Fala aí, minha gente. Eh, eu quero falar mais da eliminação da seleção brasileira na Copa do Mundo, mas não tanto da Noruega. Quero falar um pouco mais macro hoje sobre o jogo.
Eu falei, né, a posse de bola, como que o Brasil suportou, os gols perdidos e por aí vai. E hoje eu quero ampliar o debate e acho que é um debate que precisa existir. Eh, e eu acho que tem que ser um debate que todo mundo tenha que falar e ouvir, né?
E não uma cagação de regra simplesmente sobre porque que o Brasil não ganha e não ganhará mais uma Copa do Mundo, né? A gente vai chegar pelo menos 28 anos sem ganhar na próxima. Maior jejum de todos os tempos da seleção brasileira.
entre 30 e 58 também foram 28 anos, mas ali tiveram eh duas edições que não aconteceram por conta da Segunda Guerra Mundial. E eu acho que se a gente não entender e se perguntar por estamos perdendo, a gente não vai saber porque vamos ganhar ou como vamos ganhar. Acho que a gente tem que saber fazer as perguntas para chegar as respostas.
E se a gente for simplesmente no casoístico, né, perdeu porque perdeu o pênalti, perdeu porque faltavam 4 minutos. Se a gente for ficar só em lances específicos e não for ver que no macro são 28 anos, pelo menos você ganhar a Copa do Mundo. E nesses 28 anos não foi só um pênalti do Bruno Guimarães, não foi só um passe errado do Fred, não foi só 2018, não sei, possível pênalti do Gabriel Jesus ou uma bola, um chute de fora da área do Kevin De Bruini.
Não é só isso, porque a gente não está perdendo sempre da mesma forma, né? a gente tá perdendo de formas diferentes para seleções diferentes e talvez para seleções cada vez menos qualificadas, assim, Noruega tem lá os seus méritos e tal, mas é que a gente não tá perdendo para Espanha, paraa Argentina, para pras outras, a gente tá perdendo paraas seleções médias. Então, acho que a gente tem sim que tentar fazer uma reflexão do que que está acontecendo.
Eu quero começar pelo resultadismo, tá? E depois eu vou vou tentar ampliar aqui. Antes de mais nada, eu só quero agradecer a Insider, que é parceira aqui do canal.
E hoje, dia 7 de julho, é o último dia da semana do bestseller da Insider. Então, todos os os produtos da Insider, que são os mais vendidos e que estavam em promoção durante essa primeira semana de julho, hoje todos estão em promoção também lá na Insider Store. Pro masculino, tem a Daily T-shirt, que é essa que eu tô usando, que eu gosto muito, uma camisa bem levinha para dia a dia mesmo, a Cord T-shirt, a camisa Future Reform, a Tech T-shirt gola V, a calça Future Form, que eu gosto bastante também e a Tech T-shirt com gola U, com essa gola normalzinha aqui.
Então, são os produtos mais vendidos da loja da Insider masculino. E hoje, dia 7, todos estão em promoção lá. Tem também pro feminino a Daily T-shirt, a saia Mini Kyoto, o Tube Drss the Perfect Top, Saia Mid Kyoto e a Tech T-shirt de gola U.
Então, obrigado a Insider pela parceria e aproveite com o cupom beckler descontos exclusivos para vocês. Por que que eu vou começar do resultadismo? Porque o resultadismo passa por Carlo Anchelote chegar à seleção brasileira faltando 10 meses pra Copa, não fazer um bom trabalho, não conseguir desenvolver uma ideia sólida de time.
Ele foi mudando, tatiando, tentando achar várias coisas e não conseguiu achar coisa nenhuma. Opta por jogar contra a Noruega na defesa, se portando na defesa para jogar em contra-ataque. O Rand não podia correr.
Como que você não deixa o Rand correr? Ou você se porta na defesa para que ele não corra, ele não tem espaço, ou você joga no ataque, esconde a bola, porque sem a bola ele vai correr para onde? Brasil optou pela primeira opção, que normalmente é a mais crua e rudimentar.
Destruir é mais fácil do que construir em tudo na vida. Eh, no futebol também. Então, como o Brasil não estava pronto, não era um time maduro, ele optou por fazer isso e o Ancelot tinha dado pistas que faria isso.
Ele disse: "Eu não quero jogar bem, eu só quero ganhar". O Brasil ganha copas com defesa organizada e o ataque tem talento. Quis organizar a defesa e que na frente alguma coisa poderia acontecer.
Quase deu certo, né? O pênalti perdido, a bola do Hendrick, uma outra bola ali que o Brasil teve as melhores chances até as mudanças perdedoras. Depois o Anchelote faz isso porque ele não teve tempo de desenvolver uma melhor ideia.
E ele não teve tempo de desenvolver uma melhor ideia porque ele chegou 10 meses antes. E ele chegou 10 meses antes porque a gente teve que ficar esperando o Antielote. Por mais que se possa criticar o Ednaldo Rodriguees por por não ter resolvido essa situação antes, mas o Brasil teve depois do Tit, que era o melhor técnico até 2022, né, brasileiro.
Qual era o outro melhor técnico brasileiro até 2022? Era o Tit. Depois teve o Ramon Menezes, que era só um interino ali por pouco tempo.
Teve o Fernando Diniz, que era o técnico da moda que tava indo muito bem com o Fluminense. Teve o técnico da moda, Fernando Diniz, não deu certo. Veio Dorival Júnior, talvez nessa fila sucessória dos melhores técnicos brasileiros, o seguinte, técnico muito bom de mata-mata, conhece absolutamente tudo do futebol brasileiro, porque trabalhou em praticamente todos os clubes do futebol brasileiro, também não deu certo.
Enquanto isso, a gente ia esperando Ancelote. O que me mostrou pós tit até Anchelote é que o Brasil não tem técnico. Quando a gente vai para Fernando Diniz, quando a gente vai para Dorival e rapidamente desiste porque não dão resultados e que a linha sucessória pós Dorival não tem outro, começou a aparecer agora Felipe Luiz, alguma outra novidade que tá tentando aparecer, André Jardini, Fernando Seabra, não sei se vai ter uma grande novidade de técnico no Brasil, mas a questão é essa.
O Brasil não tem grandes técnicos. Não tem grandes técnicos. Brasil não tem nenhum técnico.
Não digo na elite do futebol mundial, no Real Madrid, no Manchester City, no sei lá, no Barcelona, no Bayern de Munique. Mas o Brasil não tem e não tem há duas décadas. Um técnico no Sevilha, no Lyon.
O Lon até o Silvinho passou, né? Eh, mas o Brasil não consegue ter em segundo escalão do da Europa hoje, né, que é o centro do futebol mundial, ou em seleções, ou até em clubes. Na América do Sul, o Brasil não consegue ter técnicos.
Tem lá o Mano Menezes na seleção peruana. O Mano Menezes não representa, né, uma renovação. Tem o André Jardini treinando no México também.
Mas o Brasil via de regra não tem. A gente não ter técnicos diz muito sobre o futebol brasileiro, porque o futebol brasileiro é um moedor de ideias, não dá tempo para nada, porque todo mundo que está envolvido nesse ecossistema de futebol brasileiro, dirigentes, jornalistas, torcedores, todo mundo vê como a primeira opção demitir o técnico para resolver alguma coisa. Às vezes é, às vezes o técnico é o problema e às vezes ele não é o problema.
Só que é fácil o dirigente se defender mandando o técnico embora. É fácil o jornalista dar uma opinião forte que agrade quem tá do outro lado, falando que tem que demitir o técnico. Então isso vai fazendo com que os técnicos brasileiros, eu já falei isso aqui com vocês uma porrada de vezes, isso vai fazendo com que os técnicos brasileiros optem por jogar feio, por jogar de qualquer jeito, se fechar na defesa, um chutão para cima, uma bola parada, um pontinha driblador para tentar conseguir alguma coisa numa jogada individual e depois que tiver ganhando cera, paralisar jogo, enfeiar a partida para ganhar de qualquer jeito e manter o seu emprego paraa semana que vem.
Essa cultura do futebol brasileiro, que ela é geral do futebol brasileiro, faz com que aqui não se tenha tempo de se desenvolver nenhuma ideia, de se desenvolver nenhum estilo de jogo. Os estrangeiros que vão pro Brasil, eles conseguem fazer isso melhor, porque eles não estão nem aí se eles vão ser demitidos ou não. Então eles, e eles só sabem fazer isso, eles só sabem trabalhar desenvolvendo no estilo de jogo.
É claro, né, que eu tô falando europeus e estrangeiros, os técnicos que chegam com essa mentalidade, mas tem muitos que chegam para fazer carreira no Brasil, que vão ficando e que acabam ficando também nessa cultura brasileira. E nem todos os estrangeiros dão certo. É claro que eu tô tratando aqui um Abel Ferreira que fica tanto tempo, eh, o Jorge Jesus que chegou com uma ideia muito determinada, o Artur Jorge que tem uma ideia muito determinada e se não dá certo, não deu certo, eu vou embora, pego minhas coisas e não volto pro país dele menor, volta com as mesmas oportunidades que ele tinha antes, tendo vivido uma experiência no futebol brasileiro.
Luiz Castro, a mesma coisa, já fez isso, tá tentando fazer outra vez. Por aí vai. Eh, então a gente tem uma cultura de não deixar técnico trabalhar, de não desenvolver ideia de jogo, de não desenvolver jogo.
Não se desenvolve jogo no Brasil, se quer o pão de cada dia. Tem que voltar porque tem um time, uma torcida, uma imprensa faminta por aquele pão de cada dia. Então você não dá tempo de você preparar alguma coisa boa.
Você tem que levar o prato do dia ali o mais rápido possível. Esse para mim é um problema. A gente teve que esperar o Antiolote porque a gente não tinha outro.
A gente precisou de um técnico italiano. Porque esse empobrecimento de futebol brasileiro de ideias gera com que a gente perca a nossa identidade de futebol brasileiro, que a gente não desenvolva e modernize uma identidade de futebol brasileiro, como outros lugares modernizaram. Futebol brasileiro do talento, do um contra um, do improviso na frente e tal.
A gente não modernizou isso para se adequar a outras coisas que o futebol hoje precisa. a marcação pressão, a sair da pressão, a recuperar rápido ao controle de meio-campo. A gente não a gente não entendeu esses novos conceitos do futebol e esse empobrecimento de solo de futebol brasileiro que foi ficando arenoso e que talvez nem tudo que se planta dá porque não tem ideias para se plantar.
Acho que gera que a gente vai ficando para trás e que chega a 28 anos sem sem ganhar títulos. Não se tem a ideia hoje de o Brasil precisa resgatar suas origens. Quais?
É, é difícil a resposta, né? Quais são as origens de futebol brasileiro? Como joga o futebol brasileiro?
É o futebol da seleção de 82? É o futebol da seleção de 94, que é bem diferente? É o futebol de 70.
Como que a gente volta a jogar como Brasil de 82 ou Brasil de 70? A gente tá trabalhando, alguém no Brasil trabalha para que se jogue daquela daquela forma ou a gente é muito mais identificado ao Brasil de 94, resultadista? Então, eu acho que existe um empobrecimento de ideias que faz com que a gente quase nem lembre mais o que que é o futebol brasileiro de tão distante que tá ficando.
E esse empobrecimento de ideias passa também por empobrecimento de jogadores. E o Brasil é quem mais exporta jogadores. Brasil é o país que mais vende jogadores pro exterior.
Brasil tem o melhor, o melhor do mundo de 2024, Vini, um possível melhor do mundo de 2025, que aí é um resultado coletivo que talvez tira a chance do Rafinha no ano seguinte. Tem um talento grandíssimo que é o Estevon, que ainda não chegou para essa Copa e tem Rayan e tem Hendrick. Não faltam jogadores do Brasil, nunca faltou.
Antes eram Rivaldos, Romários, Ronaldo, Ronald eram o Crem de la Crem. Hoje não é mais tanto. O Brasil tem os bons, assim como os outros também têm os bons.
Deu uma igualada nesse sentido, embora eu ainda acho que o Brasil produza mais do que os outros. A questão é que em muitos setores do campo a gente privilegia o pão de cada dia. Então, na base você precisa formar jogador rápido e vender rápido, porque vendendo rápido você vai ter dinheiro para manter o seu clube funcionando.
Isso tira muitas vezes a oportunidade de formar jogadores talentosos, porque você vai preferir os mais altos, os mais fortes, os que se desenvolvem fisicamente com 15, 16 anos melhor e vai deixar o garoto talentoso de fora e ele vai perder espaço e ele não vai subir porque rapidamente você precisa dar resultado e você não tem tempo de amadurecer um jogador. Isso acho que atrapalha a formação de bons jogadores. Talvez não os melhores jogadores não sejam os mais altos, os mais fortes, os mais rápidos, especialmente porque a gente um dia entendeu que é o futebol brasileiro.
Futebol de toque, de talento, de habilidade, de que todos os jogadores podem levar perigo, não é? Não é isso que a gente quer de futebol brasileiro. Só que quando a gente quer formar jogadores altos, fortes, rápidos, que rapidamente dão resultados, nem sempre eles vão ser altos, fortes, rápidos, vão dar resultado e serão super talentosos.
Então, a formação de do futebol brasileiro e o pão de cada dia também atrapalha a que se jogue como a gente identifica que o futebol brasileiro a gente quer que jogue. Então eu eu parti do resultadismo de se jogar como Ancelot quis e os jogadores que ele tem são para jogar mais o que ele quis do que a outra forma que eu acho que se teria para jogar. Embora para jogar contra a Noruega, acho que se o Brasil simplesmente tivesse fazendo o jogo que ele estava fazendo e não essa tática, seria suficiente, pelo que eu tinha visto da Noruega, mas o Brasil não tem jogo para esconder a bola da Noruega.
E eu não quero que o Brasil, porque eu sei que qualquer coisa que eu fale ressoa ali, eu não quero que o Brasil seja o Barcelona ou seja a Espanha, porque eu morei em Barcelona e morei na Espanha. Não quero que o Brasil troque um milhão de passes, mas eu quero que o Brasil controle os jogos. Eu quero que o Brasil tenha a capacidade de ter a bola.
E tendo a bola, o adversário vai ter que se sentir desconfortável, porque a qualquer momento ela vai chegar para um grande jogador decidir uma jogada individual. Só que o Brasil não tem jogadores para manter a bola. Bruno e Casemiro são ótimos e Fabinho e Ederson que estava no banco também são muito bons, mas eles não são jogadores de manter a posse de bola sem parar e de esconder a bola do adversário e de controlar o jogo no meio-campo.
Não é que nos falte um 10, nos falta um 10, um 8 e um cinco. Nos falta jogadores de bola no meio-campo. Pô, e o Breno Bidon, ele é croata?
Não, o Breno Bidon é ponta direita. Brando Bidon, que é talvez esse jogador, e eu acho que o Artur Melo poderia ter sido esse jogador, é que o Artur teve as lesões e tal e acabou não se desenvolvendo como se esperava. Esses o o Breno Bidon não joga na posição que ele deveria jogar, na minha opinião, Breno Bidon para mim tinha que ser um oito perto dos defensores, fazendo a bola sair da melhor forma possível e o jogo passando o tempo inteiro por ele e ele fazendo, escolhendo para onde que o Corinthians ia jogar, se ia ser rápido pela direita, se ia cadenciar um pouco mais para sair pela esquerda.
Só que não, ele joga espetado na ponta, um jogador lento, que não tem um contra um, que é um jogador de manter posse de bola e que para mim é desperdiçado, um grandíssimo talento desperdiçado ali. Então, eu acho que a gente a gente precisaria ter, porque o futebol hoje muitas vezes demanda esse jogador controlador. O Real Madrid perdeu Tony Cross e Modric, optou pelas pernas de Tuamen, Camavinga, Fed Valverde, esses touros de jogadores.
e deu no que deu. Passou a alimentar pior Vini, passou a alimentar pior Bellingham, passou a alimentar pior. Por quê?
Porque perdeu os jogadores que dão esse tempo de jogo que é tão necessário hoje no futebol, querendo a gente ou não. E não é que todo mundo tem que jogar igual e não é que todo mundo tem que ser o Barcelona ou que todo mundo tem que ser o que o guardiolismo manda. É evidente que não.
Tanto que a Argentina não é. A Argentina joga outra coisa com bola no pé. A Argentina também é um time que nem é tão fanática da posse de bola assim, mas ela tem a bola no pé e assim ela ganhou acabou do Mundo com meio campistas que vão girando, tocando a bola, o famoso toque voi lá do Galvão Bueno.
E assim a Argentina chegou. Então acho que que a gente precisa melhorar a nossa formação de jogadores também com paciência, assim como técnico para dar paciência para as coisas amadurecerem também e a gente passar a ter jogadores bons, não só fortes, físicos, corpulentos, embora o Bruno nem seja isso, né? O Casimiro talvez seja um pouco mais esse jogador mais físico, mas um pouco mais de jogadores identificados com o que a gente quer jogar, o que a gente acha bonito e o que potencializa o nosso talento na frente depois.
Eh, é isso que eu vejo que é o problema. E esse problema acho que não vai ser corrigido para 2030. É um problema que que a gente precisa ir amadurecendo ele para voltar a ganhar Copas do Mundo e jogar bem Copas do Mundo.
Ganhar no final das contas a gente vai ganhar ou vai perder, mas jogar bem Copas do Mundo, coisa que a gente não está fazendo. O Brasil não jogou bem Copa do Mundo 2018, jogou alguma coisinha em 2022, contra a Sérvia, sim. Depois contra a Suíça, não.
Contra Camarões reserva. Contra a Coreia do Sul, sim. Contra a Croácia só mais ou menos.
contra a Croácia. Modric tocou na bola 140 vezes. Conseguiu controlar?
Não conseguiu controlar, né? A Curroácia tirava bola do Brasil e tirava volume de jogo do Brasil. Essa Copa a gente jogou mal sempre, dava sensação de que mentalmente tava melhorando, mas taticamente não.
Enfim, eh, acho que a gente precisa ampliar esse debate, que mais gente tente debater isso, né? e para chegar a conclusões e que de fato alguma coisa seja feita na cultura do futebol brasileiro. Não é que o Samir Chaud tem que impedir times que demitam técnicos ou impedir clubes que vendam jogadores.
Não é um trabalho da CBF fazer isso. É um trabalho da cultura do futebol brasileiro. No auge da minha insignificância, o que eu tento fazer aqui é tentar contribuir para um debate e influenciar alguma coisa que a gente mude a nossa cultura tão resultadista, imediatista e ceifadora, cortadora de cabeças como é no Brasil.
É isso, meu povo. Deixa aí nos comentários o que que vocês acham também sobre tudo isso, porque afinal de contas é um debate que vocês torcedores são muito importantes, porque essas respostas rápidas elas são buscadas por conta de vocês, porque os torcedores querem respostas rápidas, então todo o ecossistema trabalha, na minha opinião, de uma forma equivocada para dar resposta aos torcedores. Beijo para vocês, gente.
Eh, se inscreve aqui no canal, deixa aqui os seus comentários e se você chegou até aqui e gostou, curte também esse vídeo. Ciao. Ciao.