nos primeiros minutos de páprica olha essa cena muito curiosa é que essa personagem durante 12 minutos se desloca pela cidade brincando com uma série de mistérios e volta de como ela faz aquelas coisas moro está voando no foguete depois conversando numa lancheria que se observada para os reflexos não sabe aonde todos com atraso depois ela sai de dentro de uma tela de um homem por mês trabalhando andam de moto num carro então finalizando de sinistro filme virou outra pessoa é um começo engraçado pela quantidade de informação e duvida que ele coloca em tão pouco tempo
ele introduziu esse clima de confusão a única que vai ditar o tema do rosto filme desde as coisas são reais e com uma lógica própria que aplica faz até os cortes que deixam dúvida de que ordem cronológica as coisas estão de fato acontecendo sob a perspectiva da cena observada e isso nós temos de colocar em dúvida quem ela é ou se ela realmente é aplicar um filme que funciona muito através desse simbolismo de sonho simbolismos uma forma bruta que grosseira como se ainda não processados pela mente consciente satoshi kon parece bastante obcecado com a idéia
de dualismo a dualidade entre o sonho em realidade que existe em paktika não foi a primeira vez que eu tive contato com essa obsessão mas num outro filme do diretor perfect blue é um filme confuso melhor confusão a minha palavra mas é um filme que faz você se sentir confuso o filme acompanha aquele gol e mima uma dessas a idosos de uma banda de meninas do japão conforme ela abandona a esse grupo e tenta se tornar uma atriz todo esse contexto de ar do bizarro inicialmente já salta aos olhos um monte de qualidade está presente
ali as meninas nesse papel de fofas inocentes e observadas e aplaudidas por um monte de homem adulto elas cantando sobre não querer vestir uma roupa social e trabalhar vendendo esse estilo de vida casual e pessoal em condição totalmente controladas exploradas por aquele indústria e mais do que tudo o contraste entre a mínima em conta na personagem de edu quando está sozinha existe um cuidado muito grande de deixar aquele ambiente pessoal desde as cores confortáveis até vários detalhes toques de um lugar que parece realmente tá vivo ser ocupado por alguém essa segurança e conforto é a
primeira coisa a ser violado esse site o quarto da mesma começa a fazer postes fingindo se anima e descrevendo em detalhes o que ela faz no dia a dia incluindo todos os momentos em que a gente acreditava serem totalmente pessoais e humanos dela e daí pra frente o filme introduz essa paranóia constante que basicamente todos os momentos da minha sozinha nunca tão 200 de algum foco de tensão uma presença em um olhar opressivo que é incorporado no personagem do stal que era assustador mas é muito maior do que aquilo que a gente acompanha daí pra
frente é um processo sofrido de destruição da personagem uma destruição que é observada de uma perspectiva muito claro que não por acaso se confunde em vários momentos com a nossa a pressão que a mesma sofre do fandom o estresse dos problemas estruturais que enfrenta no novo trabalho de atriz a nostalgia do sucesso como cantora pop e olhar constante e opressivo fazem com que ela gradualmente desenvolver depressão e mais tarde estando incapaz de discernir presente a realidade dos sonhos a paranóia e o trabalho como atriz o filme incrível representando esse processo em um certo ponto muitas
regras para seguir de forma estruturada cronologicamente nativa são distorcidas conforme a mesma vive num estado entorpecido à parte com as sensações que ela acorda mas não se sabe exatamente o que estava acontecendo antes do corte era um sonho ou se de fato aconteceu mas ela só não reage mais emocionalmente o que acontece em volta o auge desse processo de fragmentação da identidade na mínima e consequentemente na realidade como ela se assombrada por ela própria uma versão perfeita e com roupa de idol que como tempo tenta tomar o lugar dela o mais curioso é como esse
contraste entre a mínima de verdade e essa imagem que tenta tomar o lugar dela lembra muito toda a fixação com naturezas do lis que os atos com que eu falei antes mas num olhar mais calmo meio que não é exatamente assim parece ter um primeiro o significativo na apresentação dele descido a 'lista pegando na concepção do fred por exemplo que claramente a referência de vários outros do alistas santos com esse outro ou duplo parte de um elemento que é estabelecido na mente mas se a modela por um processo de repressão por parte da pessoa e
que reaparece na vida adulta em momentos de conflito mas no caso aqui a outra mínima não é algo que parte de uma repressão dela sobre o andamento ou de um evento traumático específico esses questionamentos a respeito da identidade dela já estão presentes de forma menos direta desde o início do filme antes dos eventos traumáticos chave e depois eu aceitar de fato que seria uma crise e não marido não se trata de uma vontade reprimida parece que essa conversão não aparece como um protesto freudiano de um lado inconsciente mais uma coleção que já está presente ali
que tem um efeito de ameaça real físico no psicológico baudrillard foi um sociólogo que popularizou o termo que pela realidade no simulacro simulação ele argumenta que numa cena cultural saturada de cópias e simulações ocorre uma mudança em que essas imagens não são mais reflexos da realidade um contexto de capitalismo tardio a copa se tornar algo mais do que uma abstração ela virá algo que não precisa ter um colorado na realidade e pode efetivamente competir com ela um exemplo pode ser o consumo de pornografia mesmo pornografia não sendo uma descrição precisa do sexo bem longe disso
na verdade o consumidor realidade do sexo se tornar algo não existente à pornografia no processo de exploração do corpo trabalha com uma lógica de desempenho a exposição máxima a retirada de todo o véu possível porque na verdade a negação de todo o significado do sexual mas mesmo assim do contexto de personalidade o sexo que gradualmente se torna a simulação ea pornografia se tornou um sexo perfect blue aparece desde o início muito preocupado com a exposição e o tipo de olhar e perspectiva que foca nas meninas que forma essa exposição vai criando uma figura bizarra mente
distorcida tudo que é pessoal individual tudo que é coberta por um véu e representa a verdadeira mínima é direta o simbolicamente violado conforme a simulação da mima uma materialização da necessidade de desempenho e do fetiche coletivo do olhar masculino toma de fato tudo o que é dela a sensação de absoluta impotência diante dessa ameaça é de verdade muito desconfortável no simulação o simulacro bob lord conclui como não existe uma forma de corrigir aquilo a oposição moderna entre realidade e não realidade não tem como ser restaurada deixa de ser uma questão de reconhecer uma representação falsa
da realidade mas sim de esconder que o real não é mais réu meu tá vi o vídeo hoje fica por aqui a gente só consegue manter esse conteúdo semanal aqui no canal dessa nossa campanha de lançamento na posse então se você gosta do canal dá uma olhada lá ler a descrição que sempre tem coisa importante nela muito obrigado pela atenção até mais