[música] [música] Boa noite, sejam todas e todos muito bem-vindos, bem-vindas. É com muita alegria que acolhemos cada um, cada uma que chega pro nosso mais um momento, paraa nossa web, para mais um momento de reflexão, de debate, de pensarmos coletivamente a nossa universidade. Estamos eh em mais uma atividade da Nossa semana de integração e planejamento em vista das nossas atividades letivas neste primeiro semestre de 2026. Com muita alegria, em nome da Pró-Reitoria de Graduação, em nome de toda a equipe da reitoria da nossa universidade, eh acolho cada um, cada uma, cada servidor, cada técnico, cada
docente, eh, para esse nosso momento de reflexão, de debate, de partilha, de saber e de construção do conhecimento. Com muita Alegria, eh, convido para se somar a nós o professor Roberto Barcelos, nosso pró-reitor de graduação. E igualmente convido eh o professor Carlos Eduardo Stenge, professor da Universidade da Unicentro, que fará a nossa reflexão hoje. De imediato eu passo a palavra para o professor Roberto para que ele possa manifestar a sua saudação a toda a nossa universidade e na sequência apresento o nosso ilustre convidado que Vai nos eh abrilhantar e vai nos provocar muito nessa noite
de planejamento. Professor Roberto, é de imediato contigo. >> Boa noite a todos e a todas. Eh, novamente aqui, né, nós hoje passamos o dia refletindo com vários assuntos, né, eh junto com o nosso magnífico reitor, professor Antônio, depois com a diretoria de gestão Integrada Neusa, os pró-reitores de extensão e de pesquisa, professor Cláudio, professora Sandra. E Agora nessa noite nós temos um um espaço formativo. Quero aqui em nome, né, da universidade agradecer a disponibilidade do professor Carlos, né, de compartilhar conosco a sua experiência, a as suas ações de pesquisa, suas vivências práticas, né, e que
é um tema que quando nós tratamos e idealizamos quando se trata de planejamento e quando pensamos o nosso planejamento de ensino, né, eh olhamos e pensamos, né, qual que é o distanciamento do meu do meu Planejamento de ensino, do projeto pedagógico do curso e aí talvez mais distante ainda do do PDI da universidade e e essas conexões, esse pensar da formação, de pensar para onde a universidade pode, né, eh, guiar, caminhar, né, é toda uma uma sinergia que envolve eh, todo esse planejamento sistematizado pelos documentos oficiais. Então, desde quando nós recebemos uma comissão ou ou
externalizamos o que nós fazemos, esses documentos devem revelar Esse alinhamento institucional nas diferentes frentes, né? Nesse sentido, eh, nós nós temos a oportunidade de dialogar nessa noite com o professor e pesquisador nessa área, professor Carlos da Uncentro, também de uma instituição estadual, né, que vem contribuir conosco, né, eh, dentro dessa perspectiva. Então, professor Carlos, eh, em nome do nosso magnífico reitor, professor Antônio Cruvnel, em em nome de toda equipe da Pró-Reitoria de Graduação, e aqui eu quero eh ressaltar, né, o diálogo aí junto com a Patrícia, nossa procuradoria institucional, que ao qual, né, tem a
preocupação desse desse alinhamento, dessa perspectiva de trabalho. e agradecer, né, todos os servidores, tanto os professores quanto técnicos e alguns discentes que nos acompanham pela live da UEGTV. E aqui agradecendo também o suporte técnico da Poliana que está conosco e a mediação do Luís. Agradeço aí a gentileza por mediar Esse espaço, esse espacio. Então, seja bem-vindo à nossa universidade de maneira virtual e depois, ao longo do semestre letivo, nós teremos uma oportunidade de maneira presencial de continuar esse diálogo e essa provocação dessa noite. Seja bem-vindo à Universidade Estadual de Goiás, professor Carlos, nesse momento de
maneira virtual e em outro momento, nós vamos cumprimentar estarmos juntos de maneira presencial. Uma excelente noite A todos e um excelente evento aqui. Muito obrigado. >> Muito obrigado, professor Roberto, nosso pró-reitor de graduação. Eh, obrigado aí pelas palavras e também por nos liderar e nos mobilizar também, tanto os passos importantes que como Universidade Estadual de Goiás. Vamos realizando bem, como todo mundo sabe e é a grande expectativa da nossa noite. Hoje nós estamos aqui com o professor Carlos Eduardo Stenge, que é professor Da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná, eh, a Unicentro. Eh, o professor
Carlos vai nos provocar, vai nos mobilizar, vai nos ajudar a refletir sobre planejamento de ensino, avaliação e qualidade acadêmica do PDI, o plano de desenvolvimento institucional, à sala de aula e o professor Carlos, a quem mais uma vez a gente reitera a alegria de receber e a com quem a gente acolhe com muita alegria na nossa Universidade Estadual em Goiás. eh, atualmente exerce O cargo de diretor de desenvolvimento institucional na Unicentro e traz uma larga formação. Eh, e aí eu peço licença para poder apresentá-lo paraa gente, para todos nós da nossa comunidade acadêmica compreendermos e
nos instigarmos a aproveitar bem as reflexões que o senhor vai trazer para nós, né? Eh, o professor Carlos Eduardo é formado em Ciências Biológicas pela PUC do Paraná, especialista em ecologia e ensino de ciências pela Unicentro, Mestre em educação pela Unicamp eh, Unicentro, eh doutor em educação, eh, refletindo aí metodologia do ensino de ciências pela Universidade de Burgos, na Espanha. doutor em educação, pensando políticas públicas e gestão pela Universidade Estadual de Maringá. Eh, e tem outras formações, eh, inclusive em Londres. Além disso, o professor Carlos, que é o nosso grande Convidado do dia de hoje,
atua como docente em diversas disciplinas, eh tanto disciplinas específicas do curso de ciências biológicas como botânica superior, sistemática, eh, de fanerogamos, embriologia comparada, biologia do desenvolvimento, mas também trabalha didáticas específicas e metodologia, instrumentação de ensino e pesquisa. no curso de Ciências Biológicas e no Curso de formação para professores. Eh, também é professor do mestrado profissional em Ciências naturais e matemática da Unicentro. É coordenador da área do programa institucional de bolsas de iniciação à Docência ou PIBID, ali nos períodos de 2020 a 2022. também coordenou o programa institucional de bolsas de residência pedagógica ali em 2022.
foi diretor de ensino na Unicentro, diretor de avaliação institucional, eh Membro da Comissão Especial de Avaliação Institucional do Estado do Paraná, junto à superintendência de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior do Estado. foi membro, presidente da comissão mista do Conselho Estadual de Educação do Paraná e ligado à Secretaria de Estado da Educação também do Paraná para implementação de toda a sistemáticação básica no estado do Paraná. eh atua como suplente no Conselho Estadual de Educação no Paraná desde 2013, tem uma Larga trajetória de pesquisa trabalhando aí o ensino de ciências, a gestão, avaliação institucional, eh organização
do ensino superior e tem uma longa experiência tanto de coordenação quanto de gestão. eh um currículo extenso, eh, que traz aí toda uma vida dedicada a docência, a pensar avaliação, a pensar gestão, a pensar eh processos de ensino, aprendizagem. Então, pessoa mais do que gabaritada para dialogar aqui com a nossa comunidade, que está no Seu primeiro dia de planejamento eh em vista do nosso próximo semestre. Eh, então, mais uma vez agradeço, professor, pela sua presença, pela sua contribuição entre nós. Informo aos nossos eh servidores administrativos e docentes que estão acompanhando a live, que esta live
será certificada. Então, ao final deste momento, nós vamos colocar disponível no chat um link para que vocês assinem a lista de presença e possa ser gerada a certificação, mas Isso mais ao final da nossa live para que todos nós possamos nos concentrar na fala do professor Carlos. Eh, também informo que a gente combinou uma dinâmica onde o professor Carlos vai expor sobre essa temática. Eh, e só mais uma vez para relembrar, né, vamos dialogar, vamos refletir sobre planejamento de ensino, avaliação e qualidade acadêmica do PDI à sala de aula. E, mas durante a exposição do
professor Carlos, vai ser uma fala que Com certeza vai nos provocar muito, vai nos mobilizar. Eh, convido, né, todos os participantes aqui da live para que possam eh durante a fala do professor ir manifestando as suas perguntas, de modo que ao final da exposição do professor a gente vai fazer blocos de perguntas paraa gente seguir no diálogo eh e aprofundando, qualificando a nossa reflexão. Eh, e aí, antes de de fato agora passar a palavra pro professor Carlos e também Como forma de acolhida ao professor eh e também acolhida a todos aqueles que nos acompanham aqui
na live, eu queria lembrar um trechinho de Manuel de Barros. Manuel de Barros vai dizer assim: "O olho vê, a lembrança revê e a imaginação transvê". É preciso transver o mundo. Eh, tomara que essa tempo de integração e de planejamento na nossa universidade, Mobilizados especialmente hoje por essa palestra, nos ajudem a transver o mundo, a transver a nossa universidade, qualificando a ação pedagógica. que todos nós, servidores e servidoras da universidade nos diferentes serviços e funções da universidade, seja na docência, seja no serviço técnico administrativo, possamos aí transver a universidade, transver o mundo para qualificar a
nossa ação. Então, muito obrigado, professor. De imediato passo a Palavra contigo. Estamos aqui atentos, atentas, acompanhando tudo. Na sequência, depois da sua exposição, a gente abre espaço para as perguntas. é contigo. Muito obrigado. >> Muito obrigado, Luís. Agradeço, agradeço a a carinhosa apresentação que você me fez, ao professor Roberto também. Agradeço o convite ao magnífico reitor, professor Antônio, a diretoria de gestão integrada, professora Neusa, aos pró-reitores, professor Roberto, Professora Sandra, professor Cláudio e a Patrícia como pesquisadora institucional e a você, Luiz Clara, e a Poliana, sem dúvida alguma. Eh, em nome de todos vocês, eu
agradeço então a todos os professores, a todos os funcionários. Se tiver mais alguém assistindo também, lógico, agradeço o momento e a oportunidade da fala. Eh, eu dividi essa fala em três partes, não é? Uma primeira parte é referente aos documentos institucionais que nos dão o norte. Uma Segunda parte é uma reflexão sobre algumas métricas que são retiradas desses documentos institucionais. E uma terceira e última parte éonde nós professores estamos dentro desse processo. Nós professores, nós funcionários, todos nós, né? Eh, se eu for começar a apresentação já, então, Poliana, se quiser abrir a tela, eu te
agradeço. A apresentação, então, ela tem essa dinâmica, o planejamento de ensino, Avaliação e qualidade acadêmica do PDI à sala de aula. Então vamos começar por aqui pela noção do PDI, envolvendo esses documentos que são os documentos balizadores institucionais. Essa baliza institucional ela é necessária e ela tem um acento jurídico dentro da estrutura institucional, que é o seu estatuto e o seu regimento geral. a partir do estatuto e do regimento, é que nós temos todos os outros regulamentos e todas as demais Normatizações internas que nos levam, nos encaminham, nos conduzem a esse fazer diário. E ao
final da fala, o meu o meu objetivo é que vocês percebam que a base, a célula que dá toda essa estrutura é o professor. é o professor e é o funcionário. Seja esse funcionário de staff, reitoria, diretoria, seja esse funcionário o o que conduz um carro, enfim, o que prepara uma sala ou um técnico do laboratório, todos nós estamos envolvidos nesse processo. E é Aí que surge a chamada qualidade acadêmica. É aí que nós trabalhamos essa noção de qualidade acadêmica. Quando a gente trabalha essa perspectiva, como o próprio eh eh professor Roberto e o Luís
comentaram, essa perspectiva de sinergia da comunidade acadêmica. Para nós termos uma noção inicial, né? Em 93 teve um programa chamado Avaliação das Universidades Brasileiras, o Paiup. Ele foi voluntário, ele funcionou de 93 a 97 e em 95 entrou chamado exame nacional de Cursos, o provão, e descaracterizou a ideia básica desse programa, que era avaliar a qualidade e não ranquear o ensino. acabou acontecendo um ranqueamento de ensino, mas há coisas que são boas a partir desse movimento. A partir deste movimento, surge a noção básica do planejamento estratégico institucional, que é o plano de desenvolvimento institucional. Ele
surge em 2001 e ele é eh reestruturado pelo Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação, em 2006. Nesse processo, nesse meio de caminho, surge o sistema nacional de avaliação de ensino superior, que não é novidade em 2004. Ele já teve um primeiro ensaio em 93 e ele já está na LDB de 1990, de 1996. Então ele já consta desse processo. A partir daí de 94 eh de de 2004, desculpe, nesta lei dos sinais, na lei 10861, está colocado a noção do exame nacional De desempenho de estudantes. Esperava-se a época que este exame nacional de desempenho
de estudantes aplicado no primeiro ano e no último ano de cada curso não gerasse a perspectiva do ranqueamento. O que deixou de acontecer quando entrou a perspectiva do chamado conceito preliminar de curso em 2008 e 2000 e 2009 entra o índice geral de cursos que é o chamado IGC. O índice de diferença entre o desempenho esperado e observado, IDB. Este índice De diferença, ele é também de 2004 junto com os sinais. E ele funciona da seguinte forma. O esperado hoje é aquele que o aluno atingiu ainda no seu Enem, porque hoje, pela teoria de relativização
de itens, a TRI é um comparativo estatístico entre a base estruturante de conhecimentos que o aluno tinha no ensino médio em razão da base de conhecimentos estruturantes que o aluno tem ao final do seu curso. O que ele apresentou no ensino médio é o Esperado agora no ensino superior, no ensino superior é o observado. Esta diferença entre o esperado e o observado é uma diferença muito grande. E aqui é uma medida estatística de capacidade de formação de competências e habilidades. Aqui é que se mede isso. O índice geral de cursos o IGC surge após em
2008 e o conceito preliminar em 2008 também. Resultante do índice geral de cursos, a sigla IGC, é o C, conceito institucional e o CPC, conceito preliminar de cursos, Envolve, envolve este IDD, índice de desenvolvimento de desempenho entre o que os alunos apresentam ou não e mais algumas condições do do que é o subsídio, do que são os insumos institucionais, envolvendo RH, envolvendo corpo docente, envolvendo infraestrutura. número de cursos, localidade de cursos e uma série de outros dados que a gente vai trabalhar um pouquinho lá nas métricas institucionais. Então, veja como isso aconteceu. Em 96, na
LDB, é colocada a ideia da avaliação nacional. Em 2004 vem então a lógica da avaliação contínua e integrada, supera a de 93, que a de 93 era apenas voluntária. Algumas portarias do ENADE, do INEP entram aqui com a ideia de ciclos periódicos por área. E aqui nós temos os ciclos trianais. O decreto 5773, famoso decreto 5773, Vincula a avaliação à regulação, ou seja, a autorização de curso, ao reconhecimento de curso, à renovação de curso de reconhecimento de curso e as renovações de curso e os reconhecimentos de curso, numa visão global é que compõe os chamados
índice geral de cursos, que é o conceito da própria instituição. E o decreto 9235 de 2017 consolida esse ciclo avaliativo, veja, como política permanente. Então, vejam que essa política foi se desenvolvendo ao longo Do tempo, desde 96, como LDB, na realidade, na sua prática, desde 93 como o programa do Paiub e só vai realmente ter uma constituição integral global sistêmica de avaliação em 2017. Isso é importante para vocês observarem quanto tempo é demorado um processo dentro da esfera da política educacional dentro do Brasil, tá? Então isso é um é um fator importante pra gente não
esquecer. E aqui nós estamos trabalhando Nesta tríade, né? o PDI, que é da onde se estabelecem metas, e esse PDI com essas metas é que nos dão a perspectiva da engenharia pedagógica. O terma, o tema, o termo engenharia, ele já foi discutido muitas vezes. Há uma linha eh de pesquisadores na área da pedagogia e da área da metodologia de ensino que compreendem que a engenharia é aquela que é estabelecida especificamente entre metas. Não é só isso. E essa ala que é um pouco Mais mais fechada, ela substitui esse termo engenharia por arquitetura, mas eh ao
fim e ao cabo dizem a mesma situação e usam os mesmos conceitos, tá? Então vejam, se eu tenho metas, eu preciso ter evidências do comprimento, do atingimento dessas metas. Essas evidências são matematizadas, portanto são métricas institucionais, algo que nós possamos mensurar, algo que nós possamos medir. Essa engenharia pedagógica ou design instrucional surge aqui em 1980, 1990 com ensino a distância, o Learn, ela é um mecanismo de trabalho de organização, de gestão, não é gerencial, é de gestão para o ensino e para a aprendizagem. é por natureza interdisciplinar, trabalha toda a noção institucional, portanto é um
processo global e vai aos seus detalhes, vai a todos os espaços, portanto ele é também sistêmico. É por Aqui que se tem concepção de ensino, de aprendizagem, de planejamento, como se faz a implementação e também como qual é a concepção e como se realiza a avaliação. é trabalhada essa noção da arquitetura pedagógica, da engenharia pedagógica, em razão da eficiência, ou seja, estamos realmente desenvolvendo processos que nos levam a bons resultados, ou seja, somos eficazes, temos uma boa eficácia, temos condições de nos eh De uma maneira fidedigna a métodos, ter uma um conceito de reprodução dos
processos e de atingimento desses objetivos e dessas metas. a interdisciplinariedade que essa engenharia, que essa arquitetura pedagógica exige, como o professor Roberto falou agora a pouco, eh foge totalmente daquela métrica eh específica berraviorista, embora trabalha aqui com a ideia do comportamentalismo, Mas é um comportamentalismo dirigido, mais enxergado, mais observado dentro da noção do cognitivo, do cognitivismo. Então, a perspectiva do construir, do aprender a aprender, do construtivismo e o socioconstrutivismo entra aqui, então, algumas teorias como Devigots, por exemplo, entra também nessa interdisciplinariedade ciências da educação, como psicologia da aprendizagem, a própria gestão educacional, vejam, não é
gerência, é Gestão, avaliação educacional e, é lógico, a ciência didática, engenharia de sistemas não pode ser diferente com o que nós temos hoje de toda a perspectiva eh eh da tecnologia, da informática, do mundo da informação, do mundo da comunicação em tempo real, nós não podemos estar fora desse processo e isso chegou e não vai mais sair da educação a nossa engenharia de sistemas. Planejamento por metas, programas, processos, ações, etapas, métodos, Atividades, evidências e resultados. Essas evidências e resultados estão dentro da perspectiva do PDI. Esse conjunto de resultados é o que nos afirma a eficiência
mediante as evidências. E então nós podemos nos determinar ou nos entender como eficazes. E quem faz esse olhar dentro dessa engenharia pedagógica na universidade somos todos nós de uma maneira sistematizada. global e sistêmica é a avaliação Institucional, a comissão própria de avaliação institucional, que trabalha sempre junto com pesquisador institucional e com procuradoria jurídica da instituição. Então, vejam, essa engenharia ou essa arquitetura pedagógica, ela ocorre por ciclos, como tá indicado aqui, a partir de situações, problemas e dos impactos que essas situações causam. Qual é a análise situacional diagnóstica do processo? Como se planeja essa ideia? Ou
seja, Como se faz o desenho instrucional, as ideias de desenvolvimento, então na sequência implantação, durante a implantação, como monitoramos a implantação e quais são as implementações, ou seja, o que mais colocamos dentro desse desse processo, dentro desse desenvolvimento, para que melhore a eficiência, para que atinjamos, porque possamos atingir mais qualidade e ter melhor resultados. Esses resultados então são Avaliados, levam a novas implementações e, claro, cada passo que se dá é um novo problema que se encontra. Então, esse ciclo é um ciclo eh eh que vai ocorrendo anualmente dentro da instituição, curso a curso, vai acontecendo
disciplina por disciplina, vai acontecendo relação por relação entre aluno, professor, aluno, aluno, professor, conteúdo, currículo. E é sempre bom a gente lembrar dessa perspectiva desta engenharia, dessa arquitetura pedagógica. São quatro Pilares: os problemas, os planejamentos, as implantações e os resultados. Entre eles o diagnóstico, o planejamento, o desenho, o desenvolvimento, monitoramento e novas situações para melhorar o processo e as avaliações, que são as avaliações internas e externas, que nos dão melhoras do nosso processo, mas que ao mesmo tempo cada passo melhorado é uma nova situação, problema, ou seja, é um novo enfrentamento, é uma nova situação,
é uma nova meta, é um Novo objetivo, é um novo processo. Por isso o documento chamado PDI, ele é ele é enxergado em metas de 5 anos, mas ele é redigido na perspectiva de 30, 40, 50 anos de história paraa frente. Ele é um recorte temporal, lógico, de projeção futura, de prospecção. de uma maneira mais técnica, envolvendo colegiado NDE e CPA. E vamos entender aqui colegiado de curso todos os professores. O NDE, aquele conjunto mínimo de cinco professores Que são os responsáveis por debater o currículo, o conteúdo, a a o acompanhamento da evolução da profissão
e trazer essas ideias para as reformas curriculares. e a CPA, comissão própria de Avaliação Institucional, que estará acompanhando a instituição em todos os seus aspectos, uma visão global e sistêmica. E é a CPA que vai buscar evidências e vai buscar métricas. O NDE vai colaborar e o colegiado também vai analisar esses processos. A engenharia Pedagógica em relação ao desenho instrucional tem eh diferenças, porém são situações combinatórias complementares. Esta engenharia, arquitetura pedagógica, sistemas de ensino eficazes, contextualizados, teoricamente fundamentados. Por isso aqui eu citei para vocês sóconstrutivismo, construtivismo, eh eh questões que são de base da de
de teorias de aprendizagem e o desenho instrucional propriamente dito é o Fazer, é o pôr a mão na massa, não é? São instruções e atividades estruturadas para garantir a aprendizagem. Nós pesquisamos, nós fazemos nossas extensões, nós temos nossas inovações, prestamos nossos serviços, mas o objeto final, ao fim e ao cabo, nós ensinamos. E essa forma então precisa ser observada. Quais são as garantias que esta aprendizagem está ocorrendo? Então aqui esse comparativo entre esses dois lados complementares combinatórios, essa Arquitetura, essa engenharia pedagógica, ela tem uma visão geral, holística, global, é um contexto institucional, trabalha a perfil
de professores, alunos e agentes. O objetivo dessa arquitetura, dessa engenharia, é formativo. Portanto, vai trabalhar métodos pedagógicos fundamentado em teorias pedagógicas, em mediação pedagógica, vai trabalhar com a avaliação do ensino e da aprendizagem. O desenho instrucional, que é mais o a Mão na massa, é mais a métrica da instituição, não é uma noção holística, é uma noção sistêmica, específica. Ela vai lá no ponto, ela não trabalha o contexto institucional no todo. Na visão holística da engenharia pedagógica, o desenho institucional busca qual é a operacionalidade daquele ponto específico, mas sempre olhando qual é o geral, qual
é o total, qual é a técnica trabalhada aqui. esses objetivos nesse desenho, ele é mensurável, ele é medido, Ele é observado, ele é avaliado, é uma métrica institucional dentro desse processo. Então, a busca de resultados e lógico, se eu digo que eu tenho um resultado, o que que me evidencia esse resultado? O que que me garante o resultado? Aqui entra a avaliação institucional, todo o processo avaliativo. Avaliação institucional envolve a avaliação do ensino e da aprendizagem. sem dúvida nenhuma, que é a parte Interna eh do ensino, né, em si, da formação, competências, habilidades, perfil dos
dos profissionais que desejamos formar. Envolve todo o processo de gestão e de governança da instituição e envolve todos os processos de avaliação externa, que são os atos regulatórios ou as provas em larga escala, como é o ENAD, o ENAD das licenciaturas e agora o ENamed, né? E, aliás, tá uma discussão para entrar também em voga a ideia do enadir, o Enade do curso de direito, tá? eh eficiência e eficácia institucional como consequência dessas medidas institucionais avaliadas pela própria instituição de modo interno, avaliados por pares, avaliação externa ou avaliados por instrumentos de larga escala, ENAD, ENAD
das licenciaturas e ENAMED. Então aqui uma ideia geral desse processo como um todo, não é? Essa engenharia, arquitetura pedagógica, ela Precisa traduzir a partir do PDI, do PPI, que é o projeto político institucional do PPC, que é o projeto pedagógico de curso, dentro da perspectiva do currículo, precisa estar traduzido nesse processo aqui, no que se chama currículo, que é aquilo que está lá no curso propriamente dito. Qual é a identidade institucional e qual é o perfil institucional? Identidade institucional nós entendemos No projeto político pedagógico da instituição. A é a diretriz de ensino e aprendizagem que
a instituição desenvolve em seu âmbito. O PDI é uma noção administrativa de prospecção. Prospecção para 30, 40, 50 anos em recortes temporais a cada 5 anos. E isso me dá o perfil institucional. Essa identidade institucional e esse perfil institucional alicerçam o que a instituição é, ou seja, a sua política acadêmica. E ela é balizada nas Políticas institucionais, nas políticas de oferta de curso. E essas três grandes áreas políticas institucionais, acadêmica, própria institucional e a oferta de curso, elas precisam estar traduzidas, aplicadas nas políticas de ensino. Ou seja, todos esses documentos institucionais, plano de desenvolvimento institucional,
PDI, projeto pedagógico institucional, PPI, projeto pedagógico de curso PPC. Todas essas políticas de identidade, de Perfil institucional, a cada currículo de cada curso precisam estar traduzidos dentro deste currículo, deste curso. E é isso que me traz o espelho da política de ensino. Uma das primeiras questões que são avaliadas por um avaliador externo de reconhecimento ou de renovação de reconhecimento de curso é: as políticas institucionais estão definidas em PDI, se sim, elas estão refletidas no currículo, no projeto político pedagógico do curso. Essa é uma Das primeiras perguntas que a gente como avaliador responde quando avalia externamente
um curso. O que que é o plano de desenvolvimento institucional? Então, o PDI, as políticas institucionais são quatro grandes áreas: o perfil institucional, a organização acadêmica, a infraestrutura e o plano de ação, ou seja, como realmente trabalha, o que realmente faz, o que é essa mão na massa, né? dentro desse perfil institucional, como é a Organização administrativa. Nesta organização administrativa, vamos entender o processo como um todo. Não é só a gestão de pessoas, não é só recursos humanos, é a distribuição de aulas, é a sala de aula bem colocada, é o laboratório bem preparado, é
o aluno estar na sala de aula, é o material de apoio que esse aluno precisa, são os almoxarifados de de laboratórios, é todo o espaço, é todo o processo de limpeza, é todo o espaço de segurança, tudo isso É a organização administrativa. Como isso acontece dentro da instituição? É o processo de gestão. Essa gestão exige uma organização e gestão de pessoal. E então, desse processo, como ocorre as políticas de atendimento? Como a instituição atende alguém externo? Como a instituição atende alguém interno? Como a instituição trabalha com essas pessoas? E é neste perfil institucional que nós
vamos Observar filosofia institucional, princípios institucionais, missão, visão, eh objeto, objetivos, negócio institucional. Todas essas todos esses conceitos estão dentro dessa ideia de perfil institucional ou carta institucional. a organização acadêmica, como ocorrem cursos e programas dos seus distintos níveis e como é que é essa organização didática dentro desse processo. Essa organização didática dentro do PDI, ela É expressa no que se chama PPI, projeto pedagógico institucional. Esse projeto pedagógico institucional, ele está dentro do perfil da instituição. Ou seja, a organização acadêmica didático-pedagógica, ela precisa refletir os princípios e filosofias da instituição, os valores que a instituição tem,
quais são os processos de acolhimento, de nivelamento que esta instituição faz. Tudo isso está dentro dessa organização de cursos, programas e Didáticagógica, que não ocorre sozinha. Ela precisa sim, dentro dessa estrutura administrativa e de gestão de uma organização de infraestrutura. Essa infraestrutura especial é tudo aquilo que não é sala de aula. A infraestrutura física é o espaço físico, a sala de aula em si. A especial são os laboratórios, bibliotecas, eh centros de acolhimento, eh centros de extensão, coisas que ocorrem nas Instituições que não são a sala de aula propriamente dito. E isso só funciona com
sustentabilidade financeira, orçamentária e econômica. E como é que isso acontece? Como é que isso funciona? Ou seja, qual é o plano de ação? Qual é o plano de metas da instituição? Qual é o seu cronograma dentro destes 5 anos do recorte temporal com a prospecção de continuidade? Como a instituição faz o seu monitoramento? Ou seja, como é que ela Acompanha o seu desenvolvimento? Aonde que a instituição vai buscar se esses processos estão eficientes e estão gerando bons resultados? Vai buscar isso na avaliação institucional. E isso tudo traduz o desempenho institucional. Então, o papel deste documento,
plano de desenvolvimento institucional é toda a noção, desde a filosofia institucional até aquilo que realmente são diretrizes para as salas de aula. Este documento Chamado PDI, plano de desenvolvimento institucional, ele é uma leitura obrigatória a todos os professores, a todos os agentes. pudesse também vir a ser e deveria ser uma leitura a todos os alunos para poder entender em qual instituição está e como essa instituição se enxerga, o que ela é e o que ela pretende vir a ser, ou seja, sua missão e sua visão institucional. Dentro do PDI está o PPI, o projeto pedagógico
institucional. Ele tá Organizado em duas áreas, identidade institucional e práticas institucionais. Esta identidade institucional está aqui dentro, dentro do perfil institucional do PDI. O PPI ele é o segundo item dentro do plano de desenvolvimento institucional. Com o que que ele trabalha? Concepções da instituição, histórico e políticas institucionais. vai trabalhar a missão institucional, ou seja, aquilo que a instituição é, aquilo que a instituição faz para ser o que diz Ser, os valores institucionais, aquilo que a instituição acredita para poder ser o que é, os seus princípios filosóficos, filosofia da instituição, os mecanismos de inserção, ou seja,
como ela está inserida na localidade, na regionalidade, no país, como ela está inserida nas profissional alizações dos seus cursos, como ela está inserida nas relações internas e externas. E tudo isso dentro das políticas institucionais são balizadas, Ou seja, a avaliação institucional caminha por aqui. As práticas institucionais, como é que são as práticas acadêmicas? Como é que elas acontecem? Dentro dessa prática existe a normatização também. Como é que é a norma acadêmica da instituição? Essa norma acadêmica da instituição, ela está dentro dos seus princípios, dos seus valores, das suas concepções. Esses documentos estão conversando. Essa prática
acadêmica, ela nada mais é Do que o currículo propriamente dito. Ela é materializada no currículo. Como é que é a prática educacional? Como é que são as ideias de ensino? Como é que se percebe? Como é que se busca as evidências da aprendizagem? Como é que se faz a construção do conhecimento, planejamento, como se faz a perspectiva de sala de aula, como se enxerga a sala de aula? O que que se usa na noção técnico-científica, como é a relação socioambiental e tudo Isso são processos de gestão, gestão institucional. Essa gestão vem do PDI, ela está
aqui no PPI e isso também é enxergado dentro da avaliação institucional. Então, vejam, a avaliação institucional está em todas as áreas. A avaliação institucional, ela é global e ela é sistêmica. E ela tá desde o perfil, a identidade e a prática institucional. O que que é o projeto pedagógico de curso? Ou seja, eh o que que ele traz, o Que que ele mostra, o que que é essa política acadêmica materializada dentro de um currículo? Como é que isso funciona? Vamos voltar um pouquinho aqui. Veja este PPC. Esse projeto de curso, ele está alicerçado pelo plano
de desenvolvimento institucional e pelo projeto pedagógico institucional. Esses dois planos que são combinatórios complementares e que formam um documento só, esses dois planos é que me dão base Paraa construção de um projeto pedagógico de curso. Claro que com toda a legislação externa como exemplo as diretrizes curriculares nacionais. outras questões, como por exemplo, a 7/28, que é a curricularização da extensão dentro do ensino. E esses e essas três pilastras é que se materializam no currículo. Esta materialização no currículo, no PPC, ela precisa trazer qual é a identidade formativa da instituição, Quais são as concepções pedagógicas, princípios
filosóficos institucionais, identidade institucional, perfil institucional, quais são as orientações metodológicas, como é que a instituição trabalha por metodologias ativas? É um pouco mais conservadora, tradicional? que tipo de diretrizes de fundamentação de teorias de aprendizagem adota, como isso funciona dentro dos valores institucionais. E lógico, nas políticas acadêmicas é Preciso ter uma noção do histórico institucional. Quem não conhece seu histórico não tem presente. Quem não conhece seu histórico, não tem presente, não consegue projetar o futuro. IOPDI é uma prospecção de futuro, assim como o currículo também é. currículo é um recorte temporal de prospecção ideal de futuro.
Isso envolve um contexto social, aonde essa instituição está, quais cursos oferece, quais são as demandas locais, Regionais, como é que essa instituição se coloca frente à empregabilidade nesse espaço. Essas formações que a instituição propõe, elas estão tendo um acolhimento dentro do mercado de trabalho, um acolhimento dentro da sociedade. Os alunos egressos, nós temos notícias deles. Quem faz essa esse levantamento é a avaliação institucional. Quem são esses alunos? Onde estão? Estão trabalhando com o quê? Estão trabalhando Na área do curso que fizeram? Essas questões são importantes e a avaliação institucional vai buscar. E é neste currículo
que se percebe a aplicação das políticas e a identidade e a inserção do curso. Então, vejam, quando lá na diretriz curricular diz assim: "Perfil profissional desejado, lá estão competências e estão habilidades." Aonde que a gente vai ver aquele aspecto teórico? Dentro do projeto institucional. A gente vai enxergar isso Dentro do projeto político pedagógico de curso, na estrutura do seu currículo, na operacionalidade de cada disciplina. É lá que nós vamos enxergar como é que é a aplicação dessas políticas. Por exemplo, eh, história afrobrasileira e indígena, ela é entendida pela diretriz como transversal. Pode ser uma disciplina,
pode, depende da natureza do curso, mas eu preciso, se For transversal, encontrar esses conceitos dentro de toda a perspectiva de uma diagonal do curso. Aonde que esses conceitos desta área estão, aonde que eles estão colocados? Um exemplo de transversalidade é a própria curricularização da extensão. Ela tem que ocorrer permeada em todas as disciplinas numa diagonal do curso. Desta forma, eu preciso enxergar lá no plano de ensino que compõe um currículo que nós já vamos chegar nele, como é que Isso está colocado, como é que isso está refletido. E voltando aqui, ó, isso tem que refletir
a partir do plano de desenvolvimento institucional, dentro do projeto pedagógico institucional. Isso tem que estar posto no projeto pedagógico de curso e se materializa no currículo. Esta materialização no currículo leva a ideia de como conseguimos trabalhar os nossos planos de ensino, seja o modelo institucional que for. É lá no plano de ensino que eu Tenho objetivo, eh, nome da disciplina, código, carga horária, lógico, turno, curso, sem dúvida, né? são informações técnicas, mas lá está a ementa, os objetivos, os conteúdos programáticos. Lá eu tenho metodologias de ensino, lá eu tenho metodologias de avaliação, formas de nivelamento,
formas de acolhimento. Lá eu tenho curricularização da extensão, bibliografia básica, bibliografia complementar, como eu avalio esse aluno, Como é feito o aproveitamento de conteúdos dentro dessa disciplina em relação de outras questões nesse sentido. Então, este currículo precisa trazer a identidade do curso. O curso não existe sozinho, ele está dentro de um arcabolso maior que é o projeto pedagógico institucional PPI, que está num arcabolso maior, que é o plano de desenvolvimento institucional, o PDI. essas políticas todas é que me trazem para a política de ensino e que me Traduzem a identidade do curso. É claro que
essa identidade também precisa buscar quais são as diretrizes curriculares nacionais, quais são as diretrizes curriculares estaduais, quais são as diretrizes curriculares institucionais. Tudo isso tá aqui dentro desta identidade. Quais são as estratégias de ensino utilizadas neste curso? Quais são os recursos humanos necessários? Professores, técnicos, auxiliares, enfim, uma série de pessoas De apoio. Como é que isso acontece? Qual é toda a infraestrutura necessária? E a infraestrutura não é só colocá-la, a infraestrutura é garanti-la, é atualizá-la, é fazer com que ela sempre exista, com que ela sempre aconteça. Laboratórios específicos exigem almoxarifados, exigem insumos, exigem compras. exige
uma dinâmica desse processo. Quais são as condições administrativas à gestão propriamente dita? Voltando nessa Noção da identidade, qual é o perfil desejado? Competências e habilidades. Quais conhecimentos e saberes esse aluno vai ter? Como é que esse currículo está frente à diversidade regional? Como é que ele está colocado na localidade e na regionalidade? E isso tudo a avaliação institucional também vai buscar. Isso tudo, avaliação institucional também vai medir, seja de uma forma perceptiva, seja de uma forma matemática direta. E aqui tá todo o processo. Aqui tá todo o conjunto do processo. a partir do plano de
desenvolvimento institucional, a estrutura do projeto pedagógico institucional, balizando toda a noção do projeto pedagógico de curso que é materializada na estrutura do currículo e que nós traduzimos, nós professores traduzimos isso dentro da ideia do plano de ensino. Então, vejam, eh, ser professor de ensino superior é mais do que a pesquisa, é mais do que a Sala de aula, é conhecer a instituição, é ler o seu plano de desenvolvimento institucional, é entender qual é seu perfil, sua organização, sua infraestrutura, sua sustentabilidade e seu plano de ação. É entender do PDI, qual é do PPI, qual é
a identidade e as práticas institucionais. é saber como um currículo está colocado dentro deste projeto pedagógico de curso. Às vezes, alterar o currículo é simplesmente alterar uma disciplina. Às vezes, Alterar o currículo é alterar uma concepção de ensino. E aí eu preciso ver como é que tá a noção da identidade e das práticas, como é que isso está no perfil institucional. Então esta leitura precisa estar sempre dentro dessas grandes quatro áreas políticas institucionais. Políticas institucionais, políticas de oferta de curso, políticas acadêmicas, políticas de ensino. E isso se reflete no plano de ensino e na sala
de aula. A sala de aula é a materialização da combinação dessas grande quatro áreas políticas institucionais que tem por base documentos institucionais que são o nosso norte, a nossa forma de atuar, a maneira que nós somos eh eh orientados a trabalhar um princípio filosófico, uma noção administrativa um desenvolvimento de disciplina, uma forma de avaliação, uma maneira de nivelamento ou de aproveitamento de conteúdos. Todos esses processos são Colocados aqui dentro desse arcabolso, dessa estrutura. Eh, eu montei esse esquema para que se tenha uma ideia de tudo que se envolve e que não é uma situação simples,
é uma situação extremamente complexa. Esta situação extremamente complexa exige sim uma estrutura de reitoria, estruturas de pró-reitorias, diretorias, divisões, sessões, colegiados, unidades de campus universitário, unidades universitárias, Colegiados de curso, exige NDE, exige CPA, porque tudo isso precisa estar em sinergia e cada esfera dessa tem a sua responsabilidade. Cada esfera dessa tem a sua atitude, ou seja, tem o seu regulamento próprio. Esse regulamento, ele tem que estar em sintonia em acordo ao estatuto e ao regimento geral. Quem que enxerga isso na instituição? É a procuradoria jurídica. É a procuradoria jurídica institucional que tem que ter um
olhar voltado internamente. Como é Que isso está? Como é que isso acontece? dentro da instituição e como isso está ordenado. Ah, mas a procuradoria jurídica precisa ler o regulamento de estágio do curso de licenciatura em ciências biológicas. Claro que precisa, lógico. Precisa entender como é a forma de supervisão, se isso está de acordo com o PPI. precisa entender se a formação está traduzindo os princípios, as ideias, a missão, a visão, os valores da instituição. Isso está expresso em PDI. Então, essas questões precisam ser enxergadas. E a avaliação externa, quando ela chega na instituição, ela traz
isso, ela vem buscar esse olhar, ela vem buscar esta medida. Aí tem uma crítica e que eu escuto isso há muitos anos, que é assim: "Ah, cada avaliador enxerga com seus olhos". É lógico que sim, claro. Eu não vou enxergar com os olhos de outros e não vou enxergar do lugar de fala dos outros. Eu vou enxergar do meu lugar de fala e com os Meus olhos. Mas para isso existem os instrumentos. e os instrumentos. Lendo um pouquinho mais de Burdier, há um um um compêndio que ele trabalha com a noção da objetividade no subjetivo.
E associando essa noção sociológica de Burdier com Lickert, que é um psicólogo, psiquiatra francês, que trabalha escalas atitudinais, nós conseguimos medir esses processos todos de uma forma atitudinal em cinco níveis. Portanto, nós somos o mais objetivos Possível dentro de uma perspectiva subjetiva. Este exercício que tá aqui destas quatro áreas políticas deveria ser feito pelo NDE com o conjunto de professores de cada curso, olhando para o seu curso e percebendo como é que as políticas de PDI institucionais está dentro do nosso PPC. como é que as políticas de oferta de cursos estão dentro do nosso PPC.
Por que que nós professores precisamos Enxergar isso? Porque essa é a nossa responsabilidade. Quando eu coloco aqui embaixo sala de aula, é porque nós levamos tudo isso paraa sala de aula. Nós não levamos só conteúdo, nós levamos formação pro cidadão, nós levamos formação para o indivíduo. E esta formação, ela tem suas diretrizes nacionais, estaduais e institucionais. E as institucionais estão neste tripé PDI, PPI, PPC, materializadas no currículo. Então isso aqui é extremamente importante, que os professores se envolvam, que os funcionários se envolvam, leiam, debatam, percebam o que que a instituição faz e diz ser, sua
identidade, o que que a instituição diz ser e como ela age, o seu perfil. como ela trabalha a sua prática e como ela realiza o seu plano de ação. Tudo isso, como é que ela tá organizada, qual é a sua organização, como é que é a sua Gestão e como é que é a sua governança. Como é que isso acontece? Nós estaduais, a nossa governança é colegiada. O que é definido num colegiado é seguido na prática institucional ou há uma quebra de governança? Quem que enxerga isso? Olha aqui, ó. Avaliação institucional, avaliação institucional, avaliação institucional
e avaliação institucional. Mas ela não enxerga só o aspecto externo. Existe avaliação institucional externa e as duas são Complementares. E esta complementação é que nos dá os resultados e é isso que nos traz evidências do nosso quali quantitativo em termos de qualidade de oferta de ensino, ou seja, de formação profissional. falado um pouco sobre isso, então, falado um pouco sobre esse arcabolso desses documentos institucionais que são a nossa base, são o nosso chão, e um professor de ensino superior para entrar em sala de aula, ele precisa ter essa Noção, ele precisa saber se o aluno
tem esse direito, se o professor tem esse direito, quais são suas obrigações, quais são suas sanções, quais são as suas realidades, seus contextos e suas situações para que então ele possa realmente planejar a sua aula, para que ele possa realmente entrar em sala de aula e o seu nome está atrelado ao nome da sua instituição. Então, as políticas institucionais elas estão colocadas Dentro da sala de aula e quem as leva paraa sala de aula é o professor. E aqui nós temos que tomar um cuidado muito grande. Basta nós lembrarmos da educação dos nossos filhos. Nós
falamos, falamos, falamos, falamos, às vezes com uma única atitude nós perdemos todos os conselhos. Então, quando a gente vai à sala de aula, a perspectiva é o exemplo, a perspectiva é o concreto, a perspectiva é a aplicação de Então, a instituição tem sua missão, tem Seus princípios. Quais são esses? Vamos aplicá-los em sala de aula, vamos utilizá-lo em sala de aula, vamos trabalhar isso em sala de aula. Isso faz parte inclusive do conteúdo de qualquer disciplina. Dentro desse aspecto geral de todos esses documentos, a perspectiva das métricas institucionais e por que elas são vistas. Primeiro,
e infelizmente o nosso sistema é assim e isso não é demérito brasileiro, isso é mundial, Isso é uma perspectiva mundial de ser uma atitude concorrencial. Vejam, quando sai o resultado do Enade, o que a gente quer saber é qual é o nosso conceito. Mas pegar a prova do Enade, pouquíssimos professores pegam para poder perceber, afinal nesta prova, qual foi o conteúdo da minha disciplina que entrou nela. Esse conteúdo foi balizado em qual situação? Esta situação teve qual problema? Quais Competências e habilidades foi suscitado ao meu aluno para responder essa pergunta? E questão de nada é
isso, gente, é conteúdo, condição situacional, um problema que leva o aluno a aplicar competências e habilidades para resolver uma situação de acordo com aquele conteúdo. Isso é uma prova formativa. Isso é uma questão que a gente chama tecnicamente no ENAD, ENAD das licenciaturas ENamed e agora provavelmente entre o tal do Enadir, que É o ENAD na área de direito, a gente a gente não chama de questão de prova, a gente chama de item avaliativo. Isso é um nome mais estatístico, tá? Vejam aqui, ó. E aqui tá o pesquisador institucional, aqui tá a Patrícia, tá? Ela
fica doidinha com todas essas questões aí, pode ter certeza. base de dados de recursos humanos, docentes, técnicos, técnicos administrativos e decentes. Isso compõe o senso anual do alunato, isso compõe o Senso anual dos professores, isso compõe o senso anual de técnicos administrativos. A quem que a gente informa? informamos as secretarias de Estado, ao Conselho Estadual de Educação e ao INEP, o Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Estatísticos, que é do Ministério da Educação. E esse conjunto de informações numéricas de quantitativos e de qualitativos docentes, decentes e técnicos, é que vai Compor ao fim de tudo
o conceito preliminar de cursos, o CPC. E o conjunto de CPCs, o conjunto de conceitos preliminares é o que compõe o conceito institucional, o índice geral de cursos. Base de dados de infraestrutura também entram nesse processo. E quem é responsável por isso? Direções de campo, unidades universitárias, coordenações de curso, biblioteca. E claro, dentro da coordenação de curso existem questões de Laboratório, de outros espaços, base de dados de informações acadêmicas, gestão de pessoas. Gestão de pessoas não é só RH, não, tá? Quem que distribui aulas? É a coordenação de curso. Essa coordenação de curso, ela tá
fazendo uma gestão sobre os professores. Quem que vai organizar salas de aula, distribuição de espaço, quem vai dar aula em qual espaço? Coordenação de curso. Isso é uma gestão de pessoas. Então, cada coordenador de curso tá Fazendo uma gestão ali por dia no mínimo de 300, 400 pessoas todos os dias. Quem coleta e acompanha a vida acadêmica de todos, inclusive dos professores, é a secretaria acadêmica. Essas questões a partir da base de dados de infraestrutura e de base de dados de recursos humanos é trabalhado pela Pró-Ritoria de Pesquisa, de extensão, Inovação e Prestação de Serviço.
Até pouco tempo atrás, nós tínhamos um tripé institucional que era ensino, pesquisa, Extensão. Agora não é mais, agora é um quinteto, é ensino, pesquisa, extensão, inovação e prestação de serviço. Nós precisamos enxergar esses dois pontos. Como é que nós estamos inovando e noque? E inovar não é só questões inéditas. Inovar pode ser uma releitura, uma reaplicação, uma melhoria processual e isso pode ser de ensino, de pesquisa, de extensão, de gestão. E eu tenho que perceber como é que eu consigo prestar serviços, ou seja, como É que eu coloco a instituição dentro do mercado, como é
que eu coloco a instituição dentro da dentro da empresa. Eu tô formando professores para dar aula. Eu tô formando agrônomos para ir trabalhar lá. Eu tô formando médico para ser médico. Eu tô formando eh psicólogo para ser psicólogo. Então eu preciso saber como é que tá isso. Quem que tem que enxergar esta relação dentro dos cursos é o núcleo docente estruturante, é o NDE. Quem que vai perceber esses Valores métricos? A CPA, comissão própria de avaliação institucional. Para onde isso vai? pró-reitoria de planejamento, planejamento institucional, desenvolvimento estratégico. É para lá que tudo isso caminha. Disso
ao Conselho Universitário. Do Conselho Universitário, isso retoma a instituição, volta aquele processo lá atrás da engenharia, aquele ciclo, problema, diagnóstico, Planejamento, até de novo chegar na avaliação e novamente novos problemas. um demonstrativo estatístico institucional. Veja, isso tudo são questões que o pesquisador institucional vai buscar, mas pesquisador institucional não trabalha sozinho, tá com todas essas pró-reitorias aqui, toda a reitoria, todo o staff, todo o alunado, todos os funcionários. Trabalha sim em relação do MEC, censo cadastros institucional docente, Indicadores quantitativos e qualitativos, conselho secticiduc. trabalha aqui em formações de planejamento institucional e lógico um quantitativo institucional. Tem
que ter um senso interno, assim como tem que ter um senso no estado, assim como tem que ter um senso dentro do Instituto Nacional de Estudos de Pesquisa Estatística, que é o Nacional, que é o do INEP, que é o do MEC, tá? Tudo isso é que me dá base para eu poder discutir Educação no país dentro da perspectiva do nosso objeto, que é ensinar. Então, de todas as pró-reitorias, nós vamos pegar as pró-reitorias, que é o objeto de uma instituição de ensino superior, que é o seu negócio, que é ensinar. Pesquisa e extensão são
reflexos e arcabolsos deste ensino. Ao mesmo tempo que são reflexos de são bases para essas coisas são sinérgicas, elas são combinadas. Tanto Pró-reitoria De ensino como Pró-Reitoria de Pós-Graduação. Em algumas é Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, outras são próreitorias separadas. Trabalho numa perspectiva dos atos oficiais. Tem que estar acompanhando isso sempre. Quais são os atos regulatórios autorizativos internos? Como universidade, pelo artigo 207, nós temos autonomia. Então aí nós podemos autorizar um funcionamento de curso, mas precisamos de atos regulatórios autorizativos Externos. Não é só a instituição dizer: "Eu vou fazer, eu tenho que ter um orçamento,
eu tenho que ter uma segurança financeira, eu tenho que ter uma dotação orçamentária de um ano pro outro". Que mais que essas duas pró-reitorias mexem de uma maneira direta com os currículos, áreas e cursos em oferta, quais são? Aonde estão? E aqui vamos pensar localidade, regionalidade e empregabilidade, áreas e cursos em Implantação, quais são e por estão ali. Áreas e cursos em alteração curricular, exemplo imediato hoje são as as licenciaturas que realmente está nos tirando os poucos cabelos que ainda temos, áreas e cursos sobrestados ou em extinção. E nós temos que informar o MEC todo
o ano e temos que informar o estado todo o ano. Quem está em extinção, quem está sobre estado. Esse processo todo, ele é ele alimenta uma estrutura da secretaria Acadêmica. E é dessa secretaria acadêmica a gente retira algumas questões eh numéricas e qualitativas de processo. Então, nessa secretaria e formas de ingresso, a ideia de regionalização e localidade, ou seja, como é que tá a tua relação candidato vaga do seu curso? Isso tá subindo ou isso tá descendo? Será que essa pouca procura tem a ver com o currículo ou tem a ver com uma política institucional
ou tem a ver com uma política de ensino? Por que que o aluno com um mês, dois meses desiste? O que que tá acontecendo nesse processo desses candidato vaga, quais são realmente os selecionados efetivamente matriculados? Dois selecionados foram quantos? Eu tenho lá quatro para um para 30 vagas. Foram selecionados 30. Será que esses 30 fizeram matrícula ou eu tive que fazer rematrícula ou nova oferta? Nova oferta, nova oferta, novo processo. O que que aconteceu aqui? Isso é um, isso é um parâmetro, isso é um indicador. Em relação aos regressos, como é que tá a sua
noção de regionalização e localidade? Onde que ele tá? O que que ele tá fazendo? Qual é a perspectiva da da empregabilidade? Aqui a CPA tem que atuar e os colegiados de curso têm que atuar muito na busca e na manutenção dos egressos junto às instituições, dando notícia, fazendo palestras, participando De semanas acadêmicas, incentivando os alunos, mostrando que as profissões valem a pena, mostrando que as formações são boas, que para ele foi muito boa, que para ele deu um bom resultado. Então isso é uma fala bacana pro nosso atual acadêmico entender e claro o acompanhamento da
vida acadêmica, aprovados, retidos, evadidos, desistentes, transferidos e formados, né? A diplomação, isso tudo a gente tem que perceber pelo Menos esses seis indicadores dentro da vida acadêmica, nós temos que perceber, mas não é um movimento horizontal. Entrou 30, saiu 30, não é isso? Entrou João, o que que aconteceu com o João? ao longo dos 4 anos. Quantas vezes ele ficou retido em quais disciplinas? Ele desistiu de alguma? Ele veio de fora? Ele foi para fora? Ele é uma vaga, ele não é uma vaga? O que que aconteceu com ele? Então isso é uma situação que
a Secretaria Acadêmica tem Que acompanhar no dia a dia, pontualmente, aluno por aluno, saber o que que tá acontecendo. E isso tem que ser informado ao NDE. O NDE tem que ter ciência do que está acontecendo com seus alunos nominalmente para ele poder saber o que levar o colegiado de curso, inclusive para ele poder saber o que informar a comissão própria da avaliação em relação à avaliação do curso, do desempenho dos seus alunos. Então essas questões exigem bastante da gente, sim, mas é extremamente necessário. E é por aí que a gente incentiva o aluno, busca
o aluno e é por aí que a gente incentiva a instituição e faz a instituição ser grande. Grande no sentido de formadora, grande no sentido de formar e formar bem, formar bons cidadãos, capazes sim de alterar a sociedade, lógico, sem dúvida, para o bem. para o bem de todos, né? numa formação Eh equitativa, numa formação dando as diferenças a aqueles que são diferentes para que ao final todos tenham uma formação de qualidade. A biblioteca em si é algo extremamente necessário de ser falado, por isso que eu trouxe ela aqui. Eh, primeiro ponto, todo o acervo
tá tombado e e catalogado. E tem mais um item que entra hoje em dia aqui que é informatizado. Tombado é se está patrimoniado, né? Você pertence à instituição e tá tombado, ou Seja, está eh registrado dentro do que é biblioteca. Catalogados são aquelas etiquetas que tem na lomba, na na entre capa e contra capa do livro, né? na lombada do livro e informatizado, porque todos os serviços e recursos hoje são todos por por meio e informático, né? Tudo isso é uma informação imediata. Quais são os ambientes que existem nessa biblioteca? Tem sala de estudo coletivo,
sala de estudo individual, temeroteca, tem Videoteca? Qual é a localização dessa biblioteca na instituição? Como é que é a acessibilidade para se chegar nela e nela? como é que é a circulação interna da instituição até ela e dentro da própria biblioteca. O acervo institucional físico, virtual e os repositórios. repositórios são todos os os artigos, livros produzidos por professores, todas as dissertações e teses produzidos nos programas estricto senso. E se tiver Programas lato senso ou até dentro da graduação os TCCs, trabalhos de conclusão de curso, também é possível pensar em repositórios para que se tenha essa
base de produção acadêmica, tanto de alunos quanto de professores, de funcionários também, tá? E quais são os equipamentos todos nesse processo? Vejo que na biblioteca tenho que ter pelo menos alguns equipamentos melhores, porque por vezes o aluno vai lá ver uma um um aplicativo De de fisiologia realística e ele precisa de uma máquina mais forte ou tá fazendo engenharia civil ou arquitetura, precisa lá mexer no AutoCAD, então ele tem que ter uma máquina melhor para poder fazer esse tipo de consulta ou para poder fazer esse tipo de aplicação. E é claro que a biblioteca, esses
equipamentos, não é, eles precisam estar eh em complementação aos laboratórios de informática ou a todos os equipamentos De informática disponibilizados dentro da instituição para professores e alunos, para que se tenha acesso em qualquer ponto, em qualquer momento, em qualquer lugar, tá? garantias dessas métricas, ou seja, vimos os documentos, vimos algumas métricas, não todas, claro, mas algumas dessas métricas. E como é que acontece essas garantias? Essas garantias vêm por instrumentos de avaliação interno ou externo. Esses instrumentos trabalham Com o uso de eh de indicadores quantificáveis para medir, monitorar, melhorar a qualidade. Como é que mede? Mede
por escala, por escala de atitudes. Essa visão é global e sistêmica, ou seja, eu preciso ter a noção do todo para poder enxergar aquela parte. Aquela parte é importante no todo, porê o todo não é sem aquela parte e aquela parte não existe sem a noção da importância deste todo. Essas noções de instrumentos de avaliação são organizados por tipo de ato regulatório. E esse é um exercício interessante pro colegiado e pro INDE fazer internamente, ou seja, pegar o seu instrumento externo de avaliação de curso e fazer uma autoavaliação com esse instrumento interno, dar uma boa
olhada nesse instrumento. Outra noção interessante é pegar o ENAD, o ENADE das licenciaturas, o ENamed, e os professores debaterem as questões e Resolverem essas questões. Será que eles vão acertar também? Como é que isso tá funcionando na cabeça do professor? Essas questões precisam ser enxergadas. Nessas questões de prova, é preciso o professor relacionar conteúdo com competência e habilidade para resolver aquele problema naquela situação do item de avaliação. Então são questões mais complexas. E qual é o objetivo desse instrumental todo interno e externo? Compreender dimensões por categoria de análise e estas, por sua vez, por indicadores.
E aqui pode ser o questionário de avaliação externa, o instrumento de avaliação externa. pode ser os questionários perceptivos que as instituições montam e aplicam para professores e para alunos. E aqui tem uma importância enorme dos questionários internos serem respondidos. São essas respostas perceptivas que balizam a comissão Própria de avaliação institucional a passar orientações aos colegiados, aos NDS, às pró-reitorias e ao planejamento estratégico. Sem essas informações internas, nós não temos noção do que é que estamos ofertando. Ou melhor, nós não temos noção se somos aquilo que dizemos que somos. Ou seja, a nossa missão institucional. Nós
não temos noção se estamos caminhando para aquilo que queremos vir A ser a nossa visão institucional. Esses processos são sindicos, são combinatórios, eles não existem um sem o outro. Como é que é montado um um indicador então de uma avaliação externa? Você vai receber um avaliador externo. Ele chega na sua casa, na sua instituição, com qual raciocínio? Primeiro, ele vai chegar na sua instituição, tendo lido todos os documentos necessários, estatuto, regimento, alvará, licenças, Normas internas, regulamentações, eh diretrizes federais, estaduais, institucionais. Ele leu tudo isso. Ele não vai chegar na sua casa sem essa leitura. É
do sistema de avaliação, tanto do INEP quanto do estado, que o avaliador faça uma análise prévia. Essa análise prévia, ela é documental. Então ali tá tudo. Quantitativo de alunos, professores, titulação, formação, formação continuada, tá tudo Ali. E então o que que é avaliação? avaliação, o avaliador vai à sua instituição observar como isso acontece na prática. Ele já tem a leitura, então ele vai ver como acontece na prática. E isso é organizado em dimensões. Projeto pedagógico que envolve PDI e PPI e as diretrizes nacionais, estaduais e institucionais. É a comunidade acadêmica, né, que são professores e
alunos. Alguns cursos são Só os professores, outros são professores, alunos e funcionários e é a infraestrutura. Então são essas três situações, tá? E o indicador é uma escala conceitual. Essa escala conceitual ela vai do conceito um ao cinco. Desde não possui e não contempla totalmente satisfatório, nunca ocorre. Como insatisfatório, regular, satisfatório, até totalmente satisfatório, ocorre sempre. Então, essa atitude que o avaliador vai enxergar. Por isso, uma escala conceitual atitudinal. Qual é a atitude que a instituição tem na curricularização da extensão? Ela ocorre poucas vezes durante o processo do curso ou ela ocorre na maioria das
vezes? Ela está insatisfatória ou tá totalmente satisfatória? Isso que o avaliador enxerga. E um ponto a mais para colocar para vocês aqui o que diz a lei, o que diz a diretriz curricular, o que diz lá diretriz Curricular de formação de engenheiros civis, o que está escrito lá o mínimo que a lei admite. O mínimo que a lei admite nos instrumentos de avaliação é conceito três. Esse é o mínimo. O que é que você faz além do três? Aí você pode ascender a quatro. O que é que você faz muito além do três? Aí você
pode acender a cinco. Ou você não chega no mínimo da lei, mas faz alguma coisa. Insatisfatório, mas faz ou não faz? não acontece, não realiza. Então é este é o raciocínio. Então quando o avaliador vai na instituição, ele vai ver qual é a atitude da instituição, não a atitude dele, é a atitude da instituição. Como é que de modo atitudinal a instituição está aplicando aquela política? É isso que o instrumento de avaliação busca enxergar, tanto interno quanto externo, tanto perceptivo quanto os dos avaliadores externos que vão até a instituição. Aqui tá o exemplo de um
de Um de uma pergunta que é feita, né, e que eu coloquei agora a pouco para vocês, inclusive. Vejam pelo conceito cinco aqui, ó. Decar as políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa, quando for o caso, constantes no PDI, ó, PDI, estão implantadas no âmbito do curso e claramente voltadas para paraa promoção de oportunidade de aprendizagem alinhada ao perfil do egresso. Aonde que tá o perfil do egresso? Diretriz Curricular Nacional, Adotando-se práticas comprovadamente exitosas ou inovadoras para sua revisão. Aonde que estão essas práticas? Tá no currículo, tá no plano de ensino, tá na sala de
aula? Então veja aonde que tá o sucesso da instituição. Tá na sala de aula. Aonde que tá o sucesso da inovação? Tá no profissional que tá na sala de aula que tá fazendo pesquisa. Onde que tá o sucesso da prestação de serviço? Tá na sala de aula, naquele que faz Pesquisa, naquele que faz extensão. Vejam como é que é construído isso. Vejam como isso é aplicado. Vejam como isso é cobrado. Adotando-se práticas comprovadamente exitosas. Quem que adota a prática? É na sala de aula. É lá que acontece. E olha, políticas de PDI implantadas no âmbito
do curso, voltadas para a promoção de oportunidade, ou seja, Diretriz Curricular Nacional, competências e Habilidades. Esse é o processo, tá? Então, veja, tá tudo muito laçado, tudo muito imbricado. Professor de ensino superior não é só conteúdo, não é só sala de aula. Ele precisa ter essa noção geral para ele poder entrar em sala de aula e saber que aquele geógrafo que ele tá formando está formando dentro de um perfil institucional, dentro de um perfil de uma diretriz curricular nacional e que isso é avaliado, isso é medido. E isso é Medido desta forma, sempre em termos
de relações. O que que a avaliação faz? Então vejam que a avaliação externa eu deixei aqui em vermelho e a avaliação interna eu deixei aqui as linhas em preto, tá? Desculpe. A avaliação. Deixa eu só tomar uma água aqui. Avaliação institucional externa. Ela é feita pelo INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Estatísticas, que É a DOMEC. vai trabalhar o índice geral de cursos, o ENAD, DD e CPC e pelo Conselho Estadual de Educação de Goiás, que vai trabalhar regulação e supervisão. Vejam que esse ano passado, 25, 26, Conselho Estadual de Educação de Goiás inaugurou
um processo de supervisão. Essa avaliação externa a CPA precisa acompanhar desde a sua convocação até o seu resultado. Trabalhar esse resultado com colegiados de curso. Os colegiados precisam enxergar quais são esses instrumentos e dimensões, quais são esses modelos de questionários. o NDE, debater essas ideias no currículo, como é que essa formação está acontecendo, devolver esse processo ao curso, ao colegiado, nessa compreensão conceitual e relacionar a partir do colegiado e do NDE quais são as condições de Planejamento em PDI, ou seja, envolver o planejamento estratégico. A avaliação externa, ela faz esse percurso. O que que é
a avaliação externa é? É o avaliador externo que vai visitar seu curso para renovar reconhecimento ou reconhecê-lo. Ou são essas avaliações de larga escala, como ENAD, IDD e CPC, o IGC, que é o índice geral de cursos, nós estaduais não temos. Quem tem são as privadas e as federais, Porque é da esfera da natureza institucional federal. Nós somos da natureza institucional estadual, mas nós temos sim uma consideração de NAD DD e CPC. E com isso é entendido como é que é o conceito de curso dentro do Conselho Estadual, tá? O que que a avaliação interna
é? ACA, comissão própria da avaliação interna, ela é consultiva e ela define políticas e homologa resultados. Ela é consultiva a partir de Qual instância dentro da instituição? Ela é um órgão suplementar ao reitor, à reitoria. Comissão própria de avaliação institucional, o lugar dela é junto da reitoria. Ela não tá numa pró-reitoria, ela não tá numa esfera administrativa, ela não tá em lugar nenhum. Ela está lá na pró-reitoria, na na pró-reitoria, na reitoria. Ela trabalha com reitoria, procuradoria, procuradoria jurídica e com pró-reitores. E ela faz isso trazendo todas as Evidências qualitativos e quantitativos que ela vai
buscar na comunidade acadêmica. para isso, trabalha com colegiados de curso INDE e tem uma estrutura executiva, alguém que executa o processo. Pode ser uma secretaria de CPA, pode ser uma diretoria específica, mas alguém que faça a execução, distribuição eletrônica de questionários, eh eh recolhimento dessas respostas, catalogação, eh Inferência, tabulação, tem que ter uma razão executiva para isso, senão realmente não dá conta, né? e trabalha também numa noção de gestão de pessoas. Eh, desde, por exemplo, se numa escala atitudinal o funcionário está eh eh entendendo que suas condições de de trabalho são satisfatórias ou não são
satisfatórias, existem ou não existem, desde a parte da ergonomia, que é a sua condição de trabalho mesmo, como que ele trabalha em pé, sentado? Qual é a Posição de teclado? Qual é a posição de monitor? tudo que ele mexe, se ele vai mexer com construção, eh, como é que é carregado o concreto até ele, eh, ele usa EPI, não usa EPI, é um técnico laboratório ou não é? Tudo isso a CPA enxerca, tá? Essa estrutura executiva, então, nessa noção perceptiva com colegiados e NDE analisam modelos de questionário e precisa trabalhar sua validação de conteúdo. Ou
seja, a pergunta tá com conteúdo pertinente e Aplicável. precisa compreender também se eh a razão jurídica está bem respondida. Não há nenhum impeditivo, por exemplo, de palavras mal empregadas, eh, de situações mal colocadas. Hoje em dia há uma uma respeitabilidade pela fala das pessoas que é extremamente necessária no mundo de hoje. Ou seja, nós não podemos mais usar palavras que usávamos antes, não podemos mais usar expressões que usávamos antes, porque Isso foi esclarecido à comunidade. Isso é uma evolução social e isso é uma razão jurídica. Quem trabalha aqui é a procuradoria jurídica. E a estrutural
é como é que é a página que ele vai receber, que cara tem, que cor tem, que aspecto tem, quantas perguntas tem. Quem faz isso é a tecnologia institucional, é a TI da instituição. E aí a própria disponibilização na página e os relatórios de tabulação. Então a CPA, concursos e NDE alimentam o PDI e o planejamento estratégico e a CPA repassa todos esses relatórios externos e internos ao Conselho Universitário. O Conselho Universitário é o órgão máximo homologatório destas ações e é o conselho máximo homologatório das atitudes de planejamento estratégico de desenvolvimento institucional. Então é mais
ou menos esse o arcabolso de uma avaliação externa e interna acontecendo ao mesmo tempo dentro da instituição. Estruturas essenciais CPA, NDE, Colegiado de curso, procuradoria jurídica, esses quatro pontos balizadores, tá? Pró-reitoria de planejamento entra aqui de forma direta. Pró-reitoria de planejamento tem que estar acompanhando esse processo do início ao fim. É ela a responsável por compreender diretrizes e políticas externas e a missão, a carta institucional, missão, visão, objeto, negócio, enfim, né? o PDI propriamente dito. Desta forma, baseada nos Princípios institucionais, PDI, PPI, políticas de qualidade, como é que tá acontecendo os aspectos de gerência institucional,
como é que tão essas Lem, o processo é global e sistêmico. Global e sistêmico. Então, tem que lá, tem que ir lá dentro do processo enxergar o processo, a operacionalidade e a funcionalidade. Como que essas políticas e responsabilidades institucionais estão acontecendo? Que metas são essas e Qual é esse planejamento para que isso aconteça? Se exige ou não e se está regulado internamente ou não. E lógico, o objetivo disso é resultado, né? O que que eu espero e o que que realmente eu vou obter? Essa responsabilidade sociopolítico ambiental, quem enxerga é o sistema de avaliação, é
consultivo, vai balizar situações formativas, atitudes institucionais, que são garantias de diretrizes e da missão Institucional. Então, o planejamento institucional ele caminha por aqui, ele alicerça neste sentido e ele é extremamente importante enquanto planejamento institucional para que tudo isso aconteça. E é essa estrutura que vai deixar com que todas as outras, ou melhor, que vai eh proporcionar com que todas as outras operacionalizem seus processos, operacionalizem seus programas. tá Sempre acompanhando, tá sempre olhando, tá sempre observando. E a base disso é sistema de avaliação externo e interno. As duas coisas. Não existe um sem o outro, tá?
Ele é multifatorial, não existe um sem outro. Aqui um exemplo só de um relatório de questionários perceptivos, desses questionários aqui, dessa percepção, né, dessa tabulação aqui, como tá colocado aqui, relatórios de tabulação. Aqui é só um exemplo, né? As perguntas, eh, o que Foi respondido, sim, maioria das vezes, às vezes sim, não, poucas vezes não, sem opinião, porque todo aluno tem direito, todo respondente tem direito a não responder ou não saber, né? E aí, o que que é o somatório do âmbito positivo? Sim, e na maioria das vezes. E o que que é o somatório
do âmbito negativo? Poucas vezes ou não acontece? E aí a gente faz todas as médias de item e dessa perspectiva a gente faz todas as análises tabuladas, graficadas Por segmento, por área, por áreas, por indicadores, por linhas, por dispersão. faz toda essa análise institucional e é essa análise institucional que me traz as evidências que dizem que aquilo que eu estou ofertando está sendo ofertado com qualidade. Aquilo que eu estou ofertando está dentro da missão e da visão da instituição. Aquilo que eu estou ofertando realmente está atingindo o Perfil profissional colocado nas diretrizes curriculares nacionais. aquilo
que eu tô fazendo na minha instituição está em acordo às diretrizes estaduais e as diretrizes institucionais também. Então, tudo isso é analisado, tudo isso é visto, tudo isso é matematizado, tudo isto é enxergado. E é lógico, isso não fica no número. Esse número me leva a uma qualidade. Essa qualidade tem uma baliza. Esta baliza, quem me traz, quem Me proporciona é a estrutura de um indicador. Este indicador me dá uma relação de atitudes que a instituição realiza. A instituição realiza isso dentro de PDI, PPI e PPC. E isso tem por base estatuto, regimento e todas
as outras normas internas, tá? Há uma evolução no processo de avaliação e ao mesmo tempo uma involução. Esse é um é um mapa mental que eu que eu montei junto com outros Dois professores, eh um professor da USP, um professor da Unicamp da UEM de Maringá, eh, trabalhando quais são essas noções chamadas multidimensionais, né? Ensino e aprendizagem é uma dimensão, produção do conhecimento é outra. Inovação e transferência de conhecimento é outra, impacto e relevância social é outra. E internacionalização e inserção. Vejam, até então, até então nós tínhamos três dimensões: projeto pedagógico, Corpo docente ou corpo
social, que envolve alunos e funcionários e infraestrutura. Só três, tá? Agora eu vou enxergar ensino e aprendizagem de que forma? Taxa de graduação. Taxa é número. Quantos entram, quantos saem, mas não horizontal e sim diagonal. Nesta diagonal, quantos são retidos? Quantos entram por transferência? Quantos saem por transferência? Quantos exigiram envilamento? Como é que isso Acontece? E isso em termos de graduação atual, bacharelado, licenciatura e tecnólogo, mestrado e doutorado. Isso entra tudo, todos os níveis. a produção de conhecimento. Ó, primeiro item, taxa de citação. Existem alguns aplicativos hoje que trazem no nosso nome, se tivermos látis
e látis atualizado, eh, e tivermos, eh, eh, eh, artigos, capítulos de livro, outros trabalhos editados em meios que são indexados, eh Existem aplicativos que mostram para nós quantas citações nós tivemos. quantos trabalhos outros no citaram. Eh, e isso é uma taxa e essa taxa indica uma certa qualidade acadêmica. Publicações de pesquisa número absoluto, publicações de pesquisa, distribuição normal. O que que é a distribuição normal? É a quantidade de publicadores, pesquisadores pela média que eles realizam. Então, faz aquele gráfico de Gaus, a curva de Gaus, A distribuição normal, tá? Receita externa para pesquisa, tem ou não
tem fomento. Produção relacionada à arte. Veja, isso aqui é algo que é novo e que tá entrando e que faz uma parte essencial dentro da perspectiva da formação acadêmica. Publicações mais citadas. Quais de nós somos autores de referência? Vocês devem estar acompanhando. Tem saídos tem saído notícias principalmente pela CAPS. Quais são os professores de cada instituição Brasileira que são mais citados e em quais áreas? Publicações interdisciplinares. Isso aqui é essencial. O mundo não é disciplinar, o mundo é interdisciplinar. Posições de pós-doutorado. Aonde que essas pessoas estão, que conceito esses programas têm? Parcerias estratégicas de pesquisa,
publicações profissionais que aqui entram mestrados e doutorados profissionais. Olha, inovação e transferência de conhecimento É uma dimensão nova. Não, não tinha antes. Agora ela vai passar a existir copublicações com parcerias industriais, renda de fonte privada, eh patentes, patentes concebidas, eh copatentes da indústria, criação de nova unidade de negócio, publicações citadas, taxa de desenvolvimento, empresas de graduação, ó, taxa de desenvolvimento. E não é porque nós somos empresa pública que nós não somos uma empresa. Nós somos uma Empresa e o nosso aluno é um empreendedor, sim. Só o fato de estar estudando, ele está empreendendo em si
mesmo. Ele tá conseguindo evoluir. É isso. É o empreendimento, né? Ó, impacto e e relevância social. Graduados trabalham na região ou não? Eh, estágios de estudantes na região, renda de fontes regionais, parcerias de pesquisas estratégicas na região. Como é que isso tá acontecendo? E olha aqui, ó. Internacionalização e inserção, línguas Estrangeiras, mobilidade estudantil, equipe acadêmica internacional, publicações conjuntas, doutorado internacional. Então vejam, a avaliação institucional começou no Brasil por provocação da CAPS, por provocação do ensino no estricto senso, mestrado e doutorado. Ela vem paraa graduação. Novamente a CAPS busca novas ideias, sai de uma perspectiva tridimensional
para cinco dimensões. E isso é multidimensional e é multifatorial. E nós estamos inseridos nisso de uma maneira integral, holística, global e sistêmica. Ser professor é ter uma noção dessas noções todas aqui. E aqui estamos nós, ó, na aula, tá? Lá estamos nós dando aula. Como é que a nossa aula acontece? Ela acontece porque existe uma diretriz curricular federal. Ela acontece porque existe uma diretriz estadual, uma diretriz institucional. Que fundamentam, norteiam o projeto político-pedagógico, que está dentro de um projeto de desenvolvimento institucional, dentro de um projeto de política pedagógica institucional, PPI. E isso é que vai
me constituir um currículo. O currículo ele vai materializar esse processo no perfil profissional desejado a partir das disciplinas. O currículo tem seus objetivos e as disciplinas também. Das disciplinas as suas ementas, Ou seja, o que que ela vai contribuir em termos de características e formação das ementas conteúdos programáticos. Quais competências e habilidades os conteúdos programáticos vão levar para esse aluno para ele ter esse perfil desejado? E então a disciplina atingiu o seu objetivo e o currículo atingiu o seu objetivo e o projeto pedagógico atingiu o seu objetivo. Conteúdo precisa ter uma referência e essa referência,
esse conteúdo precisa Ser avaliado. Então a nossa aula é aqui. Essa é a nossa aula. Disciplina, ementa, avaliação, referência bibliográfica, conteúdo. Para quê? Competências, habilidades, características de formação, perfil profissional. que é conteúdo teórico prático, é entender o que faz, como faz, quando faz, porque faz. É isso. Isso é uma competência, isso é uma habilidade. nós e eh entrando um pouco mais a fundo nisso e entrando no CPC, no conceito Preliminar de curso, que é uma noção multifatorial, nós professores temos uma responsabilidade de 55% do sucesso do ENADE e do CPC. E aí vejo, eh, alguns
professores dizem assim: "Mas não sou eu que respondo à prova". Claro que não é você, mas é você quem fundamenta Quem responde à prova. É você quem forma quem responde a prova. O que que a prova é? O que que a questão, o item de avaliação é? Ele é um conteúdo em uma situação, em um problema. O problema exige competências e habilidades. Competências e habilidades deste perfil que eu quero formar. Esse conteúdo, onde que ele tá? ele tá dentro dos meus conteúdos programáticos, que tem objetivos claros, que tem referência e que é avaliado E que
eu dou aula disso. Então, se minhas aulas corresponderem a essa perspectiva destas diretrizes, tanto federais quanto estaduais, quanto institucionais, e eu estiver neste caminho que o ndestigar se realmente estamos formando dentro desse contexto e a CPA precisa avaliar se o processo é esse, então nós temos sim como trazer para esse aluno uma noção destes 20% da sua Responsabilidade de conteúdos, competências e habilidades para responder uma prova. O IDD, que é o índice de desenvolvimento do estudante, ou seja, qual era o seu conhecimento geral, estrutural quando saiu do ensino médio, qual é o seu conhecimento de
formação quando tá saindo do ensino superior? Isso nós contribuímos de forma direta. que mais que nós professores contribuímos com a nossa qualificação, mestrado e doutorado. Olha, o doutorado Tem 15% de peso. Regime de trabalho 7,5. Quanto mais professores de educação exclusiva tiver, claro, eu tenho uma melhor qualificação nesse sentido. Quanto mais doutores tiver, claro, eu tenho uma melhor qualificação nesse sentido, tá? Questionário do estudante é 15%. O que que é perguntado pro estudante? É perguntado pro estudante: projeto pedagógico, condições de infraestrutura, condições de aprendizagem. Isso que é perguntado pro Estudante. Além disso, é perguntado questões
pessoais, questões mais sociais, eh eh se na família toda são alfabetizados, se todos leem, se todos estudados, né? Questões nesse sentido. Então veja a nossa responsabilidade, ó. 55, 60, 70%, 77,5%. dentro do que se chama conceito preliminar de curso. Então, nós professores estamos diretamente Envolvidos nisso. Nós temos uma responsabilidade enorme neste processo e é tudo fácil de ser feito, desde que nós tenhamos noção e conhecimento dos documentos que são documentos institucionais. aula propriamente dita e eu levo inclusive esse mapa mental para os meus alunos, é, de um de um dos meus livros de formação pedagógica.
É claro, a gente precisa saber qual é o nível cognitivo, o perfil dos alunos, relações Interpessoais, normas e condutas e lógico, organização da aula, todo esse contexto, né? Todo, todo, todo esse contexto. Não precisa ter ideia do que que significa cada ponto desse cada forma dessa, tá? Eh, a infraestrutura, isso é uma questão da instituição e a gestão, né, a governança, como tudo isso funciona. O que que a avaliação institucional enxerga aqui? Tudo. Enxerga todas as perspectivas. Se há um Problema de nível cognitivo, existiu o nivel? Se há um problema de perfil sócioeducacional dos alunos,
existiu um acolhimento. Como é que são as normas pessoais com relação relações pessoais com normas e condutas? Como é que a aula tá sendo dada? Como é que ela tá sendo organizada? Avaliação não fiscaliza. Avaliação não fiscaliza. Avaliação mede. Avaliação percebe. Avaliação é perceptiva. Avaliação é atitudinal e ela é consultiva colaborativa. Também vai Enxergar como tá a infraestrutura e como tá a gestão, tá? Há um processo aqui muito interessante baseado em cinco perguntas, né? Eh, eh, e eu na minha tese de doutorado coloquei esta cesta aqui da educação científica que todos nós professores precisamos fazer
ao entrar em sala de aula. E isso envolve desde os documentos institucionais até o nosso conteúdo, né? Eh, eh, o que que a pesquisa, a aula, a a a noção de ensinar exige como pergunta Central. Quais são os conceitos que estão aqui? Aqui entra visão, missão, princípio, filosofia institucional. Quais os métodos dentro da instituição? Que métodos eu uso? Quais as respostas? Como é que eu levo conhecimento ao meu aluno? E esse conhecimento tem valor na vida dele? De que modo? Quais são as competências e habilidades que realmente tem valor paraa vida dele, que ele aplica
na sua vida e na sua formação continuada na educação científica? Então isso aqui também é interessante a gente ter em mente e é e é um documento bacana de ler, de estudar. Eh, de novo a Kigon, ela da lá de 1981, 84. O livro a gente baixa muito rápido na internet, aprender a aprender, tá? É bem interessante. E por fim, esse é o último slide. Eh, toda vez que nós formos trabalhar numa sala de aula, é interessante a gente pensar nessas três dimensões: conceitual, técnica e política. A Dimensão conceitual, a nossa fundamentação, quais são nossos
pressupostos, princípios aqui, tá? Missão, visão, princípio, filosofia, PDI, PPI, PPC, concepção de ensino, concepção de aluno, perfil de aluno, diretriz curricular nacional, diretriz curricular estadual, objetivos. O que que eu quero? De modo imediato, qual é o perfil do aluno? E de modo a cada disciplina, a cada conteúdo, qual é o objetivo? Para que Que eu tô ensinando isso? Qual é o valor que isso vai ter pro meu aluno? Ó, qual é o valor que isso vai ter pro meu aluno e como isso contribui na sua formação continuada? E o que exatamente eu tô fazendo? O
que exatamente eu tô ensinando, o que exatamente eu tô trabalhando. Pressupostos e objeto e objetivos caminham juntos. Isso é minha fundamentação, a minha dimensão técnica. Qual é o meu método? Quais meus Recursos? Em qual tempo? A minha dimensão política, ou seja, aquela conversa, aquela entre as pessoas. Aonde isso vai acontecer? Com quem isso vai acontecer? E para quem? Para quem que eu tô fazendo isso? Para quem que eu tô aplicando isso. Isso me dá os meus posicionamentos dentro dessa dimensão conceitual. E, lógico, isso me leva aos meus propósitos, aos meus objetivos. que volto a dizer
para vocês, é Complexo, é, é trabalhoso, sim. Se fosse fácil todo mundo fazia. É interessante, extremamente interessante. É prazeroso, é extremamente prazeroso. Eu acredito, acredito piamente mesmo que nenhum professor não se emocione quando vê nos olhos do aluno que ele tá aprendendo. E o aluno aprende não só pelo discurso, ele aprende muito mais pelo exemplo. E o exemplo tá colocado dentro de PDI, PPI, PPC, diretrizes, toda essa documentação institucional. O que que o NDE faz? Ele nos garante que estejamos formando indivíduos para o contemporâneo. O que que a CPA faz? Ela busca evidências qualitativas e
quantitativas da nossa qualidade. É isso que acontece dentro da instituição. A procuradoria jurídica precisa estar atenta se nada disso tá escapando de algum fator jurídico interno ou externo. E o planejamento Estrutura todas essas ideias na continuidade do PDI, do plano de desenvolvimento institucional. Lembre, ele não é de 5 anos. 5 anos é um recorte temporal de metas, mas o que tá escrito ali no documento PDI é para 30, 40, 50 anos. É um conjunto de pessoas logicamente estruturadas, fundamentadas, que enxergam a instituição para 30, 40 anos paraa frente. Esse é o PDI, tá? E dentro
dele o PPI, resultado dele é o PPC. E do PPC a sala de aula. Muito obrigado a vocês. Eu acho que eu falei demais, me desculpem. Mas cada ponto desse aqui dá uma fala ainda maior, né, que eu quero ter a oportunidade de continuar com vocês em mais alguns encontros. Muito obrigado, professor Roberto. Muito obrigado, Luiz. Muito obrigado, Poliana. Fico à disposição para as respostas. Professor Carlos, estamos todos, todas nós da Universidade Estadual de Goiás Encantados eh com essa palestra, essa provocação, essa inquietação, eh, que é técnica, que é teoria, que me é estudo, que
é pesquisa, mas também que é vivência. E muitos são os comentários, são os elogios. eh, que a Poliana, a quem nós agradecemos muitíssimo pela contribuição nesse processo de transmissão, né, tem destacado, mas estamos todos, de fato, professor, eh, muito provocados, muito encantados com As falas, eh, e, e são muitos os comentários que evidenciam a alta qualidade, a alta complexidade deste tema e destas provocações, mas também a didática, a maneira eh, simples, a maneira compreensível com que foi nos provocando nessa temática, que de fato é uma temática complexa, mas parafraseando o senhor, né, e citando o
senhor, se fosse fácil todo mundo fazia, mas aqui estamos provocados pelo senhor eh um coletivo eh da Universidade Estadual entre professores, servidores técnicos administrativos, eh comprometidos a fazer, eh, e com certeza teremos outros espaços, outros momentos, tanto virtuais quanto presenciais, para que o Senhor também vá nos ajudando e nos fazendo avançar para que esse brilho no olhar eh do estudante quando vai aprendendo siga sempre nos encantando e nosando em sala de aula. de fato, né? É preciso articular PDI, PPI, PPC, plano de ensino, plano de aula, eh Projeto e tudo isso na sala de aula,
eh mas também não só na sala de aula, mas também em tantos espaços aí da nossa das nossas universidades, das nossas campos e unidades, né? eh, seja a biblioteca, seja um laboratório de informática, um laboratório mais técnico, todos também são espaços e todos nós, né, docentes, técnicos, somos parte desse processo complexo, mas necessário para avançarmos e garantirmos isso, né, que de fato a Gente siga levando formação paraa sala de aula. Eh, acabei que junto ali em conversa com os os integrantes da PRG, a gente fez a opção de não interromper o senhor pra gente continuar,
porque tava muito agradável escutá-lo. E aí também dado o nosso tempo, eh, já peço desculpas ao a todo mundo que foi mandando perguntas no decorrer da palestra, mas nós vamos nós fizemos uma escolha, acho que acertada de ouvirmos o professor Carlos. Eh, e aí Queria fazer uma pergunta, professor Carlos, aí eh, a partir dessa pergunta te convido também a fazer uma fala eh de fechamento desse primeiro momento. E reafirmo isso, né, assim, eh, a Próreitoria de Graduação, todo o conjunto da reitoria, os demais pró-reitores, as diretorias, estamos aí comprometidos com que a gente possa ir
avançando como Universidade Estadual de Goiás e aí teremos o senhor em outros momentos conosco. Eh, e aí, nesse Sentido, gostaria que o senhor pudesse também como eh como fala final, mas e e eu sei que é uma tarefa difícil fazer uma síntese provocadora diante de 2 horas de provocações para todos nós, mas eh se o senhor pudesse traduzir assim em uma orientação prática, em algo muito concreto, eh tanto para os docentes quanto para os demais servidores, técnicos administrativos, Como é que a gente poderia o que fazer de modo muito prático, muito concreto diante desse processo
todo, pensando aí a atuação docente, mas também atuação dos técnicos administrativos, porque somos uma universidade, somos todos servidores e servidoras com a mesma missão, levar a formação paraa sala de aula em diferentes serviços, né? Enfim, uma fala final a partir dessa pergunta, né? Eh, e mais uma vez agradeço e aí na sequência faço os Agradecimentos e dou as orientações pro nosso coletivo da universidade, considerando a nossa programação de amanhã, que também vão ter momentos muito especiais. Mas é isso, professor. Te devolvo para fazer uma fala final. >> Obrigado, Luís. Muito obrigado. E já fico à
disposição se você quiser me mandar a relação de perguntas. À medida que eu que eu consiga, eu vou respondendo. Já peço desculpas de forma antecipada. Semana que vem eu tô no Conselho Estadual de Educação do Paraná a semana toda, mas eu acredito que eu consiga responder se não todas, pelo menos a maioria. E de uma forma muito muito rápida, Luiz, e todos que estão acompanhando, é uma questão de consciência. Car Poper já já diz a diferença entre conhecimento e informação. A informação a qual nós adquirimos consciência de que nos tem importância é Conhecimento. E esse
conhecimento nos muda, esse conhecimento nos faz ser diferente. Então, em vez de estes documentos, essas estruturas, essas políticas serem meras informações, que elas se tornem conhecimento. Esse conhecimento mudará as pessoas e as pessoas é que mudam o mundo. Então, a educação muda a pessoa, a pessoa muda o mundo. Se tivermos esse conhecimento, a consciência desse conhecimento, nós Agiremos de forma diferente, sem dúvida nenhuma. Essa seria a mensagem final e mais uma vez muito obrigado a todos. Gratidão imensa e obrigado por todas as provocações, professor. Com toda certeza encaminho pro senhor amanhã para hoje o senhor
poder descansar as perguntas que foram aparecendo aqui no chat, mas queria reafirmar a gratidão da Universidade Estadual de Goiás por ouvi-lo, por nos provocar, por nos Desafiar a avançar, avançar para horizontes maiores, eh por nos provocar eh a nos mudarmos para nós mudarmos o mundo. Eh, como dizia o eterno e brilhante Paulo Freire, né? Eh, obrigado por essas provocações. Eh, obrigado a todo mundo que tá acompanhando. Eh, alguns avisos aí paroquiais e finais, né? Eh, amanhã nós teremos mais dois momentos que continuam essa semana de integração e planejamento, eh, de modo unificado no todo da
nossa instituição. Eh, mas é muito importante que todas essas provocações de hoje e de amanhã, elas sejam debate ao longo da nossa semana nas congregações das unidades e campos, nos colegiados de curso. Eh, continuemos avançando essa reflexão. é, os cursos especialmente das licenciaturas, mas outros cursos que t aí a tarefa de revisão dos seus PPCs, né, também revisitem essa fala e comecem e continuem os diálogos, né? Eh, temos aí grandes tarefas. Eh, mas amanhã, e aí Convido pro dia de amanhã, às 14 horas, nós teremos um momento de conversa com a comissão setorial de evolução
funcional da universidade e contaremos aí com a presença eh da professora Sueli, que é nossa diretora do Instituto Acadêmico de Ciências Agrárias e Sustentabilidade e com o Cláudio Omar, que é o nosso gerente de gestão e desenvolvimento de pessoas, eh, para pensar e dialogar com uma destas dimensões que o professor Carlos Nos trazia e na continuidade à noite às 19 horas, esperando todo mundo, a equipe da PRG tá muito engajada eh e dedicada e motivada para esse momento, que é fazer uma conversa com todo mundo, eh, e com toda a nossa universidade sobre processos acadêmicos
em foco, pensando e aprofundando os elementos e alguns elementos que o professor Carlos nos trazia, mas olhando para planejamento, acompanhamento, avaliação institucional, plano de ensino, estágio, TCC, avaliação Institucional. Queremos seguir nessa reflexão até que tenhamos e em outros momentos vamos ter o professor Carlos. Eh, e agora de fato, né, de modo eh oficial novamente, né, agradecer a Poliana, eh, da UEGTV, eh, do Crialab e todo o Crialab pelo apoio aqui na nossa semana de integração e planejamento. Mas hoje específico nessa live é Poliana. Muito, muito obrigado, Poliana. Muito obrigado, professor Carlos, por nos provocar tanto,
por nos fazer avançar Tanto. E obrigado a todo mundo, técnicos administrativos, docentes, todos nós servidores da universidade que estão aqui acompanhando até agora 9:30 essa live. Como disse o Manuel de Barros, o olho vê, a lembrança revê e a imaginação transvê. É preciso transver o mundo. Sem dúvida nenhuma, a fala do professor Carlos nos ajudou a ver, a rever, a transver PDI, PPI, PPC, plano de aula, plano de ensino. E a gente segue nesse compromisso, eh, como universidade Estadual, levando sempre formação para todos os espaços da nossa universidade. Muito obrigado a todos. Nos vemos amanhã
às 14 horas e depois às 19 horas. Até mais. >> [música]