bom já de condutas de segurança institucional né durante a crise esse tópico ele fala mais das pestas que devem ser seguidas né então condutas individualizadas para desaceleração e gerenciamento né como eu falei anteriormente sobre essa questão de ter Protocolos de Conduta individualizado especializado para cada paciente né para que a gente sabe saiba Quais são os desencadeadores e as respostas e que assim a gente consiga traçar estratégias específicas e eficazes para cada um né tem também um protocolo de pedido de ajuda para garantir que todos saibam como e quando pedir ajuda é fundamental paraa segurança durante
uma crise também eh algo que a gente faz aqui que implementamos recentemente que tem funcionado muito bem É o pedido de ajuda estruturado que aprendi nesse curso inclusive de segurança do grupo método em que Obrigatoriamente terapeuta que solicita ajuda ele pede ajuda e fala onde está então por exemplo ajuda na sala um ou ajuda na ias quem entra para oferecer ajuda Obrigatoriamente pergunta o que você precisa e assim por diante Esse é um pedido de ajuda estruturado que às vezes parece uma coisa boba mas que num momento de crise é o que ajuda a conduzir
a situação de forma eficaz né Eh ter um protocolo para avisar e chamar os pais e responsáveis então é fundamental que se aconteçam crises e que se se é necessário que seja intervido fisicamente ou não os pais responsáveis por essas crianças e adolescentes estejam cientes do que aconteceu de como aconteceu e qual foi a conduta terapêutica né É muito importante que haja essa transparência essa comunicação com as famílias de forma efetiva e ter um protocolo para chamar o SAMU é claro que em última da última medida ninguém quer chamar o SAMU ninguém quer ter que
chamar o SAMU mas a gente a gente sabe que pode ser que ocorram situações de crise então é importante que os responsáveis eles estejam inclusive avisados sobre essa possibilidade num momento de crise para não pegar ninguém de surpresa né bom já em Recursos Humanos durante a crise eh seria de ter um número suficiente de equipe né treinado então ter um número mínimo de pessoas que eh estejam disponíveis para lidar com uma crise é fundamental porque por exemplo mas a gente vai falar sobre o peif né tem alguns pefs que são prescritos que precisam de dois
três profissionais então a gente precisa ter uma equipe numerosa o suficiente para implementar o protocolo de segurança prescrito e senão esse protocolo de segurança não é viabilizado né e um pessoal com treinamento adequado então de novo enfatizando essa questão de tá sempre treinando a equipe eh a gente sempre esteja se alinhando e procurando melhorar mesmo Tecnicamente inclusive já de com condutas institucional né de segurança após a crise é fundamental que exista uma documentação e a revisão desses incidentes né registrar o que aconteceu durante a crise revisá-lo para identificar possíveis áreas de melhorias eh a gente
conseguir identificar Quais foram os antecedentes né O que que acabou gerando o comportamento o que Manteve o comportamento ou não o que que foi importante para acessar aquele comportamento naquele momento que a gente tenha uma comunicação e um feedback com a equipe e com os responsáveis né assim como um debriefing com o paciente esse debriefing com o próprio paciente seria basicamente conversar a respeito do que aconteceu com a criança ou adolescente é claro que de acordo com as possibilidades cognitivas né de cada criança então e não no momento imediatamente após né mas no momento em
que de fato a criança esteja calma esteja bem tudo esteja assegurado é que a gente tenha eh que a gente proporciona esse momento de aprendizado pro indivíduo mesmo de entender o que que foi que me fez ter esse comportamento o que que eu posso fazer para lidar com com esse sentimento com essa sensação que me gerou esse comportamento numa outra oportunidade então é algo que é importante que é essencial e notificar os responsáveis também é essencial que a gente tenha essa comunicação eh bem estruturada com as famílias Principalmente quando a gente fala de crianças que
TM comportamentos agressivos né quando a gente tem essa comunicação efetiva Essa Via aberta a gente acaba evitando muitos problemas com essas famílias eh e a gente acaba passando mais transparência né mais responsabilidade né a gente vê que quanto mais a gente se comunica efetivamente com as famílias mais elas confiam no nosso trabalho bom já em relação à literatura atual né falando um pouquinho de uma parte mais teórica eh nos Estados Unidos eles chamam os esses comportamentos que a gente chama aqui de interferente de desafiadores já no Brasil os comportamentos interferentes eles não necessariamente são agressivos
mas são considerados eh comportamentos que interferem na aprendizagem do indivíduo como por exemplo o no compliance que seria a não colaboração né Eh o elopement que seria a fuga e o comportamento disruptivo que seria interromper ou atrasar e adiar um evento ou atividade eh a gente vê que comummente acaba se usando bastante amente esse termo comportamento disruptivo acaba se usando como sinônimo de comportamento agressivo e não é na literatura o comportamento disruptivo ele realmente é um comportamento que interrompe ou atrasa um evento um comportamento agressivo ele pode ser inclusive um comportamento disruptivo ou não vai
depender da função do comportamento agressivo né já esse comportamento agressivo então seria um comportamento de fato de agressão ou de autolesão inclusive de destruição de propriedade que também é considerado comportamento agressivo bom já Qual a função do comportamento agressivo né Porque que o comportamento agressivo ocorre atualmente na literatura né fazendo uma revisão bibliográfica mesmo não existe evidência científica da relação Direta do T né do autismo com a agressividade porém alguns pontos né alguns fatores fundamentais acabam interferindo o principal deles é a comunicação é muito claro assim na minha atuação que a maioria das situações que
acontecem de comportamento agressivo Elas têm algum tipo de fundamento na na parte comunicativa então é muito importante que a gente esteja alinhado com os nossos fon audiólogo né Eh para que a gente tenha uma comunicação efetiva com o indivíduo e acabe eliminando possibilidades né manejando esse antecedente fundamental para que a gente não tenha um problema grave de comportamento né então um exemplo a dificuldade de comunicação do individu ela acaba agindo no ambiente e então hage uma retroalimentação né o paciente ele não consegue se comunicar de forma efetiva então e ele não causa o resultado que
ele gostaria de causar no ambiente o ambiente não compreende o que ele quer E aí vice-versa né uma coisa leva a outra bom já em relação ao manejo durante os episódios agressivos né em criança autista ainda falando um pouco dessa função do comportamento eh podem acontecer por diversas topografias de comport podem acontecer diversas topografias de comportamento com a mesma função então por exemplo eh o uma criança pode usar o tablet o TD Snap para chamar você como ela pode te dar uma capa para chamar você são dois comportamentos com topografias diferentes e que tem a
mesma função que no caso seria a função comunicativa né É claro que um comportamento é aceitável e o outro não e os comportamentos são mantidos e fortalecidos através de contingências de reforço sejam elas positivas ou negativas né e é muito importante que a gente enquanto analista do comportamento tenha muito claro que se um comportamento existe é porque ele foi reforçado independente do tipo de esquema de reforçamento que eu mantenho existem diversos esquemas de reforçamento mas se um comportamento existe é porque ele foi reforçado seja sendo automaticamente reforçado pelo ambiente seja produzindo uma resposta orgânica mas
se o comportamento existe é porque ele foi reforçado e o nosso papel é justamente então de descobrir Qual que é o reforçador que mantém esse comportamento agressivo se a gente não entende a contingência do comportamento a gente não consegue interferir nesse comportamento de forma efico bom falando um pouquinho mais diretamente sobre a contingência de reforço a relação de dependência entre comportamento e ambiente né é o que a gente denomina de contingência de reforço o reforço positivo ele produz algo de novo no ambiente e o reforço negativo algo é movido ou adiado mesmo que momentaneamente então
por exemplo o comportamento disruptivo é um exemplo de reforço negativo né o reforço positivo Seria algo produz algo no ambiente então por exemplo o fato de eu jogar um copo no chão eu estou produzindo algo de novo no ambiente ou ainda um reforçamento automático né que seria uma resposta produz uma alteração sensorial que é suficiente para manter o comportamento Independente de variáveis externas eh é muito menos comum que comportamentos agressivos aconteçam por reforçamento automático Quando acontecem geralmente são autolesivos mas é raro Ainda bem que é raro porque é o tipo de comportamento mais difícil de
reduzir e de modificar eh Mas pode ser que aconteça e é importante que a gente esteja atenta para fazer a análise dessas contingências então bom Quais as consequências que um comportamento agressivo produz É claro que vai depender muito da contingência do comportamento né pode de acontecer uma série de consequências diferentes mas de praa Elas costumam ser atenção social e física na forma de reprimendas principalmente no autolesivo Então é quase que automático né quase que instintivo a criança Tá se batendo o responsável na olha e fala não faz isso para ou tenta intervir de alguma forma
física que acaba reforçando esse comportamento porque a criança tá ganhando uma atenção social e física naquele momento né Eh ou por exemplo acesso a itens ou eventos é muito comum de acontecer da criança entrar em comportamento agressivo tanto autolesivo quanto éter lesivo por ter acesso para conseguir ter acesso a algum item ou ainda pela remoção ou adiamento de tarefas né então é muito comum também que a criança entre em comportamento agressivo porque algo de sua preferência foi retirado e a gente tem que estar atento a isso também ou ainda por estimulação sensorial específica seja visual
de ou até de redução da dor que também costuma ser menos comum um exemplo prático que eu trouxe para cá é de um paciente aqui da clínica em que ele tem comportamento autolesivo e através de avaliação funcional a gente acabou descobrindo que esse esse comportamento ele é mantido principalmente por reforço positivo social que ele tem atenção e itens de preferência ou seja ele se bate e ele consegue ganhar o que ele quer do ambiente e por reforçamento negativo social também no sentido de adiar o aversivo então eu me bato e eu consigo atrasar a atividade
que tá sendo proposta que eu seja feito outro aspecto importante também é a operação motivadora né Sem operação motivadora não tem reforço se não tem reforço não consigo modificar o comportamento então é muito importante que as nossas avaliações sejam muito bem feitas muito bem alinhadas para que a gente consiga compreender a extensão daquele comportamento e entender o que que motiva cada paciente pra gente conseguir modificar o comportamento de cada paciente né bom agora falando sobre a curva de evolução do comportamento agressivo ou curva de aceleração como ela mais comummente chamada né ela basicamente é um
modelo de compreensão eh e informação visual sobre os eventos desencadeadores de comportamentos agressivos ou comportamentos problemáticos de um modo geral assim como Quais que são os comportamentos de aceleração Quais que são os comportamentos de pico e também através dela a gente consegue e dispor estratégias didáticas para treinar e planejar condutas né então a a gente vai mostrar cada nível dela mas por exemplo o comportamento de nível um como que é essa criança no nível um dela ela já é agitada ela tem estereotipia o que que eu ofereço para essa criança no nível um dela ah
ela precisa de movimento ela precisa ficar sentada ela precisa de um tempinho para descansar enfim vai variar cada criança e aqui na clínica a gente tem uma por de aceleração para cada paciente então Eh e cada paciente é absolutamente diferente então é muito importante que a gente tenha essas avaliações previamente realizadas para que a gente possa orientar a equipe e a curva de aceleração ela é fundamental ela salva muito a gente no dia a dia ela acaba ajudando muito a prevenir que os comportamentos sejam escalonados né