Olá, moçada! Bom dia! Tudo bem?
Espero encontrá-los todos em paz, dispostos para mais um dia. Espero que de boas coisas, de boas reflexões, de boas decisões, que é o que importa hoje, 26 de março, com uma meditação de Marco Aurélio, extraída das suas Meditações, intitulada pelos nossos autores de "O que governa sua razão orientadora". Cito Marco Aurélio: "como tua razão orientadora governa a si mesma, pois nisso está a chave de tudo.
O que mais restar, esteja no Poder da Tua escolha ou não, não passa de um cadáver e fumaça. " Eu gostei da primeira parte da reflexão dos nossos autores, que dizem: "Ah, reflexão que diz o seguinte: o satirista romano Juvenal é famoso por esta pergunta, uma frase que hoje em dia nós temos usado bastante, infelizmente, por conta da atuação do nosso Supremo, que é 'quis custodiet ipsos custodes? ' Quem vigia os vigilantes?
" Então, ok, o Supremo Tribunal Federal é responsável por uma justa e adequada interpretação das leis que governam as nossas ações, o nosso cotidiano em território nacional. Perfeito. E quem vigia os vigilantes?
Eles nos vigiam para ver se nós estamos agindo corretamente, mas e os próprios vigilantes? Eles são governados por quais interesses? Eles são governados por quais inclinações?
E essa é a pergunta que Marco Aurélio faz a respeito, obviamente, do indivíduo tomado nele mesmo. Perfeito: a razão governa a minha ação; assim deve ser. Nós temos aprendido isso daqui: uma vida sensata, uma vida que faça com que nós façamos boas escolhas.
E boas escolhas significam uma escolha prudencial que avalia a realidade como é. Mas existe algo que contamina esse princípio racional. Existe algo que determina de forma diversa esse princípio racional que eu utilizo para tocar a minha vida.
Entendem? Então agora é assim: se a razão governa, o que afeta a razão? E aí, os nossos autores, nesse comentário, dizem o seguinte: "Olha, é importante que nós estejamos sempre atentos a novos conhecimentos surgidos de outras áreas, especialmente nós que estamos no século XXI.
Tem muita coisa nova surgindo sobre estudos da mente, estudos do funcionamento cerebral, estudos em psicologia, estudos em biologia, tudo para nós entendermos também aquilo que afeta esse princípio necessário para conduzirmos as nossas escolhas da melhor maneira possível. " Então, o que os nossos autores sugerem é exatamente isso: estejamos atentos à natureza, à nossa natureza, às suas limitações, às suas possibilidades, para que nós possamos exatamente extrair da vida o melhor que ela pode oferecer, entendendo, inclusive, os nossos limites. Todos nós aqui estamos de acordo sobre o fato de que não é fácil tomar decisões sensatas o tempo todo, porque nós somos também tocados por elementos passionais, por elementos que nos tiram desse eixo da racionalidade.
Então, conhecer a natureza humana também em seus mais variados aspectos é absolutamente fundamental para nós entendermos aquilo que deve ser hegemônico em nós. Eu separei um quadrinho aqui! Hoje eu tô inaugurando um quadrinho novo.
Como eu uso muito quadro, eu não gosto de certas tecnologias como escrever lá num padzinho. Um quadro é um pouquinho maior! Olha essa palavra aqui em grego!
Olha que coisa linda! Aqui em cima tá em grego propriamente dito. Esse espírito aqui em cima, essa marcação aqui em cima, é um som aspirado.
Então, a gente faz "re regic", que vai dar "hegemônico" em português. Olha aqui, transliterado agora para caracteres latinos que recuperam o som da palavra original: "regicom", que em Marco Aurélio vem exatamente como a razão governante, a razão orientadora. Cuidado com as contaminações sobre a razão governante!
Cuidado com aquilo que pode contaminar a sua razão orientadora! Quanto mais nós pudermos deixar protegida essa razão orientadora hegemônica, melhor. Essa é uma grande preocupação dos filósofos antigos, desde sempre.
E elas são extraídas de experiências cotidianas! Quando já disse isso aqui, insisto: quando é que nós fazemos bobagem na vida, de modo geral? Quando nós nos deixamos levar completamente, cegamente, pelas emoções.
As emoções são um lado importantíssimo da nossa vida, mas elas devem ser governadas. Elas devem nos impulsionar para um rumo determinado, hegemonicamente, pela razão orientadora. O que frequentemente acontece é que nós nos abandonamos a um princípio hegemônico que não é a razão orientadora.
E daí nós temos os resultados que temos. Antes de fazer essa meditação aqui, a Bárbara acabou de entrar na área onde eu gravo e falou assim: "Nossa, a gente tava assistindo algumas notícias. Nossa, não tem uma notícia boa!
É só gente fazendo besteira na política. É só lixo! Lixo entra, lixo sai, lixo entra, lixo sai.
Não tem uma boa! " Olha, acertamos nisso, mas a resposta para isso é: nós abandonamos a racionalidade no cotidiano. Nós, que somos os votantes, exigimos a irracionalidade.
Nós exigimos a mentira. Nós não queremos a resposta mais dura, e os políticos estão atentos a isso. "Não, não, não!
Vai dar tudo certo! Agora a gente vai passar essa lei aqui! Ó, não, não vai quebrar!
Viu, gente? Vocês podem ficar tranquilos, que não vai quebrar, não! " E aí, daqui a pouco, dá aquela.
. . E aí é o que acontece não só na vida da política, mas o que acontece na nossa vida particular.
"Não, eu vou fazer essa pequena concessão aqui! Ó! Mas você vai ver como tudo vai dar certo!
" Mas isso parece absolutamente irracional! Se você pegar todos os dados e analisar de forma lógica, considerando que. .
. Você verá que o resultado não será bom! "Não, não!
Dessa vez, claro que não será bom! " E aí, depois, nós vamos reclamar do quê? Nós não temos nem o direito de reclamar!
Nós tínhamos todos os dados, nós tínhamos as informações e, mais, nós temos o princípio que pode ser usado para nos tirar desses problemas. Aí depois se. .
. O cara resolve não usar, é um problema dele. Não reclame depois, não.
Mas é porque a resposta racional, às vezes, ela nos leva a uma visão de mundo que eu não gostaria que fosse a visão de mundo. Ah, bom! Então, nesse caso, você não precisa de filosofia; você precisa de psiquiatria, porque você tá enlouquecendo!
Você tá querendo que a realidade não seja realidade. É como alguém que nasce com dois braços e diz assim: “Não, tudo bem, mas eu sou revoltado porque eu queria, na verdade, ter seis braços. ” Então, você entende que não é um problema.
Lógico, é um problema de patologia médica. Assim, deixar as bobagens de lado e ver se a razão orientadora, hegemônica, essa razão governante, se ela não tem sido contaminada por coisas exteriores que estão dando a ela um rumo diferente do papel que ela deve exercer na nossa vida. Beleza!
Beijo grande para vocês! Não deixem de comentar e de passar pro pessoal. O mês de março já está acabando e a gente continua, diariamente, aqui com as nossas reflexões históricas.
Quer falar? Bom dia, filho, pros amigos que te amam! Vem cá, vem cá!
Eita, Thalis! O Thalis já veio, já deu bom dia pra vocês. Néo tá acostumando com o ambiente novo; agora ele vem colado no papai de vez em quando, até dorme, né, filhote?
Hmmm, gostoso! Tá tudo bem pra você? Tá tudo bem?
É o viralata mais belo do Brasil, junto com Sel. Né, Sel? Você também quer dar bom dia?
Deixa o Sel dar bom dia também, já que nós estamos aqui. Cachorrinho, eu sei que tem muita gente que gosta; fala assim: “Denis, vê esses cachorrinhos, alegra o meu dia! ” Pronto, é nervosismo.
Humm. . .
Por que que você tá nervoso? Ele faz assim porque agora ele fica olhando pro Thalis, tipo tirando sarro do Thalis. Aí, na hora que o papai vai descer, ele já quer ver.
Vamos [Música] descer, lerdo! E aí, agora eles se beijam. Beijão, pessoal!
Tenham um excelente dia!