os homens gritando implorando por socorro tentei correr mas era como se o próprio ar estivesse pesado o cheiro de sangue de pólvora de maresia e carne queimada me encheu as narinas a areia so meus pés parecia grudenta e quando olhei para baixo vi Marcas de pegadas pegadas que não eram minhas foi aí que percebi algo que me gelou até a alma eu não estava mais em 2024 eu estava
vendo o passado eu queria correr Mas minhas pernas pareciam Presas no chão o som da Guerra ao meu redor estava tão alto que fazia meu peito vibrar eu ouvia gritos em inglês em alemão em francês ordens sendo areia molhada o cheiro de pólvora e carne queimada se misturava ao sal do mar e eu comecei a sentir um gosto Metálico na boca como se estivesse respirando sangue a Néa ao meu redor não era mais apenas neblina era fumaça o ar estava denso e carregado e quando olhei para a frente vi sombras correndo mas agora não eram
apenas espectros vagando eu via homens homens de verdade como se estivesse mesmo no meio de um campo de batalha um soldado americano passou correndo por mim o rosto coberto de lama e suor segurando o capacete com uma das mãos enquanto a outra apertava uma arma Contra o peito seus olhos estavam arregalados de medo ele não me viu antes que eu pudesse reagir um estampido cortou o ar e ele caiu de cara na areia o corpo tremendo em espasmos até parar o sangue escorreu quente escuro se misturando a água do mar meu coração martelava tão forte
que senti como se fosse explodir dentro do meu peito a cena diante de mim era Infernal mas soldados surgiram tropeçando na praia gritando por socorro tentando se Arrastar enquanto tiros cortavam o ar e então eu os vi os mortos eram dezenas deles homens caídos alguns com os olhos abertos encarando o vazio outros com os corpos destroçados espalhados pelo chão como bonecos de pano mutilados o o pior era que mesmo mortos Alguns ainda se mexiam eu vi um soldado alemão sentado contra um obstáculo de metal enferrujado a barriga aberta as tripas saindo para fora os dedos
tremendo como se ainda tentassem segurar sua arma outro Americano rastejava sem uma perna deixando um Rastro negro no chão o tempo Parecia ter se partido ao meio eu não sabia se estava no presente ou se havia sido jogado de volta para 1944 A Guerra Não tinha acabado ela estava acontecendo diante dos meus olhos minha mente gritava para eu sair dali mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa uma voz soou atrás de mim vos Ná Você também está vendo não é Eu Me virei tão rápido que quase caí para trás atrás De mim no meio
da névoa estava um homem velho de uns 80 ou 90 anos usando um casaco pesado seus olhos estavam Fundos cansados mas não demonstravam surpresa ele me olhava como se soubesse exatamente o que eu estava passando eles sempre voltam ele disse com um suspiro pesado Principalmente quando a noite está úmida quando a névoa vem do mar essa terra está amaldiçoada os mortos não foram embora eles não podem ir minha boca estava seca minha cabeça girava eu Queria perguntar quem ele era como ele sabia disso mas antes que pudesse falar qualquer coisa ouvi um grito um grito
diferente de todos os outros não era um soldado morrendo não era um grito de dor era um som Sobrenatural algo que não deveria existir e então tudo ficou pior minha visão se turvou enquanto o grito ecoava por toda a praia cortando a névoa como uma lâmina afiada o som era agonizante como se estivesse sendo arrancado das profundezas do inferno e De alguma forma sabia que não era de um ser humano era mais mais uma entidade algo que não deveria estar ali algo que transcendeu a própria morte o homem idoso se virou lentamente como se soubesse
o que estava prestes a acontecer como se já tivesse presenciado aquilo muitas vezes seus olhos estavam fixos na névoa que avançava sobre a praia e sua expressão era uma mistura de temor e resignação is revier tu jur e Son eles sempre voltam eles estão aqui Agora eu não sabia o que ele queria dizer mas a resposta estava diante de mim claro como o dia A neblina que antes parecia apenas uma cortina densa de ar frio agora parecia viva ela se movia de forma estranha ondulando como se tivesse uma vontade própria o som da guerra que
antes estava em toda parte agora parecia calar momentaneamente o grito que ouvira parecia se propagar de dentro da névoa E então eu vi surgindo entre as sombras uma figura se delineava vagarosamente Era algo tão grotesco e monstruoso que até o som da Guerra parecia ser abafado Diante da sua presença o homem velho já não estava mais ao meu lado como se tivesse se dissipado na própria Bruma a criatura não tinha uma forma definida mas podia-se discernir um rostos contorcidos e olhos que brilham com uma luz dourada vazios de humanidade ele ela não sabia mais como
chamá-la Parecia um soldado mas a aparência era de um espectro com Partes de sua carne corrompidas e se despedaçando em pedaços esqueléticos como se o tempo e a morte tivessem se confundido com o próprio destino seu corpo se arrastava com um Rastro negro de decomposição que manchava a areia com uma substância viscosa e escura O Grito intensificou agora mais perto mais forte a criatura se aproximava de mim como se estivesse me chamando como se soubesse que eu era a única testemunha de algo horrível que estava Além de minha Compreensão o vento gelado não era mais
uma brisa da noite mas uma corrente gélida que cortava minha pele e me paralisava meu corpo se recusava a se mover a única coisa que eu podia fazer era observar então em um movimento rápido e e quase imperceptível a criatura saltou na minha direção o som de sua respiração pesada e distorcida se misturava aos gritos de guerra que ainda preenchiam a atmosfera ao meu redor senti como se estivesse sendo engolido Pela própria realidade como se o tempo e o espaço estivessem sendo dilacerados eu queria correr gritar Mas minhas pernas estavam como presas por correntes invisíveis
o espectro estava diante de mim seus olhos Dourados fixos nos meus e uma sombra se formou entre nós a cada passo que ele dava o ar se tornava mais denso e eu sentia uma pressão crescente no peito como se algo estivesse tentando arrancar minha alma foi então que as palavras mais sussurros do que gritos Começaram a tomar forma na minha mente como se a própria Terra estivesse falando você você viu demais Jack eles não podem ir eles nunca vão embora era a voz do homem velho mas estava distorcida como se tivesse sido roubada pelos espectros
da guerra eu não entendia Mas sabia que de alguma forma eu estava no centro de algo muito maior do que eu jamais poderia imaginar a batalha que eu estava testemunhando com a neblina os soldados e os gritos não Era apenas um Eco do passado mas algo vivo algo que tinha ficado preso na Terra como uma maldição que nunca cessava a criatura diante de mim abriu a boca e o grito Sobrenatural se intensificou ainda mais era como se o próprio céu estivesse rasgando uma força cósmica tentando sair daquele Limbo de morte em um último esforço de
sobrevivência meu corpo finalmente respondeu e eu dei um passo para trás então algo dentro de mim se partiu eu Voltei ao presente o som da guerra se apagou a neblina sumiu e eu estava nov na estrada de terra respirando com dificuldade o vento ainda cortava meu rosto mas a praia Estava em silêncio eu olhei ao redor sem acreditar no que acabara de acontecer eu sabia que algo havia mudado em mim o horror que eu presenciara naquela noite não era mais apenas uma história contada por meu avô eu tinha visto a guerra eu tinha vivido aquele
terror e o mais assustador de Tudo eu sabia que aquela praia ainda estava amaldiçoada e que de alguma forma os mortos não descansaram nunca mais a cada noite desde aquela eu sei que as sombras voltam meu avô contava histórias de guerra quando eu era pequeno histórias de submarinos afundados de marinheiros presos em cascos metálicos submersos de embarcações que simplesmente desapareciam sem deixar rastro eu ouvia mas nunca acreditei sempre pensei que Fossem só exageros velhos marinheiros contando causos para assustar os mais jovens mas isso mudou quando eu comecei a pesquisar sobre o u65 meu nome é
Eric e sou Historiador naval especializado em embarcações da segunda guerra Trabalho em um museu na Alemanha e por anos me dediquei a estudar os submarinos da Frota B mas nada me intrigou tanto quanto o caso do u65 um submarino que segundo os registros parecia estar amaldiçoado Desde o momento em que foi construído o primeiro acidente aconteceu ainda no estaleiro antes mesmo do submarino ficar pronto dois Operários morreram esmagados quando uma peça da estrutura desabou Sem Explicação testemunhas disseram que não havia motivo para o colapso a peça simplesmente caiu como se alguém a tivesse empurrado depois
disso foi um desastre atrás do outro durante os primeiros testes no mar um dos tripulantes morreu intoxicado por um Vazamento de gás em uma das primeiras Patrulhas uma explosão acidental no depósito de munição matou um oficial no ato foi esse oficial que começaram a ver depois a tripulação dizia que seu fantasma andava pelos corredores muitas vezes com as roupas ainda queimadas e o rosto desfigurado pela explosão algumas testemunhas juravam que ele segurava a própria cabeça nas mãos murmurando em um alemão baixo e arrastado como se tentasse alguma ordem que nunca chegou a Ser cumprida Os
relatos eram sempre parecidos um marinheiro estava divia sozinho quando sentia uma presena ao lado então aar o rosto via ele o homem morto um marinheiro cujo nome apareceu em vários depoimentos descreveu o que viu da seguinte forma eu estava conferindo os controles perto da sala de torpedos quando senti um cheiro estranho como de carne queimada meu sangue gelou na hora senti um arrepio subindo pelas costas e ouvi um sussurro eu não entendi As palavras mas parecia alguém dando uma ordem então eu olhei para o lado e ele estava lá o oficial morto seu rosto estava
irreconhecível todo retorcido e ele segurava algo nas mãos quando percebi que era a própria cabeça desmaiei na hora depois disso Ninguém queria ficar sozinho no submarino a tripulação começou a se recusar a dormir perto dos corredores onde ele aparecia alguns marinheiros começaram a dizer que sentiam toques gelados no meio da noite Mãos invisíveis pressionando seus ombros enquanto tentavam dormir e então aconteceu o pior depois dos primeiros relatos da aparição do oficial morto o u65 se tornou um submarino temido mesmo mesmo entre os marinheiros alemães conhecidos por sua disciplina rígida a tripulação Estava à beira de
um colapso as superstições corriam soltas e ninguém mais queria embarcar nele as histórias continuavam a se espalhar pelos corredores sombrios do submarino relatos De portas que se fechavam sozinhas de Passos ecoando nas passagens estreitas quando ninguém mais estava por perto de um cheiro de carne queimada que impregnava alguns compartimentos especialmente perto da sala onde o oficial tinha morrido a situação piorou tanto que a Kgs Marine a Marinha alemã foi forçada a tomar providências mandaram um Capelão militar para o u65 alguém para tentar acalmar a tripulação e de certa forma limpar o Ambiente não Era exatamente
um Exorcismo mas foi o mais próximo disso que puderam fazer sem chamar atenção o padre que subiu a Bordo não sabia no que estava se metendo era um homem de meia idade experiente mas pragmático ele ficou no submarino por algumas horas conversou com os tripulantes fez algumas orações no compartimento onde o oficial tinha morrido tentou trazer um pouco de tranquilidade para os homens mas algo aconteceu enquanto ele rezava os Marinheiros que estavam presentes disseram que no momento em que ele começou a ler um trecho da Bíblia uma ventania inexplicável varreu o interior do submarino o
u65 estava ancorado fechado sem qualquer corrente de ar mesmo assim os papéis voaram as lâmpadas tremeluzir e um estrondo veio da sala de torpedos como se alguém tivesse dado um murro violento no metal o padre empalideceu na mesma hora interrompeu a oração guardou seu livro e saiu às Pressas antes de desembarcar disse apenas uma coisa ao comandante do submarino se puder Evite este navio há algo errado aqui mas a guerra não esper por ninguém o u65 tinha que partir para mais uma missão a última missão a última missão do u65 começou em uma manhã nublada
com uma tripulação cada vez mais incomodada pela presença do que chamavam de o Fantasma eles sabiam de alguma forma que o submarino estava amaldiçoado mas a ordem era Clara seguir em frente Não questionar a guerra como sempre não fazia concessões a missão era simples ao menos na teoria patrulhar a costa inglesa e garantir que nenhum navio aliado passasse despercebido mas logo no começo da travessia as coisas começaram a ficar estranhas Os relatos dos Marinheiros que estavam a Bordo naquela missão dizem que ao mergulharem o submarino para evitar a detecção uma sensação de peso insuportável tomou
conta de todos o espaço já apertado por Si só parecia encolher as paredes metálicas do submarino vibravam de uma maneira estranha como se estivessem carregando algo além do Metal senti como se o tempo tivesse parado o ar estava mais espesso e o som das máquinas parecia mais distante como se estivéssemos em um pesadelo relato de um dos Marinheiros a sensação de mal-estar não foi unânime alguns marinheiros estavam cada vez mais agitados outros pareciam apáticos o comandante do u65 um Homem experiente percebeu que algo estava errado mas decidiu seguir em frente a situação escalou quando no
meio de uma noite sem lua o submarino foi forçado a subir à superfície por uma falha mecânica aconteceu de repente o submarino foi jogado para cima pelas ondas como se uma mão Invisível o estivesse empurrando quando a tripulação conseguiu estabilizá-lo alguns homens disseram ter visto algo no horizonte luzes estranhas e inquietantes como se Estivessem em algum lugar de an mas ainda assim muito perto como se observassem o submarino como se os espiem a tensão tomou conta do ambiente por volta da madrugada o mais jovem da tripulação um marinheiro de apenas 19 anos teve uma visão
que marcou a todos ele estava na torre de comando observando o horizonte quando gritou tem algo lá o comandante Correu para a torre e o encontrou apontando freneticamente para o mar a princípio pensaram que Poderia ser outro submarino ou um navio aliado Mas a forma que o jovem descreveu era Estranha demais para ser qualquer coisa familiar era uma sombra um gigante de metal e fogo emergindo das águas ele parecia um navio mas ao mesmo tempo não parecia E então a tripulação Viu também não era um navio não era sequer uma aeronave era algo indescritível uma
massa negra se erguendo da água em forma de tentáculos que se moviam como se estivessem vivos como se saíssem Diretamente do fundo do oceano o u65 ficou completamente parado na água como se algo o estivesse segurando alguns marinheiros disseram que o tempo parecia passar mais devagar a sensação de desespero foi imediata e muitos homens começaram a rezar outros apavorados correram pelos corredores tentando sair do submarino não importa o que fizeram ninguém conseguia mudar o curso dos eventos quando o capitão gritou para a tripulação voltar aos postos e mergulhar Novamente algo terrível aconteceu a explosão foi
súbita um som surdo que fez as paredes do submarino se estremeçam todos os sistemas falharam ao mesmo tempo a luz se apagou e as máquinas começaram a bipar com um ruído monótono e agudo o que ninguém sabia na hora era que a falha elétrica tinha causado uma grande fuga de gás nos compartimentos mais baixos e foi nesse exato momento que as primeiras vítimas começaram a ser contadas o u65 Estava à Deriva as luzes Apagadas e o som dos sistemas falhando reverberando nas paredes de metal a explosão de gás afetou a parte inferior do submarino onde
estavam alguns dos Marinheiros o calor era insuportável e os homens tentavam desesperadamente se proteger das Labaredas que surgiam nos corredores estreitos mas não havia o que fazer aquele submarino estava perdido mas o pior ainda estava por vir o que aconteceu na sequência é um dos relatos mais terríveis que os Sobreviventes da Guerra jamais ousaram contar logo após a explosão um homem um dos Marinheiros mais experientes correu até a sala de máquinas e relatou ter visto algo que ninguém mais conseguiu entender ele descreveu uma sombra que se arrastava pelo chão como se o próprio submarino estivesse
vivo se mexendo como se tivesse vontade própria ele tentou falar com os outros mas a aflição tomou conta dele e ele simplesmente desmaiou de medo era como se o navio estivesse sendo Possuído Eu juro por Deus parecia que ele estava respirando como se tivesse um coração relato do Marinheiro que sobreviveu a essa altura mais membros da tripulação começavam a ver o que ele viu a presença do oficial morto aquele que já aparecera antes não só havia se intensificado mas parecia assumir um controle Sobrenatural sobre o próprio submarino a tripulação relatava que a cada esquina ele
se deparavam com a figura do oficial morto com a cabeça Caída nas mãos sempre mais pálido seus olhos vazios e sangrentos era impossível ignorar o que antes parecia ser uma simples Alucinação tornou-se concreto com o oficial fazendo aparições a cada instante em diferentes partes do submarino tornando cada movimento no navio um pesadelo como se o próprio destino do u65 estivesse selado por aquele espírito à medida que o submarino afundava mais e mais o terror dentro dele só aumentava Os marinheiros gritavam os ecos dos seus gritos se misturavam aos sons do Metal se retorcendo e das
máquinas morrendo havia uma sensação de que o próprio submarino não estava mais em controle de si mesmo em meio a toda aquela confusão o o último grito foi dado por um dos Marinheiros que viu o que ele chamava de tentáculos de fogo Aquelas mesmas sombras que os haviam observado mais cedo ele descreveu como se o próprio oceano estivesse engolindo o submarino Era como se o mar tivesse se tornado um inimigo Ainda Mais Cruel um monstro faminto que queria engolir tudo a última comunicação de rádio que o u65 enviou foi desesperadora transmitida pela última vez antes
de o navio ser engolido pelas águas o rádio apenas captou fragmentos de frases gritadas por um dos Marinheiros estamos perdidos mortos não há escape e então o 65 se afundou completamente sem deixar vestígios sem Sobreviventes o submarino foi dado como Desaparecido e seus restos nunca foram encontrados não há registros de Onde exatamente ele afundou e ninguém nunca mais conseguiu localizar qualquer parte dele muitos acreditam que o mar simplesmente engoliu tudo deixando para trás apenas o eco de um desastre que nunca foi completamente explicado as histórias de quem esteve a Bordo permanecem como mistério o u65
no entanto nunca mais foi esquecido nem pelas pessoas que ouviram Os relatos nem Pelos marinheiros que sentiram o medo de Navegar em Águas que pareciam ter se tornado amaldiçoadas por causa de um evento inexplicável e tomou conta da história da Marine hoje o nome do u65 é sussurrado quase com respeito e medo entre aqueles que ainda se aventuram pelos Mares profundos Porque mesmo depois de tantos anos o navio continua sendo um símbolo do inexplicável uma lembrança de que há Coisas no mundo que nunca deveriam ser mexidas a história que vou contar não é de minha
própria vivência mas de algo que me foi relatado por um velho amigo que serviu ao exército durante a segunda guerra mundial ele ouviu isso diretamente de alguém que esteve na sala de operações de Hitler durante o período que antecedeu a Batalha de Stalingrado não sei se acreditaria se não soubesse que tudo aquilo realmente aconteceu mas as Circunstâncias e Os relatos daqueles que estavam a de Hitler não deixam dúvida algo sobrenatural estava em jogo tudo começou com um pesadelo como muitos sabem mas não era um pesadelo qualquer Foi uma noite em que Hitler acordou suor frio
com os olhos arregalados como se tivesse visto o próprio inferno ele gritou de acordo com as testemunhas o som que ele fez foi como se estivesse sendo torturado não foi um grito de dor física mas de algo além do que podemos Imaginar er feveriro de 1942 e a Operação Barbarossa estava em pleno andamento o exército alemão avançava por todo o território soviético eles estavam prestes a tomar Stalingrado uma das cidades mais fortemente defendidas da União Soviética e Hitler estava determinado a vencê-la mas naquela noite ele teve um sonho quando ele acordou o pânico estava estampado
em seu rosto ele tremia como se o frio da noite fosse nada comparado ao gelo que Tomava conta de sua alma por dias ele não conseguia esquecer o que vira e isso mexeu com sua cabeça de uma forma que não havia ocorrido antes Segundo Os relatos Hitler viu suas tropas sendo aniquiladas em sua visão ele estava dentro de um enorme campo de batalha mas não era como as batalhas que ele havia liderado antes não havia gritos de Triunfo nem som de Passos marchando em Vitória ao contrário tudo estava quieto e e uma sensação de solidão
e desespero Tomava conta dele homens caíam ao seu redor suas faces distorcidas de pavor seus corpos inertes ele não podia entender o que estava acontecendo mas sabia que era o fim e havia algo ainda mais perturbador em seu pesadelo vozes sussurrando no fundo vozes que diziam a ele que a guerra estava perdida que a derrota era inevitável e que a glória que ele imaginava conquistar nunca alcançada ele ouvia essas vozes enquanto o som da Batalha diminuía até Desaparecer completamente o silêncio era ensurdecedor as vozes lhe diziam que no final ele seria destruído que não havia
escapatória quando Hitler acordou não estava mais o mesmo algo havia mudado dentro dele a confiança arrogante que ele exalava antes da guerra foi substituída por uma sombra de dúvida algo que seus mais próximos observadores logo notaram ele começou a hesitar mas não de maneira óbvia que qualquer um pudesse perceber ele tentava esconder Isso fingindo que nada havia mudado mas aqueles que estavam ao seu redor sentiram e não era só isso sua fisionomia estava diferente como se tivesse envelhecido de repente e suas decisões começaram a ter um peso muito mais sombrio naquela manhã ele convocou uma
reunião com seus Generais e assessores mais próximos era uma reunião entes onde ele parecia mais fragilizado do que qualquer outro dia em sua vida ele falou sobre Stalingrado e a Importância da Vitória Mas em vez de fazer seu habitual discurso de incentivo sua fala foi marcada por uma certa resignação uma sensação de que apesar de tudo ele sabia que algo estava fora de seu controle entre os oficiais mais próximos de Hitler havia um general que era conhecido por sua brutalidade e frieza este General que também estava presente na reunião afirmou que o Fer parecia quase
predestinado à derrota ele descreveu a reunião como se Hitler já Soubesse lá no fundo que a batalha em Stalingrado não seria vencida no entanto Apesar de sua inquietação Hitler não recuou ele Manteve sua postura e a ordem para atacar Stalingrado foi dada a decisão estava tomada mas ninguém sabia que aquela decisão estava sendo direcionada por uma força maior algo além da compreensão de qualquer ser humano mas a verdadeira tragédia estava apenas começando e mesmo após esse pesadelo Hitler continuou com seus Planos ele acreditava que poderia reverter a maré que poderia alcançar a Vitória final mas
como veremos nos próximos relatos os presságios do Pesadelo logo se tornaram uma realidade inescapável para ele a primeira reunião com os Generais aconteceu logo após aquele pesadelo e mesmo que a atmosfera na sala de comando estivesse carregada de tensão nada Parecia ter a capacidade de detê-lo a decisão estava tomada o ataque a Stalingrado seria lançado Hitler parecia lutar contra o que ele sabia ser inevitável como se ainda quisesse acreditar que poderia mudar o destino mas algo dentro dele já começava a gritar que a batalha estava perdida antes mesmo de começar o mais curioso é que
com o avanço da Guerra começaram a surgir mais relatos de pessoas que estavam ao redor de Hitler como seus assessores e até alguns oficiais de menor patente que falavam sobre uma presença inquietante que parecia rondar Os lugares onde ele estava não era algo que se podia ver mas algo que todos sentiam era uma sensação de que o próprio destino estava sendo manipulado como se as forças do além tivessem uma influência direta nas decisões do furier A Batalha começou em meados de agosto de de 1942 e Logo no início a pressão sobre as tropas alemãs foi
extrema a cidade de Stalingrado era conhecida pela resistência feroz e o exército soviético Estava determinado a não ceder as ruas estreitas Os edifícios em ruínas e a constante névoa de fumaça faziam do ambiente de combate um cenário Infernal algo que aos olhos dos Soldados alemães parecia mais uma batalha contra algo sobren natural do que contra seres humanos era como se enquanto os combates tomavam conta da cidade um peso invisível estivesse sobre eles e foi durante os dias mais intensos da batalha que Os relatos começaram a se espalhar Entre as fileiras de soldados alemães eles falavam
em sussurros com medo de serem ouvidos sobre figuras estranhas que apareciam no campo de batalha alguns diziam que viam soldados desaparecidos como se as almas dos Mortos estivessem voltando à terra para prever o fim de Hitler eles juravam ter visto figuras espectrais algumas em uniformes soviéticos outras em uniformes alemães caminhando entre as linhas de fogo como se estivessem observando a luta entre os Vivos um soldado que estava no Fronte disse que em uma noite particularmente abafada ele e seus companheiros estavam em uma trincheira quando começaram a ouvir Passos suaves eles não conseguiram identificar de onde
vinham mas o som estava nítido um deles o mais corajoso decidiu sair da trincheira para investigar ele voltou alguns minutos depois pálido como um cadáver dizendo apenas não fomos os únicos a vir até aqui ele não quis mais falar sobre o que Havia visto mas a expressão em seu rosto não deixava dúvidas de que ele havia encontrado algo além do humano outros relatos mencionam gritos distantes como se os mortos estivessem Chamando por a ajuda ou até mesmo em alguns momentos silêncios completos onde a batalha parecia ser interrompida por uma força invisível era como se em
certos momentos o próprio tempo estivesse sendo manipulado uma sensação que se alastrou entre as tropas muitos chegaram a Questionar se aquela cidade marcada por tanta dor e sofrimento estava de alguma forma condenada entre os oficiais de mais alta patente a situação não era muito diferente dizem que em uma das reuniões subsequentes de Hitler ele parecia particularmente nervoso mexendo nas mãos balançando a cabeça de um lado para o outro como se estivesse ouvindo algo alguns dos generais que estavam presentes relataram que em certo momento ele se virou para eles e com um olhar Distante disse em
tom baixo a batalha já está perdida não importa o que façamos a cidade nos engolirá aquela frase dita de forma Quase Son deixou os presentes perplexos mas ao mesmo tempo parecia como uma constatação de um destino já celado era como se mesmo diante das evidências de uma vitória iminente Hitler sentisse no fundo de sua alma que a derrota já estava escrita ele continuava com a batalha com sua crença obstinada em um Final vitorioso mas o peso do Pesadelo o consumia cada vez mais enquanto os meses se arrastavam Os relatos Sobrenaturais se tornavam cada vez mais
frequentes muitos dos oficiais e soldados que estavam em Stalingrado começaram a acreditar que a cidade estava maldita um soldado que sobreviveu ao cerco contou que em uma noite silenciosa ele foi acordado por um barulho estranho ele descreveu o som como o de Passos pesados no corredor de seu posto de observação Quando ele saiu para investigar encontrou um de seus companheiros de unidade morto há semanas em pé diante da porta com se estivesse em guarda com os olhos fixos no horizonte ele estava lá mas não era ele o soldado descreveu com a voz trêmula era só
uma sombra uma sombra que não tinha lugar naquele mundo essa sensação de presença constante de que algo estava observando tudo se espalhou como fogo entre os soldados era como se o próprio espírito de Stalingrado estivesse observando cada movimento esperando para engolir todos que ousassem invadir aquele solo e enquanto o cerco se apertava as linhas de suprimento falhavam a fome tomava conta dos Soldados e a moral das tropas despencava Os relatos de figuras Fantasmagóricas e presságios de morte tornavam-se cada vez mais recorrentes o próprio exército alemão começou a acreditar que não estavam lutando apenas contra os
soviéticos mas contra algo Invisível algo mais antigo e mais terrível do que qualquer inimigo humano a cada dia que passava os sinais de uma derrota iminente se tornavam mais claros e Hitler mesmo tendo aquele pesadelo seguia em frente conduzindo seu exército para o que seria o ponto sem retorno conforme o cerco de Stalingrado se fechava e a Batalha se arrastava por semanas as condições de combate tornaram-se cada vez mais insuportáveis para os soldados alemães o inverno Rigoroso combinado com a falta de alimentos e munições fez com que as forças da verm se estendessem até o
limite da Resistência humana no entanto havia algo mais que estava enfraquecendo a moral das tropas algo que transcendia as dificuldades materiais e físicas o pesadelo de Hitler havia se materializado de formas inexplicáveis e aterrorizantes em uma noite particularmente fria um grupo de soldados abrigados em uma antiga fábrica Destruída ouviu um barulho incomum como como se alguém Estivesse se arrastando pela Neve quando saíram para investigar viram figuras sombrias entre as ruínas quase transparentes como se estivessem vestidas com uniformes alemães e soviéticos os rostos indistintos mas com uma expressão de Sofrimento inumano alguns disseram que as figuras
olhavam diretamente para eles mas não pareciam ser realmente humanas vez disso pareciam morrer novamente revivendo os momentos Finais das batalhas passadas as silhuetas se moviam em círculos como se estivessem presas a uma rotina eterna destinada a repetir os horrores das batalhas de estal lingrado até o fim dos tempos um dos Soldados desesperado tentou falar com uma dessas figuras mas quando se aproximou o ser se virou abruptamente e ele descreveu o olhar vazio e os olhos Fundos que pareciam absorver toda a sua energia Vital ele fugiu aterrorizado mas durante as noites Segu osos se intensificaram relatos
de gritos distantes como os de soldados agonizando nas trincheiras ecoavam pelo campo de batalha mas não se sabia de onde vinham era como se o próprio espírito da Guerra estivesse presente alimentando-se do medo e da angústia de todos os envolvidos a tão era palpável e muitos dos Soldados começaram a questionar a sua própr sanid eles estavão imos n batas ficas cont soviéticos que mal Conseguiam distinguir o que era real e o que era parte de algum tipo de terror Sobrenatural que havia se apoderado da cidade o próprio Hitler em sua obsessão pela vitória parecia mais
distante mais desconectado da realidade seus discursos começaram a soar mais desconexos com ele frequentemente falando sobre visões e como a guerra estava predestinada a ser vencida embora a evidência óbvia fosse a derrota iminente em um doss últimos dias de 1942 antes do Cerco completo ser estabelecido um oficial de inteligência que se encontrava em Stalingrado para realizar uma avaliação das condições da cidade descreveu uma experiência peculiar que ele teve enquanto investigava as ruínas de um antigo teatro ele entrou no edifício em busca de informações sobre os movimentos soviéticos mas ao passar por uma sala parcialmente destruída
ele foi acometido por um sentimento de pressão como se Estivesse sendo observado ele tentou ignorar o que sentia mas então viu uma figura alta no fundo da sala de uniforme alemão mas com um olhar tão vazio e sem vida que parecia ser algo morto Ou perdido quando ele se aproximou a figura desapareceu nas sombras o oficial relatou que por um instante ele teve a sensação de que estava sendo transportado para o passado como se estivesse olhando para um momento da Batalha observando uma versão distorcida Do Futuro Ele se sentiu deslocado no tempo como se tivesse
sido condenado a reviver aquela guerra eterna e o pesadelo que atingiu Hitler nas semanas anteriores se tornasse de certa forma a realidade deles também para os soldados em campo a presença do invisível parecia se intensificar com cada dia que passava mesmo quando lutavam para manter o controle de uma área começavam a ver soldados caídos se levantando novamente não como Fantasmas mas como ecos da Morte revivendo as batalhas e Os horrores que nunca terminavam um soldado que já estava em seus últimos dias de serviço Jurava ter visto seu próprio corpo caído olhando para ele com uma
expressão de desgosto como se o próprio destino o estivesse chamando de volta ao longo de janeiro e fevereiro de quando a batalha finalmente se aproximava de seu ponto culminante Hitler pareceu finalmente ceder a própria previsão sombria que o havia Atormentado durante as noites anteriores a resistência Soviética se tornava cada vez mais impenetrável e as tropas alemãs estavam sendo empurradas para dentro das armadilhas que eles mesmos haviam preparado quando a derrota em Stalingrado finalmente aconteceu e o exército soviético cercou com completamente as forças de Hitler a sensação de fatalismo Sobrenatural parecia finalmente se concretizar os homens
que sobreviveram ao cerco quando Finalmente foram libertados ou capturados falavam de uma sensação indescritível que os acompanhava a sensação de que estavam todos presos em uma teia do destino como se as forças do além tivessem decidido pelo fim de Hitler e a Batalha de Stalingrado fosse apenas um reflexo do desfecho inevitável da Guerra os soldados descreviam o som da neve batendo nas botas enquanto marchavam em direção ao cerco como o Eco da Morte que aguardava todos enquanto os Gritos dos Soldados caídos ainda ecoavam por suas mentes como se os espíritos da Batalha estivessem eternamente presentes
na cidade e assim enquanto Hitler estava afastado de sua própria intuição a história da Batalha de Stalingrado não só marcou o fim de suas forças Mas também de maneira simbólica selou o destino do regime que ele havia criado a Premonição de sua própria derrota teve um peso maior do que qualquer exército inimigo se você gostou desses relatos Não se esqueça de deixar seu like comentar o que achou e se inscrever no canal para não perder nenhuma história Ah e se você assistiu até o final deixe um emoji de fantasma nos comentários assim eu saberei que
você é um dos Corajosos que que enfrentaram as histórias até o fim e se quiser fazer parte da nossa comunidade e ter acesso a benefícios exclusivos torne-se membro do canal isso fortalece ainda mais nossa Comunidade dos