Começa agora mais um episódio do nosso Santo Flow Podcast. Que Deus abençoe a você e toda a sua família. Que bom você está do outro lado. Hoje nós estamos aqui num episódio extremamente especial, porque é um tema que eu já queria gravar muito tempo aqui no Santo Flow. E nosso Senhor providenciou com certeza três especialistas sobre o que nós vamos falar aqui. Uma grande pergunta hoje na vida das famílias católicas do Brasil é: Como abrir um colégio católico? Como abrir uma escola católica? Nós temos tantas realidades que nós já enxergamos no Brasil e hoje nós
estamos aqui com o Eduardo, o Daniel e o André da editora Unitrinos. Olha, você já imaginou mais, eu não sei, eles vão dizer a conta, mas eu acho que mais de 80 escolas no Brasil utilizam todo o material pedagógico da editora Unitrinos. Então, gente, não tem assim, além disso, cada um tem escola católica, Trabalha com escola católica, com certeza, o time mais especializado que realmente nós poderíamos trazer para falar como abrir um colégio católico. E é sobre isso que nós estamos aqui. Nós já tivemos um podcast antes, né, daqui fora do ar, com tantos assuntos
especiais, né? O santo falou é sempre assim, é um podcast antes, durante e depois, não tem jeito, né? Eduardo, seja bem-vindo. Fala nome da comunidade, colégio onde fica, número de alunos, Fica à vontade. Seja bem-vindo, meu irmão. >> Obrigado, Guto. Uma alegria estar aqui no Santo Flow com meus irmãos aqui da da Unitrinos. Eu sou da comunidade de Missão Maria de Nazaré. É uma comunidade que tem 20 anos de fundação e já há quase 6 anos nós começamos um apostolado com colégio, né? Hoje a comunidade tá presente em três estados, que é Minas, Maranhão e
Goiás. Temos Colégio nos três estados. Então são três colégios hoje mantidos pela comunidade. O maior é Divinópolis e Minas temos temos hoje 570 alunos. Aí depois nós temos o de São Luís, que pouco mais de 200, e o de Rialma Goiás, que tem pouco mais de 150. Somando os três, nós estamos aí com 900 e poucos alunos, né, a 5 anos de apostolado, né? O ano que vem é o sexto ano desse apostolado que Deus inspirou paraa nossa comunidade. E nós entramos aí nesse Nesse universo da educação católica que hoje é muito gratificante poder contribuir,
né, na formação para pras crianças de de pais católicos. E então esse é o nosso trabalho hoje, né, a nossa comunidade. É, >> Daniel, seja bem-vindo, fique à vontade para se apresentar. Que alegria, né, receber também você aqui no Santo Flor. >> É uma alegria muito grande estar aqui com vocês, Guto, nossos irmãos aqui da Mesma missão lá de Minas Gerais. Eh, eu sou Daniel, sou da comunidade Resgate. Nossa comunidade existe há 24 anos. Ano que vem estamos aí pro nosso nossa boda de prata, 25 anos. A minha mãe é fundadora, minha irmã é cofundadora,
uma comunidade que nasceu de uma família. E então nós temos há 8 anos a missão educacional. Nós temos lá o colégio católico comunidade de Resgate, que trabalha Desde o infantil até o ensino médio e hoje nós temos 220 alunos. Eh, então é uma uma alegria muito grande. A gente colhe frutos eh de trabalhar com crianças, adolescentes, famílias, professores. É uma grande alegria e riqueza da igreja. >> Muito bom, André. Seja bem-vindo, meu irmão. Que alegria ter você aqui também hoje pra gente conversar. >> Alegria é toda nossa, né? Prazer estar aqui com todos também. Que
Deus possa Abençoar esse nosso bate-papo, né? Então, meu nome é Andreia, sou da comunidade Recanto do Espírito Santo. A minha esposa Cristina é a fundadora da comunidade, eu sou o cofundador. Nós já temos um trabalho de evangelização aí em torno de 24 anos. E com relação ao colégio, nós vamos pro sexto ano, o ano que vem, né? Estamos aí com 5 anos. O colégio, a comunidade fica situada em Itaúna, Minas Gerais. >> Cidade que nasceu Padre de Crish. Isso a Cidade padre Cristian, inclusive o padre Crist aula lá. Padre Cristian, é nosso amigo ele pulando
com as crianças. >> Cidade que nasceu também a Carolina, >> a minha esposa. [risadas] >> Coisa maravilhosa, cara. >> Carolina é um doce, né? Tem, você já conhece um doce chamado Carolina? >> Nasceu a Carolina. Nossa, criaram a Carolina lá, cara. [risadas] Eu gordo já penso logo em doce, né? Desculpa, né? Mas vai lá. E ele é Professor lá. Eu não sei se quando ele chega ele bagunça um pouco, mas faz parte da vida. >> Não, ele chega lá as crianças ficam malucas porque ele sempre leva alguma coisa, leva pro leva, ele leva >> um
Babalu, é o padre do Babalu, né? Então eles, >> a Maravilha, cara, porque assim, a gente proíbe chiclete lá, né? Mas quando ele vai, >> proíbe, [risadas] >> quando ele vai, a gente abre uma exceção, né? Padre pode, o padre pode. >> Ai Jesus. >> Mas ele é muito nosso amigo, né? desde o início da comunidade também ele está conosco na na nossa comunidade lá também ele celebra mensalmente a missa. Então, com relação ao colégio, a gente tá lá hoje atendendo o segmento da educação infantil, o ensino médio. Nós estamos com 535 alunos, com a
graça de Deus e e estamos assim colhendo muitos frutos e Como Eduardo falando aqui nos bastidores, né? A gente acredito que a gente vai ver esses frutos daqui uns anos assim mais concretos, né? Mas é uma bção, né? E um meio de santificação também, né? >> É isso mesmo. Eu esqueci só de falar o nome do meu colégio, né? Que é comunidade de missão mais é o colégio de colégio magnífica. >> Magnífica. >> Porque tanto da Recanto quanto da Resgate, o nome é o da comunidade. >> O meu é outro nome, é Colégio Magnífica. O
nosso, >> eu esqueci de falar o nome da nossa cidade. É Juiz de Fora. >> Juiz de Fora. Cidade do Eduardo Faria. também. >> Cidade do Eduardo Faria, do Dom Gil. >> Dom Gil, que maravilha. >> Nasce de vocês a ideia de ter um editor no Letrinas? Como que isso começa? Me diz aí. >> Então, a história eh nós nossos colégios, né, a Recanto e da Missão Maria de Nazaré, o Colégio Magnífica, nós somos do mesmo período, né, André? Nós estamos aí preparando 2020, final de 2019, nós vamos agora ano que vem credenciar os nossos
colégios e Taúa fica menos de 40 km de Vinópolis. Então a gente sempre teve muito junto aí na preparação dos colégios, caminhando junto. E aí teve um dia que nós programamos uma uma formação no lá na Nossa comunidade em Divinópolis para pessoas que queriam estar conosco no apostolado. E aí no intervalo a gente começou a conversar, né, como é que a gente vai fazer, >> porque só um parênteses interessante, Guto, a gente tem uma ideia da educação clássica de não usar material didático. >> Sim. E aí a gente ouvia muito isso. Eu ouvi muito isso,
que todos os anos que eu preparava eu pensava nisso. Só que quando eu olhava pros meus professores, Professores católicos, professores com vontade de serem formados, mas que teriam dificuldade de pesquisar, de montar uma aula, no sentido assim, não uma aula, mas uma aula de todos os dias, né, e e o ano inteiro que talvez não teria começo, meio e fim. E tudo isso me deixava angustiado. E o André vivendo na mesma angústia. E aí num bate-papo lá no intervalo do dessa formação, a gente pensou, por que que a gente não pensa no Material didático nosso,
né, André? >> Uhum. >> E aí eu acho que você pode contar um pouquinho também do que que aí aí nós vamos fechar esse material de dato. Aí o André falou: "Não, então eu vou vou fazer algumas coisas aí". >> É porque na verdade nesse nessa inspiração que Deus colocou paraa nossa comunidade em abrir o colégio, nós fomos visitar o colégio Resgate, que já estava em funcionamento, né? a gente conhecia, Porque tem 8 anos, né, que são três anos a mais que a gente. >> A gente conhecia a Cristina, que é a fundadora. Então, fomos,
fizemos contato com ela e fomos de fora, conhecer o colégio. >> E chegando lá, a gente conversou um pouquinho, né, Daniel. Daniel eh, era o diretor lá da do colégio, nós conversamos e e sobre todos os aspectos de uma escola, mas inclusive o material didático, que foi uma questão assim que A gente viu que era um um uma dor da escola, né? Eh, e o Daniel colocou algumas situações sobre material, tava fazendo experiência com material que não não deu muito certo. Fizemos a visita lá, beleza, terminou o assunto. Aí fomos lá fazer essa formação lá
com com o Eduardo, né, com os o no congresso que ele promoveu lá. e e conversando sobre, eu resolvi ligar pro Daniel para fazer o convite para ele. Daniel, a gente conversou aqui, tinha um professor lá Que estava palestrando, nós perguntamos assim: "Ó, como é que é muito difícil fazer um material didático, como é que funciona?" Eh, época de pandemia depois, né? Mas a gente vai saber porque foi fevereiro isso, fevereiro de 2020 que foi esse evento. A gente conversou, >> estourou ali em março. >> É, foi um mês depois, assim, veio a pandemia. Mas
o professor também, ele ele meio que colocou uma pilha na gente também. Disse: "Não, vamos fazer ajudo Vocês precisarem de mim, eu tô junto e tudo". >> E e assim, aí liguei pro Daniel, ele vai contar a parte dele da história, né? A hora que eu liguei pro Daniel >> para fazer o convite para ele, Daniel, vamos juntar aqui nós três, né? as três comunidades para desenvolver o material didático, >> até porque eh eh não existia, Gudo, nenhum material didático católico. Quando a gente fala material didático Católico, é assim, que que tivesse uma identidade fiel
ao magistério da vida >> e que tivesse também conteúdo. >> É, não, ele tem que ter conteúdo, né? Existiam materiais voltados mais para educação domiciliar, pro homchool, mas o material para colégio não, porque tem uma uma diferença. Depois a gente pode terminando a história, a gente pode falar um pouquinho da diferença que há um material que é usado em casa e um material que é usado na sala de aula, Né? Porque é um material para uma criança, material para 20. Então existe uma diferença, então não tinha, né? Inclusive o Daniel pode até contar da experiência
dele que tentou usar material de homeschool no colégio, né, Daniel? E que não funcionou muito bem, né? >> Sim. Então, finalizando a história de como que a coisa aconteceu, o André foi visitar a gente lá no na Comunidade, eu comentei com ele e falei assim: "Olha, a gente tentou usar materiais aqui, pesquisamos vários". Então, tem material que eh não é bom, tem material hoje que tem ideologia, às vezes ideologia de gênero, às vezes eh marxismo, >> eh relativismo moral, relativ muitas vezes relativism. >> Na verdade, na verdade os materiais didáticos aí é 99% é isso
aí que o Daniel tá falando. >> E assim, quando eh aquele material que fala assim, pô, não, esse material que tá bom, você ele ensina ciências, ele tá aqui, beleza? Na hora que você vai ver, ele tem um relativismo moral ali, por exemplo, quando fala da sexualidade humana, por exemplo, ali não toca, não menciona nada do do que que o magistério da igreja, >> história do Brasil é a mesma coisa de sempre. Danar justamente, >> então assim, é complicado. Então, e às Vezes a gente acha um material bom, a gente chegou a achar algum material
bom, mas você tinha que comprar todos. por exemplo, achava aquele de matemática, bom, mas aí você tinha que comprar o de ciências, o de português era um plo, um pacote. >> Aí não tinha como. E eu falei: "André, eu tô vendo, tem uma escola aqui que é a Querigma, eles eles estão fazendo um, cada professor faz seu material. A gente vai ter que tá fazendo isso, talvez Vocês vão ter que fazer a mesma coisa". Ou ou então a gente fazer o material didático, né? Foi esse comentário que eu fiz com ele. >> Uhum. E aí,
eh, quando ele foi me ligar, mais ou menos um mês antes, um dono de uma editora, que era pai de aluno nosso, tava saindo do do colégio porque a editora dele tava indo mal e tudo, não tinha condições mais de pagar o colégio muito católico. >> E eu falei com ele: "Poxa, por que que a Gente não faz um esquema que você faça o nosso material aqui?" Mas não era de editor Unitrinos, era uma coisa interna do colégio, coisa pequena. E ele topou, mandou e mandou para mim uma planilha, ficou de mandar uma planilha tal
de planejamento, tudo. Só que é um negócio muito difícil porque você pega lá 10 professores, todos fazendo material, um só sabia fazer, o resto não sabia. É um é um dom especial também. Então assim, é uma coisa difícil, >> né? Verdade. >> Então, eh, eu comentei com a nossa fundadora, ela falou assim: "Ó, liga para aquele pessoal que veio visitar a gente, chama eles pra gente fazer isso junto, esse material." E eu esqueci, né, de de de ligar, muita coisa para fazer, resolver. E aí passa uma semana, duas, três, chega o e-mail do editor lá
com planejamento todo. Falei: "Nossa, não liguei pro pessoal da comunidade lá, meu Deus do Céu, tem que ligar lá. Vou ligar agora. Era domingo, eu com o notebook aberto, na hora que eu fui pegar o telefone para ligar, o telefone toca. >> Car, >> era o André me ligando. Ele me ele me viu uma vez na vida. >> Uhum. >> Quando eu atendi, eu era o André, eu falei: "O André é, Daniel, tô aqui. Meu coração começou a palpitar. Daniel, tô te ligando para convidar você pra gente Abrir uma editora junto. Falei, não é possível,
André, que eu ia te ligar para exatamente a mesma coisa nesse momento. Aí falei, tem alguma coisa de Deus aqui? Aí ele falou assim: "Ah, tem o Eduardo que tá aqui comigo também. A gente podia fazer nós três juntos? Vamos sim, por que não?" Só que que aconteceu duas, três semanas depois desse, dessa desse telefonema, pandemia, >> pandemia, >> fecham as escolas, professores em casa e a gente foi e conhecendo indicação de um, de outro, de outro, sim, pessoas especializadas em português, em matemática, >> de todo mal, de todo mal Deus tira um bem. A
pandemia foi um mal, mas quem conseguiu entender o que que Deus poderia fazer >> tirou um bem. E nós tiramos editor unitrinos. Porque aí nós conseguimos que Os professores que a gente >> sabia que dariam conta de escrever um material que eles estariam mais ociosos. >> Olha aí colocou o pessoal para trabalhar. >> É não, nós fazíamos reuniões diárias, vocês lembram disso? diárias online, diárias, porque a minha a minha comunidade não podia fazer evento, que a gente fazia evento, >> a gente não tinha o que fazer. Então, vamos fazer reunião, todo mundo em casa, Reuniões
diárias e assim fomos atrás de professores no Brasil todo, né? Foram diversos professores. O Márcio, que é o editor, que é esse que o Daniel contou, ele montou para nós um planejamento que a gente não sabia, pelo menos eu não tinha noção de como começar alguma coisa assim. Ele montou um planejamento, a gente foi seguindo, foi um ano de muito trabalho, né? Nós trabalhamos muito na pandemia, >> cabelos brancos, né? >> É, mas mas aconteceu, né? O material ficou pronto, né? Para 2021 foi quando a gente começou a usar, começamos primeiro nos nossos colégios, porque
na verdade a ideia era para nós o material, né? Ah, nós v material para virar uma editora. Não, a gente tinha uma editora porque precisamos de criar ali um, né, uma coisa administrativa, mas era para os três colégios usarem o material, né, nas suas próprias escolas. Depois a coisa foi caminhando. >> Olha, como que vocês foram percebendo essa questão de ter um material que tem um conteúdo que não tem ideologia, mas que tem um conteúdo que os meninos se preparam bem pra vida profissional, para toda a vida acadêmica e tudo e que tem também um
pouco da fé ali dentro, né? Eh, claro que os primeiros até os que estão hoje, com certeza vocês foram também renovando, mudando, trazendo. Então, hoje imagina, são 80, praticamente 80 escolas que utilizam o Material da Unitrinos. >> E hoje vocês têm ali uma eh, pode se dizer que conseguiu chegar ali um equilíbrio de ciência e fé realmente para para um colégio católico. Olha, isso aí eh a gente tirou isso dos próprios documentos da igreja, né? A igreja pede isso aí. Escola católica tem que >> tem que ter duas pernas que não podem faltar, duas asas,
que é fé e razão. Eh, então a gente tem que ter um a Excelência no ensino. Eh, a gente não pode fazer apologia da fé através da ciência. Assim, a gente finge que a gente tá estudando geografia, mas a gente tá falando, >> tá estudando sobre a igreja, santo, >> sobre o santo. Não, não, isso tá errado. Então, assim, a gente tá estudando é ciência, geografia, matemática e tal. E a gente tem também a confessionionalidade. Então é uma escola que a gente vai formar eh na doutrina, Né, ensino religioso católico, o ambiente tem que ser
as pessoas que ali trabalham. Isso tudo >> isso. E a fé perpassa toda matéria. A gente não é não pode ser negligente com a ciência, mas a fé também perpassa a ciência. Na verdade, a razão e a fé elas vão perpassando uma na outra, entendeu? Eh, eh, eh, assim, não tem aquela ideia assim de que a a ciência é inimiga, não. A ciência ela é ela é um bem pra gente entender as coisas criadas para amarmos O criador. >> A gente enxerga muitas vezes que isso acontece, né, de algumas pessoas pensarem em ter um colégio
católico. Tem alguém me ligando em Minas Gerais, é alguém de vocês, na verdade? [risadas] >> Eh, eh, e acabam realmente fazendo isso daí, né? faz de conta que que estuda as matérias, >> mas não, o mais importante é que realmente vá pro céu e a gente tem que Estudar isso daqui e é Platão e é não sei o quê, são os santos e fica aquela realidade. >> E pra gente ser uma escola, a gente tem a legislação do país. Então, a gente tem aqui a base curricular que é obrigatória. Eh, a gente tem leis para
para obedecer ou seguir. Então, como que a gente faz isso? Tem que ter muita sabedoria, don do Espírito Santo mesmo, que é a gente fala, eh, a gente trabalha BNCC à luz do Magistério da igreja. Então, assim, eh, a gente precisa estudar tal habilidade, tal conteúdo e e vira e mexe quando chega em algum ponto polêmico, né, algum ponto que precisa mesmo do do magitério da igreja. Então, por exemplo, quando você vai trabalhar com lá no oitavo ano sobre a sexualidade humana, reprodução humana, aparelho reprodutor, >> apelutor, é, >> a gente vai mostrar que existe,
né, os métodos métodos contraceptivos. Existe, Existe isso aqui, isso aqui faz isso, tá, tal, >> mas aí a gente fala que o o está no material, o anticoncepcional ele tem eh eh funções que podem gerar abortos ocultos. Isso tá no material. >> A gente traz aí de São Paulo VI, uma evita, que também tá >> saiba mais, né? saiba mais dentro do material, saiba mais. O manevito tá ali, entendeu? A gente traz eh eh sobre os métodos naturais, né? Método Biles e Tudo tem no material, entendeu? E teologia do corpo, castidade, tá tudo junto ali,
porque é hora de falar de aparelho reprodutor. É, então nós vamos falar de sexualidade. Mas o que que a igreja ensina para nós? Que é um bem, que não é um mal. sexualidade não é algo ruim, mas ela tem um sentido e aí a gente traz o sentido junto com aquilo >> na parte sociologia, doutrina social da igreja, né? >> E e assim quando eh todos nós temos isso Conosco, né, na na editora que a gente para Deus sempre o melhor, né? Então, a gente sempre prezou e buscou por um material de qualidade, que fosse
um material bonito, eh, que que trouxesse uma excelência também no conteúdo, né? Sim. >> E porque na verdade a ciência, o homem, se ele buscar a verdade na ciência, ele vai chegar a Deus também. Então, >> eh, não tem por a razão e a fé se contradizerem e elas não se contradizem, Né? Então, e quando o Daniel cita a questão da BNCC, né, nós temos que seguir os órgãos eh eh legislatórios do Brasil, né? Eh, e acaba que nós podemos fazer isso, a BNCC da boa margem para que a gente trabalhe sem ferir a legislação,
mas que a gente trabalhe de forma excelente também colocando esse vínculo entre com a fé e a razão no conteúdo, né, Daniel? procurando formar o aluno que ele é corpo, mas ele é alma e ele é espírito. Então assim, a Educação integral que a igreja propõe. >> Então assim, a para ter um colégio católico, como fundar um colégio católico, você tem que ter todas tudo isso, né? Você tem que ter, >> não? E e assim e a gente tenta trazer também pedagogias clássicas que fizeram resultados maravilhosos, né? A gente usa a pedagogia de São Víor
no material, né? Então ela tá ali presente assim como metodologia mesmo do material de de fazer o aluno memorizar, de fazer o Aluno aprofundar e chegar até a contemplação através do conteúdo que tá ali. E o conteúdo é de geografia, de ciência, de história. Mas nesse conteúdo chegar a esse ponto, né? Não temos medo de estudar nada, pelo contrário, a gente quer estudar tudo, é aprender estudar tudo e e realmente aprofundar em tudo que tá ali. E eu acho que isso é é o caminho. E assim, quando a gente fala de educação clássica, tem muita
gente que confunde que tem que estudar então as Matérias do tempo da Idade Média. >> Não, nós temos que estudar o que tem que estudar hoje. >> Nós vamos usar métodos clássicos, mas a matéria e e e o conteúdo é o conteúdo de hoje. Sim. Porque não dá pra gente desconectar do do meu tempo presente, porque Deus colocou a gente nesse tempo. Deus não nos colocou na idade média, né? E o Papa Leão trouxe isso até na carta dele, questão da tradição e a inovação. Precisam andar juntas, né? É. É. E assim e e não
é não é entrar num modernismo ateu >> e nem numa numa ideia de de desprezar, não é? É, é, é manter a tradição, mas entender que que tá aqui hoje. É, é sério isso, sabe, Gut? A gente às vezes tentar desconectar do tempo que a gente tá vivendo. Só que as crianças elas vão viver nesse tempo, elas vão crescer aqui. Não dá para fazer. >> E aí é sério isso assim. É, é, eu, eu Vejo como bons olhos, assim, é maravilhoso o movimento de tantas escolas abrindo, como você disse, são mais de 80 só usando
o nosso material e tem mais dezenas que não usam, que fazem o seu próprio material ou que faz seu trabalho. Isso é maravilhoso, porque o fruto disso vai ser um fruto de um bem enorme pra igreja e pra sociedade, né? Mas a gente tem que ter muito cuidado, porque às vezes acontece algumas ideias e às vezes algumas críticas que a gente Vê de material didático e tudo, porque parece que a pessoa tá querendo desconectar e não pode. A gente precisa trazer a contemplação, né, a meditação católica e da Idade Média, mas para meditar a história
do tempo de hoje, a ciência que se avançou da Idade Média para hoje. Nós não podemos negar ela, né? Nós temos assim, nós estamos aqui porque a ciência avançou. O que que nós estamos fazendo aqui? Olha que beleza, um podcast, uma internet, né? Então Assim, a ciência avançou. O que que nós podemos meditar e contemplar nessa ciência que avançou e que Deus inspirou e fez tudo acontecer? Eu acho que essa é a ideia do material, sabe? Ele ele não descone ele não perde a tradição, não perde. Nós nós buscamos a metodologia de Hugo de São
Víor, nós buscamos aquilo que eles faziam na idade média, que era a vida interior junto com a com a vida acadêmica, né, com a vida de estudo. Mas nós trazemos o conteúdo que tem, >> mas ao mesmo tempo nós temos projetos como, por exemplo, de robótica. >> De robótica, olha que legal, cara. É, >> que trabalha o pensamento computacional, >> que ajuda no pensamento lógico, né? Porque as coisas tem uma lógica, as coisas funcionam dentro de uma ordem que é pensamento lógico e que a robótica ajuda nisso, né, Daniel? >> Sim. >> Eu tava olhando
aqui, ó, só porque eu quero também entrar e e vocês já podem Ir pensando aí, tipo, olha, quando eu pensei em abrir um colégio católico, na minha cabeça o mais difícil era isso. E quando eu vi, não era tanto, tipo, que na na opinião de cada um, né? Mas aproveitando que a gente tá falando um pouco sobre o material de um modo específico, tá gente? Para você que tá acompanhando aí hoje, eh, só para você ter uma ideia, depois você pode ir inclusive no Instagram, tá? Eh, tá falando aqui também do livro que eu Acabei
de ganhar, da análise da pedagogia de Cristo. Maravilhoso. Eh, aqui tem algumas coisas sobre os colégios que utilizam também o material da editora Unitrinos, tá certo? E como você percebe, é um material bonito, é um material bem feito, bem organizado, eh que eh realmente atende a tudo aquilo que precisa para um colégio católico, né? E é tão legal porque você tem uma editora e a editora ela acaba sendo uma um sinal de esperança para quem quer Abrir um colégio católico. É aquela velha frase: "O material já tem". É, já é, já ajuda, né? Já ajuda.
Então, tem bastante coisa para você encontrar aqui no próprio Instagram. É um material muito bem feito, ó. Já tá sendo utilizado aí em vários lugares do país, tudo direitinho, conforme as novas, as normas da BNCC, livre de ideologia, respeito à fé católica, alta qualidade. Então, tudo lá no Instagram da Unitrinos você pode acompanhar. Agora vamos lá, Vamos fazer um pingpong, vamos conversar com o André para você. Tipo, eu pensei em abrir um colégio católico. O que na sua cabeça era o mais difícil e o que depois você percebeu que não era tanto e que você
olha, quem quer abrir um colégio católico, talvez a principal chave seja essa. >> Então, eh, acho que a dificuldade principal é os professores, >> certo? >> Porque, eh, prédio, estrutura, isso tudo A gente fica atrás. Até o professor João Malheiro, ele tem um livro que chama o corpo e a alma da da escola, né, se eu não me engano. Eh, então, o corpo essa estrutura física, a alma é o que acontece de fato ali, né, os professores, educadores, eh, enfim. Então, o grande desafio que eu vejo é esse, é a gente encontrar pessoas que de
fato tem a vivência da fé, testemunha a sua fé, queiram buscar um caminho de santidade, porque os Mestres, os professores, eles são exemplos, né? A gente fala muito com eles. Então, os alunos vão estar se espelhando de alguma forma. Então, busca esse católico autêntico que quer buscar estar em estar de graça, viver ali uma vida sacramental, né? E eh e aí vem a parte pedagógica também, porque infelizmente a gente tem uma carência também na formação de professores e a gente precisa também da formação, Tanto pedagógica quanto às vezes na parte da doutrina da igreja, moral,
enfim. Então eu vejo que um dos maiores desafios é esse. E quando eu pensei em abril, nós pensamos, né, vi a inspiração de abrir o colégio e além de diversas outras preocupações, questão administrativa, que eu vejo também que às vezes a pessoa tem uma ideia muito boa, né, uma inspiração de Deus mesmo, mas pode deixar isso se perder por não Pensar que é um negócio, né, que tem ali, envolve pessoas, envolve receita, envolve despesa, sindicato, funcionário, convenção coletivacia de ensino, delegacia de ensino. É vigilância sanitária, alvar de computador. Eu >> sei bem o que é
isso. Eu sei bem o que é isso. >> É porque são coisas que não tem como fugir. Eu vou abrir uma escola e não vou e não vou enfrentar a vigilância sanitária. Não, eu vou enfrentar >> bombeiro, né? Ah, quem não dessa parede, se o menino se estabacar aqui, abrir a cabeça. Um esquema assim, né? Mas graças a Deus, assim, Deus vai conduzindo, vai enviando pessoas. Quando a obra é dele, ele não vai, né, deixar faltar nada. Não, para você ver, a gente abriu um colégio lá em São Miguel Arcanjo, onde a gente morava agora,
né? Tava contando pro Daniel, né? Em outubro a gente decidiu, não tinha o prédio, então começamos a cavar 1000 m² e prédio de La Jota, né? Então em 19 de fevereiro era o primeiro dia de aula. Então imagina aprovar de outubro a fevereiro eh plano pedagógico, bombeiro. Cara, quando Deus quer, é isso mesmo, >> a coisa acontece, né? para você, Daniel, qual que era ali que na sua cabeça era o mais difícil, o que realmente foi e o que você achou ali caminhos para poder resolver também ali? >> Na nossa realidade, a gente decidiu Abrir
o colégio. Eh, que que a gente fez como comunidade? chamamos todos os professores que eram ali missionários ou ou eh amigos da comunidade e começamos a estudar formação, documentos da igreja, eh, sobre educação em si, didática, várias vários pontos. Toda semana formação, passaram-se, passou um ano, 2 anos, no terceiro ano a gente falou assim: "Gente, será que a escola não vai abrir não?" Porque a Gente tá aqui todo mundo e tudo, mas onde vai ser a escola? a gente não tinha o lugar. Então, uma dificuldade nossa foi essa, assim, as outras também, mas o lugar
a gente não tinha. E aí >> não eram poucas dificuldades, >> não eram poucas. [risadas] >> Agora foi um lance muito interessante. E aí e bonito de ver a participação da nossa fundadora, aquela pessoa escolhida por Deus ali >> para dar aquele toque, né, que que Aconteceu? A gente tem um centro de evangelização que é uma fazenda. >> Uhum. E a gente lá, no centro da cidade tinha um prédio que era uma antiga creche e a gente e lá era a nossa sede, os missionários morava ali, ala feminina, ala masculina e a gente procurando lugar
para ser escola, lugar para ser escola. Aí a fundadora nossa rezando no santíssimo, Deus colocou, como é que nós vamos fazer? Como é que nós vamos fazer? Aí Deus colocou para Ela uma palavrinha só, inverte. Aí ela entendeu, fala: "Entendi tudo, tira todo mundo daqui dessa casa. vai todo mundo pro centro de evangelização, arruma outro lugar e aqui vai ser a escola. Pronto, em seis meses a escola ficou pronta. Olha só, >> fez a reforma lá toda e ficou pronto. Então assim, eh, às vezes é o local e e todo e tudo isso que o
André colocou também é são questões assim, por exemplo, até hoje a Gente tem algumas dificuldadezinhas, por exemplo, esse local não é tão apropriado, por exemplo, faltava uma quadra pra gente, não tinha, mas passaram-se 3, 4 anos, conseguimos uma casa ao lado e ali a gente construiu uma quadra. Então assim, é aquilo que o André falou, né? Quando Deus quer, a coisa vai acontecendo. A gente não pode ter medo, né? Tem que ter essa coragem desses esses santos. São eh, esses santos que evangelizaram o mundo aí, né? Como o o os jesuítas, né? Como tantos outros.
A gente estava falando do >> Nepomeno Noima, >> São João Nepomeno Noima, né? que nasceu ali na República Teca, foi paraos Estados Unidos, virou padre, entrou pros redentoristas, virou bispo. E ele falou assim: "Eh, teve uma uma missão que era assim: "Em cada paróquia ter uma escola". Em cada paróquia ter uma escola. Gente, esse homem fundou mais de 100 escolas na vida dele nos Estados Unidos. >> E hoje uma dos lugares onde tem mais conversão, catolicismo é nos Estados Unidos. E muito se deve ao São Júnior Pomano Noima. Então, eh, e os Estados Unidos, em
termos de modelo de escola católica atual, é onde a gente tem coisas mais bem estruturadas hoje no mundo e é nos Estados Unidos. É lá que a gente tem, por exemplo, materiais didáticos bons, que a gente tem metodologias boas, é nos Estados Unidos. >> E eles conseguem fazer um estudo que seja excelência, >> isso, >> sem perder identidade, >> né? >> Trabalho muito o esporte, né? Que é uma coisa que muita gente às vezes acha que escola católica não tem que preocupar tanto com esporte. Sim, >> né? Quantas, ah, a gente vai fazer uma educação
física aqui só porque tem que ter >> eu como atleta, eu [risadas] >> Você tá rindo >> nada. >> Nossa, ninguém acredita. Pão. [risadas] >> Vixe, man. Uma palavra. Perdi minha honra. [risadas] Mas às vezes realmente as pessoas pensam que não é importante nem nada. >> É. É. >> Agora vou >> Mas mas às vezes o que falta, o ponto fraco, né? Talvez seja falta de fé, Falta de coragem para ser atleta. Não, >> para, né, as dificuldades [risadas] >> pros dois. Pros dois. [risadas] O que que falta? A falta de fé, a falta de
coragem >> pros dois, pra escola e pra [risadas] >> Não, você fala para poder abrir a escola, né? Para você, quais foram as dificuldades aí? O que que você acha que achou? Eu assim, eu acho que que eu tive problema com o local. Na verdade, quando A gente foi abrir, a gente fechou tudo no local da escola e tal, tava tudo certo, a gente ia compartilhar como um colégio técnico e aí credenciamos a escola no MEC lá na superintendência, quando foi em setembro a escola credenciada, porque Minas você tem que entregar tudo até maio. Você
tem que entregar tudo até maio para funcionar no outro ano, porque é é o, vamos dizer assim, é o >> é é o trâmite em Minas Gerais. Em Setembro deu errado o contrato. Na verdade teve que excluir aquele contrato, nós não tínhamos local, mas aí fizemos uma novenda Nossa Senhora das Graças e no dia de Nossa Senhora das Graças nós conseguimos o prédio que a gente tá hoje, né? Então foi um milagre assim, o local é o local do nosso colégio é um milagre. Minha esposa, que é a diretora da escola, que é dirige as
três escolas, ela cuida, ela teve uns uma noite assim, ela de repente acordou À noite e sentiu no coração Jesus falando com ela assim: "Eu quero a escola no coração da cidade". E ela me ligou, eu tava em Caxias do Sul, ela me ligou, eu falei assim: "Eu não sei nem onde é o pé da cidade, quanto mais onde é o coração, né?" >> E aí fomos rezar e tudo e fizendo uma novena e Deus providenciou o prédio que a gente tava. Então esse o prédio foi angustiante, foi desafiador assim. E depois que a gente
estava lá, ainda teve Problemas, com um ano quase que a gente teve que sair. Então assim, foi um desafio. Mas eu compartilho muito da dificuldade do André assim de professores, porque não adianta a gente ter prédio, não adianta a gente ter material bom se o professor não é católico. Alma, né? >> É, o professor não é católico. E assim e no e não o professor tem que ser bom >> pedagogicamente e tem que ser católico. Então você Imagina só, é algo que não é fácil, né? Então esse é um desafio. E assim, ah, o cara
ali é muito bom professor e tal, mas ele tem que ter graduação, ele tem que ter, ele tem que ter o certificado, o diploma naquela área. Então assim, é um desafio você achar a pessoa, né? Então esse foi um desafio. A gente trabalhou muito a formação antes de abrir escola com com pessoas que queriam, né, que às vezes eram formadas, um pedagogo, professor de história, de Português, mas que não tinha uma formação sobre que é educação de verdade. E assim, o que que a gente entendeu naquele momento? assim, tinha muito professor que sabia que não
tava bom, sabe? Aquela pessoa vai pra escola todo dia e fala: "Not, tá tudo errado, não tá funcionando, não tá dando certo, os alunos não estão aprendendo e tal". E e só que ele não sabia a resposta. E aí foi esses pessoas que a gente foi pescando elas, trazendo elas e ficamos Aí quase um ano praticamente dando formação para eles, para explicar o que que era. Aí a gente estudou os Santos Educadores, né? Sim, >> Dombosco, Santo Inácio, São Víor. A gente foi estudando com eles assim, olha o que que é história da educação, tudo
que aconteceu, né? E a a estudando a >> Estamos estudando, não vamos estudar a vida inteira, né? É a assim, >> quem entra para esse apostolado não vai parar de estudar nunca, né? >> Não pode não, não deve. Mas aí eles foram virando a chave e a hora que for virando a chave, eles foram entendendo, nossa, era isso, era isso que faltava, era isso. E aí aí a gente foi conseguindo montar, mas é um desafio até hoje. A gente veio para cá, né, conversando, né, André, e aí ano que vem como é que vai ser?
Qual professor você tá precisando? Você tá precisando de quê? Porque esse é um desafio grande assim, porque não não basta ter um Diploma, não basta aquele professor é referência naquela escola, tá? Mas e a vida dele? É referência? >> Porque a vida do professor tem que ser referência. Não dá para não dá para ter uma vida que o aluno vai olhar pra vida dele e vai dizer: "Pera aí, eu não posso, eu não posso imitar o meu professor, não. Ele tem que poder imitar o professor dele." >> E esse é o eu acho que é
é um desafio. Mas Deus, quando ele quer algo, a gente Precisa fazer a nossa parte, que ele faz a parte dele. Eu tenho vários, o André também tem, eu acredito que o Daniel tem pessoas que mudaram de cidade para ir dar aula no nosso colégio. >> Sim. E como mudaram de cidade para colocar o menino para estudar também? >> Não, para estudar e é muito muito sim. É, é, >> cara, isso é muito bom. Aí >> é assim, e a gente e a gente vê que a coragem desses pais também e desses Professores, >> assim,
eu tenho professor que deixou concurso público, falou: "Não, não aguento mais dar aula em escola pública, eu quero dar aula só aqui". E lá ele não tem a, vamos dizer assim, a segurança que ele tinha no serviço público, >> mas ele entendeu que ele tinha uma missão. E eu acho que isso para mim é o mais de tudo é é o que move mostra o mover de Deus, né? E tem professores que são às vezes são católicos, por exemplo, Que vão à missa e tudo, às vezes são bons em em em na matéria e tudo,
mas, por exemplo, não conhece nada, por exemplo, sobre formação de virtudes. O que que o que que é ter uma vida virtuosa, uma vida ordenada? >> Eh, que é a questão já de formar a o caráter da pessoa, >> sim. A formação moral, né? >> Formar a alma moral. Então, e quando a gente vai estudar os documentos da igreja, fala assim: "A Escola católica é isso, >> é >> é tudo isso, é uma formação integral". >> Então, eh, parece que na pandemia as pessoas descobriram que a educação que as pessoas viam nas pela internet, >>
seus filhos assistindo aula, né? Seus filhos assistindo aula, né? Falou: "Meu Deus, meu filho assist". Uma pessoa, às vezes uma escola que fala assim: "Eu acho que tá tudo certo, né? Mas nós somos uma escola às vezes até católica, Mas o professor ali, eh, que sabe da aula, às vezes sabe da aula de matemática, mas a virtude, e essa questão ali, às vezes religiosa, às vezes moral, às vezes, eh, eh, enfim, de tudo isso, >> até porque o aluno ele não tem limite no questionamento dele na sala de aula. Ele pode tá tendo uma aula
de matemática, mas ele vai perguntar pro professor se o professor namora. >> Uhum. professor é casado. >> É isso mesmo. >> E assim, a aula de matemática e mas e e professor banda se escuta isso, >> professor, você gosta de qual música, né? E outra coisa, e aí tem rede social >> e o aluno fala: "Professor, meu pai, minha mãe me mostrou lá sua rede social, eu vi que você vai em tal lugar, >> tá formando a pessoa formando aluno é muito". E assim, e o aluno ele admira o professor, ele quer imitar o professor,
o professor fica com ele. Eu falo muito Pro, quando eu vou dar formação em muitos lugares aí sobre para pais e tudo, eu falo assim: "Olha, o pai tem que pensar que o filho fica a maior parte do tempo útil da vida dele dentro de uma sala de aula com alguém e esse alguém tá falando na cabeça daquela criança." Então você pensa, eu põe meu filho lá 4, 5 horas por dia, útil. Ah, ele tem 24 horas dia, mas a maior parte do tempo útil ele tá lá dentro de uma de uma sala com uma
pessoa que vai est Falando para ele e aí >> é uma pessoa que tem peso, né? Tipo assim, é a pessoa que, tipo assim, dá nota, né? É uma autoridade. >> Vamos fazer um exercício aqui. Fica à vontade para terminar. Fica à vontade. >> Não, não. Eu tô falando só que é uma autoridade. E aí, se eu não presto atenção, quem é essa autoridade na vida do meu filho? Meu amigo, >> nós vamos fazer um bate-bola aqui, tá? Vamos lá. Como abrir um colégio Católico? Não precisa ser de um a 10, tipo primeiro isso, segundo
isso, mas cada um vai ter aí para trazer duas realidades. A gente vai começar pelo Daniel, para ser uma coisa bem prática, porque tem gente que veio aqui também pro nosso episódio que tem o desejo, né? Eu vou voltar depois o assunto dos professores porque tem aquela realidade, olha, é uma dor a questão dos professores. Todos os três citaram a mesma coisa, parecido assim, não citaram A mesma coisa, mas permeou também essa questão. >> Sim. Só que tem aquela coisa, e aí eu quero abrir e como é que eu faço? Eu tenho que passar anos
formando professores, tem como fazer qual o início para poder formar inicialmente, pegar, colocar o colégio para funcionar e e ir trocando pneu com carro andando? É possível, não é? Porque às vezes tem gente que diz assim: "Não, tô trazendo fulano para dar uma formação, passa do Anos." No caso dele foram pessoas mais próximas ali, mas ve tem gente que traz não sei quem do lado do fim do mundo para dar a formação. O cara fica, gasta avião para cima e para baixo, dois anos formando, formando, formando, formando e a escola não sai, não sai, não
sai aquela coisa toda e dá uma travada, né? Mas vamos e vamos ver se realmente tem que ser assim ou não. Vamos conversar sobre isso. Mas lá, Daniel, como abrir um colégio Católico? Você primeira coisa que citaria aqui na nossa lista? Primeira coisa, formação para professores e formação, preparar uma formação para as famílias. >> Isso. >> Formação para professores. Eh, se a escola é católica, então a gente tem que entender o que que é o catolicismo. >> Então, formação espiritual, >> eh, >> filosófico, >> os documentos da igreja sobre educação, história da igreja. É fantástico
isso, né? e formação para as famílias, porque a gente fala assim, vamos educar os filhos. Mas isso aí parece que é uma uma didática, até uma pedagogia de Deus, que é o seguinte, eh Deus ele ele coloca a gente como pai, como professor para falar assim: "Finge que você tá você tem a missão de educar o seu filho, mas na verdade você tem a missão de você se Educar e se converter, né? Então, quando eu tô ensinando meu filho, ensinando os meus alunos, eu falo assim: "Poxa, mas eu tô ensinando para ele negócio que eu
faço errado, então eu tenho que mudar, eu tenho que melhorar, eu tenho que ser uma pessoa melhor." >> Mas nesse caso, vamos lá, formação de professores de família, geralmente os professores dão aula em outros lugares e você tá querendo abrir um colégio católico, como que vai convencer o cara A participar de uma formação de um lugar que ele ainda não é trabalha, não é empregado? Assim, >> eu acho que tem que ter estratégias. Por exemplo, o que que eu fiz quando a gente foi fazer? Até o André participou. Eu fiz um congresso sobre educação. >>
Ah, tá. >> Não falei que eu ia abrir escola, educação católica. Evento, um evento. >> Se isso era uma estratégia fechada, agora abriu para todo mundo. Brincadeira. Não, mas [risadas] eu tô dizendo assim, >> professor, se você for chamado pro Congresso, não, mas >> não é brincadeira. >> Não, mas o cara vai lá e aí você traz pessoas que são referência, precisa levar, >> o cara vai lá, vai investir na informação dele, na formação. >> É, vai investir na formação dele. Muitos que foram, nós temos um evento lá, Tinham 200 pessoas, depois nós conseguimos montar
um grupo de estudo com 40. Boa. >> Entendeu? Porque aí lá você vai, aí você chama a pessoa para um evento e tudo assim. Ah, ah, então tem que fazer um congresso. Não, não tô falando isso. Tô falando. Você tem que ter um alguma forma de contar para as pessoas >> que você quer aquilo, porque as pessoas querem, os professores querem uma escola católica. Tem professor católico Querendo dar aula em escola católica, mas ele não sabe. >> Eu vejo, eu vejo que mesmo que o professor não trabalhe nas nossas escolas, é uma caridade >> para
com ele, porque ele vai assim abrir os olhos para para algumas questões da educação que muitas vezes tinha uma escama no olho dele, né? Eh, agora outra estratégia também que nós fizemos muito em função da pandemia, mas eu acho que essa questão do online Ficou um pouco, né, para o bem e para as vezes, né, para um excesso aí, mas nós criamos um caminho informativo para aqueles que gostariam de conhecer sobre o projeto do colégio. Aí ali nós abordamos alguns temas, né, como tinha uma comunidade por trás do colégio, o carisma. Então, o que é
a comunidade? Um outro tema, o que é uma escola católica, né? O que que é a educação católica? Então, nós fizemos um caminho com aqueles que gostariam de conhecer sobre Essa realidade. A partir dali, a gente já fazia cadastro, eles tinham que fazer atividades. Então, a gente viu os que estavam interessados ou não, né? Divulgamos para eles também na época tinha aquele aquele documentário muito bom da Brasil Paralelo, pátria educadora. >> Uhum. Então ali a gente conseguia filtrar de fato aqueles que que se identificavam, né, com o trabalho e Também fizemos um pré-cadastro desses professores,
né, eh educadores no geral, porque a escola às vezes a gente pensa só no professor, mas a gente tem que pensar em todo o corpo que vai trabalhar lá, né? No nosso colégio, por exemplo, a gente chama todos de educadores missionários, desde o porteiro até quem tá na limpeza, até o professor. Por quê? É porque a gente tem que prezar para que eles também busquem esse estado de graça, sejam católicos e eles têm Contato com os alunos ali o tempo todo. Então, num momento ali às vezes mais que o aluno vai estar mais relaxado, compartilhando
alguma coisa da vida, se uma pessoa der um conselho errado ou instruir de forma errada, né? Então assim, a gente tem um cuidado também, eu sei que os colégios deles também, mas a gente preza muito por isso, pelas pessoas que estão lá conosco. >> Então é um meio também de de >> o seu caminho com os professores foi Algo parecido também, não? Formação. >> Sim. Eh, esse caminho de reunir os professores e toda semana a formação, né? E hoje no colégio a gente continua com isso. E aí assim essa formação ela amplia, porque a gente
tá falando aqui da alma da da dessa essência católica, mas a gente vai começar vai ter que ter também o quê? A excelência no ensino. Então didática, eh metodologia, né, do Hugo de São Vittor, eh dever de casa, disciplina, >> controle de sala, aí começa >> gestão da sala de aula. >> É tudo isso, né? Eh, método fônico, matemática de Singapura, virtudes. Então, assim, meu amigo, isso aí é >> é uma vida inteira, >> é uma vida, é uma dedicação e é um caminho de santidade, né, que a gente cresce. >> Muito bom. >> E
>> vamos lá, Eduardo, traz o segundo aí. Que que você acha? >> Eu acho que é preciso ver quem tá disposto a dar a vida, >> certo? >> Que que é isso que eu tô dizendo? Você não sei como é que você vai pô aí. É preciso ter pessoas, não pode ser uma só, mas ter pessoas que vão abraçar aquilo como um apostolado paraa sua vida. Porque a gente vê muita gente querendo abrir a escola, mas ele quer Contratar todo mundo para fazer aquilo que ele só que assim, se não tem quem abraça o projeto,
ele não sai. Entendeu? Eh, eh, eh, Dom Bosco fala que no sistema preventivo que o diretor deve consagrar-se ao seu ao seu apostolado. >> É fragil Dombusco. Então, precisa de alguém. Ah, vai ser uma empresa. Então, o dono tem que entender que ele vai dar vida, vai ser uma associação de pais, porque assim, juridicamente tem que ter Um, entendeu? >> Tem que ter um CNPJ. E esse CNPJ tem que ter por trás. No nosso caso é comunidade, mas ele tem que ter ou uma associação de pais ou uma empresa >> é a mantenedora, né? >>
Que é a mantenedora. Quem que tá abrindo ali, tem que ter a pessoa jurídica. Essa personalidade jurídica, ela tem alguém que tá à frente dela, que dá a vida por aquilo ali. Então assim, se é uma associação de pais, quem é? São as Pessoas, né? Eu vejo muita gente querendo abrir escola junta lá, mas não tem ninguém que fala assim: "Não, pera aí, eu vou abraçar isso aqui como a missão da minha vida". É preciso ter alguém que abrace, entendeu? Não é, não basta abrir um CNPJ. Esse NPJ tem que ter alguém por trás dele
que diz assim: "Eu vou abraçar". >> Essa, essa questão de alguém que abraça também entra também assim a pessoa sondar possíveis pais que colocariam Seus filhos? >> Sim, sim. É, por exemplo, se vai ser uma associação de pais, então divulgar para pais que queiram abraçar o projeto, entendeu? Eh, eu já vi, por exemplo, escolas que tem os pais fundadores da escola que abraçaram ali junto. Então, assim, você precisa, só que tem que ter alguém que move, porque se não tem alguém que move, porque assim, tem alguém que vai parir o negócio, entendeu? >> Sim. que
vai sofrer as dores do parto. Tem que ter alguém que tá disposto a sofrer. Porque assim, a gente tá falando de um mover de Deus, de uma inspiração e tudo é muito bonito, mas mas há um sofrimento, há um sacrifício. >> E tem o tem uma frase, >> por exemplo, da formação toda semana para um professor, tem que ter alguém que tá ali todo dia, abrir a porta, arrumar a mesa, convidar alguém, você tá entendendo? Se não tem quem abrace dessa Forma, que vai dedicar o seu tempo, dedicar, dedicar sua vida ali, o negócio não
sai. >> Tem uma frase do Dom Bosco que até para quem tá ouvindo a gente, às vezes é um vocacionado que tá aí, que tá assim coração falando: "Poxa, eu sinto vocação para isso aí que eles estão falando, né, para abrir uma escola, para ser professor, para ser coordenador." >> E Dom Bosco fala assim: "Aquele que foi chamado por Deus para educar os jovens, Dedique-se a isto." Olha que é uma é um imperativo, não frase imperativa assim, né? >> Mas isso aí é uma frase que pode tocar alguém e a gente tá aberto aqui, né?
Assim, tem as três comunidades aqui, mas no Brasil tá aberto aí. Procure, >> né? Eh, você que sente esse desejo de dar a vida para a educação católica, né? Para esse apostolado. É um apostolado. >> É. Eh, >> agora uma coisa que venha >> que que a pessoa tem que estar aberta e procurar quem abriu, porque isso que você falou assim, ah, fica muito tempo formação assim, é, é preciso ir no concreto. Eu acho que assim, hoje, graças a Deus, tem muitas escolas no Brasil, então quem quer abrir, vá lá nas escolas, >> sente o
que é, >> sente o que é. É porque assim, às vezes fica muito no campo da >> conhece o bonde andando para você Começar a >> e fica muito no campo da teoria, e esse é um problema, muito no campo da teoria de ouvir ouvir e eh eh eh coisas mirabolantes que são maravilhosas, mas assim, é preciso sair do campo da teoria também e ir lá e lá eu vou lá, vou lá visitar a escola lá em Juiz de Fora, eu vou lá em Itaúna, eu vou lá, não sei aonde tem uma escola funcionando perto
de mim e tem hoje, tem muito, você viu ali quando você mostrou o mapa da Unitrin só, o Nitrin tá em quase Quase todos os estados do Brasil. Então tem alguma escola perto de você? Vai lá, vai lá ouvir que que você, que que, que que, como é que foi aqui sua luta? Eu vou abraçar isso. Eu quero formar meus professores. Preciso ficar dois anos formando professor? Não, você vai precisar formar ele a vida inteira. >> E se você esperar ele ficar pronto, você não vai abrir a escola porque ele não vai ficar pronto. Porque
a gente não Fica pronto. Eu tô pronto. Eu não tô pronto. >> Não, não tá nunca. >> É. Eh, eu queria só reforçar o que Data tá dizendo, assim, que eh eu tive na escola Maria Peregrina lá de São José do Rio Preto, tive lá na Querigma, tive no Porto Real, no Rio de Janeiro, João Malheiro. E assim, cada escola que você vai é um aprendizado assim, mas é muita riqueza mesmo, sabe? >> E diferente, né? >> E diferente >> com sua identidade. >> Então assim, é um caminho fantástico e >> conhecer, né, cara? Inclusive,
eu quero já até deixar o compromisso aqui marcado já, que ano que vem eu quero uns dois, três dias e ir lá um pouco lá na Magnífica e lá no Recanto do Espírito Santo, levar uns dois, três do meu colégio lá. A gente tem que beber mais uns dos outros, sabe? >> É isso que Daniel falou. >> Eu quero ir nas três também. Já tem uma marcada, faltam duas, né? Tem que ir em todas, >> não é? Duas já vai não. >> Ah, já vou em duas. >> Olha que maravilha, cara. >> De manhã numa
e à tarde na outra. Em breve, em breve eu fazer um. >> Mas isso que o Daniel falou assim, quando quando a gente fala pessoas que abraçam, o abraçar também é sair do lugar. >> Uhum. >> Tem muita gente que fala assim: "Ô, Daniel, vem cá dar uma formação aqui. Ô, ô, ô, André, vem cá. Pera aí. Não, e eu tenho que ir lá. Cara, eu andei muito quando eu quis aprender para abrir escola. Eu fui na Querigma, eu fui no colégio de São José aqui em Osasco, eu fui eh eh eh no colégio lá
em em Poço, eu fui eu sabe assim onde onde ah, vai ter um evento, vai ter uma formação antes de eu abrir a escola eu ia. >> Uhum. >> Porque, cara, eu precisava Eu precisava entender o que que Deus estava me pedindo. >> E as pessoas precisam entender que tem que ter esforço, porque, cara, não é uma coisa que vai chegar pronta, tem que ter esforço e Deus vai fazer, mas ele tem que ter esforço, né? Vamos lá. Diz aí, André. Eu vou colocar o terceiro logo aqui porque para o André colocar o quarto, mas
eu vou colocar aqui um bom Material didático, que aqui a gente já sabe que é unitrinos, não tem nem para onde correr, né, gente? [risadas] Porque aqui a gente já deu para entender a o modo como se pensa aqui. Então, vou colocar aqui eh o nitrinos e o outro embaixo desse aqui, abaixo desse aqui, a gente pode colocar qual, André? Diz aí. >> Calma. Eh, eu penso que tem que fazer um plano de negócio. >> Boa. Plano de negócio. >> Que o plano não seja fechar, né? >> É [risadas] >> um plano de negócios. Fala
aí. >> Eh, assim, pode suar às vezes estranho porque a inspiração de Deus, mas a gente tem que pensar de forma racional também, né? Como eu disse no início, para que aquilo não não morra. Então, dentro do plano de negócio ali, a pessoa vai ter uma visão do todo, lógico, faz visita os colégios, conhece o que que é um negócio, faz pesquisa. Eu acho importantíssimo, porque aí o plano De negócio vai abarcar várias coisas, né? que começa com a pesquisa de mercado. Você faz a pesquisa, não precisa de pagar às vezes um um profissional, uma
pesquisa cara, que a gente sabe que é que é um valor alto. Se tiver condições, ótimo, mas faz pesquisa nos colégios, valor de mensalidade, quantidade de alunos, população, salário de professor, salário. >> Então é a começa com a pesquisa, depois Você vai planejando ali dentro de cada setor, né? chamar assim de cada campo. Da parte de tecnologia, o que vou precisar da parte de pessoal, eh, educadores, professores, eh portaria, despesa, a parte de estrutura física, prédio, tamanho de sala, porque aí vem a legislação, né? Parte da legislação, >> tamanho de sala, qual que tem que
ser, né? Dependendo educação infantil, tem uma legislação fundamental, tem outra. Às vezes cada estado tem uma legislação de cada estado tem e e salário também. Quando a gente fala de salário, o sindicato tem convenções diferentes. >> As pessoas chegam assim, quanto você paga pro seu professor? Eu falo assim, ó, eu >> São Paulo tem convenção diferente no estado e no interior do estado. >> Mas todos os estados têm e a capital é uma e quanto você paga seu pessoal? Olha, não, não adianta você saber quanto Que eu pago. >> Saber lá, >> você tem que
saber quanto que você tem que pagar lá. >> Na escola eu tenho a convenção do pessoal do administrativo e a convenção dos professores, né? são são duas, >> são dois sindicatos, >> são dois sindicatos. Então, eh, e tudo isso é questão financeira, né? Estimar qual valor de mensalidade, qual que é o meu ponto de equilíbrio, ou seja, Quantos alunos eu tenho que ter para que eu consiga ali pelo menos empatar, né? Saber que eu tenho que planejar ali uns primeiros de repente o primeiro ano eu não vou conseguir empatar. O que que eu vou fazer
para pagar a escola no primeiro, no segundo ano, como qualquer outro empreendimento no primeiro ano não paga. Então assim, diversas coisas que ali abarcam o plano de negócio. Mas acho, >> eu queria falar do prédio, acho que é Uma coisa que que eu sofri em São Luís e eu acho que deveria abrir os olhos das pessoas que querem. Em São Luís a gente abriu a escola muito no susto também. Foi assim, em outubro vamos abrir porque nós est muito escola no susto tem muito. >> É no susto >> tava tudo pronto, tudo pronto para abrir
em Divinópolis em Minas. E aí o pessoal de São Luís bravo porque a comunidade já tava lá e não ia ter escola lá. E como é que a gente vai fazer com os filhos Aqui? Eu, na minha loucura, fundador de comunidade, falei: "Olha, se vocês conseguirem aprovar uma superintendência, pode abrir." Só que eu imaginava que todas as superintendências do Brasil era igual de Minas Gerais. >> Minas Gerais, se eu falar: "Vou abrir uma escola agora, nós estamos em novembro, dezembro, né? abrir uma escola ano que vem, eu não abro em Minas, eles não credenciam, >>
mas em muitos estados abrem, inclusive no Maranhão, >> que a legislação é outra, tem outro trâmite e aí eles não dá para abrir aí. Beleza, nós tínhamos lá a comunidade, >> você achou que você tava desaprovando, fal assim, deixa os bobinhos. Eu achei que eles iam correr atrás e não ia dar >> certo e o negócio deu certo. Foi uma loucura esse negócio. Só que aí o que que eu o que que eu aprendi que a gente sofreu muito em São Luís. Nós abrimos, Nós tínhamos a casa da comunidade, eram casas grandes, nós pegamos as
duas casas e abrimos a escola ali. Então a escola ficou ali, funcionou um ano. No outro ano a gente teve que reformar para funcionar mais um ano. Quando foi no final do segundo ano, não tinha como, sei lá, mais, não cabia mais. >> Cara, nós tínhamos gastado um dinheiro com reforma, fizemos quadra para 2 anos e aí tivemos que ir para outro prédio. Aí fomos para outro prédio, agora já tem 3 anos que nós estamos nesse outro prédio. Nós estamos fazendo uma reforma imensa lá. Então o que que eu sempre falo pr as pessoas assim,
vá para um lugar que dá para você crescer ali, porque assim, ah, eu abri só o infantil, tá? Mas daqui um ano tem o primeiro ano do fundamental, daqui 2 anos tem o segundo, daqui 3 anos tem o terceiro. Em 5 anos, se você abre cinco salas, em 5 anos tem que ter 10. >> Sim. >> Porque dobra. E aí foi um sofrimento que a gente viu em São Luís de gastar muito dinheiro com uma coisa que depois foi foi embora. Não, não, não, não usamos mais. Então, às vezes a pessoa fal assim: "Ah, vou
abrir uma escolinha pequenininha aqui, vou arrumar só esse espaço." Mas esa aí, esse espaço do lado tem um lote? >> Sim. Atrás tem um terreno, porque se tiver vai, se não tiver vai num lugar que ele não precisa ser grande de Imediato, mas ele precisa ter espaço para você pensar a escola pelo menos 5 anos. >> Pelo menos 5 anos. Uma coisa também que eu tava vendo que tem a ver com isso daí é o fato de a gente escutar muito. Eu não vou colocar meu filho ali porque ele só tem o o infantil ou
só tem o fundamental ou só tem o médium ou só tem o infantil e o médio. E aí você fica, você começa a escola sempre. Não, vamos começar de pouquinho. Vamos começar de Pouquinho. >> Vamos lá. A gente tem aí tipo eh 1 minuto e meio, 2 minutos para cada um, porque pode ser que sejam opiniões diferentes, né? Hum. >> Se a pessoa tá ali querendo começar, existe possibilidade, ah, começa do infantil, depois vai crescendo, ou dá um jeito de começar pelo menos o que é que cada um tem de opinião aí começando aí pelo
>> tem que ver a realidade que você vive, As pessoas disponíveis. Eh, tem, eu já vi escola de tudo quanto é jeito. Nosso modelo foi abrido infantil ao quinto ano, só que a gente cometeu uma burrada, vamos dizer assim, porque no ano seguinte era o sexto, então a gente pediu autorização >> infantil e fundamental um. >> Meso a gente tinha que começar o processo para pedir autorização do fundamental dois. E e assim e pedir uma autorização é um processo novo, >> amigo, é um tanto de papel dessa altura. Amigo, é é uma autorização muito mais
difícil do que uma mãe deixar você ir brincar. >> É verdade. É muito mais difícil, né? [risadas] >> Mas assim, a gente tem feito, a gente começou a abrir um ano cada turma. Ano que vem a gente vai terminar a terceira série do ensino médio. De certa forma, a gente foi crescendo devagar, a equipe amadurecendo, a equipe aprendendo, a Gente se preparando para cada etapa. é uma é uma prudência também, é uma experiência boa. Eu eu acho que vale a pena. Eu vejo aquilo que tem o que que é o ideal e aquilo que é
a necessidade, né? E depende muito porque eh se a gente for ver necessidade das pessoas, a gente, igual no nosso caso, a gente abriu o infantil e o fundamental anos finais, até porque o meu filho já tava nos anos finais, como é que a gente vai abrir escola? e não só ele, outros Também da filhos de de membros da comunidade. >> Eh, mas para efeito de um trabalho pedagógico mais frutuoso, eu vejo que se começar com os pequenininhos e fazendo a progressão vai colher mais frutos, mas depende muito de cada realidade, né? Eh, e a
gente tem muito testemunho, muitos testemunhos bonitos também desses alunos que entraram às vezes no fundamental anos finais, que às vezes trazem alguns Vícios de outras escolas, eh, da pedagogia mesmo que ele foi ali exposto, né? E a gente conseguiu também ver muitos frutos bons, né, de de conversão mesmo, de uma vivência mais firme da fé também, né? Então, eh, depende. Minha resposta seria essa. Depende muito da realidade de cada um. >> É, eu eu vivi as eu vivi três realidades assim, nós abrimos de Vinópolis até o nono ano, de imediato, assim, porque eu tinha muitas
famílias numerosas que Queriam a escola, >> queriam, né? >> E aí eu, a pessoa pensava assim: "Eu vou colocar meu filho pequeno e o meu maior vai ficar de fora". Então isso isso ajudou muito na escola crescer, porque assim eh eh como a gente já começou até o nono ano, a gente conseguiu atrair e assim isso fez com que >> quem tinha três, quatro vai todo mundo, >> já foi todo mundo. Então assim, a gente conseguiu, no entanto, é uma escola hoje Com 570 alunos e o Recanto também começou nesse nesse mesma nessa mesma faixa
etária e também já tem mais de 500 alunos. Então isso fez a escola crescer, tem os desafios porque crescer assim muito rápido é muito difícil, tem exige muito da gente, mas eu vejo que foi um caminho mais, eu vejo assim, foi um caminho mais fácil para poder estruturar a escola, porque eu tenho caso de Ralma, que nós começamos só com infantil e já tá no quarto ano e a escola ainda ela Ainda não incorpou porque nós estamos agora lá até no sétimo ano, né, mas que a gente não foi crescendo só um ano, a gente
esqueceu dois, três cada ano, mas ela não incorpou. Por quê? Porque quem chegou primeiro? Porque os os primeiros pais da escola G são os pais que mais acreditam nela. >> É. >> E quando a gente chega um número bom, a escola ganha uma credibilidade maior, ela ela tem mais alicerce. Por que que Os primeiros acreditam? Porque os pais que colocam na primeira eles colocam um projeto, eles não têm uma escola funcionando. >> Você imagina assim, Guto, traz sua filha para estudar numa escola. Qual? Aquela que vai ser ali um dia. Eu vou ver isso. A
gente >> vai ser ali um dia que escolh prédio ainda. Vai construir, >> vai construir. Vai ser, vai ser lá, acredito. >> É lá, acredito. >> Eu fiz matrícula na no primeiro ano sem ter lugar, porque deu errado em setembro, só em novembro que eu fui ter lugar. Eu fiz matrícula no mês de outubro inteiro, a pessoa pagar a matrícula. E onde vai ser a escola? >> Calma, a gente te >> confia que vai, você vai ter a escola. Essas pessoas são as que mais acreditam no projeto, são aquelas que fazem com que a escola,
porque a família é parte Integrante, então a escola tomou mais um copo mais rápido, entendeu? Então aí realma, por exemplo, não demorou mais tomar co, mas claro, as crianças que se eu tenho só crianças que começaram pequenininha comigo e vão, claro que o o tipo assim aquela criança ela vai num desenvolvimento muito mais eh progressivo do que uma criança que chega já no sétimo ano e já e já não estudou nada daquela metodologia. a adaptação é muito mais difícil, né? Então eu tenho Isso. Só que claro, gente, cada um vai abrir aquilo que der conta.
Eu acho que a pessoa tem que fazer o que ela dá conta, entendeu? Mas não tenha medo assim, se precisar abrir mais que ai é muito difícil. Olha, eu falo assim, sofrimento eu tive em todas. E aí São Luís, eu abri infantil e e e os primeiros anos no fundamental. Todas as três tive dificuldade, mas Divinópolis é onde eu tive menos, porque eu tive mais famílias abraçando a escola no início e Isso nos trouxe um, vamos dizer assim, um apoio muito maior até hoje, entendeu? Mais famílias abraçaram, né? Então, >> se voltasse atrás no tempo,
você abriria tudo >> tudo até o ano ano de novo. É, no entanto, assim, eu já tô, esse ano já é o segundo ano que eu formo, eh, alunos no terceiro ano do médio, né? Tô na minha segunda turma formando agora. E assim, eh, Deus foi muito bom conosco, assim, >> eu tive uma graça muito grande com os nossos adolescentes, assim, pela comunidade, assim, o ambiente que que a gente conseguiu criar com os adolescentes é muito bom, sabe? >> Lá em São Miguel, onde a gente abriu também o ano retrasado, eh, nós abrimos até o
nono, né, junto com o padre lá da basílica e o colégio começou com 80, hoje já tá chegando a 150 num cidade de 40.000 1 habitantes Pequenininha, né? >> Então, eh, ajuda quando você tem a a possibilidade de abrir, tipo, a do infantil ao nono, cara, o médio sempre dá medo para todo mundo, né? Mas do infantil ao nono ali dá uma Agora você que falou de plano de negócios, André, vamos lá. Aí eu eu já fui pra reunião de pai, eu não sei, eu tenho um chama para colégio, que o povo vai abrir colégio,
me chama, não sei nem porquê. Cuta, você vai abrir o colégio, vamos pôr a reunião Ali, tá bom? Eu vou. E ali eu falo um pouco da experiência que eu tive e tal e tudo, né? Mas a frase que diz assim, gente, mas não tem jeito, tem que ter um investidor, tem que ter um investidor, tem que ter um investidor, tem que ter um investidor, tem que ter um investidor. Eu escuto muito isso, né, cara? Tem que ter um investidor. >> Então, e aí vai de cada realidade também, né? Porque eh como Eduardo citou ali,
os vários modelos, >> mas eu também já vi muito colégio abrindo sem ter praticamente nada, né? Também >> tem. É, mas tem que ter investimento. >> Tem que ter, >> talvez não tem que ter investidor, tem que ter investimento. Mas o que que pode ser feito? Ol, por exemplo, tem um pessoal abriu em em Santo Antônio do Monte, tão abrindo ano que vem, em Minas Gerais. Eu acompanhei um pouco deles. Cara, eles fizeram evento o ano todo. Todo mês tinha um evento. >> Dizer, >> todo mês tinha um evento para arrecadar dinheiro. Você não tem
como você abrir uma escola, >> vão abrir uma escola, não. Você tem que comprar mesa, cadeira, quadro tem minimamente bebedouro e assim. E não é barato, tem que ter. impressora, computador, tem um bombeiro, pé do extintor, alarme, até a forma de captar esse recurso Precisa estar no plano de negócio, porque de alguma forma a pessoa vai ter que >> saber quanto que eu preciso e que que eu vou fazer para arrumar aquele dinheiro, de >> qual a fonte, né, desse recurso. >> Mas é é um assim, >> tem que ter a meta, né? >> Tem
que ter a meta. E a partir dali >> aí quando chegar dobra a meta, né? Dobra, pode, não pode ser a coisa sem Meta. >> Nós não vamos pôr meta. Depois a gente dobra a meta. [risadas] >> Depois a gente dobra a meta. >> Queremos fazer referência a nada aqui, gente. >> É, >> mas isso que o André falou, assim, tem que ter. E assim, a gente vê diversas realidades, por exemplo, aí tem outra escola também na nossa região que o pessoal montou um projeto e foi atrás de Pessoas para fazerem doações. E cara, e
aí é a criatividade da pessoa. >> É, por exemplo, de São Miguel, nós fizemos o projeto, fizemos a reunião, quem se interessa que tem um colégio católico, foram 120 pessoas para essa reunião. E a gente disse, olha, o colégio pode abrir, tem possibilidade se a gente tiver 20 pais que tenham condição financeira de pagar o ano inteiro. >> Antecipado. >> Antecipado. Então foram 20 pais, uma mensalidade média de 1000. Então 20 pais cada um, 12.000. >> Você tinha 250.000. >> Aí >> pronto, >> né? Não deu para fazer nada com 250.000 porque a gente tinha
que construir o prédio. Agora se é um colégio que já tem um prédio 250.000 Não. E assim e muita gente e muita gente o André falava do plano de negócio, Muita gente fala assim: "Quanto que eu preciso para abrir uma escola?" >> Assim, a pessoa tem que, ela tem que se esforçar em fazer o seu plano. Por quê? Porque quanto que eu preciso depende >> é >> que escola que você quer, aonde você quer abrir, entendeu? >> Eh, eh, e quanto que custa uma escola pro mês? Depende, depende. Tudo depende. Por isso que é um
plano. Eu preciso fazer o meu plano, entendeu? Qual é o Meu plano? Meu plano é construir ou meu plano é alugar, meu plano é conseguir emprestado. Qual é o meu plano? E a partir do meu plano eu vou fazer aquilo, entendeu? Agora, eh eh quando eu comecei a pensar em escola, foi em 2014 para 2015, sabe? E eu fui muitas formações. Eu vi muita gente falar algo para mim inalcançável, tanto no nível intelectual, eu teria que chegar no nível intelectual. >> Sim, sim. >> Que assim, inalcanç intelectual, financeiro, >> é, é São Tomás de Quino,
vou ter que virar. E aí eu falei: "Não, não vou". Eu vi o Gates do outro lado >> é. E eu falei assim: "Eu nunca vou ser o Santo Tomás Jaquino. Eu eu infelizmente eu eu eu fui educado com sistema Paulo Freire, então não vou dar conta de chegar lá". Então não tinha jeito. Então assim, o que eu quero dizer para as pessoas assim, é preciso ter esperança Que é possível. >> Foi educado, mas não significa que amo o sistema Paulo Frei hoje. >> Não, não, não, não. Pelo contrário, [risadas] hoje, hoje eu sofro assim,
claro, esse negócio vai pra internet, meu [risadas] Deus do céu. Hoje eu sofro e eu vejo a diferença que eu vejo os meus filhos que usam, estudam outro método, >> a facilidade que eles têm para coisas que eu tô lutando para ter. E aí, Infelizmente, eu, né, não tem como voltar lá e fazer diferente. Hoje eu hoje eu tô correndo atrás para chegar lá. Mas tô dizendo assim, às vezes a pessoa fala assim: "Eu não tenho capacidade intelectual, eu não tenho capacidade financeira. Calma, vê o que você tem capacidade onde você quer chegar e pede
a Deus a graça de ter criatividade para chegar onde você quer chegar." É possível. Olha, a o nosso colégio é um milagre. É um milagre. E Deus tá levantando colégios no Brasil porque ele quer transformar os filhos dele. Ele quer trazer de volta a fé para esse país. E os colégios são esse instrumento. Então assim, responsabilidade, plano de negócio, tudo, tudo, mas com esperança de que é possível. Se eu me coloco à disposição e tenho seriedade, responsabilidade para fazer, Deus vai me dar caminhos, entendeu? É preciso as pessoas terem essa esperança também. Porque olha, eu
Saí desanimado muitas vezes de muito evento, falar: "Não, eu acho que não vai ter jeito". E depois eu fui vendo, não, pera aí, tem jeito. >> Eu já são três, né? Só só da E na vida tudo é assim, né? E e São Francisco de Assis, aquela frase famosa dele, quando você quer, tem uma coisa que parece impossível para você fazer, que que você faz? Faça o que for possível, comece com as coisas que são possíveis quando você Vê o impossível tá sendo feito, né? Isso mesmo. >> Então é assim, >> gente, é o seguinte,
eu já quero declarar para vocês e divulgar que nós teremos uma série com a editora Unitrino sobre colégio, sobre escola, sobre educação católica. Então não fique triste porque agora a gente vai terminar esse episódio, mas mas fique preparado porque tem muita coisa boa. Agora eu quero colocar duas coisas aqui na mesa. Primeiro tá aqui, ó, editora Unitrinos, vai lá no site, você vai ter a oportunidade de saber os colégios que utilizam já conhecer um pouco sobre o material didático. É um site muito completinho, tem tudo direitinho, ó. material didático, você tem a oportunidade de de
ver direitinho aquilo que que tem aqui, ó, com material didático, como que funciona. Olha, são materiais, ó, matemáticas, ciências, geografia, história, português, tudo Direitinho de acordo com a BNCC, com os valores católicos, com a com a característica confessional. E outra, gente, eu nem perguntei a ele se pode, mas se você quer abrir um colégio católico, fala no Instagram da editora Unitrinos que eu garanto que esse pessoal vai dar um jeito de pelo menos ajudar. Vai ou não vai? Com certeza >> vai dar um jeito. Então vai lá, fala lá no Instagram. Olha, eu queria >>
e a gente nem cobra, né, nada disso. Que Muita gente fala assim, quando você cobra para me ajudar, para me orientar, olha, sabe, eu recebi de graça. >> Uhum. E de graça assim, claro, dentro da minha possibilidade e os dois a mesma coisa, tem outros, tem todo mundo, >> é dentro da nossa possibilidade, o que a gente puder orientar, a gente tá à disposição. >> Então vai lá, procura, fala lá no Instagram, você vai ter a oportunidade de ser auxiliado e vamos fazer com que Essa proposta de colégios católicos possam crescer a cada vez mais
no nosso país. E prepare-se. Nós vamos nós começamos hoje essa série. Eu tô muito feliz. Lembre-se, você que é pai, você que é mãe, vai no colégio do teu filho, ele tem algo católico nele, diz assim: "Você já conhece a editora?" Tá e apresenta que às vezes o teu colégio tá fazendo de conta que tá tudo bem e ele tá com cabelo em pé, tendo que engolir o material didático que ele tá Usando. Então, pode ser uma ajuda. Fala com a diretora: "Olha, eu vi um editor 1 já são mais de 80 colégios no Brasil
inteiro e tal". Então, às vezes tá tudo, parece que tá tudo bem, mas às vezes no, no fundo, no fundo, a pessoa tá incomodado com vários materiais que são conhecidos no Brasil inteiro, mas que traz ideologia, traz marxismo. Então, só traz assim uma não é uma exigência, mas diz: "Olha, eu vi, conhece, assiste esse podcast aqui, olha o que esse pessoal Oferece". Então, isso aí já com certeza pode ser uma luz para tu, pro colégio que teu filho estuda, tá bom? Até a próxima, né, Daniel? Obrigado. Muito boa conversa. Primeira de várias. Vamos preparar aí,
turma. Vai ser muito bom. Obrigado, viu? >> Eu que agradeço. Obrigado pelo convite, Guto, de estar aqui com você. É um prazer, uma alegria muito grande. >> Muito bom, André. Show de bola. >> Muito obrigado. Oportunidade de estar Falando um pouquinho, né? E Deus abençoe a cada um de vocês aí. >> Eduardo. Vamos lá. Primeiro dia. >> Obrigado. Muito obrigado. Se Deus quiser, vamos voltar e claro que Deus possa trazer esperança aí para muitos que querem entrar nessa nessa missão também. Aí você pode dizer: "Eu queria saber tudo. Eu queria terminar o podcast e abrir
um colégio." Gente, cada caso é um caso. Então, procura a Unitrinos que eles vão te ajudar. Já tem um material Didático, já é um passo importante e eles vão te ajudar em relação como formar professores e tantas outras coisas. Vai lá, Deus abençoe. Obrigado a Unitrinos pela presença e até o próximo Santo Flow, se Deus quiser. Tchau, tchau.