olha vou falar sobre chuvas artificiais é possível você fazer uma chuva é possível sim eu mesmo já fiz chuva artificial um processo muito interessante fazer é na década de 80 eu trabalhei num grande projeto lá entre petrolina e juazeiro ba entre pernambuco ea bahia e nós tínhamos inclusive 25 estações meteorológicas automáticas instalado de um lado 25 estações metrô estava do outro o objetivo era analisar para ver se nós estamos realmente conseguindo fazer chuva ou não tão pra ver estatisticamente o resultado é ser inclusive calcular e verificar a viabilidade do projeto como é que nós fazemos
a chuva entender um pouco então como é que a nuvem se forma bem para a nuvem se formar você tem que ter uma disponibilidade de vapor d'água a medida ter sido abordado ele vai subindo né ele vai entender a condensar o vapor d'água e nos convença por si só se ele não tem um núcleo e necessita ter um núcleo tão toda olha que coisa interessante toda motivo de água ela tem que ter um núcleo porque dificilmente ela vai se formar se um processo caríssimo de acontecer na atmosfera é no nosso caso aqui é do brasil
a maioria das dúvidas nós chamamos de nuvens quentes ou nuvens que a temperatura dela praticamente quase toda a temperatura dela ao longo do ano né são temperaturas é aba acima de zero é só no caso os casos precisam ser incluídos né nós temos locais com temperatura de - 50 - 60 graus sentiu mas 99% das duas nuvens é de latitudes baixas são nuvens é que eu chamo de nuvens quente então nós utilizamos o cloreto de sódio que esses ao mesmo de cozinha é é claro que num particular muito grande é um partido muito pequenininha então
nós determiná lo exatamente o tamanho dessa partícula lost uma instrumentação meteorológica lançá los na atmosfera para saber o conteúdo de vapor d'água que tinha na atmosfera que dá daquele conteúdo vapor nós vamos jogar uma quantidade de cloreto de sódio para funcionar como núcleo porque no nordeste você tem muita umidade o que acontece lá que as nuvens não tem estrutura vertical muito grande e as gotículas com isso elas são muito pequenininha e evapora a chegar na superfície então nós vimos na base da nuvem onde que já existia um início de uma formação de novo e passar
um pouco um avião é pulverizando teoricamente josé serviço de pulverização número com cloreto de sódio jogá lo e esse vapor da linha se condensam ea nuvem e aumentando o tamanho aí são vários processos físico adentrar no você tem um próprio vento que ele gira dentro da própria onu uma circulação e com isso ele pega é gotículas que estão mais na base e leva até o topo pedido que está levando seu topo alguns chocando com um é manter um fenômeno chama de arrasto ele puxa moléculas também o gotas d'água tão próxima e com isso ela vai
aumentando de tamanho até que acontece a chuva você não pode jogar cloreto de sódio muito além do normal porque você senão você acaba é super nuclear na nuvem você vai dissipar a nuvem em vez de formar no então esse é um processo e já desde a década de 50 se utiliza em vários países do mundo nós começamos aqui na década de 80 fazer uma pesquisa científica claro nós já chegamos a ter pessoas aqui no brasil nucleam no caixa onde o processo nucleação de nuvens até na década de 60 e acre minas gerais - nós chegamos
a ter uma pessoa com um avião rodando e fazendo só que era uma coisa bastante rudimentar nesse projeto nós trabalhamos com um projeto de lei durou mais de cinco anos formando nuvens é nucleam nuvens formando e é interessante que depois que a gente passava com o avião no clã até que a gente dava volta o avião quando passava de moto um pouco além de contornar quando voltava já estava ocorrendo a chuva e com isso nossas estações meteorológicas iam coletar essa chuva nós tínhamos era aleatório a moeda quem jogava brasil fala olha tinha nuvem no céu
tinha no entanto do lado esquerdo como lado direito por exemplo então eu jogava sua moeda e falar olha hoje eu vou para o lado esquerdo para o lado direito o jogou para o lado direito então eu vou lá vou nuclear asn formar chuva e depois o incomparável chuva que ocorreu na casa estações meteorológicas 25 de um lado com a de outros que eu não nuclei pra ver como é que era o efeito meu da minha no coração porque a nossa dúvida era o seguinte que será que a chuva ela e acontecer e nós só adiantamos
o processo entendeu ou não ia acontecer chuva mesmo então nós realmente fizemos um bem chegamos à conclusão que nós é conseguirmos aumentar em 16% na precipitação nas regiões não é possível sim fazer chuva é muito fácil o processo não é difícil de se fazer chuva só que a viabilidade econômica porque você necessita de avião você necessite de aparelhagem específica de técnicos né com é com muita capacidade para estar fazendo esse tipo de empreendimento agora é no sul do brasil existe um outro fenômeno que é muito interessante que eu de super no coração da nuvem que
lá existe implantação de maçã tão bem uma chuva muito forte que é aquele formado pelo processo é frontal um cúmulo nimbos que vai provocar muitos granizo e com plantação de maçã 111 granizo caiu segundo a sair de um risco né a perder o valor comercial então você tem inibir a formação de granizo e nós sabemos que no sul do brasil é muito comum ter ocorrência de granizo então em alguns estados do sul do brasil e alguns municípios têm radares meteorológicos que eles identificam essas nuvens como lindos e existem eles trabalham com foguetes é um sistema
russo que eles trouxeram pra cá e esse sistema também ele leva não correntes ódio como as luvas lá são frias são iodeto de prata é um outro núcleo então ele leva até a novas e lança é como se você a tirar suas dúvidas com as seguintes pelo lá é mais fácil porque você já sabe a entrada a direção principal que vai chegar esse tipo de temporal então eles já se posiciona esses foguetes à medida que a nuvem está chegando e eles atiram na no ela vai super lucro é a nuvem e vai inibir a formação
de granizo é um processo que tem funcionado muito bem tem vários pesquisadores que trabalham nessa área e com isso têm minimizado muitos problemas econômicos que acontece lá nas maçãs lá no sul do brasil devido à chuva de granizo [Música]