Olá profissionais tudo bem esse vídeo Visa satisfazer o grande volume de perguntas que eu tenho recebido nos últimos tempos de muitos Cabeleireiros que querem saber qual é o posicionamento definitivo da Anvisa acerca de uma substância utilizada como ativo em Sistemas de alizamento capilar e que já faz parte da rotina profissional do cabeleireiro há mais de 10 anos e eu me refiro ao ácido glioxílico confesso também que me incomoda essa falta de um posicionamento Claro oficial por escrito publicado por parte da andisa sobre a aprovação ou proibição do ácido glioxílico sendo utilizado esse fim alisamento de
cabelos e soma-se a isso o fato de que nos últimos dias profissionais Cabeleireiros me encaminharam um vídeo de uma reportagem transmitida por uma grande emissora de televisão onde ali eles se posicionam de maneira forte sobre o uso do ácido bi oxído dizendo que é proibido que faz muito mal à saúde e eu reconheço que o tema é polêmico Mas eu não quero fazer um vídeo resposta para essa reportagem mas gostaria de eh Com muito respeito fazer uma análise do conteúdo que foi exposto ali para que nós profissionais Cabelereiros saibamos como nos posicionar no presente momento
momento e peço encarecidamente que você que nos honra com a sua preciosa audiência se você tiver alguma informação para nos ajudar e que não for apresentada Neste vídeo por favor deixa aqui nos comentários a sua fonte de preferência uma fonte oficial né do governo Ministério da Saúde Anvisa para que nós possamos ajudar a todos que T interesse em estarmos por dentro desse assunto eu vou passar então a reportagem Vou fazer alguns cortes para que eu possa comentar Espero que seja útil Bora analisar assunto é pra galera que já aproveita AA no salão e faz tudo
de uma vez então presta bem atenção nessas imagens aí ó que vão aparecer para você de um jeitinho que você nunca viu a imagem ó eu vou pedir pra direção colocar outra imagem antes dessa daí que é uma que a gente tem a comparação que a gente mostrou na na hora que a gente foi pro intervalo que é uma imagem mostrando o fio de cabelo sem nenhum procedimento químico Agora sim um fio fininho ali ó lisinho certinho é um fio de cabelo esquisitíssimo né então E aí o da direita que você tá vendo aí é
um fio que foi descolorido e logo em seguida alisado com ácido que vira o formol que é proibido mas a galera usa na hora de fazer aquela progressiva e olha só a diferença essa imagem Super aumentada ela foi feita de uma pesquisa e Numa pesquisa do Instituto de Física da Usp eu gostaria de começar fazendo uma análise dessas duas fotom microscopias que foram exibidas agora no início da reportagem é evidente a diferença estrutural o grau de Dan que o cabelo sofreu depois de ser processado segundo foi dito esse cabelo passou por descoloração em seguida por
uma escova progressiva a base de ácido bioxil Isso é o que foi dito na reportagem porém eu fui atrás das fotos e todos os textos que se referem a essas fotos dizem que esse cabelo passou por processo de descoloração em seguida passou por um processo de descol progressiva porém sem especificar Qual foi o ativo utilizado nessa escola progressiva nós Cabeleireiros sabemos que no nosso mercado da beleza o termo escova progressiva é um tanto genérico Você pode ter diferentes ativos estáveis em diferentes níveis de PH ácido e que podem ser denominados esses produtos como escovas progressivas
então na reportagem verbalizaram que foi ácido bi oxído mas nos textos que se referem a essas fotos não declara-se qual foi o ativo desta escova progressiva me chama bastante atenção também que quando eu cheguei no trabalho original inclusive um trabalho muito bem feito de uma compilação exemplar com fontes assim informações muito confiáveis ah recomendo inclusive esse trabalho para vários alunos meus já há alguns anos mas essas fotos especificamente não constam no corpo do trabalho e olha o que eu procurei bem né ah uma outra coisa que chama atenção é o seguinte se esse cabelo foi
submetido a um processo de descoloração e em seguida uma escova progressiva Qual foi o processo químico que ocasionou o maior índice de dano a esse cabelo que justifique o que estamos vendo na reportagem na imagem de como o cabelo ficou aqui eu apresento para vocês uma série de de fotos que também saíram de um trabalho científico publicado também por uma universidade federal e conforme os resultados aqui observados Essas são as condições estruturais de um cabelo que foi submetido a três descolorações e três alisamentos a base de ácido glioxílico Dá para ver que com três descolorações
e três alisamentos à base de ácido glioxílico o cabelo não chegou ao grau estrutural demonstrado na foto exibida na reportagem de que por apenas uma descoloração seguida de uma escola progressiva o cabelo já tenha ficado nesse nível tão drástico de dano né Principalmente dano na Esfera periférica não estou questionando tá o que a reportagem posicionou Eu apenas estou pontuando um fato né até porque essa informação sobre qual é o processo químico que trouxe o maior índice de dano seria de altíssima relevância para nós mas vamos continuar assistindo mais um pedacinho pra gente poder comentar Bora
lá a equipe do Instituto de Física da Universidade de São Paulo utilizou na sua pesquisa um ativo chamado ácido glioxílico esse ácido ele é encontrado muito frequentemente nos produtos cosméticos de alisamento ele não é aprovado pela Anvisa então o ácido bioxil está proibido pela Anvisa a primeira vez que o Ácido bioxil é citado no documento oficial da Anvisa é na resolução da Diretoria colegiada de número 409 de 27 de julho de 2020 r D DC 409 e ali existe nesse documento a lista dos ativos aprovados para sistema de alizamento capilar e a lista de ativos
proibidos o ácido bioxil curiosamente não está nem na lista dos ativos aprovados e nem na lista dos ativos proibidos ele está numa terceira posição chamada nesse documento de disposições transitórias ou seja o caso sobre o ácido glioxílico ainda estava em trânsito e conforme o corpo desse texto Deixa claro o ácido glioxílico em 2020 ainda era uma substância que estava sob análise para se eh aferir a sua segurança sua performance e o corpo do texto Deixa claro que havia nesse momento a possibilidade do ácido bioxido ser aprovado ou de ser ainda proibido quer dizer que nesse
momento ele não estava nem aprovado e nem proibido mas ele estava nas disposições transitórias e Aisa deu um prazo de 2is anos para chegar a uma conclusão sobre como se posicionar acerca do ácido glioxílico aprová-lo ou proibi-lo esse prazo venceu em Julho de 2022 e não foi possível que Aisa o cumprisse porque em 2020 2021 todo o corpo técnico da Anvisa com razão foi recrutado para uma eh situação mais emergencial que foi a questão da pandemia então de lá para cá Estamos aqui entrando em novembro de 2023 ocorreram algumas atualizações da RDC 409 mas nenhuma
no tocante do posicionamento da amisa sobre o ácido glioxílico ser utilizado como ativo do sistema de alizamento capilar houve por exemplo aprovação do pirog galol houve alteração e atualização de outras disposições relativas a registros com formacional Ade de rótulo por parte de fabricantes mas sobre o ácido glioxílico Ainda estamos aguardando o posicionamento da Misa por isso que eu peço que você que tá nos assistindo se você tiver uma notícia mais fresquinha até esse momento deixa aqui nos comentários da fonte para que todos nós possamos ser ajudados ok agradeço muito por isso mas para terminar esse
tópico eu gostaria de dizer o seguinte a Anvisa foi muito assertiva em permitir que os produtos que estavam com seus registros vigentes produtos de alizamento à base de ácio bi oxído pudessem prosseguir as suas atividades comerciais pudessem se manter no mercado por quê isso aqueceu economia portanto não gerou desemprego e trouxe a possibilidade de que novas tecnologias do ácido bioxil fossem desenvolvidas O interessante é que inclusive algumas fábricas de matériaprima como o ácido glioxílico conseguiram patentear alguns novos modelos de manipulação de moléculas de ácido glioxílico que trazem uma performance melhorada né soma-se a isso o
fato de que não houve até então né mais de 10 anos de contato e uso do ácido bioxido nenhuma intercorrência nenhhum efeito adverso nenhuma debilidade à saúde de Ninguém diferente do formol a gente já vai entrar nesse ponto de comparação entre ácido oxído formol inclusive alguns trabalhos acadêmicos apontam o ácido oxído como uma opção verde ou seja uma opção limpa viável para substituir o formaldeído que deve ser abandonado o seu uso Como ativo de sistema de alizamento capilar obviamente eh Então essas questões deixam a gente na dúvida né A maioria dos cabeleireiros não quer trabalhar
numa ilegalidade não quer fazer nada de caráter duvidoso queremos seguir as leis queremos que o nosso trabalho seja reconhecido também pela idoneidade pela surra mas tá faltando esse posicionamento Claro e oficial da Anvisa sobre como procedermos eticamente acerca desse ativo o ácido bi oxído né Pedimos que Aisa por favor atenda esse nosso esse nosso Anseio né de posicionamento para que nós possamos realmente dizer de maneira uníssona Está aprovado ou não está proibido por enquanto ficamos com a disposição transitória constante na RDC 409 está permitido no mercado o seu comércio por parte das empresas que já
tinham até a data da publicação da RDC 409 o registro e o direito de comercializá-lo e o que fazer de agora em diante é o que nós queremos saber Enquanto isso vamos continuar assistindo a reportagem para analisar mais um ponto do que foi dito ali ele não é aprovado pela Anvisa por qu quando entra em contato com a chapinha quente se transforme em formol pois bem O áo bioxido Vira formol a gente vai ter que ser bem minucioso nesse ponto para entender essa questão primeira coisa que a gente tem que considerar é o seguinte existe
uma diferença em química entre se converter em formol ou virar formol e liberar formol existem ativos que viram formol se convertem em formol e uma vez que você tem formol ali o aquecimento desse formol libera aldeídos tóxicos são perigosos isso se o formol estiver numa concentração considerado perigosa sim porque o formol ele já foi admitido durante muitos anos em cosméticos a concentrações máximas de 0,22% cuja função era a de conservação do produto Olha só isso é muito legal porque em química nós não abençoamos e nem demonizam de forma generalizada toda e qualquer substância antes de
primeiro termos dados sobre como vai ser utilizada essa substância em que fórmula na companhia de quem para que função e principalmente em que concentração uma mesma substância numa determinada concentração pode ser inofensiva e cumprir uma função importante como 0,2 de formol não alisa cabelo não reduz fris é inofensivo não é tóxico e é um conservante de alta eficiência agora mais de 0,2 de formol você você passa a trabalhar com uma concentração considerada já perigosa tóxica e nociva ao organismo humano é aí que tá o problema porque mais de 0,2 o formal também já deixa de
trabalhar como conservante muda a sua função para se tornar um ativo de alizamento e um ativo de alizamento que não trabalha sozinho para que o formal possa trabalhar com ativo de alizamento ele precisa estar na companhia de macromoléculas de proteínas como queratinas hidrolizadas e blends de aminoácidos positivamente carregados então o cabeleireiro também ele não pode achar né porque o produto ali de progressiva tem Queratina e tem Glen de aminoácidos que isso é uma coisa boa na verdade isso é uma questão suspeita em relação ao produto Principalmente se o produto não declarar evidentemente Qual é o
ativo que promove o alisamento OK aí você fala m dá o exemplo de uma substância que vira formol muito bem metilen glicol metilen glicol é um ativo que tem uma facilidade em fazer uma reação que eu vou chamar aqui de reação de ída e volta vira formal vira metileno vira formal vira metileno né então na embalagem ali no frasco do produto você não tem formol inclusive o cabeleiro nunca pode confiar nos dizeres ali no no no rótulo né 0% formol formol free livre de formol por quê Porque você pode ter ali não formal mas uma
substância que vira formal quando eh o produto vai ser utilizado E aí é perigoso mesmo tá agora o ácido glioxílico não vira formol o ácido glioxílico é um potencial liberador de formol e aí a gente tem que saber o seguinte liberar formol é algo que por si só já caracteriza que o ácido glioxílico É perigoso não necessariamente e eu dou um exemplo existem alguns ingredientes presentes em cosméticos shampoos condicionadores livens que são classificados como liberadores de formol existem alguns conservantes por exemplo que são da classe dos liberadores de formol e não é porque eles têm
esse nome que eles estão sempre liberando formol ah toda vez que eu fizer uma escova vai liberar formol Não nada disso calma ele Esso é apenas uma caracterização desses eh dessas substâncias desses conservantes então o ácido glioxílico não é formol não vira formol não provém do formol não é derivado do formol não é primo do formol o formol é um aldeído o ácido glioxílico é uma combinação de duas funções orgânicas derivadas de uma substância chamada bioxal meio aldeído meio ácido carboxílico fraco definitivamente ele não tem nada a ver com formol e ele não é um
e uma substância que se transforma em formol mas é um liberador potencial em relação a essa informação é muito interessante porque os trabalhos divergem muito o que fez também com que a vis ainda não chegasse a um consenso sobre seu posicionamento acerca do ácido glioxílico Porque alguns testes demonstraram liberação de formol por parte do ácido glox sílico acima dos 300º C outros testes mais recentes apontaram liberação de formal deí por parte do aquecimento do ácido gloxínia entre 90 e 110 GC aproximadamente mas tanto nos ensaios que é detectaram liberação de formol a mais de 300°
ou por cerca de 100º em nenhum dos casos a concentração de formal liberada estava dentro de um índice considerado tóxico Hum isso é interessante Então é por isso que a VISA também permitiu que o ácido bioxido permanecesse no mercado de acordo com as disposições transitórias que eu citei na RDC 409 porque já se tinham esses dados que não se caracterizavam como razoáveis para já determinar a proibição definitiva do bioxido vários trabalhos confessam que é necessário ainda se fazer mais estudos mais testes para se levantar mais dados sobre esse ativo que ainda é relativamente considerado novo
ou não tão bem conhecido na sua reação química para alisar o cabelo formol deito também não tem nada a ver com ácido ocílio Vamos pontuar aqui algumas coisas primeiro o formol age por fora do cabelo ele precisa Como eu disse estar na companhia de alguns copolimerização químicas das cutículas o que faz com que as cutículas ganhem um grau de dano irrecuperável isso ocorre em meão PH extremamente ácido em torno de 1 e do o que deforma a massa cuticular por contração de matéria e ainda seguido de um evento térmico bastante elevado para que se Gere
energia suficiente para que o formol com queratina e aminoácidos formem um polímero impermeabilizante isolante da fibra capilar chamado poliacetal essa impermeabilização além de provocar um impedimento no processo de hidratação diária do fio de cabelo ainda faz com que mesmo que você utilize produtos de excelência de altíssima qualidade os ativos desses produtos não podem AL al canar não podem acessar o interior da fibra capilar capilar para tratá-lo então assim não existe nenhum benefício não existe nada e na escola progressiva a base de formol que justifique o seu uso além de ser extremamente tóxico e perigoso à
vida humana traz danos aos cabelos das clientes que são irreversíveis E recuperáveis mesmo depois que o efeito do produto vai embora a o cabelo ainda permanece com eh danos alterações e desgastes que não podem ser revertidos infelizmente né o ácido viox não atua por for do cabelo o ácido bi oxído atua por dentro do mesmo modo que alguns alisamentos que funcionam em PH acima de sete Principalmente um outro ácido né porque o formol não é ácido formol é aldeído inclusive profissionais que estão no mercado há bastante tempo né desde antes até hoje trabalham com um
ácido chamado tioglicólico ou mais comumente conhecido como tioglicolato de amônio Com certeza você já ouviu falar né TGA só que o tioglicolato de amônio ele atua no córtex prioritariamente desligando pon de sulfeto entre moléculas de queratina já o ácido glioxílico ele atua também no córtex então con forma age por fora glioxílico age por dentro igual tinha o glicolato mas como o ácido glioxílico é uma substância ativada por água além de quebrar algumas Pontes de sulfeto glioxílico também desliga algumas pontes e Salinas e hidrogeniônicas da fibra capilar claro que essas ligações são temporárias e o cabeleireiro
precisa saber trabalhar com esse ativo para que o cabelo não tenha um retorno do seu efeito liso então desejado pela cliente mas veja bem até na maneira em que reage no cabelo o ácido bioxil e o formol não se pode fazer uma associação como se os dois fossem ativos similares ou se um viesse do outro ou se um se transformasse no outro e veja que até no uso da Chapinha existe uma distinção entre estar trabalhando com formol e estar trabalhando com ácido bioxido isso por no Formol você usa chapinha para gerar energia para que seja
formado o polímero e oclusivo impermeabilizante da fibra capilar no ácido glioxílico você usa a chapinha para remover a água do sistema criando assim o processo de neutralização do sistema de alisamento do ácido bioxyn Então até no uso da Chapinha os propósitos são diferentes tanto que na mesmo RDC que posiciona o formal como proibido posiciona o ácido bioxil dentro das disposições transitórias isso porque os órgãos de competência também reconhecem que formal e formol ácido glioxílico é ácido glioxílico uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa vamos continuar assistindo o vídeo para fazer mais comentários
ele é lesivo para o cabelo para quem recebe e para quem aplica há risco de morte por inalação por aspiração provocando a pneumonia química além de lesar o poro cabeludo e objetivamente os fios também eu confesso que eu achei essa informação tanto forte né até um pouco alarmista mas eu entendo eu não concordo mas eu entendo que alguém que pense que o ácido pedaços dos artigos aqui e também documentos da visa Ah quem pensa que o bioxil é um assemelhado do formol vai logo concluir que tudo que devemos ter cuidado em relação ao formol ou
tudo que o formol tem de risco à saúde humana logo deve ser aplicado automaticamente também ao ácido glioxílico e não é bem assim como eu disse não existem dados suficientes ainda que demonstrem que o ácido glioxílico é realmente igual similar ou tão nocivo quanto o formol e isso acaba desviando a tensão do cabeleireiro para alguns problemas n Inclusive eu quero falar sobre esses problemas depois que a gente V mais um pedacinho da reportagem pra gente concluir Bora lá por isso o conselho que eu dou é sempre ler no rótulo se existe essa substância ácido glioxílico
se existir se aparecer essa substância no rótulo troque o produto Olha que dica legal se você for utilizar uma escova progressiva e você olhar no contrar rótulo e você identificar que ali existe o ácido glioxílico troque o produto né deix esse produto troque por outro alguma coisa assim mas o Curioso é que as empresas que t o registro vigente para comercialização de sistema de alizamento capilar à base de ácido glioxílico qualquer uma das suas conformacionales moleculares qualquer uma das suas tecnologias disponíveis essas empresas não estão agindo contra a lei essas empresas não estão fazendo nada
de errado portanto elas não vem nenhum problema em Ostentar o ativo que é o asro principal daquela fórmula inclusive para orientar o cabelereiro Deixa claro para ele olha aqui o ativo é esse tipo de ácido glioxílico né existe o ácido glioxílico simples composto conjugado composto conjugado coordenado de ação terciária ácido bioxido primário secundário apenas tem um ácido bioxil que a gente deve evitar que é o ácido bioxil híbrido o problema não tá no Ácido bioxil é que infelizmente alguns formuladores de maneira escusa acabam fazendo uma formulação entre ácido glioxílico e formol juntos aí o problema
não vai ser o glioxílico Como eu disse vai ser a presença do formol ou do glutaral Ok mas veja que interessante o o fabricante que faz sistema de alisamento a base de oxído e tem um registro vigente na VISA sobre procurar o nome do ativo no sistema de alizamento não é o problema é que essa informação pode fazer com que se o cabeleireiro cai nessa nesse dado sensacionalista alarmista ele vai acabar reprovando uma série de produtos que não estão fazendo nada de errado sistema de alizamento que trazem nesse momento o ácido glioxílico Como ativo Existe
uma grande quantidade de produtos que estão trazendo formol que estão trazendo glutaral que estão trazendo metilen glicol ou outros conservantes ou outros ingredientes em concentrações muito acima das recomendadas pela legislação para que se convertam em formol ou Para que sejam coativos do formol que está escondido ali do glutaral ou metido ali e quando você vai ler a composição desses produtos você percebe que é uma composição de um Ero condicionador e aí eu pergunto o fabricante de formal por acaso fabricante de progressiva que tem formal por acaso ele está colocando formaldeído o fabricante que faz progressivo
a base de glutaral deit está colocando ali o nome do glutaral deit Claro que não quem engana Anvisa engana o cabeleireiro el não tá nem aí pro nosso cliente pra nossa vida então eles vendem pro cabelereiro um produto que é uma escova progressiva você vai ler na composição você lê ali a descrição da fórmula de condicionador não faz sentido nenhum e demonstra uma falta de honestidade dessas empresas porque Qual é o interesse que eles têm de omitir O Astro principal daquela composição sendo que é obrigação de lei declarar pro consumidor Profissional ou Lei Qual é
o ativo que está fazendo com que haja possibilidade de que aquele efeito estético seja alcançado não se pode omitir o nome do ativo Então por que que tem tanta progressiva escrito zero for form sem formol formal free e você vai ler a sua composição vai interpretar a sua composição tá ali uma composição de um produto que não condiz com aquele o produto você compra como progressiva Mas você vai ler a composição de um condicionador não faz sentido e aí se ilude o cabeleireiro de diversas formas eu vou citar algumas primeiro eh fazendo com que o
cabeleireiro não tem acesso ao conhecimento científico para que o cabeleireiro não tenha interesse em ler e identificar na composição dos Cosméticos com o que realmente ele tá comprando com que que ele tá li dando Ok o que que ele tá usando né seria muito importante se o cabeleireiro seguisse a recomendação foi colocado por escrito ali na tela da reportagem e de todos os produtos que ele comprasse principalmente progressivas ele pedisse que a empresa da qual ele está comprando o produto eh mandasse pro cabeleireiro o link do registro no portal da Anvisa daquele produto para que
o cabeleireiro pudesse consultar uma outra forma de enganar o cabeleireiro é desviando a atenção dele do ativo real e legal criminoso para um ativo que não é ativo Então faz lá uma progressiva com formol e carbocisteína não aqui não tem formol ativo é carbocisteína formol e blend de aminoácido não aqui não tem formol é o ativo é o blend de aminoácidos e formol e ácido hialurônico não aqui o ativo é ácido hialurônico não é formol formol ou glutaral e ácido tânico não aqui não é formal aqui é ácido tânico então ficam dizendo pro cabeleireiro que
é ativo uma série de substâncias que não são ativas Olha que interessante Então os cabeleireiros eles muitos infelizmente estão caindo nessa de que cada empresa tem supostamente uma tecnologia particular esses Cabeleireiros eles precisariam saber que todos os ativos disponíveis para sistema de alizamento são de conhecimento geral São de conhecimento público não existe uma tecnologia específica exclusiva de uma determinada marca existe uma maneira de formular o produto de uma determinada maneira por uma determinada marca mas o ativo não é uma novidade não é uma exclusividade o ativo é algum dos que são conhecidos e precisam estar
Justamente na lista de aprovados ou então temporariamente permitido o seu comércio como é o caso do ácido biox até que Anvisa e bata martelo sobre isso ok em resumo até que se PR o contrário formal e ácido glox não tem nenhuma associação e eu espero muito que a Anvisa logo possa se posicionar oficialmente de forma Clara publicando algo que nos diga em letras né o seu posicionamento oficial acerca do ácido glioxílico ou para sua liberação e aprovação ou para sua proibição de qualquer forma os profissionais Cabeleireiros eh continuam trabalhando com esse ativo que até então
não trouxe nenhum efeito adverso saúde de Ninguém diferente do formall que já seou muitas vidas Pode ser que você que esteja me assistindo aqui já tenha perdido algum conhecido cabeleireiro um colega um amigo de profissão ou já tem ou conhece também profissionais que infelizmente sofrem de alguma debilidade de saúde por conta eh de terem trabalhado né na ilusão com algo que disseram para eles que é inofensivo mas que não então segundo o guia de boas práticas do salão de beleza que você pode adquirir por exemplo no site ABNT é muito importante porque lá diz justamente
um de forma bem simplificada como se aplica a legislação ao trabalho do cabeleireiro o cabeleireiro não faz o que ele quer ele não compra qualquer coisa desde que funcione e dê resultado na opinião dele existe uma legislação pro cabelereiro inclusive quando a Anvisa eh registra alguma RDC existem alguns documentos desses que posicionam em que condições o comércio salão de beleza precisa atender algumas normativas para que tenha acesso a determinados produtos então a coisa é muito Ampla e infelizmente no Brasil querem colocar produto na mão do cabeleireiro apenas para que ele se torne mero aplicador com
muita informação muita dica muita técnica mas sem conhecimento então o cabeleireiro coleciona dica coleciona informação coleciona técnica assiste uma série de vídeos curtos na internet tentando ver alguma coisa prática para reproduzir no seu salão isso não resolve seu problema porque ele continua colecionando inclusive certificados e uma série de dúvidas e quando as coisas acontecem de forma diferente do que ele esperava não sabe interpretar e fica eh numa situação constrangedora procurando alguém que lhe traga ali o socorro né e o cabeleireiro é muito mais do que isso tá então espero que esse vídeo tenha te despertado
pra necessidade de você adquirir não informação mas conhecimento porque informação é algo passível de falhas como nós observamos aqui nessa análise de hoje tá certo agora con mais sóo que satisfaz tudo o cabeleiro precisa ter um presente e um futuro profissional muito promissor Valeu então humildemente agradeço pela sua compania até aqui conteúdo tenha sido útil a gente se vê na próxima Fortíssimo abraço e bora estudar