e agora com muita alegria e nós temos entre nós o nosso irmão Jorge ela racanto lá de Rondônia estávamos aqui conversando que a preocupação que nós tivemos ele iria estar conosco na conferência Regional Espírita aconteceu um pequeno pequeno acidente fraturou o braço mas está aí firme e forte divulgando a doutrina espírita com muita maestria Olá seja bem-vindo Jorge votos de paz e luz e Deus ampare no trabalho de hoje fora da caridade não há salvação o olá para todos um feliz aniversário para Nossa Casa André Luiz e uma boa tarde muito especial para o Alan
para Fátima para você Marcos e para todos os que estão ligados conosco através dos vários canais que transmitem hoje a nossa Live é um prazer imensamente grande poder retornar à Feira de Santana realmente foi na semana que eu iria viajar que eu tive o meu acidente no braço mas a gente agora retorna para continuar o trabalho nesse local maravilhoso da princesinha do Sertão nós na verdade hoje temos para conversar sobre um assunto muito importante muito significativo dentro da Leitura que a doutrina espírita nos apresenta mas para que a gente possa entender o contexto dessas coisas
todas e nós precisamos voltar ao século 19 voltar ao período em que essa eclosão de fenômenos mediúnicos começaram a acontecer por todo o mundo a história da doutrina espírita e Mais especificamente do espiritualismo moderno nos fala que no ano de 1848 aconteceram uma série de fenômenos bem conhecidos de todos nós os fenômenos de Raios viu aonde nós tivemos o primeiro fenômeno registrado anotado e com atestado de acontecimento dado por uma universidade foi a Universidade de Nova York na figura do seu reitor chamado Joseph Edmundo e depois de três investidas para a investigação do fenômeno da
o laudo informando que efetivamente os fenômenos eram legítimos os fenômenos mediúnicos impressionantes que aconteceram durante aquele período que levaram a vários pesquisadores produzirem diversos textos científicos sobre essa questão e não tardou para que também na nossa nossa Europa além-mar do outro lado nós começássemos a ver também um conjunto de outros fenômenos assemelhados chamado de mesas girantes as mesas girantes eram um fenômeno através do qual os espíritos se manifestavam pela mediunidade de efeitos físicos produzindo movimentação não só de mesas mas de objetos de maneira geral e como as mesas eram muito utilizadas nesse período as pessoas
passaram a chamar Esse fenômeno de mesas girantes que de certa maneira tomou conta da sociedade europeia da época principalmente a sociedade francesa sociedade alemã sociedade inglesa e até a sociedade italiana com todas as restrições que a Igreja Católica tinha naquele país e ainda assim a dia ouvi muitas manifestações de fenômenos de efeitos físicos médiuns extraordinários surgiram nesse período como Florence Cook na Inglaterra eusápia Paladino na Itália douglas-home também na Inglaterra tivemos a madame d'esperance que era estado tenta na França como na Inglaterra e muitos outros personagens interessantíssimos que compuseram a base dos grandes médiuns desse
período e não tardou para ti vários cientistas começasse a estudar o fenômeno Espírita tivemos na Inglaterra ou próprio William krooks estudando a mediunidade de flor em escudo tivemos se Arthur Conan Doyle também estudando a história do Espiritismo Alfred Russel Wallace aquele que iria ser um grande colaborador de dar o e no processo de análise da evolução das espécies também tem uma contribuição muito efetiva dentro do Espiritismo tivemos na Itália há duas figuras muito importantes como césare Lombroso um dos personagens muito importantes desse cenário e Ernesto bozzano grandes estudiosos dessa área do conhecimento que trouxeram obras
magistrais sobre o mecanismo da mediunidade o fenômeno espiritual como que se davam as manifestações mediúnicas também tivemos a contribuir é Alexander aksakov grande contribuidor do conhecimento da Rússia que produziu obras interessantíssimas sobre materialização sobre desmaterialização tão trouxe contributos muito bons muito bons mesmo e da própria França também e tivemos homem como homens como Charles Fischer Gustavo e Shelley Gabriel delanne tivemos e vários nomes ali até contemporâneos de Kardec como sendo o Camille flammarion e muitos outros que se juntaram apresentando discussões analisando e comprovando a veracidade do fenômeno espiritual da sobrevivência da Alma da espiritualidade o
fenômeno da comunicabilidade dos Espíritos a mediunidade nas suas diversas expressões foi objeto de estudo de vários pesquisadores ao todo quando fazemos um levantamento no século 19 82 sábios de diferentes países trouxeram seu contributo investigando e escrevendo sobre o fenômeno Espírita não tendo nenhum desses homens se convencido da inexistência desse fenômeno mas sim pela realidade de a alma sobrevive ao corpo se comunicavam com os vivos e era possível portanto saber como se dava a relação do homem com o mundo espiritual e é impressionante a quantidade de pessoas que estudaram e comprovaram a existência de tudo isso
mas o que salta aos olhos de todos nós é que foram tantos os pesquisadores foram tantas as obras que foram escritas tantas e apenas dois pesquisadores desses foram aqueles que se debruçaram sobre o muro da imortalidade não apenas Para comprovar que a imortalidade existia mas para entenderam o que se escondia para além do fenômeno em si através das consequências Morais da compreensão de que Existe vida após a morte e a quase totalidade dos pesquisadores se contentou em estudar o fenômeno e comprovar a existência da imortalidade comprovar a comunicabilidade dos Espíritos trazer para a humanidade a
certeza de que a vida continua e seus estudos paralisaram exatamente nesse pó dois pesquisadores porém não se contentaram com isso fizeram uma leitura bastante diferente de tudo isso passando para a história com obras extraordinárias com relação ao que produziam o que eles nãose detiveram ao fenômeno mas foram investigar o que se escondia em termos de Conduta do homem em relação a tiro o que era possível escolher das Comunicações que recebiam esses dois pesquisadores chamavam-se Allan Kardec pseudônimo de política León Denizard Vaio e Leon Deni esses dois homens foram os únicos que viram o fenômeno da
imortalidade e disseram precisamos investigar mais a fundo não a existência do fenômeno mas o que é que isso impacta no homem Qual é a consequência para a história da humanidade a partir do momento que descobrimos que essas questões todas são verdadeiras é isso porque Alan Kardec de maneira majoritária e em seguida Leon Denis foi seu discípulo Tomara o fenômeno Espírita e disseram não é suficiente saber isso nós precisamos fazer uma investigação moral de tudo isso e faz muito sentido porque veja os homens estudavam a imortalidade e dizer um sim Existe vida após a morte existe
sim a continuidade da existência mas Kardec se debruçou investigar o seguinte como devem como devem os homens viver inspirados naquilo que se descobriu porque a primeira Grande descoberta filosófica de Kardec foi perceber que havia uma vida após a morte é mais um os que estavam do outro lado da vida não estavam na mesma condição de felicidade era possível perceber através dos fenômenos espíritas dos fenômenos mediúnicos que aconteciam que alguns que se comunicavam estavam felizes estavam felizes outros que se comunicavam não estavam tão felizes e outros estavam profundamente infelizes então Kardec começou a investigar não somente
a existência do fenômeno mas ele começou a dizer hora se existe uma felicidade e uma infelicidade futura significa dizer que a alguma coisa muito provavelmente que pode estar interferindo fazendo com que os indivíduos do lado de lá possam ter uma condição mais ou menos feliz esse ponto de partida é que transforma o conhecimento é uma doutrina espírita não fosse cardetti interpretar as consequências Morais do fenômeno o espiritismo teria sido legado a humanidade apenas como um conjunto de experimentos que comprovou que não existe a morte mas o que fez Kardec começou a investigar e dizer hora
se esse está bem E esse não está bem esse tá mais ou menos está péssimo vamos interpretar o que que tem de semelhante na vida deles do lado de cá que possa interferir na vida do lado de lá foi esse raciocínio que fez com que a gente eu tivesse o surgimento da doutrina espírita já na primeira das obras de Allan Kardec o chamado Livro dos Espíritos já se observa um arcabouço moral profundamente robusto nessa obra e o Livro dos Espíritos que a primeira das obras de Kardec produziu poderia ser uma obra para investigar um fenômeno
espiritual para investigar a comprovação de vida após a morte não mas ele não vai fazer isso até que não se der tem na obra O Livro dos Espíritos em a prova apresentar experimentações científicas que comprovasse a existência da reencarnação da mediunidade da lei de causa e efeito da imortalidade da alma não ele não faz isso tanto que o começo da obra lá em cima já disse filosofia espiritualista ele não vai avançar nos aspectos científicos mas ele vai aprofundar aquilo que era essencial para o ser humano que era analisar a conduta do indivíduo para ter acesso
a felicidade ele começa a ler dentro do código que ele percebia de Conduta das pessoas que de a assistir do lado de cá uma regra de experimentações que nós deveríamos viver para alcançarmos a felicidade Ah e quanto mais Allan Kardec promoviam o processo de investigação do comportamento dos homens para entender a sorte na vida futura mais a doutrina espírita se em robustecia nos aspectos que tocaram a questão da religião quanto mais ele avançava tentando entender como deveria ser o comportamento humano para que nós conseguimos ter almas felizes mas ele tocava nos assuntos que as religiões
tocam-se nós bem percebermos todas todas as religiões antigas todas de povos que nunca se falaram que nunca estiveram próximos que nunca se relacionaram possuíam nas suas religiões com as diferenças que tinham quatro pontos de similaridade não existe quatro aspectos em nas religiões antigas que eram semelhantes mesmo em povos que nunca haviam se encontrar interessante isso primeiro ponto que era comum a existência de Um ser superior que criou tudo quanto existe Não importa se são vários Deus esse é um Deus só como são esses Deuses eu vou comecar até desse Deus não interessa mas todas todos
esses povos eu tinha uma leitura de que havia Um ser superior que criou ou seres vários que que criou tudo quanto existe tudo esse é o primeiro ponto segundo ponto que todas as doutrinas tinham todas todas elas diziam que no homem além da parte corporal existe é uma parte espiritual e sobrevivia a vida material sobrevivia a morte continuar viva após a morte isso é profundamente interessante o que comete os povos que não se conheciam que não tem um contato entre sítio Todos falavam a mesma coisa não tem nós algo de espiritual e sobrevive a matéria
que vai viver após a morte essa verdade da existência da Alma ela existe entre todos os povos média dos caldeus babilônicos assírios acadianos todos fenícios egípcios gregos Romanos sumérios qualquer um e é muito curioso até mesmo aqui na Amazônia aonde nós não tivemos contato com as regiões da Europa e da Ásia os nossos indígenas daqui também tinha a mesma informação do Deus Tupã que tudo criou e a parte de nós espiritual e existia e que sobrevivia a matéria terceira parte que todas essas religiões possuíam em todas as religiões diziam que existe um código esses Deuses
ou esse Deus ele tem um código de conduta Oi e esse código de conduta ele tem que ser vivido quanto estamos na terra os códigos podem variar em alguma coisa mas eles são convergentes na questão amor da vida boa de se fazer bem aos outros e não se prejudicar os outros é um código muito convergente em termos de ideias e todas as religiões falavam desse código e a quarta parte que todas as religiões também traziam semelhantes é que após a morte essa alma essa parte espiritual de nós ela iria para o mundo espiritual e ela
seria julgada haveria um tribunal com esses vários Deuses ou com esse Deus Criador de todos nós E esse Deus ou esses Deuses julgariam as pessoas o e estabeleceria um para elas um um destino Quem obedeceu O código vai para um lugar bom que ele não obedeceu O código vai para um lugar ruim então vejam quatro partes no criador uma alma um código eo julgamento O Livro dos Espíritos de Allan Kardec a primeira obra Espírita tem quatro partes a Deus é a criação que é o criador o mundo espiritual e a alma o código que são
as leis Morais e por último penas e gozos que a parte do julgamento tão vejam como a doutrina espírita foi se estruturando como Allan Kardec foi constituindo um arcabouço doutrinário do espiritismo e foi aproximando a doutrina espírita de uma doutrina de reflexões Morais muito Profundas muito Profundas ele foi percebendo a importância da vivência de alguma coisa para garantir aos homens a felicidade futura na questão 982 de O Livro dos Espíritos o Allan Kardec Interroga os espíritos assim é necessário crer no espiritismo e na manifestação dos Espíritos para garantir uma boa sorte na vida futura ou
seja para que eu fique bem do lado de lá tem que ser Espírita ser a grande pergunta e os espíritos respondem dizendo que não tinha isso não é assim mas a chave para a felicidade do lado de lá chamava-se prática do bem a prática do bem era o elemento essencial que poderia conduzir a nós a certeza de que nós estaremos bem do outro lado então Kardec compunha aí a partir das informações que os espíritos lhe davam um código moral e que ele chamava de as leis Morais aonde nesse conjunto de verdades Morais assinalava como deveria
ser a conduta dos homens para garantir a eles depois da morte uma condição satisfatória os espíritas e esse chamado código as leis Morais Kardec tratou diversas questões que estão contidas em um Livro dos Espíritos desde a questão 614 até a questão 919 a que encerra todo o arcabouço de reflexões do comportamento dos homens para fazer com que eles possam de alguma maneira usufruir da felicidade no mundo futuro e essa discussão iria ser uma preocupação constante de Kardec vamos perceber ao longo de toda a construção da codificação kardequiana uma preocupação muito grande com o aspecto moral
quando ele ela Bora O Livro dos Médiuns na introdução ele já coloca essa obra não pretende ser apenas um manual puro e simples da mediunidade para que não corra o risco das pessoas se apropriarem desse conhecimento achando que a partir do que elas sabem Elas podem fazer o mau uso desse conhecimento por isso apesar de podermos ter poder de podemos ter feito um livro mais fininho sobre isso preferimos fazer uma obra mais volumosa mas enxertando em cada capítulo orientações Morais em todos eles para que ninguém se apropriasse do Livro dos Médiuns e o saci aquele
conhecimento de maneira apartada da nesse é uma conduta Moral condizente com aquilo que ele apresentava então já a segunda mensagem de Kardec a segundo livro O Livro dos Médiuns também vai trazer uma preocupação nesse sentido durante as várias reuniões mediúnicas que vão acontecendo desde o começo da estruturação do Espiritismo Kardec vai percebendo essa diferença dos Espíritos que se apresentavam de maneira distinta em termos de felicidade do mundo futuro ele vai reunir essas informações ele vai juntar essas comunicações e em 1865 ele vai produzir uma obra que vai trazer a lume várias manifestações mediúnicas ao todo
ele vai produzir uma obra que tem 68 casos de espíritos em condições diversas no mundo espiritual essa obra se chama o Oi e o inferno a obra O céu e o inferno é exatamente para dizer isso como ficamos nós após a morte vamos ficar bem ou não vamos ficar bem e reunindo essas 68 situações esses 68 casos de espíritos que se manifestam nessas reuniões mediúnicas ele vai nos ofertar informações preciosíssimas sobre a questão de como devem proceder os homens para garantir da sua felicidade na vida futura essa obra o céu eo inferno ela é composta
de duas partes uma primeira parte teórica e uma segunda parte chamada a parte prática a onde estão esses 68 casos e esses 68 casos estão divididos em capítulos que ele em fechou espíritos em situações semelhantes o primeiro dos Capítulos é chamado espíritos felizes aonde ele reúne 18 casos de espíritos que estão muito bem no mundo espiritual muito bem o segundo Capítulo e vai mostrar espíritos em condições medianas Eles não estão bem também não tão mal mas tão mais ou menos no mundo espiritual o capítulo número três espíritos sofredores as almas que estão ruim no mundo
espiritual Capítulo 4 os Suicidas capítulo 15 é criminosos arrependidos Capítulo 6 espíritos endurecidos almas endurecidas que não conseguiram mudar Capítulo 7 ele vai falar sobre a situação dos chamados expiações terrestres que eram espíritos durante a Encarnação na terra que tiveram uma experiência e ele então vai conversar com esses espíritos após a morte para entender como é que eles estavam do lado de lá da vida então nessa hora a gente observa nesse painel que Kardec coloca que os espíritos não estão na mesma condição que eles não estão da mesma forma no mundo espiritual e o que
é mais interessante a gente fala TAM e no nosso mundo nós temos tanto sofrimento que raros são aqueles que ao desencarnarem ficaram numa situação satisfatória após a morte mas o que que a gente observa nessa obra de Kardec que o capítulo mais volumoso o que reúne o maior número de casos não é de Suicidas não é de sofredores não é de criminoso arrependido na descrição preciso nós nada disso o capítulo mais numeroso é o dos Espíritos que estão em condições felizes hoje são 18 casos eu me dei ao trabalho de estudar esses 18 casos para
saber o que é que eles tinham de semelhante para eu poder dizer a Então esse é o caminho para você ficar numa condição boa que que eu descobri Eu descobri que nesse capítulo havia homens e havia mulheres havia jovens e havia velhas havia pessoas que tinham sido cristãs e outros que não tinham sido Cristão descobri pobres e descobrir ricos o meu Deus O que será que tem aqui que faz com que essas pessoas sejam realmente a espíritos felizes elas são muito diferentes entre si e o que é que a gente pode perceber na literatura para
designar a razão em janeiro para que isso se vê Eo que se observa na relação desses espíritos e eu só pude perceber na segunda leitura na primeira não consegui ver eu fiz um quadro para poder descobrir a gente é pobre rico isso aqui assim todas diferentes mas havia uma conduta que atravessava todos os casos e que apontava que eles eram espíritos felizes descobrir Capítulo 2 que fala sobre a os espíritos em condições medianas são aqueles em condições medianas São só seis casos que tem lá por isso aí eu fui pegar para tentar descobrir o que
é que eles tinham e descobri eles estão bem tenham a conduta que é muito semelhante entre eles sabe o que é que tem de comum entre os entre os casos de espíritos em condições medianas a obra de Kardec de Jesus que estão em condições medianas são espíritos que se apresentam como cumpridores das suas obrigações e ninguém tem nada o que reclamar dele são pessoas que fazem tudo certo tudo correto ninguém pode reclamar dele porque eles Nunca deixaram nada pela metade foram bons pagadores foram responsáveis cumprir com todas as obrigações que o mundo eles pediam entregaram-se
com o para fazer o dever foram excelentes cumpridores do dever quem desencarna e que viveu na terra para ser um cumpridor dos seus deveres não deixou tendência não deixou nada em aberto mas obedeceu tudo aquilo que a vida pediu para que ele fizesse dentro daquilo que lhe era exigido são os que ficam em condições medianas Oi e a característica mais presente de atravessa todos os casos dos espíritos em condições felizes fossem ricos pobres fossem novos velhos religiosos ou não do passado ou do presente homens ou mulheres Esse é um atributo que ele que eles têm
chama-se ele chama esses espírito de prestativos esses espíritos que tinha essa característica e diz possuíam uma conduta eles eram prestativos ou seja eles se importavam com o outro quando eu sou cumpridor das minhas obrigações eu não estou nesse patamar eu compro as minhas obrigações para ter o dever os prestativos são os que vão além do dever são os espíritos que se entregam à vida cumprindo a lenda aqui no dia vida mistério e são prestativos porque o que se interessam pelo semelhante porque se sacrificou em favor do próximo porque fazem algo em favor de alguém transcendendo
a obrigação de deveriam ser então Kardec Analisa por aí e a característica essencial para garantir a felicidade na vida Futura é nós nos entregarmos para fazermos além do nosso dever estando preocupados com semelhante e quem não se preocupa com o outro quem não se preocupa com o próximo que não exerce na sua vida um trabalho de observação dos que estão em seu derredor esses não estão Arcadas para serem espíritos felizes e nesse sentido como que a doutrina espírita trata esse tipo de Conduta como é que ela apresenta isso para nós Allan Kardec vem trazer dentro
de suas obras essa esse comportamento de ser sensível à dor do outro de se comover com a dor das pessoas e ser capaz de entender o que se passa dentro do outro de colocar o amor em Ação ele chama isso de caridade e não é caridade no sentido como a nossa sociedade muitas vezes ver como sinônimo de esmola não é a caridade no sentido de ser uma pessoa que dá para os pobres bens materiais Não é esse sentido a caridade no sentido de sentir-se e dente o autor sofre sentir a dor do outro como se
fosse a sua e a partir daí realizará algo de socorro pelo semelhante se não necessariamente algum material pode aparecer mas também necessário que seja porque a caridade a gente precisa fazer não é somente nos aspectos externos ao nosso lar a gente faz caridade dentro de casa e aí quando eu faço caridade dentro de casa não estou me referindo apenas de materiais estou me referindo a paciência o amor a compreensão a renúncia o sacrifício o perdão e todos os esforços de Conduta que a gente e toda vez que eu me movimento além do dever no sentido
de socorrer alguém eu estou praticando um haste vida e quando eu renuncio ao propósito de entender o outro eu estou na verdade negando com o meu dever de ser uma pessoa solidária de ser alguém envolvido com a dor dos semelhantes e consequentemente alguém que faltou com o dever de ser uma pessoa caridosa sentido que o espiritismo nos oferece é de sermos prestativos de sermos entregues para irmos além do dever e eu fui exatamente inspirado nessa ideia de que nós devemos realizar a caridade fazer o bem ao próximo de Kardec pergunta aos espíritos na questão 886
de um Livro dos Espíritos O que é a caridade Como Jesus a entendia e eles então respondem a Kardec benevolência para com todos estão você tem que ser bom com todas as pessoas indulgência para com as faltas do próximo então quando o próximo Age de maneira incorreta não com você mas ele tem uma conduta equivocada Então você tem que ser indulgente com ele alguém comete um delito social uma coisa que não é com você pessoa é assim tão ser indulgente é tentar não condenar aquela pessoa mais tentar compreender ela então primeiro movimento ser bom para
todos e para aqueles que são maus indulgência a buscar massacrando hoje a gente muitas pessoas irem para rede social a massacrar massacrar pessoas que nem sequer conhece espalham notícias falsas inventam notícias outras multiplicam o que não é verdadeiro vive um estado de perturbação de ódio de mágoa e raiva de desconforto por conta de pessoas que nunca viu isso é um problema porque a gente acaba multiplicando a perturbação uma vez de ajudarmos o mundo a ser melhor usamos a nossa possibilidade para aumentar a perturbação do planeta nós não estamos convocados para sermos os disseminadores do desequilíbrio
do ótimo do desamor e nós temos que ser multiplicadores da Paz o mestre fazei de mim um instrumento da vossa paz então nós papel Deve ser esse te ajudar a construção da Paz do planeta e não estimular os olhos as divergências e o que é pior né quando a gente odeia muito uma pessoa a gente cria vínculo com ela é isso a gente cria vínculo a reencarnação nos leva para próximo dessa pessoa então hoje você tem uma relação de muito ódio como personagem político do país se você nem conhece pessoalmente o odeia tanto que atrai
Já pensou na próxima existência nasceu na família dele então se você não quer não Odeio principalmente que você não conhece a pessoa para você ter tanto ódio sem conhecê-la de perto então a primeira atitude Nossa é benevolência para com todos a segunda a segunda questão aí 8:30 qual seria a benevolência para com todos indulgência para com as faltas do próximo EA última delas Quando a pessoa não faz o mal para os outros mas faço mal para você aí o perdão o perdão das ofensas porque só o perdão desconecta as pessoas da necessidade de se encontrar
pessoas que se agridem e te mantém uma relação de ódio ou de mágoa elas aumentam a chance de se reencontrarem no amanhã então se você não quer reencontrar seu desafio perdoe esse companheiro para que ele siga uma história com outras pessoas e você se diverte E então aparece aí Kardec desde o Livro dos Espíritos preocupado com a definição desse comportamento que seria caridade mas é na obra mais conhecida de Allan Kardec a chamada o evangelho segundo espiritismo que no capítulo 15 dessa obra ele iria cunhar uma frase que não existia a frase que existia era
fora da igreja não há salvação queremos dizer que se você não é da igreja você não vai conseguir a sua salvação e Kardec então vento aquele analisando pela ótica que o espiritismo apresenta eles não a frase mais certa para colocar aqui não é a igreja é a caridade porque a caridade sim ou seja sentimento de se envolver um outro é que dá nós a condição de sermos espíritos verdadeiramente livres então ele pega uma frase que já existia fora da igreja não há salvação tira a palavra igreja e coloca a salvação fora da sal tira a
palavra igreja e coloca a caridade e a frase fica fora da caridade não há salvação quebram-se as ideias de religião a necessidade de você ter um culto religioso mas a necessidade de fazer um tem de sermos prestativos e os emocionarmos com a falta do outro e de buscarmos socorrer aqueles que de Nós precisa Isso é um sentido mais exato o que a gente pode ter não uma religião as religiões não serão suficientes para nos salvar mas é necessário que nós façamos um trabalho de prática do bem nas nossas vidas para que a gente consiga alcançar
uma condição diferenciada no mundo espiritual e muitas pessoas quando ouvem essa frase fazem uma leitura equivocada do que ela queira descer o interpreta um como se a frase e fosse assim se você fizer a caridade você estará a salvo e não é isso que a frase diz a frase diz que sem caridade não tem salvação mas ela não diz que tendo caridade você está salvo não sei se eu confundi vocês eu vou repetir a frase diz se não tiver caridade e não tem salvação sem caridade não há salvação mas ela não diz que você tendo
caridade Obrigatoriamente você está salvo o que se quer dizer com isso é que eu posso ter pessoas perigosas que não se salvam mas eu não terei uma pessoa que não é caridosa mas que se salva e eu acho que ficou tão confuso que eu vou tentar explicar de maneira diferente imaginemos que para fazer para fazer um café você usa três ingredientes água quente pó de café e açúcar junto as três coisas e faz o café assim é mas sim de repente não tiver água quente para fazer o café o café não sai então eu digo
para você tem água quente não tem café tem água quente não vai ter café mas eu não posso dizer que se eu tenho água quente eu tenho café eu posso ter só um pouco quente Então sem caridade não tem salvação significa Se você não for prestativo no amar o próximo não for uma pessoa que sinta dor do semelhante você não se torna mal resolvido você não se liberta e continua preso nesse maranhando das reencarnações a salvação aqui no sentido Espírita é salvar se desse processo de encarnar em carro em carga encarna desse planeta tão perturbada
Então para que eu me salve para que ele liberte hora que eu ganhei bem grande Plenitude espiritual tem que me desatar dessa minha indiferença dessa minha maneira tão dura de viver Quando eu olho para alguém digam tô nem aí para fulano te perturbar quero não quero nem saber cuidar de mim perturbada o natural é você se preocupar com o semelhante se eu não me preocupo eu estou doente indicativo de doença espiritual é a indiferença Como diz aquele filósofo famoso o Zezé Di Camargo essa tua indiferença que me mata que me mata que me mata então
é assim a indiferença Nossa é o grande problema mas se eu desenvolvo a capacidade de amar eu tenho condições de me libertar Mas se não tiver isso não tem jeito então é por aí que a gente vai encontrar o dinamismo do fenômeno de libertação espiritual Nossa então sem pode ser a água aqui não tem café mas nada garante que tendo a água quente eu tenho a café eu tenho que juntar o porte eo tal açúcar tanto que significa dizer que a caridade ela é um ingrediente para a salvação um é mas ela não é o
todos existem outros ingredientes que a gente precisa ter para poder se salvar ela é só água quente falta achar o pó e achar o açúcar Então na verdade o processo de salvação de libertação espiritual nós ele passa por vários elementos a caridade é um desses e quantos são e o Evangelho de Lucas diz que o processo de salvação são três coisas a caridade é só um deles os outros dois é o doutor da Lei perguntou a Jesus mestre o que eu devo fazer para alcançar a vida eterna e Jesus disse que está escrito na lei
como é que tu lesse e o doutor da Lei respondeu é Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo disse Jesus respondeste bem faze isto e viveras Então nesse momento a gente tá vendo que há três elementos aí amar a Deus amar ao próximo como a si mesmo então tem que amar a minha amar ao outro e amar a Deus é essa trilha de te salvar criatura humana se nós tivermos essas três expressões do amor a gente se salva o que seria o amar ao próximo a caridade então ela
tá aí no amar ao próximo mas antes tem outro amar a Deus e não é necessariamente ter uma religião amar a Deus é apaixonar-se pela vida é sentir-se integrado a vida é amar a natureza não não desrespeitar o meio ambiente é cuidado no dente vivemos é rever o nosso processo alimentar para sermos menos cruéis É temos uma conexão com o Divino é hora a ver com isso é sentirmo-nos integrados como criador e são amor a Deus o próximo caridade perdão todo esse sentimento que envolve o outro e amar a si mesmo a descoberta do quanto
eu sou o importante para mim mesmo do quanto eu sou importante para a vida e do quanto que eu preciso amar a minha própria história quanto que eu preciso perceber a majestade que significa a Encarnação que eu estou tendo amar-se para me amar eu preciso descobrir o que eu sou sou o espírito Imortal que já num processo grandioso de evolução e ao ler a minha vida pelo ângulo do Espírito perceber a majestade do momento que eu estou tendo de saber da vida após a morte estando aqui e eu vou me apaixonar pela aquilo que eu
sou não sou mais o motor de células eu sou Na verdade uma alma Imortal e esta descoberta do que eu sou desenvolve um processo de paixão por nós mesmos em que a me perdoa salvar cole se resgata se ama e Almir Amaral me entenderam me compreender e Amanda o outro e amando a Deus eu junto atrite para o meu grande processo de libertação também sim aí eu vou me salvar mas fora da caridade não há salvação fora do amor a Deus também não há salvação fora do amor assim mesmo também não há salvação para que
eu me salve eu preciso juntar essas três peças em mim para engrandecer a minha alma de maneira efetiva e existem muitas pessoas que de posse dessa informação creio de maneira resoluta que seria o dar agasalho pão coisas materiais fora de casa que a gente estaria exercendo a caridade tem um duplica ajudar materialmente é muito bom e isso é muito bom mas não é o sentido de caridade e a gente fazer fora de casa também é muito bom mas não pode esquecer dentro e é preciso que a gente entenda que hoje passo da caridade ele tem
que ser feito no lar também cuidando dos nossos e de não é necessário que seja só bens materiais mas dar de nós Joanna De Ângelis quando definir o que é caridade ela dá uma definição linda ela diz caridade Não é dar caridade é dar-se então é entregar-se é dar-se junto como que se dá seu abrir uma mala e começa a distribuir as coisas eu não me dou não foi caridade calendário é só quando o coração toma pa E é isso que a gente pode fazer muito bem dentro das nossas casas dentro das nossas residências entregar
e só para concluir essa nossa fala eu queria resgatar uma mensagem que existe na Revista Espírita de 1865 no mês de agosto a medição feita pela FEB está na página 340 é uma mensagem assinada por lá cor der intitulada a chave do céu essa mensagem lá Cordeiro apresenta a escada caridade em que ele disse que aqueles de nós que fazemos a caridade fora de casa e esquecemos a qualidade em casa estamos em erro e ele diz qual é a escala da caridade Qual é o degrau que a gente tem que dizer para que a gente
efetivamente entenda o nosso grande mecanismo de salvação e diz que no primeiro degrau no primeiro e mais importante da grau estão nossos cônjuges e filhos são a esses que devemos dar as nossas primeiras esmolas o nosso maior a nossa maior luta de amor de compreensão de esforço de busca de entrega os nossos cônjuges e filhos de grau número 2 que ele disse 10 quilômetros doce que às vezes assume o papel de degrau número um a dependendo da situação são os autores dos nossos dias engraçados que ele não fala os nossos pais porque porque a pessoa
que os autores dos seus dias não são seus pais foi uma vó uma tia um padrinho alguém que nos cuidou que nos criou que nos juntou e nos ensinou que nos sustentou e nos protegeu nos nossos dias de adolescência esses recebem o nosso segundo tributo de carregar o terceiro terceiro degrau os nossos irmãos consanguíneos aqueles que a vida nos deu como irmãos e que às vezes a gente acha que não tem vínculos conosco nos nossos irmãos segundo a carne são o nosso terceiro degrau quarto degrau os amigos do coração são nosso quarto degrau quinto e
último os pobres de todos os matizes a começar pelos baixo Miseráveis aí é que entra caridade externa então que a gente reflita sobre todas essas coisas para que não nos iludamos à margem do caminho a doutrina espírita não possui parábolas o seu ensino é claro e Reto a condição para a felicidade na vida Futura é sermos ao mas presta ativas é preocuparmo-nos com o outro é sermos caridosos é sermos preocupados com o semelhante sendo que é é uma condição necessária mas não suficiente para nossa salvação da de três elementos o amor a Deus a caridade
e o amor é assim mesmo e esta caridade ela tem que ser exercida primeiro lar com aqueles que Deus nos concedeu como familiares para em segundo momento ser Expressa com aqueles que estão lá fora que a gente reflita sobre a excelência da mensagem espírita e nos libertemos de maneira efetiva dos enganos que nós fazemos indo para fora sem ir para dentro há tantos séculos querendo enganar a nós mesmos como chegar nas regiões superiores não nos enganemos não é indo para fora Queremos nos libertar é indo para dentro para a intimidade dos nossos corações dá para
ver em Plenitude todo o amor e nós já somos capazes de viver