Você tá seco por dentro, não tem mais lágrima, não tem mais força, não tem mais fé. Você olha paraa sua vida e vê deserto. Mas Deus mostrou a Ezequiel um rio que nasce debaixo do templo.
[música] E esse rio não para, ele cresce. O que você acha que acabou? tá só começando [música] a subir.
[música] Eu andei no deserto achando que Deus tinha ido embora, que as promessas [música] secaram, que o céu fechou de vez. Olhei pro chão rachado da minha própria história [música][canto] e jurei que aquela aridez era sentença, não processo. [música] Mas o profeta desceu até o tornozelo nas águas [canto] e depois até o joelho e depois perdeu o chão.
Cada passo mais fundo era Deus dizendo: "Confia, porque o que parece raso vira [música] rio de transformação. Mas hoje eu ouço som de água correndo. Hoje eu sinto o rio subindo nos meus pés.
Não é o fim, é o espírito transbordando. As águas de Deus não secam, elas crescem. As águas sobem, o rio tá vivo.
Nascido o templo desce pro vale, chega até mim. Onde as águas chegam, [música][canto] a morte recua e o que era seco floresce sem ter fim. As águas [música] sobem.
Eu não há fogo. Eu noo na correnteza do espírito e [música] sei que árvore plantada na [música] beira desse rio dá fruto todo [canto] mês. [música] E esse rio é para mim.
[música] No tornozelo, Deus toca [música] o que você pisa. Cada passo que você dá, ele já regou. No joelho, Deus [música] toca a sua força.
O que estava fraco demais para continuar, o rio sustenta [música] na cintura. Deus toca a sua geração. O que vem de você vai carregar vida, não morte.
Sobre [música] a cabeça, Deus toca o impossível. Porque quando o rio cobre tudo, só resta nadar na graça. Todo peixe [música] morre no marmor.
Mas quando o rio chega, [canto] vive. Toda [música] a terra estéreo seca. Mas na margem desse rio floresce.
[música] Eu era mar morto, eu era terra rachada, [música] mas o rio de Deus chegou e eu revivi no tornozelo. E eu já sinto. No joelho e eu [música] já creio.
Na cintura, eu já declaro sobre a cabeça e eu já nado. O rio cresceu e a morte recuou. O rio chegou e o deserto [música] floresceu.
Porque esse rio não nasce da chuva, ele nasce debaixo do templo de Deus. E onde o espírito vai, a vida tem que seguir e tudo que o rio tocar vai viver. [música] Você achou que a sua vida era mar morto, que nada vivia ali, que nada crescia, que você era a exceção, a única que o rio não alcançava?
Mas eu vim te dizer que o rio está subindo. Ele saiu do templo, ele desceu, ele chegou até você no tornozelo. [música] Deus toca cada passo da sua caminhada.
No joelho. Deus toca cada oração que você fez de joelhos na cintura. Deus [música] toca o que você vai gerar.
E quando o rio cobrir a cabeça, você não vai afundar, vai nadar. A partir de hoje você não é mais seca. [música] Você é terra na margem do rio de [canto] Deus.
>> [música] >> E árvore na margem desse rio não murcha. Dá fruto [música] todo mês. [canto] Todo mês, todo mês.
As águas sobem, o rio [música] tá vivo, [canto] as águas sovem e eu vivo [música] com elas. Onde as águas chegam, a morte não [música] fica. O deserto que havia em mim floresceu, [música] as águas sovem.
Eu nado na graça [música] e tudo que o rio tocar vai viver. [música] >> [canto] >> O [música] rio saiu do templo e chegou até mim. E onde as águas de Deus chegam, tudo vive.