foi legal pra tudo foi legal as referências documentos históricos e os pesquisadores na área dizem e também as memórias das famílias que ainda vivem na região ela aconteceu na década de 50 mas é especificamente 57 aconteceu aqui no sudoeste em francisco beltrão dois vizinhos de pato branco né então havendo uma história anterior que a vinda dos colonos é dessas populações que são originárias do rio grande do sul santa catarina e se ocuparão aqui em terras que já também tinha ocupações indígenas principalmente né e se instalaram aqui na década de 50 40 50 e elas eram
parceiras agricultores já trabalhavam na terra e foram me tinham essa característica de ser imigrantes e se instalaram aqui começaram a viver começaram a desenvolver a cidade assim como na grande parte do brasil nessa época que era majoritariamente agrário e o governo federal nessa época ele estava implantando no brasil inteiro as colônias agrícolas e também tinha muitas empresas que vinham e principalmente nessa região empresas madeireiras então teve uma empresa madeireira joão é conjuntamente com uma colônia agrícola que começou a intimidar que começou a fazer um processo de intimidação com essas famílias são os registros históricos aponta
mais de seis mil famílias nessas três municípios nessa região e que ele essa a companhia começou a fazer um processo de intimidação levando os documentos para essas famílias assinarem eram documentos falsos que essas famílias assinavam que a terra que essa posse da terra não era deles e que eles deveriam sair em determinado momento e esse processo de otimização conseguiu tirar algumas famílias sim mas outras e acho que grande maioria delas elas reivindicavam a posse da terra que já tinha um bom tempo né então foi nesse momento esse processo de reivindicação das famílias e também junto
com outras organizações ou após o pós antes de dizer à imprensa local também tem conhecida rádio colméia e e em o do ambiente que era na cidade que é onde todo mundo se conhecia todo mundo se conversava o comércio era é não sei se posso te dizer pujante mas é um comércio que estava em crescimento por causa dos alimentos que eram produzidos e também dos viajantes que levaram esses alimentos para para outras regiões então tinha um processo de comunicação processo de interação entre as famílias e que em determinado momento nessas três municípios é só mesmo
dizer não basta não não vamos sentir me dado por essa por essa empresa e vão até o escritório do governo os cartórios vão até a secretaria decidiu essa colônia dessa madeira e vamos rasgar todos esses documentos documento não vale então foi um processo bem bonita assim que a gente tem alguns registros fotográficos aqui na ces o ar e as memórias que os avós a voz aqui da região contam e é de cair lágrimas assim de tirar um sentimento de revolta mas uma revolta que foi conquistada é uma coisa que teve frutos e que ainda hoje
a gente percebe é muita gente rememorando isso né e como é um trabalho que você desenvolve junto às escolas para manter viva a memória de uma o que aconteceu foi floriano mostrando a força que tem agora enfim as visitas foram limpas então aqui a gente tem um processo de acompanhar as escolas do campo e dentro desse acompanhamento a gente também faz essa essa leitura histórica e um processo de convidar a comunidade escolar pensando que a escola é um espaço de vida também e de trazer essas memórias no sentido de uma memória de luta né ainda
mais nesse processo de fechamento das escolas lembrado uma de uma revolta que teve vitórias e que ainda tem muita gente que conhece que viveu isso e que ainda uma parte está esquecido outra parte a gente tenta fazer essa peça essa memória ela deve vir à tona né então é bem importante a gente quando faz os encontros entre as escolas do campo que no último ano a gente conseguiu fazer foi bem bonita assim foi bem como posso dizer nem sentimental não essa palavra mas se você também emocionante foi foi bonito assim de ver as famílias com
voltando a contar isso e e filhos e netos e familiares lembrando convocam contando e isso pra gente talvez agora daqui um dois três anos não tem muito sentido né mais e soma um processo de contagem que às vezes a gente se esquece né de ouvir um pouco as pessoas as histórias que elas têm né a gente dá mais valor pro livro didático e esquece do que as histórias que as pessoas com também tem bastante valor né ae ele é compacta