histórias assombradas Bom vamos lá a carona da meiao noite Oi Ana e Mateus como vão tudo bem Meu nome real É fulana mas como sei que vocês pedem para trocá-lo pode ser fulana no relato só tem o nome da minha cachorrinha que não sei se quer trocá-la tá vamos trocar também o nome dos Pets tá bom ah Sky Aqui ó pode trocar por Sky ah adoro o canal já tentei deixar de assisti-lo várias vezes pois eu sou a pessoa mais medrosa do mundo mas como sempre gostei de relatos Sobrenaturais Eu Acabo Voltando e sempre dou
meu joinha Obrigada Lógico que eu só escuto as histórias durante o dia e nada de possessão porque é demais pra minha imaginação e Crer no momento que eu vou dormir tudo bem eu sou prolixa para contar os causos mas Tentarei ser o mais direta possível para ninguém ficar cansado bem relatos de coisas estranhas não faltam ao longo da minha vida e de todo o meu núcleo familiar vou começar Contando um episódio que aconteceu comigo e com a minha mãe hoje eu moro em Campinas mas na época do acontecido eu morava no ABC Paulista precisamente oh
no Parque das Nações em Santo André quem aí conhece o Parque das Nações em Santo André eu tinha 17 anos e fazia um cursinho da fazia cursinho da Politécnica da USP era um cursinho que não pagava e ficava mais barato eu pagar um fretado todos os dias para ir até a USP do que pagar um cursinho na cidade eu fazia o terceiro ano do chamado colegial hoje ensino médio pela manhã e ia para o cursinho à noite eu chegava todos os dias por volta da meia-noite e descia em frente à igreja do Bomfim depois eu
precisava caminhar cerca de 10 minutos e já estava em casa como era muito tarde e era muito deserto minha mãe sempre ia me buscar no ponto de ônibus para eu não voltar sozinha meu pai levantava muito cedo 4 da manhã para ir trabalhar e não conseguia acompanh e não conseguia acompanhá-la né além de ter a minha irmã e o meu irmão mais novos que tinham 14 e 10 anos respectivamente que ficariam sozinhos em casa e nessa hora já estavam dormindo essa foi basicamente a minha rotina semanal por quase um ano em meados de dezembro em
uma noite que parecia dentro da normalidade eu assisti as aulas peguei o fretado para voltar para Santo André e desci no ponto de e desci no ponto de sempre minha mãe estava lá com seu cajado improvisado que era um pedaço de madeira Grosso que ela carregava junto para se proteger caso alguém se atrevesse a mexer com ela ou conosco na volta PR casa na maioria das vezes Nossa cachorrinha que era grudada na minha mãe uma mestiça de vira lata com salsichinha roliça nunca lembro o correto nome dessa raça roliça também ia com a minha mãe
me buscar ah uh se eu levo a Roli ela some pro mundo atrás de gato bom ah ela também ia com a minha mãe me buscar mas nesse dia ela não foi enfim desci do ônibus e fui direto na direção da minha mãe em geral sempre havia poucas pessoas na rua naquela hora 25 anos atrás o povo não ficava saracutiando nos dias de semana tarde da noite tá só mesmo o pessoal que estava voltando da escola e do trabalho e esse pessoal já tava em casa no horário da minha chegada então quando me aproximei da
minha mãe ela tava com uma senhora a minha mãe conversa até com o poste se deixar tá vira amiga e se bobear minha chegar vira amiga e se bobear oferece café ainda e é sempre muito solícita tentando ajudar no que for possível a maioria das pessoas ela me apresentou a tal senhora e me disse que ela tinha acabado de chegar da Itália e não tinha como ir para casa porque não havia mais ônibus aquela hora da da noite e táxi sempre foi caro e também era difícil naquele momento como a minha avó era italiana e
a minha mãe sempre teve vontade de conhecer esse país eu acho que ela ficou bem empolgada com a conversa sabe se bem que qualquer conversa empolga minha mãe também né como eu disse anteriormente eu chegava perto da meia-noite minha mãe me comunicou fulana nós vamos até em casa pegamos o carro e damos uma carona para essa senhora até a casa dela para ela não ficar sozinha aqui no ponto esperando o táxi Eu concordei e fomos caminhando até nossa casa quando chegamos no portão de casa minha mãe abriu Nós entramos e a mulher ficou parada do
lado de fora do portão a minha cachorrinha não deixava a mulher entrar de jeito nenhum ela ficou enlouquecida com o pelo todo eriçado e a gente estranhou pois ela era super dócil e em geral quando permitía em nossa casa ela simplesmente cheirava e depois ignorava foram raras às vezes que ela cismou com alguém pedimos desculpas pela atitude da nossa cachorra e a senhora sorriu e não pareceu se importar minha mãe pegou a chave do carro e o retirou da garagem entramos eu minha mãe e a tal senhora ela falou onde morava e foi direcionando a
minha mãe Chegamos na rua que ela indicou essa rua ficava no bairro do Curuçá e Mais especificamente a rua era a do próprio Cemitério cemitério do Curuçá é isso e de um lado é o cemitério e do outro tem Casas como é em vários locais e várias cidades até aí Não achamos nada de anormal sempre tem pessoas que moram próximas a cemitérios né Ela falou que poderíamos deixá-la ali mesmo pró da esquina que já tava em casa Ela desceu dissemos tchau Rápido Afinal já era muito tarde né E era uma localização meio perigosa meio escura
e enquanto eu passava para o banco da frente era um gol de duas portas o carro nos distraímos por instantes e nesse pequeno espaço de tempo a minha mãe me falou olha e veja se tá tudo bem com a senhora se ela já tá Próximo do portão da casa dela né quando ol Cadê a mulher ela não tava mais na rua achamos estranho porque foi questão de segundos e perdemos a mulher de vista minha mãe virou o carro rapidamente olhamos na rua perto da esquina e nada dela nessa hora eu e minha mãe Nos olhamos
e fic ficamos arrepiadas E começamos a rir de nervoso não dava tempo dela ter entrado na casa foi assim questão de segundos enquanto eu pulava para o banco da frente e a minha mãe se distraiu com o movimento e daí começamos a ligar algumas situações tipo cadê a mala da mulher e bolsa ela andava sem bolsa nenhuma sem mala pelas ruas ela não tinha uma bolsa ela não chegou da Itália e a Sky a nossa cachorrinha Por que que ela não deixou a senhora entrar em casa morar na rua do cemitério Olha eu não sei
se tudo foi coincidência e realmente Não vimos ela entrar em alguma casa ou era alguma alma precisando de alguma ajuda como isso não foi a primeira nem a última coisa estranha que aconteceu com a gente achamos que a nossa viajante não estava mais encarnada bem essa foi uma das histórias Entre várias que tenho espero que você e o pessoal do canal gostem e tenha ficado uma leitura fluida beijos e tenho muito ADM ação pelo trabalho de vocês muito obrigada um beijo para você é que o cemitério é grande mas não dá uma vontade dar uma
fuçada E ela falou o nome dela ela falou o nome dela pera aí ela falou que tinha chegado da Itália Cadê vamos lá [Música] ah deixa eu só me lembrar aqui estava conversando com uma senhora minha mãe conversava até com poste e de e a tal senhora apresentou a tal senhora e disse que ela tinha acabado de chegar da Itália e não tinha como ir para casa porque não havia mais ônibus aquela hora e taxi sempre foi muito caro e também era difícil naquele momento Ah então ela falou que ela tinha acab Acabei de chegar
da Itália só que não tenho como ir pra minha casa é realmente acabar de chegar da Itália sem uma mala sem uma bolsa sequer né Não não precisa nem chegar da Itália para alguém tá usando pelo menos uma bolsinha um dinheirinho uma bolsinha de mão Principalmente mulher né Você vai levar a chave da tua casa tua carteira básico assim né E você sai com uma bolsa a mulher não tinha nada e e a cachorrinha lati daquele jeito será que éa um fantasma gente que legal imagina da carona pro fantasma E aí tá gostando dos relatos
então o que você acha de deixar um like aí no vídeo hein gosta dos relatos deixa o seu like mesmo que seja nos cortes