[Música] boas-vindas você está no log talks o podcast sobre logística da corbere supply chain em que a gente recebe profissionais do mercado e especialistas da corber para conversar sobre logística e futuro a nossa primeira temporada a gente falou sobre vários assuntos muito legais falamos de SG falamos de homem canalidade falamos de sazonalidade e tudo tá disponível online no YouTube no Spotify inclusive com legendas em outros idiomas para você compartilhar aí com as pessoas que você acha que podem ter interesse e agora nós chegamos na segunda temporada nessa temporada nós vamos falar sobre um assunto que
tá no radar de todas as empresas e se não tá no radar provavelmente já tá começando a se tornar prática que a robótica então sejam bem-vindos se prepara porque vem quatro episódios cheio de muito conteúdo para vocês e nessa temporada nós estamos recebendo é o silêncio para América Latina com mais de 30 anos de experiência em logística e também estamos recebendo Nascimento que a diretora de Logística da Decathlon e ele vai falar com a gente também sobre a experiência dele em relação a robótica vamos lá vamos lá então vamos para começar eu queria que você
falasse um pouquinho Contasse um pouco pra gente um pouco do conceito de robótica para que caso quem esteja nos ouvindo ainda não esteja tão familiarizado consiga aproveitar todo o conteúdo que a gente vai falar então o que que é essa tal de robótica Os Robôs autônomos né da forma como nós entendemos pela evolução atual do mercado ele se eles são máquinas capazes de se movimentar de forma realmente autônoma sem a necessidade de cintas magnéticas no chão ou qualquer outro é artefato assim para para guiar porque eles têm sensores e realmente eles estão aí monitorando sentindo
né percebendo o ambiente no seu entorno e o ambiente que pode ser dinâmico não só fixo né Não só está mas também aquilo que está se movendo ao redor né e assim eles conseguem traçar as melhores rotas levando os materiais para onde precisam ser levados de forma realmente autônoma perfeito e a corda entende que essa é uma grande tendência né De que forma Nós estamos vendo isso tanto aqui para América Latina quanto para o mundo a gente entende que sim né por várias razões né A primeira delas até tem a ver com SG quando a
gente fala assim que os robôs Eles tomam à frente e começam a executar tarefas repetitivas enfadonhas e às vezes até pesadas né que o ser humano até hoje é tradicionalmente executava dentro de um centro de distribuição né Além disso tem um componente da velocidade né com e-come se os grandes centros urbanos nessa Essa realidade que nós estamos vivendo e que foi acelerada pela pandemia né a gente e muitas ocasiões e muitas situações não consegue dar conta de Executar a quantidade de piquens que nós temos que executar no centro de distribuição para atender o comércio eletrônico
só colocando mais gente para dar um exemplo para vocês assim o parâmetro médio capei médio aí entre 60 e 80 linhas de piquen por hora por homem dentro de um centro de distribuição podendo ser um pouco mais um pouco menos mas essa é uma média considerada pela indústria né quando a gente coloca robótica a gente multiplica isso por mais ou menos um e-mail e com menos pessoas com 1/3 de pessoas então eu vou descer lá de 50 pickers para 15 picas alguma coisa assim e vou subir de 3.500 para 7.500 linhas de pedido por hora
que são executadas no centro de distribuição é impossível chegar nesses volumes atraindo uma mão de obra que é escassa né que é extremamente escassa especialmente para esse tipo de trabalho então para dar uma ideia para vocês o mercado de a MRS hoje esse ano de 2022 no mundo ele é um mercado de um ponto Dois Bilhões de Dólares uma perspectiva de crescer 56% ao ano nos próximos anos a gente vê sim que é uma realidade que é uma nesse que veio para ficar tendência tendência né tendência comprovada por estatística por número Tiago fala um pouquinho
para a gente dar Decathlon então né estamos muito felizes em te receber aqui nós conhecemos todo mundo conhece a Decathlon como consumidor todo mundo consome da Decathlon Então queria que você falasse um pouco da porta para dentro um pouquinho do que é um negócio da Decathlon aqui na América Latina no Brasil bom primeiro Obrigado pelo convite para mim é uma honra falar sobre logística e principalmente sobre tema super relevantes da nossa atualidade e podem contar sempre comigo para esses papos aí que eu posso ficar aqui uma tarde inteira falando disso com maior prazer bom falando
da Decathlon acho que antes de falar aterrizar no Brasil América Latina eu vou falar um pouco da decat no mundo a decatum hoje tá em mais de 70 países né então a gente já tá bem espalhado no mundo todo Lógico que o negócio nasceu na França nasceu na Europa onde a gente é mais forte mas ainda com o crescimento muito forte na Ásia um crescimento ainda olhando também para a América Latina que é que é um mercado Super promissor aí para Decathlon né então a gente hoje tem mais de 65 esportes Então o negócio do
Decathlon é marca então a gente tem o centro de desenvolvimento no mundo e são centro de desenvolvimento bem específicos Por Esporte isso é muito legal então a gente tem praticantes de esportes desenvolvendo produtos para esporte então isso sem dúvida traz uma proximidade com esportista traz uma proximidade com o nosso negócio que é tornar o esporte acessível para o maior número de pessoas né de forma sustentável Então essa é a nossa missão no Brasil a gente tá desde 2001 aqui então a nossa primeira loja foi a loja de Campinas mas nos últimos anos é o crescimento
da Decathlon se tornou muito mais potencial né então a gente tá hoje com 50 Lojas no Brasil esse ano a gente já abriu as primeiras lojas no nordeste então o mercado super legal também super promissor e Contando um pouco da história né o nosso nosso escritório fica na Avenida Paulista aqui em São Paulo no centro de distribuição único fica que faz a distribuição para todas as lojas e todo o e-commerce no Brasil Então esse é um pouco do nosso do nosso negócio aqui e a gente hoje traz na verdade é os produtos a maioria deles
importados né então a gente importa bastante coisa nacionaliza também algumas alguns produtos são fabricados aqui no Brasil e uma parte também a gente vende com os nossos parceiros então o processo de logística é um processo bem tradicional né onde a gente recebe no centro de distribuição e faz toda a cadeia aqui através de São Paulo é tradicional mas já é Home Channel já é integrado já tem várias coisas que andaram aí sem dúvida eu não eu não considero hoje também um grande diferencial né é um ponto que tá é uma necessidade como você falou a
pandemia trouxe acelerou aí pelo menos uns cinco anos aí de inovação e a gente teve que se adaptar muito rapidamente né com a pandemia e o que não era bonitinha não precisa ser e agora é meio obrigatória né então a gente precisa se vira para conseguir abastecer o mercado e do jeito que o cliente quer receber hoje né então foi uma necessidade e sim a gente tá tá numa militiana também demais vou aproveitar já que a gente tava conversando aqui nos Bastidores e tavas compartilhando com a gente sobre uma viagem que você acabou de fazer
para conhecer o centro de distribuição Então vamos lá vamos nos aproveitar do convidado já que ele tá aqui para compartilhar com a gente um pouco dessa sua recente jornada aí para conhecer e o que que você entende que a robótica tá conectada nesse assunto você viu que é realmente uma possibilidade como é que você viu lá fora legal bom na Europa bastante consolidado como eu falei né então só para vocês terem uma ideia na Europa a gente tem mais de 70 cento de distribuição espalhadas ali então a gente tem o centro de distribuição que são
centros regionais né que são que já fazem direto do e-commerce para as lojas mas a gente tem um centro de distribuição continentais que são os centros os hubs que abastecem esses outros esses outros CDs então eu tive a oportunidade de de tudo assim eu consegui viajar lá por seis seis CDs seis países né diferentes e aí eu vi desde o mais automatizado do mais robotizado até operações similares com a nossa do Brasil né que ali também é um pouco de sonho e um pouco de realidade mas com boas trocas com bom benchmark só para vocês
terem uma ideia eu Visitei um desses CDs regionais né e um CD de 80 mil metros quadrados onde 40 mil metros não tem uma única pessoa então isso foi um negócio fantástico o tamanho da automação e o tamanho da transformação tecnológica decata na Europa tá fazendo então é um centro de distribuição que faz expedição de 3 milhões de peças por dia então isso de fato é Impossível fazer sem uma automação é Impossível fazer sem uma tecnologia que vai ajudar porque bom na Europa o chão é caro mão de obra escassa então Então é só a
questão de Royal é uma questão também de sobrevivência ali pro para muitos negócios e fora isso todos os centros de distribuição estão passando por uma transformação tecnológica Então até 2025 a ideia que todos estejam já robotizados todos já estejam andando aí com com alguma tecnologia embarcada para para sustentar esse crescimento essa evolução lá então foi uma experiência fantástica e a gente conseguiu trazer boas inspirações um pouco da vida como ela é então isso ajudou também e também um pouco de aspiração para os investimentos e o e os os as inovações do Futuro aqui do Brasil
também perfeito Élcio você entende que esse movimento que adequado não tá fazendo de implantação em CDs maiores e né isso e escalonando para outros para outros CDs e para outros lugares é um movimento que faz sentido para outros negócios também outros clientes também eu entendo que sim eu acho que nessa jornada sempre né de buscar a melhor solução muito bem colocado pelo Tiago cada realidade é uma realidade diferente às vezes um CD numa região uma característica de funcionamento de Mix logística até de pessoas né de disponibilidade de mão de obra de transporte etc é totalmente
diferente de um outro da mesma empresa em outro lugar né É normal que seja assim né Eu acho que uma característica muito interessante da logística que ela é interface final como cliente quer não queira é a logística que coloca o produto lá na mão do cliente né e o cliente ele se comporta de uma forma diferente em cada lugar a expectativa é diferente a logística Tem que atender a expectativa então não eu acho que não há receita de bolo eu acho que faz todo sentido não só para grandes empresas de varejo como é o caso
do teclado mas também de outras empresas de outros segmentos faz sentido seguir nessa linha que é realmente buscar uma solução sob medida para cada realidade de cada centro de distribuição e essa realidade da Decathlon aqui no Brasil Tiago fala um pouquinho para a gente assim da estrutura de vocês em relação à logística aqui no Brasil e como é que tu enxergas a distância entre o que você viu com todos esses metros quadrados sem a presença de um funcionário aqui no Brasil como é que você entende essa relação bom perfeito eu acho que a gente precisa
decorrer a realidade então cada país com nós colocou cada país tem uma realidade às vezes dentro da França a gente tem CDs que tem são próximos e tem realidades completamente diferentes que para mim assim o investimento ou qualquer transformação que a gente passa ela tem que ter os seus motivadores né Então quais são os motivadores de cada logística fazer essa transformação bom primeiro que a gente tá num CD novo então isso é muito legal então antes da operação a operação da Decathlon ficavam em dois centros de distribuição um CD para produtos stander e um CD
para produtos volumosos esteira então produtos grandes onde a gente bom 85% do nosso volume então em produtos pequenos produtos Standard e que a gente consegue colocar embarcar algum tipo de automação né então algum tipo de então isso facilitou um pouco a nossa transformação né então esses esse novo centro de distribuição a gente mudou ele em março de 2021 é um CD de 56 mil metros quadrados já pronto para atender os próximos 10 anos de evolução da decaflon então a gente começa com espaço com um pouco já de automação hoje a gente conta com esteiras inteligentes
por mezanino Então a gente tem uma parte que é tem mezanino que ali a gente consegue armazenar mais ou menos 8 milhões de peças num único espaço então em 8 mil metros quadrados de chão a gente levando a estrutura a gente consegue colocar 8 milhões 9 milhões de peças ali e tem esteiras que andam por todas então assim é uma operação semi-automatizada então eu ainda tenho o time que faz a parte do piquen Então a gente tem carrinho no tablet com visualização uma interface um pouco mais amigável que aí a gente vai até os produtos
Então é por região então o nosso CD É bem parecido com a loja então a gente já separa o estoque Por Esporte também é uma característica legal é porque assim as nossas lojas não tem muito estoque não tem é diferente de alguns varejos que o estoque fica no fundo da loja o estoque que você enxerga na loja da decath é o estoque que tá lá no linear por isso que a nossa necessidade de abastecimento precisa ser muito forte então para ter uma ideia as lojas de São Paulo a gente abastece todos os dias porque é
exatamente o cliente compra e a gente tá colocando no linear porque a gente tá comprando e a gente tá colocando então isso traz uma dinâmica também de distribuição por política de estoque etc então isso necessita que a gente tem uma logística muito eficaz dentro da operação né Pra não pra loja não ficar desabastecida Então nesse desenho todo o a logística é feita por Esporte porque porque a gente precisa enviar para loja para que o movimento de descarregar o caminhão e colocar no linear seja o mais rápido possível então a gente já manda separado para as
lojas Então vai numa caixa só os esportes de corrida masculino então chegando lá o vendedor rapidamente já já faz uma triagem já leva para o corredor e já consegue abastecer ela não precisa fazer aquela triagem o trabalho eu brinco né que o trabalho ruim ficar com a logística né o trabalho da loja tá mais tranquilo é a gente a gente tenta fazer o máximo na logística para facilitar a loja para que a loja tenha uma dinâmica onde o vendedor ele fica de fato disponível com o cliente né então o trabalho sujo fica com a logística
né então mas o nosso o nosso CD tem essas esteiras esteiras são mais inteligentes né então quando a gente recebe uma caixa tem leitores de câmera por todos os por todos os circuito então a Caixa vai até a região do esporte faz um desvio então ali eu tenho uma pessoa que então eu não preciso mais subir com brincadeira então todo o estoque todo estoque Standard que eu falei para vocês que é mais ou menos 85%, ele fica nível humano então eu não preciso de equipamentos para acessar esse estoque não preciso mais de empilhadeira para fazer
reposição então simplesmente o operador Pega a caixa e desce essa caixa para para conseguir estar disponível para pic então essa parte de entrada de armazenagem ela facilitada pela esteira e depois tem toda a parte de movimentação de saída também então no mesmo circuito de receber é o mesmo circuito de sair então a caixa depois do piquenfeito Ela vai para esteira também que leva por sortear e o software faz a separação também que antes era manual hoje o software faz a separação por loja e também faz a separação por tipo de pedido não é-commerce Então essa
esse desenho ele facilita para que meu estoque também seja o mini Channel Então o meu estoque ele serve tanto lojas quanto e-commerce no mesmo espaço e a mesma esteira Faz esse trabalho de desvio né despedida para loja esse pedido do e-commerce então a gente consegue desviar num único circuito Então essa é uma facilidade aí que a gente teve que bom aumentou Sem dúvida bastante a nossa a nossa produtividade nessa operação comparado ao que a gente fazia no passado então em relação a aos ambientes que você visitou fora do Brasil nós estamos no caminho temos automação
e a robótica está no nosso no caso da Decathlon Ela tá no horizonte talvez não Horizonte tão próximo por conta das condições no Brasil que possibilitam que não não seja tão necessário de maneira tão urgente agora sim acho que vale Vale colocar o planejamento desse centro de distribuição também né esse é um CD que começou a ser desenvolvido lá em 2015/2016 onde as tecnologias atuais não estavam tão disponíveis como agora a gente já começava a olhar mas olhava lá na frente então olhava as empresas da China que já estavam com aquele negócio mas era algo
muito distante ainda para o Brasil e aí veio acontecendo o CD então quando a gente montou o CD abriu ele em 2021 aquela tecnologia aquilo que tinha sido planejado já não era mais o atendente já não era mais a Inovação né E esse que talvez seja o nosso é bom e é ruim né é bom Por um lado que a gente tem novidade o tempo todo é ruim porque se a gente não tiver flexibilidade não for ágil quando a gente termina de implantar um projeto ele já tá obsoleto ele já tá defasado e a gente
precisa fazer alguma coisa ali então um planejamento para montar um CD em 5 6 anos quando a gente coloca ele de pé a gente já abre com uma tecnologia que já não é mais a tecnologia de ponta já não é mais a novidade E aí exige de nós uma adaptação né então exige de nós também olhar para aquilo que a gente fez e entender diante do cenário né atual que também o Brasil uma dificuldade ainda implantação de grandes tecnologias então diante desse cenário é o que a gente consegue adaptar dentro dessa realidade Então beleza eu
não eu já tenho as esteiras eu não não posso jogar aquilo fora e falar bom isso aqui é uma sucata não pelo contrário Isso aqui precisa se pagar Isso aqui precisa da roça Isso aqui precisa né todo não posso falar hoje ó não vamos Ah bom acabamos de abrir o CD não vamos mais fazer isso agora vamos é ir para robô Vamos pra um negócio mais tecnológico não calma a gente precisa tentar viver um pouco com esses dois mundos e e acho que ainda tem uma oportunidade né Eu penso assim quando a gente fala dos
pilares né pessoas processos e tecnologia Às vezes a gente vai para o último inverte a ordem vai pra tecnologia Mas ainda tem muito trabalho eu acho no Brasil a ser feito com pessoas de processos sabe antes de chegar em tecnologia é até porque se a gente coloca uma tecnologia hoje a gente não consegue aproveitar total que ela pode nos oferecer se a gente não tiver pessoas engajadas e orientadas e também não tiver bons processos porque bom ela tende um pedaço do negócio ela não atende todo o negócio né então eu penso que a tecnologia ela
vem sem dúvida um diferencial mas ainda acho que em muitas operações pelo que eu tenho visto aí ainda muito oportunidade em trabalhar com pessoas e processos antes da gente cair de cabeça e achar que a primeira solução já é de cara a tecnologia então é um pouco do que eu do que eu penso do que eu vejo para mim esses dois pilares eles estando bem amadurecidos vem paralelo a parte da tecnologia que só vai somar e vai potencializar ainda mais no negócio pensando que esses dois já estão bem encaminhados nunca para mas acho que dá
para encaminhar bem antes de pensar em já fazer de cara um investimento milionário O Tiago tá antecipando o nosso último episódio dessa temporada hein ele tá querendo acabar com o meu trabalho aqui porque o último episódio dessa temporada a gente vai falar sobre a hora certa de implantação de ro eu quero voltar para um ponto que você trouxe que eu acho que é fundamental e na nossa primeira temporada a gente tratou muito disso que é planejamento de CD né que é como é importante que todos os processos você falou de processos de pessoas obviamente e
também a tecnologia seja pensada não apenas antes né no processo de planejamento de um CD constantemente como você falou porque não dá para antever todas as tecnologias que vão surgir mas eu queria que você falasse um pouquinho disso porque a gente sempre fala para os nossos clientes na corda como é importante que a tecnologia seja pensada para o processo pensada para as pessoas e não necessariamente esse elemento externo que vem do nada e talvez não vá agregar tanto quanto poderia Então por que que é importante que o planejamento da tecnologia esteja no planejamento do CD
no planejamento da logística mesmo que o corda discussão não seja a tecnologia naquele momento bem acho que é bem interessante e a história né que o Thiago compartilhou conosco ela ela é ilustra muito bem essa realidade né alguns negócios como é o caso da Decathlon conseguem ter essa visibilidade e E por que não dizia um certo fôlego né Para realmente investir lá para frente fizeram um CD que vai suportar e apoiar o crescimento da empresa pelos próximos anos e tal e eu diria se colocar um pouco à frente da curva né E aí tão de
fato agora podendo operar de uma forma proativa olhando sempre a melhoria e não apagando mais o incêndio né E o planejamento ele ele traz na minha visão essa esse benefício né de colocar os gestores realmente como pensadores aí dos próximos passos da evolução e não mais como apagadores de incêndio você tem que ter planejado para fazer isso né Eu acho também que é interessante assim o depoimento do Thiago no sentido de que dependendo automação tradicional ela tem muito essa característica na minha Ótica de e ela tem muito valor né não é uma questão sobre o
valor dela né não importa como bem colocado também ela tá atendendo né então não importa se a data lá né do lançamento tem 10 anos é o cara tá atendendo a minha operação tá fluindo e tá tá bom para caramba é o que importa né mas automação tradicional ela tem essa característica de ciclos longos ciclos longos de planejamento de implantação de investimento e de vida né automação flexível a robótica ela é um pouco diferente nesse sentido né ela ela não vai dar o mesmo nível de produção e de produtividade que uma automação tradicional mas ela
é muito mais fácil de pensar de investir de mudar né então eu acho que são tecnologias diferentes eu recentemente li um artigo do Garten falando sobre automação e eles falavam assim que maior erro na automação é uma empresa ser closed né pensar numa tecnologia só e casar com aquela tecnologia e ficar com aquilo como se aquilo fosse a panaceia não é não é várias tecnologias vão conviver numa operação e é bom que seja assim né Para realmente gerar o resultado que o cliente precisa essas é uma palavra que é estratégia e essa palavra é fundamental
para o nosso próximo episódio então muito obrigada pela nossa primeira conversa fiquem aí porque tem muito mais e nesse primeiro episódio nós falamos então sobre o mercado de robótica como ele está se comportando no mundo e aqui no Brasil no segundo episódio nós vamos falar sobre automação e robóticas diferenças que esse termo de flexível faz para os negócios Então siga a gente nas redes sociais na cor latam acompanha o nosso trabalho que daqui a poucos dias tem o segundo episódio dessa segunda temporada Até logo [Música]