E aí, [Música]? Bom dia! O baile se aproxima agora nos microfones para fazer a sua participação, né?
Cantar o hino: o Hino Nacional! Inn, e aí, a discreta, como sempre, não é, Lady Gaga? E aí, já empunhando o microfone, agora igualmente de cada um?
E aí, [Música]? O Cardeal Dom Pedro II! [Música] [Aplausos] [Música] E aí, [Música]?
E aí, G1? E aí, e aí? [Música] O filho do Espírito Santo: "Ave Maria, cheia de graça, é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
" Vou orar por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós. Do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
A ideia de gravar essa pequena aula é, vou tentar fazer de forma mais resumida. O Círio é para tratar de um tema que é muito pouco conhecido entre os brasileiros. Talvez seja um pouco mais conhecido entre os franceses, mas no Brasil, infelizmente, o conhecido ou se dá o crédito a isso, né?
Trata-se do Noé SMU; penso que essa é a tradução mais adequada, porque esse vazia, né? E Noé, e nós vamos encontrar mais a referência a esse tema como do próprio hebraico, né? Norte, aí, porque então a gente vai encontrar essa referência como nós Tide Onor, quismo no achismo, mas para a língua portuguesa, penso que a tradução melhor é No Smo.
Então, vamos falar um pouquinho sobre esse tema e do que se trata. Mas antes de falar, própria medida o tema, é necessário fazer uma pequena revisão histórica do assunto. Primeiramente, um pequeno esclarecimento: o que eu vou falar aqui não é sobre "hoje, o Deus", mas sim sobre o judaísmo.
É necessário fazer primeiramente uma distinção entre o judaísmo bíblico e o judaísmo pós-bíblico. O judaísmo bíblico do Antigo Testamento, né, na realidade, ele é uma figura da Igreja Católica, né? Porque Deus revelou uma única religião e essa religião se desenvolve em fases, né?
E no Antigo Testamento, ela estava se desenvolvendo em fase de sinais e símbolos que prefiguravam a vinda do Messias, nosso Senhor Jesus Cristo. Bom, então, desde já, da revelação até Abraão e a Promessa da descendência de Abraão, viria esse Messias. O edital se cumpriu, né, de Abraão, Isaque, e Isaque, Jacó, o Israel, Israel e Judá, e Judá, Davi, até a descendência de nosso Senhor Jesus Cristo.
Tipo, consuma assim, né? O Antigo Testamento se consuma com a vida do nosso Senhor, que ocorre. Porém, que o povo eleito, povo escolhido, né, por Deus, para ser portador dessa verdade e para ser também dessa raça que viria, ou seja, dessa raça aqui, o Messias viria.
Deus teve canário, ocorre desse povo, né? Como sabemos, o rejeitou, o Messias. E dessa rejeição, o Messias é, nem ocorre o pecado de dissídio, ou seja, ele escondendo uma morte: o Messias, Deus encarnado.
E a partir daí, né, desse momento dramático da cruz, surge, então, esse novo judaísmo, o judaísmo. O Espírito estava por isso que a teologia católica sempre ensinou que, na cruz, aquele judeu que compreendeu que o Antigo Testamento se realiza e se cumpria na vida do Messias, nosso Senhor Jesus Cristo, vão formar a Igreja Católica. E aqueles judeus que recusaram o plano de Deus, o plano de salvação que Deus tinha para a humanidade, vão se transformar, né, nos judeus modernos, nesse judaísmo pós-bíblico.
Então, a história desses últimos dois mil anos vai ter como centro esse conflito entre a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo e a sinagoga de Satanás. Ou seja, a sinagoga, baseada não mais na Bíblia, né, no Antigo Testamento, mas sim no Talmude, que é uma compilação de prefeitos jurídicos, morais e sociais que o povo judeu utiliza desde então. Ocorre que o Talmude começa a ser compilado e a ser escrito, sobretudo, a partir, né, da segunda revolta do povo judeu contra a autoridade romana.
A primeira revolta acontece no ano 70 e culmina com a destruição do Templo, e a segunda revolta, no século II, durante o governo do Imperador Adriano. A partir daí, então, o Talmude começa a ser compilado. Primeiramente, a partir da Mishná, e depois vai demorar se juntar, né, e a junção desses dois vai formar o Talmude.
E o Talmude continua crescendo com o passar dos anos, nas gerações, e cada geração de rabinos vai se acrescentando nossos comentários, e dessa forma, então, o Talmude veio aumentando. Então, o que eu vou falar aqui, né, sobre o Noé SMU, é em grande parte retirado do Talmude. Tá bom?
Bom, então, o que diz a religião católica? A religião católica diz que, em função do pecado original, Deus então prometeu ao homem decaído, logo após essa queda, a redenção. Essa intenção só poderia ser feita por Deus, para que a ofensa feita contra Deus, e que tem valor infinito, fosse paga por alguém também de valor infinito.
E ao mesmo tempo que essa pessoa de valor infinito se fosse Deus, também que fosse homem. E assim, a ofensa seria reparada. Então, daí a promessa do Salvador e Messias, né?
O redentor da humanidade, que se cumpre em nosso Senhor Jesus Cristo. Então, essa era a doutrina da salvação, uma soteriologia, doutrina da salvação. E o ponquio, os judeus, é, o judaísmo pós-bíblico, que não aceitaram que o Messias prometido se tivesse vindo da maneira como veio.
É porque, em dado momento da história desse povo, eles fizeram uma deturpação do Antigo Testamento, daquele dito pelos profetas a respeito desse Messias, e passaram a considerar esse Messias. . .
De forma carnal, de forma material, de maneira que eles então pretendiam um Messias e desce a eles a governança sobre toda a humanidade, uma espécie de rei, é mais um rei carnal, material, não um rei espiritual. É nem tanto. O Messias veio pobre, nasceu num estábulo, onde todas as profecias se cumprem nele.
Mas os judeus não o aceitaram porque não viram nele o desejo que tinham alimentado durante vários séculos, provavelmente desde o cativeiro da Babilônia. Então, os judeus vão desenvolver uma nova soteriologia, uma nova doutrina da salvação. E essa nova doutrina da salvação estabelece o povo judeu como sendo fundamental para a salvação da humanidade.
Seria então o povo judeu, por pertencer ou por fazer parte dessa eleição de Deus desde o princípio, seriam eles então o povo ou a casta sacerdotal do restante da humanidade, qual desde aí nós teremos uma visão de salvação e uma humanidade distinta no catolicismo, né? E aí a palavra catolicismo tem o sentido de universal. A salvação é oferecida a todos e é para todos.
Porém, só que isso que aceitam o sacrifício da cruz, o sangue derramado por Nosso Senhor, só esses vão ser salvos. Mas a salvação é oferecida para todos, para toda a humanidade, independente de tempo, local, espaço, raça, condição social. A salvação é para todos.
E nessa soteriologia judaica do Judaísmo pós-bíblico talmúdico, há uma distinção, uma distinção entre os seres humanos que existem, e os judeus e os não-judeus. E aí o meu Deus já tem a sua salvação assegurada simplesmente pelo fato de serem judeus. Os não-judeus, na verdade, estão buscando a sua salvação, mas só poderão obtê-la através dos judeus.
O único meio de salvação, o sinal de Deus, é através dos judeus. Dessa forma, nessa sua teologia rabínica, os judeus se transformam em sacerdotes de toda a humanidade, são pontífices. E o objetivo desse, no sentido de ponte, é ser intermediários entre a humanidade e Deus.
A salvação, a partir disso, eles estabeleceram então o objetivo, e esse objetivo os colocaria acima da humanidade, e a humanidade estaria subserviente a eles, necessitando dessa intermediação para a sua salvação. No entanto, a Igreja Católica tinha uma sociologia, uma doutrina de salvação completamente diferente. E passou a representar um obstáculo para eles.
Porque a Igreja Católica, como nós sabemos, embora tenha começado na cruz, vai se tornar algo realmente grande a partir da conversão do Imperador Constantino e de todo o Império Romano no século III. Então, na Igreja Católica, a partir dessa conversão do Império Romano, ela vai se cumprir também as profecias do Antigo Testamento, sobre todas as profecias de Daniel, e ela vai tentar realmente o beta desse Império Romano, mas o Império Romano espiritual, né? A Roma eterna, para assegurar a salvação de todos os povos, de todos os homens.
Então, ela vai se tornar uma rocha e um grande obstáculo para essa visão messiânica do Judaísmo pós-bíblico, do Judaísmo talmúdico. E, durante a Idade Média, né, nós sabemos como, praticamente mil anos, que se forma na Europa aquilo que nós chamamos de cristandade. E essa cristandade então, muito bem fundamentada, vai impedir que esse objetivo, que esse projeto, que esse plano judaico de dominação sobre a humanidade se concretize.
No século XII, naquela região onde mais tarde será a Espanha, e aí um aninho sido como filósofo, né, porque sabemos que a península ibérica foi ocupada pelos islâmicos, né, os mouros, durante um bom tempo, há 800 anos. O povo judeu que ali vivia foi muito favorecido pela ocupação moura e, então, ali se formaram escolas rabínicas, onde eles puderam desenvolver esses centros de estudos dessa soteriologia avessa a Nosso Senhor Jesus Cristo. E nessa escola rabínica, surgiu a figura de Maimônides, considerado filósofo, mas na realidade um rabino, o portador dessa doutrina e comentador dessa doutrina do Talmude.
E ali então ele vai se referir a essa chamada religião de Noé, ou noísmo. E como seria isso? Seria assim: os judeus, tendo sido o povo escolhido por Deus, teriam sua salvação assegurada.
O restante da humanidade necessitaria de Deus como meio de salvação, sendo eles então os portadores dessa salvação. Aqui eles fazem uma subversão da dupla evangélica. Quando Nosso Senhor disse para a samaritana: "A salvação vem dos judeus", ele faz essa referência.
Ele estava a caminho de Jerusalém e disse para a samaritana, porque a samaritana tinha um antigo reino de Israel que tinha apostatado e, depois da ocupação, passou a adorar os ídolos, os falsos deuses, e, portanto, não perderam a fé. A fé se conservou, então, no reino de Judá, onde ficava o templo. Nossa Senhor estava fazendo referência ao templo da verdadeira religião, né?
O que do reino de Judá. Bom, e que, de fato, daquela descendência de Judá, dos judeus, não haveria salvação em Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, no entanto, colocam essa frase: "O Evangelho da Salvação vem dos judeus", ainda como sendo os judeus os portadores da salvação, coisa que nós sabemos, né, quando começamos a nossa aula, de que essa antiga aliança com o povo judeu foi desfeita no momento em que Nosso Senhor morreu na cruz.
Esse judaísmo que nasce da cruz já não tem mais uma função, já não tem mais uma finalidade. Na verdade, já não tem mais uma missão salvífica para a humanidade. Pelo contrário, ele já deixa até de ser uma religião propriamente dita, porque ficou desprovido de templo, de sacerdócio e de sacrifício.
Ah, mas, nem tanto. Maimônides então vai retomar essa ideia do Talmude. A religião de nossa região de Noé seria, então, para o restante da humanidade, a humanidade como o filho de Noé.
É lembrando que o dilúvio destruiu toda a superfície da Terra e somente a família de Noé sobreviveu. Portanto, toda a descendência do mundo pode ser luveana e de Noé. Então, de acordo com o Talmud, os homens são da descendência de Noé, e por isso devem obedecer às leis que Deus deixou, que, de acordo com eles, foram sete.
Essas leis garantem a paz e a felicidade da humanidade. Os judeus, por outro lado, não estão sujeitos às leis de Noé. A história faz uma distinção entre a humanidade, que segue as leis de Moisés, e a filha que segue as leis de Noé.
Os judeus, seguidores das leis de Moisés, são considerados sacerdotes e os não-judeus seriam uma espécie de humanidade inferior e sujeita às leis de Noé. Pois bem, a porta aberta por Bruno, não é isso mesmo? Ela vai começar com o movimento humanista no século XIV.
Já havia, ao longo da Idade Média, várias tentativas, mas a Fortaleza Cristã estava bem fundamentada. Essas ameaças eram expedidas quando conseguiam entrar na Cidadela; acreditava-se que seriam expelidos nós, heresias. No entanto, depois do desenvolvimento econômico das cidades italianas, das cidades independentes e republicanas italianas do Norte, sobretudo de Veneza, e depois também das cidades da região da Toscana, o desenvolvimento econômico e a atuação das bancas pelo poder da usura e da especulação financeira começaram a tomar corpo com uma nova mentalidade.
Essa mentalidade favoreceu enormemente a causa do humanismo e combinações dessa visão com a visão humanista. Fazendo aqui um resumo histórico, que não dá para fazer de maneira muito aprofundada, a questão teria que tratar cada tema desses mais especificamente. Sabemos que o humanismo se relaciona ao protestantismo e a revolução protestante vai abrir as portas da cristandade, rompendo-a e favorecendo essa causa.
Essa teologia traça uma doutrina de salvação do judaísmo pós-bíblico, e os protestantes favorecem enormemente isso, porque vão introduzir a divisão na cristandade, vão rapinar os bens da igreja, as propriedades, as terras e os tesouros da igreja, e vão, sobretudo, convencer os governantes a uma nova maneira de entender o governo. Consequência disso, vai ser a fundação da maçonaria na Inglaterra em 1717, pelos protestantes de McAnderson, considerado o fundador oficial da maçonaria. Em 1723, nas suas constituições maçônicas, ele já vai estabelecer como objetivo da maçonaria o noísmo, ou seja, submeter a humanidade toda às leis de Noé, que, claro, mas esse não é SMU, também pode ser conhecido a partir daí como a Fraternidade Universal.
A Fraternidade Universal é baseada no naturalismo, ou seja, os homens são irmãos ao nível natural, não mais pela graça, sem a necessidade de batismo e da redenção, que vai se dar pelos judeus na era messiânica judaico-cristã. A maçonaria, como sabemos, vai trabalhar para romper o dique da cristandade de dentro dos países que ainda eram católicos e vai combinar isso com a Revolução Francesa de 1789. Na Revolução Francesa, então, ela vai trazer para os judeus aquele benefício que até então eles não tinham: a liberdade religiosa, sobretudo a partir de Napoleão, e a igualdade jurídica.
A partir daí, então, eles vão viver em países católicos e nos países protestantes; já gozavam de um certo status, e a partir das revoluções liberais do século XIX, eles vão conseguir seu objetivo, tendo já o ouro das nações, dominando os meios de comunicação e os meios mais influentes de formação universitária. E aí a ação se intensifica no século XIX. Um rabino do governo chamado Elias Bernabéu vai retomar de forma mais precisa o projeto do Noísmo.
Ele vai escrever um livro chamado "Israel e a Humanidade" e ele vai, esse povo, esse projeto, na verdade, tratar exclusivamente de uma relação à Igreja Católica. De acordo com o rabino Elias, não era necessário a destruição da Igreja Católica como tal, mas, sim, a remodelação da Igreja Católica, para que a Igreja Católica não fosse mais um empecilho, um obstáculo para a consumação dessa religião universal, dessa fraternidade universal. Ele pretende unificar todas as religiões, unindo-as sem destruí-las, desde que essas religiões reconheçam Deus como sendo um só.
Todos acreditam em Deus, mas não de forma subjetiva; todos acreditam em Deus, e esse Deus depende de cada povo, de cada região e do tempo, a história desse povo. Então, todos os deuses, na realidade, seriam manifestações diferentes do mesmo Deus, do mesmo princípio de divindade. E, uma vez que todas as religiões concordem com isso, elas continuarão existindo.
No entanto, o catolicismo reservava para si alguns pontos que eram contrários a essa unificação, uma das religiões, primeiro. Até a Encarnação, a hora de todas as religiões: budismo, hinduísmo, judaísmo, religiões aborígenes, todas elas partem do princípio de que é o homem quem, a partir dos seus próprios esforços, se eleva até a divindade. A Encarnação da doutrina católica é o contrário.
O homem, eu quisesse, e se faz, é Deus; é que desce da sua divindade, se fazendo um homem para nos salvar, para nos resgatar. Então, Deus se encarna e se torna homem. Eu disse que as outras religiões, absolutamente em contrário, é o homem se fazendo Deus.
Na religião católica, é Deus que se faz homem. O segundo: a Santíssima Trindade. O meu dente aqui, todas as religiões concordam que Deus é um só e, portanto, Deus não é uno e Trino.
Deus é um Deus, não se encarnou, não existe Pai, Filho e Espírito Santo. O terceiro: sacerdócio, e nenhuma religião tem função sacerdotal. O sangue de católica, porque é a única que mantém a noção de sacrifício, noção de tempo, morada de Deus, sacrifício através dos sacerdotes.
Então, ele sabe, não consegue dizer que esses três elementos têm que desaparecer do catolicismo, ou seja, a negação da divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nosso Senhor Jesus Cristo deve ser ensinado como apenas um homem, um profeta, mas nunca como Deus encarnado. Isso tem que ser removido da doutrina católica, ainda que gradativamente.
A foto é chegada, chegará o momento em que as pessoas, naturalmente, vão perder essa noção de que Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus. Ah, e dessa forma, então, elimina-se o conceito de Santíssima Trindade, e, eliminando o conceito de Santíssima Trindade e de Encarnação, chegaremos ao ponto de eliminação da própria missa. Tudo bem, então, aqui nesse ponto, né, começa a história do Concílio Vaticano II, e ele é um pedido de namoro zaga do século 19.
Mas nós sabemos que, a partir desse projeto maçônico e judaico-maçônico, né, do novo, aí mesmo, vai começar a se desenvolver um plano de assalto à Igreja Católica, a partir de dentro, não mais de fora, mas a partir de dentro. Em Lisboa, neon segue, tinha um colaborador chamado, aí me falem, que era católico, que quis se converter ao judaísmo, e ele disse assim: “não, não é necessário que você se converta ao judaísmo, você será mais útil à nossa causa como católico. É necessário fazer a mudança da doutrina católica por dentro; não tentando fazer isso por fora, mas por dentro.
” E é esse movimento, então, que São Pio Décimo vai denunciar na sua famosa Encíclica Pascendi. Mobiliza exatamente isso: os inimigos agora não estão mais fora da Igreja, estão, sobretudo, dentro; por isso, são mais perigosos. Então, nós sabemos que os modernistas, depois da morte de São Pio Décimo, o que tentou, né, dentro do que foi possível, combater esse movimento, mas eles vão retornar.
Ah, mas de forma mais feroz e de forma mais dissimulada, porém, mais resoluta a conseguir essa vitória dentro da Igreja. E para isso, então, eles vão desenvolver uma nova teologia, né, a nova teologia. Essa nova teologia vai triunfar a partir da morte de Pio 12 e da eleição de Angelo Roncalli como o Papa que vai assumir o nome de João XXIII.
São João XXIII vai convocar o Concílio e, a partir desse Concílio, essa nova doutrina, e essa doutrina do Noé SMU, ela vai entrar na Igreja, a partir, sobretudo, de um documento chamado "Nostrum". Aqui, ele vai dar corpo à Igreja conciliar, essa Igreja nascida do caos, que não é propriamente a Igreja, mas é uma associação de homens que ocuparão os cargos eclesiásticos mais importantes. E são eles que vão dar força, né, que vão, através do seu poder, fazer com que essa nova doutrina de salvação, que diz que a salvação da humanidade não se realiza por Nosso Senhor Jesus Cristo, mas vai se realizar com o povo judeu.
Eles dizem isso muito claramente, né, que o povo judeu nunca perdeu a sua missão salvífica e que a antiga aliança nunca foi revogada por Deus, continua em vigor, e que, portanto, são os judeus nossos irmãos maiores, através deles, é que nós obteremos a salvação. Então, antes de falar da… é preciso um documento, nosso de Tati e da história desse documento, e como é que isso foi tomando forma antes, durante e depois do Concílio, e vai dizer o seguinte: aqui é a ideia de se fazer uma espécie de Parlamento das religiões, unificando todas as religiões do mundo a partir do seu mínimo denominador comum. O restante, mente, que isso exclui o catolicismo romano, data já do século 19 e já teve um preto com a primeira tentativa, ou uma criatura da sociedade teosófica, madame Blavatsky.
Bom, e até, não deu muito resultado. Bom, e depois a deve estar tentativa frustrada de criar esse fala menos religiões, eles vão fazer primeiramente uma ideia de unificação política e geopolítica, né, que vai resultar na Organização das Nações Unidas, né, oficialmente, a partir de 1948, a Segunda Guerra Mundial. Só depois disso, então, é que eles vão passar para esse projeto maior, que é a unificação de todas as religiões do mundo, que assim chamado "diálogo inter-religioso", ou também pode ser chamado de acordo com Elias Benamor, deve, é como o catolicismo de Israel.
Nós vamos ver como o Concílio Vaticano II trabalha nesse sentido, e mudando a teologia católica, principalmente, né, na relação com os judeus e adotando a teologia judaica de salvação, a sua teologia judaica como o povo de missão salvífica para a humanidade. Isso vai dar forma à chamada Igreja conciliar. Negra, seja conciliar, evidentemente, ela tem um período de transição até a formação final desse catolicismo de Israel, esse "diálogo", ou dessa fraternidade universal.
Bom, então, a Segunda Guerra Mundial é um ponto-chave, é importante para a gente entender esse processo, porque foi a partir da Segunda Guerra Mundial que uma nova narrativa histórica vai tomar corpo e vai colocar, então, os judeus como protagonistas. Da história, durante esses dois mil anos, e por outro lado, vai colocar a Igreja Católica como a antagonista da história, a perseguidora. Isso vai ser feito principalmente por um historiador judeu francês chamado Jules Isaac.
E aí, a fazer o Isaac vai ser uma figura-chave para a formatação desse documento Nostra Aetate e do próprio Concílio Vaticano II. Consultando aqui, né, Michele, obrigando-se a estudar o mito da substituição, a religião no Akida, a religião de Noé, onde vai citando aqui a famosa conferência de Cílios Berg, na Suíça. E, a partir da Segunda Guerra Mundial, as organizações judaicas começaram a desafiar o mundo cristão quanto à necessidade de revisar o ensino da Igreja sobre o judaísmo, a necessidade de rever a história dos últimos dois mil anos.
E, como eu já disse, isso vai resultar numa inversão de papéis: a Igreja colocada como a antagonista, a vilã, assim dizer, e os judeus como as vítimas perseguidas ao longo da história. Daí, então, porque o meu termo "anti-semita" vai passar a ser aplicado a todos aqueles que são contrários a esse projeto messiânico de dominação mundial dos judeus, através desse catolicismo de Israel, inimigo do catolicismo romano e de Nosso Senhor Jesus Cristo. O que nós temos?
46 sob os auspícios das organizações judaicas americanas e britânicas. Aqui vale citar, como uma das mais influentes, a B'nai B'rith, né, que é uma maçonaria exclusivamente judaica, fundada no século XIX. Os Filhos da Aliança, em uma conferência realizada em Rockport, reuniram católicos e protestantes para discutir os problemas surgidos após a guerra.
Foi um simples contato em uma segunda conferência internacional, organizada em Cílios Berg, na Suíça, para tratar do problema do antissemitismo. Em particular, em grande parte, foi uma reunião de especialistas; entre 60 participantes estava o padre Dorr. E, por sua vez, já com a Rita, não pode participar da conferência, mas ele enviou uma calorosa mensagem de incentivo.
Porém, o personagem-chave, de fato, foi Jules Isaac. A conferência foi encerrada com o documento intitulado "Os Dez Pontos", um vernáculo do qual devemos mencionar apenas os seguintes: número 5 - rebaixar o judaísmo bíblico para exaltar o cristianismo; número 6 - evitar usar a palavra de Deus no sentido exclusivo de "Inimigos de Jesus", ou a frase "inimigo de Jesus" para designar todo o povo judeu; número 7 - evitar apresentar a paixão de uma forma que seja odiosa, na sentença de morte de Jesus, e que essa sentença de morte recai sobre todos os judeus ou apenas sobre alguns. A opinião impede que o povo de Deus seja réprobo, maldito, a quem está reservado um destino de sofrimento.
Então, o objetivo desta conferência decididamente era fazer uma pressão midiática, política e econômica sobre a Igreja Católica para que ela mudasse a sua doutrina com relação à questão dos judeus. E, aparentemente, isso parecia não ter uma consequência maior, mas, como nós veremos, essa simples mudança de eixo faz com que toda a doutrina da Igreja seja modificada. E o juiz aqui nós temos que vai ter uma participação muito influente, principalmente sobre Ângelo Roncalli, que era núncio apostólico nessa ocasião em Paris.
Jules Isaac teve vários encontros privados com ele para tratar desse tema e, a partir daí, a Penha Hybrid vai entrar em contato com o Cardeal Agostino Casaroli. O motivo é muito favorável a essa revisão da doutrina católica com relação aos judeus, sobretudo por aquilo que se passou na Segunda Guerra Mundial, durante a Alemanha nazista. Em 1948, Jules Isaac fundou a Amizade Judaico-Cristã, cujo objetivo é claramente afirmado: a retificação do ensino cristão.
Então, a partir daqui, a Igreja Católica passa a sofrer uma espécie de pressão ou de acusação formal de ser ela a responsável pela perseguição dos nazistas durante o regime de Adolf Hitler, na Alemanha, aos judeus. E essa perseguição só se efetivou devido aos dois mil anos de ensinamento católico contra os judeus. Assim, a Igreja Católica teria sido a grande disseminadora do antissemitismo.
Mas nós já vimos aqui, né, que esse antissemitismo, na realidade, se torna uma espécie de arma contra a doutrina católica. Essa é a questão histórica da perseguição dos judeus, que sofreram durante o regime de Adolf Hitler. É um outro ponto que ainda precisa ser devidamente esclarecido.
Um toque começa a atividade intensa das organizações judaicas. É definitivo: os dez pontos de Lisberg e os 21 pontos de Jules Isaac, sonho de Jesus, Israel, um livro escrito pelos juízes, foram distribuídos por toda parte. Nessa época, o Isaac foi convencido a entrevistar o chefe da Igreja Católica.
Então, ele vai tentar o primeiro contato com o papa reinante, que era Pio XII. E Pio XII vai recebê-lo, mas de forma muito breve, no dia 16 de outubro de 1949, em Castel Gandolfo. Isaac, então, ficou bastante desapontado com essa primeira tentativa, encontrando-se com Pio XII, que não foi nada receptivo a essa ideia.
Porém bastaria, então, esperar a morte do papa, né? Uma coisa que não demorou muito para acontecer: em 1958, Pio XII faleceu e foi ele substituído por Ângelo Roncalli, que assumiu o papado com o nome de João XXIII. Em 1959, Placa Mayer e Daniel Meyer, fundadores do Centro para o Estudo de Problemas Atuais, intimamente ligados à Liga Anti-Difamação, nossa associação, que foi criada em 1913 pela B'nai B'rith, se encontram com Isaac no Hotel Terminus, em Paris.
Eles falam sobre o possível contato com João XXIII. O juiz Isaac aprova; João XXIII havia lançado a ideia de convocar um Concílio alguns meses antes. Uma comissão preparatória foi criada, da qual muitos teólogos e homens eminentes participaram.
Mas um contra-concílio estava se preparando pelas costas e teve que suplantar a verdadeira hora da chegada. Abundantemente no livro, né? Ou para quem já teve a oportunidade de ler, ou quem não leu, recomendo a leitura desse livro.
O Reno se lança no Tibre e, bom, então é essa. Este livro mostra, né, os bastidores desse golpe de Estado que aconteceu logo após a convocação do Concílio e toda a preparação que havia sido feita pela comissão preparadora, que fez os primeiros esquemas que mais tarde acabaram, né, sendo rejeitados. E colocou, então, toda essa agenda, né, para o judaísmo seguir adiante durante o Concílio, mas tudo isso muito bem dissimulado, muito bem disfarçado, com aquela linguagem, né, é prolixa, é aquela linguagem ambígua que caracteriza os textos do Concílio Vaticano II da nova teologia.
É verdade que as más línguas diziam que o Cardeal Déia era um judeu de decoração; não se sabe se ele era um judeu racial, mas que ele amava o Judaísmo e se prontificou a ajudar na causa. O Isaac obteve um apoio maior do que ele poderia esperar, pois tinha muita dificuldade. Ele conseguiu uma audiência com João XXIII no dia treze de junho de 1960.
Nesta ocasião, Isac deu um memorando intitulado "Necessidade de uma reforma do ensino cristão sobre Israel. " Nesse livro, o juro de Isaac fez uma acusação formal não só à Igreja Católica, mas a nosso Senhor Jesus Cristo, como ter um filho responsável durante doze mil anos de perseguição. Meu Deus!
Ele faz uma acusação formal a todos os santos, todos os papas e todos os concílios da Igreja. Durante esse encontro entre Isac e João XXIII, o próprio juiz Isaac anotou que João XXIII respondeu que ele não tinha o direito de ter mais do que esperança, mas que ele não era um monarca absoluto. E, aliás, que ele tinha o direito de ter mais do que esperança, corrigindo aqui a realidade.
João XXIII não garantiu nada para ele, mas disse que poderia ficar muito mais esperançoso porque João XXIII iria tentar fazer alguma coisa, embora não fosse um monarca absoluto. Após a partida de Isaac, João XXIII fez um esforço para fazer entender claramente aos funcionários da Cúria Vaticana que se esperava uma firme e condenação do antissemitismo católico durante o Concílio que acabaram de convocar. Essa condenação do antissemitismo católico possuía, na realidade, a condenação do próprio catolicismo romano de toda a história da Igreja.
Desde então, um grande número de intercâmbios ocorreu entre os escritórios do Concílio e o Comitê Judaico Americano, a Liga Anti-Difamação. Essas associações judaicas souberam fazer com que suas vozes fossem ouvidas fortemente em Roma. Na verdade, o juiz aqui trabalhou por peça; ele não foi o único.
O rabino Arão, do Seminário Teológico Judaico de Nova York, trinta anos antes, ouviu falar do cardeal belga pela primeira vez em Berlim. Tentou encontrar o cardeal de uma bomba. Nessa ocasião, os dois homens discutiram dois arquivos preparados pelo Comitê Judaico Americano, um sobre a imagem do Deus nos hinos católicos e outro de 23 páginas sobre elementos antes da liturgia católica.
Portanto, tinha que mudar também a liturgia católica. Ele afirmou que esperava que o Conselho fosse capaz de ensinar os católicos a qualquer sugestão de que os judeus eram uma raça amaldiçoada. Assim, apresentou: "O Conselho não deve, de forma alguma, exortar os judeus a se converterem ao cristianismo.
" A partir daqui, né, a Igreja, né, sua hierarquia, vai começar a abandonar por completo em cima de dois mil anos de caridade fraterna com relação a Deus, para que Ele se converta sem a verdadeira fé. Está bom? O erro me importando, trabalhoso na redação de um texto sobre o judaísmo, no Comunicado do Padre Val, e o risco João ou Ferrache, membro da equipe de ideia.
A declaração, contendo uma clara reputação da acusação de decidi, seria apresentada na primeira sessão do Concílio, que seria aberta em onze de outubro de 1962. E aí? Tá bom, então nós vamos ver como a pressão vai se intensificando durante o Concílio.
Durante, né, as sessões do Concílio, foi lançada também a peça teatral "O Vigário", que devolveu rostos que alumiavam Pio XII, acusando-o de colaboração com os nazistas na perseguição aos judeus. Essa peça de teatro resultou numa enorme pressão sobre os bispos que estavam nas sessões, a tal ponto que um grupo de padres se apressou em escrever o famoso livro "A Comprou contra a Igreja", nada sobre o que você dorme, Maurício Finder. E também, outro que foi muito ativo nesse processo, que viu o desastre se aproximando, né, e procurou alertar os bispos no Concílio, foi o Conde Leão de Construção.
Ele escreveu vários livros, procurando demonstrar que o que se tratava era do judaísmo internacional, para que a Igreja Católica cedesse em pontos que ela não poderia ceder. O que significava, então, né, a renúncia de todo o ensinamento da Igreja ao longo de dois mil anos. E aqui temos também um outro texto, outro propósito, né, de John Vennari, falando sobre essa questão dessas relações, né, que vão acontecer a partir do Concílio Vaticano II.
Mas, para maiores informações, podem ler a declaração "Nostra Aetate". Inicialmente, era para tratar exclusivamente dessa questão judaica, mas tá aqui, ó. Qualquer coisa que não ficasse muito clara, eles incluíram as outras religiões, né?
E é a partir daí que vai nascer, dentro do Concílio, né, a ideia final de liberdade religiosa, que é o caminho aberto, a porta aberta para um novo. . .
um novo. . .
aí para o catolicismo desvairado. Então, João Vennari começa a citar aqui, né, esse artigo da época do Papa Bento XVI, e ele vai dizer que o Papa Bento XVI, embora tenha feito algumas coisas boas. .
. Como por exemplo a restauração da missa Prudentina. Ele continuou seguindo os passos dos seus predecessores, né, na implementação, escondendo as novas orientações do Concílio Vaticano II, especialmente aparentes, assim como o Papa Bento XVI lida com o feudalismo moderno que se baseia no ensinamento do Concílio sobre os judeus, encontrado no documento "Nossa".
Ele está aqui; essa nova orientação não tem quase nada em comum com a tradição da Igreja de dois mil anos. O Cardeal Porr corte, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos do Vaticano, fez o discurso de três de maio, objeto evangélico de Roma, onde aplaudiu a dedicação do Papa Bento XVI à mostra e Tati e seus desenvolvimentos subsequentes. Quatro elogiou o Cardeal Ratzinger por artigos inovadores na área das relações católicas.
Ele passou a celebrar o Papa Bento XVI como um homem comprometido com a nova abordagem do Concílio Vaticano II, e elogiou Bento XVI por seguir exatamente os passos do Papa João Paulo II. Hum, hum, hum, e essa nova orientação com relação aos judeus, logo após o Concílio, vai se dividir em várias frentes, né? Primeiro, com relação ao ensino nas universidades católicas, os professores de teologia e de história para rever toda essa relação entre a Igreja Católica e o Judaísmo e fazer que a ligação final de semana aqui antes, né, colocando os judeus como vítimas e perseguidos pela Copa da Igreja Católica.
É importante a Igreja Católica se ver no momento histórico de rever sua doutrina, corrigindo sua doutrina e favorecendo os judeus. Nesses pontos, depois, vão se criar uma série de organizações em conjunto que vão estabelecer de forma mais clara essas relações judaico-cristãs. Dentre elas, a comunidade Santo Egídio, e aí se estabeleceu depois, responsável pelos grandes encontros de Assis promovidos pelo Papa João Paulo II em 1986.
A comunidade de Santo Egídio, aí vocês vão ver que vai aparecer muito claramente, não é? O símbolo da religião de Noé, são dois: o arco-íris ou as cores do arco-íris e a pomba com ramo no bico. E nós vamos ver aqui uma constante na Igreja, na nova teologia do Concílio Vaticano II, nos documentos do Concílio Vaticano II e nesses encontros inter-religiosos que são feitos no que diz respeito a João Paulo II.
Outros são os gestos espetaculares que todos os Papas conciliares vão fazer a partir daí. Paulo VI, visita ao. .
. Paulo VI, depoente; Paulo VI visita Jerusalém, vai ao Muro das Lamentações e passa a usar o peitoral que representava as doze tribos de Israel, que era utilizado no momento da condenação à morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. João Paulo II vai a Auschwitz em 1979 e declara que Auschwitz é o Calvário da humanidade, uma referência clara da substituição da Redenção de Nosso Senhor pela religião do holocausto, o holocausto tianismo, e na qual Auschwitz se torna o Calvário da humanidade.
Depois teremos o Papa Bento XVI também em Auschwitz, dizendo que onde? Onde estava? Acusando Deus de silêncio naquele momento e sofrimento do Povo de Deus.
É uma constante, né? A visitação à Jerusalém, ao Muro das Lamentações e aos vídeos; todos os Papas conciliares têm que fazer isso. E o texto-chave do Nota-Touch, o Sexto, está no quarto capítulo, no documento.
A parte do documento diz: "Dada esta grande herança espiritual, como uma questão de Deus, é o desejo deste sagrado Concílio promover e recomendar o conhecimento e a estima mútua. Os judeus não devem ser apresentados como rejeitados por Deus ou malditos, como se isso resultasse das Escrituras. " A Igreja deve fora toda a perseguição e outras manifestações de antissemitismo, seja em corpo, seja em época.
E quem foi o responsável? Ah, tá aqui. Macumaria, esclarecimento que deve ser feito.
João Bernardo faz muito bem aqui. É claro que nenhum católico pode ser a favor de maus-tratos aos judeus ou a qualquer outra pessoa; isso é um dado adquirido. O que é preocupante, no entanto, é a ambiguidade contida na frase: "Os judeus não devem ser apresentados como rejeitados por Deus ou amaldiçoados, como se isso decorresse das Escrituras.
" Essa frase carece das distinções necessárias. Primeiro lugar: todos nós somos membros de uma raça maldita, a raça humana. Em 29, das e, católico, mas entrou neste mundo machado com o pecado original.
Como o filho de Adão e Eva, nós nascemos assim. O Abade Maranhão explica: "Inimigos de Deus, os alvos ensina. Na verdade, minha culpa nasce em pecado; minha mãe me concebeu.
" São Paulo afirma: "Porque somos por natureza filhos da ira. " Todos nós nascemos como parte do reino de Satanás. Para ser deste reino, precisamos ser salvos.
O eminente Monsenhor José Clíper 80 explica: "O processo de salvação requer uma transferência do reino de Satanás para o reino de Deus. " Este reino de Deus, de acordo com a antiga doutrina dos dois Reis, é a Igreja Católica, a única sociedade sobrenatural que foi estabelecida por Cristo, na qual a salvação pode ser encontrada. O processo de salvação, como observa, é semelhante a ser salvo de um barco a remo que está afundando, onde o indivíduo certamente oferecerá e será transferido para um transatlântico, o digno do mar.
Essa transferência necessária do reino de Satanás para o reino de Deus requer o batismo e a aceitação de Jesus Cristo e sua revelação divina. Quem crer e for batizado será salvo; quem não crer será condenado. E isso não se aplica a todas as pessoas da Terra, sejam judias, muçulmanos, hindus ou humanistas seculares.
Todos nós nascemos assim como parte de uma raça maldita. A única maneira de nos libertar dessa maldição, a única maneira de sair do reino de Satanás, é deixar o império do diabo e se transferir para a única igreja verdadeira de Cristo e se manter. Em estado de graça, por meio abração, Deus sagradas o outro.
Outra frase que precisa ser esclarecida desse documento: nós crê-tac, tornou obsoleto o anterior. Em seguida, nós, portátil, falha em fazer uma distinção crucial entre os judeus como indivíduos e a religião judaica. É verdade que Deus não está sob uma maldição que impede sua salvação, uma vez que nossa história sagrada está repleta de judeus convertidos que deixaram a religião, a sinagoga, e abraçaram a Igreja Católica.
O que hoje é chamado de religião judaica, porém, não é de Deus, pois se baseia na rejeição do Messias. Nossa Senhora advertiu os judeus de seus dias e, portanto, eu vos digo que o reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dá os seus frutos. Da mesma forma, São Paulo escreve que a nova aliança de Cristo tornou obsoleta a anterior.
O Monsenhor José Felipe, onde tem um tom afirmativo da doutrina infalível e imutável de dois milênios, explica que a unidade social mais antiga, a religião judaica da antiga aliança, tinha sido a Eclésia de Deus, mas perdeu seu status de Eclésia, ou Reino de Deus na Terra, por causa de sua rejeição formal do Messias. Nosso Senhor Jesus Cristo substituiu a antiga aliança com sua nova aliança, por sua paixão e morte na cruz e o estabelecimento de sua Igreja. Esta nova organização, como o remanescente fiel de Israel, passou a ser a Eclésia em um sentido muito mais completo e efetivo do que a outra havia sido.
Assim, expoente então a sociedade que o romano pontífice preside, a chamada Igreja, não simplesmente pelo fato de ter uma comunidade ou organização religiosa, mas, na verdade, em última instância, porque esta sociedade é o Reino de Deus na Terra, a Assembleia do Povo da Aliança Divina, a unidade social a partir da qual não há salvação. Essas ações são cruciais e não se encontram nas ambiguidades de Nossa de Tati, é mais um exemplo do Vaticano II, como documentos essencialmente falhos. As ambiguidades deliberadas e as opções cruciais no texto abrem a porta para uma nova teologia nunca vista na história da Igreja.
Esta nova interpretação tornou-se a interpretação oficial do concílio pelo Vaticano pós-conciliar. Me mostre, Tati, fala dos laços espirituais que reúnem judeus e cristãos, do grande patrimônio espiritual como ambos. Esta nova abordagem não fala mais da infidelidade de Israel, mas de sua fidelidade.
O escritor judeu Azar Landau exaltou que, graças ao Vaticano II, "a doutrina da Igreja realmente sofreu uma mudança total". O fato de nós, Tetax, ser um texto revolucionário, em descompasso com 12 mil anos de Magistério católico, é celebrado. Como já foi observado pelo próprio Cardeal Corte, ele chama os livros de Nossa de Tati de a "bússola crucial" que efetuou uma realização fundamental da Igreja Católica após o Concílio.
Essa nova orientação desafia a própria natureza da verdade objetiva, também desafia o ensino de fé do Concílio Vaticano I, bem como o juramento contra o modernismo, os quais obrigam os a verdadeira doutrina sagrada no mesmo sentido e na mesma explicação que a Igreja sempre sustentou. A nova orientação da metade é um exemplo notável do modernismo em ação. Não foi por acaso que o Papa Paulo VI, tão logo terminou o Concílio, aboliu o juramento anti-modernista instituído por São Pio X.
Isso se tornou explícito, que estava em Cristo, após a elevação de João Paulo II ao papado. Ele disse que um de seus deveres principais, como o papa, era tornar explícito que estava em Cristo. Não consigo, foi isso que motivou suas ações ecumênicas, suas reuniões inter-religiosas em Assis e outros programas revolucionários.
Da mesma forma, toda a sua abordagem do judaísmo, incluindo o fato de ser o primeiro papa a visitar uma sinagoga, fez parte do processo de tornar explícito que estava implícito no Vaticano II. Em seu máximo, 1982, o Papa João Paulo II declarou em um discurso sobre as relações católicas que a nossa herança espiritual comum é particularmente significativa ao nível da nossa fé no único Deus, único, bom e misericordioso, que ama os homens e os leva a Malú, o mestre da história, do destino dos homens, que é nosso pai e que escolheu Israel, a oliveira cultivada, da qual foi despertado um ramo de oliveira selvagem. O Papa João Paulo II também falou de um empreendimento conjunto com judeus como uma estreita colaboração à qual somos chamados por nossa herança comum, ou seja, o serviço ao homem.
Jacques de Ram, o renovado escritor católico na França, explica sucintamente a novidade das palavras de João Paulo II: "temos duas novas ideias; escreve Madiha: a noção de que judeus e católicos adoram o mesmo Deus e um chamado para judeus e católicos trabalharem em estreita colaboração", duas ideias que parecem derivadas da lógica do Concílio, embora o texto conciliar não tenha chegado a ser explicado tão claramente. Sobre o que disse João Paulo II, a nova atitude da Igreja pós-conciliar em relação aos judeus foi tornada ainda mais explícita nas Notas para uma Apresentação Correta dos Judeus e do Judaísmo na Pregação e Catequese da Igreja Católica de 1985, publicadas pela Comissão do Vaticano para as Relações Religiosas com os Judeus. Este documento do Vaticano foi aprovado por João Paulo II, que o ratificou como estando em linha com seu próprio pensamento.
O texto do Vaticano diz: "Atentos ao mesmo Deus que falou em Dourados, na mesma palavra, devemos testemunhar uma mesma memória e uma esperança comum, naquele que é o mestre da história. Devemos também aceitar nossa responsabilidade de preparar o mundo para a vinda do Messias. A vinda do Messias não veio.
Trabalhando juntos pela justiça social, pelo respeito pelos direitos das pessoas e das nações, e pela reconciliação social e internacional, para isso somos levados, judeus e cristãos, pelo mandamento de amar o próximo. " Por uma esperança comum pelo Reino de Deus. E o reino de Deus não é a igreja da terra.
E, pela grande herança dos Profetas, transmitida em breve pela catequese, tal concepção ensinaria os jovens cristãos de maneira prática a cooperar com judeus, indo além do simples de aula. Assim, este documento, de 1985, do Vaticano, com o Cardeal Joseph Ratzinger como chefe da Congregação para a Doutrina da Fé, está pouco a pouco convidando os católicos a cooperar com judeus na preparação para a vinda do Messias. Novamente, Madiha observa: "Essa ideia, totalmente estranha para o turismo, é um conceito tradicional da teologia judaica em sua visão do papel das religiões derivadas do judaísmo.
Uma indicação oficial disso é a declaração feita pelo Grão Rabinato da França, em 16 de abril de 1973, na qual é liberado o espírito dos maiores teólogos de Deus, para os quais a missão da religião derivada do judaísmo, centro catolicismo, é preparar a humanidade para o advento da era messiânica, anunciada pela vida e suas diretrizes. " De maio a junho de 1985, Roma atribuiu ao catolicismo o lugar e a função que lhe foi atribuída pela teologia judaica. Assim, só se compreende a que ponto nós chegamos aqui, quanto à traição desses purpurados.
E o nosso Senhor Jesus Cristo levou a esposa de Cristo. E esse compreende também o porquê da reforma litúrgica, reforma que não deveria se chamar reforma, e sim destruição litúrgica. Isso se compreende a partir dessa nova teologia e dessa nova compreensão, dessa nova tomada de consciência da Igreja Conciliar, submetendo-se à autoridade do rabinato.
A sua concepção de salvação messiânica se compreende porque a missa transformou-se no memorial da Santa Ceia, o mistério pascal, e não mais no sacrifício e na renovação do sacrifício incruento. Percebe-se, gradativamente, o caminho aberto para a construção dessa fraternidade universal, agora a passos largos no pontificado do Papa Francisco e na declaração de Abu Dhabi, novamente marcada pelo símbolo da religião de Noé: a pomba com ramo no bico e as cores do arco-íris. Como podemos ver, muito claramente, nesta Encíclica recente do Papa Francisco, a "Fratelli Tutti", a todos irmãos, a todos irmãos e sob a autoridade dos irmãos mais velhos.
E aí, salve Maria! Ficamos por aqui e continuaremos numa outra ocasião aprofundando mais esse assunto. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.