Que é real é que para você vender você precisa criar estratégia de vendas. Você não precisa criar um Instagram, é que o Instagram pode estar dentro da sua estratégia de vendas e é uma estratégia maravilhosa, super acessível, que funciona, mas uma coisa não precisa da outra. E é isso que as pessoas se confundem e elas começam achando que a pessoa ter mais seguidores. E a verdade é que se você tem poucos seguidores, Você não vende, o que vai acontecer se você tiver mais seguidores, é que você só vai errar em mais estilo. Assim, grande estilo.
Tô, pô, se eu sou um fracasso com 200 seguidores, eu quero ser um grande fracasso com 10.000. mais pessoas vão ver, [Música] [Aplausos] [Música] né? Sejam muito bem-vindas e bem-vindos ao Digital Cast, o podcast feito para te Inspirar, aprender, evoluir e a transformar suas ideias em resultados reais. Aqui a gente vai falar sobre marketing, vendas, negócios, empreendedorismo, sempre de forma muito leve para que você possa aprender na prática e aplicar no seu negócio, ter resultados com isso. Eu quero primeiramente agradecer a Hosinger por estar com a gente aqui nesse projeto. Para quem não me conhece,
eu sou a Carol Manchini, especialista em marketing Digital e hoje a gente vai falar de um tema aqui que vocês têm muita curiosidade e me perguntam muito, que é o seguinte: como ter sucesso nas redes sociais? E aí eu trouxe um convidado pra gente conversar sobre isso, que ele vai responder algumas das principais dúvidas que vocês têm. Então, como é que eu tenho sucesso nas redes sociais? Será que existe uma fórmula mágica? Quanto tempo isso demora para acontecer? Ou será que isso é só papo furado dos gurus De marketing por aí? Para responder todas essas
dúvidas e outras, eu trouxe aqui um cara que ele é gênio no marketing digital. Ele é empresário, marqueteiro, growth hacker, palestrante, creator, já acabou aqui os dedos para eu contar. conselheiro de grandes empresas como a V4 Company e já saiu na lista Undertury da Forbes. Seja muito bem-vindo, João Pedro Mota. Prazer gigantesco ter você aqui com a gente. Tenho certeza que esse bate-papo vai Agregar muito para todo mundo que tá assistindo, pra gente extrair todo esse conhecimento que tem aí na sua cachola, que eu sei que é bastante coisa. Seja muito bem-vindo. Obrigada pelo por
ter aceitado o convite. Muito obrigado. Eu que agradeço pelo convite e espero que as pessoas que estão aqui no nos ouvindo gostem do tema, porque eu amo falar sobre isso. Então eu sou aquela pessoa que quando o assunto é falar de marketing, falar de negócios, precisa Falar assim: "Não, já tá bom para que já deu horas o suficientes." Tá, tá sempre falando, né? Não quer parar. E aí, para quem não te conhece, eu sei que você é muito conhecido no segmento de marketing, de negócios, empreendedorismo, mas eventualmente para quem tá assistindo e não te conhece,
quem é o João Pedro? Como que você ingressou nesse mundo do marketing? conta um pouquinho pra gente da tua trajetória até aqui. Eu tenho uma Trajetória muito atípica, bem diferente da maioria das pessoas, porque eu comecei muito cedo, assim, muito cedo, numa época que não era tão comum começar cedo. Hoje a gente vê ali os influenciadores mirins, tá cada vez mais popular isso. Mas eu comecei quando eu tinha 11 anos, então foi bem novinho, 2007, talvez, 2008. Hoje você tem quantos anos? 29. 29 anos. Eh, não não sou tão velho assim, mas apesar de ser
novo, tenho uma carreira De mais de 10 anos, porque eu justamente porque eu comecei muito cedo e eu comecei como programador, então comecei desenvolvendo, sendo um desenvolvedor na no final do Orcut, descobri programação no Orcut através das comunidades, que era um ambiente maravilhoso de encontrar conhecimento e conhecer pessoas. E aí acabei criando blogs, criando produtos, criando apps, vários deles que foram bastante usados na época. Legal. Quais apps você criou? App Jorkut. A maior Parte do das ferramentas que tinham para você enviar. Scrap para todos os amigos, eu que tinha desenvolvido coisas para colorir, fazer cores,
várias que era muito orcute isso, né? Você querer fazer essas coisas. E e aí dentro do Orcut eu construí uma grande comunidade. Eu era dono de uma de uma das comunidades mais famosas do Brasil, que era eu tenho MSN, que tinha, sei lá, 2 milhões de pessoas, só perdia para, provavelmente eu fazia parte dela, só perdia Para para eu odei acordar cedo que era do garfo de lá. Então assim, eu sempre fui muito ativo, nerd mesmo, nesse sentido, até que eh eu comecei a criar blogs e aí quando você cria blogs, você acaba aprendendo tipo
se vá formas de distribuir esse conteúdo. E aí eu e aí você criava blog porque era um hobby, você gostava ou você já pensava em ganhar dinheiro com isso? Ninguém pensava em ganhar dinheiro naquela época Porque não existia formas de ganhar dinheiro na internet constituídas, né? Eh, vale lembrar que assim, alguns anos depois teve o início do Facebook que nem tinha anúncios ainda. Então, as era uma época bem ingênua da internet, onde as pessoas realmente criavam coisas porque elas gostavam, assim, dava para ganhar dinheiro, mas ninguém almejava isso porque era muito distante. Você não conhecia
ninguém que ganhava dinheiro Através da internet. E aí que que eu fazia? Eu comecei fazendo apps, né? E aí eu descobri que fazer o app não é o suficiente, porque ninguém vai baixar o seu app do nada. Sim, né? Como eu vou, como é que as pessoas vão descobrir que eu criei um aplicativo? Não tem como. Então, eu criei um blog de tecnologia, onde eu começava a falar sobre vários apps legais, vários tutoriais e eu colocava os meus apps também, como se eu fosse uma terceira pessoa, né? como se Fosse alguém divulgando. Isso deu muito
certo, assim, a ponto de que vários apps que eu criei foram pro Baixequi, pro G1, pra El País, vários jornais internacionais, porque caraca, eu fiz o primeiro post meu blog, meu blog já era razoavelmente popular e aí a imprensa naquela época cobria muito, ah, saiu tal app, então várias das criaçõezinhas que eu fazia, tipo, lembro um que chamava um twem tava online no Twitter, era uma nossa, você já fez vários, então fiz Vários assim, mas esse assim teve repercussão internacional e e funcionou assim a minha estratégia ali de já que ninguém fala sobre as coisas
que eu que eu crio, eu vou trazer pessoas interessadas sobre esse assunto dentro desse site, eu vou criar minha divulgação aqui. Exatamente. E e aí era bem mais fácil, né? Porque já te saia em algum lugar, então tá, você já aproveitava essa audiência do blog que você tinha para divulgar os seus Aplicativos? É, eu criei a audiência justamente focada em pessoas que se interessam, se interessam por esse tipo de aplicativo, né? Então, então fazia todo sentido. E obviamente que as pessoas não sabiam que eram meus aplicativos. E eu era anônimo também, porque como eu disse,
eu tinha, sei lá, 12 anos, 13 anos, então não era bem visto naquela época na internet crianças fazendo coisas, né? Eu tinha muito medo de Ser, porque a reputação do blog era muito forte, chamava web dicas, a gente chegou a ser parceiro do Wall, assim, para você ter noção, então a gente estava no olhar digital também, que era um grande site de tecnologia. H, eu lembro que eu fiz artigos expondo ministros do do nosso nosso país que usavam bots no Twitter. Isso foi capa de vários portais. Eu aposto. É, mas eu aposto que se eles
soubessem que [ __ ] era um moleque escrevendo, eles não Teriam dado destaque a as acusações, digamos assim. Mas é interessante ver porque assim, eu sempre fui muito curioso com a internet, sempre gostei de criar coisas e aí o marketing entrou desde sempre, sem eu perceber, tá? Porque eu precisava descobrir como ter audiência, eu precisava descobrir como distribuir esse conteúdo, como como tá no Google, quando surgiu o Facebook, como criar uma comunidade lá, como ter fãs, como eh na época você usava widgets No seu site para pessoas darem like. E isso era uma forma massiva
assim de divulgação. Ah, e aí depois a internet foi amadurecendo, os canais foram amadurecendo, o Twitter, a gente ficou forte no Twitter também. H, a um ponto que que eu virei um, mesmo sem ninguém saber meu rosto, nem minha idade, assim, eu virei uma personalidade dentro do universo de tecnologia, porque eu criava conteúdo sobre isso. Até que assim, Long Store Shirt, em mais ou Menos em 2012, eu me mudei para São Paulo busca a fim de buscar oportunidades em Minas Gerais, vale. Tá da Virgínia. Tá da Virgínia. E quando eu me mudei para São Paulo,
eu trabalhava como frila de programação. Então assim, eu ganhava algum dinheiro com a internet. Uhum. É, com meu blog, tudo, mas não era muito porque como eu falei, naquela época não não tinha muita monetização, né? Não tinha muita Monetização. Tipo assim, tinha uma adens, mas tava no início, a gente fazia publis, mas era publ post no blog, né? Mas era muito, muito pouco. Era boa grana para mim que era um adolescente, mas não era. Para você era bastante dinheiro, né? Comparando com hoje em dia, talvez não, mas mas eu ganhava muito dinheiro já nessa época
como programador, entendeu? Porque eu era um programador, então fazia meus apps, as empresas descobriam que eu fazia apps, Falou assim: "Ah, você faz para mim também?" Aí nessa época eu fiz apps tipo assim para Facebook, para Disney, pro Walmart, para várias grandes empresas, porque eu era uma das poucas pessoas que faziam apps para Facebook e logo depois eu fui uma das poucas pessoas no Brasil que fazia apps para iPhone. Então tá, isso me trazia um sustento e eu continuava criando conteúdo meio que pro hobby, ganhava algum dinheiro, mas o meu sustento mesmo vinha através da
Programação. E aí aqui em São Paulo eu resolvi criar uma empresa que era um app de música. A gente teve muito sucesso, a gente chegou a levantar investimento com fundo belga. Então a gente conseguiu o patrocínio da Pepsi logo depois. Meu Deus, você tinha quantos anos até aí da 17. É já que que eu tava fazendo com 17 anos. Exato. Então o como eu falei que eu descobri muito cedo, eu tinha 17, mas eu já tinha tipo, sei lá, 5 se anos de carreira na internet como programador e Coisas do tipo. E esse app me
fez ser um empreendedor, que até então eu era só um freelancer. Eu tava ali, eu era prador de conteúdo, mas isso não gerava meu sustento, só era era uma atividade, mas não era uma profissão ainda. Uhum. E quando eu criei o Play, a gente começou a crescer muito, a um ponto de que a gente era o top um app da App Store Brasil. A gente foi top um por vários anos e eu, meu outro sóci também era programador. E aí ali naquele momento, Pela primeira vez eu me distanciei um pouco de tecnologia e falei: "Cara,
vou vou focar no marketing". Porque assim, programação tem um outro sócio que tá dominado, mas não tem ninguém no mercado que consegue fazer isso. Assim, eh, era uma época que a gente tinha dinheiro porque a gente tinha captado investimento com o fundo, mas era quase impossível contratar alguém que entendesse marketing digital, porque tava no início, imagina que tava Literalmente, foi nesse ano que começou a ter anúncios no Facebook, entendeu? Então o mercado gestor de tráfego não existia essa palavra, nem existia, muito cru ainda o mercado. E e aí eu tinha eu ia falar com as
agências e eles estavam falando coisas tipo assim: "Ah, compra um banner na na home do wall". Eu falei: "Mas eu sou um épic, que que isso vai me ajudar?" Você entendeu no Aham. Então, acabei me especializando por obrigação, porque não tinha ninguém no mercado e Que soubesse como fazer marketing digital, que soubesse como distribuir. Eu não tinha, apesar de eu ter algum dinheiro que eu lembro ter investimento, eu não tinha um investimento como uma grande marca a ponto de porque, pô, eu lembro claramente assim, um banner no Wall era tipo R$ 200.000, era muita era
muito dinheiro assim, não era acessível. Então era só quem investia realmente em anúncios na internet naquela época era só marcas muito grandes que conseguiu Investir milhões e isso ser tipo um pedaço muito pequeno da verba delas. Então, nisso eu acabei sendo uma das primeiras pessoas a fazer growth hacking no Brasil antes mesmo de existir o termo. Então, a comunidade era muito pequena de pessoas como essa, então acabei que eu conheci todo mundo. E explica para quem não sabe o que que é esse termo, o que que faz um growth hacker, o que que faz essa
pessoa. Perfeito. Por muito, o growth hacking, Ele é basicamente eh ele é uma disciplina de cultura, tá? Vamos partir do princípio que imagina que naquele momento a gente já tinha visto Instagram, já existia, já existia as redes sociais e só que essas empresas como companhias elas estavam valendo bilhões de dólares. Elas estavam tendo um crescimento massivo. Aham. Fazendo coisas diferentes do que se faziam no passado. Assim, não dá para chamar Necessariamente de marketing. Uhum. é diferente porque até porque não vinha tanto da comunicação, vinha mais de engenharia, digamos assim, né? Se você for partir do
princípio como Instagram virou Instagram, como Facebook virou o Facebook, por que que as empresas do Vale do Silício, com tão poucos funcionários, com tão pouca gente, conseguia crescer muito acima da média do que qualquer companhia na história da humanidade já cresceu? Você para pensar Assim, Instagram, sei lá, em dois anos de vida valeer 1 bilhão de dólares, isso era sem precedentes naquele momento, né? Hoje a gente tem, tipo, outras empresas que fizeram isso, mas ess essas empresas foram literalmente as primeiras e eles conseguiam fazer apps que eram muito baixados, muito compartilhados com técnicas que hoje
a gente estuda como growth hacking, mas que aquelas pessoas estavam descobrindo isso, né? Então o growth hacking é como é um a gente fala Que é cultura porque não é só marketing, isso envolve também produto. O que faz essas empresas crescerem exponencialmente não é só a estratégia dela de adquirir clientes. Uhum. Mas sem estratégia de reter clientes. A retenção é um fator muito importante. Porque se você parar para pensar, por que que o Facebook, o Instagram vale tanto? Porque você baixou o app há 10 anos atrás e você usa até hoje. Você entendeu? Ela é
uma empresa que ela não perde clientes, Ela ganha clientes, retémes, você usa eles cada vez mais a cada ano. E eles usam várias técnicas que não é só de marketing, você entendeu? Porque marketing é só aquisição, é só uma parte do processo. Então isso é baseado muito numa lógica de melhoria contínua. Então o growth ele é muito baseado dentro da da teoria científica. Assim, se você for ver, são vários paralelos a um ponto de que eu tenho uma hipótese e aí eu vou falseando Essa hipótese, eu vou descobrindo, eh, eu tenho uma ideia, né? Então
eu não sei se ela funciona ou não. Então eu vou testar essa ideia. Uma vez que ela funciona, eu vou aprimorá-la. Se ela se ela não funciona, eu descarto ela e eu faço isso continuamente, tá?Ent então e isso hoje é como a maior parte do marketing de performance funciona, mas naquela época era muito novo. O que que a gente o que que a gente conhecia como marketing em 2012, 2010? O que a gente Conhecia como marketing eram publicitários. Sim. eram pessoas como um Washington Oliveto, que Deus o tenha, mas assim que era um grande gênio,
pessoas de alta criatividade que escreviam uma campanha que normalmente mudava a história de uma marca para sempre. Então você, a gente vi ali dentro da publicidade do Brasil, sei lá, meu primeiro sutiã, Bombril, várias marcas que tinham comerciais icônicos que existiam antes e depois daquela Marca, daquele comercial. Uhum. Ou seja, uma grande ideia que mudava tudo. Sim. No digital isso não funciona tão bem, porque eu não tenho uma mídia tão massiva quanto a TV, que onde eu consiga fazer com que todas as pessoas ao mesmo tempo estejam vendo aquele conteúdo. Sim. E e não é
assim que funciona aplicativos. Então o growth ele é muito baseado em como eu faço milhares de coisas gerarem um pouquinho de resultado, que No final eu tenho consistentemente um grande resultado do que ao invés de ter uma uma única coisa Aham. que traz todo eh não é todo esse hype, mas todo esse resultado mesmo, né? É um conjunto de estratégias que você vai moldando para no final das contas alcançar um resultado específico. Sim. É entendendo que existe uma jornada, né? Sim. Uhum. O, então, por exemplo, a o princípio máximo do GR hacking é que indicadores
sempre podem ser melhorados. Então aí Você começa a se distanciar um pouco do marketing tradicional que era baseado na criatividade, que era baseado, eu tenho uma ideia muito boa e que vou através dessa minha ideia tornar meu produto conhecido. Já o grof não, ele é beleza, eu tenho meu site, eu tenho sei lá minhas redes sociais, então eu tenho links, eu tenho as pessoas clicam nos links, as pessoas se inscrevem nos e-mails, então eu tenho várias formas das pessoas me conhecerem. E aí quando o Cara entra no meu aplicativo, ele ele fica, sei lá, por
x segundos na minha página antes de se cadastrar. E eu tenho vários indicadores. Sim. Aham. Esses indicadores, cada um deles pode ser melhorado a fim de eu ter um resultado positivo no final das contas. Então, é entender, não ser tão ingênuo de achar que existe assim, existe sei lá, um número e venda. Não, existem milhares de outras coisas antes da venda. Todo mundo quer vender mais. Sim, Mas é muito abstrato. Esse é um objetivo que não dá para você percorrer. Se eu falar assim, vamos vender mais, vamos, mas o que que a gente faz? Aham.
Quais são as ações que a gente vai tomar para alcançar esse resultado? Exato. E aí eu preciso medir todas essas ações e não só a venda. Sim. Então, por exemplo, se eu mando e-mail para as pessoas, hã, eu não consigo garantir que eu venda mais, mas eu consigo testar várias vários títulos de e-mail, por exemplo, para que mais Pessoas cliquem no e-mail. Partindo do princípio de que se mais pessoas clicarem no e-mail, mais pessoas vão ler o e-mail, mais pessoas vão clicar no link do e-mail. Clicando no link do e-mail, mais pessoas vão até o
meu site e aí eles podem comprar. Sim, as chances de mais vendas são maiores. Entendeu? Só que quantas vezes você ficou obsecado em aumentar sua conversão de e-mail? Normalmente as pessoas não fazem isso porque elas estão muito ocupadas fazendo Várias outras coisas. O grof hacking ele faz, beleza, eu entendo que se ninguém tiver olhando para isso não vai não vai melhorar assim, se só tem um copywriter, só tem uma pessoa que escreve e-mails e ela escreve e-mail e envia, acabou aí isso nunca vai ser melhorado. Agora, se eu estou revisitando constantemente e aí, beleza, eu
quero que esse e-mail que tinha, sei lá, 15% de abertura passe a ter 18% de abertura, esse é um grande resultado. a um ponto de que se eu faço Isso continuamente todas as semanas, todos os meses, no final das contas eu vou ter 20%, 30% de crescimento, que é muito acima do que a média do que as pessoas têm. Sim. Então o que essas que essas empresas do Vale do Silício faziam, elas buscavam a melhoria contínua de várias coisas, até mesmo assim, e se eu mudar o título do meu site, a o reader, e se
eu mudar o tamanho do botão? E se eu mudar os campos, tornar, você entendeu, várias Várias pequenas partes do processo que eram continuamente melhoradas. a um ponto de que eles tinham uma conversão muito muito acima da média. Uhum. E eu acho que ouvindo você falar sobre tudo isso, que é um grande erro que as pessoas cometem hoje em dia, que é, ah, beleza, eu vou começar em alguma rede social, eu vou criar conteúdo e eu vou postar. E aí depois que eu postei, eu faço o quê? A pessoa não analisa e ela não sabe se
deu certo, se não deu certo. Se não deu certo, por que não deu? porque ela não analisa, ela não sabe quais são os fatores ali que fizeram com que aquilo não desse certo. E é basicamente isso que você tá falando, né? O trabalho ele não termina quando a gente faz uma publicação, quando a gente envia um e-mail, quando o nosso site tá pronto, o trabalho continua. Você tem que ir analisando para ver onde você consegue melhorar para que você consiga escalar seus resultados. E mais do que Isso, você precisa testar coisas novas. Uhum. Porque a
gente não tem todas as respostas. A gente a gente não adivinha, a gente testa. Aham. E aí a premissa do growth é que quem testa mais inevitavelmente a longo prazo vai crescer mais, entendeu? Porque se você tá fazendo sempre a mesma coisa, a partir do momento que aquilo para de funcionar, a gente sabe que na internet as coisas param de funcionar, você tá é você tá lascado. Sim. Agora, se você já Testou várias outras formas, você tem múltiplos caminhos, então você tá muito à frente do seu competidor, né? Aham. Porque a gente não pode dentro
do nosso negócio apenas copiar. Isso funciona no começo, mas para você realmente crescer, em algum momento você vai ter que descobrir, porque cada negócio tem particularidades únicas que são inopiáveis, entendeu? Se você não tiver a capacidade analítica e o senso crítico De olhar pro que você tá fazendo, entender, tá beleza, o que funciona para mim, porque beleza, tal hack, sei lá, pode funcionar para um amiguinho, mas eu também tenho uma audiência única, eu também tenho público único, eu tenho objetivos únicos que não são os mesmos, que são pessoas diferentes que vão consumir o conteúdo. Exatamente.
E aí você meio que quer se moldar no outro e copiar, achando que para você vai dar certo também, né? E aí Você falou que talvez isso funcione no começo, mas assim, ó, com tantos testes que você já fez, com toda a experiência que você tem, respondendo a pergunta inicial da abertura do podcast, existe uma fórmula mágica, uma fórmula, uma estratégia para ter sucesso nas redes sociais? A gente tem que definir o que que é sucesso. Uhum. Porque sucesso, acho que um grande erro que as pessoas cometeram e cometem todos os Dias erem é justamente
não entender o que elas realmente querem ou buscar os incentivos errados, digamos assim. Uhum. Porque beleza, uma pessoa leiga pode definir sucesso como seguidores, como likes, como visualizações. Uhum. E sabe qual que é o problema de você querer ter seguidores? É porque é fácil. É fácil ter seguidores, mas ter seguidores não quer dizer que são compradores. Total. Isso Não quer dizer que são pessoas que você quer atingir, porque eu não quero falar com todo mundo, eu quero falar com as pessoas certas que vão comprar de você. Ou não só comprar, depende, eu posso ter outros
objetivos também que pode ter pessoas, ah, quer quero ser só um carador de conteúdo. OK. Mas para cal nicho, qual relevância você quer ter? Uhum. Uhum. Você quer ser lembrado e para você ser lembrado, você precisa Fazer coisas que o no mínimo te diferenciem. Uhum. Vou dar um exemplo. É, é muito comum, inclusive, ah, vamos supor que você é uma moça bonita, a audiência e a você quer ter seguidores. Tem um jeito mais fácil. Uhum. Vou postar fotos de biquíni. E vou postar foto de biquíni dançando, por exemplo. Isso vai atrair seguidores. É provável. Tem
várias pesquisas que mostram que de fato quanto menos quanto Mais pele, mais o algoritmo entrega. Entrega. Existe mesmo assim esse paralelo, né? Então, beleza. Vou lá, posto várias fotos de biquíni e começo a construir uma grande audiência. O que a gente conhece assim, milhares de pessoas que fizeram isso. Aí a pessoa vai ter uma ideia. Nossa, agora eu tenho, pô, eu amo biquíni e eu posto muitas fotos de biquíni. Vou abrir uma loja de biquínis. Uhum. E ela fala: "Pô, essas pessoas amam minhas fotos de biquíni. Talvez elas queiram comprar os meus biquíniis." Aham. E
aí você vai olhar e assim, tem 1 milhão de views cada poxa, assim, grande audiência, lindos biquíniis. Mas quem é audiência? 98% homens. Homem, exato. Homem compra biquíni. Não, por isso que eu falo é um incentivo errado. Assim, se você que realmente quer vender biquíniis, não Necessariamente qualquer conteúdo que você faça que geregajamento, vão cumprir o seu objetivo de vender biquíniis. Uhum. Por isso que eu falo que as pessoas têm que perseguir o os objetivos corretos, né? Então, e e nunca e dificilmente, não vou dizer nunca, mas assim, dificilmente ele é a audiência. Dificilmente e
é normalmente o que as pessoas mais querem ter no começo. Sim. Porque elas acham Que a audiência vai fazer com que elas vendam mais, né? A quantidade de seguidores vai influenciar a quantidade de vendas. Obviamente que pode ser que isso aconteça se o seu público é qualificado. Mas qual que é a tua opinião sobre isso? Eu preciso ter muitos seguidores para vender. Você não tá tendo nenhum seguidor para vender. A Coca-Cola já vendia a Coca-Cola antes de ter um perfil no Instagram e ela não passou a vender mais Coca-Cola porque ela criou um perfil no
TikTok. As pessoas confundem as coisas, né? É claro que a o fato da Coca-Cola ter muitos seguidores hoje é um resultado de que ela tem muitas, muitos fãs mesmo. Tem muitas pessoas que são consumidores de Coca-Cola que são ávidos nisso e gostam. Uhum. Mas você, por exemplo, você tem Netflix? Sim. Você assinou o Netflix ou seguiu o Netflix primeiro? Assinei. Segui depois. Exato. E isso acontece em milhares de coisas na nossa vida. Uhum. É claro que existe o contrário também. Fui influenciado por alguém que eu seguia a comprar alguma coisa. Isso também existe. Ou seja,
são duas coisas que são possíveis, mas elas não são condicionantes. Assim, elas não precisam de que eu não preciso seguir para comprar e o fato de eu seguir não quer dizer que eu vá comprar um dia, tá? E nem que eu precise. Tem pessoas criando empresas todos os dias. E é o que mais tem. Você pode olhar as empresas ah da bolsa no Brasil assim que que valem bilhões e bilhões e bilhões, que tem, sei lá, 2.000 seguidores, assim, mais comum do que parece. que é real é que para você vender você precisa criar estratégia
de vendas. Você não precisa criar um Instagram, é que o Instagram pode estar dentro da sua estratégia de vendas e é uma estratégia Maravilhosa, super acessível, que funciona, mas uma coisa não precisa da outra. E é isso que as pessoas se confundem e elas começam achando que a pessoa não tem mais seguidores. E a verdade é que se você tem poucos seguidores, você não vende. O que vai acontecer se você tiver mais seguidores é que você só vai rar em mais estilo. Assim, vai grande estilo. Tô, pra se eu sou um fracasso com 200 seguidores,
eu quero ser um grande fracasso com 10.000. Mais pessoas vão ver, né? Porque a verdade é que quando você é pequeno é muito mais fácil. Se você tem 200 seguidores, você criou um perfil novo e 300 pessoas seguiram, essas 300 pessoas estão muito mais interessadas do que provavelmente quando você tiver 10.000. Uhum. E pela pequena escala você consegue literalmente falar com cada uma delas. E se você não consegue vender assim, não vai ser com 20.000 seguidores que você vai conseguir, não vai ser com 50.000 que você vai conseguir. Nossa, muito legal isso. Você tem que
primeiro aprender a vender pro pra tua baixa audiência que tá ali. E isso vai te preparar para quando você tiver uma grande audiência você saber lidar melhor com isso, né? Por isso que tem muitas eh aí não entra nem tanto em marca, mas mais em influenciador, que o cara explode muito rápido e depois ele não sabe o que fazer com isso, né? Isso também é intencional, né? Não tem Personalidade. Exato. El eles explodiu por um acaso, não foi por não foi em busca de um objetivo para isso, né? Por exemplo, quando você vê um Tes
Gomes, um Alfredo Soares, o pessoal, o Bruno Nardon lá do G4, eles eram pessoas absolutamente low profiles, que começaram a criar conteúdo para a fim de fortalecer o seu negócio sim, tem um objetivo ali, você entende? Assim, eles não estão fazendo aleatoriamente. Ótimo. É diferente do fui no BBB e agora? Agora que eu tenho uma grande audiência, vou montar uma empresa. Não, seriamente vai dar certo porque os incentivos estão errados. As pessoas não te seguiram por aquilo e isso importa muito. E a verdade é que não necessariamente você precisa ter poucos seguidores para começar, você
não precisa ter nenhum seguidor, você não precisa ter seguidores para vender. E como eu começo Isso? Se eu tenho tipo zero seguidores, como que eu vou chegar nas pessoas para mostrar que a minha empresa existe, que meu serviço existe, que elas podem comprar de mim? Como sempre foi. Eu acho engraçado, né? Entra uma discussão aí que eu gosto muito, que é a tictorização das profissões. Já viu esse termo? Não. Muita gente no TikTok, etc. Reclama muito de que não, mas eu me formei em psicologia, eu não quero ter que fazer TikTok. Uhum. Você entendeu? como
se como se fosse um trabalho a mais, como se fosse um um um ar do pássaro assim, pô, não é mais o suficiente. Eu sou uma pessoa que estudou muito, passei, sei lá, em primeiro lugar na minha faculdade, sempre fui em todas as aulas, sou um ótimo profissional, me formei e eu ainda preciso agora ficar fazendo Instagram, virando blogueira, como se fosse um algo pejorativo, né? Algo pejorativo, né? Isso é um uma deturpação absurda da realidade. E quem faz isso normalmente são pessoas jovens, porque eles não fazem o exercício de ver como as coisas eram.
Mas assim, se você é um profissional autônomo, você sempre precisou vender seu trabalho. Sempre, sempre. Só que seja na internet ou não, né? Antes da internet sempre, sempre precisou. Eh, as pessoas acham que porque hoje elas precisam fazer TikTok, Como se antes você se formasse, você já tivesse automaticamente um emprego, você já tivesse automaticamente clientes, você é um arquiteto, você acabou de se formar, o cliente brota do nada assim, em 2005 era assim, bate ali na tua porta, né? Oi. É, você só coloca ali, ó, arquiteto na porta e aí as pessoas começam a bater
na Aham. Não era assim. A verdade é que todas as profissões sempre precisaram vender para desconhecidos. Uhum. Isso sempre Aconteceu, só que antes era muito mais difícil, era muito mais custoso, o que fortalecia muito mais pessoas ricas, pessoas de gerações. Assim, se você tinha um pai médico, era muito mais fácil para você ser médico, montar um um consultório, talvez, porque ele já te passava clientes, el já te passava pacientes, ele já e eh você já herdava a reputação do sobrenome. Então, por isso que você via muito vários advogados na mesma família, você via, era muito
Difícil assim, você vê, pô, a família inteira de médico, é o único cara que ser advogado, mais difícil. Então, normalmente, difícil, normalmente você estiava com seu tio, você começava ali, eh, e aí médicos sempre fizeram, advogados, dentistas, etc., sempre uma espécie de propaganda que é das aquelas que eram permitido. Planfletagem era muito comum, você andava na rua, panfleto de arquiteto, panfleto, cara, de todo tipo Que você pode imaginar de profissional tinha pessoas dando panfletos, tinham pessoas comprando outdoors, então clínicas contatavam outdoors, era a coisa mais comum, tipo clínica dos olhos, oftalmologia, tipo assim, ã, só
advogado que não, que eles não não realmente sempre foram mais restritos, mas aí eles iam literalmente na porta de presídios. Eles iam, é um trabalho muito maior, né? Eles iam falando individualmente com as Pessoas. Aí aqueles que já tinham mais uma uma reputação construída, davam entrevista pra televisão, isso destacava. Uhum. Então ele era o médico famoso da cidade. Sempre foi difícil e essas pessoas sempre tiveram que fazer o que a gente faz hoje na internet, só que numa escala muito menor e muito mais complexa. Uhum. E aí hoje, onde você com R$ 0 pode começar,
você reclama que você tem que ter dois empregos. Sim. Antes você tinha Que ter quatro, cinco empregos. Ah, igual a Ao ao invés de só saber a técnica do seu trabalho, você tinha que panfletar, você tinha que bater na porta de alguém para que a pessoa talvez pudesse se interessar pelo seu serviço. Você fazia vários cartões de visita, ia te deixando nos lugares. Cartão de visita. Exato. Então, por exemplo, minha sogra psicóloga, ela falava que quando ela se formou, ela ia em igrejas, oferecer conforto psicológico, dava o o Cartão, fazia relacionamento com padres para que
ele pudesse indicar ou dar uma palestra pras pessoas, elas iam. assim, era um trabalho muito árduo, muito difícil de formiguinha em formiguinha, onde você precisava conseguir os primeiros clientes, fazer com que o boca a boca funcione, um indique pro outro, até que em 15 anos você construiu uma reputação. As pessoas esqueciam disso. Então, um médico ele começava a se tornar conhecido ele tinha 50 anos, Porque antes disso ele passou pelo pão de abamassor de ganhar R$ 20 por consulta do plano e fez isso por 10 anos. fez todos os plantões possíveis para ele se tornar
minimamente conhecido e e aí ele começar a ter pessoas para ter uma segurança de que assim, olha, se eu sair do plano hoje, talvez 10% das pessoas continuem comigo no particular e eu me mantenho assim. Uhum. Era uma, era difícil, entendeu? Era uma, era uma, não, não tinha como você trazer Clientes, não existe, não existia o conceito de máquina de vendas ainda. Sim. Então, e hoje com a internet a gente consegue fazer esse trabalho de uma forma muito mais simples, né? Apesar de terem muitos profissionais que falam: "Ah, eu não quero ter dois empregos, eu
já sou especialista na minha área, eu não quero agora ter que ser blogueiro também". Mas tem o outro lado, né? Tudo que você falou faz muito sentido. Como era antigamente, como que a gente Divulgava o nosso trabalho antigamente, era muito mais difícil do que agora. Muito mais caro. Exato. Então aí existinha revistas locais, colunas sociais. Esse é o ponto. Se você não quiser fazer um poche, você não precisa, porque médicos são médicos há 200 anos e não tinha rede social, eles conseguiam ter pacientes de todas as formas, né? Só que o ponto é, se você
fizer, é muito mais rápido. Hoje é muito Mais fácil. Hoje você vê médicos com 30 anos, 35 anos bombando, que são grandes referências com stories lotados. Isso era impossível. Era impossível há 10 anos atrás, 20 anos atrás, simplesmente não tinha como, não tinha nem como você, porque assim, você vai se formar com 29, 30 anos o médico, né, que fazer residência e tudo, você ia tá no primeiro ano de carreira, pô. Você ia ter atendido o quê? No máximo as 200 pessoas no ano, 300 pessoas. E olhe lá, Hein, 2000 se você atender várias por
dia no plano. E hoje você consegue alcançar 2 milhões de pessoas, 1 milhão de pessoas. Uhum. 100.000, 10.000, que seja 10.000. E essa é a graça que as pessoas não perceberam. Você não tem muitos seguidores. Vou dar um exemplo. Me fala o nome de um oftalmologista aí. Pois é. Não sei. Eu também não. Agora se você seguisse um, você Provavelmente lembraria dele. Com certeza. Porque fala: "Porra, eu sigo o Dr. Pedro lá, qualquer qualquer um que seja". Sim. Isso que as pessoas não entenderam ainda. Se você, você é um médico oftalmologista que tem 2000 seguidores,
é provável que você seja o único oftalmologista que essas 2000 pessoas lembram ou sequer sabe o nome. Uhum. Eu uso óculos desde que eu tenho 7 anos de idade. Eu não lembro o nome do do meu Oftalmologista, mas porque eu não sigo ele? Se eu seguisse, eu pramente te lembraria porque ele ia estar ali aparecendo para você a todo momento. Exato. Agora eu eu tenho vários problemas com a fala assim, fiz fono por vários anos, eu sigo a minha fono, eu lembro o nome dela todos os dias porque vira e mexe ela aparece. Aham. Esse
é o poder, entende? Se faz presente ali, né? Ela se faz presente. E tem muita gente que conheceu Ela através das redes sociais. Eu fui um pouco antes, né? Conheci indicação. Aham. Esse é o poder que as pessoas não entendem. Eu não preciso ter muitos seguidores, só preciso ter os seguidores certos que se interessam. Uhum. Mas eu acho que muito disso também tem relação com as pessoas não saberem como produz conteúdo que chama atenção. Então elas acham que eu preciso fazer uma dancinha, eu preciso ter uma grande produção para Fazer um conteúdo. Então às vezes
esse pensamento vem muito dessa ignorância, entre aspas, do não saber fazer conteúdo que é atrativo pro cliente final. Então assim, na sua visão, qual que é a melhor forma de a gente começar a entender o que que funciona, aprender a produzir conteúdos que sejam atrativos? Eu parto muito do princípio de que quanto mais você consumir outros conteúdos, melhor você vai ficando naquilo, mais habilidades você vai adquirindo para Você fazer o seu próprio conteúdo. Mas queria entender um pouquinho da tua opinião sobre isso. Isso é um fato, né? Não tem como você ser criador sem ser
consumidor. Eh, a não ser que você seja um grande artista com um tato incrível, ao ponto de que, por mais diferente que isso seja, se você um picasso, que existe também, né, esse foras da curva, né, o que tem essa veia artística, né? Não, eu tenho já já tenho muita clareza Da forma como eu quero me comunicar, tudo bem? Aham. Porque existe esse espaço também, né, para você trazer a sua arte, trazer sua pegada, mas que é o caso, tipo assim, é uma exceção da exceção da exceção da exceção. Fora isso, você precisa entender o
mercado. Primeiro, vamos entender marketing, né? Uhum. Eu gosto muito da de marketing e eu gosto muito da palavra em português. Sabe como é que é Marketing em português? Não. Mercadologia. Mercadologia. O estudo do mercado. Aham. É isso que significa marketing. Ou seja, é impossível eu fazer marketing sem estudar o mercado. E se você quer criar conteúdo, o mercado são outros criadores. Sim. Então eu preciso e é seria é uma estupidez eu não eu me propor a fazer algo sem estudar o que tá sendo feito. Sim. Então eu eu enxergo muito marques dessa forma, né? Como
eu preciso estudar o Mercado, meus competidores, eu preciso entender o tamanho desse mercado, a o que que as pessoas necessitam. Uhum. né? Quais são as lacunas que tem nesse mercado que eu posso me posicionar, né? Porque muitas vezes o o caminho tá em você subnichar, né? Como você pode ser o melhor do mundo em alguma coisa? Talvez eu não posso ser o melhor do mundo em advogado, mas eu posso ser o melhor do mundo em advogado para criador de conteúdo. Um exemplo Muito bom, tem um cara que eu sigo chama João Sensi. Uhum. Ele é
um advogado e ele por um acaso se tornou o principal advogado de Only Fans do Brasil. Olha que doideira. É. [ __ ] é um bem subichado. E e isso que é engraçado que ele fala isso. A galera sempre fala que o mercado tá saturado. Tá, tá saturado. Mas você já tentou ser advogado de olifância? Você olha quantas possibilidades que tem, né? Ele é Advogado de cadores de conteúdo, de humoristas, ele é especialista em em não recuperar conta, né? Mas assim, quando você cuidar do seu direito autoral, dos criadores de conteúdo, ele é ele é
especialista, ele ficou especialista em direitos autorais, direitos da internet, ele ficou espe lembra aquele famoso caso do do Discord que teve lá, que pessoas foram presas porque estavam fazendo bullying no Discord? Sim, sim, sim. Ele foi um desses advogados que foi lá, processou, descobriu e quebrou o sigilo, descobriu as pessoas. Cara, é um nicho que hoje tá ficando cada vez maior. Ele tem, ele construiu seu escritório inteiro baseado nisso. Uhum. Porque ele viu por uma ele por um acaso, né, ele ele conheceu o Michael Kister, que é um criador de conteúdo, um grande criador de
conteúdo que olha que doideira, tinha um fake dele na Internet, alguém não nem era fake dele, só usava foto dele porque ele é um cador de conteúdo. E é comum você vê pessoas usando fotos cador de conteúdo. Sim, como no profile e tal. E aí um pedófilo tava usando a foto dele. Caraca. E aí a Record fez uma matéria e usou a foto dele como se ele fosse, só que ele não era o cara, era alguém usando a foto dele. Tipo assim, o cara, o cara foi preso. Mas olha o dano reputacional que Aí é
uma coisa nova do direito, né? Recupera. E aí ele conheceu esse advogado porque ele queria e aí ele foi e aí ele foi se especializando nisso pouco a pouco porque era uma coisa, é uma coisa muito nova, né? como é que E ele percebeu, né, através conversando com criadora de conteúdo, que quando um criador de conteúdo ia falar com o advogado, a pessoa nem entendia direito, tá? Mas o que que significa essas coisas? O que que é Discorde? O que que é é tudo muito novo, né? Não conseguia nem se traduzirem. Aham. Então ele se
especializou, se se especializou nesse subnicho. Especializou. Hoje ele é um dos maiores advogados desse nicho no Brasil e tá ganhando bastante dinheiro. Ele tem uma ótima reputação e ele é o melhor do Brasil nisso, tá? Você você entende? Porque se ele tivesse tentando ser um advogado da maneira mais ampla possível, Que pegando caso desde da esféria cívil, criminal, etc., a chance dele se destacar é muito menor. Agora, para aquele inicho, para aquela comunidade hoje é muito raro. É, é muito comum, inclusive, né? algum trador de conteúdo tem um problema parecido com esse, o outro trador
de conteúdo já indica, ah, esse advogado aqui me ajudou. Uhum. Então, essa é uma parada, é uma grande oportunidade, né? o você subnichar, que eu acho que as pessoas ainda não Entenderam a grande oportunidade que tem dentro disso, porque quando você subnicha, você meio que se torna a única opção dentro daquele segmento e as pessoas passam a confiar mais, porque caramba, ele é especialista aqui exatamente nesse subnicho e eu posso confiar nele. E esse é um um dos princípios básicos do que de como as pessoas compram. Paraa pessoa comprar qualquer coisa que seja, ela precisa
olhar pro produto, pro serviço e falar Assim: "Isso é para mim". Uhum. E aí quando você vê alguém especialista na sua dor, você fala: "Caramba, é isso para mim? É exatamente isso que eu preciso". As pessoas deixam de comprar quando ela começa a falar assim: "Ah, mas será que é para mim?" É, vou dar um exemplo assim, se eu sou consultor de marketing e aí eu atendo empresas, pô, que faturam centenas de milhões, aí o pequeno já olha, [ __ ] mas aí eu sou muito pequeno, isso não é Para mim. Aí ele, eu até
poderia atender ele também, mas aí quando você começa a criar esse essas dúvidas, essas objeções, as pessoas, será que é para mim isso? Não é? Então a gente precisa buscar é justamente isso é a pessoa isso é para mim, isso é para mim parece que foi feito para mim, parece que esse conteúdo foi feito pensando no problema que eu tenho. Aham. Só que isso não acontece do nada. As pessoas quando entendem quem elas querem Atingir, é por isso que é importante estudar o mercado, porque realmente vão ter problemas que de fato tá saturado. Existe. É
raro, mas existe sim. Mas aí você pode entender como eu posso criar um conteúdo onde esse grupo específico de pessoas que não me seguem, mas eu sei que a minha solução é muito boa para elas, vejam e falam: "Caramba, isso é para mim, isso é para mim. Nossa, que incrível. Como eu não, como eu não sabia disso antes?" E aí é que entra você Conhecer teu público, as pessoas que você quer atingir, entender quais são as dores dessas pessoas, o que que tira o sono dela, o que que ela pensa quando ela acorda. Exato. Mas
você você falou uma palavra muito importante, conhecer as pessoas que você quer atingir, porque não é o necessariamente o seu público, porque as pessoas entendem muito conhecer o seu público como conhecer os seus seguidores. E muitas vezes os seus Seguidores não servem para nada. Uhum. Porque se você começou a estratégia do jeito errado e você quer constantemente agradar os seus seguidores, você pode entrar num loop ruim ali. Sim, né? Porque são, às vezes seus seguidores não são público comprador, não é quem você quer falar. Então você nunca deve ficar preso ao público que já te
acompanha, mas sim sempre ao público que você gostaria que te acompanhase. Isso isso é Contrainttuitivo, mas é um é um desafio que o criador de conteúdo sempre tem que fazer. Eh, porque sei lá, vamos supor que às vezes você faz um vídeo que viraliza numa outra bolha, atrai um público 100% diferente. Se você continuar fazendo aquilo, você vai trazer mais seguidores, mas não seriamente aos seguidores que você quer. Aí é só o número do ego de ter a quantidade de seguidores ali que pode ser que no final das contas não sirvam Para nada, né? Exatamente.
Então por isso você tem que pensar sempre quem é o público que eu quero atingir. Não é o público que eu estou atingindo hoje, porque talvez ainda não consegui ainda atingir quem eu gostaria, mas eu tenho que estar sempre visando em quem eu quero que me siga, quem eu ajudo, quem vai comprar o meu produto ou tem grande chance de comprar meu produto ou pelo menos indicar para alguém que ele conhece que vai comprar meu produto. Exato. E eu acho que quando você entende essas questões relacionadas às pessoas que você quer atingir, fica muito mais
fácil produzir conteúdo, produzir anúncio, porque você não precisa ficar pensando muito, você já conhece a pessoa, você sabe o que que vai chamar a atenção dela, você sabe o problema que ela enfrenta. E aí você pega esse gancho para fazer conteúdos, para fazer anúncios. E aí pegando todo esse gancho do que a gente tá falando, eu queria Entrar um pouquinho nessa parte de anúncios. Hoje a gente percebe que as pessoas estão condicionadas a pular anúncio, né? Tem aquela carinha muito produzida, carinha de anúncio. Eu já jogo para baixo porque eu sei que é propaganda e
99% das pessoas faz isso hoje. Como que a gente dribla, entre aspas, isso para produzir um anúncio que não tem cara de anúncio? Sabe aquele vídeo que você vê e aí você tá lá assistindo, aí no final Chega a propaganda aí você fala: "Caramba, eu assisti todo o vídeo e só aqui que eu percebi que era uma propaganda. Como é que a gente faz para produzir conteúdos assim relacionados a anúncio especificamente? É uma grande pergunta. A verdade é que o primeiro ponto é como você identifica um anúncio? Já reparou que às vezes você em menos
de um Segundo você já percebe que é um anúncio pula? Sim. Assim, o seu olho é muito louco. Você se observar de terceira pessoa, você tá olhando seu feed e aí você já só pula. Uhum. Você nem processou, você nem viu escrito ali patrocinado, você não viu nada. Você só identificou, mesmo que inconscientemente que aquele conteúdo não era um conteúdo orgânico. Orgânico. Por quê? Porque a gente existe o conceito de conteúdo nativo. Uhum. Que que é aquele conteúdo nativo? Por isso que é importante fazer estudo de mercado, né? que o conteúdo nativo é aquele conteúdo
que as pessoas estão mais habituadas de ver naquele ambiente. Uhum. Então, assim como existe o conteúdo nativo do TikTok, aquele é um conteúdo diferente do conteúdo nativo do Instagram. Totalmente. Assim como o Conteúdo nativo do YouTube é um conteúdo diferente das outras redes, que é aquele normalmente ele é o por terem redes sociais muito massificadas, muito grandes, o conteúdo mais comum de um usuário ver, ele é o conteúdo normalmente produzido pel aquela pel aquele próprio app, tirando o YouTube, porque o YouTube ele é uma rede, não é uma rede social, ele é uma rede de
entretenimento assim aí. Aí eu eu vou posso explicar mais depois a diferença Do YouTube, mas é muito doido assim, porque as pessoas elas não seguem muitos influenciadores, por mais que a gente pense que segue, é que a gente tá na bolha ali, né? A gente tá na bolha. Se você, se você for olhar uma pessoa comum, é provável que dentro das 300 pessoas que ela segue, talvez, sei lá, 20 são influenciadores, 10 são influenciadores. O resto são amigos, pessoas comuns, pessoas que vão gravar Stories de uma selfie. Aham. que que vão postar uma foto que
ele que não vão estar gravando com uma câmera com uma black mat que nem a gente tá gravando aqui com fundo desfocado. Não, eles vão est gravando um vídeo, cara, no máximo num tripack. Hoje já é um item mais comum do de uma pessoa comum ter. Então, a maior parte do dia essa pessoa tá vendo esse tipo de conteúdo. Então, quando um conteúdo destoa daquilo, ela já entende. Isso Aqui é tipo um vírus que eu preciso eliminar sem perceber. Então, porque ele deixa de ser um conteúdo nativo, porque ele é um con automático, automático, automático.
Tudo isso é automático, mas você consegue perceber igual, por exemplo, quando você vê um estático com aquelas fontes e tudo, propaganda, é banner, é, nenhum amigo meu produz esse conteúdo, eu não sigo ninguém que faz isso. Meu olho já sabe que aquilo não é o que eu segui. Eu Posso nem ter visto, mas eu Ele só o blur dele já não se parece com conteúdo. Agora quando você vê alguém tá tomando um café e falando, [ __ ] isso aqui podia ser minha amiga. E como traz essa proximidade, né? E aí como hoje o feed
cada te traz também conteúdo do qual você não segue recomendações, você não acha estranho alguém aparecer assim? Acho OK, normal. Tô acostumada a ver isso aqui, né? E a verdade é que as pessoas não vêm, elas não conseguem Saber que é um anúncio, porque nós que trabalhamos com marketing, a gente sempre olha o patrocinado ali em cima, a gente te olha, pessoas comuns não olham. Tanto é que ali fica no exato lugar que fica a localização, que é uma área muito não vista, o seu olho não passa direto ali. Tanto é que é muito comum
você ver em anúncios bem feitos que as pessoas não comentam esse patrocinado, né? Só tá adorando, como se fosse uma publicação normal, né? Pão normal. Hum. Então, normalmente as pessoas percebem o anúncio porque ele se parece um anúncio e não porque tá escrito um anúncio patrocinado. Se você postasse aquele conteúdo no orgânico seria pro lado igual igual igual porque aquele conteúdo é desinteressante. Então entender a rede é entender qual que é o conteúdo nativo daquela rede. Assim como, por exemplo, cortes de podcast não vão tão bem no TikTok quanto vão no Instagram. Uhum. Não é
um conteúdo tão nativo no TikTok. As pessoas lá preferem outro tipo de conteúdo. Então quando estão acostumadas a consumir isso e aí elas sai da do padrão que elas estão consumindo, sai o do mesmo não seja o anúncio, ele só as pessoas já pulam igual. Assim como você também pula vários conteúdos orgânicos, porque você sabe, não me interessa pôr aquilo. Uhum. Assim como sei lá, quem não gosta de dancinha, quando vê uma dancinha passa, nem começa a música, já Pula, já sabe que você consegue perceber, [ __ ] isso aqui parece uma dancinha. É, então
é entender que isso só entende consumindo o que que parece nativo. E é por isso que a gente vê que vários criadores de conteúdo, eles usam as fontes do próprio Instagram, usam aquela paradinha do próprio Instagram. Ele poderia escrever de outra forma, ele podia, ele poderia usar um outro appum para editar aquele vídeo, mas ele Prefere deixar aquilo para suar o mais ativo possível, né? Porque tudo que vai desto e ficando diferente, ao mesmo tempo que te traz diferenciação, também te é positivo e negativo. Sim, tem os dois lados. Tem os dois lados. Então o
primeiro ponto é criar o conteúdo mais orgânico no sentido nativo possível. Uhum. Que ele tende a ser menosado, porque ele soa mais como conteúdo, porque ele é conteúdo na verdade, né? A gente tem que, é, era uma coisa que a Gente tava falando off camera aqui, que as pessoas querem muito ter aquela produção da TV, produção dos anúncios, sendo que aquilo ali é feito assim porque é o nativo da televisão. Uhum. Né? O programa que tá do lado, ele também é uma alta produção com uma ótima câmera. Você tá vendo um filme no na televisão,
você tá vendo um seriado, você tá vivendo Game of Thrones. Então a publicidade ela não pode ser ultra tosca porque destoa sim daquele ambiente, mas Na internet não é assim que funciona, né? E e buscar essa alta produção é altamente negativo. E as pessoas acreditam que elas precisam fazer isso porque as marcas fazem, elas não entendem, a gente pode falar disso mais mais paraa frente, mas é que as marcas elas estão tomando um baile na internet, elas não sabem como fazer as grandes marcas, né? As grandes marcas, é, elas não sabem, elas são horríveis nisso.
Elas eram ótimas em Fazer no TV. A Dove era incrível, era maravilhoso, [ __ ] beleza real, assim, se emocionava, eu me emocionava com aqueles comerciais. Caramba, olha que incrível, ela desenhou uma mulher, olha que que olha olha o que um comercial pode ser. E as pessoas comentavam isso depois, né? Comentava. Hoje não existe mais esse papo. Hoje Hoje a gente não, hoje mudou. Hoje o que a gente vê é, nossa, você viu que a Virgíia tá comendo 50 ovos por dia? É, todo mundo sabe Disso, né? E e aí você vai lá e vê
que depois ela lança um, tá ligado? Tipo, é, essa é a nova forma de de se fazer propaganda, que essas marcas não entenderam, estão tomando um baile. E eu acho que a Virgínia é um bom case disso tudo que a gente tá falando, de como você inserir produtos dentro da tua rotina para que não pareça cara de anúncio. Ela faz isso muito bem, né? Todo dia ela usa a maquiagem. maquiagem da Wi Pink. Todo dia ela usa o perfume e Ela inseriu isso na rotina de uma forma que as pessoas assistem e falam: "Ela usa
isso todos os dias e ela tá fazendo todos os dias propaganda da marca dela. E aí ela tem essa repetição, né? essa repetição que às vezes as pessoas têm medo de ter, porque, ah, eu postei aqui, eu eu recebo muito essa esse questionamento em consultoria, Carol, mas eu já postei aqui na segunda-feira o meu produto, na terça eu vou postar de novo? Vai ficar tudo repetido, como é Que eu vou eh diferenciar esse conteúdo, mas falando da mesma coisa, né? Fala um pouquinho sobre isso. Muito bom. Você já assistiu Granata? Já. Amo minha série preferida
da vida. Tem 16 temporadas, né? Aham. Muitas. Todos os episódios de Granatom são iguais. Todos. Uhum. Se ele tem o mesmo formato assim, vai começa o casinho aí lá no contado 10 minutos já sabe o que que vai acontecer e aí vai acontecer e tal. É altamente previsível e é por isso Que você gosta. Uhum. Você entendeu? Olha que doideira. Todas as séries que a gente assiste, elas são altamente previsíveis e é por isso que a gente assiste elas. Uhum. Porque ela fosse completamente diferente, não seria o que eu gostava. O ponto é, eu gostei
disso, eu quero mais. Por isso que você falou assim, provavelmente alguém viu 10 para gra falou assim: "Cara, eu amo isso, eu não quero que Pare, eu quero mais. Ah, beleza, que é a mesma coisa, mas eu quero mais. Eu gosto disso, então eu quero mais. Então você tá dando mais o que a pessoa quer. Uhum. Se você fizesse coisas 100% diferentes, imagina se na próxima temporada mudassem todos os atores e agora ser no hospital fosse: "Deus me livre, nem me fala isso." Você ia falar: "Cara, como assim?" Mas não era isso que eu que
eu queria ver. Aham. Previsibilidade é bom. Nós buscamos Previsibilidade o tempo todo. Uhum. Você que acha as pessoas querem consumir coisas diferentes, mas por exemplo assim, se a gente vê aquele cabby one, aquele rapaz faz assim. Sim, os vídeos são eles e as pessoas que gostam gostam justamente por isso. Essa é a graça da parada. Se ele começasse a fazer, sei lá, dancinha, não, não é, não é por isso que eu segui ele. Sim. Então, da perspectiva do seu consumidor, se ele gostou de um conteúdo, é óbvio que ele Quer mais daquilo. Uhum. E aí
você dá mais para ele. Você talvez hã se entedie com isso, porque você vê o seu conteúdo muito mais do que qualquer outra pessoa, porque você produz, você edita, você tá lá o tempo todo. Uhum. Pra pessoa que tá consumindo, talvez seja a primeira vez que ela tá vendo ou ela só gosta, quer ver mais, assim como sei lá, eu Nerdcast, eu acompanho esse podcast desde 2008 e eu quero que ele fique Exatamente da mesma forma. Se ele, tanto é que quando eles criam outros programas, são coisas diferentes, eu nem assisto tantos outros porque eu
gosto daquele. Uhum. Você se identifica com aquele formato. Exato. E ele é a previsibilidade que eu gosto. Então, o nosso conteúdo, ele precisa ser previsível nesse sentido. É óbvio que você vai não é para falar a mesma coisa em todos, não é para você chegar lá e postar a foto do produto, aí na na Segunda, aí na terça foto posta a mesma foto, na quarta a mesma. É tentar trazer de formas diferentes, né? não necessaramente diferentes que a gente pode extrapolar, por exemplo, a Virgínia, ela ela sempre faz a mesma coisa nesse sentido. Uhum. Tipo
assim, ela sempre acorda e se maqueia assim, ela não ela não acorda e faz outra coisa, tá? Aham. Então, assim, o processo de maquiar é o mesmo, tem a mesma vibe, apesar de que Ela fala coisas diferentes todos os dias, entendeu? É, é, é uma linha tênis que você tem que entender do por que que as o entender o motivo pelo qual as pessoas gostaram daquele conteúdo. Acho que esse esse é o ponto mais importante. Uma vez que você entende o motivo pelo qual as pessoas gostam, você traz mais daquilo intencionalmente. Uhum. E aí você
transforma isso num formato previsível. Então, num ponto de que assim, eu sei o que esperar do seu Conteúdo, mas aí eu tô inserindo o produto numa rotina que já é diferente, né, do que eu tô eu tô imaginando um exemplo aqui que eu vejo muitas pessoas de donos de pequenos negócios fazendo isso. coloca uma foto do produto, aí no outro dia coloca na prateleira o produto e aí aquilo ali não vai gerar identificação, não vai gerar conexão com ninguém, você precisa inserir ele em algum contexto. Ninguém quer ver a foto do seu produto, você entendeu?
Tipo, Habla mais. É algo absolutamente irrelevante, entendeu? Ninguém quer produtos, as pessoas ninguém quer uma uma furadeira. a pessoa quer o quadro na parede, você precisa falar sobre isso, entendeu? Porque aí você assim como ninguém quer colocar ácido hialurônico na sua na cara, as pessoas querem ter uma boca bonita. Uhum. As pessoas ninguém quer passar botox, as Pessoas querem não ter rugas. E aí esse é um ponto importante que a pessoa precisa entender, que é o que que as pessoas realmente querem. Não é o que eu vendo, é o que as pessoas realmente querem. Qual
vai ser a transformação que ela vai ter com aquilo, né? Exato. Então, por exemplo, a Virgínia tem uma coisa que ela é genial assim, porque eu acho ela eu acho ela uma das maiores cadoras do Brasil, entende perfeitamente sua audiência, não Consumo o conto dela porque não é para mim, mas eu só dela fazer isso há mais de 7 8 anos sem parar nenhum dia, nossa, é uma constância absurd, é uma constância absurda que ninguém tem, ninguém, nenhum outro criador tem. Uhum. Tipo, nem o Felipe Neto teve, que ele parou por vários anos e depois
voltou. É doido você pensar isso, né? que é o seguinte, eu preciso entender, até me Perdi o que as pessoas realmente querem. É o quê? Isso é e a Virgínia, que que ela fez? Eu entrevistei ela no podcast da Forbs. Ela tava recém lançando os perfumes dela e ela falou uma coisa que é um pequeno detalhe, mas que mostra que ela entende perfeitamente a audiência dela. Ela mostrou lá os perfumes dela, falou: "Gente, não é porque é meu não, mas isso aqui é muito bom". Uhum. Se você, quando você olhar, quando você comprar, você Vai
ver. é pique importado. Uma pequena frase, mas que mostra o quanto ela tem a audiência dela e que ela não tá é uma forma muito simples de falar para uma audiência maciificada Aham. de que aquele produto tem uma alta qualidade, não perde nada pro importado, pro importado. Ele é inclusive muito similar. Uhum. E de fato assim, as essências são quase que cópias assim de de perfumes conhecidos. Então Assim, ela poderia falar várias coisas que são o cara é muito boring. Nossa, tem uma grande fixação. Antinatural, ninguém fala um perfume assim, você não fala: "Nossa, a
fixação dele é muito boa". É pique importado. Pique importado. Isso mostra. Ela ali falou que as pessoas realmente queriam saber. Uhum. Que é gente, isso não é não é aquele perfume vagabundo loção. Ele não perde nada pro perfume B Chanel. Uhum. Só que ele custa um décimo Do preço, mas ele é pique importado. Você não vai, você entende? É sim, é até a linguagem que você aproxima e faz as pessoas entenderem, né? E e ela falou dos benefícios do produto que as pessoas realmente queriam saber. Uhum. Na verdade, ninguém queria saber, né? Ela ela trouxe
esse assunto e fez as pessoas quererem saber, que essa é a parte mais legal, que é o que normalmente a gente faz na internet, porque ninguém realmente quer saber as coisas. Tá, ela Ela tem essa sabedoria assim, essa habilidade de gerar um burburinho, uma curiosidade em torno de tudo que ela lança, né? Porque ela entende perfeitamente a audiência dela. É, e é nisso que os criadores de conteúdo, é, essa é a vantagem que eles têm versus empreendedores, criadores de conteúdo, eles têm uma necessidade quase que patológica de atenção. Uhum. Conheço o criador de conteúdo da
minha Vida inteira e é muito doido você ver o quanto não é nem narcisista, mas é um pouco similar ao narcisista, mas no sentido de que ele se importa muito com que a audiência pensa, pro lado bom, pro lado ruim. É um ponto de que é muito comum você ver a pessoa que leva um rate e ficar muito triste, ficar em depressão, chorar, ficar afeta. E a e o positivo também, quando a pessoa Gosta, ele fica muito feliz. Verdadeiramente você vê assim que criadores de conteúdo que começaram como criadores, né, eles têm uma, eles se
importam muito com o público. Uma coisa que a galera do digital, por exemplo, não se importa. Eles fala assim: "A que tem que ter haer mesmo, que se [ __ ] quero vender, quero de conteúdo." Não pensa assim. Uhum. Assim, quando eles sofrem rate, eles ficam tristes de verdade. Eles não pensam nisso. Ah, tá Me divulgando. Eles não pensam assim. Eles ficam: "Caraca, que que que eu fiz? E isso faz eles carem conta tudo melhor. Você que é youtuber, você sabe, não tem um não tem um vídeo que você posta que você não olha o
watch time. Não tem, não tem, porque para você é inconcebível. Preciso saber se as pessoas estão assistindo ou não, onde elas estão, onde elas pararam e se elas pararam naquele momento, que que que eu faço para que no Próximo eu faça melhor. Exatamente. Isso é uma coisa que muitas vezes quem vem na internet do marketing digital para vender só não tem esse olhar. Uhum. que todos os criadores de conteúdo tem, eles são obsecados por atenção em última instância, né? Assim, você fala assim, eu quero que tenha likes, eu quero que esse conteúdo seja melhor do
que o anterior, eu quero que as pessoas gostem mais, eu quero entender minha audiência para saber como que eu posso melhorar, Como que eu posso ajudar de uma forma melhor. E aí é por isso que a gente conhece muito a nossa audiência. Exatamente. E aí você vai lá e faz um uma série de vídeos novas que flopa, aí você tenta entender o porque você para de fazer. Uhum. É que é um ar diferente de um infoprodutor, por exemplo, que ele impõe. Se ninguém gosta, não tem problema. Vou pôr mídia, que se [ __ ] E
as pessoas, vou fazer as pessoas gostarem, só quero que uma parcela Compre. O resultado vem no num no intermédio entre entre esses dois pensamentos, mas o criador de conteúdo, ele tem uma habilidade fantástica dear com a audiência dele que quase ninguém tem, que pesquisadores não tem, quem pesquisa aquelas pessoas não conseguem ter, porque ele tá recebendo inputs o tempo inteiro e relatórios o tempo inteiro e otimizando sua criação para isso numa Forma que ele, ele, por isso que ele conforme a comunidade, por isso que ele vira um líder na comunidade, porque ele realmente consegue representar
aquelas pessoas e elas se aproximam, né? E e é doido porque assim, é numa forma meio que ocorre quase que uma uma simbiose porque a maior parte dos criadores faz isso de forma não intencional e mais genuína, né? E mas o cérebro dela assimila no ponto que assim ela ela consegue ver um brief de uma marca fala Assim: "Não, meu meu meu público não vai gostar disso aqui, tá? Tá desalinhado, eu falei dessa outra forma ele". Porque ele entende assim, não, o meu seguidor ele quer que eu fale dessa forma, assim como a Virgínia sabe
pro meu público, eu preciso falar que é [ __ ] importado. Se o copywriter tivesse escrito tem as fragâncias do rio Nilo, ele vai falar: "Cara, legal, mas não é meu público." É doido, né? Que você quase tem tipo uma Wikipédia do que é o seu público, do que Não é o seu público. Uhum. Que se os empreendedores tivessem isso e eles gastassem o tempo que os criadores de conteúdo têm para entender seus clientes, eles cresceriam 10, 20 vezes mais. Uhum. Assim como o paralelo disso pro mundo real é você ligar para um cliente e
perguntar o que que ele acha seu produto. O criador de conteúdo meio que faz isso o tempo todo, que a tecnologia permite com que ele faça isso no direct Ou lendo os comentários, né? Você tem esse você tem esses inputs e você tem o analytics. Aí eu pergunto pro pros empreendedores, quando foi última vez que você falou com cliente e é muito doido. Tem tem empreendedor que não lembro a última vez. ou nunca falei, realmente. É, então, e aí isso vira um problema porque vira um monte de eu acho que você não sabe. Um criador
de conteúdo quando ele fala um eu acho que meu público não vai Gostar disso, ele meio que sabe. Uhum. No fundo ele tá porque se ele é um criador de conteúdo que teve sucesso, ele teve sucesso por causa disso, por saber isso, por falar o que aquelas pessoas gostam de ouvir, de consumir. Já o que eu vejo nas empresas é uma desconexão absurda entre o que você acha que seu cliente quer e o que o seu cliente realmente quer. Uhum. E aí você nunca conversa com esse cara e aí você faz um monte de suposição,
esse Cri um conteúdo de merda, porque você fala: "Não, mas ele quer isso?" Não, ele não quer isso. Você nunca perguntou. E é uma falta de tato ou de achar que você não precisa falar com o cliente ou assim, já sou grande demais para isso ou não preciso disso, que é uma ingenuidade. Então, vou dar um exemplo. Eu sou muito próximo do João Branco que ele é o ACO do McDonald's. Cara, e é muito doido que ele já era Vice-presidente do McDonald's há anos. Ele participava sempre de entrevista com o cliente. Ele ia para eles
iam pra loja atender. Inclusive o CEO do McDonald's faz isso também. Todo mundo faz. Faz parte da agenda do CEO falar com o cliente. Uhum. Inclusive, uma das pesquisas que eles fizeram sobre o mercado, né, que eles, como eu falei, o marketing é estudo de mercado o tempo Todo, esse é um caso emblemático que mostra a importância de você ouvir o cliente, que ele tá, eles estavam lá eh falando com um público de 30 e poucos anos, querendo entender o perfil de consumo. Quando você vai no shopping, o que que você busca? Que tipo de
refeição você busca? Eh, que momento você come cada coisa? Porque cada refeição tem tem o seu momento, né? Tipo assim, um cara quer o McDonald's quer uma refeição rápida, não necessariamente Ele quer o mais gostoso, mas às vezes você tem pouco tempo. Então, entender a jornada do consumidor, coisa que ele sempre fazem. E aí a pessoa que ele tava entrevistando não gostava mais de fast food. falava assim, n, ah, já tô uma certa idade que não não dá mais para ficar comendo besteira o tempo todo. Então, eu busco ter uma alimentação mais saudável, eu tento
ter meus hábitos, eu tento, Poxa, pelo menos meu meu almoço, meu jantar sejam refeições mais saudáveis, mas tem dia que dá aquela fome de Mac, né? Veio da boca do cliente. Fome de Mac. Fome de Mac. Virou uma grande campanha da McDonald's. Sim. Que realmente tem momento que você não quer um hambúrguer, você quer Mac. Você pode est ser a pessoa ultra saudável, você pode ser, sei lá. Isso é verdade. E aí você fala assim: "Nossa, velho, vontade De comer o Mac." Não é hambúrguer assim. Eu eu comera um hambúrguer, um cabana, um hambúrguer, um
Zedell. Incrível. Hambúrguers incríveis. Não mata essa fome, porque eu não quero hambúrguer. Eu quero Mac. Uhum. E olha que doido, uma grande campanha feita à boca do cliente. Isso é, você precisa ouvir. E de fato existe essa parcela de clientes que não é mais um consumidor do McDonald's. Às vezes ele come duas vezes por ano, três vezes por Ano, não tá no dia a dia dele, mas ele tem aquele momento que ele tem aquela fome de Mac. Eu admiro muito o João Branco exatamente por esse tato que ele tem de querer entender o cliente para
aperfeiçoar. A gente vê McDonald's, né? Nossa, o Mac já é gigantesco. Ele ainda precisa ouvir o cliente para aprimorar os produtos. Precisa, porque, por exemplo, foi ele que criou o nome MAC, né? Por quê? Porque o brasileiro fala MC e eles escreveram m E q U, do jeitinho Que a gente fala. E se ele não tivesse essa percepção de da regionalidade mesmo, de como a gente pronuncia o nome da marca, não teria virado MEC. E agora a gente tem até uma proximidade maior com a marca por conta disso, né? Então talvez se ele não tivesse
essa habilidade, essas percepções que o cliente tem, não teria mudado o nome aqui no Brasil, né? E aí as pessoas acham que, nossa, eu vou fazer isso, eu vou conversar com o meu cliente. Se o McDonald's faz isso, sim, você precisa conversar com seu cliente e entender o que ele quer, o que que ele precisa de fato, né? Perfeitamente. E aí acho que assim, de uma forma curta, isso responde 100% à pergunta inicial. Como ter sucesso ou ter resultado na internet? Entendendo para quem você tá falando. Opa, opa, a veio aqui entendendo para quem você
quer falar. Sim. Entendendo quem é o seu cliente. Se você já é um profissional, já tem uma empresa, já tem um negócio, entender quem compra de você, por compra. Uhum. O que que ele pesquisa na internet, o que que ele quer, qual que é a dor que ele tem, o que que você faz que resolve essa dor? Inclusive, põe isso no Excel e vai escrevendo. Porque se você, se você escrever isso e aí quando você tiver a dúvida, o que que eu posto, você vai lá E fala, o cara tem essa dor, cria um post
sobre isso. Uhum. Sim, né? Você é é literalmente isso, cara. Você E aí objeções. É normalmente as o o que que impede a pessoa de comprar o que você tem? Você tem suas quebras de objeções, a crie conteúdo sobre isso, sobre essas dores, sobre essas esses interesses em comum que seus clientes têm. Uhum. Porque no no fundo é isso, né? Se você tem clientes total, eles têm algo em comum, porque eles estão comprando o Mesmo produto. Por mais que eles sejam pessoas diferentes, eles estão comprando a mesma coisa. Tem interesses em comum. Então o que
que o Quais são esses interesses que fizeram ele comprar esse produto? Uhum. Se você é uma nutricionista, o que que suas clientes têm em comum? Então, o que que elas buscam? Normalmente quando você tá conversando com seus clientes, principalmente no caso de de médicos, no caso de Profissionais liberais que atendem o o público individualmente, você nota quando o cliente começou a gostar de você, sabe? Tipo assim, você tá conversando com o cliente, às vezes o cara só tá lá meio, ah, ok, tô fazendo o que tem, tô fazendo. Mas chega no ponto você percebe, nossa,
depois que eu falei aquele dali, acho que ele entendeu o meu estilo, ele começou a gostar de mim. Ele ele, a relação parou de ser só estou Comprando um produto de cara, eu gosto do seu trabalho. Uhum. Qual é esse momento? Porque é isso que você tem que criar conteúdo, você entende? Porque é isso que na que a sua rede social precisa transparecer para as pessoas que não te conhecem ainda, porque às vezes é o seu jeito descontraído de de explicar eh sobre alimentos ou então às vezes é o seu gosto pessoal da arquitetura. Tipo
assim, ó, o os é isso que o seu cliente tá buscando é o o seu olhar, o que você Acha bonito, porque às vezes seu cliente não sabe o que ele gosta direito, mas você consegue transmitir, às vezes você simplifica. Sim. Então, cada um tem seu estilo. Ou então porque você é um médico que ou um nutricionista que fala real, que que não que é mais rígido. Então você precisa traduzir isso sem firulas, né? Já fala real. Você tem que entender o que que seus clientes gostam de você e pegar esse seu essa sua melhor
parte e criar conteúdo sobre isso e criar Conteúdos que façam as pessoas experienciar o que as pessoas que gostam de você experienciam sempre. Sim. Então começa por aí. E aí, obviamente, na medida que você vai fazendo, você vai aprimorando, porque você vai tendo contato com mais pessoas, você vai tendo mais escala, mas é esse olhar que inicialmente você não deve estar se importando com views, nada do tipo, mas você deve estar se Importando entender o outro lado e aí você vai pegando esses feedback, você vai melhorando. E quando você entende o outro lado, você pega
o feedback para você melhorar, os números eles vão ser consequências, porque você vai produzir um bom conteúdo, independentemente da rede social, você vai conectar com as pessoas e automaticamente os números vão vir. As pessoas elas ficam muito focadas no número no início e não faz esse trabalho por trás de conhecer a Audiência, as pessoas que elas querem atingir. A partir do momento que você entende isso, seu conteúdo vai ser muito mais simples de ser produzido. Ele vai chamar muito atenção e por conta disso ele vai te trazer mais visualização e você vai crescendo cada vez
mais. Acho que esse é o grande insight de toda de toda a conversa, né? Exato. E se você vende alguma coisa, rode anúncio desde o primeiro dia. Uhum. É uma coisa que eu sem ter Conteúdo antes nas redes sociais. Meso conteúdo mesmo. É que você não precisa, é que conteúdo ajuda, tá? Conteúdo ajuda. Mas assim, conheço centenas de casos de que a pessoa começou com cinco criativos, seis criativos e esse era o conteúdo, porque funciona assim, é uma lógica básica da publicidade. Alcance frequência. A pessoa te viu cinco vezes, clicou no link e foi. Uhum.
Obviamente que com conteúdo muito melhor, muito mais Fácil, mas mesmo aqueles que não criam conteúdo nenhum conseguem ter resultado no anúncio. Isso você consegue medir, tipo assim, tempo real, você consegue ver, eh, você vai ter um anúncio, um retado pior do que quem cria conteúdo constantemente, porque essa pessoa inclusive tem mais criativos que você, ela tem mais o que o que promover, mas funciona também. Mas o, para mim, o playbook básico, assim, a fórmula mágica, digamos Assim, é faça um anúncio, faça conteúdos primeiro, né, o orgânico. Isso você pode fazer tipo em uma semana, já
dá para você testar em uma, duas semanas postúdos falando sobre as maiores dores da sua audiência, tipo falando algo, demonstrando, né, forçando essa dor, tipo assim, você tem esse problema. Hã, sei lá, eu vou, por exemplo, eu tô, antes de vir para cá, eu te falei, né, que eu tava com problema no olho. Sim. Ele tá ficando mais seco, às vezes fica vermelho. Tô usando um colírio, porque a minha lubrificação em um dos olhos tá um pouco pior que a outra. Se eu visto um conteúdo agora promovido falando assim: "Se você acorda às vezes com
um olho vermelho e aí às vezes tá no meio do dia ou no final da tarde, você sente que seu olho tá mais cansado, você sente ele mais seco, vermelhidão, coça, o que você precisa fazer?" Eu ia parar para ver Porque me interessa e eu tenho sedor. Uhum. Você precisa fazer conteúdo para você quer resolver aquilo perfeitamente. Muita gente vai ver esse conteúdo, vai pular, não tem problema, mas quem vê tá muito interessado. Então, publica esses conteúdos tem essa dor e aí depois, passo simples, põe R$ 10, R$ 20 em cada um desses conteúdos para
distribuir. Não precisa pôr segnação nenhuma. Não precisa. A meta hoje é Inteligência suficiente para sem segmentação nenhuma tentar achar o público. Uhum. Justamente por isso. Porque qual que é a melhor segmentação do mundo? O seu conteúdo. Se o conteúdo fala: "Se você tá acordando com o olho vermelho e coçando, quem não tem isso vai pular". É claro que vai ter um curioso ou outro, mas assim 99%. Então o algum já vai entender que quem tá ficando tá interessado e ele vai entregar para Pessoas semelhantes que tenham interesse semelhantes. Exatamente. Então assim, o robô é entre
gente suficiente para poder descobrir. Isso é uma coisa muito doida, né? Que eu vejo assim várias campanhas muito grandes. Eu vejo cada vez mais o o uso de interesses e coisas assim tá caindo desuso. Não precisa mais assim campanha sem nenhuma segmentação tá tendo resultados semelhantes a campanhas de look like de de cliente coisa do tipo. Sim. falando um pouco mais técnico Assim, mas assim, você pode começar literalmente no automático que funciona. Se você é local, comece para sua cidade. O raio de 1 2 km onde você tá é um ótimo raio para começar, principalmente
com pouco dinheiro. E aí depois você vai criar uma outra campanha que vai criar um público personalizado de quem viu mais de 75% dos outros vídeos que você promoveu. Vocês estão anotando, né? É simples, Porque assim, se a pessoa viu mais de 75% daquele conteúdo, chegou até o final, que é algo super específico, de uma dor específica que você resolve, tá interessada, aí você fazer um anúncio para essas pessoas de mensagem, só mandando pro WhatsApp, fala assim: "Olha, a gente pode passar mais, se você tem esse problema, clica aqui". Ou então agenda aberta. Uhum. Hum.
Não precisa ser gênio. Anúncio simples para as pessoas já te viram antes. Passo a passo bem simplificado. Talvez você vai receber cinco WhatsApps, mas tudo bem, são cinco pessoas que querem muito comprar 10 WhatsApps. E aí o dinheiro que você investiu já vai retornar nessas cinco vendas que você fizer ali. Se você fizer assim, perfeitamente. Eu diria assim, tente gastar uns R$ 500 no começo, porque se você gastar só 10 no 500 no mês, você diz mês. Aham. Se você com R$ 500 no mês, com Esse tipo de conteúdo, fizer zero vendas, muda o conteúdo
e tenta de novo no outro mês. Uhum. Porque o que tô te falando assim, é comprovado, assim, tem como é para você fazer no mínimo uma. Perfeito. E aí com isso você vai aumentando, vai chegar num ponto que você vai ver que seu conteúdo não é bom o suficiente para você colocar R$ 20.000 nele. Uhum. E esse é melhor no conteúdo. Mas esse esse é um ótimo passo de comer. Por isso que Eu falo, você dá para você vender desde o primeiro dia. E esse é o melhor caminho, inclusive, porque você tem a oportunidade de
ir com pouco dinheiro fazendo melhorias, do que você esperar ter muitos seguidores. Para você ter alguma relevância, você vai ter que gastar muito mais dinheiro para promover. E e aí você se você errar e descobrir que você errou lá no seis meses depois, é mais difícil, né? É mais difícil. Você tá fazendo conteúdo por Seis meses, aí você descobre que ele não traz o comprador, perdeu um tempão, né? Perder um tempão. Você pode em uma semana já fazer um conteúdo, tentar gerar uma venda e funciona. E analisando, vendo o que que você consegue melhorar e
aprimorando para ter mais resultado, né? e manda pro WhatsApp, porque a pessoa que te mandou WhatsApp, ela quer, ela tá interessada, né? E aí você precisa desenvolver uma habilidade que tá muito em falta no Brasil hoje, que é vendas pelo WhatsApp e as pessoas não sabem falar por texto. É desesperador. Sim. tenta falar com o médico é desesperador, porque as pessoas as pessoas se não que elas são grossas, elas só não tem o tato. É porque a mensagem não é a mesma pegada do áudio. Na mensagem você pode ser mal interpretado, você pode falar uma
coisa que você não teve a intenção, mas que a Pessoa entendeu de um jeito diferente. Então eu acho assim, você precisa saber o caminho para levar as pessoas para um atendimento mais aproximado, o WhatsApp, por exemplo, só que você precisa também ter as habilidades de venda, de saber como se relacionar com aquelas pessoas depois no Ola mandou uma mensagem, né? E aí eu diria que você tem que entender que você vai tomar muitos não só para receber um sim. E isso não é motivo para você parar de fazer, isso é motivo para você fazer em
maior escala. Uhum. Então, por exemplo, é que é acontece mais do que você do que você pode imaginar. Recebi 10 WhatsApps, só vendi para um, não tá funcionando. Não é incrível. 10% das pessoas estão comprando. Então, se você tiver 100 pessoas, a vida é para 10. É isso mesmo, tá tudo certo. Assim como você passa na frente de várias vitrines do shopping, não compra. Foi Nem por isso o cara tira a roupa da vitrine, porque [ __ ] passou 100 pessoas aqui, ninguém comprou. Aham. Tá tudo certo. Entender que é um funil e consequentemente uma
pequena parcela só vai comprar e tá tudo certo. Você quer cada vez mais ser especialista em falar com essa pequena parcela. Sim, mas ela nunca vai ser 50%, nunca vai ser 30%, vai ser às vezes 10, vai ser 15%, 20. E é normal. Uhum. Eu não conheço ninguém que tem 50% de conversão, pô. Não Existe. Ah, não existe isso. Então, tira essa, tira essa objeção da sua cabeça e entenda que primeiro você é mal interessado nisso. Então, se a pessoa não responder, você relembre ela porque acontece isso. Ah, falei com a pessoa, ela não falou
mais nada e aí eu parei. Parei. Não, mas você que é o interessado, quantas vezes você não falou mais nada porque você esqueceu? Às vezes você deixa seus familiares no Vácuo e você ama eles. Imagina a empresa, imagina uma pessoa que você nem conhece. As pessoas estão muito ocupadas de viver na própria vida. Então, se você é o interessado, faça followup. Faça três vezes o followup e aí se a pessoa não responder nenhuma das três, aí você para. Tudo bem que aí também você não vai ficar enchendo o saco. Vai, você não vai ficar enchendo
saco, mas você também não pode ser. Isso acontece muito. O dinheiro na mesa que Os médicos deixam por não mandar mensagem para seus clientes é absurdo. Se eu sou um médico, eu sei que é é o comum você fazer chec uma vez por ano. Era para no mínimo uma vez por ano meu médico me lembrar. Eu não lembro. Mas isso não acontece. Não acontece entender o seu cliente, manter em contato com seu cliente e entender que a coisa mais valiosa que você tem o seu cliente te leva ao seu objetivo, que é vender. Perfeito. E
aí os as suas redes sociais, o seu objetivo é tentar alcançar mais pessoas que que se pareçam com seus clientes, que não necessariamente você todos vão ser clientes e também genuidade você achar isso, que você vai ter 100.000 seguidores, vai ter 100.000 clientes. Não, mas se você tiver 100.000 1000 seguidores, talvez você tenha 1000 clientes, talvez você tenha 5.000 clientes. Sim. Então esse é o objetivo. Perfeita a colocação. E nossa, acho que Deu para tirar muito insight legal da assiste de novo, volta, anota o passo a passo que ele falou para começar, porque faz muito
sentido, né? Às vezes as pessoas acham que é algo tão difícil de fazer e não, às vezes é mais simples do que a gente imagina se a gente tem um caminho para seguir. E aí estamos encaminhando pro fim. Eu queria que você indicasse pras pessoas três livros que você leu e que você adorou e recomenda muito. Tá o se não lembrar de três não tá entrando na título em português. O primeiro é acho que detonando do Gary V. tá muito bom. É um livro que ele explica bastante sobre como a internet cortou todos os intermediários,
sobre eh como pessoas tocando conteúdo, o que que é interessante ou não. É um ótimo ponto de partida, é um ótimo livro. Uhum. Ele explica bem o universo digital que a gente vive e como as Relações se para empreendedores, né, a as oportunidades se criam. Ele foi uma pessoa que o Garv, para quem não conhece, ele foi um dos primeiros investidores do Facebook. Ele é um grande criador de conteúdo lá fora também. Ele tem a Viner Medíia, que é uma agência lá fora muito forte. Eles fazem, são premiados, fizeram boa parte dos anúncios do último
Super Bower da Viner Media. Ele é um cara bem bem reconhecido de marketing lá fora. O Outro livro chama Hacking Grove, que é do Shaniles, que ele fala mais sobre Grof Hacking especificamente, porque eu acho que como eu disse, Golf hack não é sobre mar, é sobre cultura em presa empresacional. E você pode aplicar o GR hacking independente do que você faça, porque indicadores sempre podem ser melhorados. Se você tiver uma forma clara de buscar melhoria contínua, você só tem a ganhar, a ganhar no seu Negócio. Então é uma metodologia ã funciona muito bem. Então,
tente ser um growth hacker do seu negócio, tente ser um growth hacker do seu mercado, mesmo que você não tenha um time de marketing, porque se não precisa achar que grthing é marketing, você não precisa necessariamente fazer tudo de marketing, mas se você aplicar esses conceitos, a sua geração de conteúdo, a a seu atendimento ao cliente, aos setores da sua empresa ou até mesmo o Produto que você entrega, Uhum. você só tem a ganhar a ganhar. E por último, hum, e eu não li nenhum dos dois, hein? Vou anotar na minha lista. Cara, esse o
detonano é acho que é crushed em inglês. É sensacional assim top, né? Vou ler. E por último, Originals, um ótimo livro. Show, né? Ele fala sobre as mentes mais originais da Terra, desde tipo Bethoven, Etc. Destrinchando o que que eles tinham em comum, o o que pessoas que fizeram grandes coisas tem em comum. Uhum. Tem uma passagem interessante desse livro que ele fala assim que sei lá, Betoven escreveu, sei lá, 200 músicas e quatro é conhecidas, você entendeu? Ele mostra como a escala é muito importante. Inclusive as pessoas mais geniais que a gente conhece na
humanidade, eles foram as pessoas que fizeram as coisas menos geniais também. Uhum. Porque eles erraram muito e as pessoas ignoram essa parte. Então eles ele vai ele fala sobre o sucesso, né? Exato. Ele fala sobre o processo de se criar algo genial, entende? como e o que que essas pessoas que conseguiram tem algo em comum e uma dessas coisas é a escala. Assim como na internet é a mesma coisa assim, normalmente um criador de conteúdo que faz milhões de views, ele fez centenas de vídeos que tinham zero views antes. Então até chegar na viralização, né?
Então é bem legal esse livro porque ele fala eh um um pouco sobre o que que o esses esses gêmeos tm em comum em diversas épocas da sociedade, né? Porque não não como certos conceitos são meio que universais e não importa, não é porque é na internet assim, isso funcionou com Behoven, o Steve Jobs é citado assim, tem tem várias bem legal, referências legais. Show, muito obrigada. E para finalizar, última Pergunta. Se você pudesse dar um conselho para quem tá começando um negócio ou pensando em começar, qual seria? sendo meio sincero, faça um impretec da
vida assim, juro, acho que o que falta do no empreendedor brasileiro é conhecimento. Mesmo assim, o o amadorismo que a gente tem aqui no Brasil é avaçalador e não é legal isso. As pessoas falam assim: "Ah, eu vim do Nada, não estudei nada e dei certo." Cara, que desperdício, sabe? Porque você poderia estar muito melhor. Então a gente não pode. Eu gosto muito do daquele vídeo do Cloves de Barros tem abril, já viu? Já. Perfeito. Assim é ele é a gente tem que querer melhorar o tempo inteiro. Então hum eu vejo, por exemplo, um certo
orgulho de muita gente. Ah, eu não sei Excel, cara. Mas que vergonha, cara. você é um empreendedor e você não Consegue nem olhar os números da sua empresa direito, você não sabe o seu ebíta, você são coisas que você pode achar que não são úteis hoje, mas elas são sim e elas é um O Lázaro do Carmo, ele tem um uma frase que eu gosto muito que se você é daqueles fal assim, eu não sei, mas eu contrato quem sabe, irmão, provavelmente tá sendo enganado para essa pessoa, você tem que saber o mínimo pelo menos.
É assim assim, não Existe isso de ai o meu gerente financeiro sabe, se você não consegue nem avaliar o que ele tá fazendo, a chance desse cara tá te roubando e se ou se ele não tá, é só porque ele não quer. E olha que doideira isso, né? Então é tente entender o mínimo que seja de gestão financeira para negócios. Uhum. que muitos negócios não crescem por causa disso ou tem medo de pegar uma dívida, por exemplo, que não é não é algo negativo, mas tem que ser feito com Cautela. Ã, ou às vezes tem
uma gestão muito pobre ou você quer pagar muito pouco para todos os funcionários, então tem um time muito, muito júnior, muito ruim. Então, abrir a sua cabeça para essa área muda o jogo de negócios e é entender que beleza, você não sabe, ninguém nasce sabendo, não, infelizmente no Brasil não se isso nas escolas, mas você precisa saber o mínimo de Excel, você precisa saber o mínimo de gestão Financeira do seu negócio, você precisa saber o mínimo de leis também assim do seu mercado, de entender, ã, para que você não seja [ __ ] é uma
frase técnica é exato. Então acho que essa é a dica que eu dou para as pessoas estudem mais essas partes que são chatas e burocráticas do negócio, que ninguém gosta, mas não adianta você só ter um sócio que sabe, não adianta. Você precisa saber o básico, o básico do básico, porque senão você vai, espero Que não, passado para trás. Show. Obrigada, obrigada pelo papo. Foi muito gostoso. Espero que você tenha gostado também. Espero que vocês aí tenham gostado. E muito obrigada. Isso. A gente sempre tá aqui empenhado em levar esse conhecimento paraas pessoas, principalmente pros
donos de pequenos negócios, os empreendedores que carecem dessas informações, né? Então o nosso objetivo é sempre trazer de uma forma mais prática. Acho que você conseguiu Trazer isso muito bem aqui. Então, muitíssimo obrigado. Obrigada por ter aceitado o convite também. Foi um prazer. Muito obrigado. E se você é um dono de um pequeno negócio, dobre a aposta, invista em marketing. Você provavelmente investe muito menos do que você deveria. É o que eu mais vejo assim nos negócios é o cara, ah, vi só R$ 500, cara. Investe R$ 2.000, investe três, investe o máximo que você
puder, porque você consegue crescer mais rápido. Dá Para crescer. E lembre-se, se você não está crescendo, você está morrendo devagar. É isso. Valeu. Show. Obrigada. Obrigada para vocês que ficaram até aqui com a gente. Se você tá assistindo pelo YouTube, lembra de deixar seu like aqui embaixo, se inscrever no canal e ativar o sininho de notificações para você receber em primeira mão os novos episódios que forem ao ar. E se você tiver ouvindo pelo Spotify ou assistindo, né, que agora dá para Assistir também, deixa seu comentário aqui com o que você achou desse episódio ou
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