Passei meu ano novo num cativeiro. Gente, vocês me marcaram muito nesse vídeo e eu não entendi nada. É uma menina que fez um vídeo reclamando de um do que que passou ano novo um lugar ruim com a amiga. Aí a amiga apareceu, aí do nada apareceu uma outra amiga falando. A Ju até me mandou aqui falando: "Olha, são três pessoas que você já não vai entender eu sei que você não vai entender essa merda dessa pauta". Então Já tô te avisando, ó. Tem a fulana que é a menina, tem a fulana que é a dona
da casa, a menina que ficou no cativeiro, a dona da casa e a outra garota. Mas vamos ver, né? Vamos ver que eu com certeza vou continuar não entendendo nada. Mas tudo começa aqui. É isso. Tudo começa aqui com essa querida aqui. Essa aqui que vai contar a história. Nos deixaram uma condição desumana, né? É. Tá bom. >> Aquila me convida para passar o ano novo Na casa de praia dela e aí quando eu chego lá, ela simplesmente me faz dormir dentro da cabine de um caminhão do calor de 35º. Me deixa sem minhas roupas,
não me deixa usar o banheiro, não me deixa tomar banho, me deixa em uma situação totalmente precária e desumana. E eu queria saber o que de vocês fariam numa situação dessa. >> Chamava a polícia. Isso aí é cárcere. Isso aí é cárcere, pelo visto é Cativeiro mesmo. Não, mas calma aí. Ela tirou suas roupas, não deixou você tomar que >> tudo bem que eu vou te contar toda essa história. Tudo começou quando essa minha amiga me convidou para passar as férias ali, o ano novo na casa de praia dela, tá? A princípio ela falou que
tinha lugar na casa dela, que lá, >> mas tinha lugar na na no terreno. Não tinha lugar na casa assim, tinha lugar no canil, >> sofá cama que tudo virava cama lá. A mesa virava cama, o sofá virava cama, não sei o que tudo virava cama que dava para eu e meu esposo ir tranquilamente. Era só comprar passagens de ônibus e a gente ir. E eu falei: "Ótimo, perfeito, porque a gente queria descer praia mesmo, maravilha. E ainda estar com os amigos, vai ser muito legal". Aí daí passou uns dias, eu falei: "Ah, amiga, então
tem lugar aí, né? Tudo certo?" Daí ela: "Ah, então vocês vão ver que o Universo tava dando sinais, tá? Só que eu fui burra e não peguei os sinais". Aí ela falou assim: "Ah, então eh ah, não tem lugar eh para vocês dormirem, mas vocês podem vir". Daí eu falei: "Ah, tá bom, então qualquer coisa a gente leva uma barraca." E foi isso que a gente >> Ué, tá reclamando de quem? Então você já sabia que podia terminar dormindo na barraca? A pessoa de repente saiu de Não, tudo Aqui vira cama, gente. O sofá vira
cama, a mesa vira cama, o vaso sanitário vira cama, box do banheiro vira cama, tudo vira cama para não tem onde vocês dormirem. Vai dormir na praça da cidade. Aí você também pediu, né? Também não tô. A gente fez. A gente comprou uma barraca. Na verdade, primeiro a gente tentou achar uma barraca emprestada de alguém, mas ninguém tinha. Então a gente foi lá e comprou uma barraca, tudo certo. Marcamos a nossa viagem, passagem de ida e de volta para ficar lá seis dias indo na terça-feira e voltamos no domingo. Tudo OK, tudo maravilhoso. Quando chega
na segunda-feira, eu mando mensagem para essa querida e fala assim: "É, então amiga, ah, a gente precisava de uma lona para colocar embaixo da nossa barraca. Você tem aí? Era óbvio que ela tinha uma aluma na casa dela, porque assim, a casa dela não é uma casa de pessoas normais como nós, assim, não que ela não seja Uma pessoa normal, >> não. É uma casa de sequestradores, a gente já entendeu. Tem um cativeiro na casa dela. Mas como assim? Ela não é uma casa de alguma pessoas normais, gente? Mas é, >> mas tipo assim, a
casa dela também é uma empresa e é uma empresa que basicamente tudo nessa empresa é lona. Tem lona para tudo com tudo quanto é canto. Se você olhar para esse lugar você vai ver lona aqui, Lona lá. Tem muita lona. Era impossível não ter uma lona lá. Mas eu falei para ela: "Você tem lona para emprestar pra gente colocar debaixo da barraca? Se você não tiver, não tem problema. A gente leva a que a gente tem aqui em casa e tudo certo." Aí ela falou assim: "Ai, eu acho que eu tenho, eu acho que tem
aqui". E nisso eu peg falei: "Ah, então a gente não vai levar a nossa. Vamos usar que ela tem porque uma lola ia ocupar muito espaço nas malas e é uma Viagem é interestadual, né? Porque é outro estado, a gente mora em um estado e a gente ia para outro estado, na prédio de outro estado. Isso é o primeiro fato, tá gente? Isso é o menos pior de tudo. Quando chegou na terça-feira, eu a gente já tava com as malas prontas e já tínhamos saído de casa. E aí de repente ela me mandou uma mensagem:
"Ah, então eu não encontrei a lona". Eh, daí eu falei: "Nossa, e agora como que a gente vai fazer, né? Porque Eu já sei. >> Agora, meu amor, a gente vai para um hotel. >> É o de casa e a gente não trouxe porque eu achei que vocês tinham aí. Daí ela simplesmente respondeu assim com toda a grosseria e ignorância do mundo. Eh, ela respondeu assim: "Ai, eu não tenho tempo para ficar procurando lona. Eu tô trabalhando. Eu não posso parar para não ser aressa amiga ficar procurando as coisas. Aí nisso eu já fiquei tipo,
Nossa gente, mas para que tanta ignorância do nada? Porque eu só fiz uma pergunta e tipo, era só ela ter respondido, não, não encontrei e lá, entendeu? Tipo, ela foi super grossa comigo. Nessa hora a gente já tava a caminha, tipo, eh, indo, né, pra rodoviária, no caso. E aí na hora assim eu fiquei muito chateada, porque eu falei: "B, por que que ela respondeu desse jeito com essa grosseria toda, né? Qual que é a necessidade Disso?" E eu já comecei a me sentir muito mal nessa hora. A gente ainda tava indo pra rodoviária, estávamos
aqui em Curitiba ainda. >> Nessa hora você começou a se sentir mal. Não foi na parte do vem para cá, tem tem uma suí para você, para tem um banco na praça. Ah, e eu não contei isso pro meu esposo que tá bem nós dois, né? Eu falei: "Ah, deixa baixo, vamos ignorar." Às vezes, sei lá, ela tá muito ocupada, muito Corrida. Vamos deixar quieto. Vamos ter que ir agora. Já tá com a passagem comprada. Vamos ir do mesmo jeito, né? Pegamos e fomos. Am certinho. O combinado era 11 horas ela iria buscar a gente
na rodoviária. Esse era o combinado. Isso era o que ela tinha falado pra gente. A gente falou: "OK, tudo certo. Que horas a gente chegou lá na rodoviária de de lá, né, de Santa Catarina, que foi para onde a gente também indo viajar. A gente chegou Lá exatamente 11 horas, no horário combinado. Aí eu avisei a ela: "Amigui, estamos aqui". Aí ela, ai daqui uns 50 minutos eu vou nisso, gente, a minha paciência já tava assim, ó. Meu sangue já tava subindo, na verdade você não for meu. Porque eu, tipo assim, se você combinou uma
coisa, cumpre com que você combinou, não é tão difícil. Mas não é a primeira, não é a primeira coisa combinação que ela não tá cumprindo. >> E começou a chover muito, era 11 horas da noite, começou a chover muito e lá naquela rodoviária não tem cobertura, basicamente. Tipo assim, é uma rodovia rodoviária pequena, então não tem cobertura. Sem a gente começar uma olhar toda >> de Santa Catarina não tem cobertura na parte ali da do controle de passaporte na alfândega não tem cobertura. as nossas coisas, nossas malas, o nosso travesseiro, tudo começou A molhar. E
a gente falando para ela, eh, e aí você vai conseguir vir não sei que ela, ah, ela, ah, era aqui 50 minutos. Aí passava 50 minutos, então ah, era aqui 20 minutos, não sei o quê. Tipo, cada hora inventava uma desculpa nova, sabe? Eu falei: "Ah, então a gente vai tentar chamar o Nuba, porque a gente estava embaixo da chuva 11 horas da noite, depois de uma viagem de 4 horas, cansados, com fome, com vontade de ir no banheiro, na chuva, maior calor que tava Lá. E tem que ficar lá. >> Não, mas eu não
entendi. Tava chovendo. >> Falei: "Não tem um pão". Não é legal. Aí a gente falou: "Ah, vamos tentar ir de Uber". Então, tentamos por muito tempo procurar um Uber, só que a gente não tava encontrando nenhum Uber. E aí, eh, passou muito tempo, muito tempo, e ela não foi, não resolveu, ficou só falando: "Ai, continua, tentando procurar um Uber, não sei o que lá, não sei o que Lá". E não achava, gente. Deixou a gente lá na mão se ferrando embaixo da chuva, tá? Aí sei que quando deu meiaite meia, ela falou: "Ah, eu vou
acordar o meu pai então para ver se ele busca vocês". Tipo assim, falou já naquele tom eh tipo assim, ai vocês estão incomodando >> aquele tom de não tem saco de ficar buscando vocês não? Que lixo. Vocês não vão nem ter onde de dormir aqui. >> Sabe, cara, nessa nessa hora eu já tava falando pro meu marido, eu falei: "Que arrependimento de ter vindo? Que arrependimento, porque uma pessoa assim que é sem noção ao ponto de deixar a outra debaixo de chuva, sabendo que todas as nossas malas, todas as nossas coisas iam molhar e poderiam
estragar, sabe? E nem aí, vem aí vivendo a vidinha dela lá dentro da casinha dela, nem se importando, eu f muito de cara nessa hora, muito de cara. E eu queria voltar Embora, só que não tinha como, né? Então tivemos que agu >> Eu tô desesperada para ver a resposta dessa menina. Porque tem resposta da menina desesperado. Eu quero muito saber o outro lado da história. Pressão. Isso é só no começo. É muito estranho. Aí entramos dentro do carro porque daí ele foi lá buscar a gente à meia noite meia. Entramos dentro do carro. Eh,
aí a gente falou: "Licença, oi, tudo bem? Zero respostas, ninguém nem oi". Não deu, tá? Nem responderam a gente. É, ficou um clima absurdo de horrível dentro do carro. Eu falei pro: "Amor, eu tô me sentindo mal, tô me sentindo tipo desconfortável, como se a gente não fosse bem-vindo." Não tô gostando mesmo. Tô com uma sensão ruim, não tô gostando. Só que a gente estava dentro do carro deles, cara. Não tinha mais o que fazer, não tinha mais para onde fugir. Eu não sabia nem o que pensar nisso. Quando Esse abençoado que não não nos
deu nem oi, quando ele decide abrir a boca, ele fala: "Ah, é só para avisar, não vai dar para vocês dormirem na barrafa de vocês hoje. Vocês vão ter que dormir na cabine do caminhão. Aham. Aí eu Não, você tá me zoando, né? Você tá me zoando? Não, só pode estar me zoando, né? Mas fica tranquilo que tudo ainda vai piorar. E vai piorar. muito, tá? Mas não vai caber tudo nesse vídeo porque a História é muito longa. Então já curte e comenta aqui pra parte dois. >> Às vezes chovendo na cabine do caminão, é
melhor montar a barraca na cabine do caminão do que montar a barraca no trá chovendo? Eu tô muito confusa com essa história. >> Hum. Parte dois, gente. Já que ela comentou no outro vídeo que ela não tinha convidado, então vou deixar o print aqui embaixo. >> Ih, [ __ ] ela já comentou no outro Vídeo, tá calma aí. Ah, não sei qu tá procurando carro de aplicativo e achou um por 40. Tu não quer ver de irem juntos? Pode ser. Quando que ela vai? >> Ah, entendi ela falando que a gente poderia ir com uma
outra pessoa que vai ir também, não sei o que, não sei o que lá, sendo que tem muito mais essas mensagens, né? Eh, mas enfim, a gente não foi para essa outra pessoa. Essa pessoa foi sozinha e eu fui junto com Meu esposo. Ah, daí tá. Daí chegamos lá, tal, entramos na cabine do ônibus. só com a roupa do corpo e uma balinha que eles deixaram a gente ficar com essa balinha. Aí dormimos porque a gente não conseguiu dormir nada. Eu pelo menos não conseguia dormir nada por causa do calor absurdo que tava. E como
tava muito calor, precisava deixar pelo menos a janela aberta. Só que só uma das janelas do caminhão abria. Então só andava ar por um lado e ainda querendo andar o ar Era quente porque tava muito calor além dos mosquitos que entravam toda hora. Então era calor, era vontade ir no banheiro, era mosquito picando. Até que teve uma hora que eu não aguentei, tive que fazer xixi no matinho porque a gente não poôde usar o banheiro, né? Porque nem isso ela deixou a gente fazer. Aí beleza. Depois disso a gente acordou, era umas 7 da manhã
por aí. Ela tinha falado que quando a gente acordasse pra gente mandar mensagem para ela levar as Nossas malas pra gente fazer troca de roupa e tal e tal. E aí a gente ficou das 7 da manhã até 10:30, 11 horas por aí, mandando mensagem, falando: "Oi, bom dia. A gente precisa nas malas, é, a gente precisa trocar de roupa. >> Mas vocês estavam em outro lugar longe da casa, tipo num estacionamento assim. Eu não tô entendendo nada, gente. Mas ou ou essa menina tá contando muito pela metade ou porque é meio surreal assim a
história. Como assim? Eles levaram a mala e não deixaram ficar com a mala com vocês? Vocês foram para Salve Jorge, gente? É, é Turquia que vocês foram? Vocês aceitaram o job de eh montar drone de guerra na Rússia? Ah, vocês engacharam. A gente tava de roupa que a gente veio de viagem de Curitiba, né? Porque tava muito aqui não tava tão calor quanto lá. E na hora dela da da bonita responder. Ela não respondia, ela entrava online e não Respondia. A gente ligava, ela não atendia. Tipo assim, vem que a gente nem existia ali. Aí
a gente estava morrendo de sede porque muito calor. A gente teve que andar o que? Uns 4 km restaurante. Uhum. Ou três para ir. Trem, né? 3 km para ir e 3 km para voltar pra gente achar um restaurante que tinha eh razoavelmente per pra gente foi a pé. Então 6 km a pé debaixo de um sol de 30º para conseguir um lugar para poder beber água. A gente chegou nesse lugar, a Mulher ficou olhando pra gente um cara de assustado, porque a gente tava suando muito e a gente tava com roupa, tipo, não roupa
de paia, né? Tava com roupa de calor. A gente chegou lá, sentou na frente do ventilador, respiramos, tomamos, compramos alguma coisa para comer, alguma coisa para tomar. Já a gente estava morrendo de fome, morrendo de sede. A gente foi usar o banheiro dela, a gente pediu para usar o banheiro dela. Aí depois voltamos para onde a Gente estava, só que tava muito calor. Era impossível ficar lá dentro do caminhão. E a menina ainda não tinha. >> Mona. Calma aí. Por que você não pegou um um Uber e foi até a casa dela? Por que que
vocês Por que que vocês foram andando? Não tô entendendo, gente. Que história louca. >> Acordado, não respondia nem nada. A gente falou, vamos ser obrigado a ir para para perto do mar, porque é onde tem mais vento e é mais fresco. Aí a Gente foi lá, ficou um campo sentado lá e depois voltamos para pro lugar onde a gente tava. Quando a gente voltou, meu esposo foi lá falar com o pai dela e pedir pra gente poder pedir as nossas malas. Aí ele foi lá, falou: "Deu as nossas malas pra gente". Mas ela não tinha
nem dado nas caras ainda. Aí ele foi lá no na casa dela lá e chamou ela, acordou ela e tal. Daí sim que ela apareceu, mas ela já tava acordada. Ela só não queria ajudar, ela só não queria Eh fazer das nossas malas, dar nossas coisas. A gente sabe disso. Aí, enfim, deu as nossas coisas, a gente foi montar a barraca. O Natã tentou achar um um solo bom para montar a barraca, mas todos os lugares que era bom para montar eles falaram que não podia, que não dava por algum motivo. Sempre tinha motivos para
não dar pra gente montar ali. Nos colocaram tipo assim no fundo do terreno assim no cantão assim longe de tudo e todos no meio do mato que o Mato batia assim na meia canela num banhado. Tava largado lá. Nos deixaram lá, nos largaram lá. É. Aí montamos a nossa barraca porque não tinha outra escolha. Montamos lá mesmo, colocamos uma roupa e fomos direto pra praia porque a gente estava com muito calor, com a roupa aí da viagem, tava muito difícil. Fomos pra praia, passamos o dia inteiro lá, eh, porque não tinha como ficar dentro da
barraca, era muito quente. Depois Voltamos e aí a gente perguntou se a gente podia tomar um banho porque a gente estava cheio de areia e tal, viu? E aí a bonita falou que não tinha como tomar banho, não dava para tomar banho. Aí ainda meu esposo perguntou: "É, mas eh não tem banheiro na sua casa?" Aí ela falou que não, que só tinha na casa dos pais dela. E ele perguntou: "Mas então a gente não consegue tomar um banho lá?" Gente, não custava, tá? Não custava. Você falar Assim: "Olha, meus amigos estão aqui e tal,
pá." Eles sabiam que a gente estava lá, verdade? Falar assim: "Será que eles podem tomar um banho rapidinho?" Coisa simples, né? Dá um banho. É tipo assim, meio demais, né? Mas ela não fez isso. Ela deixou a gente se lascar, disse que não dava. E aí no primeiro dia a gente teve que dormir assim, a gente tomou banho no chuveirinho da praia, que vocês bem sabem que não limpa lá porque é um público, não tem como você se lavar. Então você só joga uma água. Enfim, a gente dormiu assim no leão sol, é cheio de
areia, porque nosso corpo estava cheio de areia, a gente dormiu o leão sol cheio de areia e de noite o que aconteceu? Choveu e choveu muito e como a gente estava no meio do mataga e alabou tudo lá. >> Pelo menos não precisou mais tomar banho, né? Ai que bom. >> Bapa molhou todo chado agora. Inclusive Molhou todas as nossas roupas que inclusive são todas fedidas. A gente teve que usar tipo assim roupa fedida no fim da viagem inteira porque molhou. Não, e ela aceitar continuar a situação. >> Se ficou úmido lá, não tinha lugar
nenhum pra gente que a gente pudesse estender as nossas coisas. Então ficou tudo molhado. O que a gente fazia era estender na roda do caminhão para ver se dava uma menada, mas o espaço era pequeno, então não dava para estender Todas as nossas coisas, todas as nossas roupas. E aí a gente ficou, a gente dormiu no primeiro dia, então no segundo dia, né? A gente dormiu basicamente no lençol, todo molhado e cheio de areia, porque foi as condições que eles nos deixaram. No dia seguinte, nemum sequer bom dia, nem sequer um deu tudo certo. Como
foi a alguma coisa, deu certo o lugar da barraca? Não, queridos, eles nem falaram com a gente. Eles passavam por nós e nem falavam: "Oi, não Perguntavam nada, eles passavam por nós Danis". Entendeu? Saíam, sei lá, para ir no mercado para ir fazer alguma coisa, não perguntava se a gente precisava de alguma coisa, porque a gente tava a pé. Não, a gente foi no mercado a pé várias vezes. A gente andou tipo 40 minutos a pé para ir no mercado e voltamos. Eh, cheio de sacola quando a gente voltou ainda tava chovendo também. Então, assim,
foi uma luta e eles não deram nenhum tipo de suporte. A gente, a única Coisa que a gente esperava é que a pessoa nos tratasse com respeito e dignidade, porque se eu abrir para dentro da minha casa, eu vou jantar essa pessoa. >> Calma aí. Ela não te levou para dentro da casa dela. Nem banheiro você pode usar. Você não chegou nem perto da porta. Você no máximo chegou no estacionamento. Gente, essa história não faz o menor sentido, cara. Não é possível que alguém Aceitou passar por uma situação. >> Vou oferecer alguma água, vou, entendeu?
É sempre fosse hospitalidade o nome do negócio. >> Não é hospitalidade. Hospitalidade do tipo assim, ai [ __ ] Eu fiquei com fome, ela só me serviu a janta. Mona, ela não deixou nem entrar na casa dela. Isso, o nome disso não é nem hospitalizado. Tipo assim, gom, >> eu quero te tratar uma pessoa na minha Casa bem, então eu não convido e nem permito que ela fite, tá? Mas enfim, ela eles fizeram tudo essa questão aí com a gente no primeiro dia a gente dormiu assim, foi horrível. Eu fiquei cheia de alergia por causa
da do atrito da areia, né? Fiquei cheia de alergia. A gente teve que comprar remédio para ficar tomando, para ficar passando, porque a gente ficou muito ruim mesmo por dormir no molhado e ainda na areia. E nada, nada deles ajudarem, tá? Gente, Esse vídeo também tá muito grande. Eu vou gravar a partir de sair de TikTok. >> Surrealista, tá? Tipo assim, TikTok da li assim, tá tudo não é possível. Isso aqui é loucura, >> gente. Então, na quinta-feira a gente passou o dia inteiro na praia, só que eu ri fora, né, lá da casa e
tal, porque a gente não tava se sentindo bem lá. Enfim, ficamos o dia tudo fora. De noite a gente >> Por que será, sabe? Por que que não tava Se sentindo bem? Pô, muito exigente a vocês também. A gente e tomou banho em estabelecimento comercial, a gente pagou, pediu para ele tomar banho lá e chemos banho lá, os banheiros de estabelecimentos comerciais também, pagamos para usar e tudo foi assim. A gente teve essa muito dinheiro que a gente não planejava porque a gente não imaginava que a gente teria que pagar para tomar um banho. Vocês
entendem isso? Mas foi dessa forma. E aí, eh, Durante o dia, na quinta-feira, a gente foi várias pousadas, hotel, e a gente não conseguiu vaga, não tinha vaga em nenhum lugar. Porque era temporada lá é cidade turística, cidade grande, então tava lotada, não tinha vara. A gente encontrou um camping só e a gente ia para lá, a gente tava se preparando e tal, só que a gente viu que a gente não conseguiria ir porque o camping era um valor alto a diária. E aí, tipo assim, a gente não tinha dinheiro para pagar Diária de uma
de uma hospedagem, porque a gente não foi preparado para isso. A gente foi preparado dinheiro coisas virar comer para passear, para eventuais gastos assim. pequenos dão uma diária de um camping ou de um hotel, entendeu? Porque a gente achava que a gente tava, >> [ __ ] cara, você não tem dinheiro para diária de um camping, vocês foram com R$ 5, gente. Até entendo tudo mais é caro, mas assim, [ __ ] pegava tuas coisas para casa, Mano. >> Tipo, seguro e tudo OK ali onde a gente iria ficar. Então a gente acabou quebrando a
cara nisso. Então a gente não tinha como pagar. Ou a gente pagava uma diária de algum lugar, no caso quatro diárias, né? Ou a gente ficaria com dinheiro pra gente poder se sustentar lá, comer. Até porque café da manhã, almoço, janta, café da tarde, qualquer coisa que a gente fez comer era tudo na rua, né? Tomar banho, tomar Água, tudo na rua. Então, eh, a gente teve que fazer uma escolha e a gente achou que era melhor romer, né? do que simplesmente ter um lugar para dormir, acabar passando fome, enfim, ia ser talvez pior. Aí
a gente acabou não indo pro camping, dormimos lá na quinta-feira de novo. Eh, daí na sexta eu postei uma foto no meu no meu WhatsApp e uma parente nossa viu, né? E ela perguntou: "Onde vocês estão, que pé vocês estão?" E a gente falou que >> a gente tá no inferno. Aonde vocês estão? A gente tá no inferno, tia. A gente tá abraçada no capeta. Não, gente, não, não, não, não. Isso aqui, isso aqui para mim é a pessoa tá dando na tua cara e ela ainda tá com alguma expectativa, sei lá, de da amizade,
de alguma coisa assim. A pessoa é louca. Se a pessoa fez isso tudo, a pessoa é louca, interna. Essa [ __ ] não existe. O >> que tava no litoral de Santa Catarina e ela falou que tava no litoral do Paraná e perguntou: "Vocês não querem vir para cá?" E nisso eu falei para ela que a gente queria muito porque a gente já tava há tempos tentando achar um lugar pra gente ir e não tava conseguindo. A gente tava tentando conseguir dinheiro ou achar algum lugar, enfim, mas não tava dando certo. E aí nisso ela
pegou e Mandou mensagem e chamou. Aí a gente pegou e falou: "Guria, a gente precisa muito porque a gente tá passando por isso, isso, aquilo". Só que o problema é que é muito longe porque ela tava no litoral do Paraná. E aí, enfim, só que a gente não tava mais aguentando aquela humilhação, aquela toda aquela situação que a gente tava vivendo, sabe? Eh, e aí a gente pegou e falou: "Tá, vamos dar um jeito e vamos ir". A gente pegou todo o útil o pouquinho do dinheiro que a gente ainda tinha pra gente ir de
Santa Catarina pro Paraná, porque lá a gente tinha certeza que a gente não ia passar nenhum tipo de necessidade, que eles iam ser acolhedores e tal, porque são nossos parentes e tal. Enfim, aí a gente pegou, foi até a rodoviária, nós tentamos trocar a nossa fai eh para ir para pro litoral do Paraná, só que não tinha ônibus que ia de uma cidade para outra Direto, não tinha. E aí a gente teve que ir de chofer, que é o aplicativo tipo Uber, só que lá abre o litoral. Aí, ixi, a gente pegou, nossa, eu falo
muito aí. A gente pegou e voltou para casa e falamos: "Vamos ir, vamos ir aqui, porque tudo bem, a gente vai ficar sem dinheiro, mas pelo menos a gente não vai estar nessas condições que a gente tá, a gente vai ter um banho, vai ter uma cama, né? Não vai estar dormindo no molhado, no sujo, não vai estar passando Por essa humidação e tal". E a gente decidiu ir. Eh, graças a Deus, Deus colocou pessoas muito boas assim na nossa vida no meio de toda essa história que nos ajudar. Me deram até uma água, um
mate, um milho. Umas pessoas muito boas, graças a Deus, na nossa vida, que deixaram a gente até fazer xixi, porque eu não tava aguentando mais cagar no jornal >> demais. Por exemplo, o homem do kiosque nos que a gente passou maior parte da Nossa viagem quando a gente estava lá no kiosque, porque era um lugar onde a gente foi super bem recebido, eles nos trataram muito bem, né? Eles nos deixaram usar o banheiro lá, nos deixaram tomar banho lá e tal, que é um kiosque beiramar. foram muito atenciosos e assim, meu Deus, meu Deus. Eu
falei pro Netã quando a gente foi de lá, falei: "Nossa, eu tô tô triste de sair daqui por causa do do pessoal do kiosque, porque eles são tão gente boa e Tal e ajudaram tanto a gente." E assim como eles também, a gente conheceu um motorista do chofer que ele entendeu toda a nossa história, viu, ouviu toda a nossa história e e aceitou levar a gente de Santa Catarina até o Paraná, até a rodoviária da cidade que essa minha parente estava. Eh, porque os Uber não iam aceitar por causa do tr tal temporada, o pessoal
não quer pegar BR, mas ele falou: "Não, eu levo vocês". A gente pagou então para Ele R$ 120 para ele nos levar de Santa Catarina até Pontal do Paraná, que era onde essa parente tava. A gente foi até lá até a rodoviária, na verdade. Na verdade, ele nos levou até Guaratuba, até a rodoviária de >> Eita Guaratuba. Sabe que o que que é Guaratuba, né? Entendedores entenderão. >> Guaratuba, a gente chegou na roda de Guaratuba e a gente ia pegar uma linha de ônibus para ir até a rodoviária de Pontal. Só que quando a gente
chegou lá na rodoviária de Pontal, o nosso ônibus que a gente pegaria de linha já tinha saído, porque o último ônibus era às 8 e a gente chegou lá 9:30. Mas antes disso eu esqueci de falar uma parte. Eh, quando a gente quando o chofer falou que levaria a gente, a gente começou a arrumar nossas malas e tudo. E assim ela passou por nós, a família dela passou por nós, os pais, todo mundo passou por nós, viu a gente arrumando >> e falaram graças >> as malas, viu a gente parar um tempão assim na frente
do caminhão lá com as nossas malas prontas esperando o chofer, gente. Eles passavam por nós, olhavam, iam e voltavam e não perguntavam nada. Tipo assim, que você vai, isso não é um total descaso? Porque se a pessoa tá >> não sei. Ela tá, ela tá comentando como se fosse assim, as pessoas só foram ai, Sabe que descaso. Ela tá comentando como se fosse tipo assim, quase aceitável, quase como se as pessoas tivessem agindo de uma forma assim chata, porém normal. na minha casa e do nada ela começa a arrumar as malas. Eu vou perguntar: "Nossa,
você tá indo já? Tá tudo bem? Acontece alguma >> já?" Mano, tá indo para onde, amor? Nem que chegaste chegou. >> Tá indo para onde? >> Vocês foram, montaram, passaram reto, Não perguntaram nada, muito menos disseram: "Tó". Mas enfim, fomos aí chegamos na lá na rodoviária de Guaratuba, o ônibus já tinha saído mais um perreng, né? Porque a vida não tá fácil, não. Aí a gente pegou e criar um um para poder só pior ficando cada bem mais longe da casa do até a rodoviária. >> Se bem que não, né? Paraná Curitiba no Paraná, né?
Ela voltou mais para perto, tá? até a casa, né, dessa parente que era em Pontal do Paraná. E os Uber não Queriam aceitar porque tinha que passar pelo ferro bol tudo aquilo, nes estavam falando que a fila tava muito gante. Mas enfim, gente, depois de muito muito muito tempo, já era tipo meiaoite já, a gente conseguiu um outro Uber, pagamos mais R$ 110 para ir da rodoviária de Guaratuba. A >> era mais barato ter pagado o camping, hein? ch para caramba até a casa dessa parente. Chegamos lá, graças a Deus, Tomamos um banho, >> chegamos
lá e a parente falou: "Gente, olha, infelizmente só tem aquela barraca de papelão ali para vocês morarem. Não tem banheiro." Boa noite, bateu a porta. >> Água. Ela tinha colocado a mesa pra gente. A gente comeu lá um panetonezinho, tomamos um refri, fomos super bem recebido pela família toda, graças a Deus, porque, meu Deus, a gente precisava daquilo, né? Eh, deitamos na cama, dormimos, foi a primeira vez na Viagem que a gente conseguiu dormir bem, né? Ter um bom sono. No dia seguinte, a gente tomou um café da manhã junto com eles. Fomos super bem
recebidos, fomos praia e conseguimos aproveitar os dois últimos dias de viagem. Era muito emoção. Conseguos aproveitar super bem lá. Graças a Deus e também graças a a essa a essa família que nos recebeu lá de braços abertos. Graças ao Uber que aceitou nos levar quando nenhum criando aceitar, ao chuffer também que Aceitou nos levar. >> Se você entra numa sala e tem 99 Ubers que não, >> ele nunca ia levar. Eh, enfim, há tantas pessoas boas que no meio de toda essa loucura, Deus colocou pessoas boas para nos ajudar. Então, graças a isso, a gente
consegui mais >> mais uma vez Deus abriu um pouco o você sabe, né, que Jesus trabalha de TI ultimamente. Eh, a, ele fez um bico, tirou um pausa do bico que tava fazendo Para ajudar essa menina. Ajudou ela com a família original? Não, porque aí já seria um pouco demais. Mas botou ali um Uber que fez a graça de cobrar R$ 120 >> e o aproveitar ainda as nossas férias. E foi maravilhoso, foi uma bênção. E e é isso, gente. Eu vou responder algumas alguns comentários que deixaram lá no meu outro vídeo. Eh, mas eu
vou responder em outro vídeo que esse daqui também já tá, mas eu vou só responder os Comentários, tá? E aí eu vou postando já. Vai. >> Oi, seus fofoqueiros. É, cheguei para falar. >> Essa Mona criou um perfil no TikTok só para fazer esse vídeo, tá? >> Um pouquinho com vocês sobre é esse colei que tá acontecendo aqui, tá? É, >> ela por que que ela tá vestida de aroma, >> é? Vou me apresentar. Meu nome é Tainá. Eu sou amiga dessa pessoa que >> tá sendo citada nos vídeos que estão circulando. Eh, eu não
costumo vir aqui na internet e falar muito sobre >> Ah, não, calma aí, calma aí, calma que aqu agora vou precisar ver o o coisa. Calma, então, calma. Agora que eu entendi. A a Gabriela é a menina que falou agora. Eu sabia que eu ia precisar disso. A Gabriela é a menina que falou agora. Essa menina aqui, essa menina aqui é a Tainá, que é amiga da Lana. A Lana é a menina da casa. Então essa aqui não é a nossa querida aeromoça. Ela não é a dona da casa do cativeiro. É a amiga, tá?
É a do É a do Isso >> caso o que acontece o que acontece, né? Não, publicamente assim, normalmente são meus melhores amigos e a coisas relacionadas a mim, mas nesse caso é, não é relacionada a mim, mas eu tô com uns prints e algumas conversas aqui que Eu queria mostrar para vocês também, mas vou mostrar tudo no próximo vídeo. Nesse vídeo eu queria eh falar um pouquinho sobre a pessoa que ela tá falando ali e descrashando como se fosse a pior pessoa do mundo, tá? Eh, eu queria falar um pouquinho sobre ela. É, a
minha amiga, ela é extremamente discreta, tá? Ela não gosta de exposição, ela não costuma se envolver nesse tipo de situação e desse tipo de briga. Ela não gosta dessas coisas. E foi por causa disso que eu vim Aqui, tá? Ela nunca foi uma pessoa que buscou palco, né? que queria algum um um pouquinho, né, do que os outros têm e ficar feliz com falando mal dos outros, falando mal de uma situação e distorcendo o que ela tá, o que realmente aconteceu. Eh, como eu disse nos comentários ontem de algumas publicação, da publicação dela, em alguns
comentários, eu citei que ela trabalha no circo e como é de se imaginar, não é igual um trabalho CT que Você tem o horário de entrar de saída, né? Você tem uma coisa para fazer quê? Não, não, era um circo. Cor não, gente, calma aí, calma aí. Não, não, isso muda tudo. Eu sabia que tinha alguma coisa faltando. Ela foi, ela, o caminhão era no circo. [ __ ] qual é a chance de isso acontecer? A Mona esqueceu de contar simplesmente Que ela foi dormir numa um acampamento de esse pequeno detalhe. Não, gente, calma aí.
Não, amor, namorar no >> você termina essa coisa, tem outra. É a vivência do círculo é diária e é uma coisa que não para, né? Então é óbvio que você fica o dia inteiro, ela acorda, ela faz as coisas dela, ela tem que entregar panfletos, ela tem que se apresentar no espetáculo, é muita coisa. E ainda que a gente tá de férias, né? porque senão ela teria mais faculdade para ela para fazer, porque ela faz faculdade. Eh, enfim, essa minha amiga, ela já deixou várias vezes de ir em churrascos da turma, churrascos da gente, despedida,
almoços, jantas que a gente faz por causa do trabalho dela. E a gente super entende porque que é dali que vem o dinheiro dela e ok, tudo bem, né? Mas pelo jeito não é todo mundo que entende isso, né? Eh, essa querida que Que tava apstando, ela não teve o mínimo do senso da noção de entender que ela estava lá a trabalho, ela não estava no litoral de Santa Catarina. Eh, a a lazer, né? Ela não estava lá não, ela estava lá trabalhando. E >> [ __ ] gente, pelo amor de Deus, não, calma aí,
calma aí. A menina tava no acampamento do circo dela e a outra foi lá pro circo. E a Mona tava trabalhando, ela não tava na casa de praia. A Mona trabalhando com milhão de coisas fazendo circo. E a garota desesper e enfim a pessoa que também tá sendo atacada. Vamos que eu falei, vamos falar sobre ela. Eh, ela é uma pessoa com coração enorme, ela confia muito, ela acredita muito, eh, ela deixa as coisas acontecerem e às vezes isso custa caro, né? custa a paz dela no momento e enfim, tudo que eu vou falar aqui
não é minha opinião, não é achismo, é tudo baseado em áudios e conversas que eles que elas Tiveram e eu vou estar mostrando para vocês no próximo vídeo. Eu quero deixar muito claro aqui que ninguém foi enganado, ninguém foi abandonado, ninguém eh recebeu promessa que que não foi cumprida e enfim, eu vi ontem um comentário, até respondi eh o comentário de um de um homem falando que ah, ela nem ela nem falou o nome da pessoa, eu acho que nem compensa eh fazer um vídeo falando sobre isso, né? E eu queria deixar aqui que eh
não é sobre não é por Causa do vídeo, só somente por causa de um vídeo postado na internet, é sobre você eh colocar uma pessoa como um monstro da história, né? Eh, para quem conhece a minha amiga, nunca jamais falaria isso dela, porque ela é uma pessoa muito calma, ela é uma pessoa muito zinha, ela é muito carinhosa. Então, tipo, você fala: "Meu Deus, você olha aquele vídeo, você fica angustiado porque você, a gente que conhece ela fala, fala: "Gente, não pode, que Loucura, né?" Enfim. Eh, a gente cone um grupo, a gente conversou e
ela mostrou os áudios pra gente e eu tenho todos os áudios aqui e eu vou mostrar para vocês agora no próximo vídeo que eu vou pontuar, né, coisinha por coisinha com vocês. Eh, eu também queria falar que, eh, a gente tava falando, fazendo sobre isso porque ela tá querendo engajar com mentiras, né? Se ela tivesse falando alguma coisa que fosse verdade, se fosse, né, certinho, se fosse certinho Por certinho, a gente teria, ó, be boa, ninguém estaria falando nada. Mas, pô, né, ela ela conseguiu eh me estressar na casa dela. Eu lá, eu aqui, ela
lá eu consegui me estressar. Então, por isso que eu tô aqui hoje, tá? eh eh por uma pessoa ser desleal, mentirosa. Hoje eu escolhi não ficar em silêncio por causa disso, tá? Eh, em nenhum momento teve iniciativa dela de uma conversa com a minha amiga, de pontuar o que que ela achou, o que ela achou, o que ela não Achou, eh, falar o que ela ficou mal, se ela ficou triste, se ela tava incomodada, em nenhum momento ela falou nada, tá? Eh, >> cara, esse é, eu acho que esse é um dos vídeos mais surrealistas
que já passaram por esse canal. Eu falei, tinha alguma coisa estranha, não é possível. Essa história é muito esquisita. Como assim? A menina tava cagando, andando, não sei quê. Um pequeno detalhe que muda tudo. Ela mal viu a minha amiga, no caso, na verdade, porque quando ela precisava de alguma coisa da da minha amiga, ela mandava o marido dela ir lá lá no no motor home para colocar o celular para pegar, para pegar o celular, para pegar. O caminhão motor. Todo mundo deve morar em motorom, gente, no circo. Fala que ela ia ter que dormir
no caminhão. Na verdade, era o o motorome é Melhor provavelmente do que do que a barraca. [ __ ] o que que tá aconte? Ela mandava outra pessoa ir, então ela nunca ela não sequer teve a, sabe, é, a decência de de lá falar com ela. Então, e também quando ela foi embora, ela foi embora no meio do espetáculo, tá? Ela não foi com alma fugitiva, pegou e foi embora, não falou nada. Então isso deixa >> a Mona sa Mona parada na frente, ela só esqueceu De dizer que tava na frente da tenda do circo.
Ela falando que o povo tava passando, ninguém foi perguntar o que ela tava fazendo e o povo tava correndo porque o palhaço ia sair, o malabarista ia entrar. Isso deixa claro que não faltou oportunidade para ela falar, faltou coragem e caráter mesmo, né? No caso, eh, ela não mandou uma mensagem, a falou lá, não mandou uma mensagem, não mandou um áudio, né? Não fez nada. Mas na hora De pedir para se hospedar na casa da minha amiga, ela conseguia mandar o áudio, né? Mas agora que nãoa veio postar na internet, ela preferiu eh ela preferiu
bloquear, não falar nada, bloquear minha amiga, bloquear a gente. Quando a gente tava comentando nos comentários dela o que que tava acontecendo de verdade, ela preferiu bloquear todas as pessoas, apagar todos os comentários, não é porque ela é muito corajosa, ela é muito madura. Enfim, eh, Isso é uma atitude que não é não é sobre falta de comunicação, é de evitar esse confronto direto que a gente tá tendo, né, que eh a gente teria, ela teria com a minha amiga e ela optou por uma exposição pública, né, né, pela unção de verdade, pela tentativa de
ganhar engajamento em cima da história mal contada. Então, já que ela quer eh engajamento, a gente vai >> tá lendo o chat GPT já, hein? Já tá lendo o chat GPT. >> A gente vai dar esse presente de ano novo para ela, tá? Então, estarei aquiando o vídeo, rebatendo tudo que ela tá falando, tá? No próximo vídeo eu vou explicar pontinho por pontinho com calma, tentar pelo menos eh tudo que realmente aconteceu, tá? Desde o convite que nunca existiu esse convite para ela ir lá pra casa dela e até as escolhas que ela mesma fez,
tá bom? Então, >> caso você queira, eu posso reescrever o roteiro desse vídeo de uma forma um Pouco mais ameaçadora, tá? Foi eu, foi esse vídeo, foi um preâmbulo, foi só um um um uma um introdução, uma abertura. para o vídeo de verdade que é esse. >> Voltei terminar foga de vocês. Vamos lá. Eh, só para deixar bem claro aqui como eu vou usar os áudios e conversas que ela teve com a desquerida ali, eh, é só para deixar claro que ela me autorizou, tá, eh, a postar esse vídeo, a falar Sobre o que tá
acontecendo e expor e as mentiras que estão sendo divulgadas, tá bom? Mas vamos lá pro primeiro ponto. >> Eh, em nenhum momento essa pessoa foi convidada para estar lá no no na grade de ano, tá? Eh, >> ela se convidou na maior cara de pau e inclusive foi ela mesma que sugeriu de levar a barraca, tá? Porque caso não, >> eu amei que a Mona para provar que ela foi convidada, ela botou um treco Dizendo assim: "Fulano está vendo de vir com um carro, não sei quê, por que que você não vem junto com ela?"
Isso não é um convite, é do tipo assim, eu me convidei, a pessoa aceitou e aí meio que conversou do tipo, como é que você consegue chegar aqui? Não é um convite, né? >> Caso não tivesse espaço no no motor home da minha amiga. A minha amiga falou que não tinha como porque ela estava, a namorada dela estava vindo >> para estava vindo, estava indo para lá e o irmão dela também tava. E o motor homeome dela não é aqueles grandão, é o pequenininho. Então não tinha mais lugar pra ela e o marido dormir, tá?
Então eu vou mostrar que aqui para vocês, tá? Primeiro áudio, ele se trata depois do Natal, referente a um áudio depois do Natal, que é o de feliz Natal pra minha amiga, perguntou como é que tava a praia, o circo e tal, se estava indo tudo bem. E minha amiga respondeu que Eh, >> [ __ ] como em 23 minutos de vídeo, a Mona não cita uma única vez que ela foi dormir no circo. Eu não estou conseguindo entender essa essa informação. >> Deu uma atrasada que eles iam estrear somente na sexta-feira e tal. Beleza.
Daí ela falou: "Ah, você tá no litoral, então >> não, gente, vocês me perdoem se eu perdi essa parte. Porque não é possível. Eu tô Achando impossível essa garota não ter falado que que essa [ __ ] era um circo. Impossível. Ela chama, ela em momento nenhum fala que a menina trabalhava, que era uma casa. Não, simplesmente foi na casa deles. Ah, que daqui a 20 minutos eu vou. Daqui a 20 minutos eu vou. como se a menina tivesse de cu pro alto e provavelmente a menina tava trabalhando, por isso que não conseguiu Buscar eles
na rodoviária. Eu tô apavorada. Eu perdi a parte que ela fala que era o circo. >> É o que ela falou. Entendi, amiga. É beleza. Então, então tá pro arão, pô. Vamos, eu acho que a gente vai aí, vamos tentar descer talvez. Daí daí a gente vai só pra gente poder se encontrar, >> fazer um rondai. >> Até aí tudo bem, tá maravilhoso, né? Ai, amiga, eu vou descer para Itapuá, já que você tá aí, a gente pode se encontrar, né? Fazer um rolezinho, sei lá, ir na praia, fazer alguma coisa no horário que você
tiver vago, né? Mas não para por aí, amores, né? Eh, um dia 28, 29 ela mandou para elá, a gente tava pensando em ir. Eh, o, mas meu marido vai pegar folga entre o dia 30 e o dia 4 de janeiro. Daí ela mandou o seguinte Áudio. Não sei se pode amiga. Então, eu queria ver com você. É, eu ainda tô, a gente tá pinha de ônibus, né? Porque o nosso car não tá lvando as coisas. Queria ver com vocês, sim, como a gente se hospedar na sua casa. E aí da a gente vai de
ônibus e volta de ônibus. Se os seus pais não acharam ruim e você também falou que pentear uma barraca colocando lá do seu ônibus. Não se pode >> enfim né? Ela falou que colocaria a Barraca do lado do ônibus dela. Não sabia >> ela, gente, é muita cara de pau. Não é possível. É muito surreal. E ela falou desde o início que ela foi convidada, >> podia e tal. Eu perguntou o que que a minha amiga falou, que que minha amiga achava. Daí minha amiga falou que dentro do ônibus ela achava que ia ficar muito
pequeno, porque não ia ter muito espaço, mas se ela quisesse trazer a barraca Poderia. Vou mostrar o áudio para vocês também. >> Amiga, aqui no meu ônibus eu acho que fica muita gente porque tá eu, o meu irmão aqui e a Naa vai vir para cá também. Mas se tu quiser trazer alguma coisa aqui, tu pode trazer. Enfim, né? Eh, que a gente já deixa bem claro que a gente não tá falando de um hotel, a gente não tá falando de uma hospedagem em casa, a gente tava falando sobre ela disponibilizar o local para Ela
colocar a barraca. Foi apenas isso que ela eh eh ela falou. Não teve promessa nenhuma, não teve eh nada assim que que falasse, ah, ela vai me dar isso, ela vai me dar aquilo, ah, eu vou fazer. Não, não teve, tá? Ela disponibilizou o terreno e foi isso. É somente isso. Ela falou também sobre as lonas. Ai, porque tinha Lona apertou outro lugar. >> Ah, tá vendo? Ela ela Ah, acabei de lembrar que ela não falou do negócio da Lona. Acabei de lembrar que ela falou no negócio da Lona, que ela falou que ela trabalha
num treco que também é um treco comercial e que tem muita lona, como se o circo tivesse 5 milhão de lona disponível para pra doida poder ficar em cima. E outra gente, ela dá entender o tempo inteiro de que a Mona tinha chamado ela para lá e de repente não tinha mais, sendo que a Mona, tipo assim, ela foi ela a ela que pediu para ir e ela falou: "Olha, se você quiser, tem um espacinho aqui para você armar a barraca". Agora faz todo sentido ela não disponibilizar nem o banheiro, eles se virarem, sabe? [
__ ] que pariu, eu tô chocada. Ah, porque como assim? Não tinha lona, óbvia que tinha. Ela não queria dar, amiga. Não tinha, não tinha lona. Sabe por quê? Porque as lonas que tem disponíveis são as lonas que são eh do da empresa, né? Elas têm funções Específicas paraa empresa e nem tudo que é necessário lona, tinha lona lá. >> Mas isso você não quis falar no seu vídeo, né? Isso você não quis perguntar, isso você ignorou. E outra, a nossa amiga, que você tanto fala mal, ela te avisou às 3 da tarde que ela
não ia ter mais lona, que ela não ia não não conseguiu achar a lona. O seu ônibus era só as 7:20. Onde que você tava que você não conseguiu pegar a lona na sua casa? Conta pra gente. Porque é porque a gente tinha saído. Amiga, você mora onde? 4, 5, 6, 7, 4 horas para chegar na rodoviária. Preocupante. Ela também reclamou do transporte que o pai dela é perto da minha amiga demorou para para ir buscar eles. No dia 29/12, a minha amiga mandou uma mensagem para ela falando que ela não poderia buscar. >> Amiga,
não vou conseguir te buscar porque o espetáculo é às 8:30 e termina umas 10. Aí a menina falou: "Vai ter espetáculo amanhã?" Aí outra falou: "Eu acho que a gente vai chegar umas 10 e pouco. Qualquer coisa a gente fica lá esperando o espetáculo acabar. Meu pai vai pegar Naas 11 e pouquinho. Eu peço para ele pegar vocês junto. Car, eles >> claramente tava todo mundo trabalhando, Mona, eu estava tendo espetáculo, que o que o que foi falado sobre essas 23 horas foi: "A minha namorada vai chegar Lá por 23 e pouco. Se quiser esperar
ela chegar, meu pai vai buscar ela." Foi somente isso. Em nenhum momento ela prometeu para você que ia te ia te buscar no rodoviário. Em nenhum momento. Quem decidiu esperar a namorada dela foi você. Foi você e seu marido. Por quê? Porque não quiseram pagar os R$ 50 que o Uber tava, o R99 tava pedindo, não quiseram baixar o chofer e o Uber que tava mais barato não aceitava porque no dia estava tendo show, estava tendo Apresentação do circo e estava chovendo. É óbvio que eles não iam aceitar por preço baixo. Isso é só pensar
um pouquinho, né? Mas enfim, o pai dela foi buscar ela sem obrigação nenhuma, que a obrigação não era dele de buscar. E ele foi, falou com eles dentro do carro e eles só falavam: "Aham, tá, uhum, tá bom, eu vou puxar papo com alguém que fica falando assim comigo, vou nada". Acho que dou total razão pro pai dela. Se tivesse, se não tivesse falado nada, Ia dar total razão. Daí chegou lá e me colocaram para dormir numa cabine de ônibus. Moça, tudo bom? Colocaram você para dormir. Obrigaram, né? Porque quando você tava lá, o que
foi dito foi para vocês não pegarem chuva montando barraca, a gente disponibiliza o que tava óbvio, o que tava óbvio no na própria história dela já tava óbvio que assim eh você a gente vocês não a gente não vai deixar vocês montarem a barraca e vai deixar vocês dormirem dentro do Caminhão porque tá chovendo para vocês não pegarem chuva montar na barraca. Tá aqui o lugar ainda disponibilizar. Gente, eu tô apavorada com essa história. Apavorada. apavorada >> a cabine do caminhão. Vocês querem dormir na cabine do caminhão? Foi isso que foi dito. E vocês falaram:
"Ai, tudo bem, vou pegar, só preciso de uma bolsa que é que >> obrigaram você. Não faz menor sentido. Não fazia menor sentido. Como assim? Te obrigaram a dormir no caminhão. Sequestraram as suas coisas, te trancaram dentro da da caçamba. >> Tem minhas minhas coentes minhas coisinhas pessoais. O pai dela falou: "Beleza, vocês entraram pro no caminhão, o pessoal foi cada um pro seu local. Beleza. A namorada da nossa amiga chegou às 3 da manhã, 2as da manhã. Você achou mesmo que ela iria acordar às 7 só porque você Estava lá depois dela ter trabalhado
o dia inteiro, feito entrega de panfleta, ter feito apresentação, ido buscar você, voltado, arrumado as coisas que ela tinha que arrumar tudas as coisas. Ela ia acordar cedinho? Amiga, poxa, assim se complica, né? Né? A gente, né? Que que não faz essa correria inteira, a gente acorda sete. Mas ok. Vamos lá, próximo ponto, né? É. Ai, porque meu colocaram um lá no fundo, não sei o quê. Moça, você queria ficar Onde? Na frente do circo, na entrada das pessoas. O que que acontece? Hum. Onde você queria ficar, me fale, porque os locais que você queria
ficar não dá. >> Mona, desculpa, eu tô muito [ __ ] Você é muito mau caráter. Desculpa. [ __ ] que pariu, tô muito chocada com essa pauta. >> Não, não dava para ficar porque era passagem, eram locais que não podia, realmente. Mas vamos assim, gente. Ai, não estava me sentindo bem. Eu não me Senti bem. A gente fez um planejamento anual das para essa viagem. Vocês não estavam se sentindo bem. Era só vocês terem falado com ela, pegado as suas coisas e ido embora, não fugido igual dois ratos. Coisa feia, meu Deus. Mas enfim,
eh, eles não se sentiram bem, eles foram, não tinham dinheiro, não tinham isso, não tinham aquilo, não tinha. Imagina se eles tivessem se preparado, não, não tivessem se preparado, né? Porque eles se prepararam o ano inteiro, segundo o vídeo dela. Enfim, gente, é isso. Eu acho que cada um tem que fazer as coisas do jeito certinho, né? E da próxima vez programar certinho, ver o que tem que fazer e alugar alguma coisa para vocês não pedir para ficar na casa dos outros igual você fez. Tá bom? Juro, juro. Essa aqui é a Lena, que é
a menina que que trabalha no circo. >> Feliz Natal, querida. >> Vamos ver se agora você melhora, né? Que Você deixas as pessoas no váco. Será que agora com esse Natal você vai melhorar? Vai parar de deixar eu no váco, por gentileza? Tá. >> Entendi, amiga. Eh, beleza. Então, tá pro ar. Então, pô, vamos, eu acho que a gente vai aí, vamos tentar descer talvez um ano novo aí. Daí daí a gente vai só pra gente poder se encontrar, >> fazer um rolê. Gente, agora eu tô entendendo porque que vocês queriam que eu tanto que
eu reagisse a esse vídeo. Ei, amiga, então eu queria ver com você. Eh, eu, a gente tava pensando em ir de ônibus, né, porque o nosso carro não tá lá, aquelas coisas. Queria ver com vocês se tem como a gente se hospedar na sua casa. E aí, daí a gente vai de ônibus e volta de ônibus. Se se os seus pés não achariam ruim e você também. Qualquer coisa a gente pode levar uma barraca, coloca do lado do seu ônibus. Não sei se pode também, mas se for o casa, né? Ela falou, falou do meu
banheiro, tá aqui, ó, meu banheiro. Eu não tenho água no meu banheiro, não tenho um chuveiro no meu banheiro, porque a clarabóia dele veio com defeito. >> Ela falou que não tinha como tomar banho no banheiro dela. Ela falou: "Ué, mas Como que não tem banheiro?" Porque a menina mora no motorome quebrado ainda. >> A chuva pega tudo isso aqui, ó, e mofa tudo. Se eu botar um chuveiro ali, que é o lugar do chuveiro, que tem que ter o chuveiro ali, não tem, a umidade vai danificar mais ainda e eu vou acabar perdendo meu
teto. Por isso que eu não tenho chuveiro. Eu tenho um vaso no meu banheiro, mas a hidráulica do meu ônibus não tá funcionando. Aí ela falou: "Não, porque na casa dela tem beliche, tem Cama que vira o sofá." Aí não sei o que, não sei o que lá. Tá aí, ó, o belixe. Eu não tenho colchão no belixe. Belix de cima. Só a tranqueira. A tão famosa cama no sofá que o meu irmão que tá dormindo aqui. >> Isimo. Para com isso. >> Aí ela quer que eu tire o meu irmão para botar o marido
dela e ela para dormir na minha casa. Ó, esse aqui é o meu quarto. Tá um caos. Dá para eu fazer um vídeo depois Arrumando a minha casa com vocês e já mostrando como que é um pouco da vida no circo, como que é a moradia do circo. E eu não tenho o colchão ali porque ai ela não tem dinheiro. Ai porque pessoas de circo não tem condições, não sei o que, não sei o que lá. Não, eu não tenho um colchão aqui porque o meu ônibus tá sendo construído. Eu ainda não comprei um colchão
aqui porque essa não é a prioridade. Ainda não botei um colchão aqui em cima também Porque não é a prioridade. Ó, essa daqui é a frente da minha casa. E como eu vou mostrar aí no vídeo, no dia, ela tava totalmente alagada, tava até a canela. Tudo isso aqui tava embaixo d'água, não tinha como eu botar a barraca dela aqui. Eu tô muito [ __ ] gente. >> Então, eu vi que teve bastante gente falando: "Ai, porque você negou água para ela, você negou não sei o que para ela, você negou não sei o que
lá para Ela, sendo que toda hora que o marido dela, porque o marido dela vinha pedir coisa aqui, tá? Ela não se manifestava nem para isso. Mas ela vinha aqui e pedia as coisas, dava as coisas para ele. >> Aí eu perguntava para ele: "Ai, como é que tá lá? Tu quer alguma coisa? Tu tá precisando de alguma coisa?" Ele falava: "Não, tá de boa lá, não precisa de nada, a gente tá tranquilo". E na minha cabeça eles estavam tudo tranquilo. Eu não ia Ficar parando meu dia toda hora para ir lá bater na barraca
dela, ver se ela tá bem, sendo que eu estou aqui a trabalho. Eu não tô de férias que nem ela tá. >> Ela dizendo que tinha lona para todos os lados sem citar que era um circo e por isso tinha lona. >> Ah, questão da lona. No raciocínio dela faz sentido. Será que é um circo? Que mais vai ter é lona. Mas tá faltando lona, tanto é que Eu não tenho uma lona azul para botar ali para ficar combinando ficar bonitinho. Eu não tenho uma lona para botar no chão pro meus personagens não ficar na
água. Foi o que eu falei para ela. Eu não tenho uma lona, eu não tenho banner e eu não tive tempo de procurar um banner para você. E eu não tinha obrigação de procurar um banner para >> Porque ela não poderia pôr a barraca aí onde você gravou ao invés ao invés de ter que colocar na chuva. A moça me Perguntou por que que vocês não colocaram. >> É no lugar onde onde de trabalho, talvez. Você são imbecis. >> Ela nessa parte que você gravou, porque aqui é os fundos do circo. >> Óbvio >> aqui
é atrás da cortina. Aqui é onde o pessoal se troca, aonde fica uma movimentação muito grande, porque a gente entra em sa para se Trocar. A, >> você é maluca de perguntar isso? Aqui é a passagem pro palco. Não tem como eu botar a barraca dela aqui atrás e outra. Aqui atrás tava tudo molhado, tava tudo lagado. Aqui, ó, os bonecos tudo em cima de cadeira. Para quê? Para não pegar água que fica no chão, porque quando chove alarga tudo aqui. >> Aí a queridíssima veio se pronunciar depois. Vamos ver se ela vai dar de
maluca agora. >> No vídeo que eu vou gravar sobre isso, tá? já que a amiga dela veio se pronunciar por ela. Então eu vou falar aqui respondendo a amiga dela. Ela mostrou um áudio que eu falava assim: "Então, amiga, então a gente pode se hospedar na sua casa se tiver tudo bem para você e para os seus pais? Se tiver tudo bem para você". >> Não, Mona, vai te [ __ ] na boa. Assim, vai te [ __ ] É totalmente diferente do que você falou, que você foi convidada, Não sei que, etc. É lógico,
você deu de louca, você não ia falar: "Ai, tem como ficar na sua casa? Se seus poos gostar, eles que se fodam. [ __ ] se tiver tudo bem para você. Você é doida, tu é maluca. >> Você para os seus pais? E o que que ela disse? Sim. Ou seja, aceitou. Outra coisa, isso não foi a gente se convidando, porque a gente já falava sobre essa viagem há muito tempo. A gente ia junta pra faculdade todos os Dias e a gente sempre falava sobre a gente ir pra praia e ficar lá na casa dela.
E ela sempre falou que dava pr ir, que era pra gente ir, que ia ser legal. lá. Então, nesse áudio, eu simplesmente estava confirmando se dava pra gente se hospedar lá mesmo e se eles concordavam mesmo. E ela disse que sim e foi por isso que a gente foi. Se ela tivesse falado que não, não dava, a gente só não ia, ia ficar tudo bem, a gente não ia ficar brava a casa dela, faz falar. >> E ela fez essa primeiro que não é uma casa para começar o assunto. Segundo que você falou sobre barraca,
ela falou que barraca aqui tem espaço, grama, monta sua barraca, se vira. Ah, Mona, [ __ ] que pariu, na boa. Quiser ia dar tudo certo, entendeu? Mas ela falou que podia ir, nos recebeu lá e depois nos desprezou. Então, a gente não tá errado. Errada tá ela te abriu as portas da casa para alguém para depois. >> Nossa, Mona, vai tomar no seu cu. >> Tá essa pessoa mal. É muito simples e fácil ela ter sido transparente, sincera e falar que não dava pra gente ir falar que ia ter algum compromisso, sei lá, inventar
alguma coisa, entendeu? Mas fala que não dá. É muito mais fácil. É muito melhor do que você fazer uma pessoa sofrer horrores, porque você não quer ser sincera com ela. Outra coisa que ela falou também é que a gente saiu de lá no meio do espetáculo e que não mandamos nenhuma mensagem. Mentira, Porque a gente saiu de lá, não tinha começado o espetáculo. Aí inclusive os pais dela estavam lá na frente do portão na entrada. O tio dela também foi a única pessoa que nos ajudou de fato lá. Enquando a gente estava lá, o tio
dela nos ajudou. Eh, ele tava lá também, a gente deu tchau para ele e tal. E naquele momento eu mandei uma mensagem, um áudio para ela pelo celular do meu esposo, porque tava sem bateria. É, mandei mensagem para ela, pelo celular Dele, agradecendo por eles terem nos recebido lá e falando para que eles aproveitassem muito o resto da viagem. Ainda tive essa coragem, tá, de agradecer pelo sofrimento, mas agradeci. Então, tudo que eu falei nos meus vídeos é verdade, é de fato o que aconteceu e é o que aconteceu comigo, foi a minha experiência, foi
como eu me senti, foi o que eu vivi lá. Essa minha amiga não viveu o que eu vivi, a amiga dela, muito menos ainda, Ou qualquer outra pessoa, não viveu o que nós vivemos. Fomos nós que passamos pelo perrengue, a gente que passou ali por toda aquela situação que vocês já ouviram, não foi outra pessoa. Então, ninguém pode vir aqui e dizer: "Ai, é verdade, ai, é mentira". Porque não foi vocês e nem ninguém que passou por aquilo. Quem passou fomos nós e a gente sabe o que a gente passou. E é por isso que
a gente não quer mais falar sobre isso, por isso que esse é o último Vídeo, tá? E eu sei que a gente errou em querido, principalmente porque eu tava sentindo >> Você não você não quer mais falar sobre esse assunto porque você é uma sonça do [ __ ] Nossa, gente, eu tô muito desequilibrada. Eu tô apavorada de depois disso tudo você ainda ter tido a coragem de ir pra internet contar essa história dessa forma totalmente Distorcida. inacreditável e ainda jurar que tá certo. Isso aí é, isso aí é caso psiquiátrico na moral assim. Então
ela tava meio estranha, tava respondendo as mensagens de forma estranha e tal, mas eu não imaginava que, tipo assim, ela tava querendo nos afastar, sabe, de eu só achava se ela não tava num bom dia ou que tava trabalhando muito, que tava na correria E tal, enfim. Eh, por isso eu não levei para esse lado, tipo, nossa, ela não tá falando, sei lá, tipo, eu não pensei nisso, entendeu? Porque eu só pensei que ela tava trabalhando, tava ocupada e afim. Por isso tudo disse, se ela tivesse sido sincera, a gente teria entendido, não teria ido
e teria evitado toda esta situação, tá? Mas já perdoei, gente, porque eu tenho um bom coração. >> Então assim, eu sei que Deus tá no controle de todas as coisas. Sei que Deus tem um propósito de ser mundo. Se >> se Deus tiver no controle de todas as coisas, Mona, eu não pediria justiça divina, não. Na boa, eu não pediria. Que às vezes a gente acha que o machado vai descer pro lado do outro e às vezes desce na nossa cabeça. E lá mesmo, quando a gente tava lá, que eu tava naquele quique maravilhoso, eu
tava conversando com algumas pessoas e falando: "Eu sabia que Deus tinha um propósito naquilo, que Deus tinha Permitido aquilo para que a gente pudesse algo maior." E de fato a gente aprendeu algo maior. A gente entendeu que a gente não pode de fato realmente depender de outra pessoa ou esperar em outras pessoas ou confiar nas outras pessoas para que a gente possa viver o nosso desejo. É que a gente tem que ir por nós mesmos. Enfim, a gente aprendeu muito com essa viagem, eu creio que foi para crescimento e não faremos mais, não iremos mais.
E agora já estamos planejando a nossa próxima viagem. Vai ser incrível, vai, vamos ficar em um hotel maravilhoso, não vamos depender de ninguém e nada disso vai acontecer, vai ser maravilhoso, tá? Vai dar tudo certo. Deus tá no futuro de todas as coisas. Eh, não tenho rancor nenhum pelo que aconteceu ali. Fiquei sem chatear, me senti super mal, sim, mas já passou. Te passou, passou e agora a vida que segue. >> Achorra, gente. >> A pachorra. >> Muita gente tá perguntando por que que a gente não foi embora ler dia? Porque que a gente não
antecipou nossas passagens, não trocou? Enfim. Vou explicar, gente. Eh, assim, no primeiro dia, eu ainda tava assimilando o que tava acontecendo. Tipo, minha >> Você não foi embora porque você sabia exatamente onde você estava se metendo. Você sabia exatamente não tava caindo que de fato a gente tava Se tipo desprezado, maltratado, sabe? Sabe quando você não consegue acreditar porque a gente teve realmente uma viagem de 4 horas para chegar ali, passar por tudo aquilo e tal. Então, não tava conseguindo acreditar. No segundo dia, eh, eu fui me tocar que de fato aquilo era real e
que aquilo tava acontecendo era de noite na hora que ela negou o banho pra gente. Nessa hora eu falei: "Cara, é real. A gente tá tipo assim sendo total humilhado aqui e Desprezado." Aí a gente começou a tentar procurar um um outro lugar para ir que eu conto para vocês na parte três. Ah, enfim. E assim, gente, por que que a gente não voltou? Não, não. Eh, cancel, não tinha como cancelar a nossa passagem. A gente foi na rodoviária, como a gente comprou online, eles falaram que não dava para cancelar a passagem, que eles não
devolviam o dinheiro, só se tivesse sido compra presencial. O que dava para fazer era Transferir para outro dia, porque a passagem tem validade de um ano. Foi o que eles falaram pra gente. Eh, só que a gente não queria voltar antes. Por quê? Eu não sei vocês, mas a gente não tem condição de viajar várias vezes no ano, entendeu? A gente viaja uma vez no ano e olha lá. Então, a gente trabalhou o ano inteiro, a gente estudou o ano inteiro, a gente sabe, se desgastou o ano inteiro, a gente guardou dinheiro o ano inteiro,
a gente desejou Aquilo o ano inteiro. Então, quando chegou no dia, quando a gente estava ali, a gente não >> Ai, Mona, [ __ ] Não quero mais ouvir tua tua voz. Não juro. Apavorada. apavorada com essa pauta, a pauta mais surreal que eu já vi passar nesse nesse canal, assim, um plot twist e único. É isso, galera. Você nunca vai imaginar o que pode acontecer de uma história, né? Pois é. Um beijo.