Faz de Mane maravilha então boa noite né a todos boa noite a todas hoje tá fal de aberto escutando alguém dando aa Valeu então hoje a gente vai retomar o que a gente estava discutindo na semana passada semana Bom na verdade antes a gente tava falando de narcisismo E aí na semana passada a gente focou um pouco mais na questão do Ideal do ideal do Eu e introduzimos a questão do luto né falamos um pouquinho de uma carta do Freud bem bonita bem simpático apesar de triste né Eh e a gente vai seguir vai terminar
de falar de luto e vamos seguir pra melancolia pra questão da melancolia que é uma questão que o o Freud não fala tanto assim e o lugar que ele mais se dedica na sua obra é nesse texto luta melancolia né Tem um outro lugar que ele volta a falar né No psicologia das massas Ele fala também um pouquinho de melancolia eh Deia não de de mania que a gente vai falar no finalzinho eh Então vamos lá eu não vou retomar o ideal do Eu porque eu me empolo quando eu falo de ideal e eu vou
ficar quatro dias falando disso então vamos pro luto que é onde a gente parou eh eu vou passar rapidinho por esses dois slides que eu lembro que a gente já já falou um pouquinho deles né então Basicamente nesse texto luta e melancolia que vocês vão encontrar lá no Volume 12 da companhia das Letras né Tem um PDF em algum dos grupos aí se não encontrarem né me avisem eu mando de novo lá no no WhatsApp eh O Fred tá se debruçando sobre obviamente luta e melancolia mas sobre uma questão específica que é a perda do
objeto que que que que pode acontecer quando a gente perde um Objeto então ele pensa duas possibilidades não são as únicas que é um processo do luto e outra melancolia a gente vai comparar os dois antes o mais próximo o que a gente conhece um pouquinho mais que é o luto Então deixa eu escolher hoje vai ser verde de dinheiro que a gente fala de dinheiro eh então ele coloca coloca o luto como uma reação a perda de uma pessoa amada ou de uma abstração que ocupa seu lugar Então não não necessariamente uma pessoa pode
ser a pátria a liberdade um ideal etc então o luto base do luto é a reação essa perda né eu vou chamar de objeto Por que de objeto porque o f trabalha com a questão da libido narcísica e a libido objetal uma libido investida no eu e a libido investida nos objetos as duas possibilidades onde o libido pode estar no eu ou nos objetos então a gente pode pensar o luto como uma reação ou a perda De um objeto que pode ser uma abstração né Por exemplo na questão da Pátria dos refugiados estor uma guerra
sei lá na Síria né E aí você precisa fugir do seu país mas aquilo é seu país então você perde um objeto ele segue também é digno de nota que jamais nos ocorre ver o luto como um estado patológico né jamais não é um adoecimento se vocês abrirem lá o DM dcm5 bom 1 2 3 4 5 manual diagnóstico né Modelo não da psiquiatria americana mas surgiu de dentro da psiquiatria AM que hoje não é mais tão consensual assim recebe várias críticas vocês vão encontrar algumas situações em que o luto será considerado como patológico né
existem médicos que pensam ah depois de certo tempo esse luto é patológico não é o que o Freud Pensa a gente pode concordar e discordar do Freud eh e a intervenção nesse luto no sentido de da superação desse luto É Inapropriado pode ser até prejudicial porque o que o FR tá pensando né Por quê eh porque a reação a essa perda é muito particular né a gente vê eh envel perda familiar que a gente vê que várias pessoas perderam uma mesma pessoa né sei lá tipo morre um tio então ah morreu meu tio morreu o
marido da minha tia morreu o pai do meu primo morreu o filho da minha avó né todo mundo Perdeu alguém e as pessoas reagem de formas diferentes O Fred tá pensando aqui bom em algum Momento a parte mais aguda vai passar essa reação forte Inicial muito dolorosa ela passa e progressivamente eu vou tendo a capacidade de investir novamente libido em outros objetos pode ser que não aconteça Pode ser que tem casos assim né Depois desde que o tio x morreu a tia e y nunca mais foi a mesma a tia Y não sai de casa
então luto pode não se resolver e aí a gente Vai entrar em outro Campo que a gente já chega nele com a melancolia mas ainda sobre o luto em que consiste o trabalho realizado pelo luto que que o luto faz não me parece descabido expor esse trabalho da forma seguinte o exame da realidade ou seja o sujeito que olha pra realidade mostrou que o objeto Amado não existe mais então eu olho pra realidade não encontro mais o meu objeto Amado então exige que toda seja retirada de suas conexões com esse objeto então Se eu invisto
libido ou no eu ou nos objetos e um desses objetos não existe mais eu tenho que retirar libido desse objeto eu não consigo mais investir nele ele não tá lá na realidade disponível vou fazer uma anotação aqui uma estrelinha para falar de Realidade em Freud para não esquecer já volto nisso isso desperta uma compreensível oposição observa-se geralmente que o ser humano não gosta de abandonar uma posição libidinal isso aqui é Fundamental no Freud mesmo quando um substituto já se [Música] anuncia eh criança quer mudar de escola quando gosta da escola [Música] relacionamentos relações parentais um
afastamento de alguém ou então um modo específico de satisfação um trabalho e Às vezes a coisa tá terrível às vezes Às vezes tem um problema nessa escola às vezes o trabalho tá num ambiente tóxico Mas é uma posição libidinal e o Freud fala aqui Bom Há um certo conservadorismo o ser humano não é tão aberto a mudanças assim há uma tendência a permanecer investindo nos mesmos objetos depois o frud vai se interrogar por será aí tem um texto que que daqui a pouco a gente vai vai estudar né Nas não muito distante que é as
pulsões e seus destinos na verdade na companhia das Letras tá o instinto e seus destinos na imago tá a pulsão e suas vicissitudes tá no mesmo volume aqui na companhia das Letras tá no mesmo volume aqui do introdução a narcisismo é o segundo texto do livro e o Fred vai falar desse aspecto conservador da pulsão essa energia né que a gente vai falar provavelmente Henrique vai falar Professor Henrique vai falar dando um Aviso né semana que vem é feriado se eu não me engano não tem aula no feriado é feriado nacional né Na outra semana
que é dia 27 27 o Henrique vai dar aula eu vou tá num num congresso então provavelmente a aula será do da segunda tópica Henrique de sorte por uma aula legal eh e deego superg e bom nas pulsões tô falando de pulsões há um aspecto conservador eu escolho o objeto eu quero esse objeto não quero ficar mudando de Objeto onde eu tô investido eu quero continuar investindo dessa forma nas neuroses o negócio é mais dramático porque não só um conservadorismo a uma fixação né a gente vai falar mais para frente né Provavelmente ano que vem
sobre essa questão da fixação Tô sentindo um clima de fim de ano né Falei ano que vem uma coisa meio aterrorizante né que a gente tem olha só hoje é nosso último encontro em novembro eu com vocês né aí a gente volta em Dezembro deve ter uns dois encontos e vamos comer chocoton né quem come paneton eh vai ser expulso de HP né e o certo é chocoton mentira não vai ser expulso e eu tô comendo chocotone há dois meses né então não precisa chegar em dezembro para comer chocotone então a gente vai ver no
ano que vem talvez ou no final de dezembro meio de dezembro que a neurose tem um aspecto de uma Fixação há uma modalidade específica de investimento eu quero continuar investindo dessa forma né e o Freud percebe isso porque assim há uma há uma dificuldade em mudar ninguém vai na clínica ninguém faz análise para continuar do mesmo jeito ninguém então você procura análise para alguma coisa mudar alguma coisa pode ser se o o mundo mudar você esperando lá que ah Espero que meu marido mude então tô fazendo análise não faz sentido mas as Pessoas fazem isso
tudo bem mas alguma coisa para mudar não é para continuar que que o Fred percebia que tinha uma dificuldade de mudar é muito difícil não é fácil e não é assim que a pessoa é mole a pessoa é ela é chata não gosta do Freud não a coisa é duríssima duríssima eh isso se deve inclusive é um dos fatores a questão da do conservadorismo Da pulão Eu Quero investir de um jeito só e continuar do jeito que eu tô então por exemplo né o Freud é algo que vai intrig muito durante todo toda a sua
obra e tantos outros psicanalistas o lac etc é o problema da repetição porque é que a repetição é tão forte porque é que é tão difícil de quebrar uma repetição mesmo que ela Gere Sofrimentos freed vai falar da a gente vai falar disso né das resistências eh ele dá um exemplo que é muito ilustrativo que numa numa conferência que ele deu nos Estados Unidos 1909 né bom você vai no dentista você tá com um dente doendo você quer resolver quer que ele pare de doer chega o dentista com a broca sei lá com alguma coisa
na sua boca que que a a pessoa faz ela afasta o rosto então o dentista chega com a Proposta da da solução da cura e o paciente faz o quê opa não não não não pera aí pera aí o freed diz bom isso acontece na clínica tem algumas explicações uma delas que é o que a gente tá vendo aqui é que há um uma resistência em abandonar uma posição libidinal uma resistência uma dificuldade em deixar de se satisfazer de determinado modo Um Desafio em encontrar satisfação Em outras coisas abertura pro novo é muito fofa no
Instagram mas é muito difícil na na verdade é muito difícil gente tá falando Essa é uma das dificuldades do luto abandonar o investimento a expectativa de satisfação que eu tinha com aquele objeto que não está mais aqui comigo essa é uma dificuldade no eu fiz essa anotação para falar devia ter colocado mais iniciais falar do Freud e realidade foi isso foi isso foi isso eh vou fazer um parênteses aqui que não é do Freud tá isso a gente vai encontrar por exemplo no Lacan eh não é porque alguém morreu que esse objeto deixa des existir
tá isso a gente vê na clínica tranquilamente com alguma frequência em que sentido eh imagina sei lá um pai muito duro morreu e aí quando ele morre o paciente fica mais rígido com as Regras que aconteceu esse pai não a regra a lei não sumiu não morreu hum hum hum não necessariamente paraa realidade psíquica pensando com Freud né que é diferente da realidade externa a coisa não funciona assim a coisa não funciona assim ou então pensamento que que será que minha avó ou o que que será que minha mãe ia querer que eu fizesse Que
objeto morto é esse que quer e tem Expectativa então lá no no hospital tá mortinho da Silva a realidade psíquica não necessariamente Então a gente vai poder ver pessoas vivendo a vida buscando agradar alguém que morreu como que o Everaldo ia gostar que eu fizesse a mesa mas o Everaldo não ia querer que eu conhecesse outro homem mas o Evaldo não gostaria que eu acordasse tarde mas o Evaldo Gostava de ir à igreja tá interagindo com com quem um Objeto investido Então esse objeto na realidade psíquica ainda existe as pessoas não desaparecem da nossa realidade
assim coisa não é tão simples um parênteses então em resumo o que que a gente tem no luto a gente tem o luta enquanto reação a perda de um objeto Amado investido libidinalmente Eu eu esperava satisfação com esse objeto FL diz bom não é patológico a gente não intervém nele pode ser até prejudicial a gente fala sobre ele mas a gente não vai buscar tirar ele do lugar e a dinâmica é o seguinte eu precisar pegar libido que tava investido nesse objeto e investir em outras coisas né porque o objeto não não tá mais ali
mas isso é difícil porque há um aspecto conservador nos Investimentos eu gosto o ser humano gosta de se satisfazer da mesma forma é isso que a gente tem no luto bom Felipe mas tem luto que parece que a coisa fica feia a pessoa morre e a pessoa que ficou não sai do lugar verdade fica muito ruim etc bom talvez a gente não esteja mais falando de luto a gente esteja falando de melancolia por exemplo então a gente falou da carta do Freud não vou repetir fica aqui quem não Viu na semana passada Veja a gravação
Vale pena ver e aqui tem o link né no pdf Vocês conseguem ver as cartas em em inglês copia Joga lá no chat GPT pede para ele traduzir talvez funcione melancolia temos um chão pela frente aqui em melancolia então é muito interessante frde não fala tanto né mas enfim muito legal Vamos pensar melancolia e aos poucos a gente vai comparando com o luto tá vocês vão ver que tem Paralelos Interessantes e diferenças né claro mesmo texto luta e melancolia a melancolia se caracteriza em termos psíquicos por um abatimento doloroso uma cessação ou seja uma interrupção
né do interesse pelo mundo exterior perda da capacidade de amar inibição de toda atividade ou seja não consigo fazer as atividades e diminuição da autoestima que se expressa em recriminações e ofensas a própria pessoa e pode chegar a uma delirante Expectativa de punição quadro grave esse quadro se torna mais compreensível para nós se consideramos que o luto exibe os mesmos traços com exceção de um nele a autoestima não é afetada de resto é o mesmo quadro Ou seja no luto eu perco um objeto eu não vou pra balada depois de perder objeto eu não tô
tão afim de fazer as as minhas atividades assim como Antes minha capacidade de amar é afetada meu interesse no mundo exterior [Música] reduzido mas Minha autoestima Não impactou a minha autestima Eu não me acho mais ou menos eu não acho que eu devo ser punido ou não tá dizendo isso na melancolia sim na melancolia há uma recriminação e aqui quase delirante na verdade pode chegar a ser delirante a questão da Expectativa da punição a gente vai Observar isso em fases do tipo eu não mereço eu sou um peso pra minha mãe eu sou um fardo
pra minha família a vida da minha esposa seria muito mais fácil sem a minha presença esse tipo de frase tá indicando o qu bom eu não sou nada eu sou um fardo não tenho nada de positivo em relação ao mundo inclusive eu mereço ser Punido então melancolia passa por essa autorre criminação fortíssima tem um texto um texto um [Música] livro da Maria Rita k Maria Rita k uma psicanalista e ela trabalha a questão da melancolia em aspecto mais fano ela ela também jun algumas coisas decc mas a proposta dela é bem FR sobre a melancolia
nome do livro é o tempo e o cão o tempo e o cão quem né Quis é um um parafuso a menos e quiser estudar durante as férias Fica aí uma uma recomendação de literatura então a diferença o frud coloca numa frase até curiosa né no luto é o mundo que se torna pobre e vazio porque perdeu um objeto tem menos um objeto no mundo na melancolia é o próprio eu então vamos lá nos dois que que FR tá dizendo no lut e na melancolia a perda de objeto Também tem um abatimento doloroso tem uma
diminuição no interesse pelo mundo exterior tem a perda da capacidade de amar tem inibição de atividades mas na melancolia A diferença é que tem a diminuição da autoestima as autor recriminações ofensas à própria pessoa uma delirante expectativa de autopunição Essa é diferença Central em termos os descritivos né quando a gente olha para os dois quadros Fred tá dizendo na Melancolia a gente vê esses pontos a mais Então no luto o mundo ficou pobre e vazio na melancolia o eu ou seja a gente pode ter uma perda de objeto que a gente espera um luto e
ele se torna uma melancolia por isso que o luto ele não será patológico porque se ele for patológico a gente tá falando de melancolia essa essa primeira distinção foi vou explicar a dinâmica agora por que que Será que isso acontece etc Beleza então seguimos eu acho que aqui é uma situação gigantesca não é na próxima Isa aqui também não é muito pequena né Mas vamos lá dinâmica da melancolia como que dinâmica no sentido de como que opera que que acontece com a libido o que que muda né numa série de casos é evidente também que
também ela melancolia pode ser reação a perda de um objeto Amado em Outras ocasiões nota-se que a perda é de natureza mais ideal não necessariamente um objeto presente ali objetivo mas uma ideia por exemplo eh hoje é dia 13 de novembro eu imaginei que eu ia receber muitos presentes em casa porque dia 13 lembraria de mim as pessoas iam lembrar de mim dia 13 sou uma idealização surreal isso não acontece eu perco o ideal muito forte isso é um golpe terrível Eu posso entrar numa melancolia descobri uma traição tô casado continuei casado perdoei a traição
Mas eu perdi o ideal de que eu seria má existem perdas que não são de objetos físicos que a gente toca né de Canoso mas perdas de ideais isso também pode desembocar numa melancolia seguindo Freud o objeto não morreu verdadeiramente foi perdido como objeto amoroso por exemplo em outros casos ainda achamos que é preciso manter A hipótese de tal perda que realmente se perdeu o objeto mas não podemos discernir claramente o que se perdeu e é lícito supor que tão pouco o doente pode ver conscientemente o que se perdeu isso aqui é Central na melancolia
já vou voltar tá esse caso poderia apresentar-se também quando a perda que melancolia é conhecida do doente na medida em que ele sabe quem mas não o que perdeu nesse alguém olha só que interessante a gente Pode perder alguém saber o a perdeu ao perder essa pessoa vou continuar a situação a gente volta para pensar isso isso nos inclinar a relacionar a melancolia de algum modo a uma perda de objeto subtraí da consciência Diferentemente do luto em que nada é inconsciente na perda então luto eu perco uma pessoa e e eu sei bem o que
eu perdi e ponto e eu vou dar com essa perda do objeto na melancolia eu posso Perder um objeto perder uma pessoa e não saber o que que eu perdi quando essa pessoa foi embora vou dar um exemplo Clínico né um um paciente criado num num ambiente religioso assim tradicional católico tal uma família comum e e são algumas situações né então o um filho na adolescência ele sai de casa tem uma briga e ele sai de casa vai para outro estado e é isso e vai morar em outro Estado a esposa o trai algumas vezes
assim eles se casaram tipo não lembro 22 anos ele já sabia que a esposa traí e ficaram mais uns 20 anos casados sabendo que resposa trí E aí vem o divórcio chega o momento que que ele toma coragem e vem o divórcio bom procura análise depois disso que que aconteceu a vida tava boa Antes de procurar análise não eu tenho uma esposa Que me trai um filho que foi embora não quer falar com a família quando se divorcia a coisa fica terrível procura análise uma leitura frana bom o paciente sabia que tinha perdido essa esposa
mas nunca teve muito bem essa esposa então a questão não era sobre a esposa a questão da análise não era sobre bom que que tem nessa esposa que agora você triste Será que não é Melhor voltar etc não tem nada a ver com isso a pergunta a se fazer é o que é que se perde nesse divórcio a gente vai lá na história do paciente bom que se perdeu o ideal da família eu criado uma família tradicional fui educado criado imaginei e esperei casar uma vez e e morrer casado então quando se divorcia acabou o
ideal Porque por mais que se case não era esse o ideal se casar nov ente se divorciar Ah mas o filho já tinha indo Embora mas ele podia voltar se ele volta para um casal é uma família dentro do ideal daquele paciente construído né na família na cidade que ele cresceu etc então o que que o que que o paciente perdeu ele não perdeu a esposa ele perdeu a família o ideal de família não porque ela era família ela era o elo que deixava vs alguma chama de ter uma família como ele idealizar então a
gente pode perder um Objeto e a gente pode passar sessões e sessões falando dessa esposa aqui que será que essa esposa tem de especial etc etc etc mas não é a esposa é o que ele tinha quando tinha essa esposa ele se sentia mais próximo do ideal de família e é por isso que um casamento horrível se divorcia e piora não melhora se pedir sua opinião para qualquer pessoa qualquer pessoa no círculo social qualquer um diria se divorcie pelo amor De Deus que é horrível faz tá 20 anos tomando chifre ela não liga para você
some etc se divorcia porque vai melhorar qualquer pessoa esperaria né que o cara ia melhorar el piora e fica e não melhora E aí procura análise Então esse é um exemplo A questão não é da da esposa é o que se perdeu com essa perda do objeto o que Que eu perdi então a proposta do Freud é que no luto um luto de um divórcio você sabe muito bem na Mel não então um ponto chave da melancolia a gente tá aguardando a questão da autor recriminação que a gente já vai falar um outro ponto chave
é eu não sei o que eu perdi não sei eu posso saber quem eu perdi mas não o que eu perdi com aquilo e ISO isso demanda elaboração de Análise né inclusive assim não só paraa melancolia é algo que eu gosto clinicamente quase qualquer caso Eh sei lá foi isso do que do seu ex está com saudade não é de um corpo assim se jogar o corpo dele ali dormindo profundamente melhora não é do quê Eu gosto de fazer essa pergunta do que do seu is eu me sentia melhor melhor como Ah não sei dizer
S acontece naqu não sei dizer ah melhor bom então vamos fazer o contrário você tá se sentindo pior sou esse é um caso também eu tenho um Instagram num a profissão x e eu tô postando menos no Instagram isso tá me incomodando bom e com ele você postava mais sim eu postava mais bom então por será que com ele você postava mais no Instagram Ah me sentia mais confiante vamos falar dessa confiança o que nele te D essa confiança Ah tinha uma Sensação de que quando eu tava deitada no peito dele eu ficava mais corajosa
e me dava mais vontade de postar bom fala D se deitar no peito Ah isso me lembra meu pai eu deitava no peito do meu pai bom vamos falar desse pai começa com a bobeira tô com saudade do meu ex então algo que é muito interessante a gente pensar é o que será que brilha nesse objeto que alguém ama e que alguém sofre por isso tem objeto que a gente Não precisa se preocupar né relação tá boa Deixa para lá eu não acho que a análise tem que revirar a vida da pessoa assim né ah
vamos ver que que tá funcionando Felipe adora ser analista vou ficar lá cutucando Porque será que você gosta de ouvir as pessoas reclamando da vida deixa quieto tá funcionando mas nessa queixa interessante a gente elaborar isso isso vem um pouco dessa proposta do Freud que tem algo no Objeto que me pega né nessa paciente Um dos pontos era a segurança que um homem de um tipo específico dava e essa segurança que um homem passa tem história e tem história particular lá da paciente sobre isso então não é que o objeto é bom porque é bom
tem história também eu sinto falta não é falta do objeto em si é de algo que eu tinha com esse objeto de algo que eu via nesse Objeto é como se tivesse o objeto trouxesse algo junto com ele tipo a dela trazia segurança junto então Tô interessado nessa segurança bom porque será que essa segurança tem que vir daí qual a história disso na melancolia é fundamental porque o FR tá dizendo bom é sobre isso o problema é esse não sei o que eu perdi então uma análise de melancolia numa clínica frana não é a única
Clínica né costumo falar isso tem outras leituras Sobre melancolia a gente tem que elaborar o que foi perdido sem escapatória seguimos vamos falar da das recriminações ouvindo com paciência não é à toa que FL coloca paciência aqui é uma clínica muito desafiadora é a clínica da melancolia se a gente for lembrar em algum lugar aqui p cessação do interesse pelo mundo exterior né na melancolia Pergunta Onde tá o psicanalista no mundo exterior Então dependendo do quadro de melancolia essa pessoa não tem interesse em fazer análise ela pode até em algum momento ela tava um pouco
melhor manda mensagem lá entra no Instagram da Mercedes A Mercedes eu quero fazer análise semana que vem ela não quer mais desafiador né Eu eu tenho uma posição muito simples né não faço análise com Quem não quer é muito simples e aí Tem situações eh talvez vocês se deparem né do tipo crianças criança brigou na escola criança tirou nota baixa criança piorou o rendimento a mãe vem geralmente é a mãe porque enfim vamos pensar que sociedade a gente vive né Porque será que é sempre Alé a mãe procura alguém procura Simone e fala Simone o
Joãozinho precisa de análise Por qu mãe porque ele tá muito inquieto ele não tá conseguindo estudar Ele piorou muito eu tô com medo das pessoas que ele tá andando etc etc etc aí a Simone vai lá atender o Joãozinho e o Joãozinho quer fazer qualquer coisa na vida dele menos análise eu acho que não sai uma análise daí ele pode se interessar pela análise a gente pode apresentar a proposta e falar gostei quero fazer mas se ele não Quiser como que alguém vai falar livremente se não quiser estar ali Alguém falou livremente em um lugar
que não queria estar eu desconheço eu desconheço então assim na melancolia tem uma dificuldade que é bom tem uma queda no interesse pelo mundo externo eo inclui o an lista é muito desafiador é muito desafiador sair uma análise então o FR diz com paciência né ouvindo com paciência as várias autoacusações de Um melancólico não conseguimos Afinal evitar a impressão de que frequentemente as mais fortes entre elas não se adequa muito a sua própria pessoa ou seja ela tá se recriminando de algo que Car nada ver por exemplo uma pessoa sei lá diretora de uma empresa
extremamente inteligente tem 33 anos tá num cargo de direção carreira brilhante e a autor recriminação é eu sou muito burra eu tô atrasada eu Deveria tá melhor posicionada no mercado e a gente escuta isso fica aí faz a pergunta de curiosidade bom qual que é a idade dos seus PES dos outros diretores ah 40 45 38 e tal ela é mais nova ela acha que ela tá atrasada Ou seja a autor recriminação não faz sentido nenhum interessante o o freed falou né delirante essas autoacusações se referem sim a pequena com pequenas modificações há uma outra
pessoa que o doente ama que O melancólico ama amou ou deveria amar que que FR Estão dizendo eh e essa autoacusação de eu tô atrasada Vamos pegar esse exemplo eu tô atrasada e eu acho que eu sou uma preguiçosa Eu tenho pouca capacidade de lidar com desafios e a gente olha pra vida da pessoa não faz sentido ela pensar isso ela não tá atrasada ela tá adiantada ela lida comos desafios etc bom que o FL diz essas autoacusações Na verdade são sobre alguma outra Pessoa com algumas diferenças uma pessoa que a paciente amou ama ou
devia amar intrigante né Ou seja eu tenho um objeto amado por algum motivo que a gente vai ver eu queria criticar esse objeto eu perco esse objeto e essa crítica recai sobre o eu então que que acontece na melancolia eu vou acusar o eu daquilo que eu acusaria o objeto que eu Perdi Felipe isso é completamente loucura vamos ver como que o FL explica isso havia uma escolha de objeto uma ligação da libido a certa pessoa inves vai essa mulher aí investiu no no pai por influência de uma real ofensa ou decepção vinda da pessoa
amada descobriu que o pai trai a mãe grande decepção ocorreu um Abalo nessa relação de objeto então o ideal do meu pai caiu o resultado não foi o normal o normal é eu vou começar a investir em outras coisas Vou fazer o luto disso e investir em outros objetos não ocorreu isso a libido que deveria ser retirada acho que faltou uma palavrinha aqui deveria ser retirada desse objeto e deslocada para o novo e sim um outro resultado que parece requerer várias condições para se produzir Ou seja eu tenho objeto deixa eu colocar de pai né
então tenho objeto pai e tenho eu a nossa empresária promissora ela tá investindo libido nesse Pai só que ocorre uma decepção muito grande descobre que o pai sei lá sempre traiu a mãe algo assim bom que que é esperado Qual que é o curso normal essa libido ela tem que ser distribuída para outros objetos né pro trabalho pro filho pro marido pro Yoga Pro pilates pra psicanálise sei lá outros lugares isso não acontece na melancolia essa libido não é redistribuída para outros objetos Pergunta que fica nesse slide Então para onde vai essa libida porque eu
investia no meu pai eu tenho uma decepção não dá para continuar investindo no meu pai e eu não consigo investir em outros objetos ou seja essa libida tá perdida para onde vai essa libida se eu não consigo colocar em outros em outros objetos e o objeto que ela tava investida me decepcionou Para onde vai a gente só tem um caminho pro Eu vai virar líbido narcísica vamos ver o que vai acontecer aqui Inclusive a pergunta que a vai se conectar com a pergunta que a stepan fez na semana passada o investimento objetal demonstrou ser pouco
resistente foi cancelado com pai mas a libido livre não foi deslocada para outro objeto não foi pro filho pro marido pro trabalho para não foi e sim recuada para o eu mas lá no eu ela não encontrou uma utilização qualquer não foi não foi algo Qualquer coisa não foi não serviu para qualquer recurso mas para algo específico ela volta pro eu para cumprir um papel específico essa libido serviu para estabelecer uma identificação do eu com o objeto abandonado Ou seja eu tenho essa grande frustração com o meu pai eu a mulher a empresária a empresária
não a executiva diretora lá tem uma grande frustração com o meu pai Retiro o alibido desse objeto ela volta pro eu e o resultado Disso Será uma identificação do eu com esse objeto ou seja eu executiva vou me identificar com o meu pai que me frustrou assim frase famosa do a sombra do objeto caiu sobre o eu e a partir de então este pôde ser julgado para uma Instância especial Super a gente vai ver né como um objeto o objeto abandonado Ou seja que que acontece eu tenho o pai né aqui e eu tenho o
eu e eu vou colocar o ideal aqui tá que vai ser o superior a gente vai ver Na vocês vão ver com o professor Henrique né Professor Henrique adora falar de Ah um aviso um aviso Ainda bem que tá gravando e desconfio bastante das histórias das fábulas que o professor Henrique gosta de contar a respeito da minha pessoa tá um aviso que quando Henrique me substitui geralmente quando eu volto eu descubro uma coisa nova sobre mim assim enfim aviso temos pai o objeto temos o Eu e temos o ideal então o que que acontece o
investimento objetal no pai não vai funcionar mais grande grande frustração o que que acontece o eu se identifica com esse objeto então o eu ele busca se tornar assim como o pai aí tem um problema que o ideal mais distância moral julgadora crítica A gente vai ver depois como super eu ou superg vai fazer o quê aquelas recriminações que eu tinha a respeito do Meu pai por exemplo que meu pai traiu que meu pai era encostado que minha mãe adoeceu por causa do meu pai etc agora o ideal que julgava o pai vai continuar julgando
o pai o pai que o eu injetou então essa executiva é como se tivesse colocado a figura do pai na sua própria identidade e agora ela se julga mas é como se ela estivesse julgando o seu pai Essa é a operação da autor recriminação na melancolia que o Freud Propõe então eu julgava o meu pai essa relação foi frustrada aí passa a haver uma identificação com esse pai e eu identificada com quem a critico começa a me criticar não é necessariamente caso de melancolia mas a gente escuta às vezes as recriminações do tipo estou fazendo
igual a meu pai tô errando assim com a minha mãe a minha mãe eu sou problemático assim como o meu Pai Então essa recriminação que muitas vezes né é mais fácil de ir pro outro na análise a gente vê que ah o que se critica ali na mãe Eu também me critico uma das hipóteses do Freud sobre isso e na melancolia é essa operação que ele propõe é bom a autorre recriminação ela tem uma explicação ela era para ser direcionada ao objeto que me frustrou Mas como eu P Com esse objeto essa libido volta pro
eu eu me identifico com esse objeto e agora eu me recrimino mas era para recriminar o objeto isso que há de inconsciente na melancolia ninguém percebe isso né desse modo seguindo a citação aqui desse modo a perda do objeto se transformou numa perda do eu e o conflito entre o eu e a pessoa amada numa cisão entre a crítica do eu e o eu modificado pela identificação Então essa Questão da crítica do eu né aqui essa é a Instância sensora crítica etc o ideal do Eu e depois né uns 7 anos depois Freud vai propor
como o super eu ou Super essa Instância começa a me julgar assim como julgava o pai com pequenas modificações Esse é o mecanismo da melancolia pro pro fright Ficou claro isso esse mecanismo show não ficar surgir dúvida no meio do caminho levantem a mão gente para tudo F Para tudo me lembrou Ana Paula Padrão apresentadora lá do masterchef Será que alguém aqui gosta de masterchef foi a final ontem não vou dar spoilers masterchef lembrei dela para tudo para tudo então vamos passar aqui um um ponto vamos falar de melancolia e suicídio é um tema que
fala pouco suicídio mas a gente tem alguns elementos assim bem interessantes para pensar no FR né tanto na questão da Melancolia quanto num texto chamado além do princípio do Prazer um texto bem difícil assim antes desse texto é importante ler dois outros que é Recordar repetir e elaborar um dos textos mais legais do Freud e e o que eu Men mencionei hoje né instinto e seus destinos ou pulsão eem suas vicissitudes o da pulsão tá no Volume 12 Né como eu comentei e o Recordar repeti elaborar no Volume 10 que é o volume que tem
o caso sh a gente vai falar desse caso mais para frente aíí então antes de ir pro além do princípio do Prazer é importante entender pulsão e e repetição lá ele fala um pouco do é lá que ele conceitua a questão da pção de morte a gente vai falar mais paraa frente mas vamos falar de um dos momentos que o fre diz sobre suicídio há muito tempo né sabíamos É Verdade que um neurótico não abriga ideias de suicídio que não venham de um impulso homicida em relação a outros ou seja que o FR tá dizendo
bom a gente sabe que geralmente ideia de suicídio em neuroses em caso de neuroses Na verdade era um impulso era uma inclinação homicida em relação a alguém eu queria que alguém sumisse e aí tem um deslocamento desse alguém pro próprio eu freed tá dizendo isso isso aqui é é dado então é um impulso homicida voltado Contra si Então queria que acontecesse com alguém Isso volta a acontecer eu preciso me defender dessa ideia porque é absurda porque ela é incompatível comig meu eu uma das a gente vai falar de pulsões né repetir isso mas um dos
destinos da pulsão é voltar contra si ela pode Se inverter por exemplo né um um irmão mais velho chega um bebê e Eli fica muito enciumado a casa muda toda a dinâmica el Sente excluído Bom Há um instinto ali de que esse bebê não existisse mais eu não queria que esse bebê estivesse aqui mas essa ideia é muito pesada pra criança então tem uma inversão da pulsão e esse ódio se torna um afeto incrível impressionante um irmão protetor cuidador atencioso um certo exagero nesse cuidado Fred diz bom Às vezes o cuidado em excesso na verdade
é uma pulsão que se inverteu era ódio e El se inverte nesse cuidado uma forma de Defesa é muito difícil pensar que eu tenho ódio do meu irmão então a pulsão muda sua meta inverte sua meta para se defender Esse é um destino um outro destino São quatro né um outro destino é voltar contra si Então queria que alguém sumisse e volta contra si então o tema das perdas né Eh descobri que minha esposa entrai e aí vem uma inclinação suicida bom Fred tá dizendo em caso de neurose é muito comum Que na verdade era
o impulso que essa ex-esposa morresse E aí para me defender dessa ideia eu volto contra mim mesmo tá falando disso mas tinha um ponto incompreensível era incompreensível o jogo de forças e que tal intenção consegue se tornar ato porque o neurótico é é é muito visto como aquele que não faz como as coisas vão perturbando né no obsessiva e não consegue tomar decisão e Dúvidas e pensamentos e se eu fizer isso então vou fazer tal plano e tal e nada acontece ou então não estaria pensando com Freud né de bom era eu queria isso e
alguém me dá mas não é isso era outra coisa mas também não é isso tem um eu escuto isso assim entre amigos né família etc não precisa ser nem na clínica eu fui com com um amigo eh um tempo atrás né comprar livro aí ele o marido dele ele falou assim Bom Vou vou fazer uma surpresa meu amigo falou vou fazer uma surpresa pro meu marido vou comprar um livro que ele queria né e eu sei que ele queria tav vou comprar esse livro legal aí ali a gente chega só de noite em casa ele
manda mensagem vê trouxe o livro que meu amigo queria meu amigo meu marido queria eh e ele me disse o seguinte eu não queria que você trouxesse de surpresa eu queria que você me perguntasse qual Livro eu quer né porque qu Você sabe que eu queria esse né Você deveria ter me perguntado para eu dizer qual livro eu quero aí meu amigo perguntou bom desculpa né Queria fazer uma surpresa qual o livro que você quer esse livro então assim qual que era a questão tinha como ele ficar satisfeito é a questão de estrutura né Isso
é muito característico no esteria né tô diagnosticando aqui o marido dos outros é muito característico Na histeria eh eu queria um livro tal lá do Mia coto E aí a pessoa dá bom mas eu queria que você me perguntasse o qu que você me desce assim né qu que você me prasse e tem o contrário que é muito comum né é assim imagina que a cena fosse outra ele fala Meu querido meu amor Que livro você quer que eu traga para você eu vou lá na cultura tal com Felipe vou trazer um livro Que livro
você quer bom que que esse cara vai se queixar na análise dele Ah meu marido ele não consegue me fazer uma surpresa né ele tem que me me perguntar eu queria que ele adivinhasse sem ter que me perguntar né esse é bem comum enfim por que que eu tô falando disso Ah porque o neurótico é conhecido por não fazer então FR diz bom porque será que em alguns casos essa ideação suicida se torna ato por será FL faz muito esse movimento né da clínica para teoria bom acontece algo na Clínica eu preciso teorizar sobre isso
agora A análise da melancolia nos ensina que o eu pode se matar Apenas quando graças ao retorno do investimento objetal lá do que volta pro eu né pode tratar a si mesmo como um objeto quando é capaz de dirigir contra si a hostilidade que diz respeito a um objeto e que constitui a relação original do Eu a objetos do mundo externo essa observação aqui é do próprio texto não é minha as minhas eu Coloco entre Chaves né que que FL tá dizendo aqui eh bom queria que vai a esposa deixasse de existir morresse por tudo
que ela fez comigo mas essa ideia eu não suporto pensar essa ideia é incompatível com o meu eu é um horror o que que acontece com esse impulso ele se volta contra o próprio eu Então em vez de querer a esposa a eliminação da esposa eu quero a minha Eliminação E aí que o suicídio é possível quando eu me tno como um próprio objeto quando inconscientemente né o sujeito consegue dizer eu quero que esse objeto morra Qual objeto eu Isso é se tomar como objeto então FR tá trabalhando esse mecanismo da melancolia que é o
que era direcionado Para um objeto vou falar da ambivalência o que era direcionado para esse objeto o ódio que era se objeto ele volta contra O próprio eu por isso que eu vou me autorre recriminar eh Tem situações em que a gente não vai encontrar uma grande frustração amorosa não é uma traição bom não é uma perda de objeto e ainda assim vai haver autor recriminação a pergunta é bom por que que essa pessoa perde esse objeto e ela se recrimina tanto não parece que ela odeia o marido Parece que foi um divórcio Ok dentro
do possível não Parece que deio ali ela que pediu divórcio que que tá acontecendo bom a gente tem que lembrar algo em Freud 100% das vezes 100% das vezes sem exceção as relações são ambivalentes Ou seja eu amo e eu odeio o mesmo objeto então eu amo papai odeio papai o mesmo objeto vamos lembrar do épo o FR de trabalho a gente viu né o éo completo serve pros dois lados então o Menino deseja mãe e vê o pai como concorrente então queer a eliminação do pai mas também o menino deseja o pai e vê
a mãe como concorrente ou seja em relação à mãe ele deseja a mãe e vê a mãe como concorrente simultaneamente então ele ama a mãe e ele odeia a mãe todas as relações são assim todos né Por exemplo a frustração lá do do marido do meu amigo é um 1% de ódio Ah é muito ódio eles saíram na mão não Que predominou ali é o amor mas tem um pouquinho de ódio pro Freide assim todas as situações não tem problema nenhum é assim que funciona a grande frustração de alguém que não corresponde à suas expectativas
né Putz era para chegar chegar em casa e a louça tá lavada meu marido foi passear com o cachorro e depois lavar a louça eu queria que ele lavasse a louça e depois passasse com o cachorro para não chegar com aquela pia suja que me irrita Ah mas tudo bem né Pelo menos el estava fazendo coisas de casa mas teve um pouquinho 5% de ódio que me incomodou a existência dessa pessoa me [Música] incomodou Ah quer dizer que eu queria que ele morresse conscientemente não e então assim como é que eu posso recriminar alguém que
eu amo pro Freud isso não é problema nenhum por funciona assim as relações são ambivalentes Eu amo e odeio não tem Não quer dizer que você não ama de verdade não quer dizer que você é uma pessoa do Mal maligna não merece amor nada disso a questão é que funciona assim porque os objetos eles nos frustram frustram difícil igual meu Por exemplo quando eu quero ficar agarrado no meu cachorro e ele quer ficar distante de mim ele tá me frustrando Tô triste tô odiando ele um pouquinho uns 12% vai Ah quer dizer que o Felipe
não ama seu cachorro claro que É mas é que às vezes ele tem vontade própria e a vontade própria dele não coincide com a minha e tudo bem né então sempre as relações são ambivalentes então por isso que a gente pode perder um objeto que a gente se dava super bem e ainda assim haver esse resquício da recriminação porque algo de complexidade algo de ambivalência sempre vai haver sem exceção isso é muito interessante na Clínica porque a gente começa a ver que as relações não são tão simples né coisa bom algo que por vezes acontece
eh Nossa como que eu posso pensar ai isso da minha mãe coitada uma recriminação né porque eu pensei algo ruim da minha mãe Nossa mas também meu filho não tem culpa né me sinto Péssimo por achar tal coisa eh é muito interessante que que em uma análise a gente comece a ver que as relações não são tão Simples e que realmente a gente tem sentimentos ambivalentes então por exemplo no papel de analista eh esse tipo por exemplo né eu penso Ah meu pai não se cuida e não vai ao médico e Ah eu às vezes
dá vontade de dele ter uma doença para ele ver que é importante pro médico Nossa Que horror pensar isso ah meu Deus coisa feia tal coitado meu pai não merece isso não quero etc bom que que é um lugar possível aqui na análise né analista bom vamos falar Desse dessa ambivalência em relação ao seu pai dessa ação que é ver uma pessoa que você se importa não se importando com a mesma coisa que você você se importa com a saúde dele mais que ele vamos falar disso de acolher acolher no sentido de não não é
passar mão Ah tudo bem vem cá passou Ness nesse sentido mas a gente tem um espaço ali em análise para poder falar do sentimentos que é muito difícil da gente falar lá Fora né dependendo do que a gente fala lá for fora sobre Papai e mamãe as pessoas vão ficar horrorizadas análise é o lugar pra gente deixar esse horror da porta para fora ou do do link da sessão para fora a gente conseguir se autorizar enquanto analis Anes a falar aquilo que lá fora não dá para falar que a gente talvez não se sinta tão
confortável E aí claro né Depende de uma postura de não julgamento do analista Uma postura de lidar com certa neutralidade é meio difícil mas sem a gente se horrorizar com as coisas sem a gente se assustar muito né com o tempo a gente falou disso num supervisão na semana passada né na quinta-feira eh a gente escuta coisas assim inéditas na clínica né porque basicamente são vidas que não são as nossas né são vidas que eu não Vivi eu Felipe não Vivi outras vidas e e pessoas que sentem e Fazem coisas muito diferentes então no começo
da Clínica pode ser um pouquinho chocante assim de pensar Nossa como a pessoa pode gostar disso como que a pessoa pode tolerar isso etc então a gente pode ficar um pouco impressionado no começo mas com a ideia na análise é que a gente acolha aquilo como se fosse a pessoa estivesse contando qualquer coisa tipo ah hoje eu meu almoço foi um macarrão Carbonada pessoa fala isso a gente bom a gente fala aí deu certo a receita etc e a gente trabalhar da mesma forma como se a pessoa dissesse eh eu tô com vontade de pegar
todas as minhas malas e embora de casa e a pessoa casou semana passada bom me fala aí para onde Você Ira embora e você tá indo embora de onde que que você quer deixar para trás você tá tá fugindo ou indo para algum lugar são coisas diferentes A ideia é sair de Um lugar ou ir para outro a gente se interessa com tranquilidade né Eu escutei de alguém não lembro quem eh que falou bom Às vezes a gente tá vai contar algo E aí o analista não reage assim simplesmente tá continua escutando então is você
fala ah não é tão impactante assim Hum ok posso seguir falando legal então tem algo de acolher essas ambivalências numa análise porque o que É muito comum né É as pessoas se culparem muito pelo que sentem mas ninguém escolheu sentir o que sente então não faz sentido se culpar por isso Mercedes professor dentro da Clínica é muito comum também perceber que as pessoas fogem da sua vida no trabalho trabalha demais porque não quer porque a gente percebe isso né assim mas eu não sei se é fugindo de casa ou Não acho que é muito caso
a caso assim eu particularmente não acho que aconteça tanto não sabe porque a maioria das pessoas trabalham porque precisam pagar porim é professor só daqui né sei eu trabalho com gente que trabalha em três lugares Ah então bom eh eu acho que é muito caso a caso assim porque tem muita gente que a maioria Na minha opinião trabalha para pagar conta e existe toda uma uma ideia sobre O lugar do trabalho que a gente precisa trabalhar muito e ganhar dinheiro ser Próspero etc existe uma ideia uma ideia social então tem uma pressão para isso Eh
agora fuga de algo tem muitos recursos né Tem gente que foge em diferentes lugares assim né Não só no trabalho na comida no no lazer não trabalho enfim não acho que o trabalho tem um lugar especial assim para isso acho que tem vários várias possibilidades de se evitar algum tipo De realidade mas eu acho que dentro da educação a gente vê bastante isso sim professor é É pode ser Não não faço ideia assim eu acho que tem muito do cas seu trabalho é muito específico e muito bacana legal que bom enfim ambivalência é algo aberto
assim bem importante da gente acolher assim permitindo uma análise melancolia e Mania eh uma das poucas vezes que o que o Freud fala de mania bom e na história Assim dos diagnósticos o que a a bipolaridade tradicional ela hoje ela tem ramificações né tipos de bipolaridade mas ela começa com um um transtorno maníaco depressivo né porque há um episódio ou uma fase de mania a gente vai falar o quê mais ou menos né Um pouquinho e Obrigatoriamente na bipolaridade O que vem depois é uma depressão sempre né então todo caso bem Diagnosticado bonitinho de bipolaridade
a gente vai ver isso acontecendo tem um momento de mania uma fase de mania em seguida é sempre uma depressão depois da depressão em algum momento vem a mania né isso os episódios de mania não costumam ser ser tão longos assim alguns raros mais raros duram meses assim são bem complicados mas a maioria é mais curto enfim vamos entrar nisso Vamos começar com frud a peculiaridade mais singular e Mais carente de explicação que falta mais explicação na melancolia consiste na tendência a se transformar em Mania um estado com sintomas opostos aos dela ou seja vamos
voltar nos sintomas deixa eu ver onde eu pus aqui não faço ideia cadê então eu tenho muito interesse pelo mundo exterior eu tenho muita capacidade de amar zero inibição acredito que eu posso fazer tudo zero inibição muita Autoestima e um otimismo assim além da conta a mania É isso aí parece uma coisa muito legal né Nossa que bom tem interesse pelo mundo capacidade de amar zero inibição e muita autoestima bom mas é no nível assim Hum eu vou vender a minha casa e pegar todo esse dinheiro e viajar ao mundo bom e depois de viajar
ao mundo não depois eu dou um jeito ou eh eu tive um sonho e eu acho que eu vou vender meu carro e jogar tudo no Tigrinho porque eu sei que eu vou Ganhar ou eh eu vou para uma festa e eu vou agora me libertar do meu luto do divórcio e vou conhecer pessoas novas e aí conhece tipo 30 pessoas novas tem um certo exagero sei lá se 30 não parece exagero 60 pessoas Então não é um momento assim Nossa deve ser muito legal é assim um otimismo além da ponta bastante é bem bem
complicado geralmente são ocorrem na Mania muito Difíceis n os exemplos que eu dei não são são zoas assim n acontece esse tipo de coisa de pegar um financiamento de dar uma entrada num sítio de passar Teve um caso de supervisão que foi foi mais ou menos isso a pessoa Ficou meses em mania que é terrível porque dentro desses meses deu para tomar muitas decisões ruins então praticamente casa com cara no num sítio ela no nome dela o cara não entra com dinheiro não entra com nome Assim decisões muito complicadas muito muito complicadas a mania passa
um pouco por aí então são sintomas opostos ao da melancolia e o que o fre diz fica entregado é bom porque será que depois de eu ter um momento extremamente depressivo em seguida simplesmente se inverte então todo o o aspecto negativo vira muito positivo a recriminação jogando autoestima lá embaixo vira assim autoestima no céu o Desinteresse pelo mundo externo vira eu só quero viver o mundo externo agora por que que são Por que será que você sai de um oposto e vai pro outro por que será FR diz não é toda melancolia que tem esse
destino Como você sabe ou seja você pode ter um quadro de melancolia e um outro quadro que depois né foi sendo conceitualizado como transtorno maní depressivo hoje é bipolaridade a impressão já comunicada por diversos diversos pesquisadores Psicanalíticos é que a mania não tem conteúdo diferente da melancolia Ou seja é o mesmo conteúdo que as duas afecções lutam com o mesmo complexo ao qual o eu Provavelmente sucumbe na melancolia enquanto na Mania ele o sobrepuja ou põe de lado que que basicamente O Fred tá dizendo aqui é meio pouco mas é o que ele diz é
alo o que chama atenção é o seguinte em relação ao ideal né ideal na Melancolia ele tá acima do eu o eu tá lá embaixo tá rebaixado na régua moral da vida o eu não é nada é o cocô da mosca da bosta do cavalo não é nada eh na Mania é o contrário o o eu acredita que ele superou seus ideais e que nada o impede ele tá além das expectativas que ele consegue tudo então o ideal não vai me frear então em vermelho aqui a gente tem o que seria né um eu abaixo
do ideal Muito abaixo do ideal muito abaixo do ideal da melancolia e na Mania a gente tem a inversão um eu muito acima então isso que o Fred tá querendo dizer o eu sucumbe na melancolia e na Mania sobrepuja então ele cai na melancolia e ele supera na Mania então tudo que não era possível se torna praticamente uma certeza né ah é impossível ser feliz na Mania é certeza Não tem obstáculo a felicidade obstáculo são as pessoas que quem me conter né por isso que é muito difícil também né os episódios de bipolaridade porque na
melancolia tem um fardo muito grande a pessoa sofre muito quem tá ao redor tenta reanimar e a coisa não é tão simples mas se vai para Episódio de mania né Principalmente se não estiver medicado ou se forid muito grave o que acontece é que na Mania a pessoa começa a tomar decisões muito graves que Impactam a vida meio sem medir consequências porque as consequências serão todas positivas então é como se aquela voz sensora de Tá certo tá errado não vai dar certo etc eu superei ela ela não tá mais aí a única voz que vale
é confia que vai dar certo mas qualquer decisão tipo vender uma moto e jogar tudo no Tigrinho confia não tem problema não tem problema complicado Do conteúdo de hoje foi ficou alguma dúvida querem voltar para algum ponto querem se queixar aceito queixas trabalho com queixas senão a gente vai para uma revisão do que a gente viu até agora no módulo inteiro vou tomar o silêncio com uma concordância eu queria fazer pergunta Professor desculpe eh essa essa confiança muito alta durante a fase de mania a gente poderia Dizer que não tem uma coisa que poda isso
falta uma coisa que poda não tem porque o ideal ele tem essa função de dizer o que eu deveria fazer e o que eu não deveria eh na Mania o ideal não opera esse ideal porque assim ou então a gente pode pensar de uma outra forma eu sou o meu ideal Eu não eu não preciso me preocupar né vem um tem um sentimento de onipotência Do que eu quero tá alcance só das minhas mãos só preciso fazer né E pode parecer muito livre mas é uma condenação assim porque depois quando a pessoa sai do estado
da mania Olha foi um caminho de destruição assim E a e aí quando ela volta pra melancolia é dramático né É muito difícil não é então por exemplo hoje geralmente né vai chegar na Clínica muito dificilmente seremos os primeiros a diagnosticar assim falam Hum parece uma bipolaridade geralmente já vem com Diagnóstico que chama atenção a oscilação chama a atenção de qualquer pessoa então na maioria dos casos chega com diagnóstico e chega medicado Então chega com tomando lítio chega com respiridona mais alguma coisa etc eh então a tendência é que seja menos extremo né que não
seja algo radical sem a medicação é mais difícil sim sim né aí que tá a questão da da importância assim Na psicanálise não é a única coisa que serve no mundo né a psiquiatria psicanálise desce algumas críticas à psiquiatria né tem algumas críticas bem importantes assim de algumas práticas dentro da psiquiatria mas ela tem uma função fundamental psiquiatria Não surgiu para acabar com bomba né então por exemplo casos extremos sim né como eu falei da melancolia assim né de dessa perda do interesse pelo Mundo bom Às vezes a medicação vai ajudar a pessoa a sair
da cama para ela fazer análise é interessante que ela saia da cama para ela ligar uma análise Ligar para analista ir até o consultório né então tem interações eh que são bem importantes entre a psicanálise e a psiquiatria sim sim obrigada Professor imagina então vou pegar um slide com menos coisa preenchida que o do do Obrigado dá muito Fim de festa né vou pegar esse aqui eh Vamos fazer um resumo uma revisão Sei lá o nome disso esqueçam esse texto aqui tem nada a ver com superior e ético vamos olhar mais ou menos o que
que a gente tá fazendo aqui nesse módulo a gente tá mais ou menos na metade tá acho que na metade do módulo vamos tentar se localizar eh a gente começou com o seguinte o Freud eu fiz eu deixei esse negócio em branco Aqui eu só vou fazer rabiscos incompreensíveis né Eh o Freud começa a psicanálise surge com o Freud percebendo que tem alguns tipos de sofrimento principalmente no caso da isteria Que bom a pessoa tá com problema no braço tá com insônia tá com hidrofobia não consegue tomar água algum sintoma no corpo alguma somatização vai
no hospital não acha nada faz exame tá tudo bem bom então qual que é a causa desse sofrimento se não é orgânica deve ser Psíquica a gente viu o contexto disso né da psíquica então Eh vem um sofrimento né um sofrimento que ele tem causa psíquica psíquica Esse é o primeiro momento e bom que tipo de causa psíquica né então fre tá atendendo tá estudando casos né Tem lá um estudo sobre a estelia tá bem nesse momento de investigação de bom Quais são as causas desse sofrimento que tem origem psíquica mas teria eu falei Né
começa inicialmente o que chama atenção são as somatizações então sintomas no corpo que tem origem psíquica mas não somente depois né são pensados outros sintomas na neuros obsessiva os sintomas clássicos são os pensamentos intrusivos né um pensamento de venho na supervisão segunda-feira um caso assim a mãe começa a ter medo de jogar o filho pela janela pela sacada vem pensamento meu Deus você jogar meu filho pela janela pensamento intrusivo Ah essa mãe queria jogar não não queria ela ficou horrorizada não chegava perto da janela pensamento intrusivo eh ou então os os situais né ah antes
de começar a aula eu tenho que ordenar os meus livros por ordem alfabética pegar as canetas e colocar junto do espectro das cores começando pel rituais Qual que é a origem disso não tá no corpo então o Freud se depara não só Freud né mas Freud encabeçando a Psicanálise começa a perceber que tem tipos de Sofrimentos mais recorrentes que T causas psíquicas né então a neurose histérica ou isteria o Freud chama de isteria tá e a neurose obsessiva que são dois tipos de neurose bom e a fobia também col a gente vai falar de fobia
mais para frente também tá então a gente tem algumas neuroses no lacar essa fobia às vezes aparece como neurose fóbica também vou colocar enf aqui para ficar Padronizado então o frud percebe que o o que é mais comum é ter esse tipo de sofrimento com causa psíquica dentro das neuroses eh O que que ele percebe também que investigando as causas pensando assim quais cenas estão relacionadas a esses Sofrimentos etc o Freud se depara com a questão da sexualidade eh ele vê que muitas vezes existem cenas de aspecto potencialmente traumático e são cenas que envolvem a
Sexualidade e Muitas vezes da infância então o freid diz bom essas cenas ele começa a perceber essas cenas às vezes tem cara que aconteceram e às vezes parece que tá na ordem da fantasia ou seja as causas podem ser eventos que de fato aconteceram ou fantasiados não tem diferença nenhuma porque a realidade que nos interessa é realidade psíquica é a realidade do aparelho psíquico é o que eu absorvi Daquela situação ele pensa bom se a sexualid dos efeitos inclusive na infância eu vou ter que investigar que tipo de interação uma criança tem com a Sexualidade
como é como que acontece né por isso que ele começa a estudar o desenvolvimento psicossexual né ou seja por psicossexual eu torturando vocês com a minha letra horrível feita no mouse né Por quê Porque bom já que existem causas a respeito que dizem respeito à sexualidade da infância eu preciso entender como que uma criança interage com isso que tipo de sexualidade e a gente viu né o desenvolvimento psicossexual que a Sexualidade infantil não é sobre genitalidade não é sobre pênis vagina né a coisa tem estágios e nesses estágios algo Central que o Freud descobre é
o Édipo né que a gente até falou um pouquinho Hoje e que que o édico instaura principalmente que o meu desejo ele é interditado isso é Central tá se se quiserem escolher três coisas assim de tudo que eu vou falar em 24 encontros uma delas tem que ser essa que o desejo é interditado que existe um não é meu desejo que eu não consigo fazer tudo que eu não tenho tudo em resumo que eu sou castrado então o produto do complexo di épo nas Neuroses é a castração que que a castração com Freud é esse
não na figura clássica sim ou não do pai e depois desse não o que que eu internal a lei que a lei fala o qu a lei diz não a lei vem para dizer é proibido Ou você tem que fazer dessa forma e não de outra então o produto do épo é que o desejo encontra o limite ele encontra um não ele é Interditado e esse não é internalizado pelo sujeito isso torna lei um dos herdeiros o superu superu como herdeiro do complexo de éo próxima aula vocês vão se dedicar sobre isso né e bom
também dentro do desenvolvimento psicossexual a gente viu a questão do do narcisismo pensar um pouco como que como que alguém ama o que que alguém deseja como que é feita essa escolha de objeto o que que acontece quando eu Perco esse objeto que é onde a gente tá né no luto na melancolia Esse é o percurso que a gente fez até agora mais ou menos né dúvidas a respeito disso algum ponto que vocês queiram voltar ou hoje ou em outra aula que ficou mais nebuloso etc ou fez algum sentido esse resumo é isso ou o
Felipe tá delirando não é essa turma que ele deu essa [Música] aula Foi tá bom próximos passos em ordem misteriosa Muito provavelmente em duas semanas a aula será sobre ID de ego superg ou Eid de eu superior que é o texto o eu e o isso né na companhia das Letras é um texto um pouquinho mais longo mas muito bom eh volume 16 eu acho tá volume 16 se não for el é a amarelinha tá 1923 o eu e o isso lá Freud vai falar bastante do eu que a gente tá um Pouquinho mais familiarizado
falando de narcisismo e do que vai ser uma novidade e do Superior que a gente tem algumas Pontes já que a gente falou sobre ideal então é uma ponte pro superior eh depois disso não sei se a gente vai falar de pulsões mas pulsões é um dos temas que a gente vai abordar tá quais os destinos da pulsão pulsão de vida pulsão de morte etc além das pulsões repetição diferentes modalidades de Repetição que a gente encontra no Freud do tipo pra gente responder à pergunta algumas formas de responder a pergunta por que que a gente
repete tanto inclusive o que não parece nos fazer bem por Será que a gente repete tanto além disso a gente vai falar voltar a falar de neuroses Então a gente vai ter uma aula sobre histeria vamos provavelmente falar do caso Dora né o caso emblemático do Freud sobre isia uma outra falal sobre neurose obsessiva e Falar do caso do homem dos Ratos eu adoro o caso do homem dos Ratos falar de fobia caso do pequeno rans uma fobia de cavalos e então passar pra Psicose e falar do caso schreber para quem leu a introdução ao
narcisismo viu que o Freud falava um pouquinho ali de Psicose né esquizofrenia etc a gente vai falar disso falar do caso schreber e falar de perversão né pensar o que que o Fred escreveu sobre perversões sobre o fetichismo sobre o masoquismo sobre o Voyerismo etc Então a gente vai passar aí pelo pelos Diagnósticos do Freud e aí mais para frente a gente tem alguns alguns textos sociais do Freud psicologia das massas futuro de uma ilusão malestar na civilização isso provavelmente a gente vai ver mais pro final e a gente deve ter uma aula sobre técnica
vocês estão tendo a supervisão né com o Henrique a seis então ele deve estar falando bastante de clínica etc a gente pode separar eu combino com ele Que que ele não falou que eu posso falar a gente falar um pouco de direção do tratamento para que que serve uma análise Qual que é o fim de uma análise Como que termina uma análise né alguns elementos bem clínicos assim para então a gente no final na última aula lá dia 20 19 de Fevereiro tem uma avaliação e no dia 26 a gente corrige essa essa avaliação é
mais ou menos esse o plano daqui paraa frente tá bom estô me sentindo em clima De fim de ano já dando as notícias dos planos do ano que vem né mas é isso gente então agora sim pro slide do obrigado é isso por hoje dúvidas angústias comentários sugestões mandem lá no WhatsApp eh na semana que vem feriado Aproveitem a feriado e na outra semana Professor Henrique segue com a aula Muito provavelmente o eu e o isso tá bom é isso então Obrigado aí gente pelas Trocas e pela escuta até mais obrigado