Muito bem, bem-vindas, [risadas] bem-vindas, bem-vindos ao curso Tcelanã. É a 15ª versão e é a última versão. A gente tá com novos projetos, né? Então eu chamei a atenção de vocês para vocês participarem desse curso lindo, muito transformador. E eh eu mudei muita coisa. Quem fez a Tcelan aqui, quem já fez a TCELAN aqui, escreve aqui, por favor. Eh, tá totalmente mudada, tá muito mais profunda e extremamente mudada. Então, quem fez vai falar: "Meu Deus, isso é outro curso". E de fato, é outro curso. A aula está prevista para 1 hora e meia. A intenção
é que eu entregue a aula 1 hora15, 1:20 e eu fique aqui 10 minutinhos para responder as perguntas de vocês. Então, eh, eu vou fechar o chat de vez em quando, na maior parte do Tempo, para não ficar muita confusão aqui, para você prestar bastante atenção. Que que eu preciso de você, meu amor? Que você fique num lugar com boa internet, que você eh fique tranquila, coloque um bilhetinho assim na porta. Estou fazendo uma aula importante. Sai da 9:30 e fique aqui comigo, tá? É importante que realmente você fique comigo, que você preste atenção, pega
um caderninho, pega água, pega uma almofada, porque você pode precisar pra Contenção, vai fazer práticas corporais, tá? Então é bom, né? Espero que seja uma roupa mais confortável e preferencialmente sentada como eu estou. Não faça deitadona, relaxadona. Mas você vai dormir, [risadas] tá? Fique sentada, fique com caderno na frente, você vai precisar sentir os pés no chão, porque nós vamos fazer práticas corporais, tá bom? Para quem não me conhece, eu sou psicoterapeuta e Instrutora de mindfulness. Trabalho muito com mindfulness em formado para trauma. Tenho especialização em racom, psicoterapia racom, sistemas familiares internos, terapia dos esquemas
também, tá? e com a terapia focada na pessoa, a terapia da compaixão. Então, a gente, eu criei aqui um curso sobre trauma, mas nós vamos trabalhar com traumas ocultos. O foco é traumas ocultos, não são os traumas propriamente dito, mas a gente vai ter Que estudá-los, vai ter que falar um pouquinho sobre eles, mas vai ter práticas de contenção, caso você ative, tá bom? Eu vou dar todas as instruções. Então, por medida de segurança, quando eu abrir o chat, cuidado com que você escreve aqui, porque nesses cinco dias, né, a Tcelã tem 5 dias, você
vai aprender que nós podemos traumatizar também eh pelo que a gente escuta, pelo que a gente testemunha. Então, não é só o que aconteceu com a gente, é o que a Gente testemunha, o que a gente fica sabendo. Por quê? Porque uma uma das questões mais importantes eh do processo de traumatização é a impotência. Eu me sinto impotente. Então anota aí já. Impotência. A gente vai estar de olho na impotência. Que momentos que você se sente impotente. Então você vai escutar a história de alguém aqui, vai ficar impotente porque você não consegue ajudar. Nem eu
também vou me sentir impotente, porque não tem Como eu parar a aula para te atender. Então, cuidado com o que você escreve aqui. Você pode contar a sua história, mas não dê detalhes. Você pode falar: "Eu sofri abuso sexual". Mas não dê detalhes do abuso sexual, tá? Por segurança de todo mundo, realmente. Tá bom? Combinado? Então, todas as vezes que eu pedir alguma combinação e você concordar, coloca o dedão aqui. Coloca o dedão aqui. Aí, e assinou, né? Assinatura digital aqui, ó. Ó o dedão. Um monte de dedões aparecendo aí. Assinadura digital aqui, tá bom?
Tá, porque a gente precisa cuidar da turma inteira. A gente precisa cuidar de todo mundo. Olha quantos dedões. Nossa, eu vou me divertir. O Zoom agora todo animado. Meu Deus. Tem coraçãozinho também, tá? tem chorinho, você pode colocar suas emoções aí todas as [risadas] todas as vezes, tá bom? Todas as vezes que você sentir alguma emoção, você Quiser expressar, você pode expressar dessa forma. Levantar o dedo no vai adiantar, porque eu não vou abrir agora, eu vou responder as perguntas de vocês no chat, sempre no chat, tá bom? Muito bem. Então, agora, antes de começar,
eu preciso saber uma única palavra. Olha só, uma única palavra. Como você está agora? Como é que você chega agora? Só uma palavra, hein? Bora valendo, escrevendo aqui no chat. Depois eu vou fechar pra gente começar. Presente, apreensiva, angustiada, animada, motivada, perdida, cansada, ansiosa, expectativa, esperançosa, motivada, curiosa, tensa, triste, preocupada, perdida, travada. feliz. Tem de tudo. Olha aqui a turma toda. Expectativa, irritada, tensa, motivada, perdida, procrastinação, resfriada, curiosa. Tem muitos curiosos. Ai, a curiosidade é muito boa, né? A gente acessa a criança. Muito bem. Olha a Bet tá aqui, as minhas meninas Antigas. Uau! Cansada,
curiosa, tranquila. Tá bom. Então, agora eu vou fechar. Estabilizada. Gostei do estabilizada, né? Eh, eu vou fechar aqui o chat pra gente poder começar e pra gente se concentrar, porque é muita coisa hoje, tá bom? Então, fechando aqui e depois eu abro novamente para vocês, tá bom? Então, vamos lá, deixa eu fechar aí na próxima, quem não escreveu aí vocês. Pronto, agora tá fechado. Aí Eu vou abrir de vez em quando, tá bom? Muito bem. Então, começando a nossa aula, eu vou conversar muito com vocês porque tem muitas práticas, tá? E de vez em quando
eu vou projetar alguma coisa, tá bom? Bem de vez em quando. No meio eu vou projetar, vai ter um quadrinho que depois eu vou disponibilizar o quadrinho para vocês também, tá? Com os tipos de trauma que a gente vai estudar, tá bom? Muito bem. Que que é o curso tecilão, Né? é acolhendo a sua criança interior ferida. Então o curso a Tesselona verdade é um curso sobre traumas, mas conforme eu falei para quem chegou antes, né, a gente não vai aprofundar nos traumas propriamente dito, os traumas que a gente conhece como grandes acidentes, morte, né,
algo muito o terror mesmo. A gente não vai aprofundar nisso porque o grupo é muito grande. Nós temos 630 pessoas aqui, temos mais de 1000 pessoas inscritas, certo? E não tem Como, né? Não seria seguro eu aprofundar nos traumas com T maiúsculo, que a gente chama, daqui a pouquinho vou explicar para vocês, mas a gente não tem como. A gente vai ter que entender o que é um trauma com T maiúsculo pra gente poder acessar nossos traumas com T minúsculo, que são os nossos traumas ocultos, nossos traumas invisíveis, que pouca gente trabalha, tá? Aí a
gente vai trabalhar mais um pouquinho com os traumas, com ter Minúsculo para você poder entender talvez coisas que você sempre pesquisou, sempre teve interesse e nunca soube que tem, porque traumas com T maiúsculo você sabe que tem, né? Com T minúsculo, provavelmente você ainda não acessou, tá? Antes da gente começar, sempre antes de uma aula, todas as vezes que a gente trabalha com trauma, a gente tem que ir pro corpo, a gente tem que equilibrar esse corpo, a gente tem que desativar. Então vocês vão ver eu falando ativada, você tá ativada? Se você tá ativada
é porque você tá acessando algum sintoma traumático e a gente precisa voltar. Então não é para entrar muito na sensação do trauma, mas nós precisamos retornar com segurança. Não queremos aqui que você retraumatize. Então, por segurança, a gente vai fazer sempre uma preparação no início, deixando o teu corpo já preparado para o que eu vou falar e vou ensinar várias práticas Também de estabilização, tá bom? Então, eu trabalho, eu e Major som instrutora certificada de mindfulness, então a gente vai trabalhar com atenção plena, né? Porque mindfulness em português significa consciência plena ou atenção plena, que
vai trazer consciência para o que tá acontecendo agora. O trauma ele me sequestra, ele me faz voltar para a época do trauma que aconteceu lá na infância. Ah, e ele me rouba o momento presente. Quando eu faço o exercício de estar no momento presente, eu desativo, eu diminuo o impacto do que eu tô sentindo em relação aos traumas. Então, quando eu falar entrando em atenção plena, eu vou pedir para você se ajeitar na cadeira, sentindo os ossos do bumbum, o quadril, tá? Encoste a coluna e sinta bem os pés no chão. É importante, se você
puder estar descalço, até melhor. Senão, OK. Então, tô bem aqui com os pés aqui descalços e Sentindo os pés no chão. As mãos ficam sobre as coxas e você fica numa postura de meditação, numaura, numa postura pronta para entrar em atenção plena, para observar o que está acontecendo com você. Se for confortável para você, eu vou pedir para você fechar os olhos e prestar atenção na sua respiração. Você vai inspirar e expirar. Inspirando, você está aqui. Expirando, você deixa lá fora o que você quer deixar lá fora. O que você quer Deixar lá fora? Inspirando,
você está aqui. Hum. Expirando, você deixa lá fora sentimento difícil, emoção difícil. Inspirando, você está aqui comigo. Nada para você fazer, nenhum lugar para você ir. E agora veja o que acontece por si só quando você me escuta dizer. Você é bem-vinda aqui. Você é bem-vinda aqui. Muito bem. no seu tempo, retornando, abrindo os olhos. O chat tá aberto. O que que você sentiu com essa prática rápida de atenção plena, mas muito profunda? Uma palavra, como que foi? Alívia, vontade de sorrir, acolhida. Nada. Incômodo, tranquilidade, emoção, leveza, paz. Coração disparou. emoção. Vocês Perceberam que já
mudou um pouquinho aquela palavra que você colocou aqui, você já tá colocando outra. É ou não é? Confere? Confere, meu amor. Presença livre. Olha, uma prática de atenção plena, preparando o nosso estudo para trauma e já muda o teu estado. Olha só que interessante, tá? Uau! Segurança, tranquilidade, maravilha. Agora a gente vai fazer a nossa prática coringa, que vamos repetir várias vezes hoje, todos os outros dias. E você não precisa esperar eu convidar. Você sentiu? Eu falei alguma coisa, estamos estudando alguma coisa que acionou, que ativou, você veio com vergonha, culpa, mudou a respiração, sentiu
algum sintoma de ativação. Eu vou falar para você quais são os sintomas de ativação. Eh, você já pode fazer essa prática aqui, tá bom? Então eu vou convidar você algumas vezes para fazer, mas você pode fazer também a hora que você quiser. Você vai botar a mão direita no coração e a mão esquerda no umbigo, os pezinhos no chão. Você vai escolher mãos ou os olhos abertos ou não. Se você quiser com os olhos fechados, você se concentra mais. Só isso. Prestando atenção na sua respiração. E o que que acontece com seus pensamentos, emoções? O
que que acontece com você quando você coloca uma mão no coração e a outra no umbigo? Respirando. Observando o que que acontece quando você coloca uma mão no coração e a outra no umbigo. Pronto, viu que simplicidade? Como que foi? Que que você sentiu? Mudou alguma coisa? Mudou alguma coisa em relação a quando você chegou? Tá aqui queadia, calma, me esquentei. Nada, tremor, um sintomas de ativação. Ah, relaxamento, Aconchigo. Me senti abraçada. Para quem não sentiu nada, não se preocupe, não se desespere, que isso tem uma explicação. Você já vai entender hoje o por que
você não sentiu nada. Tá bom. [risadas] Muito bem, relaxada. Fiquei normal. palpitação. Então vamos começar fechando chat e vamos ao nosso conteúdo denso. Sentiu qualquer coisinha, você pode fazer essa prática que eu passei para você. O importante é você respeitar seus limites. Se você precisar, faça uma Pausa, vai no banheiro, mas não ande com a câmera aberta, beba uma água. Eh, você pode fechar a câmera e andar. Enquanto você me escuta, você pode andar na frente da câmera, você pode saltar, pular, correr no lugar, fazer polinelo. Tudo isso te ajuda a liberar essa ativação traumática
se você acessar alguma coisa, chupar limão, lavar o rosto com água fria, tá? Tudo isso você pode fazer. São complementos, porque pode ser que você acesse alguma memória Aí, alguma dor e eu quero que você saia daqui bem, tá bom? Muito bem. Quando a gente fala de passado, não tem como a gente falar de passado sem falar emoções, tá? Então, a gente vai trabalhar o tempo todo com emoções. Lembrando que emoção é a energia que movimenta, que fica passando no nosso corpo, né? E ela vai guardar informações muito importantes. Nós precisamos atravessar ao longo das
nossas vidas, desde a infância, a raiva, A tristeza, o medo. Quem nunca experimentou, né? Quem nunca? A vergonha, a culpa. Tá? Então, o que eu peço para você é delicadeza com você mesmo, é gentileza com você mesmo. E a gente vai trabalhando, não quero que você acesse as suas memórias traumáticas de uma vez só. A gente vai trabalhando como um contagotas, com gentileza, devagarinho, num processo que a somática, né, que a terapia somática chama de pendulação. A gente vai pendulando. Acessou uma dor aqui, volto pros meus recursos. E neuzinha, você sem uma dor, volta pros
recursos, chupar limão, pular, ou seja, o que não dá para você ficar parada, tá? Então você já tá sabendo as práticas que você precisa fazer paraa gente pendular. Eu vou começar falando um pouquinho sobre a minha história. Eu sou uma pessoa modificada pelo trauma e, provavelmente todos vocês também são. Mesmo que você fala que você teve uma Infância maravilhosa, que você não teve traumas na infância, mas teve traumas com T minúscula e talvez você ainda não conheça. Todos nós somos modificados pelo trauma, provavelmente cada um com uma história diferente. Então, muito cedo, o meu sistema
nervoso, a gente vai estudar amanhã, o sistema nervoso, ele foi moldado eh com base nas experiências eh de alerta. Então, vários momentos da minha vida, aquela criança passou para um por Um sistema de alerta. Eu sou filha de um pai alcólatra e de uma mãe que sofria violência doméstica. Eu lembro perfeitamente do medo, do coração acelerado, da respiração curta, do frio na barriga. Então o que que acontece, né? Como Peter Levini traz essa informação pra gente que o estudioso da do trauma, né, que é o grande foco aqui da Tcelã, o trauma ele se estabelece
no corpo. Anote isso aí. O trauma estabelece no corpo, tá? Então, o distanciamento emocional da minha mãe, que era lavradora, trabalhava demais, isso já fez com que depois de quatro décadas, né, de autoconhecimento e trabalhando com traumas, eu percebi que desde pequena eu já tinha depressão leve, que é a distimia já na infância. E outra característica também que é bem vista na sociedade, mas que era já sintoma de trauma, é que eu fui uma criança muito boazinha, boazinha para os Vizinhos, inventei de ser babá de gêmeos, não ganhava nada com 9 anos e eu era
muito elogiada. Então eu fui aprendendo que ser boazinha e cuidar dos outros, né, era uma coisa legal, era uma coisa que tinha espaço na sociedade. Eu cresci envergonhada pela pobreza, por ter uma mãe que era empregada doméstica e eu cresci num estado constante de vigilância e irritabilidade. Eu era uma criança ah que tinha raiva sem saber o motivo. tornei uma Adolescente também no mesmo modelo e uma adulta também que tinha raiva, era uma pessoa irritada. Isso já faz parte da distia, mas isso é um tipo de proteção que a gente vai ver na tecelã. E
mas só que na época eu não conhecia nada sobre trauma. Eu achava que eu era assim mesmo, que fazia parte da minha personalidade, né? Como dizia a minha mãe, eu tinha uma personalidade difícil. Hum. Eu tinha uma personalidade difícil, só que essa personalidade difícil era um Tipo de defesa. Então, somente depois que eu aprendi sobre criança interior, eu fui aprendendo a diminuir o strress no momento com do presente, mas também trabalhando com os traumas do passado. E aí eu passei a diminuir essa irritação, o congelamento, a procrastinação, que era muito congelada. muito vigilante. Eu mesclava
e vocês vão ver na aula amanhã e na aula três também que a gente passa pela pelo um estado onde eu tô muito vigilante, estado de irritação, de Ansiedade e o estado de congelamento. Nós ficamos assim, tá? Sempre assim. Isso é muito comum do trauma. estar congelada, estou vigilante. É assim que funciona o trauma na maioria das vezes. E é isso que o trauma conta pra gente. O que eu sentia não fazia parte da minha personalidade. Provavelmente o teu jeito não faz parte da sua personalidade. E o trauma ele faz isso com a gente. Ele
conta mentiras sobre quem somos. Ele muda a forma como nós vemos o mundo, Como nós relacionamos com as outras pessoas, como nós enxergamos o mundo. Então, anote aí, o trauma mente pra gente. Eu tenho certeza que o seu trauma também contou mentiras sobre você. E nesses cinco dias a gente vai descobrir juntas, juntos aqui algumas dessas mentiras que os traumas, os seus traumas te contaram. Mas claro que nós temos uma boa notícia. O trauma ele não é uma prisão perpétua. O trauma não é necessariamente um cativeiro. O trauma é Recuperável. Dá para tratar. Claro que
é um processo. É diferente de uma cura física. aonde eu tenho uma gripe e me curei, aonde eu quebrei um pé e tratei, é diferente, mas ele é possível sim de recuperar. Então tem eventos da nossa infância que ficam enterrados porque a gente não consegue ver. Eu fiquei décadas enterrando traumas, feridas emocionais da minha infância e no no modelo assim de ficar negando, mas negar o que aconteceu com você, não olhar para O que aconteceu com você com compaixão, não vai funcionar. Não vai funcionar. Então, muitas vezes a gente fica num silêncio ou à você
tem traumas, percepções que você não tem espaço para contar para ninguém, mas não importa se você tá vendo ou se você tá na invisibilidade com relação às suas feridas emocionais. Você tem sintomas, anote, sintomas. Então, você nem precisa lembrar dos seus traumas, meu amor. A gente vai pelas beiradas. trabalhar com traumas, com segurança. A gente vai comendo um mingal quente pelas beiradas. Nós vamos ver o seu ver o seu sintomas. Não é a história em si que interessa. Muita gente tem medo de trabalhar com trauma porque não sabe como é que se trabalha com trauma.
A gente vai vendo os sintomas. A História em si não me interessa tanto, eu vou pelo que você sente. Então, no meu caso, aquela menina triste, irritada, envergonhada, com trauma da pobreza, desabrochou nessa pessoa que tá aqui com você, especializada em trauma, né? Criadora do jardim inconsciente. A gente tá chegando a 900.000 seguidores. Daqui a pouco a gente tá com milhão de seguidores, com tantos cursos, tantas vidas transformadas. Mas por quê? Porque eu olhei para aquilo que foi Difícil e eu tive ajuda. Eu tive ajuda. Então, o sintomas pós-traumáticos, ou seja, os sintomas que você
vai ter depois do seu trauma, pode confundir sim com a sua personalidade. Então, será, é a pergunta que eu faço para você, será o que você sente é da sua personalidade mesmo? Você é assim ou será que é do trauma? Hum. Hum. Você já pensou nisso? Você já pensou nisso? Eu vou abrir aqui para você. Conta aqui para mim. Você já pensou? Você já trouxe Essa pergunta, abriu o chat para vocês? Por acaso você já se questionou: "Será que eu sou assim? Eh, eu eu sou estragada? Eu sou quebrada? Isso é da minha personalidade? Você
nunca pensou que poderia ser resposta, sintomas de trauma. Hum. Aí. Ah, mas você fez o teclâernar. Você não vale. Você não vale. Sempre achei que fosse. Pois é. Então aqui tá a primeira puguinha que eu vou Colocar. Vou colocar muitas puguinhas na sua orelha. Primeira puguinha que eu vou colocar aqui na sua orelha, tá bom? Né? Eh eh eh o que que é da É difícil, não é fácil não. O que é da minha personalidade, o que é da minha essência? O que é meu de fato e o que é sintoma de trauma? A gente
precisa de um tempo. Precisamos caminhar juntas mais tempo. Não tem fórmula mágica para descobrir as coisas. Não. Vou te mostrar os caminhos aonde você consegue Descobrir isso. Vocês têm milhões de perguntas, não vou conseguir respondendo aqui. Misericórdia. Fechando. Mas no finalzinho eu vou abrir 15 minutos para vocês, tá bom? Nossa, vocês estão animadas. Tô gostando. Muitas dúvidas, né? Vocês vão ter muitas dúvidas mesmo. Depois eu vou botar um questionário amanhã no grupo com todas suas perguntas, se por acaso eu não conseguir responder e vou mandando áudio para vocês nos grupos. Respondo também no Instagram. Não
vou deixar vocês sozinhos, sozinhas, tá? Eu vou cuidar de vocês dentro do meu tempo aqui. Eu vou cuidar de vocês. Então, eh, é interessante isso, sabe? Eu descobri que era a questão de trauma, aquela pessoa difícil, né? eh, que não fazia parte da minha personalidade. E, e é um erro grave, custa caro você não cuidar dos seus traumas, porque você vai tendo um estressa, não tratado ou não identificado, Traumas, um trauma oculto que você nem sabe que traumatizou, você fala que é mimimi, bola pra frente. Isso custa muito. Isso pode custar ah a condenação de
uma vida inteira, uma vida limitada e uma vida atormentada por lembranças, uma vida limitada por medo, pela impotência. Pode ver que eu vou trabalhar muito com isso. Medo, impotência, culpa e vergonha. Por quê? Porque esses são fazem parte da cola, do cimento do trauma. Meu amor, não importa O tempo, não importa o que aconteceu com você, sempre teremos e temos em nós algo que nos conecta com o que a gente era antes do trauma, porque você era uma pessoa antes do trauma. Ah, Neinha, mas eu tive um trauma com do anos de idade. Mas você
era uma pessoa antes do trauma. Quem era você? antes do trauma. E é nesse lugar quando eu descubro a minha essência tirando o trauma, separando o trauma. É ali que eu vou brilhar, além das minhas Feridas. Você não é só as suas feridas, você é além das suas feridas. E isso é possível acessar. E é para essa travessia que eu convido você nesses cinco dias encontrar o seu brilho, encontrar quem é você antes do trauma, quem é a Maria Lúcia, quem é a Ana Paula, quem é a Beatriz, quem é a Maria antes dos traumas
encontrar a sua autenticidade. Então, estudar os traumas, aprofundar, Nomear o que é que aconteceu comigo, entender o que é que aconteceu comigo, é o verdadeiro caminho para eu acessar a minha potência que está escondida pela dor. A sua potência está escondida pela sua dor. Tá vendo a importância de trabalhar trauma? É básico. Nós precisamos compreender o passado. Eu preciso entender o meu passado para que eu reivindique, para que eu tome posse do meu presente que tá sequestrado pelo meu Passado e para que eu tome posse também do meu futuro. Porque se eu não tenho presente,
não tenho futuro, misericórdia, óbvio, mas é difícil de entrar na cachola. Portanto, a compreensão sobre trauma psicológico começa com a redescoberta da minha história. Não preciso dos detalhes, mas eu preciso saber, eu preciso acessar [risadas] o quanto de culpa eu tive, o quanto de culpa aquela criança sentiu, o quanto de vergonha Aquela criança sentiu, o quanto de medo aquela criança sentiu, o quanto de impotência aquela criança sentiu. Então nós vamos trabalhar numa abordagem multidisciplinar na TCELAN sobre trauma com base em neurociência e em psicologia. Vamos trabalhar também com mindfulness informado sobre trauma. Você terá uma
prova dessa abordagem. Eu vou te mostrar um conjunto de conhecimento sobre corpo, sobre cérebro, sobre mente, porque tudo isso é afetado pelo trauma. Quando eu vou trabalhar com trauma, eu tenho que trabalhar com o corpo e eu tenho que trabalhar com a mente. Porque somente quando a verdade que aconteceu comigo, sem saber detalhes, não precisa saber detalhes ali da minha infância, quando isso finalmente se revela para mim, aí sim eu consigo eu consigo acessar um uma recuperação. Então, somente quando a verdade é finalmente revelada para você mesma, você que é sobrevivente de algum trauma, Você
vai dar início ao seu processo de recuperação. Porque as pessoas traumatizadas precisam compreender o passado para reividificar, para você ter em suas mãos o seu presente e o seu futuro, certo? Então, meus amores, se preparem, vamos embora conhecer, fazer esse conhecimento ficar incorporado, né, e passar pelo teu corpo também. E nesse sentido, a gente vai sentir, nós vamos sentir emoções, nós vamos eh talvez diminuir as emoções, Vai, você vai flutuar, né? Vai, você vai ter um movimento aqui nesse curso. Tô sentindo demais, volta. Tô sentindo de menos. Volta. Então, na aula dois, você vai perceber
que a gente vai ou ideal, nem sinto de senti demais, voltei. Senti de menos, voltei. Então, se você conseguir fazer essa dança na ativação e na desativação, já vou ficar super feliz aqui na TCEL, porque trauma e na verdade é uma experiência, por mais que seja difícil de ser ouvida, que faz parte da Vida de todo mundo. Todo mundo tem trauma. Todo mundo tem trauma. Mesmo que a pessoa não tenha traumas com T maiúsculo, ela vai ter traumas com T minúsculo. Mesmo que ela não tenha aquele trauma agudo que aconteceu, que marcou a vida dela,
que marca antes e depois do trauma, ela tem um trauma crônico, como por exemplo, uma negação, ah, um pai abusivo ou uma mãe distante. Eh, o trauma psicológico. Eu tenho uma definição que eu acho bem interessante. Daqui a pouco a gente vai ver algumas definições. Hum. O trauma psicológico é como se fosse uma aflição dos impotentes, porque no momento do trauma, a vítima se sente incapacitada por uma força avaçaladora. Então, nesse momento que você decide vir para Tcelã, que você toma uma atitude, que você se inscreve, que você tá aqui, que você vai fazer um
curso, você tem Potência e isso já traz cura, porque você consegue trazer essa potência. Então, potência, quando você decide o que é melhor para você, quando você decide diminuir o seu estresse, quando você decide cuidar da sua criança interior, já tá trazendo cura. Agora, o trauma oculto, ele tá presente no nosso dia a dia. Tanto o trauma com T maiúsculo, quanto com o o trauma com T minúsculo, é como se fosse um óculos colorido. E aí esse óculos vai me dar aí Que vem lá da infância, a infância me obrigou a usar, eu vou enxergar
o mundo com essa cor, a cor dos óculos do meu trauma, certo? Então vamos agora ver algumas definições de trauma. Mas antes disso, quero saber como é que você tá. Coloca aqui para mim, vê se eu tô muito rápida, se é muita informação. E aí vamos ver algumas definições de trauma. Ah, acionou alguma coisa, levanta, pula, mão no coração. Para quem chegou mais tarde, coloca a mão no coração. Você Pode assistir a aula todinha assim também, mão no coração e mão no umbigo. Mão no coração e mão no umbigo. Tá bom? Certo. Tá bom. Tá
interessada? Tá legal? Tá gostando? E então vamos embora. Eu tô muito rápida. Hum. Vou falar mais devagar, tá bom? [risadas] Vou falar mais que eu me empolgo. Tem tanta coisa para falar para vocês que eu acho que não vai dar tempo. Eu preparei muito material. A criança interior tem o adolescente interior vai até os 18 anos, pelo menos, tá? Até os 18 anos. Mas tudo pode eh o a ó o período mais importante é do zer ao s, tá? É do zer ao 7. O 0 A7 é super importante, não tá rápida? Então vamos embora.
Aí gostei. Tá rápida não. Deixa eu preparar aqui os slides. Aí deixa eu só fazer mais uma coisinha aqui. Deixa eu fechar aqui para vocês prestarem atenção, tá bom? Pronto. Então agora vamos compartilhar As definições do trauma. Eu vou pedir para alguém da minha equipe abrir o microfone e falar para mim se tá projetando bonitinho, >> tá? OK. Beleza, pode ser. >> Maravilha. Então, algumas definições que eu gosto, tem muitas definições de trauma, mas essas aqui é o que eu trouxe pra gente trabalhar na teclã. Então, escute comigo, tá bom? Trauma psicológico é uma aflição
dos impotentes. Sobrecarregam a capacidade humana de adaptação à vida. O denominador comum do trauma é um sentimento de medo intenso, impotência, perda de controle e ameaça de aniquilação. Ameaça de morrer, ameaça de não existir. Então é um terror, é um medo intenso. Mesmo quando ã a a Judite Erma, ela trabalha eh somente com traumas ah agudos, com T maiúsculo, tá? que é morte, violência, estupro, ã, guerras, Ela trabalha muito com isso, tá? Sequestros, né? Ela trabalha muito com isso, ela não trabalha com os outros. Mas tudo que a gente tá trabalhando aqui para trauma T
maiúsculo, a gente também vai para trauma com T minúsculo, tá? Uma um bebê que não é socorrido, ele chora, tá? com uma de vocês que eu pedi exemplo de traumas com t minúsculo, traumas ocultos, eu pedi pras minhas exalunas, uma de vocês falou que a mãe deixava ela chorar com 5 meses, Talvez, ah, que até teve erne, umbigo pulou para fora, se lu. E a mãe conta essa história dando risada para todo mundo, que ela foi tão dura, que era uma criança tão difícil, que chorou tanto, chorou horas, que não dormiu. Era para ter dormido
tanto choro. Então ela conta aquilo como, né, como se fosse uma coisa engraçada. Então o choro de uma criança não atendido é trauma. Por quê? Porque o bebê sabe que se ele não for socorrido, Ele morre. O bebê sabe que se não tiver um adulto para cuidar dele, ele morre. Então existe um medo avaçalador, um medo de não existir, um medo porque ele tem necessidades que não são atendidas ou tá com fome, tá com frio, tá com dor, quer um carinho, quer um colinho e isso não é atendido. Então existe aqui uma coisa muito ã
eh difícil para o bebê. Aquela pessoa que é minha mãe, que é a pessoa mais importante, que é a pessoa que deve Cuidar de mim, não cuida quando eu preciso. Aqui entra também traumas com T minúsculo. E é a mesma coisa, sobrecarrega a capacidade do bebê de adaptação à vida, tá? Sente medo de medo intenso, impotência porque ele não consegue resolver, perda de controle que ele não controla, porque ele acha que ele controla quando ele chora e é atendido. Isso é um tipo de controle. Quando ele chora e não é atendido, não tem controle e
ameaça de aniquilação, Porque sabe que se não for socorrido o bebê vai morrer. Então, eh, isso é muito interessante. Tudo que a gente estuda com trauma com T maiúsculo, serve os ocultos também. O trauma é uma resposta do sistema nervoso e não tem origem no evento. O trauma está no sistema nervoso e não no evento. O que que é isso? Não é exatamente o que aconteceu com você. O trauma é o que aconteceu dentro de você. O trauma é o que aconteceu no seu sistema nervoso. Certo? Por a mesma situação traumatizante pode traumatizar uma pessoa
e não a outra pessoa. Por que que essa pessoa ficou traumatizada e essa outra não? Por que que você fala tanto da sua mãe narcisista, seus irmãos nem percebem? Porque o trauma não foi o evento em si. Teus irmãos passaram pela mesma situação, talvez. Mas o seu sistema nervoso registrou. O sistema nervoso deles não registrou. E a Gente vai entender melhor na aula dois amanhã, tá? O trauma fica no corpo e tá no sistema nervoso. Trauma é uma ruptura da barreira protetora contra a superestimulação, acarretando sentimentos avacaladores de impotência. Isso é do Freud. Então é
uma ruptura. Eu tenho uma proteção. Eu estou aqui engajada com a vida. vem algo avaçalador que tira minha potência e aí eu tenho sentimentos avacaladores De medo, de terror e eu não tenho potência nenhuma para resolver a questão. Eu não consigo controlar o evento. Resumindo, trauma é a marca que nos desorganiza. Trauma está vivo dentro da gente. Trauma é fixação. Isso é muito importante. fixou, marcou, fez uma cicatriz e eu vou voltar para aquele ponto. Ele fixa, certo? Tudo bem com relação aos sintomas de trauma? Tudo bem? Deixa eu ver. Consigo educar meus filhos sem
traumas? Com T maiúsculo consegue. T minúsculo você não consegue, tá? a gente eh não tem como, não tem como proteger os filhos, botar numa redoma, não existe essa possibilidade. Não é o trauma em si, é a recuperação do trauma. Trauma é ter ficado sozinho com a sua dor. Segundo o Gabo Mat, né, outro especialista, ó, trauma é ficar sozinho com a sua dor, certo? Isso é que é traumatizante. Recentemente uma parente se se divorciou do meu marido e filha única e a mãe ah a culpou. A culpa foi sua do divórcio. E ela me disse
que o que doeu mais não foi o divórcio em si, foi não ter tido o apoio da mãe. Percebeu? Então, trauma não é o evento em si, o divórcio que aconteceu, mas foi ter ficado sem o apoio da própria mãe. Isso é muito interessante, né? Então, dá uma Olhadinha aí nas suas questões, nas suas feridas emocionais. Não pega algo muito pesado, não. E veja se o que causou mais dor para você ter ficado sozinho com a sua dor. Dá uma pensadinha, tô abrindo aqui para você responder para mim. É ou não é? que doeu mais
foi ter ficado sozinho com a sua dor ou o abuso que sofreu foi contar pra mãe ela não acreditou em você? Hum. Conta para mim. Ficar sozinha com a dor. Exato. Tá. O desamparo, ter ficado sozinha com a dor. Ok. Então, o que é que faltou para você? Um adulto saudável. Anote aí, veja se faz sentido para você. O que faltou na minha infância foi um adulto saudável para me defender. O que faltou na infância foi um adulto saudável para perceber o que eu estava sentindo. O que faltou na minha infância foi um adulto perceber
que eu estava em perigo. Que faltou na minha infância foram adultos maduros. Uhum. São boas conclusões para você? Faz Sentido para vocês? Conta aí para mim o que faltou na minha vida. foi alguém para me amparar, certo? OK, faz sentido, tá? Então agora a gente tá botando um pouquinho de luz no que aconteceu com você. Criança não tem culpa de nada, não. A criança nunca é vilã, tá? A criança é sempre vítima, ok? O que faltou foi um adulto para te orientar. O que faltou foi vínculo emocional com você. O que faltou foi direção e
orientação e vinco amoroso. Esses são os três pilares do fome de mãe que a gente vai trabalhar. Eu tenho fome de mãe. Quando eu não tenho vínculo amoroso com a minha mãe, eu não tenho orientação e eu não tenho proteção. A gente vai trabalhar bastante com esses pilares. Adultos saudáveis em falta. Exatamente. Fechando. Eu adoraria ficar conversando com vocês, mas nós temos que é muito material. Nem comecei ainda, hein. Isso aqui só tô esquentando. Misericórdia. Vocês estão lascadas. É muito vocês vão ser com cabeça quente daqui. Misericórdia. [risadas] Muito bem. Então, a gente agora vai
trabalhar mais um pouquinho sobre as emoções, tá? É importante. Eu sei que as emoções, pode ser que você esteja acessando algumas emoções difíceis, lembra das práticas de contenção, mão no coração, a outra nobíguo, vai pular, beber água gelada, lave o rosto, tá? Pode abraçar o Almofada também. Mas as emoções são guardiãs, são guardiãs do nosso tesouro. Elas são guardiãs da nossa essência, da nossa história. As emoções e eh acessando o que eu o que eu senti na infância, eu consigo saber quem eu era antes do trauma. E quando você tem um trauma com um T
maiúsculo, você, principalmente traumas com T maiúsculo, você não consegue acessar quem você era antes do trauma. Você esquece. a gente vai entender o porque que nós Esquecemos. Então, essas emoções que a gente vai pesquisar e no na quarta aula, as cores tá na quarta-feira você não pode perder nenhuma aula, tá? Essa aula que é muito prática, você vai fazer um um mapinha, a tua menininha, você vai desenhar aqui. Vamos desenhar. Eu sei que tem gente que não desenha, mas você vai ter que desenhar. Vai desenhar uma menininha aí. E a gente precisa mapear essas emoções
que é a tecelagem da menina interior que a gente Vai fazer ou do menino interior, né, que temos meninos também. Mas a gente precisa acessar essas emoções, tá certo? Acessar essas emoções de uma forma equilibrada. Nós precisamos sentir essas emoções o suficiente e vai pendulando, tá? Eu não quero que você acesse uma emoção e fique aí só nessa emoção difícil. Por que que a pessoa traumatizada não consegue ter equilíbrio emocional, não consegue regulação emocional? Vai Entender bastante amanhã na aula dois, porque equilíbrio é justamente o que falta pra pessoa traumatizada. Meu Deus, doeu. Eu arrepiei
aqui. Equilíbrio é justamente o que falta pra pessoa traumatizada. Percebe? Aí você fica se culpando que você não tem equilíbrio emocional. Como é que tu vai ter equilíbrio emocional com o passado que tu teve? Ah, mas meu passado não foi tão terrível. Você que pensa, porque tem os traumas ocultos que Você não acessou ainda, provavelmente. Então, você é reflexo disso. Por isso que você tem a vida tão desequilibrada, certo? Por quê? Tanto traumas ocultos como os traumas propriamente dito, a pessoa fica presa entre o extremo do esquecimento. Eu não lembro do meu passado, eu não
lembro da minha infância. Hum. Não lembra. A gente vai entender porque que não lembra. Ou você vive relembrando do trauma. São as duas coisas, os dois extremos. Não lembro de Nada, lembro de tudo. Principalmente se você for paz, altamente sensível. Não lembro de nada, lembro de tudo. Então, a pessoa altamente sensível, sente demais, ela vai lembrar do trauma como se fosse hoje. E aí você vai experimentar uma enchurrada de sentimentos avaçaladores, né? Ou você não vai ter sentimento nenhum. Por isso que muitas vezes vocês falam: "Não sentir nada". Você faz a prática e fala: "Não
senti nada". Você pode também pendular entre uma pessoa Muito irritada, muito impulsiva, né? Ah, ou uma pessoa que não tem ação, que não consegue sair do lugar, procrastinadora, congelada. Olha, estamos duas pendulações aqui, tá certo? Então, a pessoa traumatizada, ela fica de uma certa forma imprevisível, ela não consegue ter esse equilíbrio, certo? Então, na abordagem que eu trabalho, a gente não fica esmiuçando, procurando os traumas passados com exaustão, detalhe por detalhe, as Memórias todas para unir pontos. Você não precisa de lembrar de tudo. A gente vai acessar através da sua memória corporal. Você pode não
saber, mas o teu corpo vai te falar se você teve impotência, culpa, vergonha e medo no exercício que a gente vai fazer, certo? OK. Então eu faço o quê? Como se você tivesse escrevendo, né? [risadas] Mas não dá tempo de abrir toda hora, né? Então anote uma pergunta aí e aí eu abro o chat para vocês. A pergunta certa não é: "O que há de errado comigo? A pergunta certa é: o que é que aconteceu de errado comigo?" Então, de novo, a pergunta certa não é: "O que é de errado comigo? A pergunta certa é:
o que aconteceu de errado comigo? Hum. E aí, que que você achou dessa pergunta? Faz sentido? Essa é a pergunta certa. Não é que tem de errado com você, não é? O que que aconteceu de errado com você? A pergunta muda totalmente. É essa pergunta que você tem que fazer para você. Para de ficar se questionando sem compaixão, que você tá quebrada, que você é errada, que você que faz tudo errado, que você não serve para nada, que isso aí é a história que o trauma te conta. Essa é a história que o trauma te
conta. Então, é o que aconteceu de errado com você. E aí a gente vai trabalhar sobre uma perspectiva mais amorosa, mais compassível com você, Certo? Pronto. Aí, né? Faz sentido. Ah, fez sentido para muita gente. Muito bem. Então, eh, estar aqui, 800 pessoas, quase 800 pessoas aqui com a gente, é importante, porque nós estamos num relacionamento. Eu vou te atender depois, vou conversar com você, né, no que você precisar, vou te dar esse apoio. Vai botar um questionário. Amanhã vou responder as perguntas, vou responder as perguntas de todos vocês Aqui no final. Por quê? É
nas relações, aqui vem um dado muito importante, ó. É nas relações que nos machucamos, mas também é nas relações que nos curamos. Talvez você tá pendulando entre o isolamento social, porque você não consegue interagir com pessoas, mas você precisa de apoio. Você precisa de apoio, mas estar com pessoas é difícil. Percebe o que o trauma faz com a pessoa? É nas relações que nos machucamos, mas é nas relações que nos curamos. Estudar trauma É estudar relações. Sim, senhora. Nós precisamos dessas relações e nós já estamos estabelecendo aqui uma relação, certo? Tá, [risadas] de fechar aqui
pra gente continuar. Então, o trauma, na verdade, ele nem sempre nasce de grandes tragédias, né, que a gente já conhece. E o foco aqui são os nossos traumas ocultos. Muitas vezes o trauma ele originou do que do que te faltou, ó. Não foi o que aconteceu com você, foi o que Não aconteceu com você, foi a falta. E essa falta não foi nomeada. Então, o que será que faltou na sua infância? Então, se você teve abandono, negligência, faltou afeto, faltou presença, isso também é trauma. E talvez você não tenha percebido isso. Às vezes faltou disciplina,
teve uma superproteção, teve um agarramento muito com a mãe, que hoje você tem uma codependência com a Mãe. Tudo isso pode ser trauma, sim. Silêncios prolongados, né? Eh, quando o castigo do gelo, quando a mãe para de falar, os vínculos são inseguros, os pais brigam, ausências afetivas, a mãe muito distante, distante, muito ocupada, um pai também distante, você, a filha mais velha, talvez cuidando dos irmãos, sendo a filha diplomata, procurando ajudar todo mundo. Todas essas experiências, elas podem ser tão Impactantes quanto eventos extremos. Certo? Então não vamos subestimar esse tipo de traumas ocultos que você
tem, certo? Tá? Isso é muito importante e e também perceber os seus sintomas. Então vamos falar de traumas com T maiúsculo para depois a gente vir pro nosso traumas ocultos. Então, trauma com T maiúsculo, quando eu falo trauma com T maiúsculo, e essa denominação não é minha, não fui eu que criei, é trauma agudo, ou seja, teve um Dia e hora marcada, foi uma exposição muito impactante. O evento se torna assim muito marcante na sua história. A pessoa sabe que sofreu um trauma. A vida é marcada antes e depois desse trauma. Então, exemplo, morte de
alguém, uma doença grave, um acidente, um abuso, principalmente abuso sexual, algum tipo de violência, você é marcada, certo? Então ele acontece de uma forma abrupta. Você não tava esperando aquilo. Quando acontece esse trauma de uma forma muito abrupta, o teu stress sobe também de forma rápida. Certo? Ó, estamos falando, falou de trauma, falou de estress. Falou de trauma, falou de estress, tá? E a gente sabe os problemas do stress, né? O quanto que acarreta de doenças físicas e doenças mentais. Então, se você teve traumas com T maiúsculo na tua infância, você teve uma elevação muito
rápida do stress e com isso você Teve medo e ansiedade. Você se sentiu sem saída. E as os sintomas, as consequências desse trauma é a hipervigilância. Você se torna muito vigilante, muito agitada ou você dissocia. Tem uma aula só sobre isso na TCEL. a gente vai aprofundar na hipervigilância e na dissociação. Depois, esse trauma, quando ele acontece, as primeiras semanas são de ajustes da sua fisiologia corporal para voltar ao normal, ao terreno normal. O prazo médium 4 semanas, um mês. Se passar um mês e os sintomas continuam, você pode entrar no estresse póst-traumático, ou seja,
você teve um trauma e você vai desenvolver um estress que te acompanha, que é o tept, estress pós-traumático. E aí vai precisar de ajuda profissional, quem tem, principalmente quem tem complexo. Então, traumas com T maiúsculo. Vamos fazer algumas práticas que eu sei que teve gente aqui que já lembrou dos Seus traumas com T maiúsculo. Então, vamos lá. Pezinhos no chão, sentindo seus pés, só sentindo os pés, os olhos abertos, não fecha os olhos, percebendo o seu apoio nos pés. Se você não não tiver condições de colocar os pés no chão agora, pode só sentir o
seu apoio no quadril ou nas costas. Você escolhe os três. Você pode escolher o pé, o quadril ou costas. Leva atenção paraa sua respiração. Se vier lembranças, emoções, volte a prestar atenção no seu apoio. Volta para lá. Sentiu? Volta. pro teu apoio. Agora colocando uma mão no coração, a outra no umbigo, os olhos abertos. Prestando atenção só na expiração. Quando você solta o ar, pegou o ar pelo nariz, soltou pela boca. profundamente. Muito bem, retornando. Se tiver mágua Pode beber uma água. Se não for suficiente, levante e dê pulinhos, tá? Polinelo. É polinelo mesmo, tá?
Pode ser sentado se você quiser ou em pé. Vocês lembram que é polinelo, né? Pera aí que eu vou fazer para vocês. El amor de Deus, né? Então vamos lá. Tu vai fazer um poinelo, certo? Ó, vai lá. Tá pulando, abrindo as pernas e os braços. Tá bom? Pode fazer, pode fazer o seu polinelo e retornando. Como é que vocês estão? Essa é uma pequena definição de traumas com tema maiúsculo. A gente não vai aprofundar neles. A gente vai aprofundar agora nos ocultos que eu vou começar agora, tá bom? Tranquilo? Não sentir nada. Ó, arrepios,
eh, bocejar, sono, tudo isso é é é liberação, tá? Isso faz parte de liberação, tá bom? Hoje, quando eu assisti o documentário Eh Arquivos da Prevenção, que fala de abuso sexual no escotismo americano, uma coisa horrorosa, foi o pior documentário que eu já vi na vida sobre abuso sexual, o meu corpo ele arrepva. Eu chorei muito, choro, eu tive que parar várias vezes e meu corpo arrepiava. Tudo isso é é o trauma liberando, são sintomas o trauma liberando, tá? Tudo isso faz parte, tá bom? Arrepio também, né? Faz parte, tá? Não pode ficar muito ativado.
Eu quero que você fique em segurança, combinado? Então agora vamos pra cereja do bolo principal da Tcelana. Nós vamos trabalhar com o que pouca gente conhece, tá? Traumas crônicos. Depois tem uma tabelinha, tá? Com a comparação entre eles para você. A gente vai botar lá no grupo também e deixar lá no Hotmart também. Traumas ocultos ou invisíveis e traumas Com T minúsculo. Essa definição assim não tem assim certinho pela ciência. Cada autor fala uma coisa, né? E eu gosto de separar dessa forma também para mim ficar melhor de uma forma mais didática para ensinar para
vocês. Então, traumas ocultos, eles não decorrem de um evento muito impactante, de uma exposição repetida. eh, de um de um agente estressor muito marcado, né? Mas ele pode ser vindo de relacionamentos abusivos, Preconceito, racismo, violências, tá? Pandemias, tivemos bastante traumas crônicos, né, ocultos com a com COVID, assédio, inseguranças psicológicas, tudo isso faz parte, tá? É difícil você reconhecer porque ele ele se mistura com seu dia a dia, ele se mistura com o seu cotidiano, tá? No meu caso, eu tive uma mistura de traumas com T maiúsculo e traumas com T minúsculo, que é a combinação
de uma Infância onde eu vivi num ambiente familiar violento com pai alcólatra, certo? Minha mãe sofria violência doméstica. Então, com isso tinha uma imprevisibilidade, né? A gente não sabia se meu pai ia chegar bêbado, que horas ele ia chegar, tá? Eh, se ele ia bater na minha mãe. Então, era um era uma ansiedade, um estress muito grande. Eu também tive o estress da pobreza, né? A gente era realmente muito pobre, tá? Então, a agressividade que o ambiente Agressivo que eu vivia e a depressão, a distimia que eu tive logo quando criança foram a mecanismos de
defesa para lidar com esse trauma crônico, porque tinha além do o trauma com T maiúsculo, que era violência doméstica, tinha vários outros distanciamento da minha mãe, por exemplo, e distanciamento também do meu pai, certo? Então, elas são estratégias adaptativas que eu vivi, que eu achei que era da minha personalidade. Eu Acreditei durante anos, décadas, da verdade nisso, certo? Então, eu experimentei raiva, tristeza, a culpa, vergonha. E a gente só cura quando a gente sente a compaixão por nós mesmos, né? A tal da autocompaixão, tá? Então, me sentir digna do que eu fui, do caminho que
eu tive, entender o pai e a mãe, né? e voltar à infância para acessar o que aconteceu e me ver o que que o que que aquela criança tinha antes do trauma. Sem esses traumas com T Minúsculo, com T maiúsculo, eu descobri afetividade, necessidades, sonhos, metas, criatividade, né? E um sentido paraa minha vida, tá? Então você não precisa estar catalogando tudo, mas é importante aqui na tecelã você ver os traumas que você nunca deu bola. E por isso que eu vou ler alguns depoimentos aqui. Eu vou contar muitas histórias para vocês, para vocês verem. Ih,
gente, isso aqui aconteceu comigo também. Então, agora Deixa eu pegar aqui a minha colinha. Deixa eu ver o que que as meninas responderam. Eu tive mais de 100 depoimentos, tá? E mais um, não deu para trazer todos, mas eu vou salpicar nesses cinco dias. Então, vamos lá. Deixa eu pegar aqui. Vamos lá. Traumas com T minúsculo. Tá bom. Ser sempre a última a me servir nas refeições, porque eu era a filha mais nova e eu era menor. Muitas vezes só dava para comer arroz branco e alguma verdura porque não sobrava carne Para mim. Fala: "Nossa,
mas isso foi um trauma?" É, foi, é um trauma, tá? É um trauma oculto. Não, não é não é legítimo. As pessoas não reconhecem, tá? e todas elas foram minhas alunas, então da Tcelã, inclusive, né, e do Rematernar da mentoria. Então, depois de um processo terapêutico, né, de da mentoria rematená, aí elas começam a enxergar o que é que aconteceu, tá? E com a Tcelanã também você já vai conseguir ter Bastante acesso. Mais uma aqui, minha mãe era uma pessoa muito insegura. Com a separação do meu pai, ela passou a me forçar a resolver os
problemas domésticos. Eu era a filha mais velha, mas tinha apenas 13 anos, certo? Então era pedida demais para uma criança de 13 anos para resolver tudo, certo? Eh, eu lembro eh de uma mentorada que me disse que a mãe chegou pro filho de 11 anos, eu acho, ela tinha acabado de ter o divórcio, a mãe chega com a conta de luz E joga na mão do menino e fala: "Paga, você tem que pagar essa conta de luz". E o menino nem trabalhava, a gente tava na escola. Paga. Então esse tipo de situação que você lembra,
repare o que você lembra. Pensamentos intrusivos. Você lembra do nada. De repente você tá num lugar e lembra: "Ué, veio, eu vi o negócio, veio." Certo? Eh, para trazer um pouquinho de de que o assunto é muito pesado, para trazer um Pouquinho de humor à situação, eu falo que eu tenho um trauma. Tenho mesmo. É um trauma oculto, né? Quando eu estive em Trancoso, eu não sabia que Trancoso era tão cara, gente. Misericórdia, né? Que lugar é aquele? Então eu fiquei numa pousada maravilhosa com piscininha, até aí tudo bem, carés. OK. Fo com a família
toda, não sei o que lá. Quem conhece Drangos sabe. Fui lá no quadrado, né? E fui num restaurante que eu queria, acho que é restaurante do gordo, uma Coisa assim. Aí eu quero esse restaurante porque ele é lindíso, né? Isso já tem o quê? Uns 5 anos. Sento lá, o garçom era meu seguidor, me reconheceu pela voz. Ah, nezinha, você é neuzinha. Já te reconhec. Gente, uma limonada há 5 anos atrás era R$ 34. Aquilo me chocou. Hoje seria o quê? Uns 60, 50. Me chocou aquilo. E gente, como é que uma limonada pode custar,
limonada de Suíça pode custar R$ 34? Pedi três, duas pra mim, um pra minha filha. Meu Deus, eu gastei mais de R$ 100 com uma limonada. Adivinha? Todas as vezes que eu vejo uma limonada, eu lembro que eu paguei R$ 34 uma limonada. Isso é trauma, tá? Você vê uma situação parecida, um gatilho, você lembra do que aconteceu. Então, vá dando uma pesquisadinha aí em coisas que você acha que não influenciou na sua vida, mas que influenciou, tá? Continuando aqui, deixa eu ver aqui. Quando criança, mesmo que eu me esforçasse em diversas coisas, nos estudos,
no cuidado com a casa, eu tinha 8 anos. Nada era reconhecido pelos meus pais. O que eu ouvia sistematicamente era: "Você não fez mais, você não fez mais que a sua obrigação." Até que um dia minha mãe chegou em casa depois de um dia de trabalho e eu tinha lavado as roupas. Ela arrancou todas as peças do varal, jogou no chão e disse que estava mal feito. Isso me remete que nada que Eu faço é o suficiente. Aqui traumatizou. Percebeu? Porque aqui criou uma crença muito, mas muito, muito negativa. Nada que eu faça é o
suficiente, porque nada que ela fazia, a mãe elogiava, certo? Isso é trauma oculto. Eu tinha uma babá na infância, tinha uns 5 anos. Ela afundou minha boneca na mina dizendo que estava dando banho. Quando chegamos em casa, disse que fui eu. Minha mãe acreditou nela. Mesmo eu Negando. Hoje, quando alguém diz que eu fiz algo que eu não fiz, me deixa muito irritada, muito mesmo. E eu passo sempre como a errada por causa da explosão que isso me causa, tá? Eu vou abrir aqui os comentários e você vai falando se iluminou, se você é o
teu caso, se é parecido também, tá? Eu vou dando vou tá aqui, ó, um olho aqui, outro ali, tá? Olha só que interessante, né? Traumatizou também mais uma aqui. Presenciar brigas e Humilhações do meu pai com a minha mãe. Mais uma. Essa achei muito interessante. S até agora vou gravar um rios com ela. Eu morei em diversas casas com três ou 4 anos. Minha mãe foi cuidar do ex-marido dela. Meu pai eu passei por cinco casas, cinco famílias. E eu senti a hora que as pessoas já estavam cansadas de cuidar de mim. Até hoje eu
tenho um radar que me avisa que o tempo ou algo está para acabar e isso me deixa muito triste. Seja uma linda viagem. No último dia, eu Estou muito triste. Qualquer fechamento, eu tenho a mesma sensação da infância. Uma mistura de elaborar um fim com a sensação de perder algo. A sensação que ela tem de término do fim, como é difícil para ela. Uau! Mais um muito interessante também. Uma vez a professora pediu para eu emprestar o caderno para a coleguinha nova levar para casa, o que eu pensei que seria uma boa ação e que
minha mãe ficaria Orgulhosa. Apanhei, fui arrastada pela rua, pela orelha, até a escola. Minha mãe fez um barraco na escola. Levei pra vida adulta, que não importa o que eu faça, bom ou mau, eu sempre estou errada. Percebeu? Isso é trauma. Isso é trauma. Quando eu tinha 5 meses, minha mãe, pelas questões dela, me deixou chorando por várias horas, até que eu perdesse a Voz e fiquei em pé. Também surgiu uma hérnea no umbigo. E detalhe, esse ocorrido era comentado com naturalidade e que eu sou tão ruim que eu não adormeci. Até hoje quando lembro
elas falando, me emociona. Emoção. Quando você lembra de algo que parece bobo na infância, você fica emocionada? Tem caroço nesse angô. Provavelmente você acessa sim uma ferida emocional. Então vá por aí. Qual é o radar? Eu lembro, Ainda sinto uma emoção, então ainda não integrou, ainda não trabalhou o suficiente, ainda tá carregado de muita emoção. Eu fica emocionada, tá? Mais um. Ser obrigada a cortar o cabelo curto para não dar trabalho. Olha, parece uma coisa boba, né? Ah, cortar o cabelo. É, mas para ela foi forte demais, foi avaçalador. Eh, é impotente tudo aqui. Nós
estamos falando de impotência. A impotência ela é a base, ela é o chão do trauma. Isso aqui também é muito, muito triste. Ser depositado, acho que é depositada na casa dos avós. Quando fui buscada, descobri que mora em outra casa. Eu tava em outra escola isolada, numa escola, sem falar com ninguém, sem nenhuma interação, ignorada pela professora e no último dia ser chamada à frente e receber um presentinho comprado pelo dinheiro da professora por bom comportamento. Significou o prêmio por ser invisível, Insignificante. Não merecia qualquer tipo de interação em todo lugar, na casa, na escola.
Quando eu passei em primeiro lugar no vestibular, um professor perguntou na sala quem tinha sido. Eu fiquei em silêncio, muito mal, frio no estômago, sintomas no corpo. Então, o trauma ele mora no corpo. O trauma lembra o que a mente esqueceu. Então, a gente é a busca, o que você tá sentindo no teu corpo, ele também é uma bússola pra gente entender o que é que Aconteceu com você. Mais uma. E gorda vai usar roupa estampada. Era o que ela escutava. Não podia usar roupa estampada. Ela era gorda. Traumatizou. Certo? OK. Então, eh, tem uma
também que escreveu assim: "Eu tive muito abandono traumas com T maiúsculo. Parece que eu não vejo os pequenos." E é isso. Você não consegue ver os pequenos. Alguém aqui não conseguiu ver, não conseguiu relembrar, nem acessar nenhum Trauma pequeno, nenhum oculto? Conta para mim. Ou a maioria conseguiu acessar? >> Conseguiu acessar vários. OK. >> Uhum. Ai, meu Deus. 15 paraas 9. Então, vamos lá. >> [risadas] >> Vamos, vamos continuar aqui. Eh, então nós fechamos aqui, a gente vai continuar trabalhando, mas essa é só uma definição dos traumas e alguns exemplos dos traumas ocultos, tá bom?
Trauma do Desenvolvimento, tá? Isso também é muito importante. Então, a relação entre o cuidador e a criança precisa ser de forma segura. A criança chora, grita e tem socorro, tá? Quando esse vínculo, né, o apego não é seguro, não tem vínculo emocional, não precisa nem acontecer um episódio específico, mas isso já é o suficiente para ter um trauma do desenvolvimento, tá? Então, trauma desenvolvimento é uma trauma, um trauma da relação muito comum No nascimento, na gestação, já começa na barriga da mãe, tá? quando a criança vai desfraudar, quando a criança vai paraa escola, ã, quando
a criança vai dormir sozinha no quarto dela. Então, depende muito do vínculo. Esse vínculo, se for amoroso com a mãe, com o pai, com os seus cuidadores, essa criança vai ter uma corregulação adequada para manejar esse estresse que o próprio desenvolvimento infantil existe, não é? Trocar fralda, andar, ir pra escola. Então, se ela tiver afeto e tiver segurança, aí ela passa por isso com menos traumas. Mesmo você dando todo o apoio, todo amor, toda segurança, essa criança pode traumatizar por pelo pelo desenvolvimento mesmo. Você não tem como ir lá na escola, na creche da criança
com 2, 3 anos e resolver todos os problemas dela. Não tem como e evitar. Então, é quando ela vai se relacionar, quando ela vai pro mundo, ela vai traumatizar, vai ter alguma coisa que Vai gerar insegurança nela, certo? Então, a pra criança se acalmar e se regular, ela precisa da regulação dos seus cuidadores. Se os pais não tm regulação emocional, a criança não vai ter regulação emocional também, certo? Então, essa regulação, corregulação emocional entre o cuidador e a criança, ela é crucial pro manejo do estress própria criança. E é e esse essas vias, esse tipo
de manejo que essa criança teve, ela vai usar pra vida inteira Dela, tá? pra vida inteira dela e vai ser a base dos relacionamentos futuros. Vou fechar aqui mais um pouquinho para vocês prestarem atenção em mim. Presta atenção em mim, [risadas] tá bom? Porque é muito assunto, né? Certo? Então essa sobrecarga física e emocional, por volta até os 3 4 anos, elas são até os 3 4 anos, gente, esse bebê precisa de muita proteção, precisa de muito colo, muito carinho, ser defendido, tem que ter cuidado com o que fala na frente, porque Essas memórias precoces,
elas podem não ficar registradas eh como uma memória, mas uma memória, mas ela pode ficar como uma memória implícita. Ou seja, o corpo vai lembrar. O corpo é um grande banco de memórias. De novo, o corpo é um grande banco de memórias. Por isso que o tua mente não lembra, mas o teu corpo lembra. Ah, mas eu tenho sintoma, não sei porque eu sou assim. Eu analisei a infância, não consegui achar nada. Tem caro algum, Tá? Então, como diz um grande pesquisador, ele fala assim que o trauma não volta como uma memória. Por isso que
a gente não fica caçando a memória. Ele volta como uma reação. O trauma não volta como uma memória, ele volta como uma reação. Perceberam? Tá ok? Alguma dúvida? Daqui a pouco eu abro dúvida, mas você não pode. [risadas] Alguma dúvida? Ainda tem, meus amores, pra gente fechar. Eu vou fazer Um exercício com vocês daqui a pouco. O trauma transgeracional, tá? Que que o trauma transgeracional traz pra gente? Alguns estudos clínicos mostram que o trauma não acontece apenas só com você, ele pode atravessar gerações, tá? Então, as experiências das dos meus dos meus avós, nossos bisavós,
pode influenciar o funcionamento dos nossos genes. Não altera o DNA, não vai mexer com o DNA. Mas vai alterar os genes. O gene tá lá. Se tiver algum Agente estressor, ele vai se manifestar. Digamos que eu tenho higiene para bipolaridade. Se eu tiver a infância bem protegida, ele não vai desenvolver. Mas se eu não tiver a infância desenvolvida, a bipolaridade já vai pular. Então o estresse faz o quê com a criança? Tô cutucando a onça com vara curta. estressei a criança, o adolescente, o que tiver ali vai acordar os gênos. Percebeu? E isso pode passando
paraas outras gerações. Ou seja, o que você Sente também pode não ter começado com você. O que você sente pode não ter começado com você, mas pode acabar com você. Pode terminar com você. Ele pode terminar com você. Então, ah, mas eu tô herdando. Mas com o trabalho que você tá fazendo aqui, compreendendo os seus traumas, aprendendo a regular seu sistema nervoso, você pode encontrar novas formas para mudar essa história e mudar O seu futuro também, né? Cuidando seus traumas e reduzindo esse sentimento de impotência. Quando você toma a sua vida à frente, quando você
decide cuidar de você, você tá se aposando da potência da sua vida. E essa é a proposta da Tela. Hoje ela é bem introdutória. Agora a gente vai aprofundar em quatro aulas. Proposta da tecelana é para você resgatar o fio da sua história, compreender da onde vem as suas feridas traumáticas, transformar o que chegou em Você, que não é seu, para você seguir adiante e poder falar no quinto dia, parou comigo, não vou levar isso adiante. Parou comigo, não vou levar esse quadro adiante. Então agora a gente vai compartilhar aqui rapidinho. Já prepara o teu
cadernito aí. tá bom? Que você vai trabalhar isso aqui eu vou botar no grupinho de vocês, tá? Porque eu sei que é muito assunto, mas não se preocupe que eu vou est eh aprofundando, tá? Bastante No nas próximas aulas. Então, vou compartilhar aqui esse quadrinho aqui. Vou pedir paraa minha equipe me avisar se tá tudo OK. >> Tá OK, amig. >> Maravilha. Vamos lá. A Maju abre a Belinha lá, tiu, né, Maju? A Maju tem uma uma cachorrinha. Eu tenho seis gatos e uma cachorra, [risadas] mas estão todos lá na sala, senão eles aprontam aqui.
Esse aqui é o resumo da aula de hoje, tá? Traumas com T Maiúsculo, trauma com T minúsculo e traumas do desenvolvimento. Eu vou botar esse quadrinho lá para vocês estudarem, para você entender como que tá a sua vidinha, porque a gente vai precisar deles nas próximas aulas, tá certo? Então agora, tá, não vou ler tudo isso aqui, é só para você estudar. a gente vai botar lá para você, tá? Agora eu quero que você pegue o caderno e eu quero que você responda essas perguntas. Eu vou te dar 5 minutos, tá bom? Depois A gente
vai ter 5 minutos para responder perguntas. Então vamos lá. Quais são seus objetivos, tá? E quais seriam algumas razões para você fazer esse curso? Por que que você quer fazer esse curso? Tá? Que que você quer mudar à medida que você cuida da sua criança interior? Ou seja, o que é que você tem hoje? Quais são seus sintomas que você sabe que veio da sua criança interior que você gostaria de mudar? Aonde que você se sente presa? Preso? O que é que tá te prendendo? Porque isso tem muito a ver com trauma, tá? Todas essas.
Você precisa escrever, tá, meu amor? Não, não ignora, não ignora, não. Escreve aí. Quais você sabe quais são seus talentos que foram deixados para trás? Quem é você sem seus traumas? Você sabe quem é você sem seus traumas? Quais talentos que você deixou de desenvolver? Seus os seus sintomas não deixaram você desenvolver, a sua criatividade, a sua Bondade, o que que ficou para trás? Quais são seus tesouros que ficaram para trás? Certo? Alguém você pode dar print? Essas perguntas vão ser colocadas no grupo e eu vou dar aqui alguns minutinhos para vocês responderem, certo? E
quem terminar já vai me avisando aí, mas é muito importante que você faça escrito, tá? no seu caderninho da Testolan, que a gente vai fazer outros trabalhos nas outras aulas, certo? E daqui a pouquinho a gente vai já começar a responder perguntas, tá? E fica até o fim porque eu tenho uma surpresinha para vocês também, tá? Vai ter uma surpresa. São difíceis. Mais um minutinho. Ja. Pronto. Deixa eu ver se a gente acabou. Vou tirar, tá? Da tela. Faz uma foto, Anota e será colocado no grupo de vocês, tá bom? Deixa eu abrir aqui os
comentários, tá bom? Quem terminou? Quem conseguiu me conta o que você tá achando do conteúdo. Tá muito denso, tá muito pesado, tá muito rápida, tá muito devagar, [risadas] deu uma luz, conseguiu? O que que você aprendeu? O que que você aprendeu aqui hoje? Conta aqui para mim o que que mais tocou você. E a gente vai pedir, tá? Já Coloquei aqui no Instagram, a gente vai botar o link no grupo para vocês, eh, um comentário aqui no Instagram, tá? O que que você o que que você mais o que mais tocou você nessa aula, tá?
OK. Para incentivar, você tem uma surpresa. Quem ficou até o final vai saber. Olha só, a gente vai fazer um sorteio, vai valer até amanhã às 19 horas, tá bom? Eh, decidi agora até às 19 horas. Então, a gente vai fazer um sorteio, um sorteio da mentoria Rematernar. Ah, tá. A gente vai sortear uma pessoa, tá, para ganhar a nossa mentoria rematernar, porque depois a gente vai abrir vagas, né? E tem vagas limitadas a nossa mentoria. Quer, Camila? Clara, a vaga é minha. [risadas] Uma vaga, tá bom? Para quem comentar lá o que que achou
dessa aula, tá bom? Para incentivar você, tá? Quero, preciso. Tá bom. Para de mentoria rematenar. que é o nosso qu de criança interior. Se você não conseguiu responder, meu amor, que Eu sei que tu curto, o tempo foi curto, né? Eu preciso pelo menos responder umas perguntinhas aqui de vocês, mas eu vou botar no grupo e você vai responder amanhã, tá? Antes de fechar, antes de abrir para as perguntas, tá? Eu quero fechar com uma prática de magnífones para você sair bem daqui, tá certo? Fazer algumas práticas corporais para você ficar bem. Primeiro deles é
o balancinho que vocês adoram. Então, se você tiver a mesa aqui, você vai botar Cotovelo, cotovelo, mãozinhas aqui, senão fica assim no ar, tá? Não tem problema não, ó. E você vai fazer um balancinho muito sutil, ó. Como se você tivesse balançando o neném mesmo, ó. Pode fechar os olhos. Fica um pouquinho um minutinho, dois minutinhos. Pode fazer depois também. Se você precisar de alguma ajuda, você pode ir lá no Instagram e me chamar lá, tá? E vou dar uma olhada, ver se vocês estão Precisando de alguma coisa lá. Agora vou numa série de abraços.
Você vai fazer dois aqui, as duas mãos por fora, um alto abraço bem forte. Uma mão embaixo da axila e a outra continua aqui mais um pouquinho. Hum. E observe o que você sente, como que é quando você se abraça. Outro aqui. Agora os dois e um chacalhinho aqui, tá? Pode fechar os Olhos se você quiser. Pronto. Essa aula vai tá disponível até domingo, tá bom, meu amor? Às 17 horas. O link vai lá no Zoom. Eu vou avisar no Zoom, no Hotmart. Vou avisar vocês quando tiver pronto, porque demora um pouquinho para subir, tá
bom? Assim que tiver pronto, os PDFs também vão ficar lá. Assim que tiver pronto, a gente avisa no grupo. Então espero que hoje dando tudo certo, a gente avisa vocês. Quer rever a Aula, pode rever, tá? Tá bom. Agora me conta aqui. Ah, já respondeu. Olha que menina, respondeu todas aqui. Não sei quem eu sou. Ah, Camila, tá? E no Hotmart foi o link pro seu e-mail, a senha pro seu e-mail. Se você não achar, você tem que falar com alguém da minha equipe, tá? Fala com a Majô. Eu vou botar o link da Majô.
Já botei duas vezes lá. Vou botar de novo no grupo. E você chama a Majô para ver o que que tá acontecendo, para você ter acesso, tá? Ao a lá a aula vai ficar no Hotmart, tá? Deixa eu ver. Me sinto a que legal. Dia 11, seu aniversário. Ah, legal. Gratidão. Senti o sono normal, tá? É descarrego de trauma. OK. O abraço me deu tristeza. Por que será, né? Eh, é, é difícil cuidar de você. Eh, o que que o teu corpo sentiu? Por que foi desagradável? Cada um vai ter uma reação. É preciso entender
a as emoções, tá? Senti um gelinho no coração aí. Ah, muito bom. Senti emoção. Eu vou botar o PDF do as perguntas no grupo novamente para vocês. Senti sona, repil. Muito bem. Então, eu quero o comentário de vocês aqui, tá bom? Eu vou abrir para perguntas daqui a pouco e amanhã o mesmo horário aula, né? Pelo amor de Deus, não pode faltar, tá? Então aqui a gente vai sortear, tá bom? Quando você comentar mentora maternária, amanhã eu dou a notícia aqui. Tem que tá aqui, tem que tá na aula dois. Qu tiver na aula dois
Não ganha. Tá bom. Muito bem, muito bem. Muito bem. Muito bem. Então agora a gente tem aqui alguns minutinhos para perguntas. Quem não tem pergunta e quiser sair da sala, pode sair, não tem problema. Eu posso aqui responder uma meia dúzia de perguntas. Ah, obrigada, guaria. Perguntas, alguma coisa? Só que façam perguntas mais curtinhas, senão não consigo ler, tá? Todas as doenças são decorrentes de traumas? Não necessariamente, tá bom? Lembro muito do passado, sabe por quê? muito, muito, muito. Olha, eh, tem gente que tem altas habilidades e lembra muito. As paz, lembram muito. Você é
uma pessoa muito sensível, tá? As paz costuma lembrar muito do passado, tá? Infetilidade é trauma infantil? Não necessariamente. Tá bom? Eh, como posso curar do medo de ficar sozinha? Então, eh, aqui nós temos, provavelmente, Angélica, você teve desamparo aprendido, que eu vou falar Nas próximas aulas, né? O desamparo aprendido e o o desamparo aprendido é quando você precisou de socorro quando criança e não teve. Então, quando você dá você o que você precisa, precisa saber o que que você precisa, aí você já consegue fazer uma companhia melhor para você e vai diminuindo esse impacto traumático,
tá? Perguntas. Eu me perdi aqui. 70 perguntas. Misericórdia. Deixa eu ver aqui. Mais perguntas curtinhas, tá, meus amores? Senão não consigo ler Muito grande. Ah, deixa eu ver. Cheguei, cheguei, cheguei, cheguei. Não consegui emagrecer. Está relacionado a trauma? Hum. Tem caroço, né, Zangu? Provavelmente tá muito relacionado, tá? Porque se eh depende, né? Se a obesidade ela tá relacionada à compulsão, compulsão é vício. Vício tá pode est relacionado a uma dor emocional, a gente vai ver nas próximas aulas, tá? Vício é um bombeiro, Né? Que quando uma parte exilada, uma parte dolorida escapa, ele vem ali
para conter, tá? Então tem muita, pode ter muita relação, tá? Deixa eu ver. Sobrepeso pode ter relação, sim. Então, aí você mexeu no vespiro. O TDAH é um reflexo de trauma. Tem autores que falam que sim, tem autores que falam que não, tá? Eu, da minha experiência clínica, meu amor, eu já trabalhei com vários TDH e nenhum deles teve uma Infância bonitinha, sem traumas pesados, com T maiúsculo. Todos eles tiveram uma infância desorganizada, tá? O Gaba Matê é um deles que que relaciona, tá? um TDH com uma traumas na infância, mas eu não tenho a
ciência não fecha e eu não tenho plena certeza para te dar uma resposta 100% certinha, mas pela minha experiência tem relação. OK? Então, eh, chupar o dedo dedo até hoje aos 44 anos, ficou na fase oral. Aqui tem que trabalhar, no teu caso, tem que Trabalhar o trauma, provavelmente do abandono do bebê. tem que acessar esse bebê, tá? Então, até o último dia, vamos ver como é que fica isso, porque você precisa de um outro recurso emocional, porque chupar o dedo ainda é o seu recurso emocional da infância, tem uma ligação lá, tá? Continua aqui
na tercelão. Todos temos traumas. Todos temos traumas, infelizmente. Excelente aula. Então, a alienação parental, ela pode Considerar traumas sim, traumas com T minúsculo, vai constituir trauma, dependendo como é que foi essa alienação parental, tá? Gostaria de saber porque me mudo tanto e minhas duas filhas igual. Ah, eu adoro mudança também. Trauma. Ah, se for igual o meu, é trauma. Essa coisa de mudar, de agitar em segurança, preciso do novo. Vê se você não teve uma infância muito instável, se existe uma instabilidade, uma necessidade de começar, de Recomeçar. Entra na categoria de hipervigilância. Hipervigilância é sinal
de trauma. Obesidade de trauma, eu já falei, não aqui sim, todos os traumas que nós estamos trabalhando, ele a gente o foco é na criança interior, mas as práticas de contenção, as práticas de cura que eu vou mostrar para vocês pode servir para adulta também. Lembrando que se o trauma da vida adulta, ela, se você for puxar o fio, ela vai ter alguma eh alguma Instabilidade na infância. É muito comum o trauma da vida adulta ter relação com algum trauma na infância. Por quê? Trauma da infância vai deixar você mais suscetível a traumatizar na vida
adulta, tá? Tem alguma coisa que dá para confirmar se minha mãe é narcisista ou se seus comportamentos são respostas de um trauma de termino. Ah, ótima pergunta, excelente pergunta. Eu teria que conhecer a sua mãe. Agora, as pessoas narcisistas também tumas. Claro, todos nós temos, né? Agora precisa ver se é ela é oculta, tem vários tipos, se ela é maligna, tá? Eh, a narcisista maligna, ela normalmente ela tem ela traz outras coisas não tratadas, outras doenças emocionais não tratadas. Dificilmente é só o narcisista. Agora, se for a oculta, com certeza tem traumas com T minúsculo,
tá? Transgeracionais, ao longo da TCEL vou falar mais, tá? Quando a gente sente e o quando a gente sente e libera resolve, vai me amenizando. Eu senti, já não sinto mais. Eu tô liberando, tá? O Marf ajuda muito nisso. Uhum. Deixa eu ver como curar um trauma que percebi que causei o meu filho. Então teria que saber qual é esse trauma, ver se realmente é traumatizante para ele, né? Eh, o que que aconteceu? Se você pode pedir desculpas, pode recuperar, pode Fazer diferente, tá? Isso dá para fazer com os filhos também. Deixa eu ver. Já
falei no DDH. E quando o parceiro subestime nossos traumas, sinto que isso potencialize tanto? Claro, porque você continua sem potência, você continua não sendo vista, não sendo ouvida, que são também o o terreno do trauma na infância, tá? Então, o trauma antes de nascer existe, é traumas do desenvolvimento, tá? Como que eu cuido disso? Se eu conseguir Acessar o que que a minha mãe passou, o estresse que a minha mãe passou, o que que aconteceu, qual a necessidade minha que não foi dada, eu, a minha obrigação agora é dar a mim. Ninguém vem me salvar,
[risadas] eu tenho que dar para mim o que faltou na infância. Então, é sempre assim, isso é muito importante. Vou dar para mim o que faltou na infância. Esse é o verdadeiro sentido do rematernar. Sim, ansiedade tá muito relacionada a Trauma. Tristeza ao se abraçar, eu teria que saber um pouquinho mais, Vanda, sobre a sua história. Talvez a falta de contato, achar que não é merecedora, a culpa ou a vergonha. os traumas acontecem a vida toda. Eh, tem essa fase do desenvolvimento que é muito propensa. Todo, toda a fase do desenvolvimento humano é pô pô
potencialmente traumático. Gravidez, nascimento, todas Potencialmente traumáticas, tá? Agora, a os traumas eh eh na vida adulta pode acontecer a qualquer momento, porque eh o trauma é algo avacalador e que a gente não domina, né? Como faço para não passar paraas minhas filhas cuidando de você primeiro, tratando a sua criança primeiro? Apanhar e não chorar depende da situação, tá? Eh, depende da idade, pode ser, pode ser com maiúsculo ou minúsculo. Qual o melhor tratamento para Transtor de espéci pós-traumática? Ih, nossa, aí é muita coisa, tá? O que eu trabalho, né, nas minhas sessões e também nos
encontros ao vivo do rematernário, e aqui vocês também já vão usar, são práticas corporais, são práticas de mind transformado para trauma, tá? Então, mind transformado para trauma, as práticas somáticas, a liberação do trauma, principalmente do Peter Levini, que eu gosto bastante, ele vai ajudar porque a energia fic, vocês Vão aprender ainda, vocês estão antecipando as perguntas. A energia que tá presa no corpo, ela precisa ser liberada, tá? Nas próximas aulas a gente vai ver. Deixa eu ver. Já ferido a obesidade. Somatizar também decorrente de trauma, provavelmente. Deixa eu ver. Doença autoimune tá muito relacionada a
estresse. Se o estressver relacionado ao trauma, tem a ver com trauma, tá? Nem tudo é trauma, tá gente? Mas a gente já tem fumaça, a gente já desconfia. Deixa eu ver que mais. Inflamação na coluna inteira pode ser trauma? Não sei. Teria que verificar, tá? Não dá pra gente só com essa pergunta. É trauma? É trauma. Algumas coisas a gente já, pelo estudo científico a gente já desconfia que é sintoma de trauma, que a gente conhece a relação. A gente tem uma relação de trauma, né? Algumas coisas a gente já sabe que é, outras a
gente Teria que estudar o o o caso individual, tá? Vou falar porque vocês não têm lembrança na próxima. Por que que não lembra? Vou falar nas próximas. O esquecimento também na próximas aulas, lembrança nas próximas. Como sair da culpa? Próximas aulas. A maioria de vocês é a próxima aula aqui. Fibromialgia tá muito relacionado com trauma pela minha experiência. É possível curar. Eu vou falar sobre Cura na última aula. É possível curar. Tem trauma que cura, tem trauma que apenas ressignifica. ou a gente vai diminuir os impactos. Tem as duas coisas, mas é possível curar tranquilamente.
Aquilo não tem mais nenhum peso na tua vida, tá? Medo de abandono pode ser oculto, sim. Falta de dinheiro, prosperidade, sim. Tá, OK, fechamos, tá bom? senão vai ficar muito longo. Amanhã eu boto lá um Formulário para vocês, para vocês eh eu responder as perguntas que vocês tiveram, tá bom? As perguntas que vocês não tiveram respostas, mas a maioria das respostas, das perguntas, as respostas estarão nas próximas aulas, tá? Então venha, continua. E agora eu vou abrir, sabe o que que eu vou fazer com essas 500 pessoas aqui? Eu vou abrir o microfone de vocês
para vocês me darem um tchau e eu vou gravar aqui vocês, tá bom? Eh, vocês já podem abrir o Microfone e eu vou gravar stor uma palavrinha como é que foi a aula amanhã. Tchau, tchau, tchau. Boa noite a todos. Obrigada feliz novo. >> Muito legal. Obrigada. >> Foi maravilhoso. Incrível. Obrigada. Muito obrigada, hein?