o Olá esse é o canal ajuda a neuro eu sou a Juliana Goulart jeans e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre planejamento terapêutico em fisioterapia neuropediátrica se você tem dúvidas em como planejar avaliação como definir metas terapêuticas e como desenhar o raciocínio Clínico no tratamento de crianças com disfunções neurológicas esse vídeo pode te ajudar nós temos então alguns princípios norteadores que vão guiar a nossa forma de olhar de enxergar o nosso paciente são L5 pontos a queixa funcional as artworks o minhas palavras favoritas o guia de estabelecimento de metas Smart pontos específicos ali
de uma boa estimulação direcionada e a prática baseada em evidência e antes de mais nada nós temos que concertar alisar o que que é função e o que que é funcionalidade na infância que tem a sua complexidade própria de acordo com os níveis de desenvolvimento idade dessa criança bom função envolve várias atividades que os seres humanos costumam realizar como criaturas vivas né Não só funções né de cada órgão de cada estrutura que vai garantir essa homeostase em tela daí que não tem que funcionar só individualmente mas como um sistema para garantir esse essa harmonia mas
também é o indivíduo como um todo e o indivíduo com outros seres humanos né que envolve então o seu papel social eu gosto muito dessa figura das engrenagens porque ali ilustra bem essa questão se é uma única engrenagem ela tem que funcionar adequadamente mas ela não mantém a função Vital daquele ser humano e ele não dá conta das suas atividades de uma maneira mais Ampla se ele tiver uma deficiência Em um nível estrutural porém o todo não é todo sem a parte né E nem o contrário Então nós precisamos do Pleno funcionamento em nível de
estruturas e função de corpo de atividades e de participação que é justamente o que o modelo da cif da classificação internacional de funcionalidade nos propões nós temos também que um comportamento motor adequado né E essa definição de função encontrei no Google mas eu acho ela muito é relevante de ser colocada ela coloca aqui função é o comportamento ou ação para qual a e tem a visualizar o início e o fim né quando nós falamos de independência funcional e autonomia né claro temos interpretações diferentes em cada uma tem a questão da tomada de decisões EA outra
da execução mas é são aspectos relevantes da função na do que nos dá escolhas do que nos dá o cumprimento de tarefas funcionais ou seja Eu determino algo para ser realizado com começo meio e fim eu não movimento meu braço por movimentá-lo e o movimento para alcançar um copo e trazer o a boca e o movimento para pentear o meu cabelo então assim nós temos objetivos funcionais sempre em vários movimentos e sistema de movimento ele tem que funcionar harmonicamente e dá uma das estruturas que o compõem e não é só o sistema nervoso né são
todos vários sistemas corporais é eles têm que funcionar de maneira conjugada e sistêmica dessa forma a gente sai então de um modelo totalmente biomédico no termo na questão de tentar consertar a deficiência focado apenas nas nossas funções orgânicas para um modelo biopsicossocial que sim olha para o nível de estruturas e funções de corpo porém o nosso enfoque maior precisa ser no nível das atividades ou seja as funções diárias como elas são executadas Quais são as dificuldades Mas quais são as potencialidades dessa criança mais execução das suas tarefas e das funções sociais na então papel o
Alisson a criança dentro do brincar é com amigos dentro do frequentar a escola dentro do seu papel familiar né então nós precisamos olhar para todas essas questões não só da relação com o outro mas como ela pode ter todos os direitos que outras crianças têm de ir e vir de acessar de fazer de poder poder estar poder estar com outro poder interagir com o outro então o nosso olhar ele tem que ser multidimensional dessa forma a gente faz um paralelo muito é Cinderela aqui né entre a e os componentes da cif tão estruturas e função
de corpo atividades e participação com uma das principais teorias atuais que nós temos do desenvolvimento motor porque se paralelo porque o desenvolvimento motor ele encaminha no sentido da Independência eu gosto de colocar o desenvolvimento como desenvolver como perder o envolvimento justamente nós vamos nos tornando cada vez mais Independentes né de um ser humano de um outro ser humano né então quando aquele serzinho nasci ele está completamente envolvido pelos cuidados da mãe aos poucos ele passa segurar a cabeça conseguir sentar andar e se comunicarem então ele aos poucos perde assim envolvimento aos poucos ele ele conquista
sua autonomia a sua independência funcional através desse desenvolvimento a desenvolver é um caminho para a independência funcional e o desenvolvimento na teoria dos sistemas dinâmicos E ele fala de uma para aquele aconteça né Que deve haver uma relação sistêmica entre componentes do indivíduo da tarefa e do ambiente então não paralelo aí né a gente coloca nosso olhar para o individo em relação né as estruturas e funções corporais mas também para a tarefa o que ele vai executar o que é importante para ele então no nível das atividades e do ambiente né então a teoria dos
sistemas dinâmicos essa relação entre indivíduo tarefa ambiente quando a gente olha para o ambiente a gente tá vendo muitos aspectos da participação né Então porque a gente vai ter ali o podem ser Barreiras ou facilitadores nesse ambiente como assim Ju acho que agora fica mais claro com esse slides quando a gente olha por um paciente apenas no nível das estruturas e função de corpo a gente tá olhando para integridade estrutural e fisiológica ela é importante sim muito do nosso raciocínio vai ser entender o que está acontecendo biomecânicamente em algum ponto porque aquilo está acontecendo porém
a gente não conserta tudo e a gente precisa permitir o movimento da forma que for possível então quando a gente olha para as atividades e para participação a gente vai olhar para o desempenho para como ela está executando como ele pode executar melhor é mas deixe que ele faça né então desenvolver essas capacidades e quando a gente olha então para um outro ponto ali da sci-fi né que são os fatores ambientais individuais e intermediando todas as relações entre culturas e função de corpo atividade participação nós temos fatores aí que podem ser Barreiras como eu falei
a pouco ou facilitadores né as questões do ambiente em relação à acessibilidade como vocês estão vendo nas imagem se tem uma rampa pode ser um facilitador se tem uma um degrau para essa locomoção de cadeira de rodas pode ser uma barreira mas não é só isso né Nós temos aí muitos fatores né dentro até dos próprios fatores individuais as questões de como essa própria criança ou essa a vida com a deficiência também podendo ser uma barreira ou um facilitador mas isso dá uma aula né toda só mente sobre isso que eu quero dizer é que
a gente precisa ampliar o nosso olhar e que o nosso planejamento terapêutico a nossa avaliação eles devem ser centrados na queixa funcionar ou seja não olhar apenas para estrutura e função de corpo eu não tenho que definir o como objetivos apenas ganhar amplitude de movimento Mas ganhar amplitude de movimento para que que função vai ser executada é para conseguir jogar uma bola no cesto é para eu conseguir me deslocar de um ponto a outro de uma maneira mais rápida e mais segura Então eu preciso olhar de uma maneira mais Ampla que o indivíduo para a
tarefa ir para o ambiente então preciso ter esse olhar e funcional para as funções para aquilo que ela consegue para disfunções para aquilo que ela ainda não consegue mas eu preciso compreender as preferências da Criança e engaja lá ativamente no processo tanto no processo de avaliação mas principalmente no processo de intervenção ela precisa se sentir motivada durante a fisioterapia ouvirem incluir a família em todo o processo ela é a que melhor conhece todas as potencialidades tudo que acontece com a criança e ela vai te contar como é o ambiente em que elas vivem O que
é possível adequar ou não não julguem a perna da família acolham tem uma escuta qualificada e só e as atividades de participação Tirem a lupa das estruturas e funções corporais e busquem aquilo que em gaja aquilo que engasgar eu conseguir fazer algo é aquilo que me dá autonomia aquilo que me da Independência aquilo que me faz interagir com os outros e nesse sentido as a few Words aulas vem assim totalmente para alinhar esse universo da sci-fi né que a primeira vez que a gente olha para classificação internacional de funcionalidade parece muito complicado mas F word
in child Who disabilities que foi assim que elas foram publicadas pelo grupo do Peter Rosenbaum né E tem uma tradução em português eu vou preferir trazer as palavras com f em inglês mas existe a tradução e vou comentar com vocês mas é justamente para tentar alinhar de face metal nós o Sininho para enxergar esta questão multidimensional da criança com um capacidade Então os seis é fiz das f-words né Font Family Fitness Friends fun funny and Future Então a primeira palavrinha é função lá então o que que tem que ser observado aí né fazer essa as
crianças precisam fazer não importa como ela faz mas deixa que ela faça não restrinja a criança por ter uma deficiência o importante é dar oportunidades da forma que for possível para que ela Execute as suas funções diárias as suas funções sociais família família ambiente central de qualquer criança e é o ambiente o Central também a criança com incapacidade ela é que mais conhece sobre a criança é ela que vai ficar oitenta por cento do tempo essa criança não fica em terapia todos os dias né ou quando fica uma hora por dia algumas horas do dia
todas as outras horas é família que fica com essa criança então ela precisa ser colocada como centro das nossas práticas Fitness no português foi traduzido como saúde né todos nós precisamos estar e nos manter em forma e saudáveis né Assim como as crianças com incapacidades elas também precisam deixe olhar para a sua saúde Física Geral é importante que ela se movimenta é importante que a gente ofereça oportunidades de movimento de formas de reduzir o comportamento sedentário e e inclusive agravos enquanto a gente olha de novo para o outro FL de baixo que é o futuro
Daqui a pouco eu chego nele' suas crianças vão envelhecer e a gente precisa ter um olho ali na prevenção de agravos Mas se a gente reduza o comportamento sedentário de Infância a gente sabe que a gente previne muitas e muitas coisas depois oeste de amigos de Friends né amigos são uma parte Fundamental e essencial da Infância É preciso que a gente não coloque essas crianças com incapacidade em redondas de vidro que não podem essa expor e que não devem incluir pelo contrário elas precisam ser incluídas elas precisam ser ouvidas elas precisam ser aceitas mais não
só não são só elas que aprendem ficou a convivência de outras crianças essa é uma via de Mão Dupla né tô a ansiedade ela engrandece quando ela inclui um fã né se divertir a gente fala muito isso né se sujar faz bem a brincando que se aprende a brincando que se aprende cresce se desenvolve as crianças precisam de diversão não só diversão durante o momento da terapia mas é importante que a gente inclua e conversa e com a família para que haja um momento de diversão na vida dessa família na vida dessa criança momentos fora
da terapia é importante relaxar a importante se divertir e o filtro é o futuro que eu já comentei ali na questão da redução do comportamento sedentário e quando a gente fala de fitness né o amanhã resultado do que é feito hoje então nós temos que ter um um olhar mais amplo que é claro né e ótimo que isso tem acontecido a expectativa de vida e de todas as crianças com capacidade sejam com síndrome de down paralisia cerebral qualquer outra deficiência nesse sentido tem aumentado muito né Isso é resultado de conhecimento científico de melhorar a assistência
mas nós sabemos que eles vão envelhecer Então o que vamos fazer hoje para que eles tenham um futuro melhor bom outro. A ser abordado é o estabelecimento de objetivos Smart né Smart então é um acrônimo em inglês então se é um acrônimo a gente vai ter que olhar para cada uma das palavrinhas que compõem essa palavra né então a gente tem aí o Especifique o médio a boate wubble relevante o time ele né então ou seja o sd específico né nos diz exatamente o que né então com clareza e objetividade ver qual vai ser o
nosso objetivo funcional que será trabalhado né então se eu vou trabalhar alcance Tá mas não é simplesmente alcance eu vou alcançar o que eu vou trabalhar que tipo de objeto né então é o mais fino ou mais grosso para que o que que a criança quer fazer com aquela função então ele quer aprender a jogar bola mas para quê Porque ele quer jogar com amiguinho ou com irmão dentro do seu prédio não ele quer jogar bola junto com os colegas numa quadra durante a aula de Educação Física então a gente precisa alinhar exatamente e muitas
vezes a nossa dificuldade é que a queixa principal né porque essa queixa ela não é estabelecida pelos fisioterapeutas pura e simplesmente ela tem que se e objetiva mas também para a família e às vezes para própria criança quando isso for possível né Não esse o que especificamente vai ser trabalhado é importante ser definido em conjunto o m então de mensurável né como é que a gente vai saber se o objetivo então foi alcançado e como medir ele é medível ele é mensurável né é uma palavra mais adequada né Ele é mensurável como nós vamos medir
vamos medir em tempo em segundos em número de Passos por segundo nós vamos medir em com vídeo né então olhando para ter forma se para o desempenho nós vamos medir velocidade nós vamos medir o que tá então como né Vamos utilizar instrumentos padronizados ou não é mas vamos fazer este registro e precisamos disso Para justamente mostrar para criança e para família aqueles resultados né Uai então de ativa boa é alcançável é atingível o objetivo olhar desafiador mas ele é possível para ser executado por aquela criança né então a gente precisa ter muita clareza né então
entra um pouco junto com o específico esse ativo bom né então ele e esse alcançável ele tem que estar de acordo com seu objetivo que nós estamos traçando ele é um de curto de média ou de longo prazo ele tem que estar ligado com ter ali dos a Emily né Quel o ponto do tempo né Então aí é alcançável no tempo proposto se você trabalha dentro de um serviço que tem um número de sessões e limitadas EA gente Às vezes vem isso acontecer então paciente tem 10 sessões o paciente tem três meses com você eu
fazer Tá bom então ainda mais é importante traçar objetivos que sejam atingíveis dentro daquele tempo dentro daquele limite de sessões tá o rd relevante né em alguns algumas alguns modelos do Smart também vem grelha Alícia que quer o realista né Eu acho que esse Realista ele faz muito parte do específico né E tem que ser claro que tem que ser objetivo tem que ser realista e o realista também tá ligado ao atingível mas no universo infantil eu prefiro o relevante porque aquele objetivo é importante para o paciente entra família né então ele executar uma ponte
e só objetivo do fisioterapeuta né então eu quero fortalecer o glúteo tá e o que que fazer uma ponte fortalecer o glúteo daquela criança vai ter esse significado na vida daquela família a não olha se ele conseguir levantar o bumbum fazer a elevação pélvica Vai facilitar o manejo a troca de fralda Vai facilitar higiene Vai facilitar o vestimento da parte inferior da roupa Ok então aquilo tem que fazer sentido e ser relevante para o paciente e para família então o outro o outro o outro pontos acrônimo né que é o teu outro componente que é
o tempo nós já falamos em curto médio longo prazo em quanto tempo aquele objetivo é alcançável não dentro do tempo que você tem do tempo estipulado com a família dentro das expectativas que são alinhadas pelo terapeuta e a família o ok então são a palavras importantes para definição estabelecimento de metas e e o outro. Aí que nós elencamos foi a estimulação direcionada e isso dá também uma aula enorme né só sobre estimulação sensório-motora estimulação dirigida estimulação precoce enfim mas o que eles levantaram alguns pontos aí que vão ajudar nesse direcionamento do raciocínio Clínico a estimulação
é claro ela tem que ser individualizada com base em uma boa avaliação funcional Mas ela tem que levar em conta algumas particularidades da infância primeira idade né e a complexidade da tarefa que a gente oferece para criança de acordo com sua faixa etária então não só temos ali que estudar a questão dos Marcos motores e o que que é esperado para cada faixa etária mas também é a nas crianças um pouco mais velhas né ela já até conseguem realizar alguns padrões fundamentais de movimento Mas elas têm ninho ou menos ou mais maduros lá performance não
desempenho daquela habilidade então nós temos que adequar a a tarefa a exigência da tarefa da complexidade daquela tarefa a idade da criança aos interesses as motivações ao nível cognitivo Então tudo isso tem que ser condizente com a sua faixa etária né porque se a gente oferece algo que é complexo que é difícil demais a gente acaba desmotivando a criança Em contrapartida se a gente oferece algo que é fácil demais também é muito fácil a desistência é muito babinha isso eu não quero saber então a gente precisa é saber escolher as tarefas corretas que não desmotivem
a criança aqui o consigam trazer um maior engajamento com a demanda adequada para aquilo que se direcionou lá nos objetivos a questão da aprendizagem do momento do estágio da aprendizagem em cada habilidade que a gente oferece né nos treinos também importante a gente tem diversos modelos de aprendizagem motora mas um dos mais conhecidos é o difícil depois né que coloca que a aprendizagem ela tem três estágios estágio mais inicial da aprendizagem que ele é mais cognitivo estágio associativo o estágio autônomo que que é importante eu saber aí que se o meu aprendiz eu tô oferecendo
uma tarefa nova para aquela criança no seu repertório motor e ela vai estar no E se ela tiver um estágio inicial da aprendizagem eu vou precisar enfatizar muito mais componentes é de atenção a tarefa não tanto ao desempenho porque esse estágio mais cognitivo pensa você quando estava aprendendo a dirigir né quando a gente aprende a dirigir a gente tá muito focado ali em questões dependentes do nosso nível atencional Então você tem que pensar em quando passar marcha você tem que pensar em olhar o carro passando como é que tá o retrovisor onde é que você
pisa e para cada movimento executado você tem um processamento cognitivo depois de um tempo isso vai ficando muito mais autônomo mais automático e você libera alguns níveis de atenção e passa a prestar atenção por exemplo muito mais no trânsito no farol em outras questões ali O que você já passou por um estágio para outro estágio da aprendizagem e quando a gente está oferecendo novas tarefas novas oportunidades a gente precisa entender a influência desses estágios e as necessidades que a criança vai ter em cada um desses estágios outra questão é o nível de desenvolvimento dessa criança
então ela pode ter uma idade né a faixa etária não condizente com o seu nível de desenvolvimento funcional então a gente precisa adequar ali primeiro a gente precisa conhecer as habilidades para cada faixa etária O que é esperado né não é bem assim cada criança tem seu tempo a gente sabe que cada criança tem seu tempo dentro de uma janela específica de desenvolvimento Então quais são as habilidades que são esperadas para que ela idade uma escola o nível de desenvolvimento daquela criança quais são os seus e esses Quais são suas preferências e como a gente
pode potencializar a sua resposta dentro da fisioterapia e por último né Nós temos aí a prática baseada em evidência né que tá muito em moda aí né Eu acho que essa ferramenta mais potente que nós temos né na fisioterapia na Medicina Em toda área da saúde né O que que é isso prática baseada em evidências ó eu li artigo Não não é prático baseado em artigo né é justamente a gente se atualizar porque eu conhecimento ele é mutável a ciência é mutável cada vez a gente tem visto mais isso né o quanto a velocidade da
produção de conhecimento ela está acelerada Mas então nós vamos buscar as melhores evidências disponíveis até aquele momento eu não vou simplesmente pegar um artigo eu vou lá e faço no meu e não é a linha a melhor evidência disponível interpretar esses achados conjugar isto com a minha expertise profissional e com as preferências do paciente e assim tomar a minha decisão é a maior parte dos ensaios clínicos né que são aqueles tipos de estudo que testam o efeito ou s Cássia de alguma intervenção né seja o remédio ou uma técnica da filha ela os seus ensaios
clínicos eles são construídos em cima de uma pergunta né todo artigo Me responde uma pergunta científica relevante e a nossa prática Clínica Ela precisa dessas Respostas como que ela é construída então nenhuma pergunta upcut né algum só pico mas a maioria agora tem vindo Oi tia também com momento do tempo né que a gente falou que é tão importante lá no smart para definição dos objetivos é uma pergunta pico né o artigo ele vai buscar responder o quê né se tal intervenção as xícaras mas aí fica sozinho quem então o p da população então meu
paciente nem quem aquilo está sendo testado em que a população com qual disfunção então crianças de 0 a 2 anos crianças de 0 a 18 anos com paralisia cerebral então quando eu olho para um artigo eu vou olhar para a população dele né Eu estou com né criança ali na frente ela tem aquela condição ela pode se beneficiar daquilo eu não sei Preciso olhar mais coisas né então pede população o índio intervenção O que está sendo testado né Que tipo de intervenção bandage a mágica é estimulação elétrica funcional neuromodulação não-invasiva enfim o que eu não
como exatamente aquele protocolo se eu tô usando um protocolo de neuromodulação de estimulação elétrica periférica Quais são os parâmetros que estão sendo colocados ali com segurança né o seu Zezinho é de comparação o que que esse comparação é um grupo controle ou é um grupo xané um grupo Placebo é um grupo controle com doença um grupo que faz intervenção em um que não iam que não faz é um grupo controle saudável enfim a gente tem que entender Qual é esse grupo de comparação Walk é o alcano né que é o desfecho é em que então
é a Aspirina funciona para tudo não aspirina funciona para uma das um determinado problema de saúde então a gente não pode falar assim fisioterapia funciona para autismo não não faz sentido essa pergunta né porque não porque faria sentido eu falar medicina funciona para dor de estômago não né então a gente tem ali um determinado medicamento né para um determinado o desfecho então quando a gente olha para as técnicas fisioterapêuticos a gente vai olhar esta técnica funciona para este desfecho então estimulação elétrica funcional em crianças com paralisia cerebral é sobre o músculo tô aqui ventando tá
gente tibial anterior melhora a velocidade da Marcha melhora a a a qualidade de vida são coisas muito diferentes então sobre qual desfecho nós estamos olhando o que é relevante para o meu paciente lá atrás lá no smart que a gente falou né então justamente o que que a gente vai o que que a gente quer atingir Então qual é esse desfecho tá e o teu ali um momento no tempo então se a gente consegue extrair de um artigo né essa resposta a gente tem como eu destaquei aí né a grande dúvida da maioria pelo menos
dos meus alunos que confundem muito o que que é o objetivo que quer conduta né se a gente aprende a ler o artigo com esta visão a gente vai ter essas respostas eu definir qual é o objetivo eu vou olhar para um artigo olhando para o desfecho se o meu paciente quer dar dez Passos em um minuto em casa dele para passar é da cama pro sofá [Música] e eu tenho que olhar para trabalhos que trabalho que tiveram como desfecho a velocidade da Marcha por exemplo tá então aí quando a gente olha para o desfecho
a gente tá olhando para os nossos objetivos e quando a gente olha para intervenção a gente tá olhando para conduta essa ferramenta me serve para atingir esse objetivo sim ou não ok então prática baseada em evidência lembra de novo eu ressaltei algumas questões da leitura do artigo mas ela não é prática baseada em artigo preciso alinhar essa interpretação a melhor evidência disponível a minha expertise profissional eu sei fazer aquilo se eu ver que acupuntura funciona para determinada coisa a determinada população em determinado ponto no tempo que aquele que eu quero atingir mas eu sei aplicar
acupuntura é minha expertise o paciente aceita bom então a gente precisa fazer este tripé da prática baseada em evidência sempre para tomar a melhor decisão química Então tudo isso vai embasar o nosso raciocínio clínico e neuropediatria espero que vocês tenham gostado se gostaram deixem o seu like Se tiverem perguntas quiserem sugerir temas para as próximas aulas deixem nos comentários Esse daí é o meu Instagram se inscreve no canal para não perder nenhum vídeo e até lá já