E aí e vamos dar início a uma parte do estudo do sistema nervoso dos animais que envolve o sistema nervoso autônomo ou seja aqueles aquela parte do sistema nervoso aonde não existe voluntariedade da parte do seu do animal daí então ser chamado de sistema nervoso autônomo vamos Iniciar iniciar então falando sobre os aspectos anatômicos e que envolve essa parte do sistema nervoso Inicialmente vamos lembrar que o sistema nervoso autônomo é um componente eferente do sistema nervoso visceral Ou seja é o sistema motor periférico destinado ao suprimento nervoso dos músculos cardíaco liso e as glândulas e
sujeito a um controle reflexo o local assim como de nível cerebral vamos lembrar que existe uma terminação nervosa própria motora e visceral e que vai estar então relacionado com o músculo liso o músculo cardíaco e as glândulas existe um axónio esse som ele se ramificam na sua terminação nervosa e surge uma série de dilatações que já identificamos como sendo chamada de varicosidades é uma figura um pouco mais interessante a gente observa o axónio de um neurônio autonômico pós-ganglionar depois vamos entender isso aí formando Então essa ramificação sobre as sobre as fibras musculares lisas e quando
ocorre uma despolarização cada varicosidade dessa que dispõe de vesícula de neurotransmissor tem condições de liberar o seu neuro transmissor e esse neurotransmissor Então vai reagir com as células musculares lisas essas dilatações não podemos esquecer são varicosidades e são típicas do sistema nervoso autônomo EA terminação nervosa eferente e visceral e o sistema nervoso autônomo dos animais ele vem sempre sempre sendo dito como cento o responsável pelo suprimento nervoso tanto da musculatura Lisa quanto musculatura cardíaca quanto as glândulas e sistema nervoso autônomo ele acaba por regular funções subconscientes como pressão arterial frequência cardíaca frequência respiratória motilidade intestinal
e diâmetro pupilar Além disso veremos uma série de outras funções do sistema nervoso autônomo funções em que ele regula com bastante propriedade Z O que é perigoso tomo ele costuma ser dividido em dois componentes simpático e parassimpático e isso leva em consideração a sua origem anatômica basicamente a origem anatômica dos seus neurônios pré-ganglionares e os neurotransmissores liberados no órgão alvo essa imagem que observa um cão com mostrando o comportamento de agressividade que significa dizer um componente simpático atuante nesse animal por outro lado esse animal mostrando uma situação de relaxamento uma situação de descanso mais voltado
para a questão então ou menos tática E aí dizemos então e Quem opera nesse momento é o componente do sistema nervoso autônomo chamado de parassimpático em consideração anatômica a respeito desse sistema primeiro Vamos considerar e vamos relembrar o que ocorria no sistema nervoso eferente somático aquele que nós estudamos como sendo o responsável pela motricidade das fibras musculares esqueléticas portanto não corresponde a sistema involuntário que hoje nós estamos estudando sistema voluntário nós observamos naquela naquele estudo que existia uma filha para a frente que ia até a medula espinhal e poderia fazer conexão ou não com o
interneurônio e uma única fibra nervosa eferente entre o sistema nervoso central EA Periferia isso então é a consideração atômica a respeito do eferente somático e Diferentemente do sistema nervoso eferente visceral que nós vamos estudar agora não existir duas fibras e não só uma fibra ligando o sistema nervoso central ao sistema nervoso periférico Como existe a figura de um gânglio eu sempre vou te amar uma um dessas fibras eferentes viscerais de fibra pré-ganglionar Então aquela mais próxima da medula espinhal e uma pós ganglionar uma antes do câmbio e uma após o câmbio essa fibra pós-ganglionar é
então o segundo neurônio e essa vai fazer fazer conexão então com o órgão gestor no caso anterior do sistema nervoso eferente somático e o considerava uma fibra muscular e esquelética nesse caso aqui o órgão efetor vai ser o Marcelo muscular Lisa ou cardíaca o mesmo glândula é a diferença entre observa sob o ponto de vista simpático e parassimpático nós vamos estudar com mais detalhes adiante mas é importante a gente considera lá que sob o ponto de vista anatômico nós vamos dispor de um gânglio cervical anterior localizado nessa posição que os existe uma cadeia para vertebral
ganglionar simpática ela é para vertebral Porque existe uma coluna vertebral e ela é ganglionar pois nessa região as fibras que saem da medula espinhal se reúnem num gambio e esses gânglios se alongam ou se alinham ao longo da medula e até o dia que uma cadeia ganglionar para vertebral e simpática Porque somente o componente simpático é que se reúne nessa forma de uma cadeia paralela a coluna vertebral e nós vamos e inclusive que existe um gânglio cervical anterior bastante importante que se nós vamos nós podemos observar e essa cadeia paravertebral ela se inicia depois da
região do pescoço membros anteriores parede corporal minha dos posteriores região do períneo então não existe uma proximidade com a cabeça do animal daí a necessidade de se gambio chamado que o primeiro ano da cadeia ganhando cervical anterior ele é que se torna bastante importante porque ele vai ser responsável por todas as respostas simpáticas que ocorrerem no nível da cabeça do animal então é interessante no ponto de vista da anatomia considerar a existência e importância desse gânglio cervical anterior e com relação à posição do neurônio pré-ganglionar E aí então já sabemos que existe um componente simpático
parassimpático nessa figura eu tenho os parassimpático desse lado e o simpático do outro lado se eu considero agora a posição do neurônio pré-ganglionar eu estou considerando esse segmento anterior ao câmbio que a fibra pré-ganglionar simpática e aqui nesse desenho a cadeia paravertebral ganglionar e simpática então se eu penso no neurônio pré-ganglionar o que que eu acabo observando nos do lado do simpático não existe nada saindo da região cervical e ela está saindo da região torácica indo até a região lombar então eu digo que sob o ponto de vista da origem do neurônio ou da posição
do neurônio pós-ganglionar pré-ganglionar na medula espinhal ele é a bombar os axônios pré-ganglionares vão deixar a coluna lateral da da medula entre T1 e L2 entre tóraco-lombar se o óleo o sistema nervoso segmento parassimpático do do sistema nervoso autônomo eu vou observar que todas as fibras pré-ganglionares elas estão saindo ou da região do crânio ou da região do saco daí então o seu ponto de vista anatômico para atômico dizer que ele é crânio sacral ou seja os axônios pré-ganglionares deixam a região do tronco encefálico principalmente a partir do terceiro sétimo nono e décimo pa e
assim como saem também da medula sacral e vão inervar nesse caso aqui mostrando vesícula urinária e órgãos sexuais Então isso é uma divisão uma característica anatômica e considera a posição do neuronio Pré ganglionar e ainda nessa mesma figura aqui nós podemos observar coisas são as diferenças anatômicas entre os dois segmentos simpático parassimpático quando eu considero a posição do neurônio pós-ganglionar Então vamos ver no sistema nervoso simpático que existe uma fibra pré esse julgando Então existe uma fibra pós-ganglionar simpática do lado do parassimpático e observo que sai uma fibra pré-ganglionar e Já começamos observar então que
nesse caso simpático as fibras pós-ganglionares ela se iniciam muito próximo da medula um espinhao Porque existe essa cadeia de ganho isso que limita então o tamanho da fibra pré-ganglionar e aproxima a pós-ganglionar da medula espinhal então eu digo que no sistema nervoso simpático a fibra pós-ganglionar ela surge gânglios próximos da medula espinhal E no caso do parassimpático a gente observa que na grande parte das vezes esse neurônio pós-ganglionar ele vai surgir muito próximo da estrutura do órgão então basicamente surgem gânglios da parede visceral ou então muito próximos a ela é uma coisa leva à outra
e quando se considera o comprimento da fibra do lado simpática e do lado para simpático Que que eu observo que desse lado que é o simpático a fibra pré-ganglionar ela é curta e a fibra pós-ganglionar ela sai de perto da medula e vai até o óculos então a fibra após lesionar é naturalmente longa no parassimpático tipo observar o oposto as fibras pré-ganglionares elas são longas e as fibras pós-ganglionares são extremamente curtas e Como dito na imagem anterior muitas vezes esse gambio que é comum tanto do lado simpático do lado parassimpático ele se encontra na própria
parede da víscera se existe algo interessante que a gente deve considerar toda vez que fala no sistema nervoso autônomo que a existência da glândula adrenal que em humanos é chamada de suprarrenal por conta da posição sofra Mas entre os animais vão chamar de adrenal porque a de renal significa acaba dando uma ideia melhor de sua localização e mais adiante no curso de veterinária e da própria fisiologia nós vamos estudar a glândula adrenal ela tem uma parte medular e uma parte cortical essa parte medular é justamente a Libertadora de adrenalina que é um neurotransmissor extremamente importante
no estudo do sistema nervoso autônomo O que é a célula então liberadora de adrenalina nós vamos entender então que existe uma célula chamada de célula cromafim e nada mais é do que um neurônio e como ocorre a liberação então a medula adrenal ela é recebe uma inervação direta dos neurônios pré ganglionares simpáticos daqui essa é minha fibra pré-ganglionar essa fibra pré-ganglionar e libera acetilcolina polícia é chamada de colinérgica ela faz uma sinapse direto com a minha célula Como assim que é considerado como um neurônio pós-ganglionar adrinette adrenérgico E rudimentar então chamada de célula Como assim
uma senhora bastante rica em organelas com um núcleo bastante ativo com muito dictiossomo ao Complexo de lógico Porque sintetiza grande quantidade de elementos necessários aí a neurotransmissão as células então que são as células secretoras da medula da adrenal nada mais são do que neurônios pós-ganglionares essa fibra é pré-ganglionar ela se encontra como a fibra após lesionar só que com marca uma grande diferença esses neurônios rudimentares eles secreto Então as suas substâncias transmissoras diretamente no sangue agindo portanto em todo organismo daí nós passarmos a em a entender com facilidade que as respostas do sistema nervoso autônomo
e relacionados a liberação de adrenalina sempre são respostas muito expressivas muito visíveis no no Animal uma vez que o neurotransmissor não é liberado na Fenda sináptica como nós vimos no sistema nervoso somático ela é esse neurotransmissor é liberado direto na corrente circulatória então o efeito é naturalmente massivo no sentido de massa a medula da adrenal como nós temos ela tem um neurônio pré-sináptico um neurônio pré-ganglionar liberador de acetilcolina essa sentiu Colina ela vai encontrar receptores na célula cromafim que é um neurônio primitivo e esse neurotransmissor que é adrenalina jogado diretamente aqui no sangue é o
que nós descemos na imagem anterior aqui apenas na forma esquemática e quais são as principais diferenças então que a gente pode entender agora entre o Que Nós estudamos na no sistema nervoso eferente somático que o meu sistema voluntário e o que nós estamos estudando agora no eferente visceral Quais são as principais diferenças anatômicas considerada se de um modo geral primeiro no eferente somático ou órgão efetor era um músculo esquelético agora o nosso órgão efetor já que estudamos o eferente visceral vai ser o músculo liso cardíaco e quando os corpos celulares vão encontrar um ser encontrados
em todos os nervos da medula espinhal e saindo através dos nervos espinhais nesse caso aqui nós não vamos encontrar corpos de neurônios que saiam da região cervical lembra que um segmento para simpática é crânio sacral e o outro ele é tóraco-lombar o simpático Então os corpos estão ausentes na medula cervical na lombo-sacral um pequenos é ali onde não existe saída de fibras eferentes viscerais assim como na região coccígea no caso referente somático a regulação aí já é um pouco mais funcional a regulação é voluntária e reflexa nós estudamos reflexos estudamos mostrando que existe a involuntariedade
isso vemos também que a partir dos impulsos que nós temos condição de gerar no nível cortical eu consigo fazer movimentos inteiramente relacionados com a vontade Então existe uma regulação voluntária já no eferente visceral que nós estamos estudando hoje essa revelação é somente reflexa somente involuntária o órgão efetor no sistema nervoso eferente somático ele recebe um só tipo de neurônio eferente lembra que existia uma única fibra muscular uma fibra nervosa que vai em direção a fibra muscular liberador a acetilcolina nesse caso Aqui nós temos um órgão efetuou e recebe tanto neurônios simpáticos neurônio parassimpático aqui no
eferente somático Eu tenho um neurônio motor inferior entre o sistema nervoso central e o órgão gestor apenas um neurônio motor inferior e aqui nesse caso eu tenho dois neurônios sendo amenizado e outros vernizado que vai fazer a conexão entre o sistema nervoso central e o órgão gestor o órgão efetor que é um músculo no referente somático ele reage apenas com a excitação já no órgão efetor no meu sistema nervoso eferente visceral ele tanto pode ser excitado então ele pode reagir com a excitação ou a inibição que seria a paralisação do movimento de moda interessante no
sistema nervoso somático quando ocorre uma denervação quando ocorre a retirada o o o torna impossível a disco é daquele daquele neurônio ocorre invariavelmente uma paralisia já no caso do eferente visceral existe um princípio que chamamos de princípio miogenico ainda que não tenha estímulo chegando por meio de um neurotransmissor para que haja contração da musculatura Lisa algumas substâncias que elevam no momento aonde não existe ou que existe uma determinada demanda E aí a esse as substâncias promovem a contração da musculatura Lisa então o dinheiro que existe um efeito miogenico substâncias criadas no local pode levar a
despolarização e a contração da musculatura lisa de um dado seguimento por último o eferente somático ele produz uma ajuste rápido em relação ao meio externo você faz a contração voluntária de um braço e rapidamente você consegue é colocá-lo em relaxamento já no caso do eferente visceral é uma vez tendo uma uma reação o controle acaba sendo lento e por meio da une os fazia Normalmente quando há uma necessidade maior vamos ver no controle funcional o sistema nervoso simpático é o que atua e tão logo o estímulo que levou a ativação do sistema simpático deixa eu
correr e ele volta lentamente a condição do equilíbrio Ou seja a condição da homeostasis tá bom Espero que tenha conseguido aí nesse minutos passar algumas informações aí a respeito das Diferenças anatômicas que existe entre principalmente entre sistema nervoso simpático eo parassimpático