Olá galerinha como vocês estão Espero que estejam todos ótimo hoje nós vamos concluir o nosso Capítulo de ter sido conjuntivo falando aí das fibras falando da substância fundamental que são os dois componentes da matriz extracelular e vamos também abordar uma parte do fluido tissular que é o fluido que se forma e nos tecidos conjuntivos graças a eventos da microcirculação local que permite aí trocas entre a Circulação sanguínea entre o plasma sanguíneo e o intestício Né que é esse espaço aí que existe entre o tecido conjuntivo e os vasos sanguíneos e vamos concluir aí esta vídeo
aula 2 abordando é os tipos de tecidos conjuntivos a classificação dos tecidos conjuntivos Ok então vamos começar bem então vamos aí começar abordando a questão das fibras as fibras do tecido conjuntivo elas são estruturas proteicas estruturas proteicas capazes de sofrer eventos de Polimerização no espaço gerando ao final estruturas muito alongadas nós temos três principais tipos de fibras no tecido conjuntivo que são as fibras colágenas as fibras reticulares e as fibras elásticas entretanto as fibras colágenas e as reticulares elas são formadas pela mesma proteína que é a proteína colágeno e as fibras elásticas elas são compostas
principalmente pela proteína elastina E aí nós vamos ter portanto graças a constituição desses Tipos de fibras mencionados basicamente a estruturação de sistemas de fibras no tecido conjuntivo que são o sistema colágeno composto pelas fibras que são formadas pela proteína colágeno e o sistema elástico que é um sistema que se forma através de Passos sucessivos em que na sequência se deposita sobre esse arcabouço a proteína elastina certo então nós temos uma distribuição desses três tipos de fibras em diferentes tipos de tecidos conjuntivos então A distribuição diferente desses tipos de fibras no tecido conjuntivo eles vão É
permitir que os tecidos conjuntivos eles possuem características de comportamento distintas a depender de qual tipo de fibra vai para dominar Então se as fibras predominantes nos tecidos forem fibras colágenas nós teremos tecidos capazes de Resistir melhor por exemplo a força de tração Mas se nós tivermos em um tecido a predominância de fibras elásticas nós seremos como Característica deste tecido a capacidade de desvender bastante da sua posição de repouso um exemplo clássico disso é o exemplo do tecido elástico que é um tipo de tecido conjuntivo que se caracteriza por uma abundância de fibras elásticas existentes aí
que conferem a esse tecido uma grande capacidade de se distender uma grande capacidade elástica Então essa distensão e esse retorno ocorre sem produção de alterações estruturais no tecido porque intrínseco das fibras Elásticas a sua capacidade de se despender Então nós vamos começar aí falando a respeito das fibras colágenas e na sequência falaremos das fibras elásticas antes disso nós vamos aí dar uma voltinha pelos tecidos conjuntivos e observar como que as fibras estão dispostas dentro de um tecido conjuntivo propriamente dito e como que as células se relacionam com essas fibras E lembrando que as fibras e
as células Estão imersas dentro da substância fundamental Então vamos aí fazer esse passeio pelos pelo tecido conjuntivo e na sequência vamos abordar a característica das fibras colágenas e o processo de síntese das mesmas [Música] Então vamos começar aí abordando as fibras colágenas as fibras colágenas elas estão aí compondo também o sistema colágeno as fibras colágenas elas são proteínas que se organizam aí no espaço É constituindo um grupo Na verdade de fibras colagens porque nós temos tipos diferentes de fibras colágenas e esses tipos diferentes eles são eles são diferentes graças ao fato de que eles possuem
variáveis graus de rigidez elasticidade de força de atenção Então essas proteínas que são conhecidas coletivamente como colágeno elas são encontradas amplamente distribuídas pelo tecido compondo aí a estrutura da pele a estrutura dos Ossos a estrutura da Cartilagem a estrutura dos músculos nós vimos também que ela é compõe a constituição das lâminas basais Então as fibras colágenas elas representam um tipo de proteína importantíssimo no nosso organismo e são tão abundantes que representam 30% do nosso peso seco essas fibras elas são produzidas por diferentes tipos celulares e esses tipos celulares produzem como eu já mencionei tipos diferentes
de fibras colágenas que é Possui uma composição química é distinta uma da outra e isso vai promover algumas variações morfológicas entre as fibras colágenas E essas variações morfológicas elas também é produzem uma distribuição no organismo de maneira diferente elas dão a cada um desses tipos de fibras também comportamentos diferentes então algumas elas possuem mais rigidez outras mais elasticidade melhor a forças de tensão então essas fibras colágenas elas são Diferentes e graças ao fato de elas serem diferentes elas foram agrupadas né a depender das suas características então nós temos grupos de fibras colágenas capazes de formarem
longas fibrilas certo essas moléculas que formam longas fibrilas elas são formadas por colágenos do tipo 1 do tipo 2 do tipo 3 Então são alguns dos tipos de fibras colágenas que na matriz extracelular ela se organizam é estabelecendo estruturas Muito muito espessas e que crescem longamente então nós examinamos elas de fibrilas alongadas certo então essas fibrilas elas são muito facilmente visíveis ao microscópio eletrônico então elas são bem mais espessas por dentro do que as fibras reticulares do que as fibras elásticas que são bem mais delgadas as fibras colágenas Além disso organizar informando longas fibrilas também
podem constituir um grupo de Fibras colágenas que se associam essas fibrilas então elas são estruturas curtas mas que tem a capacidade de se ligar a essas fibrilas maiores que são essas longas fibrilas então quando esse evento ocorre essas fibrilas que são as fibrilas que é ser associam esse colágeno que se associa a fibrilas ele permite que essas longas fibrilas elas se agrupem entre si tá então nós temos como exemplo desses colágenos Associados a fibrila os colágenos do tipo 9 os Colágenos do tipo 12 então nós temos aproximadamente uns 18 tipos de colágenos diferentes que estão
aí dentro de esses grupos que eu estou comentando né ou os colágenos que formam ondas fibrilas ou os colágenos associados a fibrilas temos também os colágenos que formam rede como nós já falamos um pouco a respeito que são os colágenos do tipo 4 presentes na estrutura da lâmina basal que é importantíssimo para ajudar a estruturação entre o tecido epitelial e O tecido conjuntivo e por fim os colágenos conhecidos como colágeno de ancoragem esses colágenos de ancoragem eles ajudam a ancorar as fibrilas do tipo 1 a lâmina basal Então essas brigas de colágeno tinha coragem são
as do tipo 7 então conforme mencionado nós temos diferentes tipos de fibras colágenas esses diferentes tipos eles derivam de uma organização dos seus aminoácidos de modo diferente com ligações químicas diferentes e essas Modificações vão acabar conferindo a cada um desses tipos de fibras colágenas uma característica comportamental distinta o que faz com que nós consigamos dividi-los em grupos né grupos que formam longas ou que se associam a fibrilas ou que formam redes ou colágeno de ancoragem Então essas são as características tá na sequência nós vamos o processo rapidamente de síntese das fibras colágenas do tipo 1
que é o tipo de fibra colagem mais estudada Então o tipo de fibra colágena do tipo 1 ele é muito amplamente distribuído no organismo e talvez graças ao fato dessa Ampla distribuição né da importância enorme que tem inclusive na classificação dos tecidos conjuntivos propriamente ditos é que nós vamos aí tratar um pouco a respeito de como que se dá a síntese dessas fibras colágenas do tipo 1 e entendendo que os outros colágenos eles é provavelmente são produzidos com uma Sequência de eventos bastante similar ao que acontece com as fibras de colágeno do tipo 1 então
na sequência nós vamos aí observar como esse processo de síntese das fibras colágenas ocorre no fibroblasto porém Lembrando que o fibra braço não é o único tipo de célula rápida a produzir fibras colágenas bem então nós temos aqui a representação parcial dos fibroblastos que são as células aí que nós estamos comentando que vão é também ser capazes de produzir Ou de sintetizar essas fibras colágenas né Então as fibras colágenas elas são proteínas e a sequência de síntese de proteínas ela tem né aspectos similar a da produção de proteínas é outras quaisquer entretanto nós temos algumas
especificidades relativas a proteína colágeno primeiro é o fato de que a proteína Colágeno é uma proteína produzida para exportação Então as células elas são capazes de produzir proteínas para compor a sua estruturação Interna né que são as proteínas estruturais aquelas proteínas que vão ser produzidas e vão compor a estrutura interna celular e as células algumas delas que é o caso fibroblastos E também o caso da proteína colágeno são aptas ou são capazes de produzir proteínas para exportação que são aquelas proteínas que vão ser enviadas para o meio extra-celular e aí vão compor né a estrutura
da Matriz extracelular então o colágeno é um tipo De proteína que ele possui parte da sua síntese ocorrendo exclusivamente no meio intracelular Então as fibras colágenas elas iniciam seu processo de síntese dentro da célula entretanto ela não conclui a sua síntese integralmente no meio intracelular nós teremos ainda eventos enzimáticos que vão se processar com as fibras colágenas já na matriz extracelular que vão permitir que a fibra se torne é pronta então a fibra Colágeno ela só completa o seu processo de síntese matriz extracelular e aí ela vai adquirir características importantes para desempenhar os seus o
seu papel aí na matriz extracelular então conforme mencionado é o colágeno é um tipo de proteína a sua síntese realizada pela célula com a utilização da maquinaria interna celular para esta finalidade então a célula vai utilizar a informação genética que consta no seu material ali É armazenado no núcleo né no DNA então o DNA ele contém toda a informação genética que a célula vai necessitar para produzir todos os seus componentes e um deles é o colágeno então a célula ela tem essa informação né genética para codificar sequência de aminoácidos de vida para que se Estabeleça
ao final essa proteína colágeno através da utilização de aminoácidos específicos né para dominando a glicina a lisina e a Prolina que são aminoácidos utilizados na síntese do colágeno Então as proteínas todas elas iniciam o seu processo de produção por meio justamente desta leitura desse código que é o gene que é onde tem a sequência correta de codificação que deve ser utilizada para poder inserir os aminoácidos e nós fazemos a cópia dessa informação através de um mecanismo de produção de uma estrutura complementar a esse DNA que nós chamamos De RNA mensageiro Então esse R é mensageiro
é uma cópia dessa parte né do material genético da célula que contém a informação necessária para síntese desta proteína que é o colágeno então de acordo com essa codificação que está contida aí no a mensageiro nós vamos fazer portanto na lá no citoplasma da célula a continuidade do processo de síntese da fibra colagem então inicialmente o material genético ele vai ser lido uma Cópia dele vai ser produzida é a partir da produção do RNA mensageiro o RNA mensageiro ele vai ser transportado né pelo RNA transportador até o citoplasma da célula e no citoplasma da célula
é esse essa codificação esse RNA mensageiro ele vai ser lido e ele vai ser a sua sequência ela vai ser sendo introduzida dentro do retículo endoplasmático rugoso então quando o RNA mensageiro ele codifica um peptídeo que nós chamamos de peptídeo sinal o Peptídeo sinal Ele indica para célula que esta síntese dessa proteína precisoucorrer dentro do retículo endoplasmático rugoso Porque lá é que está é acondicionado todo o os constituintes para que essa proteína ela seja confeccionada Então essa proteína ela vai sofrer mecanismos de hidroxilação que é adicionar a ela é cadeias de hidroxila Ela vai sofrer
exemplos ela vai sofrer exemplos ela vai sofrer vai sofrer eventos de glicosilação que é adição de cadeias específicas de açúcares então esses eventos de hidroxilação e de glicosilação eles não podem eles não acontecem no meio citoplasmático livre Então graças ao fato de que exclusivamente os constituintes para completar a produção do Do colágeno está dentro do retículo endoplasmático rugoso é que o RNA mensageiro contém a cópia desse peptídeo sinal que sinaliza para célula que essa essa proteína ela precisa ser sintetizada dentro do retículo endoplasmático rugoso então o que que vai acontecer lá nos ribossomos que estão
aí presos a membrana do retículo endoplasmático rugoso nós vamos ter a leitura da sequência né de peptídeos que compõem o RNA mensageiro e essa leitura vai gerando a Adesão de a adição de aminoácidos e essa adição de aminoácidos vai dando forma é uma estrutura que é polipeptídica nós dizemos que é uma cadeia polipeptídica uma medida que o os ribossomos vão fazendo a leitura do RNA mensageiro os ribossomos presos no retículo endoplasmático vão fazendo a leitura do RNA mensageiro eles vão colocando os aminoácidos e vão produzindo essa cadeia polipeptídica Essa cadeia polipeptídica ela contém o peptídeo
sinal e portanto é produzido uma estrutura chamada de pré-procolagem Então pré-procolagem ela é esta cadeia polipeptídica que está sendo lida a partir do RNA mensageiro pelos ribossomos e ela está se encaminhando e crescendo justamente para o interior do retículo endoplasmático para o interior da cisternas do retículo endoplasmático rugoso então quando termina a leitura do RNA mensageiro que todos os aminoácidos Já foram incorporados nessa cadeia polipeptídica Vai haver a liberação dessa molécula para dentro o retículo endoplasmático rugoso e vai haver a quebra do peptídeo sinal Porque ele já cumpriu a sua função que era de orientar
a produção do colágeno dentro do retículo endoplasmático então quando ocorre dentro do retículo endoplasmático a quebra por meio obviamente enzimática é do peptídeo sinal a molécula do pré-pro-colágeno se transforma no pró Colágeno na estrutura do procolágeno tá então cada procolagem no que é produzido nós damos o nome de dessa estrutura de uma cadeia então nós temos é que um pro colágeno nós vamos chamar de uma cadeia cadeia Alfa então cada procolagem é uma cadeia Alfa e esta molécula ela vai sequencialmente sofrendo eventos como eu já comentei anteriormente de adição de hidroxila que são os fenômenos
de hidroxilação a hidroxilação vai Acontecer nos aminoácidos prolina e lisina que são abundantes nas fibras colágenas Então as prolinas e as lisinas hidroxiladas passarão hidróxidolinas e hidróxido lisinas então é a lisina e a prolina desde que já tenham hidroxilação prévia elas não conseguem ser incorporadas na molécula então é a hidroxilação e a glicosilação da lisina e da prolina só se estabelece posterior a sua incorporação na molécula do procolágeno que é nessa cadeia Alfa Então nós temos duas enzimas que estão envolvidas nesse processo de depilação que é a prolina hidroxilase que faz esse evento de hidroxilação
da prolina e a lisina hidroxilase que essa enzima que faz a hidroxilação da lisina certo então logo nós tenhamos hidróxido lisina nós vamos observar na sequência a adição de cadeias de Açúcar que é o fenômeno chamado de glicosilação então inicialmente ocorre a hidroxilação na sequência acontece a glicosilação Então Nós vamos ter diferentes tipos de colágenos porque nós vamos encontrar diferentes graus de glicosilação Então é por exemplo o colágeno do tipo 1 vai ter uma glicosilação que acontece em um determinado local enquanto que um colágeno do tipo 2 vai ter uma glicosilação que acontece em outro
local Então o que faz com que nós temos tipos diferentes de Colágeno é porque justamente esses fenômenos que se estabelecem ao longo da etapa de síntese Não vão se estabelecer produzindo cadeias alfas similares a todas as fibras colágenas nós temos cadeias Alferes que são específicas para cada tipo de colágeno que vai sendo produzido certo então cada cadeia Alfa ela vai ser sintetizada com dois peptídeos de registro Então as cadeias Alfa elas vão possuir numa parte terminal dela um peptídeo registro e na parte terminal oposta Um Outro peptídeo registro então Cada uma dessas cadeias que é
a cadeia do procolágeno ela vai se sintetizada com esses peptídeos de registro e esse específico de registro estão em Nas extremidades Opostas sendo que uma extremidade chamada de extremidade Amino terminal e a outra extremidade é extremidade carboxil Por que que nós temos então a molécula do procolágeno com peptídeos registros na porção Amino terminal e na porção carboxil Basicamente porque a molécula de colágeno quando ela ela vai seguir o seu processo de síntese ela vai gerar um evento de trançamento no espaço de três cadeias Alfa Então nós vamos ter que a molécula na sequência vai sofrer
um fenômeno de trançamento no espaço de três cadeias alfares essas três cadeias Alfa elas vão trançar no espaço a partir da sua do seu processo de alinhamento correto Então para que a gente consiga alinhar corretamente as três cadeias de Forma que o início de uma case perfeitamente com o início da outra com o início da outra os peptídeos registros elas alinham as mais Alfa de um lado e do outro quando esse evento acontece aí nós vamos ter o trançamento da molécula gerando que nós dizemos é tratar de uma Tríplice hélice Então essa Tríplice hélice ela
só se estabelece porque nós conseguimos alinhar no espaço três cadeias Alfa então ao alinharmos três cadeias Alfa de um lado e do outro com a Ajuda dos peptídeos registro nós obtemos elas alinhadas no espaço e a partir daí ela sofrem ligações químicas que produzem traçamento delas no espaço e aí nós vamos ter uma molécula que possui três cadeias Alfa entra laçadas no espaço que a tríplice hélice certo e esta molécula se chama de molécula de procolagem é uma molécula de Tríplice hélice que se caracteriza por ser mais longa do que a fibra embalagem na madura
se caracteriza também por ser solúvel ou Seja não é uma fibra colagem que se adequaria bem a exercer funções em meio aquoso por causa da sua característica de solubilidade e que além disso não consegue se agregar a outras fibrilas para poder gerar aquela característica mencionada anteriormente que é a de formação de longas fibrilas então isso é o que nós observamos quando se estabelece a tríplice hélice com a presença dos peptídeos registros na poção Amino terminal e na porção Carboxil então quando nós observamos este evento da formação da Tríplice hélice a molécula do Pró colágeno ela
está pronta para ser transportada para o meio extra celular que é o local onde a fibra colágeno ela vai se transformar na estrutura madura que portanto vai ser mais curta vai ser insolúvel em meio aquoso e que vai ganhar a propriedade de agregação com outras similares a ela e portanto aptas a formar longas fibrilas então o que que vai acontecer essa Molécula de procolagem ela vai se transportada em vesículas desde o complexo de golgi até a membrana plasmática e aí ela vai ser exocitada da célula e vai passar a compor a matriz extracelular e aí
é que nós vamos observar o processo de término né da confecção desta molécula porque no meio extracelular nós vamos ter Justamente a retirada dos peptídeos registros a remoção dos peptídeos registros Então existe no meio extracelular Proteases específicas que são chamadas de procolagem no peptidases essas proteases específicas elas são responsáveis por retirar os peptídeos registros né de cada porção a carbox terminal e Amino e nós vamos observar que a molécula agora ela vai passar a ser chamada de tropo colagem então quando a molécula perde os peptídeos registros ela deixa de ser chamada de procolágeno e passa
a ser chamada de protocolagem sem os peptídeos registros Nós vamos observar que essa estrutura fibrilar ela ganha um reforço adicional a partir de formações de ligações que vão ocorrer entre as moléculas de Tropa colágeno que são ligações covalentes que são ligações mais resistentes então no final do processo nós vamos ter a configuração de uma fibra que tem características de tamanho menor do que a molécula do procolágeno insolúvel e apta a se agregar com outras para estabelecer portanto as longas fibrilas Que caracterizam o colágeno do tipo 1 aqui na sequência nós vamos novamente viajar pelo tecido
conjuntivo para observar Como que o tropo colágeno se agrega na matriz extracelular para constituir as longas [Música] Então vamos abordar aqui alguns aspectos que caracterizam as fibras colágenas do tipo 1 que estão sendo aqui destacadas devido ao fato de elas serem as mais numerosas do tecido conjuntivo então Quando nós observamos essas essas fibras a fresco ou seja sem nenhum preparo histológico da forma como ela é retirada do organismo elas possuem cor branca então quando nós temos um tecido que tem uma abundância de fibras colágenas esta cor ela também vai ser a cor do tecido graça
justamente as fibras colágenas do tipo 1 essas fibras elas são estruturas longas como eu comentei porque elas têm uma capacidade muito grande de se agregar As moléculas de Tropa colágeno se agregam formando longas fibrilas e essas fibrilas elas geralmente possuem aí Um percurso sinuoso tá elas podem ser vistas em microscopia de luz e para que obviamente a gente visualiza em microscopia de luz nós devemos produzir a coloração do tecido então quando nós colorimos essas fibras colágenas Elas têm afinidade pelo corante eosina então quando nós observamos cortes corados com corante de Rotina hematoxilina as fibras colágenas
elas são vistas em rosa Então como a usina é um corante ácido então a estrutura da das fibras colágenas do tipo 1 se caracterizam quimicamente por serem básicas nós temos aí uma foto micrografia na corada com hematoxilina onde nós observamos que essas proteínas alongadas são justamente as fibras colágenas do tipo 1 os espaços brancos correspondem aqueles preenchidos pelas substância Fundamental e as estruturas Escuras em roxo elas são as células do tecido conjuntivo então nós observamos que existe muito mais Matriz extracelular do que células e nesse tecido aí nós estamos observando a abundância de fibras em
relação a substância Fundamental e em relação as células Então as fibras colágenas Principalmente as do tipo 1 São proteínas muito importantes que ajudam a conferir Justamente a Esta função de estruturação ao tecido conjuntivo aqui Na sequência nós vamos abordar as fibras reticulares tá sempre articulares elas são formadas predominantemente pela colágeno né o colágeno do tipo 3 e ao contrário do que vimos para as fibras colágenas do tipo 1 as fibras colágenas que compõem nas fibras reticulares são extremamente finas certo e elas têm uma capacidade de se organizar no espaço né estabelecendo uma rede né extensa
que é configura um arcabouço de alguns órgãos tá então essas fibras elas não são Visíveis quando nós fazemos Os Preparados com hematoxilina então pelas técnicas de rotina as fibras que nós visualizamos são as de colágeno do tipo 1 nós não conseguimos visualizar pelas técnicas de rotina as fibras colágenas do tipo 3 compondo aí as fibras reticulares elas não vão ter afinidade nem por um corante nem pelo outro se nós quisermos efetivamente observar em foto micrografia exóticas as fibras reticulares nós devemos empregar Técnicas de coloração que tem como base a utilização de sais de prata então
Sais de prata eles conseguem colorir né eles conseguem impregnar as fibras reticulares e elas são vistas em cor preta então isso se dá graças ao fato justamente da afinidade que essas fibras tem por esses Sais de prata e isso confere a essas fibras uma característica que nós chamamos de argirofilia então a argerofilia é afinidade ao site prata e isso faz com Que nós consigamos observar os cortes corados né Por trás de prata e fibras reticulares coradas em negro certo essas fibras reticulares elas são compostas principalmente pelo colágeno tipo 3 e nós temos além do colágeno
tipo 3 cupom da estrutura das fibras reticulares a adição de glicoproteínas e também de prótons então a estrutura das fibras reticulares ela é de colágeno do tipo 3 com associações de glicoproteínas e de prótons glicanas e a sua distribuição Espacial é uma distribuição de arranjo frouxo certo então essas fibras elas são particularmente abundantes né em músculo liso e também compondo ao arcabouço da medula óssea por exemplo Então o a medula óssea ela é tem o seu arcabouço composto principalmente por essas fibras reticulares E aí ela compõe tipo de tecido conjuntivo de propriedade de propriedades especiais
que nós chamamos de tecido conjuntivo reticular Justamente pela predominância dessas fibras reticulares do tipo 3 certo então o pequeno diâmetro dessas fibras e essa disposição frouxa é suficiente para que elas criem essa rede flexível então no caso da medula óssea mesmo que é um órgão que está sujeito a mudanças fisiológicas de forma e de volume Então nós vamos observar que é especialmente em outros órgãos também como artérias como útero nós temos a presença dessas fibras que vão Aí com sua capacidade de né é justamente conferir essa flexibilidade na organização permitindo essa modificação morfológica e volumétrica
estarem abundantemente presentes compondo aí ao arcabouço desses órgãos aqui na sequência nós vamos comentar sobre as fibras que compõem o sistema elástico certo o sistema elástico ele vai ser composto justamente por esses três tipos de fibras que estão excitadas As fibras oxitas seguidas na sequência pelas fibras elaineas e concluindo o processo de produção as fibras elásticas a estrutura desse sistema ele justamente se desenvolve a partir de etapas Então não é possível é produzir uma fibra elástica sem que antes ela seja uma fibra laínica e sem que antes ela Estabeleça a Constituição da fibra oftalânica então
primeiro ocorre a deposição da estrutura da fibra oxalânica para conseguir Subsequentemente estabelecer a estrutura de uma fibra laonímica e concluir a produção de uma fibra elástica Então nesse primeiro estágio nós temos as fibras oxitelânticas e elas são o que elas são basicamente um feixe de microfibrilas e esse feixe de microfibrilas é composto de diversos tipos de glicoproteínas entre as quais existe uma molécula muito grande que é denominada de fibrina então é a fibrina a molécula que forma esse arcabouço em Que se deposita na sequência a proteína elastina Então as fibras oftalânicas elas compõem-se de um
composto de proteínas diferentes onde a principal delas é a mais abundante é uma molécula de tamanho Bem Maior Que As demais chamada de fibralina Então esse arcabouço de fibrina associada a outras glicoproteínas estabelece um tipo de fibra que não possui elasticidade mas apenas posso ir resistência que são chamadas de fibras oxitas Então as Fibras oftalânicas elas não têm elasticidade Mas elas são altamente resistente a força de tração na sequência nós vamos observar o segundo estágio de desenvolvimento que é quando nós vamos verificar a deposição irregular da proteína elastina Então nós vamos ter focos de deposição
da proteína elastina que vai se estabelecer justamente entre as microfibrilas octalas formando na sequência a fibra ela Então essas Estruturas elas se estabelecem a partir da deposição do arcabouço de fibrina estabelecendo a fibra octalímica com deposição irregular da elastina sobre o arcabouço de fibrina estabelecendo uma fibra agora chamada de laumínica que vai apresentar um grau de elasticidade que não é verificado nas fibras oftalânicas então nós encontramos por exemplo as fibras elanímicas é só de glândulas sudoríparas e também na Derme que é o conjuntivo que compõe a pele certo e Esse sistema ele se conclui quando
se estabelece a fibra elástica a fibra elástica ela corresponde ao terceiro estágio do sistema elástico que é quando nós temos uma deposição contínua da elastina que vai ser acumular e vai gradualmente ocupar todo o centro do feixe de microfibrilas então nós temos portanto a região periférica livre na região periférica nós não vamos ter a elastina Entretanto a região central ela vai Ser tomada aí pela deposição da elastina e elas vão determinar o tipo de fibra que corresponde ao mais abundante do sistema elástico então nós temos em alguns locais fibras oxitelânicas que não vão evoluir para
ela unnicas nós temos um em locais fibras e leonímicas que não vão evoluir para fibras elásticas e nós temos a maior parte das fibras do tecido conjuntivo a aquela que chegou no terceiro nível que é o nível da organização das fibras elásticas Então as fibras elásticas elas são ricas na proteína Latina e elas têm uma facilidade muito grande de se estender quando nós realizamos forças de tração sobre ela Então essas células os tecidos que são ricos nas fibras elásticas eles têm uma capacidade de sensibilidade muito grande E isto é conferido justamente pela abundância de fibras
elásticas é as principais células que são aptas a produzir elastina são justamente os Fibroblastos mas elas não são o único tipo celular capaz de produzir fibras elásticas Então como nós comentamos para as fibras colágenas os fibroblastos produzem e aqui no caso das das fibras elásticas os fibrablastos produzem mais células músculo liso produzem e células que compõem a parede dos vasos sanguíneos também produzem essas fibras elásticas certo então é assim como as fibras colágenas possuem lisina prolina e glicina A elastina ela é rica em glicina e em prolina certo então nós temos aí Que essas são
as três proteínas que sequencialmente estabelecem que nós examinamos de sistema elástico que é o segundo sistema de fibras do tecido conjuntivo Aqui nós temos uma foto micrografia na qual houve uma coloração específica para observarmos as fibras elásticas Então as fibras elásticas elas são fibras com diâmetro também menor do que o das Fibras colágenas e elas são cinco vezes mais extensíveis do que a borracha então só para que a gente tem uma ideia da capacidade de sensibilidade e isso se deve Justamente a forma como as moléculas elas formam ligações cruzadas que permite que ela se organizam
no momento que a fibra ela se distende e torna-se reorganizar no momento em que a fibra está de repouso ou seja na posição não distendida certo então essas moléculas que compõem o sistema elástico No fibras elásticas quando elas predominam em um tecido esse tecido é chamado de tecido elástico que é um tipo de tecido conjuntivo de propriedades especiais em que é predominam as fibras elásticas que é inclusive conferem aos tecidos elásticos a coloração típica dessas fibras que é uma coloração mais amarelada Então as fibras elásticas maduras elas possuem aí a proteína lastina Elas têm uma
consistência de borracha bastante distensível e elas Conferem essa coloração amarelada aos tecidos Nos quais elas predominam na sequência nós vamos evoluir para falar a respeito do próximo componente da Matriz extracelular que é a substância fundamental nós vamos abordar aí a respeito da substância fundamental as características que ela possui também vamos falar das funções que ela desempenha e vamos falar de quais são os componentes que nós encontramos aí é formando a estrutura e dando as Características da substância fundamental certo essa substância ela ocupa justamente os espaços entre as células e o espaço também entre as fibras
e ela é uma mistura altamente complexa e também uma grande afinidade pela água muito hidratada que se estabelece a partir da presença de moléculas anônicas que são chamadas de glicosamina glicanos que nós vamos comentar aqui um pouco mais para frente do que se é constitui os glicose Aminoglicanos e próprio glicanos que é associação de glicose aminoglicanos com eixos proteicos e também pela incorporação de glicoproteínas multi adesivas que são proteínas com cadeias de açúcares associados casos de se aderir a diversos substratos desde fibras as células até a sinalizadores que Eva vão permitir que muitas funções sejam
realizadas pela Matriz extracelular Então essa complexa mistura ela vai ser ela vai ser Caracterizada por ser incolor e também por ser transparente certo então a mistura molecular que não apresenta coloração que por tanta transparente e que vai aí preencher esse espaço que existe entre as células e as fibras do tecido conjuntivo posso um aspecto viscoso E apesar disso atua ao mesmo tempo lubrificando as células e os componentes aí os demais componentes e também pela sua viscosidade ela dificulta a movimentação de Agentes Invasores bem-vindo Então como uma barreira também a penetração de microrganismos invasores Então se
o meio fosse um meio mais fluido os microrganismos Eles teriam uma facilidade de disseminação maior Então como existe uma viscosidade nessa substância e como Existe muitos componentes que a tornam né viscosas as glicoproteínas as protoglicanas isso faz com que se torne difícil trafegar né pela Matriz extracelular torna difícil Trafegar pela substância fundamental portanto dificultando aí a penetração desses microorganismos invasores Então vamos começar abordando os glicose aminoglicanos como constituintes da substância fundamental então glicose aminoglicanos são estruturas poliméricas com uma distribuição linear ou seja eles formam um polímero linearmente distribuído e esse polímero ele se constitui por
uma repetição de duas unidades Portanto ele é um Dissacarídeo esse dissacarídeo ele vai conter um ácido hiroônico e uma exozamina nós temos a possibilidade de a exozamina c uma glicosamina ou uma galactosamina e o ácido úrico ele pode ser dois tipos o ácido glicurico e o ácido hialurônico Então porque nós temos duas possibilidades de hexaminas e duas possibilidades de ácido hurônico essas glicosaminas e ácidos urônicos diferentes quando eles se associam entre Si formando esse polímero de sacarídico ele pode dar origem a uma glicose aminoglicana chamada de sulfato de condroitina ou sulfato de heparana ou sulfato
de queratina ou ácido hialurônico então esses são os tipos de glicose aminoglicanos que se estabelecem a partir da união de duas unidades dois monômeros que cada número é um ácido hônico e o outro é um exlamina que juntos tornam de sacarídeos que são duas cadeias né Sacarídicas e isso faz com que quando ele se repetem no espaço eles cresçam e formam polímeros como distribuição linear então com essa ação do ácido hialurônico que é o único tipo de glicose minoglicana que não se agrega a eixo proteico todas as demais que nós comentamos todas as vitaminas comentadas
elas são associadas é covalentemente a um eixo proteico formando a molécula que nós estamos ilustrando aqui como a própria glicana então nessa ilustração Que onde nós vemos os protoglicanos nós vemos um eixo central em cinza que é o eixo proteico e nós vemos associada a esse eixo proteico é polímeros lineares que estão aí representados de cor rosa esses polímeros lineares de cor rosa eles representam justamente os glicosaminas então na estrutura dos prótons a maior predominância é dos componentes glicose aminoglicanos do que da proteína especificamente a proteína representa Esse eixo central que é um eixo central
também linear então na estrutura do próton glicano Eu tenho um eixo central proteico formado por uma proteína também retilínea e associada essa proteína retilínea Eu tenho uma quantidade muito grande de até 200 moléculas de glicosamericanas Associados dos tipos diferentes de glicose aminoaglicanos é o único que não é associável a ex proteico é o ácido hialurônico certo então essa estrutura Ela está na substância fundamental dos tecidos conjuntivos e eles têm uma característica tridimensional que pode ser então imaginada como se fosse uma escova de limpar tubos onde essa haste como é que eu já comentei em cinza
é o eixo proteico e as cerdas que estão em rosa representam a haste que representam as cadeias de glicose aminoglicanos certo essa molécula ela é altamente Possui uma altíssima afinidade com água ela é intensamente intensamente hidrofílica e é por causa disso ela se associam a uma camada de água chamada de camada de água de sovatação que envolve a molécula graças a afinidade que ela tem pela água e então quando ela possui essa forma hidratada eles apresentam-se portanto altamente viscosos E então eles ocupam um domínio bem grande então eles preenchem grandes espaços nos tecidos conjuntivos então
Os prótoglicanos graças a essa afinidade grande que é o componente glicose aminoglicano tem com a água e eles podem ficar mais fechados ou mais abertos né então quanto mais abertos eles estiverem quanto mais distendido eles tiver mais espaço ele vai ocupar e isso é determinado pela quantidade de hidratação que ele tem então quanto mais hidratado ele está mas é o próprio glicano Ocupa um domínio maior um espaço maior e o tecido conjuntivo portanto dá Mais suporte por exemplo ao epitélio que está recobrindo ele superficialmente então essa característica é uma característica que ajuda a aumentar a
viscosidade da substância fundamental que é afinidade que os glicose aminoglicanos possuem em relação as moléculas de água tá então em resumos protoglicámos eles são compostos de um eixo proteico esse eixo proteico ele pode estar associado a um dos quatro tipos de glicose Aminoglicanos que já comentei sulfato de dermatana sulfato de condroitina sulfato de queratina isso fato de heparana entretanto ele não vai estar associado ao único das glicose aminoglicanas que não se associez proteica que é justamente o ácido hialurônico tá é o ácido hialurônico ele é inclusive uma das glicose aminoglicanas que ajuda a estabelecer a
matriz extracelular das cartilagens certo então além de atuar como componente estrutural dessa Matriz Extracelular ele também ajuda a ancorar células a matriz e tantos estão clicando de superfície como aqueles a matriz extracelular eles também são capazes de se ligar a fatores de crescimento não são importantes funções realizadas pelos prótoglicanos a partir da sua Associação de um eixo proteico com os glicosaminas tá e nós temos ao lado aí a estrutura de uma glicoproteína Então as glicoproteínas multi adesivas são esses compostos formados de uma proteína que Esse eixo aí que está inovelado Então essa estrutura inovelada é
com uma cor acinzentada é o eixo proteico da glicoproteína Então esse esse essa proteína eniveada se liga essas cadeias glicídicas que são ramificadas Então as glicoproteínas são eixos proteicos enovelados Associados a cadeias glicídicas ramificadas então isso se estabele no modo contrário aos prótoglicanos porque nos protoglicanos O componente proteico ele predomina Nas glicoproteínas multi adesivas entretanto nas protoglicanas O que predominas são as glicosaminas certo então aqui nós não temos cadeias lineares e nós não temos eixo proteico retilíneo em vez disso nós temos o componente proteico predominando o conteúdo glicídico menor e a estrutura ela se ramifica
intensamente no caso das glicoproteínas o papel que eles realizam é basicamente de interagir células adjacentes nos tecidos tanto adultos Quanto embrionários e ajudam também as células aderirem ao seu substratos então eles são importantes Por exemplo quando nós fazemos enxerto de tecidos são importantes por exemplo para inclusive determinarem que não há compatibilidade por exemplo tecidos de pessoas diferentes porque se não houver uma compatibilidade entre a estrutura dessas glicoproteínas nós vamos ter uma não reconhecimento uma não tolerância Dessas estruturas que são estranhas para o organismo certo Então essas são aí as características morfológicas e as funções estabelecidas
pelos próprioglicanos e pelas glicoproteínas que são aí é importantes componentes da substância fundamental nós encontramos aí no tecido conjuntivo uma pequena quantidade de um fluido que nós denominamos de fluido tissular ele tem características semelhantes ao do plasma sanguíneo certo essas Características elas são ao conteúdo iônico e também ao conteúdo das substâncias que conseguem se aqui pela parede dos vasos sanguíneos principalmente pelos capilares arteriores essa substâncias elas necessariamente tem que ter um peso molecular compatível com espaço existente entre as células endoteliais para que elas consigam nesse serem difusíveis entre as células que formam a parede desses
vasos sanguíneos tá então Esses fluidos tisulares eles vão conter aí uma pequena porcentagem de proteínas do plasma que nós chamamos de proteínas de pequeno peso molecular são alguns tipos de proteínas que tem um peso molecular suficiente suficientemente pequeno que consegue atravessar a parede desses capilares e aí eles passam da circulação para os tecidos conjuntivos circunjacentes certo e essa saída ela se dá a uma força que se estabelece internamente pela Massa líquida sobre a parede do sistema circulatório que é uma força resultante justamente daquela que é imprimida pelo músculo cardíaco no coração sobre essa massa líquida
Então essa força de pressão ela vai se manter constante até o nível dos capilares arteriores e essa força que é uma força ativa né com gasto de energia pelas células musculares do coração ela é chamada de força de pressão hidrostática do sangue então essa força De pressão hidrostática do sangue ela vai pressionar a massa líquida contra a parede dos capilares arteriores que representam a porção do sistema circulatório arterial né o final da do trajeto arterial e a sua comunicação com a porção inicial do trajeto venoso da circulação então onde nós temos as anastomoses artéria venosa
então no local onde nós temos aí o término da porção é arterial as artérias Elas possuem o seu menor calibre a parede arteriolar ela tem o seu menor calibre formado basicamente pelas células que compõem endotélio E aí essa força de pressão hidrostática se torna suficiente para fazer com que ocorra um fenômeno chamado de perfusão então a perfusão ela vai comprimir essa massa líquida contra a parede dos capilares arteriores e ela vai permitir que esses espaços que existem Entre as células endoteliais desses capilares Facilite então a saída de íons Facilite a saída de conteúdo líquido do
plasma e as proteínas plasmáticas do organismo que são de baixo peso molecular e que vão aí acabar por um período de tempo ficando estocadas no tecido conjuntivo certo então o sangue ele é responsável por eh uma atividade que a atividade de transporte então o sangue ele é capta Dos órgãos de absorção nutrientes e leva para as células do corpo todo o sangue capta oxigênio nos pulmões e também leva para as células do corpo todo então o sangue a porção arterial do sangue é responsável para levar por levar para os tecidos os nutrientes e o oxigênio
e esses nutrientes e o oxigênio funcionam como matéria-prima para que as células possam produzir a sua própria energia que é o ATP e para que a célula Consiga também produzir os seus componentes estruturais então o sangue ele leva isso para as células por meio da do seu trajeto arterial e ao mesmo tempo quando ocorre o retorno venoso é o trajeto venoso ele traz de volta consigo o que a célula não o que a célula rejeitou que a célula liberou o produto final do metabolismo celular que é lançado para o meio externo que é o seu
produto de refugo que nós chamamos de catabólitos então Esses produtos eles acabam se acumulando no meio extracelular e eles são ser removidos Caso contrário eles deixam esse tecido intoxicado essa substâncias com o seu acúmulo acaba comprometendo né a atividade funcional das células então nós dizemos que ocorre uma desintoxicação que é promovida pelo sangue quando recolhe esses produtos dos catabólitos e leva para os órgãos de expressão para que eles sejam eliminados do corpo que ele seja um filtrados Isso Vai acontecer em órgãos como fígado em órgãos como rim então esses produtos de refugo desse do metabolismo
celular eles são removidos também pelo sangue eles trafegam aí pelo trajeto arterial vão para os órgãos de excreção onde eles são filtrados E aí esse processo ele vai sendo aí mantido chegada de nutrientes e de oxigênio através do trajeto arterial da circulação sanguínea perfusão em nível de capilares arteriores e a desintoxicação dos tecidos pelo trajeto Venoso através do recolhimento dos produtos de refugo do metabolismo celular e a sua levada para os órgãos de excreção certo então esse aí é o processo que se estabelece para que este evento ocorra nós contamos com a atuação de duas
forças essas forças elas vão atuar Justamente na água contida nesses capilares que geram portanto uma pressão que faz com que o sangue é que é bombeado pelo coração Seja bombeado com uma força né que é transmitida das paredes das células musculares cardíacas através da parede dos vasos é para essa através da parede do músculo cardíaco para essa massa líquida E aí essa massa líquida ela comprime as paredes do sistema circulatório elas Então ela devolve essa força com que ela foi pressionada para a parede que compõem os vasos que estabelecem aí o trajeto arterial e a
Outra força ela tem um sentido contrário e ela é chamada de pressão osmótica a força de pressão osmótica ela acontece com plasma sanguíneo quando nós estamos aí na região do trajeto venoso esse trajeto venoso ele tem uma concentração osmótica que é maior do que o meio extracelular porque quando a força de pressão hidrostática ela fez com que parte do conteúdo do plasma se perfumisse para os tecidos o plasma que permaneceu dentro do sistema Circulatório ele acabou ficando mais concentrado porque aquelas proteínas de Alto peso molecular Elas acabaram se tornando mais concentrados no meio porque o
plasma que é a parte liquida que é a água ela perfundiu para o meio extracelular então na Na continuidade aí do do sistema circulatório a porção seguinte que a porção venular Ela acaba ficando com uma pressão interna maior do que a pressão externa e essa pressão interna é Uma força de pressão passiva que é basicamente por causa da concentração interna essa força de pressão osmótica ela vai dever-se como eu já comentei a presença de proteínas de Alto peso molécula molecular do plasma que vão se concentrar agora mais no meio interno do que no meio externo
haja visto o fato de que o plasma transbordou perfundiu para os tecidos conjuntivos Então nós vamos por meio dessa força osmótica fazer com que novamente parte Do plasma que se perfundiu para os tecidos conjuntivos retornem para o sistema circulatório e agora trazendo junto consigo os produtos do refugo do metabolismo celular então Desta forma a força de pressão hidrostática faz com que o plasma perfume da parede dos vasos sanguíneos e leve para os tecidos conjuntivos parte da massa líquida proteínas de baixo peso molecular e íons e permite que internamente Na continuidade a parede A região interna
do sistema circulatório ela fique mais concentrada do que o meio externo gerando internamente uma força de pressão que é chamada de força de pressão osmótica E aí essa força de pressão osmótica ela é suficiente para puxar uma parte do plasma contendo novamente essas proteínas de baixo peso molecular contendo alguns íons que se difundiram e agora contendo esse produto de refugo das células para dentro do sistema circulatório agora no seu Trajeto vendo lá então essa pressão osmótica ela vai ser exercida por tanto por íons e moléculas e é aproximadamente igual né que vai fazer com que
as proteínas de Alto peso molecular que sejam responsáveis pela diferença aqui nós vamos observar no meio interno responsáveis por trazer de volta parte do plasma que se difundiu justamente com esses produtos do catabolismo Então esse é são duas forças Opostas que produzem é Uma movimentação de fluidos primeiro a perfusão estabelecida pela força de pressão hidrostática que faz com que parte do plasma de Funda com íons e proteínas de baixo peso molecular e posteriormente a força de pressão que se estabelece internamente que a força de pressão osmótica puxa a água para parede pela parede dos capilares
que voltam para o sistema venoso então em condições normais a água passa pela parede descapilares para os tecidos adjacentes Através da Porção arterial onde nós temos aí a saída de água e consequente fato de que nesse local a pressão hidrostática supera a pressão osmótica E aí a pressão hidrostática ela vai diminuindo a medida que vai havendo A perfusão então ela vai se tornar mínima na extremidade venosa então na em que o capilar se continua com uma vênula nós vamos observando que progressivamente a pressão hidrostática cai mais a pressão interna que a pressão Osmótica ela vai
aumentando e essa e Esse aumento se dá como consequência justamente da água que saiu o que vai acarretar essa concentração progressiva de proteínas do plasma sanguíneo Esse aumento da concentração das proteínas associada a queda da pressão hidrostática faz então com que na parte venosa do capilar a pressão osmótica prevaleça sobre a pressão hidrostática e portanto atrai aí parte da água para o interior do capilar Certo então como eu fui objetiva no que eu falei nem toda a parte líquida que sai através da força de pressão hidrostática retorna através da força de pressão osmótica porque a
força de pressão hidrostática ela geralmente supera a força de pressão osmótica o fato de a pressão hidrostática ser uma força de Pressão ativa né resultante de gasto energético com as batidas do músculo cardíaco né a compreensão do músculo cardíaco pela Massa líquida e que a força osmótica ser uma força passiva resultante basicamente da concentração diferente de constituintes né de Alto peso molecular do Meio interno para o meio externo do vaso sanguíneo então a força de pressão hidrostática ela sempre supera a força de pressão fazendo com que a quantidade de água que saia sempre supere aí
a quantidade que retorna pelo capilar vendo lá então o que que nós vamos observar que Nós precisamos de uma forma para garantir que a saída e a entrada ela seja equilibradas então isso vai se estabelecer no momento em que entram em Ação aí os capilares que constituem os vasos linfáticos Então os menores vasos linfáticos são os capilares linfáticos e ele se originam no tecido conjuntivo e eles são vasos de fundo cego que se iniciam aí no tecido conjuntivo esses vasos linfáticos eles coletam parte desse líquido do plasma sanguíneo que Não retornou pelo sistema venular E
aí na base do pescoço eles fazem com que este líquido que agora trafegou pelo sistema linfático retorne ao sangue garantindo a manutenção do volume da massa líquida sanguínea né Essa parte do plasma que foi filtrada e que agora transitou pelos capilares linfáticos passa a ser chamado de linfa e aí a linfa novamente retorna aí na base do pescoço para o sangue e volta novamente a compor o quantitativo Né que corresponde ao tecido sanguíneo certo então com isso nós vamos encontrar um equilíbrio entre a quantidade de água que sai da substância intercelular e aquela que retorna
para o sangue então a força de pressão hidrostática ela se iguala a força de pressão osmótica mas o retorno linfático garantindo que nós tenhamos uma perfusão de líquido do plasma levando para as células os nutrientes oxigênio hormônio e outras moléculas importantes Para o funcionamento celular e que depois retorne para o sistema circulatório trazendo consigo é o produto do refugo é o produto do catabolismo que é o resultante do metabolismo celular e desintoxicando os tecidos para que eles permaneçam em condições bioquímicas favoráveis ao funcionamento celular na sequência vamos concluir o nosso Capítulo de tecido conjuntivo classificando
ele você se esse Conjuntivos eles possuem uma grande variedade e essa variedade ela se dá justamente pela possibilidade que nós temos de ter proporções distintas entre tipos celulares e esses elementos da Matriz extracelular também em proporções distintas Então nós vamos observar que os tecidos conjuntivos eles são classificados em três tipos especificamente que são os tecidos conjuntivos de de propriamente ditos que são aqueles tecidos conjuntivos que nós Estamos estudando aqui as suas características nesta neste capítulo em que nós estamos aí abordando os tecidos conjuntivos e esses tecidos conjuntivos propriamente ditos eles podem ser divididos em frouxos
E densos sendo que os dentes eles podem ser subclassificados em densos modelado e não modelado a depender de como que as fibras elas vão estar organizadas na matriz extracelular tá nós temos também os Tipos de tecidos conjuntivos que são considerados como de propriedades especiais aí nesses tipos de tecidos conjuntivos nós vamos ter o predomínio de um elemento em específico em detrimento dos demais então nós temos os tecidos adiposos onde predominam as células adiposas o tecido elástico que nós já mencionamos são aqueles onde predominam as fibras elásticas e portanto as características das fibras elásticas elas são
conferidas ao próprio Tecido elástico do tecido hemocito poético que é aquele que é composto por Principalmente um arcabouço de fibras reticulares então ele é também chamado de tecido hemocito poético reticular e o tecido mucoso onde nele predomina a substância fundamental então ele é um tecido que nós encontramos basicamente no início da formação embrionária é um tipo de tecido mais em diferenciação e nós vamos aí comentar as características de sua de suas Funcionalidades né e por fim os tecidos conjuntivos que possuem a matriz rígida que é o caso dos tecidos conjuntivos de suporte que são dois
tipos né os tecidos conjuntivos de suporte são os tecidos cartilaginosos que possuem uma matriz rígida e que conferem portanto proteção né conferem é mais uma questão de forma é sustentação aos tecidos moles e os tecidos ósseo que são além de rígidos são mineralizados então nós Trabalharemos especificamente com os tecidos sanguíneos que compõem os tecidos hemocito poéticos e o tecido ósseo de maneira mais específica né pela pela importância que eles têm no Exercício da profissão e falaremos aqui mais para frente a respeito das características em linhas Gerais de todos esses que compõem todos os tipos de
tecidos conjuntivos como a gente havia mencionado os tecidos conjuntivos propriamente ditos eles se Dividem duas classes que são os frouxos e os dentes Inicialmente vamos aqui abordar as características e localização do tecido conjuntivo propriamente dito frouxo certo esse tecido ele é responsável por suportar estruturas normalmente sujeitas a pequenas forças de pressão e de atrito é um tecido muito comum tá ele preenche espaços entre grupos de células ele tá aí abaixo do tecido epitelial e forma também uma Camada em torno dos vasos sanguíneos é um tecido conjuntivo que contém todos os elementos estruturais que são típicos
dos tecidos conjuntivos propriamente ditos como nós comentamos nas nossas duas videoaulas células Matriz extracelular composta por substância Fundamental e fibras é uma proporção equilibrada então não há um predomínio de qualquer um desses componentes em relação ao outro no que diz respeito às células desses tecidos mais abundantes São fibrablastos mas os outros todos tipos celulares eles também estão presentes e as fibras também nós encontramos tantas do sistema colágeno quanto o sistema elástico certo então é característicamente esse tecido ele tem uma consistência delicada ele se apresenta flexível e também se apresenta bem vascularizado tá na sequência vamos
aí abordar as características do tecido conjuntivo propriamente dito denso No caso dos tecidos conjuntivos densos né que são aí uma um tipo de tecido conjuntivo propriamente dito ele se apresenta adaptado Justamente a oferecer resistência e proteção aos tecidos ele também é formado pelos mesmos componentes que nós estudamos aí ao longo dessas duas vidas porém nós observamos que existe mais fibras do que células então quando o componente fibroso ele predomina ele vai dando uma característica de densidade E portanto esse tecido ele vai sendo mais resistente a tensão que aqueles que são frouxos que por sua vez
são mais flexíveis né Então as fibras colágenas elas podem se organizar em feixes sem uma orientação definida aí nesse caso nós vamos ter um tipo de tecido conjuntivo denso que é denominado de denso não modelado Então os densos não modelados eles possuem fibras colágenas como os principais constituintes porém essas fibras colágenas elas estão em uma Orientação aleatória né Sem uma definição e esses tecidos eles vão formar então a Trama tridimensional que vai conferir uma certa resistência a atrações que podem se estabelecer em qualquer direção tá esse tipo aí ele vai ser encontrado é a medida
que nós vamos nos aprofundando na pele né na região mais profunda da derme que é a parte reticular da derme tá o tecido denso modelado ele tem como característica a disposição dos feixes De fibras colágenas de forma paralela umas as outras E aí é além de elas estarem paralelas umas as outras elas ainda se alinham com o longo eixo dos fibroblastos então é um tipo de conjuntivo que as fibras foram formadas em respostas de tração exercidas em um único sentido então elas são é aquelas aquele tipo de organização que oferece o máximo de resistência à
atração porém em um único só sentido certo Nesse caso os fibroblastos em resposta essas forças que normalmente atuam sobre esses tecidos vão ser responsáveis justamente por orientar essas fibras que eles mesmos produzem de modo que elas possam né oferecer o máximo de resistência a essas forças então o exemplo clássico né o exemplo típico de tecido conjuntivo dentro modelado são os tendões então tem doença ou estruturas do organismo que que tem um formato cilíndrico e que são alongadas Então são Estruturas cilíndricas alongadas que estão aí conectando músculos estriados aos ossos e aí em virtude dessa riqueza
em fibras colágenas que os tendões possuem eles são estruturas que se caracterizam pela sua inextensibilidade então eles são inextensíveis é quando os tendões se distendem significa dizer que houve uma um dano a sua estrutura porque ele é organizado para resistir essas forças de tração Tá E eles também possui uma coloração Branca Então como a gente havia mencionado anteriormente as fibras colágenas elas caracterizam por afresco apresentarem essa cor branca Então como os tendões eles são formados principalmente de fibras e fibras orientadas em uma direção específica né um sentido específico quando nós observamos afresco um tendão ele
se apresenta justamente com essa coloração Aqui nós temos um outro tipo de tecido Conjuntivo porém ele já está dentro da classificação dos tecidos conjuntivos de propriedades especiais então eu vou apresentar a foto micrografia de dois tipos de tecidos conjuntivos de propriedades especiais que são o tecido adiposo que tem predomínio de células adiposas e o tecido conjuntivo mucoso entretanto nós temos também o elástico que é esse caracteriza também por ser um tecido conjuntivo de propriedades especiais composto por Feixes espessos e Paralelos de fibras elásticas e ele vai ser ocupada Então por fibras delgadas também de colágeno
entretanto abundância de fibras elásticas é que vai conferir aí a cor amarela característica e a elasticidade também típica do tecido né então é esse tecido ele não é muito frequente aí no organismo mas ele está presente aí nos ligamentos amarelos da coluna vertebral é um dos exemplos aí no organismo de tipos de tecidos Conjuntivos de propriedades especiais elásticos já o tecido é conjuntivo de propriedades especiais reticular ele é formado por um abundante quantidade de fibras reticulares que nós já comentamos né que são fibras que se distribuem de forma a compor né um arcabouço tridimensional é
capaz de suportar células e órgãos que podem sofrer alterações volumétricas e essas fibras reticulares elas se associam intimamente a fibroblastos que são especializados Justamente na síntese da matriz extracelular e esses fibroblas eles são aí portanto chamados de células reticulares Então são tipos de fibroblastos aí contidos nos tecidos conjuntivos do tipo reticular tecido reticular ele vai prover uma estrutura arquitetônica tal que cria um ambiente especial para órgãos linfóides e mato poéticos Então como nós mencionamos esse tecidos é reticulares ele forma medula óssea formos linfonodos formos Nódulos linfáticos também tá então o resultado do arranjo é a
formação de uma estrutura que se assemelha a uma esponja e dentro dela nós temos células e nós temos fluidos que tem uma liberdade de movimentação entre elas tá É nesse slide aqui nós vamos abordar o tecido adiposo que é um tipo de tecido conjuntivo de propriedades especiais que em que nos observamos um predomínio de células adiposas os tecidos adiposos eles podem ser uniloculares ou Multiloculares no caso Aqui nós temos um tecido adiposo unilocular formado por abundantemente Por adipos que são células que armazenam gordura na forma de triglicerídeo com a finalidade de produzir energia além do
tecido adiposo unilocular nós temos a variação de tecido adiposo multilocular que é constituído por células adiposas que possuem várias gotículas de gordura no seu citoplasma e que se especializam na produção de calor A partir justamente da gordura que armazena Então os tecidos adiposos eles sempre armazenam gordura entretanto os tecidos adiposos uniloculares eles utilizam a gordura para produzir energia enquanto que os tecidos adiposos multi-oculares eles transformam a gordura é um tipo de energia que é dissipada na forma de calor tá Então essas são as características aí dos tecidos adiposos embora nós possamos também como já foi
Mencionado anteriormente é encontrar células adiposas em pequenos grupos ou Livres no tecido motivo propriamente dito para que se constituam no tecido adiposo é importante que ele forme grandes agregados como por exemplo tem cidade de pouso unilocular na Constituição do panicola de pouso tá na sequência e vamos abordar as características do tecido conjuntivo de propriedades especiais mucoso o terceiro conjuntivo mucoso se Caracteriza por ser um tecido conjuntivo de propriedades especiais em que nós encontramos nele uma pré uma predominância da substância fundamental que compõe aí Justamente a maior parte do constituinte deste tipo de tecido Então essa
substância fundamental Ela é Rica em um tipo de glicose aminoamericana que não se associa a exproteica que é o ácido hialurônico e o ácido hialurônico ele tem uma viscosidade muito característica E ele ajuda a estabelecer aí características desse tecido mucoso nele também nós temos pouquíssimas fibras Então as principais células desse tecido são fibroblastos tá E esse tecido ele é o principal componente da estrutura do cordão umbilical tá E também nós encontramos o tecido conjuntivo de propriedades especiais mucoso compondo a estrutura da polpa do dente jovem então o dente em processo de formação ele possui uma
estrutura chamada de papila Dentária que a estrutura que se diferencia na polpa E aí a papila dentária ela possui características de um tecido conjuntivo mucoso E aí ela vai evoluir para um tecido conjuntivo frouxo Então o que a gente observa que Geralmente os tecidos conjuntivos eles são tecidos que estão em processo de diferenciação e que poste vão adquirindo mais constituintes típicos dos tecidos conjuntivos propriamente ditos passando a essa Classe quanto aos tecidos conjuntivos de suporte então nós temos o tecido cartilaginoso onde há um predomínio de células chamadas de condrócitos e condroblastos são as células que
sintetizam aí o tecido a matriz extracelular da cartilagem e essa Matriz ela tem uma organização tal que as suas próprias e as suas glicoproteínas estabelecem ligações químicas que Conferem rigidez a essa Matriz extracelular no caso das cartilagens nós temos três tipos de cartilagens que são as cartilagens hialina onde nós temos a predominância de colágeno do tipo 2 na matriz extracelular nós temos também uma cartilagem chamada de elástica onde predomina na matriz extracelular as fibras elásticas E aí ela além de ter rigidez tem algum grau de elasticidade e as cartilagens fibrosas que são Cartilagens que possuem
aí aspectos semelhantes com os conjuntivos densos e onde nós temos o predomínio das fibras colágenas do tipo 1 finalizando aqui os tecidos conjuntivos de suporte e o capítulo também do nosso livro Vamos abordar aqui brevemente as características do tecido ósseo então o tecido ósseo é um tipo de tecido conjuntivo de Matriz rígida e também mineralizada então ele possui em sua constituição uma parte orgânica e Uma parte inorgânica que é chamada de matriz óssea e associada a essa Matriz existem as células que produzem o tecido ósseo e mineralizam ele que são os osteoblastos e quando elas
ficam aprisionadas dentro da Matriz mineralizada passa a ser chamadas de osteócitos e também células gigantes multinucleadas associadas a essa Matriz com finalidade de reabsorção do osso que são os osteoclastos Então nós vamos posteriormente abordar em Detalhes todas as característica do tecido ósseo Lembrando que ele é um tipo de tecido conjuntivo de suporte que possui portanto a sua matriz que é a matriz óssea com características de rigidez e mineralização Ok galerinha vamos concluir aqui as nossas atividades da nossa vida ou aula 2 concluindo também o nosso Capítulo de tecido conjuntivo a gente se vê em breve
com outros assuntos da histologia ok fui