Pedro Farias. Como aumentar a energia cerebral? Fazer o cérebro resistir mais ao cansar, mais estudar 8 horas e ficar sem cansaço mental nenhum.
Pedro, não existe ficar sem cansaço mental, amigo, mas existe satisfação, tá? Então você pode ter satisfação nas coisas que você faz, tá? Eh, para você se desenvolver durante o dia, primeiro lugar, você precisa ter uma boa noite de sono.
Então, tem uma classe de fitoterápicos que a gente ajuda para melhorar o que é a recuperação neurológica. Então, supostamente eles melhoram neuroplasticidade. Que catso é isso?
O neurônio é analógico, pessoal. Ele não é digital. A gente cria as memórias a partir da unidade de informação de memória chamada engrama, tá?
Então, o computador tem byte, o nosso cérebro tem o grama, né? Então, quando um neurônio ele faz contato com outro, cria-se informação. Isso a gente chama, quanto melhor isso acontece, né, melhor sua neuroplasticidade, que é uma coisa que acontece com muita eficiência quando a gente é muito jovem e que ao longo do tempo a gente vai perdendo isso daí, tá?
Então assim, a gente tem essa classe de fitoterápicos que você pode usar, tem uma outra classe de medicações chamado nootrópicos, que aí eu recomendo um pouco mais de cuidado, porque a chance de passar do ponto e você mexer com o seu humor, hum, aí é meio ruim e aí funciona ao contrário, né? Você fica acelerado em vez de você conseguir fazer as coisas que você precisa fazer, né? E uma das coisas que ajuda cansaço mental é você criar pontos de autoestress controlados.
Essa é uma das razões, por exemplo, que eu fui pro automobilismo esse ano. Eu precisava de uma coisa que eu fosse apavorado, tá? Eu gostava de velocidade quando era mais jovem e tinha bosta na cabeça, né?
Porque ficar vendo o máximo do velocímetro de moto, você tem que ter bosta na cabeça. E eu tive uma época, né, que eu tinha muita bosta na cabeça, né, e eu me dava o argumento que não, que eu precisava chegar cedo, então era por isso que eu fazia essas jument, não, né? E graças a Deus isso passou, né?
E passou muito por conta da minha esposa que sabe, botou senso na cabeça, falou: "Olha, você tem duas filhas, cara, e aí como faz? " E sabe como essas coisas são poderosas, né? A última vez que eu peguei a minha moto, a minha última moto era uma R1 vermelho cereja, aquela coisa mais linda do mundo.
Eu queria botar aquela moto dentro de casa de tanto que eu achava bonito aquela moto. Se eu pudesse, eu dormia em cima da moto, de tanto que eu gostava daquela daquela moto. Mas a última vez que eu andei com ela, eu não dei mão e só a sensação da velocidade nela, cara, me levantou uma adrenalina que deu ruim.
Eu fiquei ansioso, eu fiquei mal, eu queria chegar onde eu tinha que chegar para sentar e me acalmar um pouco. E aí eu falei: "Opa, as coisas mudam", né? Só que esse ano, pessoal, eu tenho duas responsabilidades muito grandes, né?
A primeira, né? Tô fazendo doutorado lá na URO, né? A gente vai fazer um trabalho sobre reposição hormonal no câncer.
Olha que legal. Ai, por que que você escolheu isso? Porque, cara, as pessoas estão vivendo mais.
daqui 20 anos vai ter uma série de pessoas que tm doença neoplásica e que tem falta de hormônio. E aí, quem que quem que estudou isso? Então, sim, eu tô estudando por uma coisa que eu acho que eu vou usar daqui uns 20, 25 anos.
Pode ser que seja antes, pode ser que seja depois, mas vamos fazer. E a outra coisa é que depois de 30 anos eu vou me graduar faixa preta no jitsu, né? E para mim tá sendo uma grande responsabilidade.
Quando você gradua faixa preta no Gilgitsu, você pode, por exemplo, abrir sua academia. Diferente da medicina, eu sou médico no Brasil. Se eu for paraos Estados Unidos, eu não sou médico, eu sou o Paulo.
Agora, se eu sou faixa preta da IFBJ, da interação da Federação Internacional de Jitsu, eu sou faixa preta em todo lugar do mundo. Então, se, ah, cansei, estressei, me deu a louca, eu quero ir ser da gilitso, sei lá, na Turquia, cara, eu posso. Então, é muita responsabilidade, né?
E tem uma responsabilidade especial que é a Clara fazits comigo, minha filha mais nova, e ela perguntou para mim: "Pai, quando que eu vou ser fachar preto? " Falou: "Ó, se você fizer tudo bonitinho, quando você tiver uns 20, né, mais ou menos, você se gradua faixa preta". Ela virou para mim: "Ah, então o senhor tem que ser três dan até lá, né?
Porque eu queria que o senhor me graduasse. Ah, malandro. Aí desceu aquela bola de espinho assim e eu não tenho um segundo para perder.
" E nisso tem o meu mestre Bruno Gobato, que tá me ajudando nessa nessa empreitada, porque assim, por mais que o Paulinho lá, que começou o jit em 1995 com 14 anos de idade, ele merece muito ser faixa preta, né? O Paulão de 45 anos de idade, ele tem que também merecer, né? Senão vai lá na decátula e compra uma ficha preta.
Ol, pronto, quem que vai falar alguma coisa, né? Questão é que isso não funciona pra minha alma e pro meu espírito, né? Então eu faço isso para cuidar do meu lado espiritual, né?
E para cuidar da minha filha, né? Porque a partir do terceiro dano a gente pode graduar. Então eu tenho exatamente o tempo que ela demora para ficar faixa preta, eu tenho para pegar meu terceiro Dan, né, para poder graduar minha filha no jito, uma coisa que eu gostava muito.
Então tem uma pressão, né? Aí eu falei: "Que que eu vou fazer? Que que eu vou fazer?
Eu preciso achar uma coisa que eu me borre de medo. " Falei: "Já sei, automobilismo. " E aí o Marcel Miller, que é piloto da Porche Cup, meu amigo, um cara sensacional, né?
Ele ele me fez uma provocação. Ele me deu de presente um negócio que chama Porsche Experience, né? Então você vai na Interlagos, né, no dia da corrida da Porche Cup e aí você ganha uma experiência com carro de corrida, né, da Porsche Cup.
Você vai dirigir o carro de corrida e você tem um piloto instrutor, um coach, né? Que que esse cara faz? Ele dá uma volta com você, põe o carro na sua mão e fala: "Faz igual".
ponto final e ele não aceita mais ou menos. E aí ele dá cinco voltas com você, abre sua telemetria, mostra, ó, você fez isso, isso, isso, isso. E ele e fala: "O que que você precisa corrigir?
" Aí você dá mais cinco voltas com ele para ver se você conseguiu bater seu tempo, né? E resolver suas dificuldades. eu adorei.
Só que eu fiquei com pânico, porque na hora que o cara dá um carro de 3 milhão na sua mão e fala assim: "Enfia o pé", é completamente diferente de dirigir na rua, né? É o contrário. É tipo, ó, tá chegando na curva, acelera.
Como assim, velho? Acelera. Tá louco, né?
Tudo isso para te contar, Pedro Farias, coisas que fazem você modificar o que é a tua percepção de cansaço no cérebro. Quando você coloca stress de alta intensidade, tudo que vem abaixo ele diminui. Então, quando eu tô na reta dos box, no velitá a 230 por hora e eu tenho 75 m para fear para 110 para fazer a primeira curva, cara, eu não penso em absolutamente mais nada.
Meu coração sai pela boca e eu, né, fico full concentrado naquilo ali. Você faz 20 minutos de corrida, mais uma volta que é a prova, meu, você sai, parece você tomou um, parece que eu carreguei o carro nas costas, né, de tanto esforço que faz. Fora a desidratação, porque o carro ele fica entre 50 e 60º, né?
Você não liga o ar condicionado, aí vou correr. Arir condicionado, né? Não é isso.
Vocês vão olhar nas nos vocês vão ver, né? Então, eh, então uma das coisas que mais faz bem pro cérebro, né, Pedro, é você se desafiar. Se a tua vida ela tá muito difícil, cara, põe uma coisa 10 vezes mais difícil, você vai ver que vai funcionar para você.
Lembrem assim, né, se for conveniente para vocês, aperta o botão de seguir aí. Eu tenho recebido algumas mensagens, não são muitas, de que precisou seguir mais de uma vez, porque a plataforma derrubou. Eu recebi isso do Instagram e do YouTube.
Pelo sim, pelo não, aperta o seguir aí. Garante que você vai estar comigo aqui todo dia. De manhã, 7 da manhã, estamos aqui fazendo card, trocando ideia para deixar o dia melhor, [Música] combinado?