é muito bem continuidade então mais uma vez ao isso e agora nós vamos abordar assistiram grosso e a porção final mais distal do intestino delgado que é um minuto o diferencial o e tu já postou no intestino delgado que é um mini ou oi tudo bem tudo bem aqui apenas porque nós faz bom então é uma as peças plásticas o que que nós temos aqui com estrutura do intestino grosso da serra e deixar grosso que tem uma forma bacteriana importante certo o intestino grosso que é responsável por ao longo do seu trajeto realizada absorção da
água tudo bem informar cada vez mais fezes sólidas tá certa naturalmente que se nós imaginarmos o trajeto das vezes ao longo das configurações ever estávamos aqui é do do intestino grosso as alterações ao longo deste movimento a fé e escutando é fácil imaginar um sonho por o casamento de fecalomas ou obstruções em que incorreram motivos que formem aqui uma bud 3 horas naturalmente ocorreram principalmente do lado esquerdo nessa estrutura que umas você conhecer como ocorre descendente e colo sigmóide são estruturas mais de sais nas posições finais algumas as posições finais do intestino grosso muito bem
e só vamos lá dito isso vamos apenas esquematizar como funciona o intestino grosso nós temos aqui o perdão nós temos aqui o dito isso pessoal é vamos esquematizar como é que funciona o intestino grosso é nós temos aqui a dizer compradora do íleo no intestino grosso e suas vemos nas peças lá a papila ileal tudo bem abaixo da família real a porção do intestino grosso que nós temos oi tudo bem o e uma projeção da mucosa deste século uma projeção possa forma essa estrutura é uma lógica local que eu apêndice vermiforme e acima dá para
ver legal nós vamos ser o primeiro colo ou como tanto faz mas anatomia é aquela o col tudo e colo ascendente porque ele é o sentido e proximal para distal na estrutura que nós temos ocorre o início ascendente da me chama de corte direito e colo assim o acidente formará uma curvatura tá a editora vocês vão estudar aula professor vaga mas sou a curvatura aqui chamada de flexura cólica direita ou flexura hepática tudo bem pessoal só nós temos a flexura cólica direita essa curva e muda por dentro do forró acidente para o colo transverso tudo
bem flexura cólica direita ou flexura hepática e assim chamada pela sua íntima relação com o e aí e outras vezes aqui vai deve censura cólica direita até a frente e também é chamar a clínica de chamar me explica referência o braço então ainda uma relação da frente super cidade resta frescura aqui nessa curvatura um básico também faz com que ela possa ser chamado de flexura esplênica uma observação relevante aqui é que naturalmente que não tem que você não órgão muito mais e mais pesado o fígado empurra a prática de modo de maneira geral sistêmicas observarem
preferencialmente os exames de imagem a mais alta num plano superior em relação o desenho não está tão claro mas eu tentei representar aqui um pouco assim não podem nos e ele é mais alta do que a flexura cólica direita uma outra observação relevante aqui é que nós temos o momento certo os mesocólon o aprendente seguram é o as por o grosso é na parede bom com vocês mas saibam que dependendo da extensão do mesocólon tá entendendo da extensão não eu aprendi é a cor sou o peritônio que prende o colo transverso é e dependendo e
dependendo do enchimento cardíaco o mesocolo transverso é torna-se portanto um móvel então ele pode ir ele pode estar localizado dentro aí a região da cicatriz umbilical até mais inferiormente na sínfise pública só às vezes nós podemos observar é exame de imagem em que o colo realmente cola o processo está é bonito como mostra usadas faz semente acontecer no colo transverso e não tem é claro né mas não é muito louro alguma coisa que desocupe o órgão para órgão onde ele não deveria estar mas podemos encontrar em condições de fisiológicas por qual o transverso lá e
continua aqui da abertura política esquenta mais ou menos ali a região é a região lyrics e aí nós temos o qual a principal desce colo descendente colo descendente ou fora esquerdo da serpente na clínica você chamar de fora escrevi também mas nós temos aqui o colo descendente de reparo tecidual cola secol também não tem problema depois nós temos aqui uma porção que vai formar um é se tu vendeu bolo chamado de fogos sigmoide tudo bem pessoal colo sigmóide pode ir então para o reto a ampola o maior dilatação de permite é o maior produtor de
tv bom e depois de curtir o canal para não mas nós vamos usar um grande e as faturas controlam o mecanismo de defecação de maneira geral e aí oi e o óculos de explicação condições fisiológicas normais pode ser quarta um lápis iva até a região do canal não então e pode naturalmente constante fisiológicas aqui tudo bem pessoal bastante distante porque eu não te há um ano eu não consegui muito bom mas vamos ver nas peças anatômicas que tô certa até o pó você que morde aparente tanto inté e é possuem particularidades que é diferenciam dessa
região aqui do reto que não tem essa estrutura que nós vamos ver observar a ser criança fazemos observar as atuações nos vamos aqui objetivo observar os apêndices apêndices pequenos aprendizes poderosos chamados de apêndices omentais tudo bem pessoal nós vamos é quem tem estudar e aí e dá para visualizar dá para diferenciar essas estrutura e quando houver do vento e sol e nessa e aí se vocês se lembram que nós temos aqui o mesentério tudo é segurando o jejuno eo íleo aí o interior resolvido homem portanto eu tenho uma temos aqui de julho índios são órgãos
intraperitoneal o compromisso de rica aqui tudo bem fazendo super g1 a nossa do continuidade a região aqui tanto ascendente quanto descendente o colunista são paulo é uma outra verso e é um órgão intraterritorial e tem relação com o aumento maior pela somos e na áudio peritônio omento é apenas vimos na aula de tô logo até aqui a região do colo transverso tudo bem eu tenho medo foto em qual signo hoje também que uma porção aqui é queen o quê e aí e aí o momento e no canal anal dessa forma nosso dividimos rapidamente os compartimentos
como funcionam o a funciona oi e a partir de agora nós vamos lá umas peças práticas as peças anatômicas para que nós possamos mostrar para vocês é importante ênfase nessa região é bom pessoal para que nós possamos estudar então a a parte prática das peças anatômicas no intestino grosso já vou adiantar que aqui eu vou demonstrar as particularidades de e é principalmente focando bastante de no século na transição entre ílios eco intestino grosso certo que faz parte é que faz parte do intestino grosso naturalmente depois nós vamos mostrar as qualidades que havia mencionado que o
intestino grosso tem indo certo até o colo sigmóide se se recorda acredite das abstrações as tênias tudo bem mas a parte é sobre os mesocólon sapart sobre o mesentério do intestino delgado é como o peritônio se comporta omento maior todas essas características vão ser abordadas na aula de peritônio tudo bem pessoal ó o que que nós temos aqui então aqui eu já observamos no segmento aqui um corte do século e do cólon ascendente eu sei disso justamente pela identificação dessa estrutura que a papila ileal vamos retomar que nós havíamos falado na aula de intestino delgado
e nós observamos aqui as obs o filho recorda esse duílio para ver mencionado certo nessas pregas circulares esparsas sério vai penetrar vai entrar dentro do intestino grosso por causa uma invaginação no intestino grosso formando esta papila esta parafina denominada papila ileal é formada por dois lábios é que é muito simples identificavam como nós estamos posicionando aqui ocorre os eco está aqui infelizmente o qual ascendente está aqui superiormente nós sabemos que este lábio aqui é um lábio milho cólico é que o lábio íleo-cecal juntos vamos formar um frênulo tudo bem é mais de qualquer forma frênulo
do hostil é ilegal formando aqui então qualquer forma o óstio ileal certo o ócio ideal é justamente por onde passa faço o conteúdo do íleo em direção aqui a o intestino grosso imagine que uma pressão aqui nessa é uma contração nessa região faz com que esses lados se aproximem fechem a papila leal impeçam no refluxo em direção ao milho tudo bem pessoal é importante observação nessa estrutura inclusive é nos exames de colostomia pode-se visualizar até essa estrutura que muitas vezes até observar com bastante detalhes aqui essa região é procurando penetrar no e o digital certo
mas de qualquer forma é importante que vocês reconheçam essas estruturas quando nosso fechamos aqui é como nós fechamos aqui vamos fechar nossa você fechei o milho certo nós fechamos aqui esta porção do intestino grosso reparem então se formou estas essa projeção aqui tanto para frente para perdão para superior aqui formando o colo ascendente quanto essa porção aqui inferior que justamente o século o século portanto ele é cê e do cólon ascendente justamente pela papila ileal é sempre nos identificamos por isso que eu já comecei assim colo ascendente sério muito bem então nós temos o certo
aqui certo demonstrado onde estou pegando com a pinça e nós temos uma evaginação é da mucosa do século é por favor dessa estrutura aqui que tem uma função imunológica local que é o apêndice vermiforme este apêndice vermiforme aqui é importante porque naturalmente a sua ele é localizado na fossa ilíaca direita importante vocês saibam disso naturalmente pode haver várias variações anatômicas tudo bem mais de maneira geral a população é possui o apêndice localizado na fossa ilíaca direita massa ele pode até ser projetar papel em menor imaginem vocês certo então é diagnóstico de apendicite devem ser realizados
aí com sintomatologia adequada com clínica adequada certo e é uma série de exames de imagem aqui para mim tem um diagnóstico acertado tudo bem pessoal então nós temos aqui williams evocando no intestino grosso formando o século e qual ascendente e nós temos é o apêndice vermiforme o apenas mostrar para vocês é novamente aqui em outro estrutura mas mais bacana mais exuberante quem que nós temos nós temos o íleo do lembrando que o íleo é a porção é é a porção distal a porção final do intestino delgado desemboca no intestino grosso formando até exuberante papila que
bacanas temática bem bacana de ver a papila ileal certo papila ileal é que um se forma uma valva que na clínica chamada de válvula de bauer certo é é um válvula perdão válvula de válvula imagem de qualquer maneira é o que impede o refluxo esta papila ileal importante do que impede o refluxo do conteúdo fecalóide aqui da do intestino grosso e direção auxílio tudo bem aqui mesma forma nós e quando nós fechamos a mucosa mas observamos aqui o século tá certo e esta projeção que é o apêndice vermiforme não tem segredo nós já observamos aqui
essas várias pregas aqui e certo essas pregas [Música] essas pregas da mucosa que características do intestino grosso e vou mostrar para vocês uma continuação essa agora uma outra peça e esta peça aqui que é a peça é a peça de cólon ascendente tudo bem nós vamos continuar que reparem mesma lógica vamos identificar aquele vejam o íleo certo vamos posicionar os posicionar corretamente o que a peça então nós temos o íleo william vai desenvocar no intestino grosso vou abrir para mostrar para vocês ele vai desenvocar no intestino grosso formando de fato formando de fato a papila
ileal certo comanda para filial formou uma filial separou esse é o paulo acidente beleza você possa ambiente e nós observamos aqui a projeção do século que é o apêndice vermiforme muito bem separando aqui nós temos então vou colocar aqui tudo bem mas lembrem-se que é o cólon ascendente tá só nós temos aqui o colo ascendente o que que nós possamos identificar aqui aqui nós vamos pegar essa festa apenas para demonstrarmos aqui as características e maneira gerais aqui as características de maneira geral que possibilitem a diferenciação do século até o polo sigmóide para então ir para
o canal anal tudo bem lembrando que essas estruturas topográficas serão novamente abordadas na aula é do professor wagner de perito em tudo bem pessoal de qualquer forma nós observamos aqui uma série de pregas e exuberantes aqui pregas essa que não sei se vocês conseguem reparar mas isso entregas são chamadas pregas semilunares e essas pedras similares uma musculatura circular móvel reparem aqui né então nós temos uma praga se dronar aqui outra prega semilunar que certo outra prega simulando aqui outra aqui e assim por diante estas pregas ser mais ao se contraírem elas permitem que se formem
saculações olha como que fica de fora né do lado do sistema do órgão permite que formem se forme saculações que também são chamadas de austrália ções tão exaustos do intestino grosso são justamente essas saculações formados pela aplicação destas pregas ser milionários não somente também nós temos vários apêndices é vários apêndices a de poços ao longo é reparem aqui a princesa de povos ao longo da extensão do intestino grosso são chamados de apêndice de voz ou apêndices omentais ou até menos apêndices epiplóicos tudo bem mas de qualquer forma estes apêndices é tão presentes no no reto
tudo bem pessoal no reto ou canal anal e o finn e por fim também nós temos que observar essa estrutura aqui que nós estamos observando aqui é bem evidente então um centímetro aqui é de largura que é nada mais é do que um feixe muscular longitudinal bastante condensado o que há de melhor quênia é que que a tênia estou vendo que atende aí livre essa aqui é a pena livre porque é a pena que nós logo de cara já podemos observar se nós observamos nesta vista mais interna em que nós tivéssemos aqui o mesocólon mas
também teremos a tênia mas o cólica tudo bem não colo transverso nós teremos também a tênia omental que é o local aí de inserção do aumento maior quando ele sai do lembrando que ele liga o homem do maior do cola trânsito e aqui o paulo transverso até a curvatura maior do estômago ou vice-versa tudo bem pessoal de maneira geral é importante que vocês se conheçam essas estruturas para que vocês possam é diferenciar os diferentes segmentos do intestino intestino delgado intestino grosso e compreenderem como é que funciona é toda todo o processo de digestão anatomicamente falando
e continuando o estudo sempre bom pessoal para que nós possamos finalizar aqui então o estudo do intestino o tanto que eu gado quanto o grosso 11 mostrar aqui para vocês eu estou pegando aqui ó tudo que eu estou pegando aqui e intestino delgado certo eu sei disso justamente pela localização do mesentério que essa estrutura aqui do peritônio que vocês vão estudar com o professor wagner tudo bem nós podemos retomar estas características depois quando nós vamos retornando aqui no intestino delgado nós observamos aqui justamente um ângulo que o havia mencionado a flexura que a flexura duodeno-jejunal
certo nós temos o duodeno vindo para cá e formando a flexura duodeno-jejunal que irá é formar o jejum está certo naturalmente reparem como o intestino delgado é bastante longo está solto aqui para motivos didáticos pode ser que também secado nesse sentido nós vamos seguindo e reparem que é difícil nós dividirmos o que é jejuno e o que é hiro se nós não fizemos o estudo daquela maneira que eu já mencionado da mucosa tá certo tendo feito essa consideração nós observamos aqui nós localizamos aqui o século outras ético havia mencionado apêndice vermiforme então aqui trata-se do
íleo com certeza o íleo terminal que nós nos falamos né na clínica mas aqui apenas ir eu tô certo natura então ir vai desembocar no intestino grosso vai vai ter aqui o século e para cima o colo e com colo ascendente ou o colo direito aqui nós temos o apêndice vermiforme quando dando continuidade então nós temos é de fato o colo ascendente vai seguir vai subir vai acender em direção ao ao fígado onde formaram a flexura que está descer cada que naturalmente esta flexura vai ser chamada de flexura cólica direita que você mencionar também chamado
de flexora flexora hepática essas era formar a o colo transverso o colo transverso reparem a identificação para ver mencionado né está bem cercado aqui tá um pouco difícil de vermos você ainda resquícios de apêndices omentais tudo bem e também do local de inserção do aumento maior que não é por um momento agora para trás tudo de qualquer forma o colo transverso vai poder lembre-se colo transverso pode está na altura na altura da a atriz umbilical mas em casos extremos pode estar lá embaixo lá na sínfise pública que eu havia mencionado é o colo transverso ele
irá se continuar aqui mais alto reparem né a flexura é a flexura cólica direita perdão a flexura cólica esquerda ou flexura esplênica né justamente por ter relação com base que daqui foi retirado ela vai passar então de colo transverso para colo descendente tá certo vou retirar aqui para rebater para você observar com mais detalhes nós temos aqui atrás perdão aqui está o baixo a pessoal então nós temos aqui o braço nós temos o braço é o a flexura cólica esquerda formando o colo descendente do cólon descendente vai nós podemos observar que uma série de tanto
a saculações as alterações que eu mencionei quantos apêndices omentais apêndices epiplóicos do apreensiva depósitos certo formando então este é esse aqui com havia mencionado o emoji e nós vamos observar aqui mas lá dentro certo posteriormente aqui na região é indo em direção ao períneo nós temos então o reto certo e no reto depois canal anal como havia mencionado então é desta forma que nós localizamos aqui mas nada de nada serve estudar é todas essas alças intestinais sem estudar passo a passo cada uma daquelas estruturas o que define o intestino delgado intestino grosso a função de
cada uma tudo bem pessoal então por enquanto é só bons estudos