E aí com quem namorou o próximo cemitérios sabe que durante as madrugadas acontecem coisas que não são da compreensão humana Olá meu nome é Fábio e vou relatar algumas experiências que tive com Sobrenatural nesse ambiente e desde já peço desculpas por não citar a cidade pois meus pais ainda moram na mesma casa e ele é todo cismado Na verdade ele não queria nem mesmo que eu relatar suas experiências o ano era 92 à época eu tinha 17 anos de idade e morava na casa dos meus pais casa esta que fica localizado em uma avenida aqui
na minha cidade no fundo do terreno que é bem grande por sinal tem um beco que separa o cemitério do Muro das casas ressaltando que entrada do cemitério é uma rua perpendicular à Avenida que eu morava a Avenida em questão era bem comprida e para cortar caminho o meu pai deixou um portão nos fundos do quintal que saia no beco do cemitério e desci Beco temos acesso para outras ruas e outro bairro E como eu cresci com um cemitério praticamente no fundo do quintal separado apenas por um beco eu nunca tive medo do sobrenatural e
por isso eu sempre passava por lá Principalmente quando ia jogar futebol em um campinho que ficava em uma rua mais para trás então quando saía da casa da minha namorada Tá certo após o nosso futebol e um amigo chamado Sérgio que morava em frente a minha casa mas passamos na casa da minha namorada e ficamos por lá até umas 8 horas da noite e depois disso a gente foi embora como de costume passamos pelo Beco do cemitério sem nos preocuparmos com nada o muro era bem alto na maior parte principalmente na frente e nas laterais
Porém na parte do fundo justamente Onde ficava a entrada para o quintal da minha casa era baixo cerca de um metro e meio de altura no máximo entramos pelo Beco e pouco depois Chegamos em frente o portão do quintal da minha casa enquanto tentava abrigo o meu amigo Sérgio me falou para jola olha aqui tua mulher dentro do cemitério e quando eu olhei ainda consegui ver a mulher do outro lado do Muro quando eu vi aquilo Imaginei que fosse alguém se escondendo e falei E a deve ser o link Vem namorar e dentro vamos ver
quem é na hora sai correndo para tentar conhecer subir no muro porém não conseguia enxergar ninguém foi então que eu falei com Sérgio e fica aí que eu vou pegar uma lanterna e já volto Sérgio ficou no portão olhando para dentro do cemitério enquanto eu passei pelo quintal e na mesma hora voltei trazendo uma lanterna nós dois saltamos o muro e durante uns 10 minutos Vasco Ramos tudo lá por dentro sem conseguir ver nada até que escutamos you como se fosse alguém brincando com a gente e na hora eu migrei o foco da lanterna na
direção do som e vi com a clareza e nitidez uma moça muito bonita vestindo uma roupa branca correndo e se escondendo atrás de uma pedra bem grande que servia de lápide a cerca de mais ou menos 15 metros distante de onde a gente estava Aí eu perguntei quem estava lá mas tudo ficou em silêncio até então eu ainda achava que era alguma pessoa viva e por isso não tive medo eu falei para o Sérgio que ia descobrir quem era aquela mulher ele falou que não ia não e ficou parado no mesmo local em todo caso
eu como não tinha medo fui andando na direção da pedra que a moça tinha se escondido Quando fiquei de frente para pedra a moça desapareceu e Posso garantir que o choque foi tanto que faltou forças para correr ou qualquer tipo de reação pois naquela pedra que servia de lápide existe uma placa com a foto antiga nome e data de falecimento de uma moça que por coincidência morreu no mesmo dia que completou 17 anos depois de alguns segundos Sérgio me chamou então eu falei oi vem aqui ver isso mesmo sem querer ele vê se aproximando e
quando chegou bem perto quase que desmaiou pois descobriu que a moça da foto era a mesma que a gente veio correndo e se escondendo em diante das evidências tive a certeza que algo de Sobrenatural estava acontecendo naquele cemitério resolvemos sair de lá não mesma hora voltamos saltamos sobre o muro e assim que entramos em casa a minha mãe foi igual perguntando o que foi que a gente foi procurar com uma lanterna na mão se eu tinha perdido alguma coisa e eu fiquei tentando falar o que a gente tinha acabado de vivenciar mas a minha mãe
continuava sem acreditar em nada achando que fosse brincadeira mas devido o nosso estado de nervosismo ela acreditou aquela noite foi tensa mal consegui dormir e toda vez que fechava os olhos vi aquela moça em cima do muro não tem vergonha de falar peguei meu colchão e fui dormir no quarto de minha mãe depois desse dia eu preferi dar a volta inteira pela Avenida mas de vez em quando eu inventava de passar pelo Beco do cemitério Até mesmo porque o meu pai não acreditou e ficava brincando tirando onda com a minha cara e do Sérgio é
um mês de setembro daquele ano a Flávia estava na minha casa e quando foi umas 9 horas da noite eu fui levar ela até a sua casa por pura teimosia passamos pelo fundo do quintal quando nós andamos cerca de 50 metros começaram a aparecer algumas luzes do outro lado de dentro e eu corri para ver o que era aquilo e o espetáculo era muito lindo tinha ali um objeto que lembrava um lençol iluminado que ficava passando entre as sepulturas um tipo de bailado levados ao vento quem quiser me chamar de louco que me chame mas
foi uma coisa muito bonita eu não tive medo muito pelo contrário fiquei Maravilhado quase que em transe infelizmente Flávia não curtiu o espetáculo na verdade ela ficou apavorada saiu me arrastando até chegarmos na rua iluminada e depois começou a correr e quando chegamos em sua casa é começou a chorar seu Paulo o meu sogro já queria me dar uns tabefes pensando que a culpa fosse minha e foi logo perguntando o que que eu fiz para filha dele ficar chorando daquele jeito e eu disse que não tinha feito nada mas ela continuava Tremendo e chorando ainda
precisou tomar um pouco de água com açúcar para acalmar eu falei o que vi ele ficou todo cismado mas depois se acalmar para confirmou a história e seu Paulo e dona Hilda acreditaram no que nós contamos aproveitei e falei também sobre o dia em que eu e Sérgio vimos uma moça lá dentro ainda naquele ano no mês de novembro Pela terceira vez avistei algo e o bom que dessa vez eu estava acompanhado do meu pai e naquela noite a minha irmã estava na varanda dos fundos eu me lembro que ela estava fazendo só sei que
entrou em casa gritando apavorada dizendo que tinha um homem caminhando em cima do muro meu pai pegou uma arma que Ritinha e saiu para verificar eu peguei a lanterna e fui com ele quando a gente abriu o portão vimos como se algumas pessoas estivesse conversando dentro do cemitério na hora meu pai disse deve ser os maconheiros que não respeitam ninguém nem mesmo os mortos Eles saem lá de casa do chapéu para ver se drogar aqui dentro e aproveita para saltar os Muros e roubar a casa das pessoas eu achei que poderia ser mesmo alguém usando
drogas então meu pai saltou o muro eu fui com ele a minha lanterna era aquelas antigas que rumina muito pouco mesmo assim meu pai falou que não era para eu acender a gente estava caminhando bem devagar entre as sepulturas e de repente meu pai avistou e me mostrou algumas pessoas mais à frente próximas nos mausoléus mais arrumados na hora que ele viu falou baixinho e vamos dar a volta eu quero pegar esses Vagabundo é melhor a gente ir por trás e colocar eles para correr e o meu pai foi na frente e o fui logo
atrás dele dando na surdina sem fazer barulhos até chegar bem perto e ficar menos de 10 m daquelas pessoas quando chegamos perto meu pai me deu um sinal e eu acendi a lanterna e focalizei de maneira inexplicável para o nosso espanto não tinha ninguém em seguida escutamos vozes do outro lado no cemitério meu pai se zangou e falo com os vagabundo deveriam ter visto a gente saíram correndo E pelo fato de por duas vezes já ter presenciado coisas sobrenaturais eu falei com meu pai para gente sair dali Mas como ele não acreditava em nada disso
falou que só sairia do cemitério depois de descobrir quem estava lá dentro eu fui com ele outra vez na direção das bordas mas dessa vez fomos linha reta quando chegamos perto eu e meu pai viu 15 pessoas paradas na nossa frente porém eles nos ignoraram como se nós não tivéssemos a gay o meu pai apontou a arma e antes de falar qualquer coisa ocorreu um carão como se fosse um relâmpago que fez com que eu e meu pai ficar se você enxergar nada porém numa fração de segundos quando o carão terminou e conseguimos enxergar novamente
não havia ninguém naquele local nas de nós dois e quando isso aconteceu o meu pai começou a correr Eu fui junto soltamos um muro e entramos em nossa casa meu pai estava apavorado e foi logo dizendo para minha mãe que a gente viu Assombrações no cemitério daquele dia em diante meu pai até então séptico passou a ser um estudioso sobre esse tipo de conteúdo e hoje muitas coisas que envolve o sobrenatural ele tem conhecimento inclusive ele acredita que em alguns locais da terra e manda algum tipo de energia e são portais de entrada e saída
para os dois mundos se isso é verdade eu não posso afirmar mas eu não sei Ministério da nossa cidade acontece coisas misteriosas isso eu tenho certeza e esse foi um relato uma boa noite a todos