Oi boa tarde a todos vamos dar início então a mais um encontro simples é só uma o tema de hoje né o aparelho psíquico achei essa figura aí que eu acho que representa muito bem né O que a gente vai falar é é uma escada né E aí certa forma arrumar uma possibilidade de acesso a é a isso que se configura enquanto estrutura psíquica não é e de que o frete chamava de Psicologia das profundezas tá se você já não é algo que tá na superfície a não é alto tá na consciência né Eu já
já venho falando há várias aulas aqui de um certo descentramento que o Freud faz tá consciência para o inconsciente Então se até Freud se acreditava que a consciência era a essência do ser humano isso ficou muito bem estabelecido desde de kart né que colocou a consciência como sendo a essência do ser humano não é algo o pensamento a auto-reflexivo uma aquilo que nos define nos faz existir né o penso logo existo e o froid a autocentramento ele vai descer entrar da consciência para o inconsciente né o Fred e não chegou a formular essa essa esses
axiomas assim tal como de kart né do penso logo existo mas com Freud a gente pode dizer que a gente pensa né penso logo sou a gente pode com Freud pensar que a gente pensa onde não é e é onde não pensa dizer isso acaba definindo a própria noção de inconsciente né tal como ele traz e a sobre isso que a gente vai discutir um pouquinho aula então vamos lá né O que que é o psiquismo né é uma definição assim muito breve a gente pode dizer que o psiquismo se constituir pela intenção de traços
de memórias atrelados as experiências sensoriais então é o psiquismo dá para ver como isso desejo da esqueçam isso não tem nada de Místico não tem nada de Esotérico tem nada do além desse mundo material no qual nós vivemos então desde que nascemos nós temos experiências sensoriais né a visão audição Paladar tato e por aí vai né e para cada experiência sensorial que a gente tem a uma impressão né de um traço de memória Ao que se inscreve tá no nosso organismo como um traço tá Então imagina uma impressora né impressão aqui no sentido do que
se imprimir né uma impressora imprimiu escrita né E você ordena que ela Imprima a Imaginem o psiquismo também é é constituído por marcas né o traços psíquicos depois a gente vai ver as memórias que são acessíveis outras a São latentes porém acessíveis e outras que são inacessíveis tá então a diferença aí com relação aos traços de memória se você consegue acessar os ou não ok mas Imaginem que tudo que a gente diferencia desde que a gente nasce está sendo gravado tá tá sendo impresso Ok e todo acontecimento vivenciado pelo sujeito desde seu nascimento e alguns
autores falam desde a vida intra-uterina né imprime em seu psiquismo um traço de memória e carrega um significado afetivo uma experiência de prazer e desprazer E aí eu trago de novo que eu já falei aquilo uma passada por exemplo a brincadeira do for dar né o jogo do for da e o Freud ele quer o neto brincando com esse jogo lá no no berço dele é e o que que o neto fazia é ele pegava o carretel de linha né uma linha amarrada ele jogava esse carretel para longe gritava ó em alemão é ali puxava
o carretel de novo é olhava para o carretel e falava é o seja aqui então lá aqui frandy percebeu que isso é uma forma dessa criança simbolizar ludicamente ausência materna é por isso que crianças é um ano e meio por aí elas gostam tanto dessa brincadeira de desaparecer e reaparecer né se você coloca o pano na frente da sua cara e depois de aparece ela morre de rir né porque de certa forma ela tá ali dando conta de forma lúdica pelo velho do brincar de ao que abordem angústia o som da mãe né então é
o objeto se afasta se separa dela e depois de aparece e ela nunca sabe quando vai aparecer né E fazer esse tipo de brincadeira de certa forma dominar esse jogo da Separação do desaparecimento e do reaparecimento que falam de uma experiência de prazer e desprazer pois bem sim o aparelho psíquico então o Freud Ele vai construir duas tóxicas tá o quê que são tópicas tópica bem de tropos né que a lugar então ele vai pensar lugares locais específicos para o psiquismo Né e na primeira tópica ele vai descrever três sistemas o sistema consciente sistema pré-consciente
e o sistema inconsciente tá então no sistema consciente a gente tem com Deus dos milênios que são acessíveis o meu falava para vocês na consciência é isso que o Freud diz entrou é onde está o pensamento consciente os conteúdos que a gente acessa As Memórias as coisas que a gente consegue lembrar a então é a memória Consciente e que o Fred vai dizer olha isso é muito pouco do que a gente é tá então a consciência isso é filosofia até então acreditava-se a essência do ser humano ela não usa termina ela é muito pouco ela
é só a pontinha do iceberg a gente vai ver é isso vocês já devem saber que a maior parte do iceberg fica submersa e o que você vê do Iceberg é uma pontinha que corresponde talvez a 10 por cento do tamanho dele mas a maior parte do iceberg fica submersa e essa é a grande contribuição que Freud trouxe ele mostrou que é o que se quiser a maior parte do nosso psiquismo é submerso Ou seja é latente a gente não tá vendo a gente não tem consciência a gente não sabe que existe mas ele nos
determina esses conteúdos que estão no pré-consciente no inconsciente sobretudo no inconsciente nos determinam tá então Freud vai falar além do sistema consciente do sistema até pré-consciente tá bom então o pré-consciente na verdade é o inconsciente descritivo e não dinâmico tá então o que que é o inconsciente descritivo vamos porque você chega em um hospital e falhar aquele paciente está inconsciente Ou seja você tá usando o termo inconsciente descritivamente para dizer que o rosto de consciente ou seja ele está desacordado quando Freud fala de um sistema inconsciente ele não tá falando é de inconsciente como Oposição
a consciente ele tá falando de inconsciente ou no lugar onde forças dinâmicas agem é funções ou seja pulsões sexuais funções de morte tá é um espaço ali então onde essas forças é de certa forma estão em conflito né É isso que que é o inconsciente né então a esse sistema pré-consciente sua é constituído né de poder os minérios os dentes mais acessíveis a consciência então é aquilo que a gente consegue é acessar né e na aula passada a gente viu que o Freud abandonou a hipnose não Por uma questão ética a hipnose ser algo de
charlatão Não é nada disso ele abandonou hipnose como a questão técnica O que é hipnose não acessa o inconsciente Ok a hipnose acessa no máximo sistema pré-consciente mas não o inconsciente tá porque porque me inconsciente ele é constituído de conteúdos mnésicas recalcados e o que que é o recalque o recalque é o mecanismo interno de exclusão de determinados conteúdos da consciência bom então é um mecanismo de defesa do eu que retira determinados conteúdos da consciência e joga para o inconsciente onde você não tem acesso Oi tá voluntariamente então é legal que é um mecanismo um
voluntário OK tá por sua vez o inconsciente ele também só vai se manifestar e voluntariamente é o retorno do recalcado um sonho os atos falhos nas piadas que se conta nos esquecimento sintomáticos e por aí vai tá e o Freud percebeu que o inconsciente se manifestava na associação livre quando você pede para o paciente deitar e dizer tudo que vem a sua mente o mínimo de censura né e sem se preocupar se o que você tá dizendo para fazer sentido ou não ok bom então sistema inconsciente ele é constituído por conteúdos mnêmicos recalcados e que
são inacessíveis a consciência da são inacessíveis a consciência não é é você não vai acessar o seu inconsciente meditando é sei lá com técnicas de Coaching não é tão tão em voga na atualidade né não é um viés da sua vontade que você vai acessar o em conseq não lhe consentia inacessível a não ser nas suas manifestações tá e nessas manifestações que eu falei que são involuntárias certo então quando você tá falando durante uma análise e você chama o seu analista pelo nome de uma outra pessoa né pelo nome sei lá seu pai e da
sua mãe enfim ou seja Você cometeu um ato falho é isso é o icons a questão é passível de ser decifrada passível de enfim a toda uma história né que que vai ser construída em torno desse conteúdo que emergiu tá vencendo a resistência da Consciência em então na primeira troca que a gente tem esses três sistemas na segunda tópica tá então só descreve a primeira Toca antes de 1920 tem um divisor de águas aí no pensamento freudiano que é um texto chamado além do princípio do Prazer igual Florindo estabelece a noção de pulsão de morte
Então é ele acreditava antes no dualismo pulsional existiam pulsões de autoconservação e pulsões sexuais né na segunda tópica pulsão de vida e pulsão de morte daí nós posições sexuais a ser as pulsões de vida e pulsão de morte aquilo que faz com que a gente tem tenda a retornar é a inanição né pulsão de morte é aquilo que é o que ele chama de princípio do Nirvana é aquele que faz com que a gente é se movimente o mínimo possível e tenta a cada vez mais ao 0 movimento tá é isso que nos diz potencializa
de certa forma e nos é um retorno mesmo algo inanimado tá essa tendência é que o ser humano carrega de retorno ainda animado essa ideia não forte e a função sexual é aquilo que nos movimenta nos leva adiante né Floyd vai falar de Eros é a que se une a e thanatos né da Morte aquilo que Deus une aquilo que desagrega é então amor ódio a gente tem então de um lado a construção e de outro a destruição né tá bom então é a segunda tópica partir de nossas e 20 horas vai escrever o isso
ou ide tá o supereu ou superego e o eu ou ego tá então o que que seria o isso né ah é o reservatório pulsional né então é o local do conseguir SMU né a gente tem que pensar em lugares tá lembrando tópica é lugar tá então é o lugar fico que não conhecido com nenhum lugar anatômico né Tá OK mas é um lugar fico onde as funções a só tem uma única finalidade que é se satisfazerem Ah tá e como eu disse a vocês né se as pulsões satisfizessem o tempo inteiro não haveria laço
social Ah tá então não determinado momento da história da humanidade talvez ainda era glacial nós nos tornamos seres falantes é seres que constituem laços sociais não seja seres de civilização e não mais entre "selvagem é e eu isso é o representante então no psiquismo das pulsões é o Freud vai falar no livro É nesse a nesse livro aqui gente OK são as obras completas volume 16 e Mais especificamente nesse texto chamado eu e o ide a é um texto de 1923 e não pode vai falar que o isso é totalmente amoral E por quê Porque
a moral ela só existe por conta da Cultura né no mundo da selva digamos assim não largo ela é eles funcionam os animais selvagens funcionam Segundo código senatus ligados a própria biologia completamente diferente do ser humano tá então é o isso ele só quer satisfação descarga é então é o aumento da tensão é interna fica e o isso só quer que os carregar essa atenção né justamente o super eu e o ego são os que impedem isso de descarregar esta tensão de satisfazer as funções ao mesmo ao menos de forma direta porque o super eu
e o eu Eles são representantes da cultura é então é isso que a gente internaliza acerca da Cultura né e se localiza o toque da mente no psiquismo super eu e não eu então a gente tem é sobretudo na neurose né é o conflito no conflito entre o risco e o eu tá aliado do Superior superior é tanto aliado do isso quanto doeu Tá mas é o supereu ele funciona como Instância moral sensora e também é uma Instância crítica né pra gente vai dizer que é O Herdeiro do complexo de Édipo ou seja do ideal
do Eu então na Constituição do nosso eu a gente idealiza algumas pessoas geralmente os nossos pais então a gente internaliza os valores que são deles a nossa Constituição não só dos Pais professores tiros e familiares em torno de modo geral né o nosso eu é constituído de todos esses valores que a gente internaliza internalizar por identificação pelo viés do amor o acidente fica né a vocês por exemplo se identifica com alguns professores e não se identificam com outros porque porque alguns professores é refletem os valores que vocês internalizaram né para Constituição do eu então por
identificação vocês se identificam mais com alguns professores e menos com outros se identificam mais com alguns políticos e menos um outros né é mais com alguns Profissionais de Saúde menos com outros e por aí vai faz parte né da gente esse processo de identificação a gente vai se identificando com outro velho sobretudo pelo viagem do amor que aquilo que constrói é e o Fred vai dizer então né que o supereu terá domínio sobre o eu como consciência moral eu vejo como inconsciente sentimento de culpa né É por isso que a culpa é ela é tão
importante né na nossa Cultura a cristã da Praticamente todo o cristianismo foi construído em cima da ideia de culpa é de culpa de arrependimento de perdão sem isso não há laço civilizatório pelo menos no mundo ocidental onde se tem essa cultura Judaica Cristã e a justamente o supereu tá com Freud ele vai mostrar uma coisa bacana porque na verdade o supereu é que tá origem a religião né Ou seja é é a religião está se a crítica né é a principal Instância crítica da nossa cultura existem outras na educação a ciência às Artes mas enfim
é a religião é a grande responsável pela renúncia pulsional né pela ideia de que a gente tem que renunciar e as nossas funções a nossa satisfação imediata é para ter algum ganho a seja nessa própria vida mas sobretudo numa vida Futura é então é a religião ela é a projeção social do Superior na medida em que ela contribui com a renúncia funcional né e com a Constituição de Laços afetivos é de Laços sociais entre as pessoas tá de um ponto de vista aí freudiano é meio impossível a religião desaparecer A não ser que o super
eu desapareça junto Porque o superior responsável pela criação da religião ou superior e o desamparo humano não é o desamparo Humano o fato de nós nascemos biologicamente imaturos e também linguisticamente imaturos é o responsável pela religião sobretudo né por essa ideia de que a gente vai encontrar em algum momento o pai que seja é todo bondade o vôlei presente onipotente e etc que a gente projeto na figura de Deus tá nas culturas é pelo menos a cultura judaica-cristã onde se veem esse pai misericordioso amoroso teto que é bem diferente por exemplo da cultura islâmica né
ou em dia lá não tem nada a ver pô com esse ideal aí Cristão de um pai misericordioso e amoroso né vocês pegarem lá no Alcorão alá balançava mal América Ó você vai me escutar vamos então a uma outra uma outra construção né mas o Supremo Então é assim distância moral tá e o eu ou ego é a Instância reguladora entre mundo interno e externo Ah tá então a sempre tem um conflito é entre o mundo interno isso que a gente traz que são as funções né que só querem se satisfazer e o mundo externo
ou seja a cultura o laço social que Vitória vocês vão ter que renunciar as funções né pode perceber o que a gente renunciava é a grande renúncia é da humanidade se dava no mito de Édipo você renuncia ou agora voz e o assassinato do pai pelo laço social né e disso é internalizado como a gente já discutido na última aula tá então isso eu retirei do froid tá desse texto meu isso né ele vai falar que o eu é a parte do isso modificada pela influência do mundo externo e ele empenha-se em colocar o princípio
da realidade no lugar do princípio do prazer que vigora irrestritamente nuit ou Luiz então o eu é sobretudo corporal EA uma projeção mental da superfície do corpo a é porque isso é porque é e a gente precisa aprender a nossa autoimagem corporal se a gente não aprende a nossa autoimagem corporal é como se nós fôssemos despossuídos né disso que se chama eu ou ego né é tanto que existem hoje em dia distúrbios da autoimagem corporal né É é um exemplo de que autoimagem corporal Neal inato que a gente já nasce com ela a gente tem
que fazer todo um esforço né de internalização da nossa auto-imagem aí é o que o Lacan chama de estágio do espelho é o momento no qual a criança mais ou menos um ano e meio ela se reconhece na frente do espelho né ela não entende mais é a imagem espelho como sendo o outro né é um animal faz isso você põe um cachorro na frente de um o ego espelho Ele vai tentar atacar vai tentar morder porque porque de dente ele não se reconhece é ele vai identificar aquela imagem como é como sendo um outro
ameaçador que não ele pronto só que na espécie humana a gente se reconhece na imagem e significa que a gente aprendeu a nossa autoimagem corporal daí que isso é uma construção né esse da nossa vida relacional né quando lá quem já viu alguém cuidar de bebê sabe quando a gente está nomeando é aqui é a barriguinha aqui é o bracinho aqui é a perninha e tá e deixei tá fazendo e é possibile tampa esse bebê que ele aprenda a sua autoimagem corporal né E que ele perceba que é esses membros esses órgãos em que fazem
parte dele próprio é eu grande momento no qual ele se reconhece então no espelho como sendo ele mesmo é o momento não pode tem aquele júbilo né ou seja aquela alegria aquela e ele é enfim é tem aí o seu ego né o seu erro é constituído tá Então essas são as duas tópicas frediana está só Relembrando na primeira tópica Consciente pré-consciente e inconsciente na segunda isso super eu e eu tá é por que que eu trouxe essa figura aqui Eu já demonstrei para vocês Isso aqui é uma fita ou banda Denésio tá E foi
um e o artista Holandês chamado Oeste que fez em 1963 e fique Oeste mostra com essa fita que as formigas é hora transitam dentro e hora fora da fita ou seja essa fita é uma figura geométrica de uma Face só então ela não tem Duas Faces ela tem uma Face só e o psiquismo humano ele também tem uma Face só ele não tem Duas Faces Porque nós não somos uma esfera né como os gregos acreditavam que possui um dentro de um fora né imagina uma esfera oca né então a gente tem a parte material da
esfera que que seria a nossa pele que separaria então um dentro de fora é ele não existe isso a o psiquismo ele é o tempo dentro e fora e o que o Fred mostrou é que a gente internaliza né ontogeneticamente a história da espécie filogenética então o Édipo nada mais é que a repetição na nossa ontogênese ou seja na nossa história individual da história da espécie humana a história filogenética do qual Em algum momento Nós deixamos ter selvagens e passamos a a a recalcada é a reprimir as nossas funções em prol do a social a
renúncia pulsional né que a exigida é em toda a sociedade em toda a cultura é que a gente se constituam em então no Áureo fora e um dentro esse fora e esse dentro se misturam tava começa nessa fita nessa banda de médio chupar então não Imaginem o psíquico como o interno separado de um externo na verdade o psíquico é a internalização do que a externo que Ah pois é projetado no externo então é o mecanismo de retroalimentação tá entre o interno eo externo de uma Face só que lembra muito essa essa fita de médias tá
Ah pois bem é Oi e aí o trouxe essa figura que eu já mostrei na aula passada né para e para mostrar na aula passada eu queria mostrar para vocês que o Fred abandona a hipnose e cria psicanálise porque a hipnose ela permite no máximo o acesso a conteúdos pré-conscientes mas não acesso ao inconsciente então vocês percebam é preciso saber essa figura e não é muito simples tá gente ela parece simples mas ela não é é preciso saber ler o que que tá aí né então vamos vamos tentar ir devagar aqui nessa figura tá porque
é na verdade é uma figura que tenta juntar unir a primeira EA segunda tópica Freud anos então a gente tem aí do lado esquerdo como vocês podem ver Esse é o sistema consciente no sistema pré-consciente e um sistema inconsciente tá então perceba que o sistema consciente ele tá É ele não está submerso então é a parte superior do iceberg então reparem como eu falei para vocês a parte do iceberg que a gente vê é a menor parte dele e parem que a maior parte Rua sterg tá submersa bom então o que a gente tem acesso
é isso que é a consciência o sistema consciente é e a parte do eu consciente é aquilo que aparece aqui quer Manifesto então toda essa parte branca do Iceberg é que é nerd não está submersa toda essa parte branca superior a linha de imersão né aí a linha superior é são os conteúdos manifestos então é aquilo que eu sei sobre mim mesmo são as minhas percepções né aquilo que eu consigo captar pelos órgãos dos sentidos ou seja aquilo que se chama de consciência tá então a consciência é uma parte muito pequena daquele que eu sou
Oi OK quer o modelo do iceberg Varzea da por isso que o Freud faz esse centramento então da consciência e do inconsciente e pare agora é que a parte está e nessa né a parte que está submersa Então a gente tem uma linha aí como se fosse mesmo mar né é que delimita um azul claro e azul escuro ou azul claro é o para demarcar o Iceberg e o azul escuro é o que está para além do iceberg Tá mas essa parte em azul Oi e aí a gente tem o pré-consciente e inconsciente prepare o
que separa o pré-consciente do inconsciente é uma linha Branca tá então a gente tem aí uma linha Branca Ok passando logo abaixo do Ego Aonde está escrito Ego e pré-consciente reparem que passa uma linha Branca se separa por sua vez o superior eo inferior então essa parte superior corresponde ao sistema Consciente e pré-consciente em Ok abaixo dessa linha Branca a gente tem um sistema inconsciente Então essa linha Branca separa na verdade os conteúdos mnêmicos né os conteúdos de memória que são conscientes ou acessíveis a consciência como no caso do sistema pré-consciente e abaixo dessa linha
tudo que é inconsciente Ou seja inacessível a consciência ao menos de forma voluntária tá então o que tá inconsciente abaixo dessa linha branca é o material recalcado vocês podem ver ali do lado a direita ó tá escrito lá em cima né se você se a gente for e tá é pensamentos correntes e percepções é o que tá é manifesto o que tá no sistema pré-consciente ali são é o conhecimento arquivado na os conhecimentos arquivados ou seja o que é latente mais passível de acesso a consciência e o que tá abaixo dessa linha branca é o
material recalcado então é o que a inacessível tá então sempre que vocês ouvirem falarem recalcado né então este materiais e inacessíveis tá é um recalque é um mecanismo de defesa do Ego que joga para o inconsciente para o sistema inconsciente aquilo que é é extremamente digamos assim é aflitivo para consciência da então é um mecanismo de não querer saber nada disso tá é que elimina da consciência é alguns conteúdos tal como o filme né acesso ele queria saber nada do pai dela né tá com relação à sexualidade do pai era algo que ela recalcada de
forma quanto mais né esse deixa o tempo inteiro o problema é que o Freud ele vai mostrar que legal que é o mecanismo fadado ao fracasso no sentido é em que você recalcar um conteúdo É como se você estivesse numa piscina tô tentando afundar uma bola vocês certamente já estiveram uma piscina afundando uma bola E você tem que fazer uma força para aquela bola permanecer submersa né no primeiro momento no qual você tira a mão e tira força da Bola o que que acontece com a Bola Ela É nerd ela sobe é a mesma coisa
que acontece os conteúdos recalcados é preciso fazer um esforço psíquico para que eles continuem recalcados né o recalque é o mecanismo que exige essa força constante para que a consciência nada queria saber se aquilo né o problema é que chega no momento em que a consciência seja a noite a Adormecida é ou seja nos momentos Nos quais a gente débil mas Ou seja no qual a consciência ou seja o superior né e o eu estão vai adormecidos digamos assim o conteúdo do recalcado é berge é o conteúdo do recalque E aí já né E é
claro é mestre de forma disfarçada no sonhos precisa ser decifrado ato falho é uma piada também enfim é tudo isso precisa decifração mas é que o recalque é o mecanismo fadado ao fracasso então é o retorno do recalcado são justamente os sintomas neuróticos das SD por exemplo no filme Freud Além da Alma então ela não queria saber nada sobre a Sexualidade do pai por exemplo mas ela sofreu de sintomas assexuais e inclusive é seu do Sesi gravidez psicológica né então Perceba o que é o sintoma Na verdade ele fala aí de um retorno do recalcado
né é de cortei um dos inconscientes conseguem acessar a consciência de forma de formada cabe então a gente acessar é decifrar esses conteúdos para que os sintomas i eu sou Ok é ipcc bom então aí que é a gente tem uma linha descer para esse é esse iceberg ao meio né do lado esquerdo a gente tem um super eu então é o supereu ele tem uma parte consciente ele tem uma parte pré-consciente e ele tem uma parte inconsciente tá então o superior tem uma parte consciente por quê Porque a gente sente culpa efetivamente nem toda
culpa inconsciente né a gente a gente sente culpa a gente internaliza né regras normas básicas né e cada um com uma rigidez diferente porque isso varia de pessoa para pessoa de estrutura para estrutura e existem conteúdos do Superior que são pré-conscientes ou seja acessíveis a consciência mas não diretamente que são lá tem mas reparem que a maior parte do Superior é inconsciente então a maior parte superior a gente não tem acesso tá é eu tinha o professor que falava assim eu quero ele foi um dos Pioneiros da psicanálise aqui no Brasil nem sei se ele
é vivo ainda Roberto Cheio de muito bom ele lá de Vitória no Espírito Santo mas enfim ele falava ele ele trazer a segunda a seguinte alegoria para explicar essa questão do eu do superior e do espírito isso né ele falava assim olha é como se o isso Então imagina em nisso é se ele tentasse entrar numa festa chamada eu né Então imagina uma casa de festas chamada eu e o isso se eu tentasse entrar né e o super eu fosse o porteiro é a pessoa que tá lá olhando os ingressos e falando olha você pode
entrar você não pode ir aí ou isso de tanto tentar entrar e não consegui porque o superior não deixa né super eu falar ou isso poxa eu já falei para você que você não pode entrar no eu né aí o que que o isso faz ele se fantasia né então quando isso se fantasia ele consegue driblar o supereu né então ele se disfarça vamos supor de sei lá birro né eu imaginei um isso disfarçado de pirro aí o supereu e não reconhece o isso tá bom tá você pode entrar e ele entra só que o
acesso que ele tem ao eu é de formado é não é o acesso direto é um acesso de forma porque porque ele está disfarçado né Então é ele precisa de certa forma ser decifrado no sentido da gente retirar esse Disfarce né para ter acesso ao conteúdo efetivo é então é era basicamente essa alegoria que ele trazia para explicar essas relações né entre o eu o super eu e o isso lembrando então que é o o aparelho psíquico disse Freud chama de aparelho psíquico é conflito o tempo inteiro é conflito no ar não há paz não
há Harmonia não a homeostase né o quê é é é o conflito entre o eu eo isso né intermediado aí pelo supereu e certa forma né é o superior aí que serve a 25 hoje então só ver o portal isso né E então é [Música] o fim o que que a saúde psíquica a saúde psíquica é você lidar bem com esse conflito porque é você nunca vai né Enquanto existir vida vai haver conflito a gente nunca vai ser mesmo conversa com esses monges nepalensis e tal e perceba o que que eles não são é completamente
zens né ou com os monges budistas do Japão enfim é esse essa ideia que a gente tem não sou totalmente Zen sem problemas em conflito isso não existe não existe para o ser humano o que existe é o que os monges fazem muito bem é a capacidade de lidar com esses conflitos meditando mas aí são outros quinhentos não é negar os conflitos existem Mas é você dá um tratamento a ele de modo que se a sua vida se torne mais suportável Ah tá então é por isso que do ponto de vista psicanalítico essa lógica do
coaching ela não funciona né porque o coaching é aquele motivador Anéis vai tentar fazer pela lógica motivacional as pessoas né enfim atingir uma felicidade trabalhando estudando consumir vamos planejar o que você pretende fazer agora o aparelho psíquico tá mostrando aí que o tempo inteiro a gente está bota né então ao princípio da realidade mas ao princípio do Prazer tudo que o princípio do Prazer quer é gozar tudo que eu isso as pouco sua função quero é gozar é E aí eu mesmo às vezes me pego assim com vontade de jogar tudo para o alto isso
é o que é a pulsão falando dando um g**********-se para tudo né Ah imagina se eu deixasse me levar por isso né Pois é essa questão do isso são esses impulsos da pulsão né É isso que é mais primitivo é e que não faz laço né que o seu laço social implica você renunciar satisfação imediata dessas dessas funções em prol de uma satisfação que vem do laço social isso que Freud chama de princípio da realidade tá ok então o tempo inteiro a gente dá É nesse conflito entre natureza e cultura entre aquilo que é primitivo
aquilo que né que é da história filogenética que a gente certa forma herda mas aquilo que é da Ordem da cultura do laço social Mas sem o qual nós não estaríamos aqui né sobretudo no mundo Ah pois bem gente então deixa eu ver aqui que horas são só tá só e eu acho que eu vou ficar nesse É nesse quadro e depois eu retomo na aula seguinte se não talvez fique muito cansativo né e repare então que o o ego é isso que se chama de é gol Diego é ele tem uma parte consciente Ok
é a parte branca o ego é essa parte superior direita ali a gente tem essa linha que divide o Iceberg em dois tem uma linha aí é vertical separa iceberg em dois lados esquerdo e direito e a gente tem uma linha umas emylinha é horizontal que separa uma parte superior e inferior a parte direita então é separada entre uma parte superior e uma inferior então reparei a parte superior é que ele se chama de erro a parte inferior é aquilo que se chama de isso ou de então reparem que uva o eu pego é tem
uma parte então que é e acessível manifesta consciente Tem uma parte pré-consciente e tem uma parte inconsciente então mesmo no eu a gente tem conteúdos que são inacessíveis tá esse a gente não tem acesso por exemplo né se eu falei que o eu é constituído pela apreensão da nossa Auto imagem corporal a isso a gente não tem acesso é porque se dá numa numa idade muito terra né então a gente não tem acesso só que eu tenho um são recalcados a gente não lembra embora tem um traço de memória é gravado no nosso psiquismo Mas
a gente não tem acesso tá você já é um material aí recalcado tá e repare que a parte é inferior desse lado direito né então a parte direita o céu isso ou ide e ele é completamente inconsciente tá eu repare o eu funciona segundo o princípio da realidade é essa cultura digamos assim para ser bem simplista a gente para poder ficar é o fim didático então princípio da realidade cultura aquele que os falantes de língua inglesa chamam de mestre na eu não sei se a pronúncia é essa Mas enfim e o isso ou ide é
que funciona o Opera baseado no princípio do prazer e o que que é o princípio do Prazer horas é a pulsão queriam se satisfazer é uma tensão que se que quer dizer ser descarregada de qualquer jeito custe o que custar né independente do que é do custo social que tiver é mais é a função querendo é se satisfazer e o superior o pé o princípio da perfeição né porque porque o superior é na verdade O Herdeiro do complexo de Édipo são os ideais que gente errada né gente ajuda geralmente dos pais então é a gente
que se pega fazendo mal uma determinada tarefa é E aí a gente vai se culpa por isso é Ou seja a gente não precisa que ninguém nos dirigir de fora porque a uma distância que nos dia de dentro isso aqui é o superior é assim distância que nos vigia né de dentro de nós mesmos tá que baseado nesse princípio da perfeição e tem pessoas que são tão perfeccionista que acham que nada que faz nunca tá bom né E aí mas aí é um supereu tirânico cruel né porque o superior e pode se tornar bastante Cruel
a partir do momento em que exige a impossibilidades né se você existe do indivíduo uma impossibilidade né e você pode julgar nem potência e aí um dedo tá mexer né É do jogo dos pneus enfim da culpa da neta da crítica né Eu sou se criticam excessivamente né por aí vai instinto e com são porque qual é a diferença básica entre instinto e o seu instinto é um código inato devia né é rumo a uma finalidade seja reprodução da espécie algo conservação do indivíduo por aí vai tá é tudo bem isso Funciona para os animais
selvagens né Mas a partir do momento no qual nós domesticamos né Nós vamos domesticados numa linguagem isso deixa de funcionar para gente a pergunta para vocês existe um instinto materno que inatamente uma mãe no Cuidado com a sua prole hora é o choro de um bebê é algo que precisa de uma interpretação e ele precisa ser interpretado e não existe um instinto materno que Gui tem que vale olha o bebê precisa disso né porque tá filogeneticamente marcado que é disso que ele necessita e. Final porque porque o ato de contrição na espécie humana não é
só nutre a gente não Supre só uma necessidade ligada à sobrevivência autoconservação né ah o choro do bebê e de precisa sempre ser interpretado então a interpretação desse Chorão se chama de demanda nós somos seres de demanda né então é uma mãe precisa sempre interpretar e ela vai ofertar esse bebê muito mais do que ele necessita Oi e aí que entra a função a função Então essa satisfação adicional que vem com o Ato da alimentação lá na primeira infância né Aí é a puxa oral para depois descreve outras funções mas a gente vai ficar só
na moral senão complexificar muito mas assim o que que a função oral é o fato de que é quando eu era beber e me alimentei né Eu não sou nutre eu aliviei o meu desamparo frente a minha prematuridade né frente ao fato de eu nascer prematuro e depender desse outro esse outro vem e me embala e canta para mim olha e sorri queria que você atravessa Então eu tenho uma série de experiências sensoriais aí que vão ficar gravado hoje no psiquismo e a r que essas experiências e essas impressões vão determinar quem eu sou É
então é eu vou tendera repetir futuramente essas experiências primárias de prazer né então quando foi de Paula da função querendo satisfazer é isso né O problema é que objeto tá para ser tá para sempre perdido então é você nunca vai reencontrar o dia da punção porque seu dia tudo isso é alitico é então nós somos seres insatisfeitos a ser humano e é por natureza não satisfeito né então a gente tá sempre desejando a gente está sempre em movimento a gente tá sempre de mandando demandando o amor dos outros e nós somos seres relacionais tal como
demandamos Amor Diante do nosso desamparo lá é da primeira infância é né e um exemplo disso são as pessoas que adoecem vocês querem Geralmente quem adoece de manda por favor por quê Porque ele tá lá na situação de desamparo da primeira infância Hoje ele dependia de um outro né que cuidava dele e que sem esse outro ele desapareceria é isso que está colocado para espécie humana Então na verdade a pulsão é isso né a função é algo que vem é dessa relação com o outro e dessa experiência de satisfação que a gente tem no contato
com o outro né agora o problema é que é se a gente a gente tem que renunciar é a essas a essa satisfação funcional mais imediata e prol do laço social né imagina esse a gente viver se esfregando isso a gente poderia sim mandaram que não e a não ser a cultura EA moral que nos permeia que que nos impele a renunciar às pulsões é e a entrar dentro do laço social e constitui veículos e enfim e EA partir de então é viver como seres de cultura que nós somos né como seja linguagem e não
como seres distintivos que saibam determinar código é aí na tu não a gente não segue códigos inatos e e é e enfim numa algo por exemplo na espécie humana que nos guie com relação à escolha do parceiro sexual é é é por mais que alguns sempre a reducionistas né gente então é claro vocês vão mesmo irrita você quiser ter sempre vai ter alguém no blog numa revista na televisão falando da gente escolhe passando pelo cheiro tu é de que besteira escolher parceiro pelo cheiro sábia né é Poxa pera aí na reducionismo tem limite é não
há algo que nos Gui é por isso que nós somos desamparados a gente não tem a certeza de estar fazendo as coisas certas tal como os animais selvagens tem né de escolherem Parceiro aqui que vai dar uma boa prole a gente não tem a gente não tem isso nós somos seres desamparados é né E é isso que o Freud vem mostrar e todo o o aparelho fique com uma tentativa de dar conta desse desamparo né É então é na verdade é isso é essa imperfeição que nos humaniza e é isso aqui é bonito Porque em
vez de ser um submetidos ao código é Renato é que tem uma finalidade fixa e e que não muda a gente pode se transformar da espécie humana é a única que pode se transformar hoje em dia tem pessoas que mudam Inclusive o seu sexo né então Perceba o que o potencial de transformação na espécie humana vem função disso né do fato de nós termos abandonados nós estamos sexuais E aí a opção hahahaha essa opção de mudança de sexo ela fala disso ela falou do abandono distintos né mas se não haveria né Essa isso nem quanto
possibilidade de escolha para a espécie humana Mas a questão a questão principal que eu acho é essa é se vocês Deixa eu tirar aqui para poder olhar pelo menos para mim mesmo aqui se ninguém tiver com a câmera aberta mas assim é imaginei que [Música] vão pegar a definição de saúde da OMS como é que é uma Organização Mundial de Saúde define a a saúde define saúde como um completo bem-estar físico mental e social hora do ponto de vista psicanalítico e é essa definição é muito mais um ideal inatingível é do que algo programático passível
de ser alcançado no teu a política programática né que se possa alcançar porque nós nunca nunca e teremos o completo bem-estar físico mental social e aí acrescentar no espiritual Olha porque não sobretudo no plano psíquico nós somos conflito mas não somos bem-estar né Nós somos mal-estar é o que o Fred mostrou amor no mal-estar na cultura eu só mostrar esse esses Light aqui é um grande Monte Bruno mal-estar na civilização Ou seja a gente precisa renunciar as funções em causa os laços sociais então homem civilizado né ou sede Vargem trocou uma parcela de suas possibilidades
de felicidade uma parcela de segurança vamos escolher que a gente fez né que os nossos antepassados fizeram que a gente reproduz ti e a complexo de Édipo na nossa ou gerência é o conflito estrutural do sujeito o eu está a serviço do princípio da realidade viu isso a princípio a a serviço do princípio trazermos e o superior tentando entender de ar isso hora atendendo a uma hora o tá isso é da Ordem do mal-estar o que o Fred mostra é aqui é impossível fugir do nosso estar é essa ideia de bem história é muito mais
o top que ela fala mais de uma Utopia algo que quer ir o sábio do que propriamente pragmático porque no mundo prático que é isso que a gente habita o mal-estar entre si para o ser humano enquanto nós fomos saque né teremos mostrar no mundo não vai ter jeito e eu já já falei para vocês a gente pode até deixar de ser almoçar aqui a partir do momento no qual a gente se mistura e vira um Android né E aí vamos por se a gente virar próteses neurais e vá se bem decisão é mecanicamente tal
provavelmente a gente vai deixar de ser almoçar aprende né é para ser Android só assim que o mal-estar pode deixar de ser algo um principal ser humano porque enquanto como o moço tá que ele não tem jeito mal-estar e algum Prince com isso não é algo que é não é algo pessimista pelo contrário algo realista então Freud está sendo realista ele tá trazendo ao que ela o Real a assim ninguém tinha visto até então e é de onde mais real que a gente tem que agir né e diante desse grupo possível de alcançar não se
tornar impotente não nos tornarmos impotentes né e sabemos que a saúde É sempre essa tentativa de lidar com conflitos lidar com os conflitos e superá-los né e e outros novos conflitos surgiram e nós então superaremos e por aí vai então a saúde É muito mais uma capacidade normativa no sentido da gente cair levantar né e criar novas normas que a já fixadas do que propriamente o bem-estar II e algo que se atinja nesse sentido mais um tópico não é pautado por uma ética da Felicidade é que era ética grega né da o gajo do meu
estase né É E por aí vai e ter uma coisa muito bonita que eu acho é que por exemplo é atualmente Existem algumas pessoas que em nome da saúde né tendem a voltar a natureza hora gente voltar a natureza é impossível mas parece humano porque porque por mais que você vai morar no Alaska isolado é tem vários programas de televisão sobretudo em TV a cabo que mostra o isso por mais que você esteja no Alasca isolado de tudo e de todos você vai levar sua pasta de dente você vai levar umas ferramentas porque se essas
ferramentas você não vai conseguir nem pegar madeira para construir sua casa né ou seja voltar à natureza ao selvagem para o ser humano é impossível impossível nós somos seres de linguagem estando isolado é ou não é então a gente nunca vai conseguir esse retorno ao natural né enfiar não sei que a gente desapareça e aparece uma nova espécie mas enquanto formos humanos nós viveremos sempre um artifício e quando eu de quarto difícil tecnologia eu não tô me referindo só iPhone não porque o iPhone é uma tecnologia mas a pasta e escova de dentes também fio
dental é uma outra tecnologia né então é a linguagem é uma tecnologia a gente Costuma se esquecer que a linguagem é a principal tecnologia da espécie embora e que sem ela a gente não constrói nada bem laço social né e sem ela a gente ficar meio ser enfim tinha um mundo é Sem Lei sem que ser né Tem Normas em regra é um é a linguagem a primeira grande tecnologia o Grand primeiro grande artifício que nos possibilita a criação é então tem que era basicamente isso a essa ideia de que existe o aparelho psíquico de
que o psiquismo é uma internalização a das regras das normas dos vínculos sociais é uma internalização que não é um interno diferente de um externo porque há uma influência recíproca né E que esse aparelho psíquico Tem lugares definidos é uma primeira tópica que defini-la e os conteúdos na Milena e uma segunda troca aqui definir toda uma dinâmica interativa entre França e psíquicas que vivem em conflito né E que a saúde seria a capacidade de lidar é e de superar esses conflitos em prol é assim da sanidade o adoecimento seria a pessoa que padece a gente
esses conflitos né como no caso da Cesp é que tem aquelas grandes paralisias no filme faz Além da Alma seguir a surpresa ou seja ela tá de certa forma ela sucumbiu né Aos aos conflitos e não conseguiu superar a luz em só ele ali então vai tentar fazer com que ela fica ter a ficar mente é Aprenda uma forma de lidar melhor desses conflitos aos pais ela sucumbe até então