[Música] [Música] [Música] [Música] Salve, meu aluno querido. Seja bem-vindo a mais um evento. Aqui é o professor Pablo Jamilk, transmitindo direto dos estúdios do Alfacon em Cascavel e aqui gravando aula ao mesmo tempo que nós transmitimos. Você está acompanhando o meu processo de gravação da matriz de Língua portuguesa, né, com todos os conteúdos necessários para você aprender português e gabaritar a prova. Na última vez que a gente teve um encontro, que foi na semana passada, eu estava gravando a matéria de regência. Na verdade, semana passada nem foi transmitido, né? Mas beleza, não tem problema, tá?
Nós estávamos gravando a matéria de regência verbal e nominal. O que que eu vou fazer? Eu vou continuar o processo de Gravação de regência verbal e nominal nesta aula. Então, serão três bloquinhos pequenos, tá? dois para finalizar a parte, aliás, dois blocos pequenos, um para finalizar regência verbal, um para falar sobre regência nominal e depois eu vou entrar numa das matérias mais importantes no universo dos concursos públicos, que vocês sabem qual é, crase. E aí eu vou passar por toda a parte de crase aí para nós podermos aprender essa matéria, beleza? Então, você que tá
Assistindo aí, ó, já vou dar um boa tarde já para autodisciplina, melhor professor de português. Valeu, valeu. Agora eu preciso de que vocês também deixem esse recado para mim em primeiro lugar lá no meu Instagram, né? Isso aí me ajuda muito. Outra coisa, eu já falei uma vez, vou falar de novo. Estou concorrendo a prêmio de melhor influenciador educacional do prêmio Ibest. E aí, para você votar em mim, você Precisa clicar lá no linkzinho, clicar no coraçãozinho que tem o meu nome, Pablo Jamil, que você pode votar uma vez por dia até o fim da
votação. Eu estou muito indignado porque eu caí várias posições. Sabe o que que isso significa? Isso significa que vocês não estão votando em mim. E tem um monte de Zé Ruela passando na minha frente. Gente que chegou ontem na internet já tá lá na frente. Eu entrei aqui quando isso aqui tudo era Mato, não tinha nada de transmissão ao vivo no YouTube, tinha nada dessas paradas. Então eu cheguei quando aqui era mato, cara, e saí cortando a facão e aí vocês vão deixar um zerro passar na minha frente lá. Não dá, tem que chegar no
top 20 influenciadores educacionais. Como é que você faz? Você vai lá na votação do prêmio e best, procura Pablo Jamilk e dá aquele coraçãozinho. Se tiver alguma alma caridosa que puder jogar o link aqui no chat também vocês Vão conseguir me ajudar. É só clicar lá e votar. Tem que votar uma vez por dia. Alessandra Nidec, magnífico. Olá, minha querida. Nani Lira, boa tarde. Marina Martins, boa tarde. De Goiânia. Eu morei em Goiânia. Que terra maravilhosa. Eu adorava ir lá no aerocaldo, tá? Porque, cara, pensa que coisa boa que é você tomar um caldo em
Goiânia. É uma delícia, uma delícia. Vamos começar o nosso trabalho sobre regência. Então, antes de eu começar a Gravação, só quero recapitular. Regência é a parte da gramática em que nós estudamos a relação entre verbos, seus possíveis complementos e substantivos, adjetivos, advérbios, seus possíveis complementos, tá? Só para você recapitular. Agora eu vou fazer aqui a regressiva, o C vai liberar a gravação para mim e nós vamos continuar o trabalho que eu havia encerrado na semana anterior, falando sobre os verbos e suas respectivas regências, tá bom? Só vem comigo. Muito bem, continuando o nosso trabalho a
respeito de regência verbal e nominal, eu continuo falando sobre os casos de regência do verbo. Agora eu tô de bonezinho aqui, ó. Boné do alfartano. Não é todo mundo que tem, tá? Eu, por exemplo, quando venho aqui pro alfa, eu preciso roubar um desses bonés para eu poder usar. Mas é estileira, eu curto esse bonezinho aqui, tá? Vamos começar a falar sobre o verbo namorar. O verbo Namorar, ele é um verbo de que natureza? Namorar é um verbo transitivo direto. Isso significa que ele não precisa de uma preposição para que você o empregue na sentença.
Por exemplo, a frase que eu coloquei aí no material para você que vai aparecer na tela neste exato momento. Tem ali Juliana namora seu amigo de infância. Na frase, o termo seu amigo de infância corresponde ao objeto direto, porque namorar é um verbo transitivo direto. Agora, você sabe que As pessoas não falam assim, elas costumam dizer: "Fulana de tal namora com seu amigo de infância". Deixa eu explicar para você o que que acontece quando você faz isso. Ao colocar a preposição com, né, junto ao verbo namorar, você está indicando que mais alguém namora certa pessoa
com você. Está criando um adjunto adverbial de companhia. Então, falar namorar com quer dizer que você tem um triângulo amoroso, pelo menos, tá? Se eu disser Joan, Juliana namora com seu amigo de infância, quer dizer que ela e o amigo de infância namora outra pessoa, ou seja, estão formando um trisal, sacou? Então cuidado quando você for utilizar o verbo namorar, porque é namorar alguém ou namorar algo. Nesse caso, é um verbo transitivo direto. Depois disso, temos o verbo obedecer e o seu antônimo, verbo desobedecer. Esses dois verbos são classificados como verbos transitivos indiretos, cujo Complemento
será introduzido pela preposição A. Certo? Então, veja bem, no exemplo que eu trouxe é: "Não se deve desobedecer aos princípios éticos. Vai falar pro seu filho: "Fulano, obedeça seu pai". Hum. Não. Ele vai te olhar e dizer: "Não, eu não obedecerei". Por quê? Porque você errou a regência, é obedeça a seu pai. Ele é um verbo transitivo indireto. No entanto, eu gostaria aqui de que você lembrasse o seguinte: apesar de o verbo obedecer ser Um verbo transitivo direto, faça aí um asterisco no seu material e escreva que e o verbo obedecer, apesar de ser transitivo
indireto, admite voz passiva. É, por mais estranho que pareça, por mais contraditório que pareça, o verbo obedecer, transitivo indireto, admite formação de voz passiva. Beleza? Como você já passou pela aula de voz passiva, você sabe o que eu quero dizer quando eu falo a respeito de um verbo admitir ou não a construção de voz passiva. Muito Bem. O próximo verbo que nós temos aqui é o verbo pagar. O verbo pagar é um verbo bitransitivo. Isso significa que quem paga paga algo a alguém, certo? Então existe um complemento preposicionado, o a alguém, e um complemento que
não será preposicionado. Como no exemplo, o menino pagou a conta e aqui você tem o objeto direto, porque este a que está aqui é o artigo. Pablo, como é que eu sei que ele é o artigo? U é passa conta para o masculino. Joga lá Uma outra palavra, por exemplo, débito. Você vai dizer pagou o débito. Quer dizer que esse elemento que tá acompanhando substantivo é um artigo, não é uma preposição. Ao dono da venda, aqui você tem a preposição e ela tá coladinha com o artigo, certo? Então aqui você tem um objeto indireto. Verbo
pagar é um verbo bitransitivo. Quem paga paga algo a alguém. Por que que você tem que sacar essas transitividades, essas nuances de Transitividade? Quando aparecer questão sobre crase, você será obrigado a analisar a frase e saber de onde vem aquele acento grave, se ele vem por alguma razão, se ele vem por outra razão e o que é que nós temos nessa circunstância. Beleza? Vamos lá, próximo verbo. Verbo preferir. Esse aí é campeão de erros, porque o verbo preferir é o que a gente entende como verbo bitransitivo. No entanto, quando você Utilizar, você deverá utilizar uma
regência específica. Como assim? Quem prefere prefere algo a alguma coisa. Prefiro, por exemplo, português a matemática. Prefiro estudar a trabalhar. Então, nesse caso, eu preferir algo, a alguma coisa. A preposição que você usa é a preposição A. Eu queria que você tomasse cuidado porque existem algumas informações importantes aqui. A primeira delas é a ideia de que você não pode falar prefiro algo do que algo. Como Assim, Pablo? Se você disser: "Ah, eu prefiro vinho do que cerveja". Errado. Errado. Você não pode utilizar o do quê? A forma é: prefiro vinho a cerveja, tá? É assim
que você fala. Outra coisa que você não pode fazer, não pode reforçar o verbo preferir. Não entendi, Pabo. Veja, algumas pessoas falam: "Prefiro mais, prefiro ainda, prefiro 1000 vezes, né?" "Ah, eu prefiro 1000 vezes vinho à cerveja". tá errado. É só eu prefiro vinho a cerveja, porque a Preferência já indica uma predominância nessa circunstância. Então você não pode reforçar o verbo, correto? Muito bem. Depois disso, nós temos o verbo querer. O verbo querer é um verbo transitivo direto, por exemplo, tá? Eu quero um bom resultado na prova, ou seja, quem quer quer alguma coisa. Entretanto,
existe a possibilidade de você utilizar o verbo querer no sentido de ter apreço ou desejar algo positivo para alguém. Nesse caso, ele ainda é Transitivo direto. No entanto, você pode utilizar com um objeto direto preposicionado. Eita! Veja o exemplo. Eu quero bem a meus alunos. O verbo querer aqui ainda é um VTD. Ele ainda é um verbo transitivo direto. O que mudou aqui foi o fato de eu ter colocado a preposição A antes do objeto. O que fez isso? Um objeto direto preposicionado, correto? Então essa é uma regência possível para o verbo querer. Aí depois
nós temos o verbo Responder. Esse aqui é muito curioso e várias vezes você tem questões, por exemplo, da banca Cebrasp utilizando o verbo responder em pegadinhas de regência. Por quê? Verbo responder é um transitivo indireto, cujo complemento será introduzido pela preposição A. Quem responde responde a alguma coisa, certo? Veja, respondeu a um processo, respondeu a uma pergunta que ele havia feito. Então, nesse caso, é transitivo indireto. Veja o exemplo que eu Coloquei. Responda às perguntas anteriores. Esse acento grave está aqui porque nós somamos a preposição a proveniente do verbo responder com o artigo as que
está antecedendo o substantivo perguntas. Então, nessa circunstância, o que nós temos aqui é uma construção em que você tem um verbo transitivo indireto seguido da preposição A. Além disso, eu poderia falar para você sobre dois verbos, né, que são antônimos. Nesse caso, Simpatizar e antipatizar. Esses verbos simpatizar e antipatizar são verbos transitivos indiretos. Isso quer dizer que eles têm a preposição. E a preposição que é empregada para introduzir o seu complemento é a preposição com. Então você diz: "Eu não simpatizo com essa música. Eu simpatizo com essa música". Aliás, se você quiser simpatizar com uma
música, entra aí na internet e procura a banda pesadeira e escute as músicas da Banda pesadeira, principalmente a que já está lançada, que é a Bastard Zinc. Você vai escutar o professor Pablo cantando lá, que é o nome da minha banda pesadeira. Beleza? No exemplo que eu trouxe, você tem aqui: "Eu não simpatizo com essa música e a preposição com introduzindo complemento." Existe um detalhe que eu gostaria de salientar para você. O verbo simpatizar e o verbo antipatizar, esses dois bonitos aqui, não podem ser verbos Pronominais. O que isso significa? Significa que eu não posso
pegar esses verbos e colocar um pronome reflexivo com eles. Exemplo, eu me simpatizo, eu me antipatizo. Tá errado assim? Não pode colocar. Ele não se simpatiza. Errado. Ele não simpatiza. Não pode colocar o pronome para acompanhar aquela forma verbal. Depois disso, verbo suceder. O verbo suceder aparece aqui com duas regências. A primeira regência como verbo transitivo indireto, no sentido de Substituir. E aí a preposição que você usa é a preposição A. Este governo sucedeu ao regime anterior. Quer dizer, ele veu depois, ele substituiu o regime anterior e aí suceder é com a preposição a. Agora,
se for no sentido de acontecer ou de ocorrer, ele será um verbo intransitivo, sem necessidade de preposição. Veja, sucederam eventos terríveis. Em que eventos terríveis é o sujeito do verbo suceder. Sucederam, sujeito, aliás, sucederam, verbo, Eventos terríveis, sujeito pós posto, a forma verbal. Se você quiser colocar anteposto, eventos terríveis sucederam. Mas é um verbo intransitivo aqui. Beleza? Joia. Depois disso, temos o verbo visar. O verbo visar é uma coisa deliciosa, cara. Por quê? Porque ele tem quatro possibilidades de regência, tá? Quatro possibilidades. Pablo, eu tô vendo três. Não, mas eu vou te explicar porquê disso
aqui, tá? Não. Nesse caso aqui, ó, deixa eu falar para você. Eu Tenho o verbo visar no sentido de mirar. Por exemplo, ele disparou visando o alvo, né? Visava o alvo. Então, tá aqui, ó, verbo transitivo direto, objeto direto, no sentido de mirar. Depois tem o sentido de visar no aspecto de dar uma olhada. Como assim dar uma olhada? Como se fosse revisar, né? O gerente visou o documento. Como assim? Ele pegou o documento, olhou e beleza. Também é transitivo direto. Também é transitivo direto no sentido de assinar. Veja a Frase: "Meu pai visou aquele
documento". E nesse caso visar no sentido de por visto em correto? Então são três possibilidades como verbo transitivo direto: olhar, por visto ou mirar. E como transitivo indireto, que é a grande questão aqui, ele tem o complemento introduzido pela preposição A. E nesse sentido é de pretender ter em vista ou desejar. Veja, aquele rapaz visava ao cargo de gerente. Visar ao cargo por quê? Porque ele tinha em vista, ele Desejava, ele ambicionava aquele cargo, correto? É assim que nós pensamos a regência para o verbo visar. Depois coloquei aqui também para você o verbo perdoar. Lembrando
que ele é bitransitivo. Quem perdoa perdoa algo a alguém. Verbo com duas possibilidades de complemento. Verbo bitransitivo. Beleza? Muito bem. Encerrei agora toda a parte sobre verbos dentro do aspecto de regência. Então você começou lá da explicação Preliminar, veio passando por todos os verbos e agora você vai dar uma respiradinha, eu vou aparecer para falar sobre regência nominal. Regência nominal é um assunto bem mais curto, bem mais simples de entender. E aí eu vou te explicar quais são esses esquemas para você aprender, beleza? Então vem comigo porque na próxima aula é regência nominal. Força, guerreiro.
E você que tá me assistindo aí, vamos ver quem entrou aqui, ó. Aercaldo é o melhor mesmo. A Marina falou: "É isso aí, Lenise Helena, Gustavo Lima". Ó lá o Gustavo Lima. Aí, Gustavo Lima. Brenda Eloíe. O Gustavão falou: "Ruma PRF". É isso aí, meu irmão. Ruma PRF. Oi, Brenda, tudo bem com você? Seja bem-vinda à aula de língua portuguesa do professor Pablo. Eu acho Brenda um nome bem pouco usual. Eu conheço poucas Pessoas com o nome Brenda, né? Que que coisa curiosa. A Sandra mandou: "Boa tarde". Boa tarde, Sandra. Tudo bem com você? Como
é que você está? Estão acompanhando aí a aula de regência? Ó, agora eu vou falar sobre a regência nominal. É um assunto bem mais simples, tá? É bem curtinho. Artur Flores, salve, meu irmão, seja bem-vindo, tá? Um assunto bem mais curtinho e depois disso a gente vai passar pra crase, tá bem? Não vai Dar trabalho nenhum, você vai conseguir acompanhar sem dificuldades, tá bom? Só te aviso que a parte relativa à regência nominal é bem simples, bem curtinha. Ariane Franci disse: "Boa tarde, estou voltando para estudar para concursos públicos". Aí sim, que maravilha. Oi, Priscila,
tudo bem com você? Sua aula é top, Priscila. Hoje à noite nós temos mentoria, tá? Não se esqueça, hoje a partir das 21 horas mentoria com o professor Pablo. Belê? Muito bem, meu Povo. Vamos passar para a regência nominal. Por gentileza, pode fazer a regressiva aí e vamos para a ação. Salve, meu aluno querido. Vamos falar sobre regência nominal, recapitulando a diferença entre a regência verbal e a regência nominal. Quando nós falamos sobre a regência, sobre a regência nominal, nós estamos falando sobre a possibilidade de algumas classes de palavras terem um comportamento Transitivo. O que
que significa isso? A possibilidade de essa classe disparar o seu sentido para uma forma complementar. E essa forma complementar para ficar ali precisar de uma preposição para você poder conectá-la, certo? Então vamos lá. Quando a gente fala de regência nominal, existem três classes que estão envolvidas na regência nominal. A primeira classe que está envolvida é a classe do Substantivo, certo? substantivo. A segunda classe que está envolvida é a classe do adjetivo. E a terceira classe que está envolvida é a classe do advérbio. Beleza? São três classes aqui que nós podemos observar nessa relação dos elementos.
Então, veja só. Eu posso pegar um substantivo e colocar um complemento em relação a essa palavra. Por exemplo, tá? Vou colocar aqui uma frase. Pedro tem capacidade de estudo, certo? Na frase Pedro tem capacidade de estudo, nós temos aqui o substantivo capacidade, correto? O substantivo capacidade é um substantivo que exige uma forma complementar. Que que é isso aqui? Deixa eu vou fazer um transplante de carga Enquanto eu dou aula aqui para você. O que que é uma forma complementar? É uma espécie, nesse caso, de complemento nominal, complemento de um nome, não é mesmo? Pois então,
quando eu falo que Pedro tem capacidade de estudo, eu tenho que considerar que se eu deixasse a palavra capacidade sozinha na frase, dissesse alguma coisa como Pedro tem capacidade e não colocasse sua forma complementar, a frase ficaria vaga, né? ela ficaria de uma forma vazia dentro da Sentença. E é justamente por causa disso que algumas palavras apresentam complemento. Nesse caso aqui, eu joguei o complemento da palavra capacidade. Pablo, como é que eu sei que capacidade precisa de um complemento? É simples. Você tem que lembrar que a palavra capacidade é um substantivo abstrato. E um substantivo
abstrato pode exigir um complemento. Lembra que capacidade não é uma coisa concreta, não é um substantivo concreto. Então, dessa forma você é Obrigado a colocar um complemento em relação a esse termo aqui, tá? Você completa esse termo aqui com o termo de estudo. Mas onde é que entra a regência? Nesse caso, professor, a regência entra aqui. Eu tenho que descobrir qual é a preposição que eu vou usar para conectar o substantivo ao seu complemento. No caso da palavra capacidade, você pode utilizar duas preposições. Por quê? é um substantivo que permite a utilização tanto da preposição
de quanto da Preposição para. Ou seja, quem tem capacidade tem capacidade de alguma coisa ou tem capacidade para alguma coisa, certo? Bem, nesse caso, como é que isso cai na prova? A banca pede para você se essa preposição que tá aqui apareceu por causa da palavra antecedente. Se ela apareceu por uma exigência sintática da palavra antecedente. Isso aqui, ó, quando isso aqui acontece, é uma regência nominal. É o substantivo puxando aqui uma Preposição, convidando uma preposição. Vamos pegar um outro exemplo aqui, ó. O outro exemplo, esses aqui não estão funcionando. O outro exemplo que eu
tenho para você é com adjetivo. No caso do adjetivo, eu vou utilizar a palavra ávido. Olha só, João está ávido por Notícias. João está ávido por notícias. A palavra ávido que tá aqui é um adjetivo. Pablo, eu não sabia que ávido era um adjetivo. Eu pensava que fosse outra coisa. Pensava que fosse o quê? Um substantivo. Ávido não é uma coisa. Ávido é uma característica. Certo? Então você vai pensar comigo. Quem está ávido está ávido por alguma coisa ou ávido de alguma coisa? Isso é a regência nominal do adjetivo ávido. Perfeito. Aí eu tenho um
exemplo para você para indicar o Advérbio, tá? Veja só, esse exemplo aqui já caiu duas vezes dentro da prova de uma dentro da prova da banca Cebrasp. [Música] Diferentemente diferentemente de Maria, vírgula, João não sorriu. Diferentemente de Maria, João Não sorriu. Aí você tem aqui a palavra diferentemente. Essa palavra, diferentemente, é um advérbio, certo? Ela é um advérbio e quando ela aparece, você é obrigado a reconhecer que uma preposição vai ter que acompanhar esse advérbio. Eu não posso falar assim, ó, diferentemente Maria, não. Eu tenho que falar diferentemente de Maria para criar essa noção de
comparação, né? Porque é um adjunto adverbial de comparação. Então eu preciso da preposição. Essa Palavra d que vem aqui, ela veio a convite do advérbio diferentemente, o que configura uma regência nominal. Beleza, Pablo? Isso eu já entendi. Me diz agora o seguinte: como é que eu faço para estudar os casos de regência nominal? É, meu velho, é o seguinte. Existem duas possibilidades. A primeira possibilidade é essa, de você entender a relação entre as palavras e ser capaz de perceber quando num texto a preposição estiver ali a convite do substantivo, do Adjetivo ou do advérbio. Essa
é a primeira forma. A segunda forma consiste em você pegar um manual de regência nominal e ficar igual a um desesperado lendo manual de regência nominal, o que não vai te ajudar. Por quê? Você vai ficar lendo ávido, aí vai aparecer de por, aí depois vai aparecer fácil, de, enfim, você vai ver as palavras ali e você vai ficar acompanhando suas possibilidades de regência. Eu não acho essa uma forma Muito inteligente de estudar. Eu acho inteligente você olhar para as as preposições e perceber de onde é que elas vêm. Elas vêm porque alguém chamou. Esse
alguém foi um verbo, esse alguém foi um substantivo, um adjetivo. Aí você consegue caracterizar o tipo da regência, se vai ser regência verbal ou se vai ser regência nominal. Eu coloquei uma tabela no material que é a seguinte, ó. Joga aí na tela, por favor. A tabela traz aqui algumas palavras com suas Regências. Por exemplo, exemplo de substantivos com regências particulares. A palavra admiração, quem tem admiração tem admiração por. Aversão, quem tem aversão tem a versão A ou tem a versão por. Capacidade. Quem tem capacidade tem capacidade D ou para. Quem tem obediência tem obediência
a quem tem ogeriza. Ojeriza é tipo um nojinho, né? Tem ojeriza, a, tem ojeriza por, ou tem oeriza de. alguma coisa. Isso é o que você tem para Substantivo, para adjetivo. Vamos lá. Aquilo que é acessível é acessível a ou é acessível para quem está acostumado está acostumado com algo ou a algo. Quem está ávido está ávido por algo ou ávido de algo. Aquilo que é fácil é fácil de aquilo que é favorável é favorável a. Então aqui você observa a relação entre o adjetivo e a sua possibilidade de complemento. Tranquilo? E o advérbio aqui
eu coloquei longe de e perto de, só para ilustrar, mas eu tenho Contrariamente a, diferentemente de, certo? Semelhantemente a. Quando você tiver transformando um adjetivo em um advérbio e esse adjetivo já tiver uma regência, por exemplo, diferente, aquilo que é diferente é diferente de. Quando você joga para um advérbio, ele conserva a regência. Então, diferente de, diferentemente d também. É assim que funciona. Belê? Agora que você já sabe como funciona a Regência verbal e nominal, você vai estudar comigo crase. É um conteúdo que é coladinho, você não pode tentar analisar separadamente, belê? Então vamos estudar
crase a partir da próxima aula. Um grande abraço. Espero você lá. Força, guerreiro. Beleza. Vamos ver o que a galera tá dizendo aqui. Aham. Ruma gloriosa. Isso aí, Capitão Nascimento, melhor de língua portuguesa. Obrigado, Arl Bacilar. Boa tarde. Sandra, estava doida para ver uma aula só. Até que enfim consegui. Obrigado, minha querida. Ó o Gustavão. Boa tarde, Prof. Jamilk, força guerreira. Isso aí. O melhor do mundo, Geasi Júnior, né? O colocou o Força Guerreiro aqui também, né? É, meu povo. Coisa linda, né? a gente trabalhando com esses assuntos aqui. Agora a gente vai começar a
trabalhar com crase, beleza? Crase eu Dividi para vocês aí da seguinte forma. A introdução sobre crase, beleza? Aí depois da introdução, casos que são os casos obrigatórios, depois os, aliás, os casos proibitivos. os casos obrigatórios, os casos facultativos, né? E é isso aí. Beleza? Veja para mim aí, Kauan, se dentro da nossa divisão de aulas a gente dividi o Crase em quatro blocos, por favor. São quatro Blocos. Olha lá, cinco. Não, você tem que fazer exatamente igual tá ali. O primeiro bloco são as preliminares, né? De crase, é de crase é iniciais. Isso. Isso mesmo.
Daí casos proibitivos. Proibitos dois, casos obrigatórias e facultativos. Ah, tá. Proibitivos tá dividido em duas partes. Beleza. Eh, a Jacinta Aguiar disse: "Tô começando a estudar para concurso hoje". Por onde eu começo? Por português. Começo por Português. A matéria mais importante de qualquer concurso público que você for fazer, tá? Português. O João Vittor disse: "Sou novato". Então, chegou na hora certa, cara. Chegou na hora certa. chegou com quem tem 20 anos, né? Eu dou aula 23 anos, então tem mais de 20 anos de experiência que vai poder te colocar no rumo. War da Silva Alves,
cheguei agora, seja bem-vindo. O João Víor falou: "Estou querendo fazer concurso, é só Escolher a toária, irmão, cair para dentro, porque aqui a gente resolve a vida da galera". Belê? Meu primeiro dia na aula. Pô, então é o seguinte, ó. Já que tem o primeiro dia, fica de olho que agora eu vou começar a gravar a nossa parte de crée. Se você assistir essas aulas de crase, você nunca mais vai ter dificuldade com isso. Vai conseguir resolver todas as questões sem a menor dificuldade. Beleza? Vamos começar nosso Trabalho com Cras. Deixa eu largar meu bonezinho
para cá. Bonezinho do Alfartano, tá? Vamos jogar aqui tudo bonitinho e pode começar essa parada. Olá, meu aluno querido. Seja bem-vindo à aula sobre crase. Vamos falar aqui sobre um dos assuntos mais importantes dentro de língua portuguesa. Talvez aquele que mais tire o sono da galera, porque como eu sei que o pessoal não estuda sintasse mesmo, né? Sintasse deveria ser o que mais tira o som da galera, então o Pessoal deixa para lamentar em crase. Mas cras é um assunto fácil e você vai aprender comigo na aula de hoje sem qualquer dificuldade. Belê? Vamos começar
com uma explicação simples sobre Crase. Eu vou iniciar falando para você algumas coisas importantes, como por exemplo, Crase não é o nome do acento, tá? Começa por aí. Ah, Paulo, mas eu não sei onde colocar a crase. Não coloque em lugar nenhum, porque o nome daquele acento não é não é crase. O nome Daquele acento é acento grave. Esse aqui, ó, que fica para cá, tem o que fica pro outro lado, que é o acento agudo. Esse aqui se chama acento grave, beleza? E ele não muda a pronúncia. Ele não muda a pronúncia do A
quando ocorre. Ele só está demonstrando que naquela circunstância ocorreu um caso de crase. A palavra crase vem do grego, crases, certo? E esse termo crasar uma espécie de união. Aí, meu Velho, eu quero que você entenda o seguinte: pode acontecer crase com qualquer vogal, a, é, i, ó, pode acontecer crase, qualquer coisa. Só que a gente só marca crase quando acontece com a. A gente só marca quando acontece com o A. Tá bom? Então é isso que você precisa saber. Pablo queria um exemplo quando acontece com as outras letras. Não. Por quê? Porque isso não
cai. O dia que isso cair eu te explico, tá? Mas não cai. Não caiu e não vai cair Porque isso só confundiria as pessoas. Você só precisa saber que você usa o acento grave indicativo de crase, é assim que você fala, é esse o termo, acento grave indicativo de crase no A e em algumas circunstâncias bem específicas. Beleza? Deixa eu te explicar. Para você ter isso aqui, ó, para você ter isso aqui, você necessariamente tem que ter nessa nossa continha aqui, ó, 1 a número 1 + 1 a número 2, certo? Então, em regra, o
acento grave é uma soma de duas ocorrências do A. Você tem que saber o que é que pode ser este A e o que é que pode ser este A. Quando é que o primeiro aparece, quando é que o segundo aparece? Se você souber isso, você nunca mais erra um caso de crusa. Vamos aos fatos. O primeiro A que nós temos aqui, o A1, você vai me ouvir muito falar sobre isso. O A1. O A1 é o que a gente chama de [Música] preposição, certo? É uma preposição que aparece lá no na nossa lista de
preposições, né, no acidept. Você estuda isso com a regência, você estuda isso dentro de uma parte da morfologia também, tá? Então esse A número um é uma preposição. O A número do pode ser uma dessas três coisas que eu vou dizer para você. O A número do pode ser um artigo, só que não é qualquer artigo, né, cara? Para ser o artigo A, é o Artigo definido feminino, correto? Além disso, o A número do pode ser o pronome demonstrativo A, que a gente tem um pronome demonstrativo que é o pronome demonstrativo A. Então ele também
pode estar aqui figurando nessa circunstância. E pode ser um desses três aqui, ó. pronome aquele, o Pronome aquela e o pronome aquilo. Então, dizendo de uma forma muito direta para você, se você não tiver na frase um artigo, um pronome demonstrativo ou um desses três pronomes aqui, é impossível haver esse acento grave indicativo de crase, certo? Condição número dois. Condição número um é a preposição. Isso Quer dizer, se você não tiver a preposição numa frase, é impossível haver o acento grave indicativo de crase, tá? Não pode, não pode, não tem, é impossível você colocar o
acento grave ali se você não tiver a preposição. Por quê? Porque isso aqui é o que a gente chama de contração. Você esmaga um a no outro de forma em que os dois se contraiam e virem uma coisa só. Então veja bem, quando você escuta uma pessoa dizendo alguma coisa, como ele Foi a à festa para dizer que tem acento grave, essa pessoa deve est tendo um derrame, né? Porque é errado falar assim. Tem uma regra de ortoépia que diz: "Repugna a língua portuguesa a dupla pronúncia do a em circunstâncias de crase." Isso quer dizer
que a essa regra tá dizendo exatamente o seguinte: não é para dizer a a tá? Então você vai dizer, ele não vai à festa. Você só fala uma vez, justamente porque esse recurso é para dizer o seguinte: eu contraí dois As em um só, então eu só falo uma vez, tá? Tanto que é por isso que o acento grave não muda a pronúncia. Vamos observar então exemplos da contração da preposição A com um artigo, depois com esses pronomes, depois com o pronome demonstrativo A. Beleza? Joga na tela para nós sermos felizes. Aí veja, eu tenho
a contração da preposição A. Opa, cadê minha canetinha aqui? Caneta. Ué, cadê minha caneta? Desapareceu minha caneta. Uhu! Espera lá. Volta aqui que eu vou, volta a câmera aqui que eu vou arrumar o negócio ficar bonito. Aham. [Música] Aham. Beleza. Eita, não quer virar a caneta. Olha só. Você tem ali o primeiro exemplo, tá? O homem foi a reunião descrita na carta. Eu vou escrever isso aqui na tela, no nosso quadro para nós podermos analisar, tá? A Frase é: O homem foi a reunião descrita na água. Vem comigo. Primeiro exemplo, o homem foi a reunião
descrita na AT. Então vamos lá. Nós temos que entender porque existe aqui um acento grave indicativo de crase, certo? Nós temos que compreender que dentro desse A nós temos o A número 1 mais o A número 2. Então esse A número um que é a preposição para ele aparecer, ele veio de algum lugar. Ele veio da regência do verbo ir, que você estudou comigo, que se trata de um verbo intransitivo, mas para indicar deslocamento, no adjunto adverbial, você usa a preposição a, ou seja, quem vai a algum lugar. Então o a número um veio daqui,
veio da regência do verbo ir. Depois eu tenho que descobrir que que A Número dois é esse aqui. Veja esse A número dois tá antes da palavra reunião. Reunião é um substantivo. Reunião é um substantivo masculino ou feminino. O quê? Ele é um substantivo feminino. Isso quer dizer que o artigo que nós podemos colocar antes do substantivo reunião para determiná-lo é o artigo A. Então esse A número do é o A. artigo. Beleza? Então, o que nós temos aqui é o acento grave empregado pela Junção da preposição mais o artigo. Isso a banca cobra. Você
tem que saber, a banca vai te perguntar, o assento grave tá ali porque você juntou a preposição com um artigo, tá correto? Nesse caso, Pablão, como é que eu faço para saber quando tem um a assim, ó, se ele tá certo? Bem, aí você faz o seguinte, você olha a palavra que vem depois desse A, é uma palavra feminina, nesse caso é reunião. Você tá com acento grave ali, você quer testar, você vai usar a regra Do boi. Qual é a regra do boi? A regra do boi é a seguinte: você vai pegar essa palavra
feminina aqui e no lugar dela você vai usar a palavra boi. Por quê? Porque foi feita uma pesquisa pela Universidade de São Paulo que a palavra boi quando empreg brincadeira tem nada a ver. Eu só coloco a palavra boi porque é uma palavra masculina e fica mais fácil de perceber A mudança. Então você pega agora o homem foi e em vez de você falar a reunião, fala a frase, só que troca a reunião por boi. Você vai escrever assim, ó. O homem foi ao boi percebeu? Você vai ter que escrever assim, tá? Você não vai
escrever o homem foi o boi descrito na Não. Por quê? Porque nesse caso tô querendo dizer que ele se deslocou até o boi, não é mesmo? Aí você vai usar na sua cabeça a seguinte regra. Se você trocar, ó, presta atenção, a trocando a Por ce. Nada mal, quer dizer que tava certa, né? Agora, se eu trocasse por o trocando a por o Cras se lascou. Pablo, dá um exemplo em que o cara trocaria por o Claro. Veja só, ele comprou a camisa. Aí aparece o assento grave assim. Você quer saber se tá certo ou
se tá errado. Que que você faz? Tira daqui Camisa. Tira de que camisa e coloca o boi. Agora fala para mim, ele comprou a o boi ou ele comprou o boi? Partindo dessa frase, ele comprou o boi trocando a por o crase se lascou. Beleza? É esse o raciocínio. Essa é a regra do boi e ela ajuda demais o cara quando precisa analisar a frase. Muito bem. Vamos pegar o segundo caso. Olha lá, a frase que nós temos ali é: "Referimo-nos à aquele assunto mencionado. Venha Comigo. Referimos aquele referimos aquele [Música] assunto mencionado. Beleza? Veja
só, quem se refere refere-se a alguma coisa. Então, dentro desse aquele a número um, preposição que veio a pedido do verbo referir, né? Quem se refere refere-se a. Depois o a número do é o a do pronome aquele, certo? Ele tá Presente aqui. Você vai pensar comigo, ah, mais aquele, cras nele. Tá? Então aqui, ó, acento grave, correto e obrigatório. Beleza? Muito bem. Vamos ver o terceiro caso. Deixa eu ler aqui. Tem uma calça semelhante a que você tem. Veja só essa frase, ó. Tenho uma calça semelhante a que Você tem. Tranquilo? Agora, olha só
aqui, cara. Para esse A estar com acento grave é o mesmo caso. Preciso do A número 1 e preciso do A número 2. O A número 1 sempre será o mesmo. Qual vai ser o A preposição, certo? Preposição. De onde ele veio? Quem foi que chamou aqui, ó, o A número um? foi a palavra semelhante, porque aquilo que é semelhante é semelhante a regência nominal. Você estudou isso comigo, velho. Regência Nominal. Depois você tem o A número 2. Como é que eu classifico esse A número do? Ah, ele é artigo. Não, não é. Porque para
ele ser um artigo, o que eu tenho que ter depois, ele é um substantivo e não é o caso. Esse Q que está aqui é um pronome relativo. Ah, Pablo, então quer dizer que esse A número dois é aquele A pronome demonstrativo. Exatamente. Quando você assistiu aula sobre pronomes demonstrativos, eu falei que esse a Pronome demonstrativo geralmente aparece antes de Q e de D, né? Semelhante a Q. você tem semelhante a do seu amigo. Beleza? Então esse A número dois é um pronúme demonstrativo A. Você tem aqui os dois casos acento grave indicativo de Craso?
Pablo, quero uma dica para não errar isso aqui. Pega o referente desse A. Quem que ele tá retomando? Não tá retomando calça. Joga a regra do boi aqui. Tenho um boi semelhante ao que você tem. Lembra? Trocando A por a crasada mal. Trocando A por o crase se lascou. A partir disso aqui é que você derivará todos os casos de crise, mas deixa eu te explicar uma coisa. Só existe essa regra de crise, só. É só isso que é regra. É você saber somar a preposição mais o artigo, tá? é você saber somar isso aqui.
Preposição mais artigo, preposição mais pronome, preposição mais pronome demonstrativo, só certo. O resto que você verá, casos Proibitivos, casos facultativos, casos obrigatórios, tudo isso, na verdade será o professor mostrando ou quando não tem preposição ou quando não tem o a número dois. Beleza? Respira fundo, pega uma aguinha, um cafezito e a gente já volta para começar. os chamados casos proibitivos. Valeu. Ah, vamos ver que mais aqui. Tenho som mais vitalício. Você deu um stop aí? Não, o Genival tenho, sou mais há 8 anos, vitalício, mas não consigo estudar. Por que, Genival? Você não tá conseguindo
se programar, meu velho? O Cleiciano falou: "Sou novo aqui, tenho sou mais policiais". Aí, show de bola. Cleiano. O João Víor perguntou: "Tem aula todos os dias?" Sim, todo dia tem aula aqui. Jacinta Aguiar, quero fazer concurso na área de educação. Conto com você para me ajudar. Só vem, só Vem. Professor Plata Oplomo, dá para passar estudando Polícia Federal na PF, estudando três meses seguidos a partir de hoje. Rafael, posso te mandar real? Você nunca estudou antes? Se você nunca estudou antes, é difícil. Você tem que considerar que muitos candidatos estão estudando porque esse é
o sonho deles. Então tem gente que estuda 4 anos, irmão. Aí você tem que pensar. Você acha que em 3 meses você consegue dar conta De estudar tudo e conseguir um nível de acerto de questões igual ou superior da galera que está estudando há 4 anos? É, é esse o raciocínio que você tem que fazer. Alexandra disse: "Saber qual concurso você quer, ler o edital e saber o que pede. Dependendo pode ter direito em todas as áreas, português, raciocinológico e assim por diante." Beleza? Que foi? Pode próxima. Vou reiniciar. Ah, não. Beleza, viu? Vamos Dar
um intervalinho aqui pros caras para eu ir tomar uma água, pra gente arrumar o projetor ali que não tava saindo a caneta. Pode ser, pode ser. Joga no intervalo aí, pessoal. A gente vai fazer um pequeno intervalinho aí. Eu já volto. Não saia daqui, tá? Já sabe que quem sai é a maldição do gabarito trocado. Valeu, até daqui a pouco. เฮ [Música] [Música] [Música] He. [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ เฮ [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música]
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a trabalhar. Cauan pode fazer a regressiva aí. Simbora. Muito bem. Vamos falar sobre casos proibitivos de crise. O que é um caso proibitivo? É aquele em que você não pode colocar o acento grave porque falta um dos dois elementos essenciais para você poder inserir o assento. Ou seja, ou falta a preposição ou vai Faltar do outro lado um artigo, um pronome demonstrativo ou os pronomes aquele, aquela e aquilo, correto? Não é difícil você entender caso proibitivo. Na verdade, você vai memorizando, vai pegando o feeling ali e aí você começa a acertar as questões. Belê? Vamos
começar falando sobre o primeiro caso, que é diante de palavra masculina. Você até vai memorizar a seguinte frase aí para mim: "Diante de masculino, crase é pepino, tá? Não pode Colocar acento grave diante de palavra masculina. Pablo, mais uma vez eu ouvi falar de um caso, fique tranquilo que eu chegarei lá quando estiver falando de casos obrigatórios, tá? Aqui eu tô falando diante de palavra masculina no sentido geral. Olha aí o que tá no material para você, o exemplo que eu trouxe, tá? A frase é: ele fazia menção a dissídio trabalhista, tá? Então vamos lá.
Esse a que está aqui não recebe o acento grave. Por quê? Porque ele é Somente a preposição. Como é que eu sei disso? Porque quem faz menção faz menção a alguma coisa. Então aqui aparece o acento grave naturalmente, certo? Aliás, aparece a preposição naturalmente, que é o nosso A número um, tá? Esse aqui é o A número um. Agora, a palavra de sídio, que vem logo depois é um substantivo, só que dissídio é um substantivo masculino, tá? Isso significa que só pode existir um tipo de artigo antes do Substantivo masculino, que é o artigo masculino.
Ou seja, só seria admissível antes do substantivo de sídio a palavra o ou a palavra um como artigo. Então eu não posso colocar o acento grave porque nessa circunstância falta o artigo feminino definido, certo? Falta o a número dois. Então memoriza que com masculino, diante de masculino, crase é pepino e você não vai mais colocar o acento grave aí. Paulo, se puser nessa frase, fica errado. Fica errado. Segundo Caso, se você tiver uma palavra com sentido indefinido, o que quer dizer que se trata de uma palavra de sentido indefinido? é uma palavra que não está
determinada por um artigo e justamente por essa razão o seu sentido é vago, é genérico, é indefinido. Perceba, eu coloquei uma frase ali em que você não coloca o acento grave por duas razões. Primeiro, sentido indefinido. Segundo, por causa da palavra masculina. Mas veja bem, o homem não assiste a filmes Medíocres. Quem assiste assiste a, certo? No sentido de ver. Essa é a regência, né? Essa é a regência do verbo assistir, assistir a alguma coisa. Então, nesse caso, você tem ali a preposição proveniente do verbo assistir por ser verbo transitivo indireto. Depois você olha a
palavra filmes. A palavra filmes, além de ser uma palavra masculina, também está indefinida. Pablo, como é que eu sei que ela está indefinida? Fácil. Você tem apenas o Substantivo filmes aí. Perceba que antes dele você não tem um artigo, está ausente o artigo. Porque se eu tivesse um artigo ali, seria o artigo os, né? E aí eu escreveria, ele não assiste aos filmes medíocres. De qualquer forma, não haveria acento grave. Mas vamos imaginar que em vez de filmes, eu tivesse, por exemplo, reuniões, né? Ele não assiste a reuniões medíocres. A palavra reuniões está sem o
artigo antes dela. E quando isso acontece, significa que essa Palavra não está definida na sentença, correto? Então você pensa comigo, com palavra indefinida, crase tá Beleza? E aí você não vai mais esquecer. Terceiro caso, diante de verbos, você não pode colocar acento grave antes de uma forma verbal. Como assim, Pablo? Veja o exemplo. Os meninos estavam dispostos a estudar gramática. Este a que vem aqui é apenas uma preposição. É apenas o nosso A número um. E por que que eu afirmo isso de Forma tão peremptória? Porque a palavra estudar é um verbo e eu não
posso colocar o artigo A antes de um verbo. Ué, Pablo, por que não? Eu me lembro da sua aula sobre substantivos e também sobre artigos e você disse que se você colocar um artigo antes de um verbo, ele vira um substantivo. E eu me lembro de ter falado isso para você. E isso é verdade. Só que o artigo que você coloca antes de uma palavra para substantivá-la deve ser o artigo masculino e não Feminino. Pablo, por quê? Porque o artigo feminino indica flexão, ao passo que o artigo masculino indica a neutralidade da palavra. Nesse caso,
se eu quisesse transformar estudar em um substantivo, eu diria o estudar e não a estudar, porque nesse caso eu poderia até mesmo causar uma ambiguidade na sentença. Então não se coloca acento grave antes de verbos, porque antes do verbo você não coloca o artigo A, correto? Então você vai memorizar assim: Verbo é a palavra que dá a ideia de ação, não é? Então você pensa assim, ó, diante de ação, crase é marcação, é vacilação. Belê? Muito bem. Depois, diante de alguns pronomes, tá? Alguns pronomes não admitem que você utilize um artigo. Quais são eles? Os
pronomes pessoais, pronomes de tratamento, pronomes indefinidos e pronomes interrogativos. Para você memorizar, você vai anotar assim: com o pronome pessoal, crase faz Mal, certo? Com pronome pessoal, crase faz mal. Isso significa que você nunca verá isso aqui, ó, a ela com acento grave. Por quê? Porque isso tá errado, velho. Não pode, não pode colocar o acento grave aqui. Isso aqui tá errado. Então esse a ela aqui, ó, não pode porque ela é pronome pessoal. Com pronome pessoal, crase faz mal. Depois, com pronome de tratamento, memoriza assim, ó. Com pronome de tratamento, Crase é um tormento,
tá? Então você Nunca verá isso aqui, ó. Tipo, ele fez uma pergunta a você, tá? tá errado. Não pode colocar esse acento grave aqui. E por que que não pode? Porque esse A é apenas a preposição. O pronome de tratamento não admite que você coloque um um artigo antes dele. Então você não coloca acento grave indicativo de crase, entendeu? Depois, pronome indefinido. Com pronome indefinido, o acento tá perdido. Então você não pode ver alguma coisa como A alguma assim, ó. Não pode. Alguma é pronome indefinido. Não pode colocar acento grave porque você só usa a
preposição e não usa o artigo. E depois com pronome interrogativo, tá? Você pega, por exemplo, aqui, ó, a quanto, certo? Você não vai enxergar isso aqui. Por quê? Porque com o pronome interrogativo, não use assento grave, afinal de contas, nem tem o artigo ali, tá? Então, repassando, ó. Pensa comigo. Diante de pronome, crase passa fome. Por quê? Com pronome pessoal, crase faz mal. Com pronome de tratamento, crase é um tormento. Com pronome indefinido, o acento tá perdido. Com pronome interrogativo, crase negativo. Beleza? Então aqui você já viu, ó, o exemplo que eu joguei no material
para você, que sempre aparece em prova, principalmente em questão de redação oficial. Aqui, ó, a sua excelência dirigimos um comunicado. Se o cara meter o acento Grave aqui, tá errado. Por quê, Pablo? Porque esse A do a sua excelência é somente a preposição. Você não tem um artigo ali, tá? É somente a preposição. Depois, se você tiver expressões com palavras repetidas, mas não é qualquer expressão com palavra repetida, é uma expressão que forme um tipo de locução adverbial. Como assim? Olha o exemplo, cara a cara, dia a dia, mano a mano, tá? Nesse caso, por
uma questão de paralelismo sintático, ou seja, pelo Fato de eu não ter artigo aqui, eu não repito artigo aqui, eu só uso a preposição. Eles ficaram cara a cara, o modo como eles ficaram. Então, nesse caso, não coloco o acento grave. dia a dia, além de ser palavra masculina, palavra repetida, não usa assento grave, mano a mano. Nesse caso, mano é da palavra mão, tá? Não é mano, tipo, mano da quebrada, é mano da palavra mão. Brigaram mano a mano, mão contra mão. Você não tá usando o artigo ali, você Não tá falando brigaram a
mano, a mano, não, nada a ver, não tem como fazer isso, tá? Então, não há acento grave nessas circunstâncias aqui diante de expressões formadas com palavras repetidas. Beleza? Respira fundo, fazer aquele intervalinho pequeno para eu voltar e continuar as regras de casos proibitivos. Belê? Força, guerreiro. O pessoal que tá assistindo aí, fica de boa. Não vou sair agora, tá? Eu vou continuar normal aula. Só o tempo do corte para nós continuarmos aqui falando sobre o assunto. Agora isso, agora a gente vai para casos proibitivos dois. Uhum. [Música] Bora continuando nossos casos proibitivos de crase, agora
eu vou falar a respeito dos topônimos que não admitem crase. Que que é isso? Topônimo é um nome de lugar, Né? Toparom nome, né? Nome de lugar. Existem alguns nomes de lugar que não permitem que você coloque um artigo antes deles. E isso é o que a gente chama de topônimo, que não admite artigo. Por extensão, não admitirá que você use o acento grave indicativo de Crase. Em vez de você tentar memorizar esses topônimos ou tentar, né, descobrir essa regra lá do fundo das profundezas da sua alma gramatical, eu vou passar Para você uma forma
mais simples de você julgar o caso com esses esses topônimos. É o seguinte, você vai pensar assim, ó. Vou a vírgula, volto da igual a crase a a do verbo haver, tá? Depois vou, volto d igual a qu, certo? Quer dizer que se você disser vou a volto d não usará o acento Grave. Se for vouar volto dá, usará o acento grave. E aí a gente aplica isso a algumas palavras. por exemplo, São Paulo, como é o exemplo que tá no material, vou a São Paulo, volto de São Paulo. Então, nesse caso, você não coloca
o assento grave, justamente porque você fala: "Vou a São Paulo, volto de São Paulo". Não há o artigo aí, correto? Vamos pensar em Alemanha. Vou à Alemanha, volto da Alemanha. Quer dizer que quando você escrever vou à Alemanha O acento grave irá aparecer, correto? Existe uma ressalva, tá, a essa regra. E a ressalva é a seguinte. Se você pegar esse topônimo, esse nome de lugar e especificar, criar uma especificação que apareça à direita do nome de lugar, você será obrigado a colocar o acento grave. Como assim? Veja só o exemplo que eu trouxe para você
no material, tá lá. Agripino viajará a São Paulo. A frase purinha desse jeito. Você lê: "Vou a São Paulo, volto de São Paulo. Portanto, não Há acento grave". Agora, se você dissesse assim: Agripiro viajará a São Paulo de sua infância. E eu coloco aqui um elemento para determinar São Paulo. Nesse caso, se eu criei um determinante à direita, quer dizer que vai aparecer um determinante à esquerda, o nosso só número dois, e o acento grave vai ocorrer. É bem difícil aparecer uma questão sobre isso, tá? Mas Quando você pega bancas mais apelonas, tipo uma FGV,
você pode ter uma circunstância dessa natureza. A palavra casa apresenta um sentido semelhante, uma regrinha semelhante. Quando a palavra casa significar própria residência, né, a residência do referente do texto, você não usará o assento grave. Por quê? Porque quando a casa for sua, você não colocará o artigo. A prova disso é que quando você usa o verbo ficar, você diz assim: "Hoje Eu vou ficar em casa". E aí a casa é sua? Quando você se refere à casa da sua amiga, por exemplo, Tiburcina, você fala: "Hoje eu ficarei na casa da Tiburcina". No caso de
você referir de quem é a casa, você coloca o acento grave. Se a casa for sua, você não coloca o acento grave, porque a ausência do do artigo pressupõe, né, a posse da casa. Então, veja o exemplo que eu trouxe aqui. O menino voltou à casa para falar com a mãe. De quem é essa casa? É Dele. Ele mora lá. Ah, mas a casa pode ser da mãe dele, mas não importa. Na frase tá escrito: "Voltou à casa". É a casa onde ele mora. Por isso não vai o acento grave. Agora, a mesma coisa lá
que eu expliquei para você dos topônimos vale para cá. Se você especificar essa casa, você também coloca o artigo. Veja, o menino voltou à casa da mãe, ó, ele especificou do lado direito, quer dizer que vai um artigo do lado esquerdo. Juntando com a preposição do verbo Voltar, quem volta volta a você tem aqui um acento grave que passa a ser obrigatório. Bem, o caso da regra da palavra casa é muito semelhante à regra da palavra terra. A palavra terra, quando significar solo, tá em oposição a mar, você não coloca o acento grave. Veja, muitos
viram a terra após navegar. Uso o verbo ficar. Muitos ficarão na terra ou em terra. Ficarão em terra, que aí é o oposto de mar, certo? Nessa perspectiva. E aqui você não coloca o acento grave. No entanto, se você especificar que terra é essa, se você determinar que terra é essa, você colocará o acento grave por causa da mesma regra que você aplicou sobre a palavra casa, sobre os topônimos. Então, se eu escrever, muitos virão a terra dos selvagens após navegar. Eu especifiquei que terra é essa, ocorre o acento grave, certo? Muito bem. Agora a
nossa regra. de número nove. Esta é a última regra Dos casos proibitivos de crase, certo? Que é a seguinte: se você tiver na frase numerais cardinais referentes a substantivos que não estão determinados pelo artigo, se não usa o assento grave. Mas antes disso, vamos descobrir o que viria a ser um numeral cardinal, tá? Que que é um numeral cardinal? Numeral cardinal é aquele que dá uma ideia de quantidade, certo? Numeral cardinal, ideia de quantidade. Aí ele se referem a um Substantivo e esse substantivo não foi determinado pelo artigo. O que que vai acontecer? Não vai
rolar o assento grave. Olha o exemplo que eu trouxe aqui. O presidente iniciou a visita a quatro regiões devastadas, certo? Ó, se tá olhando que o a está no singular e o substantivo está no plural, a no singular e a outra palavra no plural. Pois é, você vai anotar na sua mente o seguinte: a no singular mais palavra no plural igual a Cras. A no singular mais palavra no plural. Crase nem a pau. E aí eu quero que você note aqui é o numeral cardinal. Ele se refere ao substantivo regiões, certo? Que não está determinado
pelo artigo. Pablo, mas como é que eu sei que ele não tá determinado pelo artigo? Ora, se ele estivesse antes da palavra regiões, eu teria o artigo as. Pera aí. Você tá me dizendo então que se a frase fosse o presidente Iniciou a visita às quatro regiões a frase estaria certa? Sim, a frase estaria certa. No entanto, mudaria o sentido. Qual é a diferença entre falar iniciou visita a quatro regiões devastadas e falar iniciou visita às quatro regiões devastadas? Bem, a diferença está precisamente na quantidade de regiões devastadas. Quando eu digo para você, presidente iniciou
a visita, há quatro regiões devastadas. Quantas regiões devastadas Há? Não sei. Pode haver várias, mas ele visitará quantas? Quatro. Ele iniciou visita a, sem especificar regiões agora, a quatro regiões devastadas, correto? Quando eu coloco o artigo no plural agora e junto com a preposição, vai ficar assim: o presidente iniciou visita às quatro regiões devastadas. Aí eu pergunto para você, quantas regiões devastadas há? Quatro. E quantas ele visitará? Quatro. Todas elas. É por isso que você Escreveu: "Visita as quatro regiões devastadas". Porque nesse caso você usa o artigo, nesse caso é o artigo definido feminino plural,
as para determinar o substantivo regiões. Na realidade essa diferença semântica aqui você encontra lá na segunda aula, quando eu falo sobre o emprego dos artigos. Lá você vê perfeitamente a diferença entre falar, né, a quatro regiões e as quatro regiões. A diferença reside na presença do artigo definindo a Quantidade de elementos que fazem parte do substantivo ali. Tudo bem? Finalizamos agora os casos proibitivos. Você vai dar uma respiradinha, eu já volto para nós falarmos sobre os casos obrigatórios e depois sobre os casos facultativos. Beleza? Até lá. Força, guerreiro. Muito bem, meu povo que tá acompanhando
aí, tão conseguindo entender? Espero que vocês estejam conseguindo acompanhar o nosso Raciocínio, tá aí, ó. O Marcos Figueiredo mandou uma boa que vou a minha casa com ou sem acento grave. Aí é por causa do pronome possessivo, né? Pronome possessivo feminino singular em posição adjetiva permite que o acento seja facultativo. E o Rômulo Martins mandou um PRF e um coração aí, né? Porque vai ser aprovado na PRF, né, cara? Vai ser aprovado na PRF. tá papirando para isso, Né, velho? Tá buscando aí o seu objetivo e que você seja aprovado e nós possamos nos encontrar
aí nas rodovias da vida, uma hora que eu tiver dirigindo, você me parar ali para tomar a minha essência de vapor que eu tô trazendo do Paraguai. Brincadeira que eu não faço isso. Joia. Agora nós só precisamos continuar. São mais dois blocos, tá? Fica tranquilo. Hoje à tarde você vai resolver crase na tua vida. Só mais dois Bloquinhos. Vamos falar sobre os casos obrigatórios e depois sobre os casos facultativos. Belê? Vamos lá. Casos obrigatórios de emprego do assento grave quer dizer que você obrigatoriamente tem preposição mais artigo ou preposição mais pronome demonstrativo ou preposição mais
os pronomes aquele, aquele e aquilo que também são demonstrativos. Bem, então vamos lá. Vai aparecer na tela para você o primeiro caso que nós temos que Memorizar. que é o caso das locuções adverbiais com um núcleo formado por uma palavra feminina. Você vai memorizar assim, ó. Adverbial, feminina e locução. Manda cras, meu irmão, tá? Olha lá. Então, expressões como à vista, tipo pago, pagamento à vista, à noite, virou à esquerda, virou à direita, andou à toa, está à vontade. Todas essas expressões possuem um acento grave obrigatório. Por exemplo, quando eu escrevo assim, ó, Saiu a
noite, como é que eu justifico esse acento grave? Eu justifico assim, aqui eu tenho o verbo sair, que é um verbo intrintivo. Quem sai sai. Aí quando eu monto a expressão à noite, que é uma locução adverbial, eu preciso montar assim, ó. Eu preciso pegar uma preposição mais um artigo mais o substantivo noite, certo? Isso aqui, ó, é uma justificativa morfológica por causa da locução adverbial, né? por causa da montagem da Locução adverbial, você tem aqui a preposição mais o artigo naturalmente. Então, assento grave fica obrigatório. Pagou a vista, saiu à noite, virou à esquerda,
virou à direita, está à toa, está à vontade, é o mesmo esquema, indicou uma circunstância adverbial, tem o núcleo feminino, você coloca o assento grave aí, é obrigatório. Agora vem aquele caso famoso da expressão masculina, que é o fato de você poder Ter um acento grave antes de uma palavra masculina. Bem, a o raciocínio é o seguinte: se a expressão for masculina ou feminina, mas estiver subentendida a expressão a moda D, o acento grave aparece. Você vai pensar assim, ó, se for a moda D, Crase vai vencer. Veja o exemplo. Gol apelé. Esse apelé significa
a moda de Pelé. Mesmo que Pelé seja uma palavra masculina, certo? Você coloca o acento grave porque você utilizou a expressão a Moda D. Cabelos a Sansão, ao estilo do Sansão. Poema a Bilac, ou seja, ao estilo do Bilac, a forma como Bilac escrevia poemas. Conto a machado, no estilo que o machado escreveu os contos. Bífeesa no estilo milanês, certo? É isso aí, cara. Você coloca o acento grave por causa dessa expressão de natureza, né? De a moda d. Agora, eu queria que você entendesse que expressões como frango a passarinho e bife a cavalo não
possuem acento grave. Ué, Pablo, mas não é a moda D não, cara. Não é. Porque quando eu digo a moda D, o elemento que aparece depois do A tem que ser aquele que pratica o negócio. Então, quando eu falo gol a Pelé, o Pelé fazia gol. Quando eu falo poema a Bilac, o Bilac escrevia poema. Agora, quando eu falo frango a passarinho, você não vê passarinho fritando frango, você não vê um bife a cavalo, o cavalo fritando bife. Então, nesses casos, frango a passar em bife a cavalo, não vai acento Grave. E olha que eu
já vi de professor de gramática dizendo que vai locução prepositiva. Que que é isso? morfologicamente falando, é uma locução que funciona como uma preposição. Ela começa e termina com uma preposição essencial e se tiver o núcleo feminino, terá o acento grave, por exemplo, a vista de, depois a beira de, a merced, a custa de veja, ele está aqui à beira de enlouquecer, a mercer das pessoas. Nesse Caso, o núcleo da palavra é feminino, por isso você coloca o acento grave. Cuidado com expressões como a partir de e a fim de a partir de o núcleo
é a palavra partir, que é um verbo. E diante de verbo, sabe que não pode colocar acento grave. A fim de a palavra fim é masculina, não pode colocar acento grave ali justamente porque ela é masculina, correto? Então, cuidado. Na locução prepositiva com o núcleo feminino, o acento grave é obrigatório, a não ser Que você tenha uma palavra masculina no núcleo, em vez de uma palavra feminina. Depois, locução conjuntiva proporcional. Existem duas que exigem o acento grave, que é a locução conjuntiva à medida Q, e a locução conjuntiva à proporção Q. O assento grave aqui
é obrigatório. Tá lá estudando conjunção proporcional, né? Conjunção subordinativa adverbial proporcional. A medida que estudava, a proporção que lia vai a centro grave. É Obrigatório. Para evitar ambiguidade. Essa aqui é ótima. Às vezes em uma frase você tem do mesmo lado o sujeito e o objeto direto e aí você não sabe quem é quem. Por exemplo, na frase ama a mãe a filha, se eu te perguntar quem é que ama quem você sabe dizer? Algumas pessoas tentam falar por intuição, tipo assim, ah, acho que é a mãe ama a filha ou o contrário. Não dá,
não dá para você pensar desse jeito. Por quê? Porque o verbo tá no início da frase, Ele é um verbo transitivo direto. Quem ama ama alguém, né? Um verbo transitivo direto. E aqui tanto o sujeito quanto o objeto estão do mesmo lado. Para você desfazer a ambiguidade, você vai lançar mão de um recurso que nós já estudamos aqui, que se chama objeto direto preposicionado. Você vai, por meio de um acento grave, criar um objeto direto preposicionado. São duas palavras femininas. Então, veja só, ama a mãe e a filha. Eu quero dizer Que a mãe é
o sujeito e a filha é o objeto direto. Coloco o acento grave aqui. Então, fica a mãe como sujeito e a filha como objeto direto preposicionado, significando que é a mãe que pratica o amor em relação à filha. Quero inverter, quero dizer que é a filha que ama a mãe. Então eu só passo o acento grave para mãe e aí eu transformo esse mãe objeto direto preposicionado e filha continua, passa a ser o sujeito. Então para evitar ambiguidade o que você faz é jogar a Posição do acento grave para você colocar sobre o elemento que
você quer que seja indicado como objeto direto, correto? Muito bem. Diante das palavras, madame, senhor e senhorita, cuidado. Eu vejo muita gente falando que essas palavras são pronomes de tratamento. Se você me fizer uma gentileza e abrir o dicionário, tá, ou abrir uma gramática boa, tá, de um gramático verdadeiro mesmo, você saberá que madame, senhora e Senhorita são substantivos, certo? que indicam certa cortesia, mas não são pronomes, não são pronomes de tratamento, tá? Então, só para você saber, com madame senhora e senhorita crase fica bonita, ou seja, você pode colocar o acento grave, contanto que
haja uma estrutura compatível, né? Você tem que ter uma preposição e jogar um artigo ali. Exemplo, enviaremos uma carta à senhorita. Quem envia envia algo, uma carta, objeto direto a alguém. Certo? A senhorita. Então, nesse caso aqui, ó, o a senhorita que aparece aqui na sentença, eu tenho o a número um, preposição, mais o A número 2, artigo antes do substantivo senhorita. Se fosse a madame, a senhora, da mesma forma, o assento grave aqui apareceria de maneira obrigatória e não é pronome de tratamento. Pelo amor de Deus, não vai cair nessa. Pensando que isso aqui
é pronome de tratamento. Depois, diante da palavra distância, quando o substantivo Distância estiver determinado na sentença em que ocorrer. Exemplo, o acidente se deu à distância de 100 m. Tá vendo que eu especifiquei aqui? A distância não é qualquer distância, é distância de 100 m. Então, nesse caso, essa expressão a distância d receberá um acento grave. Por quê? Porque se não estiver especificada, você não pode colocar o acento grave. Como assim? expressões como educação à distância, ensino à Distância, mantenha-se à distância. Você não usa o acento grave, só vai usar o acento grave se você
especificar a distância, correto? E tiver nessa nossa circunstância passível de emprego do assento grave indicativo de crée. Tudo bem? Finalizamos aqui os casos que são considerados casos obrigatórios de crase. Agora você vai respirar um pouquinho, vai pegar seu café, sua água e virar para nós encerrarmos o assunto de crase falando sobre os casos Facultativos. Até lá, força, guerreiro. Pessoal que tá aí acompanhando, nós já vamos finalizar essa parte de cras, tá? com os casos facultativos. São só quatro casos facultativos, então é tudo muito fácil, beleza? Tudo muito fácil. Aqui, ó. Eu tô vendo o comentário
de vocês. O Marião mandou: "Excelente tarde para todos nós aqui de Campinas". Um abraço pra galera de Campinas. Vamos finalizar essa parada, cara, e já Desoçar o raciocínio sobre casos facultativos. Casos facultativos de crase, assunto que cai muito em prova. Diga-se de passagem, a banca adora perguntar para você se você pode remover um assento grave, se você pode colocar o acento grave, se em determinada circunstância aquela frase tem acento grave facultativo. Coisa que você tem que saber, só existem quatro casos de acento grave facultativo. E para você Decorar, você vai pensar nisso aqui, ó. até
sua dona Maria. Isso aqui vai resumir todos os casos de crase que você vai estudar, porque o primeiro deles é após a preposição até. Primeiro deles. Segundo deles é se você tiver um pronome possessivo feminino no singular em posição adjetiva, acento grave facultativo. Antes da palavra dona e antes de substantivo Próprio feminino, quer dizer nome de mulher. Por isso a palavra Maria para exemplificar. Vamos observar então cada caso um por um. Olha aí na tela. Após a preposição até, você vai pensar assim, ó. Depois do até crase se quiser. Se bem que não é tão
se quiser assim, né? Após a preposição até. Se você tiver uma palavra feminina, se você tiver essa noção de deslocamento, daí o acento grave facultativo. Veja, caminharemos até a sala do diretor. Não tá dando Ideia de deslocamento, tá? Então, colocar o assento grave aqui ou não é facultativo. E eu te explico porquê. Esse é o único caso em que o que é facultativo é você inserir uma preposição a mais, porque aqui, ó, até é uma preposição e aqui você já tem um artigo. Aqui, ó, até eu tenho a preposição até, que era a preposição número
um. E aqui eu jogo uma preposição número dois, que é o A mais o artigo que já tá antecipando, já tá eh aparecendo antes aqui do substantivo sala. Então é facultativo nesse caso, certo? Após a preposição, até nessa noção de deslocamento, se você tiver uma palavra feminina, o acento grave será facultativo. Depois, diante de pronome possessivo feminino, que esteja no singular em função adjetiva, é bem específico isso, mas é para você entender, ó. Ninguém fará menção à sua citação, Certo? Aqui eu tenho sua, que é um pronome possessivo, ele tá feminino, ele tá no singular,
sua citação, e tá na função adjetiva. Por quê? Porque ele tá acompanhando o substantivo. Então, ó, ninguém fará menção à sua citação. Você pode deixar só a preposição ou pode acrescentar um artigo e aí você coloca o assento grave. É facultativo colocar o acento grave aqui. Depois eu explico para você que se essa essa expressão estiver no plural, o acento será obrigatório. Veja, ninguém fará menção às suas citações. Por que que aqui é obrigatório? Porque aqui o que que nós colocamos, ó? Eu coloquei o artigo. Certo, Pablo? Mas e se eu dissesse assim, ó? Ninguém
fará menção a suas citações. Us a cabeça a no singular mais palavra no plural crase nem a pau que eu já te expliquei aqui, ó. É porque o as apareceu com o artigo. Aí Obrigatoriamente você tem que colocar, né? Então aqui tranquilo. Depois substantivo próprio feminino, tá? O assento grave é facultativo naquela circunstância em que aparece, né, a preposição, tudo mais. Ó, houve uma homenagem a Cecília. Eu posso dizer, houve uma homenagem a Cecília, porque quando há uma homenagem, há uma homenagem a alguém. Se eu colocar o artigo ou não, não faz diferença para a
correção Gramatical. Então, colocar o artigo ou não é questão de você colocar o acento grave ou não colocar o acento grave. Mas eu gostaria de trazer uma informação para você que é a seguinte: você não pode colocar o acento grave com nomes que são históricos ou nomes religiosos. Por exemplo, ele fez referência a Joana Dark. Como eu tô falando da Joana Dark, famosa, nome histórico, vulto da história, aí o assento é, nesse caso, é um acento Proibitivo. Mesma coisa se fosse o nome religioso, né? Ele fez menção à Virgem Maria. Também não coloca. Por quê?
Porque nesse caso é nome religioso, correto? substantivo próprio feminino. Diante da palavra dona, o caso da palavra dona é um caso curioso, porque a palavra dona tem duas origens. Ela pode vir da palavra dom ou da palavra dono. Antes da palavra dom, você não usa artigo. Antes da palavra dono, você usa. Por causa dessa dupla origem, você pode Ou não colocar o acento grave ali. Veja o exemplo. Enviamos a correspondência, que envia envio. A alguém. Então o a correspondência objeto direto a dona Nádia sem ou com o acento grave indicativo de crase, a frase fica
correta da mesma forma. Então você pensa com a palavra dona, crase não é cafona. Use se quiser. Eu queria trazer mais algumas informações aqui. Uma delas é sobre o paralelismo sintático, porque isso é muito cobrado em prova, tá? Geralmente a banca examinadora vê uma frase em que há vários elementos enumerados e aí ela pede se você pode colocar o assento grave antes de um ou se você pode retirar de algum elemento ali no meio. E por causa daquilo que a gente já conversou, que é o paralelismo, a necessidade de você manter as estruturas dos complementos
da mesma forma, então você não pode, né, resolver colocar acento em um complemento e tirar de outro. Vou te mostrar por meio dos Exemplos aqui, ó. Ele se referia a saúde, educação, turismo e esporte. Essa frase tá certa. Por quê? Porque esse a que está aqui é somente a preposição, certo? Quem se refere refere-se a. E aí eu só coloco a preposição e não coloco artigo, não preciso de assento grave, nada. Tanto que você pode ficar repetindo esse a aí se você quiser, sem acento grave, porque ele é a Preposição. Depois ele se referia à
saúde, à educação, ao turismo e ao esporte, respeitando paralelismo, porque aqui ele colocou preposição mais artigo, preposição mais artigo, só que como são femininos, tá? O artigo A gera o acento grave ao turismo, ao esporte, porque turismo e esporte são palavras de natureza. masculina. Se a banca removesse, por exemplo, escrevesse a saúde, a educação, a turismo e a esporte, quer dizer com acento grave nos Dois primeiros e sem nada nos dois últimos, a frase estaria errada, porque você tem que colocar preposição e o artigo para manter o paralelismo sintático. O exemplo clássico de erro que
a banca faz é a última frase. ele se referia à saúde, ou seja, aqui tem a preposição mais o artigo que ele não colocou nada, nada e nada. Quer dizer, houve o que a gente chama de quebra de paralelismo sintático. Lembra? O paralelismo é como Você abrir um pacote de cebolitos na frente do seu filho, tá? Se você tiver dois ou três filhos, você vai lá e entrega uma mãozada de cebolitos para um e não dá nada pros outros dois. Vai ser choradeira. Então, das duas uma. Ou você abre o pacote cebolitos, entrega um pouco
para cada um ou você não come os cebolitos. Não comer os cebolitos é você não colocar o acento grave ali. Então, funciona da mesma forma. Beleza? Conseguiu acompanhar? Então, tá bom. Agora a gente vai rever alguns dos mandamentos da crase que eu passei ao longo desta aula. Veja lá o primeiro deles. Diante de pronome, crase passa fome. Diante de masculino, crase é pepino. Diante de ação, crase é marcação. Vou à volta dá, crase a. Vou à volta d crase para qu. A no singular, mas palavra no plural, crase nem a pau. Isso aí vai salvar
tua vida demais, hein? Compronome de tratamento, crase é um tormento. Adverbial, feminino e Locução, manda crase, meu irmão. Há mais aquele, crase nele. Com palavras repetidas, crases proibidas. Com a palavra determinada, crase liberada. Se for a moda D, Cras vai vencer. Diante de pronome pessoal, CRAS faz mal. Com hora exata. Cheguei às 12 horas. Crase é uma mata. Trocando a por a, crase nada mal. Trocando a por o, crase se lascou. Não vale aplicar os mandamentos da crase se você não tiver estudado todo o assunto antes, certo? E aqui nós encerramos o Assunto sobre crase,
tá? Já finalizou isso aqui, lógico. Agora você pode passar para os próximos conteúdos de língua portuguesa, beleza? Peço para vocês a gentileza de número um me seguirem lá no Instagram, número dois, seguirem o professor também no YouTube, tem lá o meu canal em que eu posto conteúdos diariamente. E também peço para vocês votarem em mim lá no nosso Prêmio e Best. Você vai lá, Prêmio e Best, procura Pablo Jamilk, clica lá, Você pode votar uma vez por dia e vai me ajudar a trazer esse prêmio para casa. Beleza? Ajuda muito. Hum. Se você tiver com
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