[Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] vamos já para outra lâmina para a gente observar aí a melhorar a próxima lama já é uma área da epiglote né Já estamos chegando próximo a laringe tentação destacar o seguinte que temos na epiglote a epiglote é uma estrutura cartilaginosa a gente vai ter aí no auxiliando na digestão e na respiração Essa epiglote ela vai servir basicamente para evitar que nós tenhamos a passagem de alimento para o trato respiratório né então quando a gente faz a deglutição essa epiglote ela Veda a passagem de alimentos né para laringe permitindo então com alimento
siga seu trajeto rumo ao esôfago posteriormente ao estômago por isso vai ter uma característica interessante que é perigoso ela vai ter dependendo da sua posição ela vai ter dois tipos de tecidos epiteliais aí vai ter uma área de transição aqui Então como que vai funcionar isso então essa região anterior a superfície lingual da hipótese que a gente fala ela é forma de uma epitélio e estratificado então classificação aqui seria tecido epitelial estratificado pavimentoso não queratinizado a gente for olhar aqui e de fato se apresentam aqui várias camadas de células que configuram então esse tecido epitelial
e santificado e também a característica de ser células que tem uma base maior do que a altura então a gente classifica ele como um pavimento né ter sido pavimentoso escamoso então classificação dessa região do epitélio aqui na Big Brother vai ser de tecido epitelial estratificado pavimentoso não queratinizado ela se a presença de queratina Por que que esse tecido se apresenta dessa forma na epiglote o que essa parte da epiglote é a parte que Tentei contato com o alimento é por onde o alimento passa né sendo desviado aí para a região então do esôfago porém o
outro lado da hipnot Então essa esse tecido aqui a gente vê entre entre os tecidos epiteliais é cartilagem né então a estrutura principalmente cartilaginosa E aí a gente vê que a gente foi observar todo esse trajeto que é tecido epitelial estratificado pavimentoso porém a medida que a gente vai avançando aqui nós vamos ter uma transição para um epitélio então respiratório Então a partir daqui ó nessa região aqui aparentemente nós vamos ter aqui nós vamos ter a transição de um epitélio então estratificado pavimentoso para um epitélio pseudo e estratificado então aqui tá bem na região de
transição mesmo às vezes até confunde um pouco né A questão de ser estratificada ou seja estratificado E aí a gente pode observar que começa a aparecer pequeno cílios aqui ainda há aqui uma presença grande também é de células epitélio respiratório essas células elas vão ter como característica a aparência de ter várias camadas aparente de ser colunar aqui já fica mais Evidente apesar do cílios fica mais Evidente vai vai se aumentando a quantidade de células califórnias né na medida que a gente vai chegando aí na nas regiões mais internas né do aparelho respiratório nos próximos ao
pulmão a gente tem ainda uma evidências aqui os cílios né bem começando a aparecer um epitélio aqui rico aqui na parte basal do epitélio né que são chamadas células basais desse epitélio respiratório a função dessas células basicamente é repor o próprio epitélio respiratório na medida que ele vai se renovando essas células basais são como se fossem células-tronco que vão se diferenciando em novos células epiteliais né seu estratificadas né do ciliados que a gente tem aí nesse terceiro epitelial a gente vai ver toda epitélio respiratório também é três padrões basicamente de células como eu já disse
a ele é algo colunar né Essa cilíndrica a célula cálice forma como eu tinha mencionado E essas células basais além dessas células a gente vai ter células granulares né são chamadas assim por apresentarem grânulos essas granulações são típicas de células que secretam substâncias e elas são basicamente servir como um componente do sistema neuroendócrino que se estabelece aí no epitélio respiratório tentando então promover uma interação do sistema nervoso do sistema endócrino dependendo do que se apresenta aí como no ar né que é inspirado e entra em contato com esse epitélio Além disso nós vamos ser também
as células em escova que apresenta microvilosidades né que ajuda então no seu contato aumentar a superfície de contato com substâncias que estão no ar né os microvilosidades apicais ajudam a superfície de contato essas célula faz parte aí de um componente do nervoso aferente né de forma que passa informações sobre a concentração de gases por exemplo né que na no transporte aí do da condução desse a ao longo do epitélio respiratório bom além dessas células a gente também tem as células M muitas vezes vamos ter a formação de tecido linfoide associado a mucosa é respiratória Especialmente
na região dos Broncos né região dos Broncos a gente vai ter o tecido linfoide associada aos brônquios e lá a gente tem também células m né bem evidenciadas aí essas células M servem para capturar antígenos né que entram pela via aérea e passa por ali e elas usam esses antígenos para apresentar levá-los encaminha-los as células apresentadoras de antígenas de forma que ajude aí o sistema imune né na sua ativação identificação de organismos invasores então assim Apesar desse terem vários tipos de células microscópicamente aqui a gente já consegue identificar diferenciar mesmo a célula epitelial colunar célula
cálice forma e as células basais normalmente esses outros tipos celulares são identificados quando a gente tem aí a presença de corantes e mono-histoquímicos por exemplo a gente pode ver aqui no meio das células basais né algumas células linfócitos também mostrando então uma interação forte né Desse tecido aqui tá que são vários linfócitos com o epitélio basal já que aqui é uma porta de entrada né para também para microorganismos então todos os epitélios você tecidos conjuntivo aí na sua lâmina própria a gente vai encontrar a presença então de células de defesa bom então sobre a epiglote
interessante só destacar essa variação né de um epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado e transitando para um epitélio respiratório agora vamos ver então é a laringe né antes de chegar na traqueia vai ter a laringe a laringe então aqui a gente tem uma parte dela né sendo demonstrada para a gente e ela vai ter aqui a laringe é um órgão associado aí basicamente com a fonação a laringe ela tem um órgão que tá entre a farinha já traqueia é um órgão basicamente cartilaginoso essa presença de cartilagem ela também é importante porque é como avaliações de pressão
nessa região condutora então a pressão do ar pode poderia levar o colabamento por exemplo dessa estrutura então a cartilagem por ser mais resistente né grande quantidade de colagem acaba também ajudando aí é preservar havia aérea sempre aberta a gente tem epitélio variante aqui também na laringe a gente pode observar essa região acima aqui essa região aqui nós vamos chamar então de pregas vestibulares ou falsas cordas vocais essa região ela tem aqui um tecido epitelial respiratório como a gente já mencionou na lâmina anterior a gente pode observar aqui a grande quantidade de células né colunares epiteliais
também poderíamos ver aqui é os cílios né dessas células podemos ver células cale-se fomes que vão secretar muco aqui logo abaixo nessa região do tecido epileal tem a lâmina própria composta por ter sido conjuntivo frouxo mas é um tecido que que vai conter também bastante glândulas serão mucosas essas glândulas aqui vão secretar bastante substância cheirosas né que vão compor e a luz a gente pode observar aqui então Olha só o trajeto dessa prega vestibular e logo abaixo aqui a gente vai perceber a área das verdadeiras pregas vocais é uma área que a gente pode observar
aqui que tem bastante tecido muscular então basicamente esse tecido muscular é referente aos músculos vocais é um músculo que estriado esquelético e eu vou ter aqui os ligamentos vocais né sendo apresentados aqui nessa região da lâmina e o revestimento também vai ser um epitélio Porém Aqui já não é um epitélio respiratório Voltamos a apresentar aqui um tecido epitelial estratificado pavimentoso não queratinizado tá porque essa região aqui apresenta esse material assim como na hipnot a gente viu aquela região onde o alimento passa tem uma região vai ter mais atrito né no caso com alimento essa região
da prega vocal ela também vai ser uma área que mais atrito né vai ser mais desgastada no caso aqui pelo movimento da prega vocal durante a emissão dos sons Na verdade tem aqui mostra apesar de mostrar só uma prega vocal Na verdade são duas né que a gente vai ter aqui uma de cada lado e esse atrito do ar aqui para emissão dos sons é desgastante Então esse epitélio ele é mais resistente então por isso uma diferença então dessas pregas é que a prega vocal ela tem um epitélio mais resistente que é esse epitélio estratificado
pavimentoso não queratinizado que é diferente da prévia vestibular onde nós vamos ter um tecido epitelial do tipo respiratório né que é pseudo estratificado cilindro ciliado com células cáliceformes muito bem então com isso a gente encerra né a parte mais básica que o epitélio respiratório o próximo vídeo Vou colocar aqui para vocês então as lâminas de traqueia e pulmões né Nós vamos comparar o restante aí do optero respiratório baseando-se aí as das camadas de tecido que vão desde A traqueia até os alvéolos bom e se você gostou desse vídeo se você acha que te ajudou curte
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