A lição dessa semana, compreendendo o sacrifício, tem uma relação com o cheque pré-datado. Que relação é esta? Se você pré-atar um cheque para ser descontado daqui, por exemplo, a 30 dias, você está dando ao vendedor a garantia de que em 30 dias ele vai desfrutar do recebimento do seu dinheiro, pois o sacrifício de animais no Antigo Testamento serviu como uma espécie de um cheque pré-datado.
De acordo com Hebreus capítulo 10, e vamos estudar na lição desta semana, o sangue de bodes, de cordeiros, não pode realmente e espiar pecados. Porém, quando eles expressaram fé no Messias que viria por meio dos sacrifícios, ele Deus assinou uma espécie de cheque pré-datado e que foi pago na cruz do Calvário por Jesus Cristo, pois apenas o sangue de Jesus Cristo pode espiar nossos pecados. É muito importante que você entenda isso, que você entenda a centralidade do sacrifício de Jesus do Gênesis ao Apocalipse.
Porque só assim você pode entender as profecias bíblicas, mais especificamente os livros de Daniel e do Apocalipse. Você percebe que o sangue de Cristo é aquele fio vermelho que passa do Gênesis ao Apocalipse, nos ensinando que o sacrifício substitutivo de Cristo é o centro de todo o plano de salvação. Vamos começar aqui analisando um pouco mais sobre esse sistema de sacrifícios para que você e eu possamos entender o plano de salvação, alguns aspectos e ao mesmo tempo as profecias apocalípticas.
Tudo bem? Em primeiro lugar, em Gênesis 3:15, Deus fez uma promessa para os nossos primeiros pais. Nossos primeiros pais haviam pecado.
E Deus não apenas deu a sentença sobre o pecado, mas Deus também fez uma promessa. Deus prometeu que o descendente principal da mulher, que seria a Cristo, feriria, na verdade, esmagaria a cabeça da serpente Satanás. Então, em Gênesis 3:15 encontramos a promessa que diz o seguinte, vou aqui ler, ler Gênesis 3:15.
Eu tinha aberto em Êxodo e Gênesis 3:15 diz assim, ó: "Por inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente, este te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar. " Ao mesmo tempo em que Deus aqui dialoga com Satanás, que havia usado a serpente como médium, Deus faz uma promessa para os nossos primeiros pais. Deus pôs uma inimizade entre Satanás e o ser humano, né?
Porque senão o ser humano se tornaria totalmente servo do mal e do pecado. E ao mesmo tempo, essa erizade existia entre a descendência da mulher e o seu descendente, entre a descendência da serpente e o descendente da mulher. Este te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar na cruz.
Como Satanás levou Cristo à morte por sobre tortura, isso equivaleu a Satanás é ferir o calcanhar de Cristo. Porque uma mordida de uma cobra no calcanhar é muito doloroso. Mas ao mesmo tempo diz que o descendente da mulher, que é o Cristo, feriria a cabeça da serpente.
Então, na cruz, Cristo prova que Deus é amor e Cristo recebe o débito que o ser humano tinha desde Adão e Eva, o débito que o ser humano tinha para com a lei de Deus. Nós vemos também no verso 21 que em Gênesis, que no jardim do Édenem ocorreu o primeiro sacrifício para tipificar o Senhor Jesus Cristo. Deus precisava ensinar para Adão e Eva que para um dia eles viverem novamente e poderem ressuscitar, alguém deveria de morrer no lugar deles.
E o verso 21 diz assim: "Fez o Senhor Deus vestimentas de peles para Adão e sua mulher e os vestiu. É evidente que Deus não sacrificou e não matou nenhum animal para fazer isso. Foram Adão e Eva quem tiveram de sacrificar o primeiro animal.
E a partir das peles daquele animal, Deus fez vestimentas para eles. Eu sei que esse é um assunto que não é bem claro no texto, mas nós podemos fazer esta dedução. Quando consideramos que o sistema sacrifical foi inaugurado por Deus já desde o princípio para ensinar sobre o Messias, sobre o sacrifício substitutivo de Cristo.
E quando nossos primeiros pais aceitam essas vestimentas de peles, que não eram mais as vestimentas que eles haviam feito para eles mesmos, eles estavam aceitando a provisão de Deus para a nudez deles. A provisão de Deus para a nudez causada pelo pecado. Tudo bem?
Então, nós já podemos ver algo sobre esse sistema sacrifical desde o início. E você vai pro capítulo 4 de Gênesis e você percebe que a oferta de Caim foi rejeitada e a de Abel foi aceita porque Caim quis adorar a Deus do jeito dele e não ofereceu o sacrifício de animais. Frutos da terra não eram representações apropriadas do sacrifício substitutivo de Cristo.
Que sacrifício há em tirar uma fruta de uma árvore? O sacrifício realmente existe quando uma vítima morre pelo pecador e uma fruta não pode morrer pelo pecador. Então o que que acontece?
Abel, ele sim oferece, ele sim aprende a lição, ele sim estava disposto, assim como Adão e Eva, a irem até a porta, irmos assim, do jardim do Éden, porque eles não poderiam entrar mais e ali oferecer sacrifícios a Deus. Então, na história de Caim Abel, nós percebemos o sistema sacrifical, que com certeza eles aprenderam de Adão e Eva. E nós entendemos que Adão, Eva, Caim e Abel e os primeiros seres humanos, através dos sacrifícios, puderam compreender aquela verdade que está em João 29, mesmo que de uma forma obviamente parcial, digamos assim, em parte, não é?
João 29 diz que Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Então nós vemos no texto bíblico que o sistema sacrifical começa muito cedo. Mas teve um momento, e aqui vamos paraa nossa parte eh de domingo da lição, teve um momento que Deus considerou o sistema sacrifical do seu povo como algo inútil.
Não seria isso uma contradição? Não é uma contradição. E eu vou lhe mostrar que lição espiritual preciosa nós adquirimos desse texto de Isaías 1, se nós o estudarmos contextualmente.
Quando nós lemos Isaías 1 13 a 15, sabe o que que nós aprendemos aqui? que Deus nunca condenou os sacrifícios em si, porque eles eram o recurso pedagógico divino para ensinar o plano de salvação. O que Deus condenava aqui era a hipocrisia religiosa, misturar o sistema sacrifical e de adoração com a maldade, com a impiedade.
Tanto que se você for para Isaías 56 e 7, ali é dito que Deus aceitaria os sacrifícios dos eunucos, dos gentius, que fizessem parte do seu povo e que aceitassem o sábado como grande sinal do Deus criador. Então, em diferentes contextos, a palavra sacrifício é apresentada de forma positiva ou negativa, de uma forma positiva em Isaías 56 e 7, Salmo 51:17, mas de uma forma mais negativa em Isaías 1, porque eles estavam misturando o que é sagrado com o que é profano. E aí você vê aqui em Isaías 1 claramente isso.
Eu recomendo que você leia todo o capítulo 1 de Isaías para você fazer um estudo. Isso aqui dá um baita de um sermão também, até por falar em sermão, se você gosta da pregação bíblica e quer eh aprender mais sobre este assunto, eu tenho um curso. Faz tempo que eu não lanço, não relanço este curso, estou para lançá-lo novamente, mas eu tenho um curso sobre pregação bíblica em que eu ensino a pessoa a preparar um sermão a partir do zero.
Se você tiver interesse em ser o meu aluno neste curso ou em outros cursos que eu tenho também, vou deixar aqui na descrição do vídeo o link para que você possa conhecer, tudo bem? Mas quando lemos aqui Isaías 1, olha que interessante. Alguns leem o verso 13 e pensam que aqui Deus fez uma profecia de abolição do sábado, por exemplo.
Isso aqui está longe de ser verdade. Vamos ler aqui o contexto a partir do versículo 10. Ouvi a palavra do Senhor, vós príncipes de Sodoma.
Aquele está comparando, né, o povo dele a Sodoma e Gomorra por causa da iminente destruição, né? E vosso povo de Gomorra, de que me serve a mim a a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor.
E aí, verso 13, não continueis a trazer ofertas vãs. O incenso é para mim abominação. Mas Deus havia criado o o incenso para representar as orações do povo subindo a Deus e também as festas da lua nova, os sábados e a convocação das congregações.
Tudo isso foi criado por Deus. Agora, olha o problema. Não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene.
As vossas festas da lua nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece. Já me são pesadas. Estou cansado de a sofrer.
Verso 15. Pelo que quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos. Sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço.
Porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Livrai-vos. Purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos e diante dos meus olhos.
Cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem. Atendei a justiça.
Repreendei ao opressor. Defendei o direito do órfão. Pleiteai a causa das viúvas.
Você percebe aqui, não existe uma profecia de abolição do sábado e nem Deus está falando contra os sacrifícios que ele mesmo estabeleceu. Ele está falando contra, sim, o sistema de sacrifícios e uma observância de festividades religiosas, incluindo o sábado, porque eles estavam associando a iniquidade ao ajuntamento solene. Eles tinham as mãos cheias de sangue, maldade, eram opressores e não defendiam a causa do órfão e das viúvas.
Então, o que que Deus condena aqui? É a formalidade e e o não abandono do mal. Ele condena os sacrifícios associados à impiedade do povo.
Deus condena aqui oculto hipócrita. Esse é o detalhe. E isso deve nos levar a uma reflexão.
Se Deus condena o culto hipócrita, né? Será que nós não estamos muitas vezes em nosso culto respeitando mais um formalismo religioso do que, na verdade, convertendo o nosso coração a Deus? Deus faz um convite no verso 17, ó, aprendei a fazer o bem.
E no verso 16, lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos. Então, a adoração plena para Deus, ela envolve uma mudança, uma transformação da vida. Não adianta ir à igreja todos os sábados ou todos os domingos ou todas as quartas-feiras.
Se no dia a dia você trata mal as pessoas, você é arrogante, você não trata bem a sua esposa, o seu marido, os seus filhos. Deus não suporta este culto hipócrita em que você é uma pessoa na igreja e é uma outra pessoa na sua casa. Ok?
Então isso aqui deve trazer uma grande lição para nós. Então Deus condena o culto hipócrita até mesmo se você é um observador do dia de guarda dele. Se você observa o seu dia, mas é hipócrita ao longo do restante da semana, você está desagradando a Deus profundamente.
OK? Indo pra parte eh de segunda, né? Vamos pra parte aqui de segunda-feira da lição.
Aqui está falando algo sobre os sacrifícios de animais como sendo o recurso pedagógico de Deus para ensinar sobre o plano de salvação, tá? Pessoas na na era pós-moderna quando leem a Bíblia, elas acabam achando muito cruel e injusto que Deus tenha pedido sacrifícios de animais inocentes. Eu entendo em parte isso porque eu também gosto muito de animais, mas em outra parte eu discordo.
Por quê? Porque essas pessoas precisam entender que é exatamente este o ponto. Por meio do sacrifício de animais inocentes, eles entendiam que alguém inocente deveria morrer para eles poderem viver.
Eles entendiam que o pecado é tão grave que apenas a morte de alguém inocente pode proporcionar vida ao pecador. Então, este é exatamente o ponto. A morte de Cristo foi cruel e injusta.
O inocente Jesus morreu no lugar daqueles que eram culpados. Então, por meio desse recurso do sacrifício de animais, Deus ensinava a crueldade e a injustiça de Cristo morrer no lugar do pecador. Mas ao mesmo tempo, as pessoas precisam entender que era o recurso pedagógico de Deus para ensinar sobre a salvação.
Era o cheque pré-datado que eu falei no início da lição. Se nós predatarmos um cheque para daqui a 30 dias ser descontado, a pessoa vai desfrutar sim do dinheiro dela daqui a 30 dias. Então os sacrifícios eram cheque prédato.
Por Deus. As pessoas poderiam desfrutar da paz, da certeza de que o pecado delas havia sido perdoado, mas elas iriam desfrutar do perdão de uma forma definitiva e concreta na eternidade com Deus. após Cristo pagar este cheque com a própria vida dele na cruz do calvário.
Então, Deus precisava sim utilizar-se dos recursos acessíveis aos seres humanos. E você tem que considerar uma coisa também, com o tempo, esses sacrifícios foram totalmente corrompidos. Os pagãos passaram a oferecer sacrifícios de seres humanos, sacrificavam até mesmo os próprios filhos.
Então, Deus restabelece entre o povo de Israel o sistema de sacrifício animais, até mesmo para desviar a mente deles dessas práticas pagãs e para que eles retornassem ao significado principal do sacrifício. Se o sacrifício originalmente era um animalzinho inocente morrer pelo pecador, não era um outro pecador ou um ser humano que poderia morrer no lugar do outro ser humano, ainda mais para propósitos egoístas e para prática de homicídios. Então, o que que Deus faz?
Deus se utiliza disto para poder ensinar, né, ao seu povo a importância da substituição de um inocente para o seu povo viver. A lição também apresentou algo aqui de muito interessante, não é? Que além de a pessoa expressar fé no Messias que viria, esses sacrifícios eram mini profecias.
Eram mini profecias. Por quê? Porque apontavam para Jesus Cristo, né?
João 29. Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E quando Jesus morre na cruz, diz Marcos 15:38, o sistema de sacrifícios perde a sua função.
Não é que significa perder a função? Cristo não está na cruz, né, abolindo a lei de Deus, mas ele faz que alguns aspectos da lei, como por exemplo, a o aspecto cerimonial, perca a sua função, porque esta função é transferida para Cristo. E aí o que que acontece em Marcos 15:38?
Ó, e o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. O centurião que estava diante, que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: "Verdadeiramente este homem era o filho de Deus". Então, quando Cristo morre na cruz, uma mão sobrenatural rasga o véu do santuário, que dividia o lugar santo do santíssimo, indicando que que toda a função do sistema sacrifical desde o jardim Éden, do jardim do Éden, foi transferida para Jesus Cristo, o grande cordeiro, né, para o qual tudo aquilo apontava.
Esse assunto também fica muito claro aqui na parte de eh terça-feira da lição. Quando Deus restabelece o sistema, assim, estabelece de uma forma plena o sistema de sacrifício ao povo de Israel na Páscoa, aqui a lição nos mostra que o cordeiro oferecido na Páscoa simbolizava a Jesus Cristo. É muito importante você aqui relacionar Êxodo capítulo 12 versos 1 a 11 com Isaías 53 versos 7 e 8, Primeira Coríntios 5:7 e Apocalipse capítulo 5 verso 6.
Por que que a lição nos convida a fazermos esta relação? Isso aqui que é importante porque se nós relacionarmos o cordeiro da Páscoa com o servo sofredor, com o Messias sofredor em Isaías 53, com o cordeiro pascal Cristo em Primeira Coríntios 5 e com o cordeiro Jesus no livro do Apocalipse, nós vamos entender que o sacrifício substitutivo de Cristo é o centro de toda a Bíblia. É aquele fio de sangue que passa por toda a Bíblia.
Isso nos ajuda a entendermos as profecias bíblicas. Por quê? Porque se na cena de Apocalipse 4:5 o cordeiro é exaltado como sendo o único digno de abrir os selos, aquele livro selado que aparece na visão, né, de desenrolar ali a história do povo de Deus ao longo da história.
Se o cordeiro era o único ser no universo digno de fazer isso, isso quer dizer que o sacrifício substitivo de Cristo também é o centro das profecias apocalípticas. Isso aqui é muito importante. Não tem como estudar as profecias apocalípticas se não entendermos a centralidade do sangue de Cristo.
Aqui eu até aproveito para pedir para você que antes de continuar nesse vídeo, faça duas coisas. Primeiro, curta esse vídeo. É rápido e é muito importante.
Ao você fazer isso, o YouTube entende a relevância desse material. Ele vai mandar para mais pessoas. Peço também que se você não for inscrito e se ainda não ativou o sininho das notificações, que você faça isso agora.
Ative, porque isso é importantíssimo para eu avisar você sobre novos vídeos. E um outro convite que eu faço para você, eu estou preparando uma comunidade para o estudo das profecias de Daniel e Apocalipse. Vou estudar profundamente com esta comunidade, deixar ali um curso, tirar dúvidas, deixar materiais.
Esta comunidade que eu vou lançar nas próximas semanas, a pessoa vai contribuir com aquilo que ela puder para a manutenção. Não vai ter valor fixo, é para mantermos a plataforma e obviamente gastos que eu preciso ter para compra de livros, para estudar tudo isso e passar para você. Então, se você tem interesse de ser avisado desta comunidade de estudo das profecias, eu vou pedir uma outra coisa que você vá depois na descrição do vídeo e ali vai ter um link, né, sobre a comunidade, ali vai ter um formulário, você vai preencher nome, telefone e e-mail, porque aí eu posso avisar você de uma forma exclusiva, porque eu só quero nesta comunidade quem realmente quer aprender.
Então eu não vou a princípio lançar agora, porque eu quero primeiro reunir aqueles que realmente querem aprender. Eu não busco simplesmente seguidores, eu busco pessoas que queiram aprender e pensar ao mesmo tempo, tá bom? aprender pensando.
Então, se você é uma dessas pessoas e gostaria de me apoiar nesta comunidade para estudarmos profundamente as profecias, então você vai naquele link que está aqui na descrição e cadastra os seus dados que daqui nas próximas semanas eu estarei avisando a você sobre esta comunidade. Tudo bem? Bom, então é importante relacionarmos esses textos para entendermos o quê.
O cordeiro oferecido na Páscoa e que possibilitou que os primogênitos do dos israelitas vivessem, representa Jesus, que possibilita que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Assim como o sangue do cordeiro nos umbrais das portas protegeu os primogênitos das famílias que creram para que o anjo destruidor não os matasse. O sangue do cordeiro nos protege da morte eterna, da condenação, nos protege da ira de Deus, como diz Romanos 5 verso 9.
Assim como o sangue inaugura ali a libertação deles, a nossa libertação da morte eterna e do poder do pecado, só é possível pelo sangue de Cristo. Tanto que Pedro, né, em Primeira Pedro 1:18 a 20, ele fala, né, que o sangue de Cristo é um sangue de um cordeiro sem mancha e sem defeito. E aqui está um detalhe muito interessante para explicar a a uma pessoa secular o por que só há salvação por meio de Jesus.
Apenas um sacrifício perfeito pode pagar a dívida que temos para com a lei de Deus. Apenas o próprio legislador da lei pode fazer isso. Não existe uma criatura no universo que possa fazer isso a não ser o legislador da lei.
E como Cristo faz parte da divindade, Deus Pai, Deus Filho e o Espírito Santo, foi decidido entre a trindade desde a eternidade, como lemos em Hebreus 9:14, que uma das pessoas da divindade que fez parte da legislação da lei eterna de Deus, ele seria o substituto perfeito, né? Apenas ele poderia fazer isso. Então, uma criatura não poderia substituir o pecador.
Apenas o criador e legislador da lei poderia fazer isso. Então, é por isso que nem todos os caminhos conduzem a Deus. Por mais que Deus tenha os seus filhos sinceros em todos os sistemas religiosos, nem todos os caminhos conduzem a Deus.
Isso não é ser preconceituoso, é ser lógico. Se eu disser para você, por exemplo, que todos os medicamentos fazem bem para todas as doenças, estou falando um absurdo. Se eu disser para você que todos os caminhos conduzem ao mesmo local, isso também é um absurdo.
Em relação à salvação é a mesma coisa. Assim como nem todos os medicamentos funcionam para as mesmas doenças, e assim como nem todos os caminhos conduzem ao mesmo lugar, nem todos os caminhos conduzem a Deus, por mais sinceras que sejam as pessoas. E Jesus falou isso em João 14:6.
Ele disse: "Ó, eu, Jesus, sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim". Então, ele não fala que eu sou os caminhos, não.
Ele fala o caminho. Ele fala: "Ninguém vem ao Pai senão por mim". Então, a única forma de o ser humano ser salvo é por meio de Cristo.
Tá bom? Podemos explorar esse assunto mais em outras oportunidades, mas eu vou eh a princípio ficar aqui para nós darmos sequência que essa outra parte da lição. Bom, nesta outra parte da lição, que é a parte de quarta-feira, vemos Jesus no templo.
Que que isso tem a ver com o assunto que estamos estudando? tem tudo a ver. Porque quando Cristo, queridos, está pisando no templo de Jerusalém, ele está cumprindo algumas promessas bíblicas, especialmente a deu, capítulo 2, verso 7 a 9.
Isso aqui é muito importante. Em Agu, capítulo 2, 7 a 9 é dito que o segundo templo seria eh ainda mais glorioso do que o primeiro. Na verdade, enquanto se construía o segundo templo, né, o profeta que nos comunicou a promessa de que o novo templo seria mais glorioso que o anterior.
E por quê? Isso aconteceu de duas maneiras. A primeira maneira foi quando Herodes, o grande realmente tornou este templo, o templo, né, de Salomão, muito mais glorioso do que o anterior.
Tanto que o templo se tornou uma das maravilhas do mundo antigo. Então, esta é uma forma, né, de explicarmos a GU 2 7 a 9. Agora, ao mesmo tempo, isto aqui se refere à presença de Jesus no templo.
Você vê que em Mateus 12:6, Jesus e outros textos, Jesus esteve pessoalmente lá. E por que que isso equivaleu a tornar o templo ainda mais glorioso? Porque nada menos, amigos, que o Deus encarnado estava pisando num templo feito por mãos humanas.
Olha que coisa espetacular. Hebreus 8:1 e 2 diz que Cristo é o ministro do verdadeiro tabernáculo que o Senhor irigiu e não o homem. Só que aqui no Novo Testamento nós percebemos o cumprimento da profecia de Isaías também 7:14, que um dia Deus estaria conosco, o Emanuel.
E aí, Mateus 1:23, Mateus diz que a virgem conceberá e dará a luz a um filho e ele será chamado de Emanuel, que significa Deus conosco. Ou seja, Mateus interpretou Isaías 7:14 como uma referência a Cristo. Então, Cristo, amigos, o verbo divino, o agente ativo da criação, de acordo com João 1 a 3, ele se fez carne e habitou entre nós, como diz João 1:14.
E aí Deus habita conosco. Então o templo se torna ainda mais glorioso porque o criador do cosmos, de acordo com Hebreus 1 1 a 3, todo o universo foi feito por meio de Cristo. O criador do cosmos encarna e pisa, passa por aquele templo, passa por entre as por entre as colunas do templo.
aquele a quem todos os sacrifícios representavam, passeou pelo templo. Aquele a quem o sacerdote, o sumo sacerdote prefiguravam, passeou pelo tempo, pelo templo. Então, veja a centralidade do sacrifício de Cristo.
E aí, para finalizar, vamos agora pra parte de quinta-feira. Cristo aparece aqui no Apocalipse como aquele que é digno de receber adoração, porque além de morrer pelos seres humanos, ele é o criador de todos os seres humanos. Você vê aqui no capítulo 4 e no capítulo 5 uma visão do trono de Deus.
E diante do trono de Deus se encontra o cordeiro. Olha o que diz o capítulo 4:11. Ó, tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder.
Porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa de tua vontade vieram a existir e foram criadas. Primeiramente, Deus é adorado por ser o criador. Ele é reverenciado, ele é amado, ele é respeitado, ele é elogiado por ser o criador de tudo e de todos, mas ele também é adorado por ser o Salvador de todos.
E aí está no capítulo 5, ó, versículo 9, por exemplo, versículo 12, ó. Digno é o cordeiro que foi morto de receber o poder e riqueza e sabedoria e força e honra, glória e louvor. Então você percebe o criador do cosmos, presta atenção, o criador do cosmos, de acordo com Apocalipse, é ao mesmo tempo o nosso salvador.
O criador do cosmos é ao mesmo tempo o nosso salvador. E o capítulo 5 verso 12 que nós lemos aqui diz que ele foi morto, né, obviamente no nosso lugar. Então você percebe que do Gênesis ao Apocalipse, a centralidade da nossa salvação e a centralidade de todas as doutrinas bíblicas é o sacrifício substitutivo de Cristo.
Então, na cruz, Deus mostra seu amor ao ponto de sacrificar a si mesmo no nosso lugar para pagar o nosso débito para com a lei dele mesmo. E ao mesmo tempo Deus mostra que é justo, porque ele pune o pecado, porém nele mesmo. E ao mesmo tempo Deus mostra a nossa condição pecaminosa.
Ou seja, nós só podemos ser salvos por Deus. Só ele pode pagar o débito que temos para com a lei dele. E por isso precisamos desesperadamente de Jesus Cristo todos os dias.
Tá bom? Esses são alguns aspectos da lição que eu gostaria eh de passar para você aqui. Nós chegamos já na parte de quinta.
Eu destaco, se você for um professor de escola sabatina, recomendo que dê uma olhada naquela citação de sexta-feira, tá? Por esta citação de sexta-feira do livro Patriarcas e Profetas, página 39, ela pode muito bem ser usada para provar que nós não somos legalistas por defendermos a vigência da lei de Deus. Quando defendemos a vigência da lei de Deus, estamos apenas sendo coerentes com a Bíblia.
Porque se Deus tivesse abolido a lei, ele não precisaria ter encarnado e morrido na cruz para pagar o débito para com esta lei. Então, a própria morte substitutiva de Cristo mostra para nós que a lei é eterna. Mas ao mesmo tempo, essa citação do Patriarcas e Profetas, página 39, mostra que a nossa crença da lei, ela não tem nada a ver com legalismo.
Por exemplo, olha o que Kelwart escreveu, ó. Cristo é o único digno de obter e garantir nossa salvação. Sua vida foi a única sem pecado, que satisfez perfeitamente a glória do Pai.
Ele é o cordeiro imaculado e está à frente da ração humana como nossa garantia eterna. Ao mesmo tempo, ele tomou sobre si nossa culpa, satisfazendo o juízo que a resposta de Deus ao pecado. E aí ela cita Apocalipse 5:5.
Ou seja, não tem legalismo aqui. Ela apresenta Cristo e não a lei como o nosso meio de salvação. Depois segue no terceiro parágrafo, a transgressão da lei de Deus exigia a vida do pecador.
Em todo o universo havia apenas um ser que em favor do homem poderia satisfazer suas invivicações. Visto que a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um ser igual a ele poderia fazer expiação pela transgressão. Olha que texto interessante.
Para provarmos que não somos legalistas e para ensinarmos um irmão católico. Porque que só Jesus pode ser o nosso intercessor. Apenas Jesus é igual a Deus e apenas Jesus pode fazer expiação pelos nossos pecados.
Maria e nenhum outro santo pode fazer isso, como lemos em primeira Timóteo 2, 5 e 6. E aí continua a citação. Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da lei o ser humano caído.
Cristo tomaria sobre si a culpa e a humilhação do pecado. Pecado tão ofensivo para um Deus santo que separaria o Pai e o Filho. Cristo atingiria as profundezas da miséria para resgatar a raça que fora arruinada.
Então, esse essa citação do Patrias e profetas, página 39, mostra que a nossa visão sobre a lei, ela é bíblica, ela é evangélica, tradicional, não é legalista e ao mesmo tempo essa citação pode ajudar você a ensinar o irmão católico sobre o porqu apenas Cristo é o nosso intercessor. Tá bom? Olha, não esquece de curtir esse vídeo e de compartilhar com outras pessoas.
Isso é muito importante. Você estará apoiando o meu trabalho. Ao mesmo tempo, ative o sininho das notificações.
Vá aqui na descrição do vídeo para acessar os links que eu falei para você. Vai ser uma honra ter você como aluno. E eu aguardo então aqui a sua resposta no link, nos links que se encontram aqui na descrição do vídeo.
Que papai do céu dê para você uma ótima semana e até o nosso próximo estudo.